Rodrigo Maia diz que reforma da Previdência pode ser votada até o fim do mês de maio

/ Política

Maia diz que governo precisa construir maioria. Foto: Divulgação

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou neste sábado (16), após almoço de confraternização com os presidentes dos três Poderes, que a reforma da Previdência poderá estar pronta para ser votada em plenário até o fim de maio. O tema foi abordado pelos participantes do encontro, na residência oficial de Maia, com a presença ainda de 13 ministros. ”Espero que a Previdência saia da Câmara dentro do prazo regimental. Não vou dizer [prazo] mínimo, porque 11 sessões são pouco, mas também não quero que seja o máximo, 40 sessões. Espero que possamos, até o final de maio, ter essa matéria pronta para o plenário e, a partir daí, começar a votar no plenário da Casa. Esse é o meu objetivo como presidente da Câmara e deputado, que representa o Rio de Janeiro e acredita que, para que a gente possa voltar a ter investimentos nas áreas fundamentais no meu estado, e possa voltar a gerar emprego, precisa aprovar a reforma o mais rápido possível”, afirmou.

Governadores do Sul e do Sudeste se reúnem e anunciam apoio à reforma da Previdência

/ Política

seis governadores se reuniram em BH. Foto: Estadão

O esforço do governo Jair Bolsonaro para aprovar a reforma da Previdência ganhou reforço na tarde deste sábado, 15, dos governadores dos Estados das regiões Sul e Sudeste, que declararam apoio ao projeto após se reunirem em Belo Horizonte. “A principal mensagem é um apoio incondicional à reforma da Previdência”, afirmou João Doria (PSDB) ao Estado após o encontro. Segundo ele, há compreensão entre os governadores que estiveram presentes da importância estratégica da reforma e de seu potencial para mudar o País. Ele esclareceu, contudo, que Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo, pontuou na reunião ter ressalvas em relação à proposta do governo Bolsonaro. Além de Doria e Casagrande, participaram do encontro: Wilson Witzel, do Rio de Janeiro; Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, Romeu Zema, de Minas Gerais e Carlos Moisés, de Santa Catarina. Ratinho Junior, do Paraná, não compareceu. Segundo Casagrande, o posicionamento dos governadores ajuda a criar ambiente político para a aprovação da reforma, já que os parlamentares são sensíveis a essas manifestações. O governador do Espírito Santo disse que, como os demais, considera importante modificar as regras das aposentadorias no País, mas que não endossa integralmente o projeto apresentado pelo governo. “Tenho discordâncias e quero que a proposta seja aperfeiçoada. Sou contra a capitalização do jeito que está, a desconstitucionalização, mexer no BPC (benefício de prestação continuada, pago a idosos pobres e a pessoas com deficiência) e compreendo que é preciso melhorar a proposta para aposentadoria rural”, afirmou Casagrande ao Estado após o encontro. Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou que os governadores reunidos na capital mineira “apoiam incondicionalmente o presidente Bolsonaro nessa missão de reformar a Previdência”. A reunião com os governadores durou uma hora e, segundo postagens dos representantes de cada Estado nas redes sociais, foi discutido, além da reforma da Previdência, temas como a lei anticorrupção, segurança nas fronteiras interestaduais e desburocratização. Além do apoio à reforma, os governadores anunciaram a criação do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) no qual serão debatidas a formulação de políticas públicas e firmados acordos de cooperação entre os Estados em dez áreas: segurança pública, combate ao contrabando, saúde, sistema prisional, desburocratização, turismo, desenvolvimento econômico, educação, inovação e tecnologia, logística e transporte. “Uma iniciativa extremamente importante para que a gente possa compartilhar ideias e recursos e criar um fundo de investimento próprio para a infraestrutura”, afirmou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), em vídeo postado depois do encontro. “Tenho certeza que o Brasil vai avançar muito e atrair investimentos estrangeiros, para gerar emprego, renda e tornar nosso país mais competitivo”, completou. A situação fiscal dos Estados não foi pauta da reunião. Segundo Doria, o tema já havia sido debatido exaustivamente entre os governadores por meio de um grupo de WhatsApp do qual todos participam. As demandas serão apresentadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, em encontro na terça-feira, 19. Os governadores de Sul e Sudeste voltarão a se reunir, juntamente com seus principais secretários, em São Paulo para um dia de seminários, em 27 de abril. “Os governadores se reuniram para formar o Cosud, uma iniciativa extremamente importante que a gente possa compartilhar ideias e recursos e criar um fundo de investimento próprio para a infraestrutura”, afirmou o governador do Rio, Wilson Witzel(PSC), em vídeo postado depois do encontro. “Tenho certeza que o Brasil vai avançar muito e atrair investimentos estrangeiros, para gerar emprego, renda e tornar nosso país mais competitivo”, completou. Também ao falar sobre o Cosud, o governador de São Paulo afirmou que o consórcio terá programa de atuação em dez setores: segurança pública, combate ao contrabando, saúde, sistema prisional, desburocratização, turismo, desenvolvimento econômico, educação, inovação e tecnologia, logística e transporte.

