Marina recua e muda programa sobre temática LGBT

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Por meio de nota, a sigla informou
Por meio de nota, o PSB diz que mudará trechos do programa

A campanha da candidata Marina Silva desmentiu o capítulo que trata sobre a temática LGBT divulgado pelo PSB como programa de governo da postulante à Presidência da República. Por meio de nota, a sigla informou que houve “uma falha processual de editoração”. “A versão do Programa de Governo divulgada pela internet até então e a que consta em alguns exemplares impressos distribuídos aos veículos de comunicação incorporou uma redação do referido capítulo que não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT”, informa a nota. Os trechos foram alterados a partir de críticas de setores evangélicos que apoiam publicamente a candidata e que são contrários a ampliação de direitos da comunidade LGBT, como a equiparação da homofobia com o crime de racismo, projeto de lei que tramita no Congresso Nacional desde 2006. Informações do Bahia Notícias

Itiruçu: Prefeito tucano declara apoio a Marina Silva. ”já estou dizendo que eu voto em Marina”

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Wagner vai arregaças as mangas. Fotos: Blog Marcos Frahm

Jogando a toalha – O prefeito Wagner Novaes, de Itiruçu, exerce no município do Sudoeste baiano o seu terceiro mandato de chefe do Executivo local, após voltar ao cenário político em 2012 e eleger-se gestor público ao vencer o então prefeito e candidato à reeleição pelo PT, Carlos Roberto Martinelli. Wagner está na vida pública há quase 20 anos e durante todo este tempo foi filiado ao PSDB, do presidenciável Aécio Neves, que tinha o seu apoio, até ontem: o tucano declarou apoio a Marina Silva do PSB. Em entrevista nesta quinta-feira (28) ao ”Blog Marcos Frahm”, o prefeito deu duas razões para ter tomado a decisão: o fraco desempenho de Aécio, baseando-se nas pesquisas de intenção de voto e a chance que Marina tem de vencer ”Dilma Rousseff”, que em sua opinião, não pode permanecer governando o país.

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O prefeito tucano diz que Marina Silva é melhor que Dilma

Eu tenho uma posição contra o PT, é uma questão minha, questão pessoal. Quando o Eduardo Campos morreu, eu já dizia naquela época que no segundo turno eu votaria com Eduardo Campos. Mesmo para perder, eu tenho uma direção e voto contra o PT. O PT hoje é uma mercadoria vencida. Os desmandos, os desvios, as coisas se tornaram tão grande; quebraram a Petrobras, um monte de coisas que não cabem mais”, afirma o tucano. Wagner Novaes é um dos coordenadores da campanha do deputado federal e candidato à reeleição Jutahy Magalhães Jr, uma das mais expressivas lideranças do PSDB baiano e defensores da candidatura de Aécio. No entanto, Wagner não quis saber se enfrentará questionamentos da legenda partidária a qual é filiado e declarou que vai “arregaçar” as mangas na campanha de Marina. ”Eu tenho a campanha abertamente no primeiro turno com apoio a Aécio, mas já estou dizendo desde a semana passada que eu voto em Marina. Vou para a rua, de casa em casa, mostrar que Marina, apesar de que não tem essa experiência toda, é melhor que a Dilma para o Brasil”, declara. Quando perguntado sobre o posicionamento do PSDB, que segue com Aécio, Novaes revelou que a sua decisão ”não é orientação do partido, mas a gente sabe que o sentimento do pessoal do PSDB é votar em Marina”. Sobre a sucessão estadual, o gestor tucano acredita na vitória de Paulo Souto (DEM), ainda no primeiro turno e disse que o quadro do candidato do PT, Rui Costa, é irreversível.

Rui promete ampliar Caps para reduzir danos das drogas

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O petista Rui alfineta Souto sobre construção de hospitais

Além de intensificar as ações de combate e repressão ao tráfico de drogas, aprofundando o trabalho do atual governo de reaparelhamento e modernização das polícias civil e militar, Rui Costa, candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais, pretende dar uma prioridade especial à ampliação da base de atendimento médico e psicológico, com novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) nas suas diversas modalidades. “Isto significará colocar à disposição dos pacientes mais leitos em hospitais públicos, implantar novas unidades de acolhimento e desenvolver ações transversais, conjuntas e integradas entre os órgãos governamentais (municipais, estaduais e federais) e com a participação da sociedade civil, pois somente assim poderemos ser eficientes na redução dos sociais, psíquicos e físicos consequentes do uso de drogas, sobretudo o crack”, afirma o candidato. Nesta quinta-feira (28), debate na TV Bandeirantes, Rui destacou investimentos do Governo Wagner na área da saúde e alfinetou o candidato do DEM, Paulo Souto, afirmando que no atual governo foram construídos no interior cinco hospitais regionais, contra um na gestão de Souto.

