Brasil registra 1.688 novos casos e 86 mortes provocados por covid-19 em 24 horas

/ Saúde

O Brasil registrou  1.688 novos casos e 86 mortes por covid-19 em 24 horas. O levantamento foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite deste domingo (12).

De acordo com levantamento feito pela pasta, o Brasil tem, no acumulado, 22,189 milhões de casos confirmados da doença, que já matou 616.830 pessoas.

O número de pacientes recuperados chega a 22,4 milhões, o que representa 96,5% dos casos.

Estados

Com 4,4 milhões de registros, o estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, e 154,69 mil óbitos.

Em seguida, aparecem os estados de Minas Gerais (2,2 milhões de casos e 56,4 mil óbitos); do Paraná (1,5 milhão casos e 40,8 mil óbitos) e do Rio Grande do Sul (1,4 milhão de casos e 36,2 mil óbitos).

O Acre é o estado com menos ocorrências: 88,28 mil casos e 1.849 óbitos.

Ministro Barroso determina passaporte da vacina obrigatório para quem chega ao Brasil

/ Saúde

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou como obrigatório o comprovante de vacinação para viajantes estrangeiros que cheguem ao Brasil. A ordem foi dada neste sábado (11) após ação da Rede Sustentabilidade. Segundo o G1, a agremiação cobrava a adoção pelo governo de medidas sanitárias recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ”passaporte da vacina” ou quarentena obrigatória serve para fiscalização dos voos que desembarcam no país. Pela decisão, estrangeiros sem comprovante vacinal não poderão entrar no Brasil. Barroso declarou que a situação ficaria sem controle caso o país tivesse de monitorar a quarentena de milhares de viajantes.

A exceção, segundo o ministro, servirá apenas para viajantes que venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.

Cirurgiões cardíacos acusam ministro Queiroga de beneficiar sua área de atuação em portaria

/ Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Foto: Reprodução

Uma portaria do Ministério da Saúde que reajusta valores no tratamento do infarto agudo do miocárdio apenas para a hemodinâmica, área de atuação do ministro Marcelo Queiroga, está provocando polêmica entre os cirurgiões cardiovasculares.

Em nota divulgada no seu site e nas redes sociais, a SBCCV (Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular), manifesta preocupação que procedimentos como a cirurgia de revascularização (pontes de safena), indicada para os casos mais graves de infarto, tenham ficado de fora da portaria.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, , o presidente da SBCCV, o cirurgião Eduardo Rocha, afirma que, ao aprovar uma portaria que só privilegia a hemodinâmica, Queiroga incorre em um evidente conflito de interesses.

”O ministro está misturando interesse público com interesse pessoal. Nós, cirurgiões, estamos indignados. Não temos aumento desde 2009”, afirma.

Segundo ele, uma equipe de cinco cirurgiões cardiovasculares recebe R$ 2.800 para fazer uma ponte de safena. ”São 500 pratas, 600 pratas para cada um para cuidar de um doente por 12 dias, em média. Aí vem o ministro e cria benefícios só para o grupo dele?”, diz.

A portaria 3.438, publicada em 7 de dezembro, prevê uma série de ações na linha de cuidados do atendimento do infarto, como atualização e reajustes na tabela de procedimentos, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais, da área da hemodinâmica.

Existem três tipos de infarto: o mais leve e sem obstrução na coronária, que, em geral só requer tratamento clínico; outros com alteração no eletrocardiograma que vão precisar de uma angioplastia (stent) ou trombólise (medicamento que dissolve o coágulo e deixar a coronária aberta); e os que requerem cirurgia de revascularização.

”São os pacientes mais graves, os que mais morrem e que vão ficar de fora da portaria. São doentes com mais de duas ou três lesões nas coronárias, rompem o ventrículo e sangram, que têm a válvula rasgada pelo infarto. É preciso olhar para a linha do cuidado ao infarto do começo ao fim”.

Rocha diz que a cirurgia cardiovascular vive uma crise sem precedentes no SUS (Sistema Único de Saúde), sem insumos básicos, e que piorou com o cenário de desassistência provocando pela pandemia de Covid-19.

