Ainda sem data para ser fechada, chapa da oposição liderada por Zé Ronaldo preocupa aliados

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Apoiado por Neto, Zé Ronaldo ainda não tem vice. Foto: Democratas

Ainda sem data para ser fechada, a chapa majoritária da oposição pode ser anunciada, segundo o pré-candidato ao governo José Ronaldo (DEM), ”amanhã ou em 20 dias”. Sobre a falta de prazos, algumas lideranças de partidos da base do grupo sinalizaram ao Bahia Notícias que a demora preocupa e que a organização tardia da proporcional pode ter reflexos na majoritária. ”Essa demora de ajustar a proporcional, dificulta a majoritária. Os partidos que não sentirem contentamento no seu pleito que fica na proporcional podem tomar caminhos que inviabilizaram a majoritária”, discursou um dirigente de um dos partidos ligados ao grupo do prefeito  de Salvador, ACM Neto (DEM), sobre a falta de posição do ex-prefeito de Feira de Santana. ”Podemos bater em retirada e atrapalhar o tempo de televisão da majoritária. Todo mundo de um certo modo está insatisfeito”, completou o dirigente. A fala nos bastidores é de que a definição do candidato que disputará o Palácio de Ondina – José Ronaldo – já saiu tardia e que a demora também no anúncio da majoritária cria condições para que o pré-candidato a reeleição Rui Costa (PT) possa sair na frente na disputa por votos. A sugestão para quem gravita pelo processo seria organizar tudo de baixo. ”O caminho correto é ajustar a proporcional primeiro. Se não ajusta cá em baixo, podemos criar problemas na majoritária”, atacou o dirigente da base da oposição. Apesar do tom, a insatisfação com a articulação não é generalizada no grupo. Um integrante de uma sigla ainda mais próxima ao prefeito ACM Neto (DEM) minimizou a questão ao falar que ”na política tudo tem seu tempo certo” e que não devem existir prazos para a formação da chapa. ”Sabemos que uma majoritária forte pode viabilizar a proporcional. Os candidatos saem do lado do seu grupo. Mas, neste momento, estamos discutindo a melhor forma para disputar a eleição. Meu partido discute a melhor chapa possível”, discursou o parlamentar. ”As pessoas tem uma agonia muito forte de fechar logo a chapa, para saber quem é o vice e os senadores, mas na política tudo tem seu tempo certo. A gente vai procurar quem é que fortalece mais a chapa. A formação da majoritária não está fora do prazo”, completou o político cujo sigla disputa uma das vagas ao lado de José Ronaldo e Jutahy Magalhães (PSDB), indicado como um dos senadores a aparecer nas urnas pela oposição em outubro. A oposição ainda precisa definir quem será o vice, o segundo nome para o Senado e para quem vão as suplências. O prazo máximo para a tomada de decisão é no dia 5 de agosto, período em que se encerram as convenções partidárias. Disputam as vagas ao senado, o parlamentar Irmão Lázaro (PSC) e a vereadora Ireuda Silva, do PRB. As informações são do site Bahia Notícias

Otto Alencar nega ter influenciado para a retirada de Lídice da Mata da chapa de Rui Costa

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Otto elogia Lídice, mas defende o PSD. Foto: Blog Marcos Frahm

O senador Otto Alencar, presidente do PSD na Bahia, negou à rádio Metrópole nesta quinta-feira (28) ter influenciado para a retirada da senadora Lídice da Mata (PSB) da chapa do governador Rui Costa (PT) à reeleição, conforme apontado por aliados da socialista. O parlamentar atribuiu a decisão, que chamou de ”equilíbrio das forças”, ao Conselho Político da base do governador e destacou que Rui obteve os melhores índices de aceitação (90%) em cidades baianas geridas por prefeitos do PSD. Ele voltou a elogiar a atuação e história da companheira de Casa, concordou que ela teria direito a requerer espaço na majoritária, mas discordou da suposta tentativa dela de ”desmerecer” o PSD no grupo. Otto lembrou que em 2014 não havia nenhuma mulher na chapa que elegeu pela primeira vez Rui como governador e não houve cobrança neste sentido.

