Prefeita de Vitória da Conquista prorroga volta às aulas após alta de casos da Covid na cidade

/ Bahia

Sheila Lemos prorroga volta às aulas em Conquista. Foto: Rede social

As aulas das redes municipal e privada de Vitória da Conquista têm novas datas para começar o ano letivo de 2022. Em decreto publicado na noite desta segunda-feira (31), a prefeita Sheila Lemos estabeleceu as novas datas.

Pela rede municipal, as aulas começam nos dias 21 e 22 de fevereiro para o Ensino Fundamental I e II. Já nos dias 23 e 24 de fevereiro é a vez do Ensino Infantil. Na rede particular, as atividades iniciam entre os dias 7 e 11 de fevereiro para o Ensino Infantil e Fundamental I. No período de 14 a 18 de fevereiro iniciam o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio.

Segundo a gestora, a prorrogação do início das aulas se deve ao aumento dos casos confirmados da Covid-19. Em Vitória da Conquista, o índice de contaminação da Covid-19 está em 1,26, enquanto o tolerado fica abaixo de 1.

Ainda de acordo com a prefeitura, entre os dias 25 de janeiro e esta segunda-feira (31), o município registrou mais 1.771 casos confirmados de novo coronavírus.

Ao longo da pandemia, a cidade já acumula 40.459 casos confirmados de Covid-19, com 844 ainda ativos, ou seja, que podem contaminar outras pessoas. O total de óbitos pela doença é 652. As informações são do site Bahia Notícias

Barreiras: Número de mortes por Covid em janeiro é 7 vezes maior do que em dezembro

/ Bahia

O número de óbitos devido à Covid-19 em Barreiras, no Extremo Oeste, teve aumento significativo em janeiro em comparação com dezembro passado. Tomando como base o boletim diário, no primeiro mês de 2022, o município registrou 14 mortes pela doença. O número é sete vezes maior do que o apurado no mês antecedente, de dois óbitos.

Conforme o boletim municipal, houve crescimento dos casos confirmados da doença, com mais 1.554 registros positivos em janeiro. Em dezembro, o mesmo boletim apontou apenas 147 registros. Com isso, o número de janeiro é dez vezes maior do que o mês passado.

Desde o dia 26 de março de 2020, quando o primeiro caso de Covid-19 foi registrado em Barreiras, o município já acumula 22.041 casos confirmados de Covid-19, com 340 mortes provocadas.

O número de vacinados com a primeira dose é de 128.247 e com a segunda dose, 107.636. A dose de reforço já foi aplicada em 21.860 pessoas, segundo dados da prefeitura.  Com informações do site Bahia Notícias

Presidente do STF, Fux dá recado a Bolsonaro e diz não haver mais espaço para ações contra democracia

/ Política

Luiz Fux dá duro recado a Bolsonaro. Foto: Isac Nóbrega

Em meio à crise do presidente Jair Bolsonaro e o STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente da corte, Luiz Fux, pediu tolerância em discurso nesta terça (1º) e disse que, em ano eleitoral, ”não há mais espaços para ações contra o regime democrático e para violência contra as instituições públicas”.

A fala de Fux, com diversas referências às eleições, abriu a sessão que inicia os trabalhos regulares do Judiciário em 2022. Em dezembro, ao falar na sessão de encerramento dos trabalhos, Fux já havia dado recados, referindo-se a 2021 como o ano em que a corte sofreu ameaças reais e retóricas e viveu momentos ”tormentosos”, mas respondeu à altura e está pronta para ”agir e reagir”.

Nesta terça-feira, Fux afirmou que neste ano ”os debates acalorados nesses momentos são comportamentos esperados em um ambiente deliberativo marcado pela pluralidade de visões”.

”Não obstante os dissensos da arena política, a democracia não comporta disputas baseadas no ‘nós contra eles’. Em verdade, todos os concidadãos brasileiros devem buscar o bem-estar da nação, imbuídos de espírito cívico e de valores republicanos”, afirmou.

”Em sendo assim, este Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, concita os brasileiros para que o ano eleitoral seja marcado pela estabilidade e pela tolerância, porquanto não há mais espaços para ações contra o regime democrático e para violência contra as instituições públicas.”

Fux também afirmou ser imperioso não esquecer que ”entre lutas e barricadas, vivemos um Brasil democrático, um Estado de Direito, no qual podemos expressar nossas divergências livremente, sem medo de censuras ou retaliações.”