Pelo menos 60 mil procedimentos deixaram de ser feitos neste ano. Antes da crise sanitária, eram realizados cerca de 100 mil por ano, de 60% a 70% deles no SUS.

”A gente não está conseguindo material no SUS. Vários hospitais só operam emergências. O ministro está informado sobre isso tudo e mal nos recebeu. E agora ele só dá aumento para uma das partes da linha de cuidado do infarto? Para os seus pares? O que ele fez não tem sentido, se o sentido for a ética do tratamento”.

Desde janeiro deste ano, faltam materiais como válvulas cardíacas, oxigenadores e cânulas, necessários para a cirurgia de ponte de safena, correção de defeitos congênitos de adultos e crianças, e trocas de válvula.

O SUS paga menos de R$ 6.000 aos hospitais para cobrir todo o custo de uma cirurgia cardíaca. A média de permanência na UTI é de três dias e ao menos uma semana de internação. Os hospitais estimam que cada cirurgia cardíaca feita no SUS resulte em um prejuízo de R$ 2.000 em média.

”Os hospitais olham para nós, cirurgiões, como um perigo financeiro para eles”, afirma o presidente da SBCCV.

OUTRO LADO

O Ministério da Saúde disse, em nota, que a portaria ”estabelece que o tratamento da trombólise/angioplastia primária seja realizada pelo intervencionista e não por um cirurgião cardiovascular”.

Segundo a pasta, o infarto agudo do miocárdio (IAM) está entre as duas principais causas de morte no Brasil e no mundo.

”A oclusão aguda de artéria coronária por trombo, geralmente superposta em área acometida por placas de aterosclerose, é o evento determinante do infarto agudo do miocárdio. O tratamento moderno do IAM depende do uso de terapias de reperfusão, rápido acesso ao serviço médico e uso de medicações específicas com benefício comprovado”, afirmou a pasta.

Ainda de acordo com o ministério, ”o uso de medicamentos trombolíticos demonstrou ter impacto positivo sobre os desfechos de saúde, minimizando os impactos do evento agudo sobre a capacidade funcional e reduzindo a mortalidade”.

O ministério conclui a nota dizendo que a redefinição das ações também contemplou medidas relacionadas ao fortalecimento do diagnóstico precoce, a terapias de reperfusão e ao incentivo à reabilitação cardiovascular.

*por Cláudia Collucci/Folhapress

Bebê nasce empelicado e vídeo de médico rompendo bolsa amniótica viraliza; assista

/ Saúde

Um vídeo de um parto raro está viralizando nas redes sociais. Um bebê nasceu empelicado em novembro em Rondônia, e as cenas mostram o médico rompendo a bolsa amniótica e a criança chorando em seguida.

O registro foi divulgado pela mãe da criança, que se chama Miguel, em seu Instagram. Estatísticas apontam que uma a cada 80 mil crianças nasce dessa maneira.

”No dia 20/11/2021 nosso príncipe Miguel veio ao mundo, e como mais uma manifestação da graça e do amor de Deus por nós, veio da forma mais linda possível. Miguel nasceu através de um parto empelicado, em que o bebê nasce dentro do saco aminoácido ainda intacto. 1 em cada 80.000 bebês nascem dessa forma”, escreveu a mãe de Miguel, Andressa Nunes Rodrigues.

A mãe ainda desejou as boas-vindas ao garoto à sua família, e declarou seu amor incondicional pelo bebê.

A condição na qual Miguel nasceu é rara, e consiste quando a criança fica permanece envolta na bolsa amniótica após sair de dentro da mãe. Pode acontecer de a bolsa não romper e, ainda assim, a mãe entrar em trabalho de parto.

Essa condição não oferece riscos nem para a mãe nem, para o bebê. Com informações do site Bahia Notícias

Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama atende mulheres de Maracás

/ Saúde

Unidade Móvel atende na Praça Rui Barbosa. Foto: Divulgação

Fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Maracás, através da Secretaria de Saúde, e o Governo do Estado, através da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), teve início na manhã de quarta-feira (8), o programa Saúde sem Fronteiras, que vai até dia 22 de dezembro, beneficiando mulheres com a realização de mamografias, exame que detecta precocemente casos de câncer de mama, para mulheres de 40 a 69 anos, faixa etária mais propensa ao aparecimento da doença.