Em debate na Band, Paulo Souto manifesta determinação para melhorar saúde pública baiana

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O candidato participou do 1º debate na TV. Foto: Divulgação

O candidato a governador, Paulo Souto, da coligação “Unidos pela Bahia”, manifestou a sua determinação em enfrentar o problema da saúde no estado, ao responder a pergunta do representante do Cremeb, durante o debate da TV Bandeirantes, na noite desta quinta-feira (28). ”A melhoria da assistência à saúde na Bahia precisa de novos investimentos em hospitais estaduais, concursos públicos para a contratação de novos médicos, além de incentivos aos setores filantrópicos e privados”. Paulo Souto reclamou que o governo Wagner, representado pelo petista Rui Costa, assiste passivamente à tragédia na saúde pública baiana. ”Vamos recorrer a todos os instrumentos para sanar esse problema, adotando medidas preventivas, com a ampliação da cobertura do PSF, e estabelecendo tempos máximos para a realização de consultas, exames e cirurgias, melhorando, dessa forma, a assistência pública de saúde”.

Marina diz não ter medo de investigações sobre o avião

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Marina entrevistada no Jornal Nacional. Reprodução / Globo

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, disse durante entrevista no Jornal Nacional desta quarta-feira que não sabia das irregularidades do avião que caiu em Santos, matando o então candidato Eduardo Campos. Marina afirmou, entretanto, que não tem medo das investigações da Polícia Federal. “Nosso interesse é que (a investigação) seja feita com todo o rigor, e para que não se cometa uma injustiça com a memória do candidato Eduardo Campos”, afirmou. Segundo as denúncias, a compra do Cessna Citation foi feita em uma operação com empresas fantasmas. Seis empresas e pessoas fizeram a transferência de R$ 1,7 milhão para a AF Andrade em troca do uso do jato. Firme em suas respostas, a ex-senadora disse que a informação que tinha é que o avião seria usado como empréstimo, e que o ressarcimento seria feito ao final da campanha. Interrompendo, o jornalista William Bonner perguntou no que difere esse comportamento da candidata com o de outros políticos que sempre dizem não saber nada nos escândalos de corrupção. “Difere em não ser um discurso usado em todas as situações“, retrucou. “Desejo que as investigações de fato sejam feitas. A verdade virá“. Ainda insistindo na questão, Bonner quis saber se não teria faltado um “rigor ético” (que é tema constante dos ataques da ex-senadora a seus rivais) antes de usar o avião. “Rigor é tomar as informações em relação à forma como o avião estava prestando o serviço, e era como empréstimo“, sentenciou Marina. “Com relação aos empresários, eu, como todos os brasileiros, estou aguardando“, afirmou.

Nova Política

Marina precisou responder a Bonner sobre a parceria com Beto Albuquerque (PSB), político escolhido para completar a sua chapa com vice-presidente. “Somos diferentes, e a nova política sabe trabalhar na diferença“, afirmou Marina já com Bonner questionando o que há de novo em fazer parcerias para atingir um objetivo eleitoral. Com um tom de voz mais ríspido, Marina retrucou: “não está claro para você, mas vou deixar claro para o telespectador“. A ex-senadora justificou que já trabalhou com Albuquerque no Congresso, mesmo com visões opostas em alguns pontos. “Isso não tem nada a ver com a velha política. Eu marquei minha trajetória política trabalhando com os diferentes“, concluiu a candidata.

Apoio no Acre

A companheira de Bonner, Patrícia Poeta, questionou Marina sobre a falta de apoio que ela apresentou no seu berço eleitoral, o Acre, durante as eleições de 2010. Então candidata do PV, a ex-senadora ficou apenas em terceiro lugar nas votações para presidente no estado. Marina tentou explicar que a diferença não foi tão grande em relação ao segundo, mas foi prontamente interrompida pela jornalista, que explicou que a diferença maior era sim em relação ao primeiro. No estado, Marina teve 23,5% dos votos, contra 50% de José Serra. “Nesse caso eu era candidata em um partido pequeno concorrendo contra duas máquinas poderosas, e mesmo assim fiquei muito próxima a elas”, justificou Marina. Já no final da entrevista, em suas considerações finais, a candidata do PSB aproveitou para prometer que, se eleita, será “primeira presidente que não vai buscar uma nova eleição

