Miliciano Adriano da Nóbrega mudou de esconderijo na véspera de sua morte, diz fazendeiro

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Adriano Magalhães da Nóbrega

Dono na fazenda onde o ex-capitão do Bope, Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco,ficou escondido por meses antes de ser morto em ação policial neste domingo (9), Leandro Abreu Guimarães, revelou, em depoimento na Delegacia de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), detalhes sobre a véspera da operação policial que culminou na morte do miliciano.

”Aquele (Adriano) exigiu sob ameaça de morte ao interrogado e familiares, que o interrogado o levasse a um dos sítios que o mesmo tinha visitado, tendo o interrogado atendido aquele, deixando-o no sítio, onde aquele reiterou as ameaças para que o interrogado não declarasse a localização do mesmo para ninguém”.

Em outro trecho, citou também ter visto Adriano nervoso na véspera da operação policial: ”na data de ontem (8 de fevereiro) o interrogado viu Adriano teclando no aparelho celular e mostrava-se bastante nervoso”. O fazendeiro perguntou o que estava acontecendo e o ex-capitão do Bope, então, o ameaçou exigindo ser levado para o sítio.

O fazendeiro está preso por causa de armas encontradas em sua pripriedade, local onde Adriano ficou escondido durante três meses. Leandro informou a polícia ter conhecido o ex-militar em vaquejadas na Bahia e em Sergipe. Declarou ainda que Adriano chegou à Esplanada com a família dizendo estar de férias, no fim de 2019. Adriano teria pedido para conhecer propriedades na região, afirmando está interessado na compra. As informações são do site Bahia Notícias

Advogado é preso em Salvador em ação contra golpe milionário em plano de saúde

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O advogado Daniel Ângelo de Paula foi preso em Salvador hoje (10), em uma operação para desarticular uma quadrilha suspeita de aplicar um golpe milionário contra uma empresa de plano de saúde, a Unimed de Petrópolis (RJ).

A operação ”Palhares” é comandada por agentes da Delegacia de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, e promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro.

No total, foram cinco mandados de prisão expedidos. Até o início da manhã, de acordo com o G1, além de Daniel, outros dois advogados já haviam sido presos: Edilson Figueiredo de Souza, em Brasília, Darcy José Royer, em Uberlândia, Minas Gerais.

Também alvo de mandado, o suspeito Márcio Duarte de Miranda, genro da desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Maria do Socorro, já estava preso desde novembro por suspeita no esquema de venda de sentença no TJ-BA, a Operação Faroeste.

Os agentes ainda tentam cumprir mandados contra outro advogado. 

De acordo com as investigações, um dos golpes praticados pelo grupo causou um prejuízo de R$ 17,6 milhões à Unimed de Petrópolis.

A fraude consistia em vender para empresas créditos da Receita Federal, que não existiam na verdade, Os dados falsos eram inseridos no sistema e os empresários eram enganados.

Daniel é suspeito de ser o operador financeiro da organização criminosa, com a função de receber e dar destino a grande parte do dinheiro pago pela Unimed à quadrilha.

Nos endereços onde os suspeitos foram presos, a polícia localizou muitas jóias e artigos de luxo. Conforme a investigação, entre os anos de 2012 e 2019, eles movimentaram R$ 400 milhões em suas contas bancárias.

Os presos são suspeitos dos crimes de estelionato, falsificação de documentos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Justiça determinou o bloqueio de bens e sequestro dos valores nas contas bancárias dos suspeitos. Metro1

Miliciano morto por polícia baiana estava em sítio de irmão do deputado estadual Alex Lima

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Deputado estadual Alex Lima. Foto: Reprodução/Assembleia

O miliciano Adriano da Nóbrega, que morreu na manhã deste domingo (9) após uma operação das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro, estava escondido no sítio de um vereador do PSL de Esplanada (BA), município de 37 mil habitantes a 160 km de Salvador.

A casa é de Gilson Batista Lima Neto, conhecido como Gilsinho da Dedé. Ele disse que a propriedade estava vazia, que não tinha qualquer relação com o ex-policial militar e que só soube da operação porque um vizinho lhe telefonou para avisar da movimentação.

