Brasil tem 49 municípios com mais de 500 mil habitantes, diz levantamento do IBGE

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Com 776 habitantes, o município de Serra da Saudade, em Minas Gerais, é a cidade brasileira que registra a menor população. Em seguida, vem Borá, em São Paulo, com 838 habitantes; Araguainha, no Mato Grosso, onde há 946 habitantes; e Engenho Velho, no Rio Grande do Sul, com 982 habitantes.

Os dados fazem parte da pesquisa Estimativas da População dos Municípios 2019, divulgada hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A última década registrou um aumento na quantidade de grandes municípios no país. No Censo de 2010, apenas 38 municípios registravam população superior a 500 mil habitantes. Dentre eles, apenas 15 tinham mais de 1 milhão de moradores. Já em 2020, o país tem 49 municípios brasileiros com mais de 500 mil habitantes. Em 17 deles, a população é superior a 1 milhão de moradores.

Para o gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Mitsuo Minamiguchi, esse resultado indica uma tendência verificada em períodos recentes. “Os números acompanham uma tendência já percebida nos últimos anos, evidenciando a emergência de polos regionais, que apresentam crescimento populacional acima de 1% ao ano”, disse.

Dos 49 municípios com mais de 500 mil pessoas, 23 são capitais. Os outros 26 municípios estão distribuídos nos estados de São Paulo (8), do Rio de Janeiro (6), de Minas Gerais (3), do Espírito Santo (2), Pernambuco, Bahia, Santa Catarina, Goiás, Paraná, Pará e Rio Grande do Sul (com 1 município, cada). Quatro capitais: Vitória, Palmas, Rio Branco e Boa Vista têm menos de 500 mil habitantes.

Na outra ponta, há 30 municípios com população inferior a 1,5 mil habitantes, sendo que, em quatro deles, há menos de 1 mil moradores.

As 27 capitais concentram 50 milhões de habitantes, o equivalente a 23,86% da população total do país em 2020.

Crescimento anual
De acordo com o IBGE, Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento (5,12%) no período 2019-2020. A menor foi Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (0,30%). A taxa de crescimento anual (0,84%) do conjunto dos municípios das capitais ficou acima da taxa do país (0,77%).

A região metropolitana mais populosa do Brasil ainda é a São Paulo, com 21,9 milhões de habitantes, seguida pelo Rio de Janeiro (13,1 milhões), Belo Horizonte (6,0 milhões) e também a Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,7 milhões). Da Agência Brasil

Segundo o IBGE, as taxas de crescimento das maiores regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Salvador) ficaram ligeiramente abaixo da média do país. ”Nessas metrópoles, o crescimento do município sede é, na maioria dos casos, mais baixo do que o verificado nos municípios restantes”, informou.

Redução populacional
A pesquisa indica redução populacional em 28,1% dos municípios do país, ou seja, 1.565 cidades onde as taxas de crescimento foram negativas. Em pouco mais da metade dos municípios brasileiros (52,1%), a alta no número de habitantes foi entre zero e 1%. Em 3,7% deles, 205 municípios, tiveram crescimento igual ou superior a 2%.

O grupo que, proporcionalmente, apresentou maior número de municípios com redução populacional é o de até 20 mil habitantes. Já o grupo dos municípios entre 100 mil e 1 milhão de habitantes é o que, na proporção, tem mais municípios com crescimento superior a 1%. As cidades com mais de 1 milhão de habitantes registraram crescimento entre 0 e 1% ao ano.

As regiões Norte e Centro-Oeste tem o maior número de municípios com crescimento acima de 1%. Na Região Sul, 45,6% dos municípios tiveram redução de população.

Estados
Com 46,3 milhões de habitantes, o estado de São Paulo permanece como o mais populoso do país e concentra 21,9% da população total do Brasil. Minas Gerais vem em seguida com 21,3 milhões de habitantes, e o Rio de Janeiro, com 17,4 milhões de habitantes. Os cinco estados menos populosos somam cerca de 5,7 milhões de pessoas: Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Rondônia, todos na região norte.