Líder do PR, deputado José Rocha admite que nome de Boslonaro ganha força no partido

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Rocha diz que o PR ainda não decidiu quem apoiar. Foto: Estadão

Líder do PR na Câmara, o deputado José Rocha (BA) afirmou nesta terça-feira, 26, que o partido ainda não decidiu quem vai apoiar na eleição presidencial deste ano. “Procura-se um candidato. Mas quem será?”, brinca o deputado. Ele admite, no entanto, que o nome de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) ganha força dentro da legenda, mas que uma decisão final sobre a aliança será tomada somente depois da segunda quinzena de julho. De acordo com ele, a pesquisa encomendada pelo partido mostrou que o perfil do empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar, agrada ao eleitor brasileiro, mas que a legenda não pode lançar o nome dele sozinho à Presidência. Nesse contexto, um eventual apoio a Bolsonaro ajudaria o partido a alcançar o seu objetivo, é que fazer uma grande bancada de deputados na Câmara. Uma ala do partido formada por nomes da chamada “Bancada da Bala” defende que o senador Magno Malta (PR-ES) seja o vice de Bolsonaro. Inicialmente, o senador capixaba havia descartado essa possibilidade, mas retomou as conversas com o presidenciável nas últimas semanas. O pré-candidato, por sua vez, tem dito publicamente que gostaria de ter Magno Malta na chapa. A aliança com o PR aumentaria o tempo de propaganda de Bolsonaro no rádio e na TV. A bandeira contra corrupção do pré-candidato do PSL, no entanto, poderia ser arranhada, já que um dos principais nomes do PR é o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado após o escândalo do mensalão. O partido também tem nomes sendo investigados pela Operação Lava Jato. Informações do Estadão

Racha interno? Otto desconhece reunião com PCdoB e diz que quem trata de chapa é o governador

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”Não sou coordenador de chapa”, diz Otto. Foto: Divulgação

O senador e presidente estadual do PSD, Otto Alencar, afirmou que desconhece qualquer reunião com a cúpula do PCdoB para discutir uma possível suplência de Angelo Coronel (PSD) para o Senado na chapa do governador Rui Costa (PT). ”Não sou coordenador de chapa majoritária, isso cabe somente ao governador Rui Costa. Essas definições cabem somente a ele. Quem trata de chapa é Rui Costa”, disse ao site bahia.ba. Mais cedo, o presidente estadual do PCdoB, Davidson Magalhães, desautorizou a suposta reunião.

PP não vai disputar suplência porque essa vaga já é nossa, demarca Cacá Leão sobre chapa de Rui

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Cacá diz que vaga de suplênte é do PP. Foto: Agência Brasil

O governador Rui Costa não imaginava que, além da definição dos dois titulares para o Senado na chapa majoritária de sua candidatura à reeleição, a decisão sobre as suplências da dupla também lhe traria dor de cabeça. Além de PSB e PCdoB, que disputam a suplência de Jaques Wagner (PT), o PP também está na briga. Na verdade, o partido não quer nem saber de disputar, pois, segundo o deputado federal Cacá Leão (PP), ”essa vaga já é nossa”. Atualmente, o partido realmente tem a suplência do PT, já que Roberto Muniz assumiu o mandato de Walter Pinheiro no Senado, após ele deixar a Casa para virar secretário de Educação da Bahia. Apesar de atualmente estar sem legenda, o titular da SEC se elegeu senador pelo PT. ”O governador deve marcar uma reunião do conselho político até a próxima semana para resolver a questão”, afirmou o deputado, em entrevista ao site Bahia Notícias. No entanto, ponderou que a agremiação está aberta a conversas e negociações com os partidos na disputa. O PP pretende indicar para a suplência de Wagner o deputado federal Ronaldo Carletto. No entanto, encontra dificuldade justamente no fato de que a prioridade para a vaga é do PSB. Nos bastidores, inclusive, é dado como certo que o deputado federal Bebeto Galvão (PSB) será indicado ao posto. O Bahia Notícias apurou, no entanto, que o próprio Carletto demonstrou também interesse em ser suplente de Angelo Coronel (PSD), o segundo nome da majoritária para o Senado. Só que o espaço está reservado ao PCdoB, pelo menos previamente. Caso Carletto consiga o posto, ele precisaria abrir mão de se candidatar à reeleição para Câmara. Neste caso, o deputado colocaria na disputa, para substituí-lo, o sobrinho Neto Carletto, presidente do PP Jovem.