A unidade móvel equipada com mamógrafos de última geração, que detectam precocemente casos de câncer de mama atende das 08 às 17h, na Praça Rui Barbosa, próximo à Prefeitura. As pacientes são encaminhadas para atendimento pelas unidades de saúde, onde são realizados, também, o agendamento prévio para a mamografia.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o programa Saúde sem Fronteiras tem como diferencial o acompanhamento das mulheres com mamografias inconclusivas, com a oferta de exames complementares para o diagnóstico e o encaminhamento ao tratamento, visando a integralidade do atendimento.

Segundo a secretária Darlene Rosa, a Prefeitura de Maracás disponibilizou transporte e lanche para mulheres da zona rural que buscam o atendimento. Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia.

Organização Mundial da Saúde diz que proteção de vacinas contra covid-19 é de seis meses

/ Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma que a duração da imunização dada pelas vacinas contra a covid-19 é de seis meses. A estimativa foi por meio do cruzamento de vários estudos já realizados.

Kate o’bryan, especialista em vacinas da OMS, explica que a proteção de até seis meses não desaparece completamente depois desse período. Mas durante meio ano, o risco de doença grave, internação ou morte diminui drasticamente.

As informações de Kate foram dadas hoje (9), em entrevista coletiva.

A OMS indica que o risco de infecção por covid-19 é baixo durante seis meses após a aplicação da vacina.

África

Em nota divulgada hoje, a organização informou que o número de casos de covid-19 na África quase duplicou em uma semana, mas salientou que ”há sinais de esperança”, já que o número de hospitalizações se mantém baixo.

A OMS adiantou que a investigação está sendo intensificada para determinar se a variante Ômicron é responsável pelo número de casos na África. Houve mais 107 mil casos na última semana, quase o dobro dos 55 mil da semana anterior.

”Cinco países representaram 86% dos casos da última semana, com a África Austral registrando a maior subida, de 140%, principalmente motivada pelo aumento na África do Sul”, acrescenta o comunicado.

A OMS destaca, no entanto, que o aumento de casos não parece ter uma correspondência com o número de hospitalizações, o que permite antever que apesar de muito contagiosa, a variante Ômicron não é mais perigosa que as anteriores.

“Os dados que estamos recebendo da África do Sul indicam que a Ômicron pode causar uma doença menos severa”, já que o número de hospitalizações está em 6,3%, ”o que é muito baixo comparado com o mesmo período, quando o país enfrentava o pico da variante. Delta, em julho”, diz a organização.

O continente africano representa 46% dos quase mil casos de Ômicron registrados por 57 países em várias regiões do mundo, dez deles africanos. Da Agencia Brasil

Prefeitura de Maracás encaminha à Câmara Plano de Cargos e Salários dos Agentes Comunitários de Saúde

/ Saúde

Prefeito e secretária com representantes da categoria. Foto: Divulgação

A administração do prefeito Spoya Novaes (PDT) encaminhou à Câmara Municipal de Maracás, nesta semana, um Projeto de Lei que institui o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Agentes Comunitários e de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, lotados na Secretaria Municipal de Saúde.

Antes do encaminhamento do PL ao Legislativo, o prefeito se reuniu com a secretária municipal de Saúde, Darlene Rosa, e com representes da categoria, para esclarecer dúvidas sobre o plano, que será apreciado pelos vereadores.

O projeto de lei é fruto de intenso diálogo com o Sindicato dos Agentes Comunitários e de Combate às Endemias e busca atender a reivindicação antiga dos trabalhadores no Município, que a partir da aprovação terão seus direitos garantidos por lei.

Além de ajustar cargos e salários, o plano é um reconhecimento os trabalhadores pelos serviços prestados. ”Acreditamos na sensibilidade dos vereadores e, após aprovação do Projeto, os nossos agentes passarão a ter seus direitos garantidos por Lei. Os agentes percorrem toda a cidade, faça chuva ou sol. Nada mais justo que prestar esse reconhecimento a eles”, disse o prefeito.