Entre os municípios, o de São Paulo também se mantém como o de maior população. Lá são 12,3 milhões de habitantes. Depois estão Rio de Janeiro (6,75 milhões), Brasília (3,05 milhões) e Salvador (2,88 milhões). Os 17 municípios do país com população superior a 1 milhão de habitantes concentram 21,9% da população nacional e 14 deles são capitais estaduais.

TCU
Segundo o IBGE, as estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para calcular o Fundo de Participação de Estados e Municípios. Elas servem também de referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos. A divulgação é anual e atende ao artigo 102 da Lei nº 8.443/1992 e à Lei complementar nº 143/2013. A tabela com a população estimada para cada município foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Assassinatos de negros aumentam 11,5% e de não negros caem 12,9% em dez anos, mostra Atlas

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Os assassinatos no Brasil diminuem apenas para uma parte da população. A taxa de homicídios de negros no Brasil saltou 11,5% de 2008 a 2018 (de 34 para 37,8 por 100 mil habitantes), enquanto a morte de não negros caiu 12,9% no mesmo período (de 15,9 para 13,9 por 100 mil), de acordo com o Atlas da Violência 2020, divulgado nesta quinta-feira (27). O mesmo padrão é repetido entre as mulheres: o assassinato de negras cresceu e o de brancas caiu.

O estudo é elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde. Os negros são representados pela soma de pretos e pardos e os não negros são os brancos, amarelos e indígenas, segundo a classificação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número de homicídios teve queda em 2018, quando foram registrados 57.956 casos, o que corresponde a uma taxa de 27,8 mortes por 100 mil habitantes —o menor nível de assassinatos em quatro anos. A diminuição aconteceu em todas as regiões, em 24 estados, com maior intensidade no Nordeste. ​

Entre o total de vítimas, os negros representaram 75,7%. Segundo o Atlas, a discrepância entre as raças nas taxas de homicídio significa que, na prática, para cada indivíduo branco morto naquele ano, 2,7 negros foram assassinados.

Segundo o Atlas, a discrepância entre as raças nas taxas de homicídio significa que, na prática, para cada indivíduo branco morto naquele ano, 2,7 negros foram assassinados.

Há estados em que a diferença é ainda maior: em Alagoas, por exemplo, para cada não negro vítima de homicídio, morreram 17 negros. Com informações da Folha de S.Paulo

Estado de São Paulo tem queda de óbitos e de internações por covid-19, segundo boletim

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Além da queda no número de óbitos e de casos registrada na semana passada, o estado de São Paulo também apresentou redução em novas internações por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus]. Segundo o governo paulista, isso indica que o estado está saindo do platô, que era um pico contínuo alto de casos.

Na última semana, – a 34ª Semana Epidemiológica (entre os dias 16 e 22 de agosto) -, a média móvel de novas internações foi de 1.550 por dia, semelhante a números obtidos em maio, na 21ª Semana Epidemiológica (de 17 a 23 de maio). Na 33ª Semana, a média por dia era de 1.658 novas internações.

Segundo o que noticiou a Agência Brasil no último sábado (22), o estado de São Paulo teve queda, pela segunda semana consecutiva, na média móvel de mortes por covid-19.

A média móvel é calculada somando o total de casos registrados na semana e dividindo-o pelo número de dias. Na semana passada, foram computadas 1.612 novas mortes, uma média de 230 óbitos a cada dia, queda de 9% em relação com a semana anterior, com 152 mortes a menos. No entanto, a média móvel de óbitos em São Paulo se mantém acima de 200 mortes por dia desde a 22ª Semana Epidemiológica (de 24 a 30 de maio).