Como de praxe, Bolsonaro foi convidado para a cerimônia, que aconteceu por videoconferência, mas não participou. No início da sessão, Fux afirmou que o motivo é que Bolsonaro iria sobrevoar as áreas atingidas pelas chuvas em São Paulo e mandou cumprimentos.

Bolsonaro foi representado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão. Acompanharam o evento, além dos ministros, o procurador-geral da República, Augusto Aras, o presidente da OAB, Beto Simonetti, e os presidentes da Câmara e Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Na semana passada, Bolsonaro faltou a um interrogatório da Polícia Federal determinado pelo ministro Alexandre de Moraes. A ordem foi feita no inquérito que apura vazamento de investigação da Polícia Federal sobre o ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral. Os dados foram utilizados pelo presidente Jair Bolsonaro para levantar a tese de fraude na eleição de 2018 em entrevista no dia 4 de agosto.

Além desse, Bolsonaro é alvo de outros quatro inquéritos na corte. No ano passado, Bolsonaro patrocinou uma crise entre Poderes, em especial por seus ataques à Justiça Eleitoral e a ministros do Supremo. Em ato em São Paulo no 7 de Setembro, por exemplo, Bolsonaro chegou a dizer que não cumpriria decisões do Supremo e chamou Moraes de “canalha”.

Diante das reações dos demais Poderes a aquelas ameaças, dias depois Bolsonaro deu um passo atrás diante de suas manifestações de cunho golpista e disse que nunca teve nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes —o texto de recuo foi redigido com a ajuda do ex-presidente Michel Temer (MDB).

Aquela mudança de tom de Bolsonaro, porém, apesar de elogiada pelos presidentes do Senado e da Câmara, sempre foi vista com ceticismo, em especial pelos magistrados do Supremo. O STF pretende julgar ainda no primeiro semestre deste ano temas que podem afetar as eleições, como a validade das federações partidárias e a possibilidade de afrouxamento da Lei da Ficha Limpa. Também irá firmar entendimento sobre a prática de “rachadinha”.

No discurso, Fux afirmou que a agenda do Supremo neste primeiro semestre será dedicada a pautas relacionadas à estabilidade democrática e preservação das instituições políticas do país, além da ”revitalização econômica e da proteção das relações contratuais e de trabalho, da moralidade administrativa e da concretização da saúde pública e dos direitos humanos afetados pela pandemia”.

O ano passado foi marcado por conflitos do governo com as cortes, especialmente o STF. O auge ocorreu nos atos de raiz golpista do 7 de Setembro, em 2021. O presidente chegou a dizer que descumpriria decisão judicial de Moraes e chamou-o de canalha. O Supremo terá mudança de presidência em setembro, quando deve assumir a ministra Rosa Weber.

por José Marques, Danielle Brant e Renato Machado/Folhapress

Censo Escolar: mais de 650 mil crianças saíram da escola num período de três anos, diz Inep

/ Educação

O número de matrículas na educação infantil registrou queda de 7,3% entre os anos de 2019 e 2021. Segundo informações da primeira etapa do Censo Escolar 2021 divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta segunda-feira (31), nesse período, 653.499 crianças de até 5 anos saíram da escola.  

O índice de crianças matriculadas em creches caiu 9% entre 2019 e 2021. A queda mais expressiva foi registada na rede privada, que apresentou uma redução de 21,6% de 2019 a 2021. Na rede pública, a queda foi de 2,3% nesse período. Ao todo, o Censo Escolar 2021 registrou 69,9 mil creches em funcionamento no Brasil.

Em todas as etapas da educação, foram registradas, em 2021, 46,7 milhões de matrículas – cerca de 627 mil a menos em comparação a 2020, o que corresponde a uma redução de 1,3%. A rede municipal atende à maioria (49,6%) dos alunos. A rede estadual é a segunda maior (32,2%), seguida pela privada (17,4%). A União (rede federal) é responsável por 0,8% dos alunos matriculado. O país tem, ao todo, 178,4 mil escolas de educação básica.

O Censo Escolar 2021 apontou estabilidade com relativo aumento do número de matrículas nos anos finais do ensino fundamental. A etapa educacional é a maior entre todas na educação básica, com 26,5 milhões de alunos. Em 2020, o país contabilizou 11.928.415 estudantes do 6º ao 9º ano. Já em 2021, houve 11.981.950 matrículas nesses mesmos anos – um acréscimo de mais de 53 mil alunos.