Ministro da Saúde anuncia quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados

/ Saúde

O governo federal anunciou nesta terça-feira (7) que vai exigir quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados contra a covid-19 que desembarcarem no Brasil. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, detalhou que, após o período de quarentena definido, os viajantes deverão realizar um teste do tipo RT-PCR com resultado negativo.

Segundo o ministro, cerca de 80% da população brasileira acima de 14 anos já está imunizadas com as duas doses da vacina. O número representa mais de 175 milhões de habitantes. Ele destacou ainda que o país conseguiu “reduzir fortemente” o número de casos e óbitos provocados pela covid-19 – nos últimos seis meses, a queda foi de cerca de 90%.

Passaporte da vacina – Sobre a possibilidade de exigência de um certificado de vacinação para viajantes que queiram entrar no país, recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Queiroga avaliou que o enfrentamento à pandemia não diz respeito apenas “a um chamado passaporte que mais discórdia do que consenso cria”.

“Ultimamente, o mundo ficou muito preocupado com uma nova variante do vírus. Essas variantes podem acontecer em qualquer lugar do mundo. Os países que identificam essas variantes não podem ser punidos com restrição aos seus cidadãos.”

”É necessário defender as liberdades individuais, respeitar os direitos dos brasileiros a acessarem livremente as políticas públicas de saúde”, disse. ”Essa temática envolve as relações exteriores do Brasil e o Brasil é um país muito reconhecido exatamente por utilizar o princípio da reciprocidade”, completou.

Relatório realizado pela OMS contabiliza 241 milhões de casos de malária no mundo em 2020

/ Saúde

O Relatório Mundial sobre Malária, da Organização Mundial da Saúde (OMS), revela que foram registrados, no ano passado, 241 milhões de casos da doença e 627 mil mortes. Os números representam cerca de 14 milhões a mais de notificações e 69 mil óbitos, se comparados com as taxas de 2019.

A agência da ONU afirmou que a pandemia está por trás de 47 mil mortes adicionais por causa da falta de prevenção e tratamento durante a crise global de saúde.

O diretor de Comunicação da Agência de Saúde Global (Unitaid), Maurício Cysne, de Genebra, falou à ONU News sobre o peso da doença para as crianças.

Segundo o diretor, ”70% dessas [são] crianças de menos de 5 anos, maioritariamente na África”. ”A Unitaid tem investido muitos recursos em encontrar soluções que previnem e que tratem a malária em mulheres e em crianças. Principalmente no caso das mulheres grávidas, que não podem receber um tratamento normal de malária. E nesse caso, em Moçambique, temos um projeto inovador, onde uma pílula por dia faz com que as mulheres se previnam da malária, salvando assim milhares de vidas. A Unitaid continua seu trabalho também na busca de uma vacina, que está agora em testes, também em Moçambique e outros países da região, esperando que em breve a malária seja uma doença tratável e prevenível”, acrescentou.

No ano passado, a taxa global de mortalidade da malária era de 15,3 óbitos por 100 mil pessoas sob risco. A meta era de 8,9 pessoas. E a situação tornou-se ainda pior. Nos primeiros dias da pandemia, a OMS havia projetado que o número de mortes por malária durante 2020 poderia dobrar.

Redução

Muitos países tomaram medidas urgentes. A África Subsaariana concentra o fardo mais pesado de malária com 95% de todos os casos e 96% de todas as mortes no ano passado. Cerca de 80% dos óbitos na região foram de crianças abaixo de 5 anos.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, lembrou que, mesmo antes da covid-19, os ganhos no combate à malária estavam estagnados. Por volta de 2017, havia avanços incluindo uma redução da incidência de casos de 27% e uma redução de quase 51% nos óbitos desde 2000.

Tratamento

Desde a estratégia global de 2015, 24 países registraram aumento no número de mortes. Nas 11 nações com a maior taxa de malárias, os casos subiram de 150 milhões para 163 milhões em 2020, e o número de mortes passou de 390 mil para 444,6 mil.