O estado também registrou queda na média móvel de casos confirmados. Foram computados 51.714 casos na 34ª Semana Epidemiológica, o que dá uma média móvel de 7.387 casos por dia, redução de 31% em relação à semana anterior.

Casos

Com 2.351 casos nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 756.480 ocorrências confirmadas do novo coronavírus. O total de óbitos, desde o início da pandemia, é de 28.505, com 38 registros ocorridos nas últimas 24 horas. Do total de casos diagnosticados, 570.165 pessoas estão recuperadas, sendo 85.996 delas após internação.

Há 5.039 pessoas internadas em estado grave em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 6.120 internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em torno de 55,6% no estado e de 53,7% na Grande São Paulo. Agência Brasil

OMS vê queda em transmissão de vírus no Brasil, mas diz que há ”muito a fazer”

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Chefe de operações da OMS, Mike Ryan. Foto: Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a tendência de transmissão da Covid-19 no Brasil é de ”queda”. Ele alerta, porém, que, com números ainda elevados de mortes e de novos contaminados, o país ainda tem ”muito a fazer” para conseguir caminhar para uma situação de controle.

A avaliação é do chefe de operações da OMS, Mike Ryan, que, em entrevista à coluna do jornalista Jamil Chade, do portal UOL, declarou que a ”situação se estabilizou” no Brasil e que a pressão sobre UTIs seria menor.

Ele reconhece que, em alguns pontos do país, a transmissão continua a ampliar de forma preocupante. Mas que, em geral, há uma ”tendência de queda”. ”Agora, o que é necessário é uma ação para reduzir essa taxa de transmissão”, declarou Ryan.

Para Ryan, um êxito no controle da doença no Brasil seria uma vitória para o mundo. “O sucesso para o Brasil é o sucesso para o mundo”, declarou Ryan.

Segundo o diretor da OMS, países com grandes populações têm um impacto grande no número global. ”Se países como o Brasil e Índia controlam a doença, contribuem para o mundo”, disse.

Por conta da pandemia, alistamento militar obrigatório é prorrogado até o dia 30 de setembro

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Foi prorrogado até o dia 30 de setembro, por conta da pandemia, o alistamento militar. Todos os cidadãos conquistenses do sexo masculino que completam 18 anos até 31 de dezembro de 2020 devem se alistar. A informação foi divulgada pelo Tiro de Guerra 06-006 do , do Exército Brasileiro.

O procedimento pode ser feito online, através do endereço www.alistamento.eb.mil.br. A outra alternativa é comparecer à Junta de Serviço Militar, localizado na Avenida João Pessoa, nº 46, ao lado do Tiro de Guerra. O atendimento está disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h30. Para realizar o alistamento, é preciso apresentar carteira de identidade e comprovante de residência.

O cidadão que deixa de se alistar e fica em débito com o Serviço Militar está sujeito a uma série de penalidades. Dentre as proibições, estão: obter passaporte ou prorrogar sua validade; ingressar como funcionário público, empregado ou associado em instituição, empresa ou associação, oficializada ou subvencionada, ou cuja existência dependa de autorização ou reconhecimento do Governo Federal, Estadual, dos Territórios ou Municipal; assinar contrato com essas esferas de governo; matricular-se em faculdades públicas; e solicitar o título de eleitor.

Por reajuste salarial, funcionários dos Correios decretam greve por tempo indeterminado

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Os sindicatos dos trabalhadores dos Correios decidiram nesta segunda-feira (17) decretar greve por tempo indeterminado já que não houve acordo na proposta de reajuste salarial em curso. A informação é do Uol. De acordo com o site, os funcionários afirmam que a greve precisa acontecer para que os direitos dos trabalhadores sejam mantidos. Eles também se colocam contra a privatização da estatal.

A assessoria dos Correios informaram que estão cientes do estado de greve nos estados do Amapá, Bahia, Brasília, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, além dos municípios de Santos (SP) e no Vale do Paraíba (SP).

O presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, afirmou à coluna de Carla Araújo, do Uol, que “a divulgação de informações deturpadas ou inverídicas prejudica os funcionários, a empresa e a população em geral”.

”O que testemunhamos é uma tentativa de confundir os empregados acerca de temas sobre os quais a direção dos Correios não tem influência: os estudos de desestatização são conduzidos pelos órgãos competentes e baseados em minucioso planejamento que visa, ao fim e ao cabo, à determinação da melhor alternativa para a empresa e para a sociedade”.

De acordo com o secretário da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhdores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), Emerson Marinho, a greve será nacional. Segundo ele, nos locais onde há terceiro turno de trabalho a greve começou às 22h desta segunda. Já nos demais locais, em todo o país, a paralisação começa a partir da meia-noite.

Por se tratar de um serviço essencial, inclusive salientado no decreto de calamidade pública assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os sindicatos avisam que o mínimo de trabalhadores será mantido.

Marinho disse ao Uol que a proposta da estatal é injusta e tira benefícios, por exemplo, de filhos dependentes dom necessidades especiais. ”Não podemos permitir esse retrocesso de direitos”. No fim do mês passado, Floriano Peixoto afirmou que a proposta apresentada pela empresa ”é condizente com sua situação financeira e a realidade do país”.

”Considerando a missão do gestor público em zelar pela boa administração, é dever da Diretoria dos Correios implementar os ajustes propostos, pois, sem eles, haverá grave comprometimento da situação econômica da empresa”, disse. O argumento é rebatido pelos trabalhadores, que alegam que a estatal vem dando lucros e que há uma discrepância elevada entre os salários da diretoria e dos funcionários.

Segundo a Fentect, Floriano escalou pelo menos dez militares em cargos estratégicos da direção dos Correios e suas subsidiárias ganhando salários de R$ 30 a R$ 46 mil, que é o salário do presidente. ”Enquanto isso, o trabalhador de carreira de nossa empresa ganha o salário de R$ 1,7 mil por mês”. Com informações do Correio

Covid-19: país tem 108,5 mil mortes e 3,35 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O Brasil já registrou 108.536 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, foram registrados 684 novos óbitos. Ontem (16), eram 107.852 falecimentos no sistema. Há uma semana, eram 101.752.  Ainda há 3.454 mortes em investigação.

O número de casos acumulados subiu para 3.359.570. Nas últimas 24 horas, foram acrescidas às estatísticas pelas autoridades locais de saúde mais 19.373 pessoas infectadas. Ontem, o painel marcava 3.340.197 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Há sete dias, a soma estava em 3.057.470.

As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

O balanço também trouxe 772.540 pessoas em acompanhamento e 2.478.494 recuperadas. A letalidade (número de mortes pelo total de casos) foi de 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) ficou em 51,6. Já a incidência de casos de covid-19 por 100 mil habitantes subiu para 1.598,7. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil registra 106.523 mortes e 3,27 milhões de casos, diz Ministério da Saúde

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O Brasil chegou a 106.523 mortes pela covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (14). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.060 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. Ontem (13), o sistema da pasta marcava 105.463 falecimentos em decorrência da pandemia.

A soma de casos acumulados foi de 3.275.520. Entre ontem e hoje, foram notificadas 50.644 novas infecções. Nesta quinta-feira, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 3.224.876 pessoas com a covid-19.

Pela atualização diária da pasta, a letalidade (mortes entre o total de infectados) da doença foi de 3,3%. Já a mortalidade (falecimentos em relação à população) ficou em 50,7 e a incidência (casos de covid-19 em proporção à população) atingiu 1558,7.

Os dados indicam também que 784.695 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 2.384.302 já se recuperaram.

Na distribuição geográfica do número de mortes, o ranking de regiões é liderado pelo Sudeste (47.912), seguido por Nordeste (31.896), Norte (12.933), Centro-0este (7.097) e Sul (6.985).