”Estou em Recife desde terça e hoje pela manhã recebi uma ligação de um vizinho dizendo que estava tendo um assalto, que a polícia estava atrás. Tentei entrar em contato com outras pessoas que estavam lá, comecei a receber mensagens sobre o acontecido e depois pela mídia soube que era esse Adriano”, disse ele por telefone à Folha.

Gilsinho afirma que logo depois ligou para o delegado da cidade para confirmar se era mesmo o seu sítio e perguntar se ele precisava de alguma informação, mas teria ouvido dele que a operação era da polícia especializada da Secretaria de Segurança Pública e que não tinha detalhes.

Um vídeo obtido pela reportagem mostra o interior da casa de Gilsinho após a operação da polícia. Os cômodos têm poucos móveis e a casa está bagunçada. Na sala, há uma grande poça de sangue no chão que se estende em direção a um quarto.

Nesse quarto, há um colchão no chão, algumas roupas, mesas e cadeiras de plástico, um ventilador e outros objetos. No quarto ao lado, há várias sacas empilhadas, encostadas na parede. ”Tinha gente aí, não tinha?”, diz a pessoa que faz a gravação, não identificada.

Gilsinho confirmou que a casa retratada no vídeo é sua. ”É um sitio pequeno, não tem caseiro. Só tem essa casa como um depósito de sal, essas coisas. É minha desde, se não me engano, 2014. Tem um capinzinho, de vez em quando bota um gado. Não costumo ir pra lá”, conta ele.

A última vez que o vereador esteve no sítio, diz, foi há 15 ou 20 dias. ”Inclusive não tem estrutura de casa de frequentar. Não tem cama, não tem essas coisas. Só passo quando tem alguma coisa, nunca dormi lá.” Da Folhapress

Suspeito da morte de Marielle, ”Miliciano” ligado a Flávio Bolsonaro é morto por polícia baiana

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O ex-policial militar Adriano foi morto a tiros. Foto: Reprodução

O ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como ”capitão Adriano”, foi morto em uma troca de tiros com a polícia na manhã deste domingo, em Esplanada, no interior da Bahia. Foragido desde janeiro do ano passado, ele é apontado como chefe do ”Escritório do Crime”, milícia suspeita pela morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018.

Adriano trabalhou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, o ex-assessor de gabinete de Flávio Bolsonaro, investigado por lavagem de dinheiro no esquema de ”rachadinha” na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj). A mãe e a filha de Nóbrega trabalhavam no gabinete do filho do presidente e teriam sido contratadas por Queiroz. Segundo o Ministério Público, o milicano ficava com parte do pagamento delas.

Após receber informações que Nóbrega estava na Bahia, equipes do Serviço de Inteligência da polícia do Estado passaram a monitorá-lo. Há duas semanas, policiais fizeram uma busca em uma mansão na Costa do Sauípe, no Litoral da Bahia, onde encontraram apenas documentos falsos. O miliciano teria fugido antes da chegada dos policiais.

Neste domingo, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Nóbrega trocou tiros com os policiais. Baleado, ele foi socorrido em um hospital da região, mas não resistiu. Com o foragido foi encontrada uma pistola austríaca calibre 9mm.

”Buscamos efetuar a prisão, mas o procurado preferiu reagir atirando”, afirmou o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa.

Apesar de ser suspeito de participar da morte de Marielle, ”capitão Adriano” era procurado pela Justiça por causa de outro crime. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por atuar com grilagem de terras; compra, venda e aluguel irregular de imóveis; cobrança irregular de taxas da população local; e extorsão e na receptação de mercadoria roubada em Rio das Pedras.

 

Polícia Rodoviária Federal apreende 120 quilos de maconha em dois ônibus na BR-116

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Quase 120 quilos de maconha foram apreendidos na noite desta quarta-feira (5) em um trecho da BR-116 de Vitória da Conquista, no sudoeste. O entorpecente estava no compartimento de bagagens de dois ônibus. Os veículos tinham saído de São Paulo com destino a cidades turísticas de Nordeste. Três mulheres foram detidas nas duas abordagens, uma no primeiro veículo, e duas no segundo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA), os flagrantes ocorreram durante fiscalização na altura do km 836 da rodovia. Na primeira abordagem, por volta das 19h, os PRFs encontraram 40 kg da droga em duas malas que estavam em posse de uma jovem, de 19 anos. Aos policiais, ela disse que o material seria entregue em Aracaju (SE). Para a ação, ele informou que receberia R$ 1,5 mil.