Ex-governador Nilo Coelho é condenado pelo TRF-1 e perde direitos políticos por 5 anos

/ Política

Nilo também foi prefeito de Ganambi. Foto: Blog Marcos Frahm

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) condenou o ex-governador e ex-prefeito de Guanambi Nilo Coelho (PSDB) por improbidade administrativa. De acordo com a decisão, o político causou danos à administração pública enquanto prefeito e, por isso, perderá os direitos políticos por cinco anos. A condenação também prevê multa em três vezes o valor da última remuneração de seu cargo como prefeito. Coelho foi prefeito de Guanambi entre 1983 ao ano de 1986 e também no período entre 2005 e 2010. Com informações do Bahia Notícias

Ministro de Bolsonaro anuncia exoneração de Maria Quitéria do cargo de gerente da Codeba

/ Política

Quitéria foi indicada para o cargo pelo PR. Foto: Blog Marcos Frahm

A exoneração da ex-prefeita de Cardeal da Silva Maria Quitéria (Avante) do cargo de gerente de Assuntos Estratégicos da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) foi anunciada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), nesta terça-feira (12). Quitéria foi indicada para o posto pelo PR, do deputado federal José Rocha. No Estado, ela é aliada do governo Rui Costa (PT). A ex-prefeita era filiada ao PSB, da deputada federal Lídice da Mata, e já comandou a Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), além de ser presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB). Lorenzoni afirmou, em vídeo publicado no Twitter, que a nomeação de Quitéria não passou pelo governo. A exoneração da ex-prefeita foi comemorada pelo secretário municipal do Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel), de Salvador, Alberto Pimentel (PSL). ”Fora PT. Desaparelhando. Agora é só pedir ao presidente Zé de Abreu!’,’ escreveu sem sua página no Instagram.

Assessora de Flávio Bolsonaro repassou ao marido quase 60% de verba pública eleitoral

/ Política

Flávio Bolsonaro continua alvo de denúncias. Foto: Divulgação

Contratada recentemente para trabalhar no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL), a jornalista Elisangela Machado dos Santos de Freitas repassou ao marido 59% dos recursos recebidos do fundo eleitoral no ano passado, quando disputou uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PRP do Distrito Federal, informa a Folha. Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Elisa recebeu R$ 25 mil do fundo criado para financiar campanhas políticas e pagou R$ 14,9 mil ao próprio marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Do montante, foram R$ 10 mil para ”serviços de coordenação de campanha eleitoral”, R$ 4 mil para “locação de equipamento para gravação de vídeo” e outros R$ 900 para ”serviço de divulgação de campanha”, de acordo com a declaração à Justiça eleitoral. Mesmo se apresentando como “a federal do Bolsonaro no DF” durante a eleição, Elisa teve 11.638 votos (0,81% dos votos válidos). Ela administra o perfil República de Curitiba, página simpática ao presidente.