”Não faço política olhando o retrovisor”, diz ACM Neto sobre críticas de Ciro Gomes ao Democratas

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ACM participou de jantar com Ciro Gomes. Foto: Valter Pontes

O prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente do Democratas, avaliou, em conversa com a imprensa na tarde desta quarta-feira (20), a reunião que teve com o pré-candidato ao Planalto Ciro Gomes (PDT), em um jantar reservado em Brasília, na noite de segunda-feira (19), acompanhado do deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal. A declaração foi dada durante inauguração do Abrigo Dom Pedro II. Neto minimizou as declarações do presidenciável de que a prioridade era fechar alianças com PSB e PCdoB para garantir uma ”hegemonia moral e intelectual”. Ciro também chamou o vereador do DEM Fernando Holiday, de São Paulo, de ”capitãozinho do mato”.  ”Primeiro, não ouvi isso da boca dele e o que ouvi ontem foi outra colocação de parte do pré-candidato Ciro Gomes”, disse o prefeito. O democrata afirmou ainda que as críticas de Ciro feitas ao Democratas ficaram no passado. ”Eu não tenho porque olhar para o passado e, em função dele, condenar a pessoa. A pessoa pode evoluir, amadurecer, aperfeiçoar as suas ideias e pensamentos. Não faço política olhando o retrovisor, faço política olhando para o futuro”, disse. Neto afirmou que uma possível aproximação com Ciro deve ser, como qualquer aliança, fruto de ”confluência programática”. ”Não considero a plataforma dele [Ciro] incompatível com a do Democratas. É bom dizer que foi uma primeira conversa que nós tivemos. Uma conversa de aproximação, de troca de opiniões a respeito do cenário político. Não se vai nesse momento descartar nenhuma hipótese. O Democratas está aberto a conversar com todo mundo, exceto com o PT, porque não faria nenhum sentido”, afirmou, conforme publicação do site bahia.ba. Ele afirma que, assim como conversou com Ciro, também o fez com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), na manhã desta quarta-feira, e com Álvaro Dias (Pode). Todas as conversas acontecem junto com Rodrigo Maia, pré-candidato democrata à Presidência. ”Eu gosto das três refeições do dia: café, almoço e jantar (risos). São conversas distintas e não devem ser comparadas. Óbvio que todas as conversas giram em torno da eleição. Cada um tem o seu estilo, a sua forma de ver o presente e o futuro do país. Caberá ao Democratas e a outros partidos que tem dialogado conosco tomar essa decisão. Não é nem de ACM Neto. Estou procurando agir como magistrado no partido, que tem hoje várias correntes internas. O único caminho unânime é o da candidatura de Rodrigo Maia”, considerou.

Presidente do PT que Lídice começa a extrapolar em ataques a Rui por causa da chapa

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Presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação. Foto: Divulgação

A senadora Lídice da Mata (PSB) e seus fiéis escudeiros no partido Domingos Leonelli e Marcelo Nilo podem estar esticando a corda para além do razoável ao persistirem atacando a articulação política do governador Rui Costa (PT) por causa da exclusão dela da chapa com que o petista vai disputar a reeleição. A avaliação é do comando do PT, para o qual o nível de desgaste entre os partidos da base que a estratégia da socialista vem provocando pode se tornar difícil de superar, inclusive, depois da eleição, em outubro. “Eu compreendo este momento de luta, de esforço, mas acho que o método usado, de buscar este debate na imprensa, é lamentável. Nós nunca fizemos isso. Aliás, o PT nunca quis que a decisão (de escolha dos membros da chapa) fosse monocrática, para o que não contou com o apoio nem do PSB nem do PCdoB”, disse Everaldo Anunciação, presidente estadual do PT, ao site Política Livre. Ele lembrou que, enquanto o PT defendeu que a escolha dos companheiros de chapa do governo fosse coletiva, precedida de um debate no Conselho Político, PSB e PCdoB  argumentaram que a escolha fosse exclusiva do governador. “São contradições”, completou o petista, observando que os ataques de Lídice não repercutem apenas sobre a articulação política do governador e o PT, mas contra um aliado importante, como o PSD, do senador Otto Alencar, trazendo, inevitavelmente, problemas de relacionamento futuros para a base. Apesar de não ter usado em nenhum momento o termo “ingratidão” para se referir à postura do partido de Lídice, Everaldo fez questão de lembrar que o PT abriu mão de um candidato ao Senado na chapa em 2010, ano em que ela se elegeu, para a política do PSB sem cobrar nada em troca. “Se você resgatar aí o processo de articulação para a chapa de 2010, verá que havia o plano de indicar Lídice e César Borges ao Senado, um da esquerda e outro de centro. Na última hora, Borges desistiu e o PT abriu mão de fazer a indicação”, disse Everaldo, completando que o petista Walter Pinheiro ocupou, então, a vaga de candidato a senador no lugar de Borges. Ele também lembrou que, em 2014, Lídice tomou a decisão de ser candidata ao governo do Estado quando Rui Costa tinha apenas 2% das intenções de voto e precisava de apoio. Segundo ele, se Lídice combinou a candidatura com o então governador Jaques Wagner, sob o argumento de que era importante para manter o PSB na base do governo, não fez o mesmo com o PT. “Nem por isso, ficamos rancorosos com ela”, afirmou.