Geddel lidera corrida para o Senado, segundo Babesp

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Geddel entrevistado por Izadora Florentino, da TV Aratu

O peemedebista Geddel Vieira Lima lidera a disputa pelo Senado, segundo dados da pesquisa Babesp, que foi divulgada nesta quarta-feira (27). Geddel aparece tem 36% das intenções de voto, enquanto o vice-governador, e também candidato ao Senado Federal, Otto Alencar (PSD), tem 18%. Já Eliana Calmon, ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça aparece na terceira colocação, com 6% das intenções de voto. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 84 municípios, e a pesquisa está registrada sob nº BA-00010/2014, sob encomenda do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia.

Rede Bahia e DataNilo mostram números diferentes em pesquisas, entre Paulo Souto, Rui Costa e Lídice

/ Política

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Rui Costa              Paulo Souto                     Lídice da Mata

Pesquisas eleitorais movimentam os bastidores da política baiana nesta quarta-feira (27) e até confundem o eleitorado. As pesquisas foram registradas no TSE – Tribunal Superior Eleitoral e a primeira pesquisa divulgada, no início desta tarde, foi encomendada Rede Bahia ao Ibope e, segundo a própria emissora, ligada a família do prefeito de Salvador, ACM Neto, Paulo Souto do DEM aparece em primeiro lugar com 44% das intenções de voto. Rui Costa, candidato do PT, subiu uma posição e agora ocupa o segundo lugar com 15%. Já a candidata do PSB, Lídice da Mata, que estava em segundo lugar com 11% na pesquisa anterior caiu para a terceira posição, agora com 9% dos votos. Da Luz (PRTB), que antes possuía 2%, agora segue na pesquisa com 1%. A candidata Renata Mallet (PSTU) manteve 1% das intenções de voto. O candidato Marcos Mendes (Psol) não pontuou. A segunda pesquisa divulgada é do Instituto Bahia Pesquisa e Estatística (Babesp) e teria sido encomendada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), colocando Souto com 41% das intenções de voto, Rui com 21% e Lídice é opção para 12% dos 2 mil entrevistados, em 84 municípios da Bahia. Segundo o site Bahia Notícias, da capital baiana, a incógnita sobre a apresentação dos números cabe ao certame encomendado pelo Vota Bahia, acordo feito entre TV Aratu, jornal A Tarde e rádio Metrópole, contratada junto ao Instituto Sensus. Ela ainda não divulgada.

CNT/MDA: Dilma tem 34,2%; Marina, 28,2%; e Aécio, 16%

/ NOTÍCIAS, Política

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Dilma Rousseff         Marina Silva                     Aécio Neves

A pesquisa MDA, divulgada na manhã desta quarta-feira, 27, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), apontou que a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, está em segundo turno na corrida ao Palácio do Planalto. A presidente Dilma Rousseff está em primeiro lugar, com 34,2%, e Marina, 28,2%. O candidato do PSDB, Aécio Neves, alcançou 16%. No confronto do segundo turno, Marina vence Dilma por 43,7% contra 37,8%. Numa disputa entre Dilma e Aécio, a presidente se reelege com 43% e o tucano, 33,3%. Numa disputa entre Marina e Aécio, a candidata do PSB registra 48,9% e Aécio, 25,2%. Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades da federação das cinco regiões, entre os dias 21 e 24 de agosto de 2014. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O resultado é semelhante ao registrado na pesquisa Ibope, feita a pedido do Estado e da Rede Globo. Na sondagem, Marina abriu 10 pontos porcentuais no primeiro turno em relação ao terceiro colocado, o tucano Aécio Neves, 29% a 19%. No segundo turno, Marina bate a presidente Dilma Rousseff por 45% a 36%. Agência Estado

Debate: Dilma, Marina e Aécio se confrontam na Band

/ Política

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Candidatos ao lado de Ricardo Boechat. Foto: REUTERS/Paulo

Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), três principais candidatos à presidência da República se enfrentaram pela primeira vez na televisão, em debate transmitido pela Band. Em duas horas e meia de debate entre os presidenciáveis, encerrado à 01h07, o que se viu pela transmissão da Rede Bandeirantes foi uma boa troca de perguntas e respostas entre os próprios candidatos e diante de jornalistas. A presidente Dilma Rousseff foi o alvo preferencial de todos os adversários, mas a partir de um embate inicial com Aécio Neves, do PSDB, passou a rebater as críticas com números e dados objetivos. A candidata Marina Silva mostrou segurança e lembrou mais de uma vez sua experiência de 16 anos como senadora e ex-ministra do Meio Ambiente. Com foco sobre Dilma, Aécio Neves bateu e levou, com o traquejo de quem está acostumado a debater na tribuna do Senado.