Já por volta das 23hh30, os agentes acharam em posse de duas mulheres 80 kg de maconha, 40 kg com cada uma. As duas também afirmaram que levaram a droga para Aracaju e que receberiam R$ 1,5 mil pelo serviço. O material e as três acusadas foram levadas para uma delegacia de Vitória da Conquista. Elas vão responder na Justiça pelo crime de tráfico de drogas (art. 33 da lei de tóxicos).

Polícia Federal faz operação contra presidente da Funasa e ex-assessor de Onyx

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A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta (6) operação que apura desvios de dinheiro público no extinto Ministério do Trabalho. A investigação é sobre fraudes entre os anos de 2016 e 2018.

Entre os alvos da ação estão: Ronaldo Nogueira, ex-ministro do Trabalho de Michel Temer e atual presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), Pablo Tatim, ex-assessor da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, e o ex-deputado federal Jovair Arantes.

Ao todo, são 41 mandados de busca e apreensão. A operação, batizada de Gaveteiro, investiga desvios daquele período por meio de uma contratação de uma empresa do ramo da tecnologia.

Segundo a PF, o grupo que atuava no Ministério do Trabalho teria desviado mais de R$ 50 milhões do órgão. A Polícia Federal chegou a pedir a prisão dos três alvos, mas a Justiça Federal do DF não autorizou.

Ronaldo Nogueira virou presidente da Funasa em fevereiro de 2019, tendo sido nomeado por Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Tatim foi exonerado em março do ano passado, após se tornar público um relatório da CGU (Controladoria Geral da União) sobre desvios no Trabalho.

Ele despachava no Palácio do Planalto como subchefe de Ações Governamentais da Casa Civil e foi o coordenador jurídico do gabinete de transição de Bolsonaro.

Os envolvidos são suspeitos de cometer os crimes de peculato, organização criminosa, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva. Painel/Folha de S.Paulo

Três indivíduos são presos com cerca de 1kg de maconha no bairro Cachoeirinha, em Jequié

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Maconha foi apreendida pela Cipe Central. Foto: Divulgação

A Companhia Independente de Policiamento Especializado  – Cipe Central apreendeu, em Jequié, nesta terça-feira (04), 01 kg de maconha prensada em poder de três indivíduos.

Segundo a Cipe, a ação ocorreu no bairro Cachoeirinha, quando os policiais realizavam ronda e avistaram os suspeitos em atitude suspeita, tentando fugir quando perceberam a chegada da guarnição.

Os mesmos, sem identidade revelada, foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil, com o produto apreendido e um deles teria confessado ter participado no dia 1º deste mês, do roubo de um veículo táxi modelo Fiat/Siena, placa PKU 8567, ocorrência registrada na Delegacia de Polícia de Itagi. O carro foi recuperado pela Polícia Militar.

Carga com mais de 184 celulares sem nota fiscal é apreendida na BR 116, em Feira de Santana

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Uma carga de 184 celulares sem documentação fiscal foi apreendida na madrugada desta quarta-feira (5), na BR-116, em Feira de Santana, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os celulares estavam em um carro conduzido por um homem, de 37 anos, mas também contava com um carona, de 26 anos. Os dois foram apresentados à autoridade de plantão da delegacia de Feira de Santana, mas não há detalhes se eles foram presos.

A PRF detalhou que por volta das 2h30 desta quarta-feira, no Km-422 da BR-116, agentes da PRF abordaram dois homens em um carro com placas da cidade de Upanema (RN).

Durante a abordagem, os agentes perceberam nervosismo e contradições, o que levou a equipe a fiscalizar o veículo.