O levantamento mostrou também que a proporção de alunos do ensino fundamental matriculados em tempo integral voltou a aumentar. Entre 2019 e 2020, a taxa caiu de 9,6% para 7,6% nos anos iniciais e de 9,3% para 6,9% nos anos finais. Já em 2021, foram registrados 8,5% e 9,2%, respectivamente. No caso dos primeiros anos da etapa educacional, o patamar de estudantes em tempo integral é praticamente o mesmo do ano que precedeu a pandemia de covid-19.

De acordo com a pesquisa, também houve aumento no número de matrículas no ensino médio. Foram registrados 7,8 milhões alunos em 2021 – um acréscimo de 2,9% em relação a 2020. Segundo o Inep, há uma tendência de evolução nas matrículas nos últimos dois anos do segmento educacional, com crescimento de 4,1% entre 2019 e 2021. Nessa etapa, o número de alunos em tempo integral aumentou significativamente na rede pública – de 13,8% para 16,4% em um ano. Na rede privada, a evolução foi menor, saindo de 5,4% para 5,8% entre 2020 e 2021.

Redes de ensino

A rede municipal é a principal responsável pela oferta dos primeiros anos do ensino fundamental. São 10,1 milhões de alunos (69,6%), o que corresponde a 84,8% dos alunos da rede pública. Nos anos iniciais, 18% dos alunos frequentam escolas privadas. A proporção do segmento diminuiu 7,1 pontos percentuais entre 2020 e 2021.

Já a rede estadual responde por 40% das matrículas dos anos finais do ensino fundamental, com 4,8 milhões de alunos. Nessa etapa, há uma divisão majoritária de responsabilidade entre estados e municípios – a rede municipal atende 5,3 milhões de alunos (44,7%). As escolas privadas reúnem 15% das matrículas. Ao todo, 12 milhões de estudantes cursam os anos finais do ensino fundamental no Brasil.

A rede estadual tem a maior participação no ensino médio, atendendo 6,6 milhões de alunos (84,5%). Nela, também está a maioria dos estudantes de escolas públicas (96%). Em seguida, estão as redes privada, com cerca de 935 mil alunos (12%), e federal, com 229 mil matrículas (3%), respectivamente.

Educação profissional

O número de estudantes matriculados na educação profissional apresentou queda considerada pequena em meio ao cenário de pandemia. Em 2020, foram registrados 1.936.094 alunos no segmento. Em 2021, foram 1.892.458 matrículas. As matrículas da educação profissional estão principalmente concentradas na rede estadual, representando 42,6% do total, seguida pelas redes privada e federal, com 37,7% e 17,6%, respectivamente.

Censo Escolar

A primeira etapa do Censo Escolar 2021 traz informações sobre todas as escolas, os professores, os gestores e as turmas (nas suas diferentes etapas), além de revelar dados relativos a alunos e suas características.

Em 2021, foram registrados 2,2 milhões de professores e 162.796 diretores na educação básica brasileira. O Censo Escolar 2021 mostrou que maioria dos profissionais que exercem o cargo de direção têm formação superior (89,5%) e é mulher (80,7%).

A segunda etapa do Censo Escolar 2021 será realizada a partir de fevereiro. O Inep aplicará o questionário ”Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil” pelo segundo ano consecutivo.

O levantamento foi feito pela primeira vez na edição de 2020, com o objetivo de verificar as consequências da crise sanitária no sistema educacional, além de mapear as estratégias adotadas para minimizar os danos no ensino e na aprendizagem. Da Agência Brasil

Novo presidente diz que OAB ‘não pertence a nenhum partido político que queria fazer gerência da ordem

/ Justiça

José Alberto Simonetti ASSUME AOB. Foto: Reprodução/CFOAB

Assumindo nesta terça-feira, a presidência do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, José Alberto Simonetti afirma que o foco de sua gestão serão as questões que interessam diretamente à classe, buscando ‘reaproximar’ os advogados da entidade. Com o primeiro ano de seu mandato entrecruzado com as eleições 2022, o criminalista diz que a principal entidade da advocacia não ‘pertence a absolutamente nenhum partido político’: ”Nenhum partido que queira tentar ou ousar fazer gerência na ordem conseguirá fazer com que isso vingue. A ordem não pertence a Lula, a Bolsonaro, a esquerda, a direita. Ela pertence a verdadeiramente a advocacia”, sustentou em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

O novo presidente da OAB também indicou que estará atento ao processo eleitoral, informando que não vai se furtar a combater ‘excessos que ofendem a sociedade e ofendam a do estado democrático. Simonetti aponta que vai buscar dialogar com o próximo presidente, ‘antes de qualquer embate’, em busca de uma ‘união verdadeira e efetiva’ do Brasil.