A OMS recomenda melhorias no acesso aos serviços de saúde contra a doença com investimentos domésticos e internacionais, como testes baratos e a primeira vacina a ser recomendada pela agência, a RTS,S/AS01. Em outubro deste ano, a OMS fez a recomendação do medicamento para crianças que vivem na África Subsaariana. Da Agência Brasil

Rui inaugura hospital materno-infantil em Ilhéus, com 10 leitos de UTI neonatal e 25 de semi

/ Saúde

Governo entrega mais uma unidade de Saúde. Foto: Divulgação

A região sul da Bahia agora possui serviços de referência em cirurgia pediátrica e parto de alto risco no Hospital Materno-Infantil Joaquim Sampaio, em Ilhéus. A unidade foi inaugurada pelo governador Rui Costa, na manhã desta segunda-feira (6), após um investimento de aproximadamente R$ 40 milhões, entre obras e equipamentos. Com 105 leitos de internação, sendo 10 de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e 25 de semi-intensiva, o hospital tem capacidade para atender urgências e emergências de toda a região.

O hospital disponibiliza ainda cinco leitos no Centro de Parto Normal Intra-hospitalar e está estruturado para a assistência ao parto de risco, gestação de alto risco, cuidado intensivo e intermediário neonatal e cuidado intensivo e clínico às crianças. O funcionamento é 24 horas, com acesso por demanda espontânea e referenciada, integrada aos pontos de atenção primária.

Além da realização de partos e da internação, o hospital ofertará atendimento ambulatorial especializado em pré-natal de alto risco, consultas especializadas em obstetrícia, cardiologia, enfermagem, nutrição e psicologia. O serviço de pediatria está estruturado com equipes profissionais, instalações físicas e equipamentos adequados à prestação de assistência em caráter de urgência aos agravos mais prevalentes da criança e do adolescente, garantindo ainda procedimentos cirúrgicos (cirurgia geral e ortopedia), em caráter de sobreaviso e cuidados intensivos pediátricos.

A unidade funcionará também como um polo de desenvolvimento de ensino, reunindo formação acadêmica, pesquisa e produção de conhecimento científico e tecnológico em saúde. O Hospital Materno-Infantil Joaquim Sampaio faz parte de uma série de investimentos que o Governo do Estado vem fazendo na região sul, onde a população já conta, entre outros serviços, com o Hospital Regional da Costa do Cacau e a policlínica regional de saúde em Itabuna. A construção da policlínica em Ilhéus ampliará a capacidade de atendimento especializado na região.

Nos Estados Unidos, nova variante Ômicron do Coronavírus já foi confirmada em 15 estados

/ Saúde

Nos Estados Unidos, clínicas de vacinação e autoridades americanas relatam longas filas nos postos de vacinação recentemente, graças à procura tanto pelas doses de reforço quanto aos temores causados pela variante Ômicron.

A variante Ômicron do coronavírus foi encontrada em cerca de 15 estados até agora, mas a variante Delta continua a causar a maioria dos casos Covid-19 em todo o país, segundo Rochelle Walensky, diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Pelo menos 15 estados relataram casos de Omicron: Califórnia, Colorado, Connecticut, Havaí, Maryland, Massachusetts, Minnesota, Missouri, Nebraska, Nova Jersey, Nova York, Pensilvânia, Utah, Washington e Wisconsin.

As tensões no programa de vacinação dos EUA também são agravadas pela ampla escassez de mão de obra que está afetando muitos setores, incluindo a saúde.

Ministério da Saúde oferece mais de 21,5 mil vagas no Programa Médicos pelo Brasil

/ Saúde

O Ministério da Saúde está oferecendo mais de 21,5 mil vagas no Programa Médicos pelo Brasil. Eles poderão atuar em 5.233 municípios brasileiros, ou seja, quase 94% do país. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nessa sexta-feira (3). O objetivo é reforçar o Sistema Único de Saúde (SUS).

O programa vai substituir gradativamente o Projeto Mais Médicos para o Brasil na Atenção Primária à Saúde (APS). São oferecidos aos médicos selecionados para o programa a formação em medicina de família e comunidade, avaliação de desempenho, possibilidade de contratação por meio do regime CLT, a progressão de carreira (para diminuir a rotatividade) e gratificação para atuar em áreas remotas e de saúde indígena.