Ciro Gomes se ”irrita” com tempo de fala em congresso de prefeitos mineiros e sai vaiado

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”Eu não sou demagogo”, diz Ciro Gomes. Foto: Murilo Silva

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi vaiado por uma plateia de prefeitos após se irritar pelo tempo que lhe foi concedido para falar, durante o Congresso Mineiro de Municípios, em Belo Horizonte. De acordo com informações da Folha, o pedetista considerou pouco os tempos de cinco minutos de fala e três minutos para resposta concedidos pela organização do evento. O pré-candidato à Presidência também não gostou de ser interrompido depois da primeira pergunta. O segundo questionamento, feito em seguida, era parecido, o que indignou o pedetista. ”Eu estava respondendo e fui interrompido na resposta para, em seguida, me perguntarem a mesma coisa. Vocês acham isso razoável?”, perguntou. O presidenciável reclamou que não foi avisado sobre o tempo enxuto para explanar sobre temas complexos, como tributação e federalismo. ”Falar coisa séria por cinco minutos. Vocês acham delicado isso? Eu não sou demagogo”, afirmou Ciro. ”A conversa fiada é solução pra qualquer tipo de problema”, ainda ironizou o pré-candidato. Quando os primeiros protestos vieram da plateia, o pedetista desafiou: ”Eu sou convidado de vocês. Escuta se não eu me retiro”. Ao saber que teria mais cinco minutos para as considerações finais, acrescentou: ”Muito obrigado a todos”, e deixou o palco sob vaias.

Lídice da Mata enfrenta Rui Costa e diz que é ”absurdo” ficar fora de sua chapa majoritária

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Lídice ficará fora da chapa de Rui Costa. Foto: Reprodução

A senadora Lídice da Mata (PSB) classificou agora à noite como ”absurdo” a possibilidade de ela não disputar a reeleição ao Senado na chapa encabeçada pelo governador Rui Costa (PT). ”Pense num absurdo, na Bahia tem precedente, dizia Otávio Mangabeira. E na Bahia querem tirar a única mulher da chapa majoritária do governador”, disse ela durante uma plenária do seu mandato, que aconteceu nesta noite de terça-feira (19), no Hotel Sol Vitória, no Corredor da Vitória, em Salvador. Ainda segundo Lídice, ”é preciso que o Brasil se sinta representado na política e pra isso é preciso abrir espaço na política para a maioria da população e a maioria da população desse país é mulher”. As informações são do site Política Livre

Fora de chapa, senadora Lídice da Mata também não vai a forró dos aliados de Rui Costa

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Lídice não vai integrar a chapa de Rui Costa. Foto: Reprodução

Derrotada na disputa pela última vaga na chapa majoritária liderada pelo governador Rui Costa (PT), a senadora Lídice da Mata (PSB) não irá ao forró dos aliados do petista na noite desta segunda-feira (18), no Palácio de Ondina. Havia a expectativa de que, de maneira ”informal”, o chefe do Executivo estadual informasse à sua base durante o evento desta noite o que já era sabido nos bastidores há meses: além de Jaques Wagner (PT), o outro postulante ao Senado na composição será o presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel, aliado do senador Otto Alencar (PSD). No entanto, como o próprio Rui revelou, alguns partidos pediram um tempo ao governador. Embora o petista não tenha verbalizado, o PSB deve ”dar um retorno” a Rui nos próximos dias sobre qual será o caminho eleitoral adotado por Lídice. Como o partido ainda realiza uma plenária na noite desta terça-feira (19), segundo o site bahia.ba, interlocutores do governador apostam que o anúncio oficial ainda não será feito nas próximas 24 horas. Outra legenda que terá conversas internas até esta terça é o PCdoB, que postula uma vaga de suplência ao Senado

Insatisfeito com Rui, PCdoB não participa de ”forró” da base aliada no Palácio de Ondina

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Comunistas não vão ao forró de Rui Costa. Foto: Manu Dias

A tentativa de aproximar o governador Rui Costa (PT) de integrantes da base aliada com a tradicional festa junina no Palácio de Ondina não deve lograr êxito com membros do PCdoB. Os comunistas não devem participar da festa por estarem insatisfeitos com a forma com que o governador tem conduzido as articulações políticas para as eleições de 2018. Publicamente, no entanto, nenhum integrante da legenda pretende expor as razões para o desentendimento. O PCdoB não possui lugar cativo na chapa majoritária de Rui, apesar de pleitear o espaço. O vice-governador João Leão (PP) deve seguir no posto e o ex-governador Jaques Wagner deve ser candidato ao Senado, ao lado de Angelo Coronel (PSD) – este último ainda não confirmado, já que a senadora Lídice da Mata (PSB) tenta ser indicada para ser candidata à reeleição. Nos bastidores, os comunistas ocupariam a primeira suplência de Wagner. Todavia, não houve confirmação pública das intenções. As informações são do site Bahia Notícias