Após ser chamado de ”moleque”, prefeito dá tapa na cara de empresário em Morro do Chapéu

/ Política

Uma reunião em que estavam presentes o prefeito de Morro do Chapéu, Léo Dourado (PR), e um empresário da cidade terminou com insultos e até tapa na cara. O episódio ocorreu no distrito de Icó. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o gestor discutindo com um homem identificado como Aderbal Oliveira, proprietário de uma fazenda no município. Segundo o site Notícia Livre, a briga teve início durante a fala do empresário, que teria sido acusado ”de ter pedindo a um funcionário da prefeitura para pagar o salário de um trabalhador de sua fazenda”. Pouco tempo depois, o bate-boca se acirrou. Aderbal chamou o prefeito de ”moleque”, que, por sua vez, reagiu com um soco no rosto do opositor.

Bancada do PP se reúne na segunda-feira e discute espaços no 2º escalão do governo Rui

/ Política

João Leão participará do encontro. Foto: Blog Marcos Frahm

Em reunião agendada para a próxima segunda-feira (11), deputados estaduais e federais do PP ainda deverão debater, entre diversas pautas, indicações para o segundo escalão do governo Rui. Também participarão do encontro o secretário-geral do partido na Bahia, Jabes Ribeiro, e o vice-governador João Leão, presidente da sigla na Bahia. A legenda comanda duas secretarias – mesmo número de pastas que chefiava antes da reforma do secretariado. Como a bancada da sigla na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) cresceu consideravelmente, a expectativa inicial de integrantes da legenda era conseguir pelo menos a ”recomposição” pela perda da Bahia Pesca e Sudic e um ”plus”. O entendimento é de que a nomeação de Emerson Leal, pai do presidente da Alba Nelson Leal (PP), para a Habitação e Urbanização do Estado da Bahia (Urbis) não atende à cota partidária. O PP perdeu espaço no segundo escalão com a decisão do governo de privatizar a Bahia Pesca e extinguir a Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), que teve sua estrutura integrada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

”Democracia é garantida pelo povo”, diz Marco Aurélio a Bolsonaro após declaração polêmica

/ Política

Ministro do Supremo, Marco Aurélio Mello. Foto: Reprodução

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ao Broadcast nesta quinta-feira (07) que a democracia é garantida pelo ‘povo’, e não pela atuação das forças armadas. Ao participar de evento da Marinha no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que a democracia e a liberdade só existem “quando as Forças Armadas assim o querem”. “A democracia é garantida pelo povo, pelo funcionamento a contento das instituições. Isso é o que garante a democracia, forças armadas existem para uma possibilidade extravagante numa situação de agressão externa. Como recurso derradeiro”, observou o ministro da Suprema Corte, acrescentando ainda que “se dependermos” da atuação das forças armadas “para termos dias democráticos”, “estaremos muito mal”. “Se nós dependermos para termos dias democráticos da atuação das forças armadas, nós estaremos muito mal. O respaldo maior está nas forças armadas para uma eventualidade”, completou Marco Aurélio. Com a repercussão gerada, Bolsonaro fez há pouco uma transmissão ao vivo para explicar declaração, para a qual convocou o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno. Na live, o presidente disse que a fala foi levada para “o lado das mais variadas interpretações possíveis”. Já Heleno afirmou que a declaração não teve “nada de polêmico”. “As suas palavras foram ditas de improviso para uma tropa qualificada e foram colocadas exatamente para aqueles que amam sua pátria, vivem diariamente o problema da manutenção da democracia e da liberdade, caracterizando e exortando para que continuem a fazer o papel que vêm fazendo, de serem guardiões da democracia e liberdade”, disse o ministro do GSI.

