Em Jaguaquara, deputada diz que candidatura de ACM chegou ao teto e aposta na vitória de Jerônimo

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Alice comenta o atual cenário político. Foto: Blog Marcos Frahm

Defensora do projeto do Governo atual, que tem como candidato ao Palácio de Ondina o petista Jerônimo Rodrigues (PT) a deputada Alice Portugal (PCdoB) falou ao Blog Marcos Frahm, neste domingo (21), durante passagem pela cidade de Jaguaquara, sobre como ela enxerga a disputa pelo Estado. Para Alice, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB) começou a fazer campanha muito cedo e agora chegou ao teto das pesquisas eleitorais.

A parlamentar aposta que o ex-presidente Lula, que tem grande aceitação na Bahia, ajude Jerônimo a sair vencedor do pleito. ”A Bahia tem uma tradição de fazer a união entre a candidatura de presidente da República e a de governador. Nessa expectativa, evidentemente, a candidatura de Jerônimo vem crescendo e a tendência é de que com a presença de Lula, do ex-governador Wagner e de Rui Costa, essa candidatura cresça, até porque Jerônimo já foi testado como secretário de Estado e nós acreditamos muito. E acho que candidatura do ex-prefeito de Salvador bateu no teto. Ela é forte em Salvador, mas tem um limite de expansão no interior e nós vamos continuar, com muita firmeza, construindo a candidatura de Jerônimo”, disse Alice.

Ela participava do lançamento da candidatura a deputado estadual pelo PCdoB de Mário Martinelli Jr., ex-presidente do Conselho Regional de Farmácia da Bahia, filho de Jaguaquara.

Candidata a reeleição, Portugal afirmou que, apesar de ser oposição ao Governo Bolsonaro no Congresso, o seu mandato foi marcado por vitórias: ‘Apesar de Bolsonaro, nós tivemos grandes vitórias nesse mandato que eu julgo ser da mais alta assertividade. Nós conseguimos reajustar o piso do professores, aprovar o novo FUNDEB, garantir a votação de duas leis para pagamento de precatórios, que são dívidas da fazenda pública e agora os estados vão resolver. Conseguimos aprovar o piso da Enfermagem numa saga de oito meses de debates e mostrar que não quebra prefeituras nem hospitais filantrópicos. A Enfermagem, que teve, pelo menos mil mortos na pandemia merecia um piso justo”, elencou.

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