Em vistoria no carro, os policiais descobriram que o motorista e o passageiro, estavam transportando grande quantidade de aparelhos celulares de diversas marcas, sem documentação fiscal necessária. Foram apreendidos também dezenas de carregadores.

À equipe da PRF, o passageiro confessou ser o responsável pela mercadoria e que pretendia comercializar a carga ilícita.

Policiais civis e penais da Bahia fazem ”paralisação” por 24h na próxima sexta-feira (7)

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Policiais civis e penais se reuniram em Salvador, na manhã de terça-feira (4) em assembleia unificada que decidiu por uma paralisação de 24 horas para ambas as categorias na próxima sexta-feira (7).

Segundo informações do Sindicato dos Servidores Públicos Penitenciários do Estado da Bahia (Sinspeb), estavam presentes cerca de 100 policiais penais – os antigos agentes penitenciários – e 300 policiais civis.

Além da paralisação na sexta, a assembleia decidiu por instaurar imediatamente a ‘operação legalidade’ e orientou todos os policiais a agirem estritamente dentro dos parâmetros legais. Um novo encontro das categorias está previsto para o próximo dia 21 e a pauta principal será a atuação dos policiais durante o Carnaval.

A decisão é reflexo da insatisfação das categorias na aprovação da PEC 159/2020, que trata da reforma da previdência para os servidores. Além disso, as categorias protestam contra punição de dois policiais penais que receberam suspensão por realizar uma paralisação em 2017. ”Paralisamos em repúdio à truculenta e ditatorial condução e aprovação da PEC 159/2020 e em repúdio ao ato perverso do Secretário Nestor Duarte que Puniu os Policiais Penais Baltazar Felipe (Coordenador do Sinspeb) e Ithamar Cruz com 90 e 60 dias de suspensão, respectivamente”, disse a organização sindical dos policiais penais, em nota.

Rui cobra apuração contra PM que agrediu jovem do cabelo black em Salvador; ”não admito”

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Agressão de PM contra jovem repercutiu. Foto: Reprodução

Após a divulgação de um vídeo em que um policial militar aparece agredindo um jovem durante abordagem no bairro de Paripe, em Salvador, o governador Rui Costa afirmou, em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã de hoje (4), que determinou a apuração imediata do caso por parte da Corregedoria e a punição dos responsáveis. Ele frisou, no entanto, que vê o ocorrido como um caso isolado.

”Por mais que se repitam, são comportamentos isolados que não correspondem ao comportamento da instituição. Portanto, a própria instituição tem que apurar junto à Corregedoria e fazer as devidas punições legais. Como governador do Estado, não admito esse tipo de comportamento. Já cobrei do comandante Anselmo Brandão uma atuação da Corregedoria, para que divulgue para a sociedade as medidas adotadas. Só assim vamos evitar que pessoas isoladamente continuem comprometendo a imagem da PM”, disse. As informações são do Metro1

Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra grupo acusado de fraudar previdência em Irecê

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Dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta terça-feira nas cidades de Irecê, São Gabriel e Canarana, no centro norte baiano. Denominada de Rasputin, a operação visa desarticular um grupo de estelionatários que intermediava a obtenção irregular de benefícios previdenciários de segurados especiais rurais.

Segundo a Polícia Federal, o modus operandi consistia em usar documentos e testemunhos falsos, além de confecção de instrumentos comprobatórios de negócios jurídicos fictícios, dentro os quais a aposentadoria rural especial, a pensão por morte, auxílio doença e salário maternidade de segurado especial. Há indícios de que o grupo também fazia ações judiciais perante a Justiça Federal, pedindo a liberação de benefícios previdenciários sob a alegação de exercício de atividade rural. O prejuízo aos cofres púbicos até agora foi calculado em R$1,2 milhão relativos apenas a 20 benefícios com constatação de fraude. O valor total, porém pode aumentar no curso das investigações.