Ameaçado por Bolsonaro, José de Abreu deve pedir habeas corpus antes de voltar ao Brasil

/ Política

O ator Abreu se autoproclamou presidente. Foto: Divulgação

Após ser ameaçado no Twitter pelo presidente Jair Bolsonaro, o ator José de Abreu quer pedir um habeas corpus preventivo antes de chegar ao Brasil, o que deve ocorrer nessa sexta-feira (8), segundo informações de Mônica Bergamo, colunista da Folha. Abreu se autoproclamou presidente do Brasil no final de fevereiro, a fim de ironizar Juan Guiadó, que fez o mesmo na Venezuela. Segundo a agenda do ator, ele retorna às telonas em maio, para uma nova novela da Globo. José de Abreu despertou a ira de Bolsonaro após chamá-lo de fascista em conversação no Twitter. Em resposta, o presidente prometeu processá-lo.

Candidata do PSL revela que ministro a chamou para ser laranja e desviar dinheiro da campanha

/ Política

Ministro do Turismo vira alvo de denúncias. Foto: Reprodução

Candidata à deputada estadual, Zuleide Oliveira revelou que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a chamou pessoalmente para ser uma candidata laranja na eleição de 2018, com o compromisso de que ela devolvesse ao partido parte do dinheiro público do fundo eleitoral. Segundo o jornal Folha de São Paulo, Zuleide chegou a fazer uma denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), em 19 de setembro, mas obteve apenas uma resposta protocolar da Justiça Eleitoral. ”Eu não entendia de nada, eles que fizeram tudo [para registrar a candidatura], eu não tirei uma certidão minha, eles tiraram por lá, eu só enviei meu documento e eles fizeram tudo. Acredito, sim, que fui mais uma candidata-laranja, porque assinei toda a documentação que era necessária e não tive conhecimento de nada que eu estava fazendo (…) Fui usada, a minha candidatura foi usada para fazer parte de uma lavagem de dinheiro do partido”, afirmou Zuleide, em entrevista à publicação. O ministro negou irregularidades e disse ter cumprido rigorosamente a lei.

”Ele está sendo mal interpretado”, diz Mourão o vice-presidente sobre fala de Bolsonaro

/ Política

Hamilton Mourão sai na defesa de Bolsonaro. Foto: Reprodução

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira, 7, que o presidente Jair Bolsonaro foi “mal interpretado” ao dizer que democracia e liberdade só existem quando as Forças Armadas assim o querem. Segundo Mourão, a frase não tem tom ameaçador, como foi visto por alguns, e, sim, faz referência ao caso de países como a Venezuela. Ao chegar ao Planalto após o almoço, Mourão falou, bem-humorado, que já sabia o que os jornalistas queriam perguntar e tratou logo de tentar esclarecer a polêmica. “Eu já sei qual é o assunto e vou dizer muito claramente o que o presidente quis dizer. Ele está sendo mal interpretado. O presidente falou que onde as Forças Armadas não estão comprometidas com democracia e liberdade, esses valores morrem. É o que acontece na Venezuela. Lá, infelizmente as Forças Armadas venezuelanas rasgaram isso aí”, disse Mourão a jornalistas. Para o vice, foi “exatamente isso que o presidente quis dizer”. Questionado se concorda com a afirmação de Bolsonaro, Mourão respondeu que, “se as Forças Armadas não são comprometidas com democracia e liberdade, elas não subsistem”. “Está aí a Venezuela para mostrar”, reforçou. Ao ser indagado sobre as críticas que têm recebido de um dos gurus do governo, o filósofo Olavo de Carvalho, Mourão desconversou e mandou um “beijinho”. O vice-presidente também evitou comentar o vídeo compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro com cenas obscenas que associou aos blocos de carnaval. Na quarta, o Planalto soltou uma nota para dizer que o presidente não quis criticar o carnaval de forma genérica. “Sobre isso eu não vou comentar”, afirmou o vice.