Os candidatos de partidos menores – Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Levir Fidélix (PRTB) e Eduardo Jorge (PV) – tiveram boas participações. Não houve troca de ofensas pessoais. O debate ocorreu em bom nível, e talvez tenha sido o melhor das últimas eleições. Considerações finais dos candidatos a presidente no debate organizado pela Rede Bandeirantes começaram às 00h55. A primeira a falar, por decisão em sorteio prévio, foi a candidata Marina Silva, do PSB. Ela citou a “situação traumática” que viveu, com a morte do presidenciável Eduardo Campos e pediu “ajuda” para ser eleita.

“Vim de uma experiência traumática”, diz Marina

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Marina enfatizou a morte de Campos. Foto: REUTERS/Paulo

Temos um programa que foi debatido com a sociedade. Ele engloba todos os temas. Um plano de governo que faça com que esse país volte a crescer. Esse era meu compromisso com Eduardo Campos, de que o Brasil seja um país que unindo as pessoas, possamos governar com os melhores“, diz Marina.

“Educação será fundamental para crescimento”, afirma Dilma

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Dilma Lembra Lula e fala do Pronatec. Foto: REUTERS/Paulo

A educação vai ter um papel essencial no novo projeto de crescimento. Queremos fazer isso com mais segurança, mais saúde e com uma infraestrutura de transportes mais adequada. Mas a educação é fundamental. Vamos crescer o Pronatec, que é um grande programa dessa área“, disse Dilma.

“Não há espaços para aventuras na economia”, diz Aécio

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Aécio já prometeu nomear ministro. Foto: REUTERS/Paulo

Para que possamos crescer é preciso ter uma política econômica diferente dessa que tem inflação alta e crescimento baixo. Não há espaços para aventuras. Se eleito, vou nomear Arminio Fraga para o ministério da Fazenda, que nos ajudará a construir um ciclo de desenvolvimento sustentável no Brasil“, disse Aécio.

Jaguaquara: Lealdade retorna à cena política e diz que embate com o grupo do prefeito Giuliano será em breve

/ Política

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Ricardo reafirma apoio a Rui, mas diz não subir em palanque

O empresário Ricardo Leal – Lealdade (PT), se manteve nos últimos meses arredio do cenário político jaguaquarense, desde as eleições municipais de 2012, quando perdeu a disputa pelo cargo de prefeito, para Giuliano Martinelli (PP), em uma das eleições mais emblemáticas da história do município, com pouco mais de 600 votos. De lá para cá, fez apenas duas aparições públicas. Uma delas quando foi à Câmara de Vereadores, no ano passado, para receber o título de Cidadão. Nesta terça-feira (26), Lealdade acompanhado dos vereadores Nildo Pirôpo e Adailson Mancha (PT) foi entrevistado na Rádio Povo AM, tendo justificado que se manteve fora do processo político por estar cuidando de seus negócios particulares e se dedicando à família.

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Lealdade entrevistado por: Dilson Pirôpo, Sílvio e José Carlos

Inelegibilidade – Perguntado por um dos entrevistadores da Povo sobre o processo eleitoral que o teria deixado inelegível, após julgamento de ação movida pela coligação do prefeito Giuliano nas últimas eleições, disse que apresentou recurso de defesa, admitindo que o nome de sua esposa, professora Vanusa Leal, filiada ao PSB, vem sendo cogitado nos meios políticos, como um dos nomes disponíveis para disputar a Prefeitura local em 2016 e deixando transparecer que a esposa, poderá aceitar o desafio e partir para a disputa.

Giuliano x Raimundo – Sobre a ruptura política do prefeito Giuliano com o vice Raimundo Louzado (PSD), Lealdade foi enfático: ”Todos sabiam que esse era um namoro com data marcada para terminar. O que a gente mantém com Raimundo é uma relação de muito respeito e admiração. Eu, particularmente, gosto muito de Raimundo, quero desejar a ele boa sorte, que Deus o ajude e que não nos abandone. No momento, é Raimundo de um lado, defendo uma bandeira e nós defendendo outra”.