Os envolvidos vão responder por diversos crimes, como estelionato previdenciário (art. 171, §3o do CPB), associação criminosa (art. 288 do CPB), uso de documento falso (art. 304 do CPB), falsidade ideológica (art. 299 do CPB), falsificação de documento público (art. 297 do CPB) e falso testemunho (art. 342 do CPB) com penas que, se somadas, podem chegar a mais de 30 anos de prisão. Além da PF, a operação é feira pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Com informações do site Bahia Notícias

Suspeito de participar do sumiço de Ludmila tem prisão decretada; família da vítima é em Jaguaquara

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Carro de Ludmilla foi encontrado carbonizado. Foto: Reprodução/TV Bahia

O suspeito de participar do sumiço da namorada em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça na sexta-feira (31). A informação foi divulgada pela Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira (3).

Ludmila Aragão Campos, de 41 anos, foi vista pela última vez no dia 27 de janeiro, em Vera Cruz. Três dias depois, um corpo foi encontrado carbonizado dentro de um carro, em São Sebastião do Passé. A delegacia do município e o Departamento de Polícia Técnica (DPT), no entanto, não confirmam que o corpo é de Ludmila.

Os familiares afirmam que o carro encontrado queimado pertencia a Ludmila, por causa de uma análise no chassi do veículo. Ele contaram ainda que, uma das últimas vezes que foi vista, ela estava com o companheiro, dentro de um carro.

As investigações estão em curso e um laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) deve apontar as causas do incêndio no veículo e se o corpo é o de Ludmila Aragão.

Ainda de acordo com a família, conforme publicação do G1, Ludmila é natural de Salvador e morava em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, há dois meses, quando foi para o local abrir um restaurante. Grande parte da família Aragão reside na cidade de Jaguaquara.

Os familiares contaram ainda que, na segunda, o namorado da mulher, identificado como Charles, foi visto dentro da casa dela, por volta das 20h. Em seguida, moradores da região avistaram ele saindo dentro do carro da mulher, junto com ela. No mesmo dia, a casa de Ludmila foi encontrada queimada.

Já no dia seguinte, o carro apontado como o de Ludmila foi encontrado queimado em São Sebastião do Passé, junto com um corpo.

Polícia Militar recupera automóvel de taxista que foi assaltado em posto na BR-330, em Jequié

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Automóvel Gran Siena foi recuperado. Foto: Polícia Militar

Um taxista de Itagí foi assaltado enquanto abastecia o seu veículo em um posto às margens da BR-330, em Jequié. Era por volta das 19 horas de sábado quando a Polícia Militar recebeu a informação sobre o assalto e mandou viaturas para o local.

O taxista relatou que parou para abastecer, quando foi abordado por três elementos armados que subtraíram um veículo Gran Siena, branco, placa PKU 8567- Itagi/BA e fugiu pela BR 330.

A equipe da Polícia Rodoviária Estadual – PRE fez o acompanhamento e interceptou o veículo na BA 553, próximo a cidade de Aiquara.

Os elementos abriram fogo contra a guarnição, que respondeu a altura fazendo com que os meliantes abandonassem o carro e se embrenhassem no matagal. O veículo foi recuperado e apresentado no Complexo Policial de Jequié. As informações são do Blog Júnior Mascote

Polícia Federal prende promotor acusado de propina de esquema no transporte público

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A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta segunda-feira (3), em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, o promotor Flávio Bonazza, acusado de receber propina de esquema no transporte público do Rio.

A prisão se deu no âmbito da Operação Ponto Final, um dos desdobramentos da Lava Jato, que buscava desarticular organização criminosa que atuava no setor de transportes urbanos do estado.

Segundo a PF, o promotor é acusado de receber vantagens para arquivar investigações e vazar informações em benefício de empresários de ônibus. O preso será conduzido à Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro e ficará à disposição da Justiça.

A defesa de Flávio Bonazza disse ter recebido “com absoluta indignação” a notícia sobre a prisão de seu cliente, porque os fatos que embasam o pedido de prisão datam de 2016 e são baseados “exclusivamente nas palavras de criminosos confessos sem qualquer prova de corroboração”.

“O absurdo da prisão se torna ainda mais eloquente se consideramos que o senhor Flávio Bonazza tem uma carreira imaculada e postulou em juízo para produção de uma série de provas para afastar por completo as falsas acusações que são lançadas criminosamente contra ele”, diz nota da defesa.