Já os estados com mais óbitos incluem São Paulo (26.613), Rio de Janeiro (14.507), Ceará (8.123) Pernambuco (7.111) e Pará (5.924). Da Agência Brasil

Pesquisa Datafolha diz que Bolsonaro registra maior aprovação desde início do mandato

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Pesquisa mostra avaliação positiva do governo atual. Foto: Júlio Nascimento

Uma pesquisa Datafolha divulgada hoje (14) aponta que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) registra a avaliação mais positiva desde que iniciou seu mandato, em janeiro de 2019.

O instituto entrevistou 2.065 pessoas, na terça e quarta-feira. De acordo com o levantamento, 37% dos brasileiros acreditam que o governo sejam ótimo ou bom. Na pesquisa feita em junho, 32% tinham essa avaliação.

Já a queda na rejeição do presidente foi ainda mais expressiva: saiu de 44% para 34% a porcentagem de brasileiros que consideram o governo ruim ou péssimo. Já aqueles que avaliam a gestão como regular subiu de 23% para 27%.

Covid-19: Brasil tem 1,2 mil novas mortes e 60 mil novos casos, diz Ministério da Saúde

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O balanço diário do Ministério da Saúde sobre a pandemia do novo coronavírus, divulgado ontem (13), trouxe 1.262 mortes e 60.091 casos de covid-19 registrados nas últimas 24 horas pelas secretarias estaduais de saúde. Foi o terceiro dia desde o início da pandemia com maior número diário de novas pessoas infectadas. No dia 22 de julho, foram 67.860 casos e no dia 29 de julho, 69.074.

Com os números de hoje, a soma de óbitos em função da pandemia chegou a 105.463. No dia (12) o painel do ministério trazia 104.201. Ainda há 3.411 mortes em investigação. No boletim divulgado ontem, os dados por semana epidemiológica apontaram a manutenção da estabilidade nas mortes, com oscilação de 3% para baixo.

Já os casos acumulados totalizam 3.224.876. Ontem, o balanço do Ministério da Saúde marcava 3.164.785 pessoas infectadas desde o início da pandemia. De acordo com o boletim epidemiológico, a curva de casos também segue em estabilização, com oscilação de 3% para baixo na última semana epidemiológica.

Até o momento, 2.356.640 pessoas se recuperaram da covid-19. Atualmente há 762.773 pacientes em acompanhamento. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 104 mil mortes e 3,16 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O Brasil chegou a 104.201 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Os dados foram divulgados na entrevista coletiva de apresentação do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde ontem (12). Ontem o painel trazia 103.026. Ainda há 3.454 óbitos em investigação.

Já os casos acumulados somaram 3.164.785. Há 715.107 casos em acompanhamento. Na terça-feira, o sistema do Ministério da Saúde marcava 3.109.630 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Até o momento,  2.309.477 pessoas se recuperaram da doença.

Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (25.869), Rio de Janeiro (14.295), Ceará (8.052) e Pará (5.909). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Tocantins (482), Roraima (555), Mato Grosso do Sul (558), Acre (569) e Amapá (606).

O Brasil ocupa o 2º lugar no ranking de mortes e de casos, atrás apenas dos Estados Unidos, que teve 4.941.796 pessoas infectadas e 161.356 óbitos até o momento. Quando considerada a população, o Brasil ficou em 8º na incidência (casos por 1 milhão de habitantes) e em 9º na mortalidade (falecimentos pela covid-19 por 1 milhão de habitantes). O país subiu nos dois quesitos nas últimas semanas, quando estava na 10ª posição nas duas listas.

Já quando considerados os casos de países na última semana epidemiológica (referência utilizada por autoridades de saúde para medir a evolução o fenômeno), com dados até o dia 8 de agosto, o Brasil (304.535 casos) ficou atrás dos Estados Unidos (379.759) e da Índia (392.623).