Os gestores de saúde dos municípios elegíveis devem fazer a adesão ao Médicos pelo Brasil, cujo edital deve ser publicado segunda-feira (6). O edital do processo seletivo para médicos também será publicado neste mês.

”A recomendação é que os gestores não percam a oportunidade de levar saúde e a presença de médicos qualificados para atender com dignidade o cidadão”, disse o secretário de Atenção Primária da pasta, Raphael Câmara. Ele preside o Conselho Deliberativo da Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), responsável por executar o novo programa.

Os munícipios foram escolhidos levando em consideração a alta vulnerabilidade e o fato de vários estarem em áreas rurais remotas.

O Médicos pelo Brasil foi lançado em 2019 com o objetivo de estruturar a carreira médica federal para locais com dificuldade de provimento e alta vulnerabilidade. O orçamento previsto para execução no primeiro ano de trabalho é de R$ 1,2 bilhão.

Confira aqui a relação de municípios aptos para participação no Programa Médicos pelo Brasil.

*Com informações do Ministério da Saúde

Brasil registra 229 mortes por Covid e mais de 10 mil casos nesta sexta-feira, diz boletim

/ Saúde

O Brasil registrou 229 mortes por Covid e 10.464 casos da doença, nesta sexta-feira (3). Com isso, o país chegou a 615.454 vidas perdidas e a 22.127.828 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos, como tem acontecido, permaneceram em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas atrás.

A média de óbitos agora é de 208 por dia e a de infecções é de 8.777 diárias.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 17 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 1.688.456 doses de vacinas contra Covid-19, nesta sexta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 187.516 primeiras doses, 1.131.172 segundas doses. Além disso, foram registradas 2.165 doses únicas e 367.603 doses de reforço.

Houve registros negativos de primeiras (-7.122) e segundas doses (-32.398) em Goiás. Também houve registro negativo de doses únicas em Minas Gerais (-354), Mato Grosso do Sul (-1) e em Tocantins (-147).

Ao todo, 159.531.218 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil -131.715.192 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 136.297.350 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 74,79% da população com a 1ª dose e 63,89% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 98,42% e 84,09%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

*por Folhapress

Ministro Marcos Pontes diz que Brasil será grande produtor de vacinas para todo o mundo

/ Saúde

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, afirmou ontem (3) durante a abertura da 18ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT), em Brasília, que o Brasil passará por uma mudança significativa perante o mundo no desenvolvimento de novas tecnologias.

Segundo o ministro, uma série de novos avanços têm sido fomentados por diversas frentes do ministério – desde pesquisas com células-tronco a desenvolvimento aeroespacial. Marcos Pontes afirmou ainda que acredita que eventos como a SNCT 2021 fomentam a curiosidade e o desejo de aprendizado em áreas complexas.

Em entrevista após o discurso, Marcos Pontes falou sobre os rumos da ciência brasileira e o desenvolvimento de vacinas de maneira autônoma.

Segundo o ministro, o Brasil deixará de ser importador de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para se destacar como produtor e exportador de vacinas para todo o mundo. ”Isso já está acontecendo. São projetos em curso em todas as áreas. Tudo isso porque a ciência é transversal.”

Pontes afirmou ainda que os planos para tornar o Brasil um polo de exportações de imunizantes não abrangem apenas a covid-19, mas todas as chamadas doenças tropicais negligenciadas, como dengue, febre amarela, zika e chikungunya.

”Esse ministério tem a característica de transformar e trazer para a realidade as coisas práticas, de transformar as inovações em práticas e levar para as pessoas. São muitos desafios”, afirmou.

Durante a cerimônia, Marcos Pontes relembrou a assinatura do Plano Nacional de Tecnologias Assistivas, realizada pela manhã no Palácio do Planalto e que viabiliza uma série de investimentos em iniciativas de acessibilidade, tanto públicos quanto privados.

Pontes celebrou, ainda, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que é comemorado hoje e que foi tema de eventos em todo o governo federal. Da Agência Brasil