Não seria demais falar que quase tudo está errado no Brasil, precisa de ordem, diz Bolsonaro

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Jair Bolsonaro é pré-candidato a presidente. Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, criticou o atual governo e fez propostas como a escalação de militares para compor seus ministérios caso seja eleito. “O Brasil precisa de ordem e progresso”, afirmou Bolsonaro durante o fórum realizado nesta segunda-feira, 18, em São Paulo pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). “Não seria demais falar que quase tudo está errado no Brasil”, disse. “As lideranças funcionam como líderes sindicais, cujo líder põe a faca na boca”, afirmou. Bolsonaro afirmou que já conta com o apoio de cerca de 60 parlamentares à sua candidatura e que em breve chegará a 100. Ele falou que pretende construir um primeiro escalão com muitos militares. Como exemplo, ele citou o astronauta e comandante da aeronáutica, Marcos Pontes para assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia. Ele ressaltou que o foco é um governo honesto, que crê em Deus e com um presidente cristão e patriota. “Vamos fazer um governo com a menor interferência do Estado”, disse, mas se reafirmou contra a privatização da Petrobras. Sobre o agronegócio, Bolsonaro disse que não se pode abrir mão da segurança alimentar e que “não podemos vender nossas terras para capital de fora”. A questão de venda de terras para estrangeiro é um dos temas debatidos pelo setor recentemente que divide opiniões. Ele fez coro aos demais pré-candidatos e elogiou o RenovaBio. “O Brasil precisa de menos decreto, mas essa é uma boa, ainda mais para atender o compromisso assinado pelo País na França”, disse. Bolsonaro citou também alguns temas polêmicos que têm norteado sua campanha como a liberação do porte de armas. “Mais do que defender a vida de um cidadão, a arma defende a liberdade de uma nação”, afirmou.

Nem Senado, nem prefeitura: Wagner defende que caminho natural para Lídice é a Câmara

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Wagner comenta situação política de Lídice. Foto: João Ramos

O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), defendeu que o caminho mais natural para Lídice da Mata (PSB) fora da majoritária do governador Rui Costa (PT) seria a Câmara baixa do Congresso Nacional. ”Eu acho que, se não for [para o Senado], provavelmente ela é candidata a deputada federal, porque ela continua na cena federal. A tendência natural é essa. A prefeitura de Salvador é algo muito distante para ficar sendo discutida. A própria eleição de 2018 está incerta”, declarou Wagner ao jornal Estado de S.Paulo. Fortalecendo a hipótese de que Coronel (PSD) deve ficar com a segunda vaga para o Senado no grupo de Rui, o ex-governador usou o tamanho da legenda de Otto Alencar (PSD) para justificar a escolha. ”A demanda do PSD não é pela governabilidade, até porque o PSD está contemplado em vários espaços. Tem federais, um senador, está na Assembleia, na UPB (União dos Municípios da Bahia), tem gente posicionado em todo lugar. Mas eles reivindicam assim também: como que são o maior partido da base e vão ficar fora?” disse Wagner. Apesar de tender para o lado do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o petista não deixou de rever a questão da composição da chapa, que já virou piada pela falta de representatividade. ”Tem a questão da mulher também, porque [Lídice] seria a única mulher na chapa. Eu acho que a gente deixou para discutir isso muito em cima, a gente podia preparar esse jogo, que era previsível. Eu prefiro não fazer nenhuma previsão. Eu acho que, se não for a escolhida, ela vai seguramente dar a opinião dela”, completou.

Deputado Cláudio Cajado articula ida de prefeito do Democratas para a base de Rui Costa

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Prefeito de Madre de Deus. de blusa rosa, com Rui. Foto: Divulgação

O prefeito de Madre de Deus, Jeferson Andrade (de camisa rosa), ainda do Democratas, se encontrou com Rui Costa (PT) para acertar seu retorno à base do governo. A saída de Jeferson da base do prefeito ACM Neto foi articulada pelo pré-candidato a deputado estadual Nilton Bastos PP (Niltinho), ex-secretário de governo do democrata e do deputado federal Claudio Cajado (PP), que saiu do DEM em abril último. Jeferson provavelmente vai se filiar ao PP, partido do vice-governador João Leão e do qual ele fez parte até o final do seu primeiro mandato como prefeito de Madre de Deus.