Usuários do Twitter pedem impeachments do presidente Jair Bolsonaro e Gilmar Mendes

/ Política

O termo “impeachment” voltou a pautar as principais discussões dos brasileiros do Twitter. Nesta quinta-feira, 7, a expressão aparece associada ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Usuários no campo da oposição ao governo Bolsonaro começaram a pedir pelo impeachment desde a quarta-feira, 6, tão logo o jurista Miguel Reale Jr. avaliou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que o tuíte com conteúdo obsceno publicado por Bolsonaro é motivo suficiente para um pedido de impeachment. Para o jurista, que já foi ministro da Justiça e também um dos autores do pedido que levou à cassação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o tuíte de Bolsonaro se enquadra como “falta de decoro”. Defensores da hashtag #bolsonaroIMPEACHMENT têm relembrado as polêmicas que envolvem Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e as denúncias recentes envolvendo candidaturas laranja no PSL de Minas Gerais e de Pernambuco. A hashtag #ImpeachmentGilmarMendes também está entre os assuntos mais comentados do Twitter brasileiro. Na quarta, a Operação Lava Jato pediu que o ministro do STF seja afastado das ações movidas contra o operador do PSDB Paulo Vieira de Souza e contra o ex-chanceler e ex-senador tucano Aloysio Nunes. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há indícios de envolvimento pessoal de Gilmar Mendes com Vieira e com Nunes. Estadão

Juíza autoriza Lula a comparecer ao velório do neto vítima de meningite em São Bernardo

/ Política

Arthur Lula da Silva morreu aos 7 anos. Foto: Reprodução

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal em Curitiba, autorizou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a deixar a carceragem da Polícia Federal na capital paranaense para comparecer ao velório do neto, Arthur Lula da Silva, de 7 anos, que morreu, nesta sexta-feira (1º), de meningite meningocócica, em Santo André (SP). A decisão está em segredo de Justiça e não será divulgada por motivos de segurança.  Caberá à Polícia Federal (PF) escoltar o ex-presidente até o local do velório e do sepultamento, que devem ser realizados amanhã (2), em São Bernardo do Campo (SP). Lula deverá fazer o trajeto em um avião cedido pelo governo do Paraná. No pedido de autorização para Lula deixar a prisão, feito no início da tarde, os advogados do ex-presidente argumentaram que a Lei de Execução Penal prevê que presos deixem a prisão para comparecer ao velório de parente próximos. Lula está preso desde 7 de abril do ano passado por ter sua condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal (4ª Região), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP). Em janeiro, Lula pediu autorização para sair da prisão e comparecer ao velório do irmão, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá, que morreu em decorrência de câncer no pulmão. No entanto, o pedido foi negado pela juíza federal Carolina Lebbos. A decisão foi confirmada pelo desembargador federal Leandro Paulsen, do TRF4, mas o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, aceitou recurso da defesa e autorizou a saída de Lula, mas o ex-presidente não concordou com as condições impostas na decisão, que determinava que Lula poderia se encontrar com os parentes, mas em um quartel das Forças Armadas.

Em reencontro momesco, ACM Neto e Rui Costa comandam abertura da festa nesta quinta

/ Política

Rui e Neto farão abertura do Carnaval. Foto: Mateus Pereira

O prefeito ACM Neto (DEM) e o governador Rui Costa (PT) farão na noite desta quinta-feira (28) uma espécie de encontro momesco no evento de abertura oficial do Carnaval. Diferentemente de 2018, ano eleitoral em que estiveram em circuitos diferentes, os dois marcarão presença na cerimônia de entrega das chaves da cidade ao Rei Momo. O ato está marcado para as 18h, no praticável oficial do Thomé de Souza, no Campo Grande. A reaproximação foliesca entre os dois políticos ocorre após um convite público da gestão municipal, ao qual o petisa, por sua vez, não declinou.