A curva de casos novos da 32ª semana epidemiológica (SE) oscilou 3% para baixo em comparação com a semana anterior. Na comparação das médias diárias, na 32ª SE o índice foi de 43.505, enquanto na SE 31ª ele estava em 44.766. Da Agência Brasil

João Doria é diagnosticado com coronavírus e diz que está bem, assintomático e sem maiores problemas

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Doria fez o 6º teste para o vírus. Foto: Governo do Estado de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi diagnosticado com coronavírus e divulgou o resultado no fim da manhã de hoje (12). A confirmação foi feita pelo próprio tucano. Este foi o sexto teste realizado pelo governador paulista. Ele informou que está bem, assintomático e sem maiores problemas.

”Acabei de receber meu sexto teste da Covid-19 e este, infelizmente, foi positivo. Eu estou com coronavírus. Estou absolutamente assintomático, vou para minha casa e seguir o protocolo médico do doutor David Uip, infectologista e integrante do comitê de Saúde do estado de São Paulo”, disse o governador. Ele confirmou que irá manter a agenda, mas em isolamento e se reunindo por videoconferência.

Avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro morre por coronavírus em hospital do SUS no DF

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Maria Aparecida avó de Michelle, tinha 80 anos. Foto: Reprodução

Morreu na madrugada desta quarta-feira (12) Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Segundo o portal G1, ela tinha 80 anos e estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), no Distrito Federal.

A idosa deu entrada na unidade no dia 1º de julho.De acordo com o prontuário médico, Maria Aparecida foi encontrada “por populares, na rua, caída” e levada para o HRC, com falta de ar.

No mesmo dia, foi encaminhada ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade que concentra a maior parte das vagas em UTI na capital.

Ainda de acordo com o G1, a avó da primeira-dama apresentou instabilidade no quadro clínico, chegando a registrar melhora duas vezes. Na última segunda (3), ela havia deixado a intubação, e respirava com ajuda de máscara de oxigênio.

Nesta quarta (11), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que administra o HRSMm informou que a idosa havia sido transferida para o Hospital Regional de Ceilândia. O G1 diz ter questionado a motivação, mas não obteve retorno.

Menos de 8% dos recursos foram gastos pelo governo federal no combate direto à doença, diz TCU

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TCU detectou gastos do Governo Federal com Covid. Foto: Reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) detectou que dos R$ 286,5 bilhões já gastos pelo governo federal no enfrentamento dos efeitos da pandemia da Covid-19, menos de 8% (ou R$ 22 bilhões) foram em ações de combate direto à doença. A constatação foi feita pela equipe técnica do tribunal que faz o acompanhamento das ações do governo federal no combate aos efeitos da epidemia. A Corte deverá votar nesta quarta-feira (11), recomendações para que o governo passe a contemplar no programa Pró-Brasil critérios para priorizar a redução de contaminados e mortos pela doença.

O TCU constatou que, apesar de o Brasil ter gasto em torno de 3,9% do seu PIB em ações de combate aos efeitos da Covid-19 (a média mundial é 3,7%), o volume de recursos destinados pelo governo federal a essas atividades é bastante inferior ao gasto por países como Japão (21%), Luxemburgo (20%), Irã e Estados Unidos (13%) e Suécia (12%).

A avaliação do relator é que há espaço no programa Pró-Brasil para a incorporação de projetos que contribuam diretamente para o combate à doença. O Pró-Brasil foi um programa lançado em abril pela Casa Civil com objetivo de reativar a economia após a epidemia de Covid-19.

O relator do processo é o ministro Vital do Rego. Nesta quarta-feira, ele deverá pedir à Casa Civil da Presidência da República que encaminhe, em 15 dias, um relatório com as ações planejadas pelo governo para garantir a produção ou aquisição de doses de vacina contra a Covid-19. O ministro também quer saber de que forma está sendo estruturada a rede de distribuição das futuras vacinas.