Com um perfil menos combativo que seu antecessor, Felipe Santa Cruz, e propostas voltadas à ‘ressignificar’ a advocacia, ‘Beto’ foi eleito chefe da OAB nesta segunda-feira, 31, com 77 votos dos 81 conselheiros federais que integram o plenário da OAB Nacional. Compõem ainda a nova cúpula da entidade máxima da advocacia, os advogados Rafael de Assis Horn, vice-presidente; Sayury Silva de Otoni, secretária-geral; Milena da Gama Fernandes Canto, secretária-geral-adjunta; e Leonardo Pio da Silva Campos, diretor-tesoureiro.

Dentro da proposta de uma gestão ‘feita por advogados e para advogados’, Simonetti observa que quer ‘resgatar a dignidade da profissão’. O novo presidente da OAB pretende realizar um censo para desenvolver medidas direcionadas a diferentes necessidades da classe, dando ênfase para temas como a defesa das prerrogativas dos advogados e discussões ligadas a honorários. Um dos temas que o advogado pretende pautar para reflexão da classe ainda em 2022 é o do modelo de eleição para a presidência da entidade.

Um óbito e 116 novos casos da Covid-19 nas últimas 23h em Jequié, informa o boletim epidemiológico

/ Jequié

Boletim Epidemiológico da Covid-19 em Jequié, atualizado nesta terça-feira (31) registra o óbito, de um homem, residente no Joaquim Romão, com histórico de Doença Cardiovascular Crônica e imunosupressão, com esquema vacinal completo, ocorrido em 21/01/2022 e que estava internado no Hospital São Vicente, tendo alta, após 4 dias faleceu em seu domicílio.

Foram registrados 116 novos casos novos positivos nas últimas 24 horas, perfazendo um total de 20.066 pessoas confirmadas com a doença. Até agora 18.347 pacientes encontram-se recuperados e não apresentam mais os sintomas da Covid-19.

De acordo com o número de leitos de UTI-Covid do Hospital São Vicente, a taxa de ocupação é de 90%. Destes, 1 leito está ocupado por residente de Jequié e 8 leitos estão ocupados por pessoas de outro município. Até o presente momento 129.019 pessoas foram vacinadas com primeira dose em Jequié.

Jaguaquara e Amargosa lideram números de casos ativos da Covid-19 no Vale do Jiquiriçá

/ Jaguaquara

Jaguaquara registra mais de 600 casos. Foto: Blog Marcos Frahm

A divulgação, por parte das prefeituras, em suas páginas nas redes sociais, detalhando a evolução das estatísticas de casos da Covid-19 e da Influenza confirma que o território de identidade Vale do Jiquiriçá também vive uma nova onda do vírus.

As duas cidades mais populosas da região, Jaguaquara e Amargosa, lideram os números de casos ativos da Covid-19. Conforme dados dos boletins desta segunda-feira (31), Jaguaquara contabiliza 626 ativos e Amargosa 577 casos, apenas neste mês de janeiro.

As duas cidades, durante o pico da pandemia em 2020 e 2021 registram números altos de casos e óbitos provocados pela doença, Jaguaquara 70 e Amargosa 54.

Nos respectivos municípios, a procura por atendimento as unidades de saúde por pessoas com sintomas gripais aumenta a cada dia.

Bahia atinge 30.609 casos ativos de Covid-19; 32 óbitos são registrados, diz boletim da Sesab

/ Bahia

O boletim epidemiológico desta segunda-feira (31) registra 30.609 casos ativos de Covid-19 na Bahia. Nas últimas 24 horas foram registrados 3.825 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,28%), 4.401 recuperados (+0,34%) e mais 32 óbitos. Dos 1.363.312 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.304.759 já são considerados recuperados e 27.944 evoluíram para óbito.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.727.392 casos descartados e 306.856 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta segunda. Na Bahia, 57.412 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.115.794 pessoas vacinadas com a primeira dose, 264.380 com a dose única, 9.435.525 com a segunda dose e 2.358.357 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 60.924 crianças já foram imunizadas.