Apoios – Lealdade revelou que em 2010 quando votou com Marcelo Nilo e Rui Costa, foi pensando em ser eleito prefeito e trazer para Jaguaquara, através de projetos já elaborados, grandes obras, mas sem a Prefeitura não teria como seus deputados trazerem esses benefícios. Disse que se sente satisfeito, por ver hoje Rui Costa como nome expressivo e com boas qualidades para governar a Bahia. ”Minha amizade com Rui é de respeito. Ele é preparado para ser governador da Bahia. Rui é um bom pai, um bom amigo, um político que se preparou para ser governador  será o melhor governador da história da Bahia.  E que bom, que hoje ele tem até o apoio do outro grupo, que outrora estava do lado de lá”. Lealdade disse que vê com bons olhos a adesão de Leão, que representa o grupo de seus opositores em Jaguaquara, ao lado de Rui Costa.

Retrocesso – Explicou que jamais votaria com Paulo Souto, por considerar um retrocesso para a Bahia e que os avanços no governo Wagner em todo o Estado foram monstruosos e que se Rui Costa vencer as eleições quem vai ganhar é Jaguaquara.

Futuro – ”Em breve, nós vamos ter um embate com o grupo que está aí. Agora é apenas uma questão de eleição estadual, mas nós vamos para o embate com o grupo e esse embate vai começar logo daqui a um ano e pouco”, profetizou o petista. Quando perguntado se estaria em um mesmo palanque ao lado do prefeito Giuliano e do ex-prefeito Ademir que também apoiam Rui Costa, Lealdade explicou.”Óleo diesel e água não se misturam. Tenho muito respeito por Ademir, mas meus amigos continuam os mesmos, e os meus adversários idem. Eu jamais estarei em um palanque ao lado do prefeito, desse grupo que aí está. Vou estar pedindo voto embaixo do palanque. Nós não estamos juntos, quero deixar claro que ninguém tá junto não”.

Análise – Ao ser pedido que fizesse uma análise sobre a administração de Giuliano, Lealdade se esquivou em comentar, dizendo que, seu desejo, ”é que ele faça o trabalho dele e nós faremos o nosso”. Afirmou ainda que mesmo afastado se mantém informado de tudo o que acontece nos meios políticos e insistiu em afirmar que em breve vai ter um embate com Giuliano, concluindo com a afirmação de que votará mais uma vez com Marcelo Nilo (PDT) para estadual e decidiu pelo apoio a Benito Gama (PTB) para federal, por indicação de Jaques Wagner e Rui Costa.

Por: Marcos Frahm

Pesquisa Ibope: Dilma tem 34% dos votos, Marina tem 29% e dispara na frente de Aécio, que fica com 19%

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Marina venceria Dilma no segundo turno. Foto: Reprodução

A ex-ministra Marina Silva (PSB) tem 29% das intenções de voto, segundo nova pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26/8). No novo cenário, ela fica a cinco pontos porcentuais atrás da presidente Dilma Rousseff (PT), com 34%. O mineiro Aécio Neves (PSDB) aparece em terceiro lugar, com 19%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais. Num duelo entre Marina e Dilma no segundo, a candidata do PSB ganharia com 45% dos votos, contra 36% da petista. Já caso a presidente enfrentasse o tucano, ela seria reeleita com 41% dos votos, conta 35% do adversário. O Pastor Everaldo (PSC) está com 1% das intenções de voto, assim como Luciana Genro (PSol). O restante dos candidatos também somaram 1%. Enquanto isso, 8% dos eleitores se mostraram indecisos, enquanto 7% declararam pretender anular ou votar em branco. Foram ouvidos 2.506 eleitores entre 23 e 25 de agosto.

“O General e a Petrobras”

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Na primeira semana de abril de 1964, um magote de militares fardados e estrelados chegou ao edifício Ultramarino, no Rio, ao lado da Basílica da Candelária, esquina das avenidas Rio Branco com Getulio Vargas, então sede da Petrobrás (hoje é na Avenida Chile). Era o general Olimpio Mourão Filho e sua trupe que vinham militarmente ocupar a Petrobras, em nome do “Comando da Revolução”. Derrubado o presidente João Goulart no dia 31 de março, o marechal Osvino Ferreira Alves e sua diretoria tinham sido afastados da empresa por ordem das forças golpistas vitoriosas e o advogado Roberto Toledo ficara provisoriamente como administrador-geral. Era uma situação caótica. Prisões e cassações se multiplicavam nas diversas unidades da empresa em diferentes Estados. No Rio, na administração central, importantes servidores de nível gerencial eram afastados pelos dedos-duros de plantão. Chegando de Juiz de Fora na madrugada de 1 de abril, o general Mourão imaginou que ia assumir o ministério da Guerra. Mas, lá chegando, já encontrou o general Costa e Silva sentado na cadeira, mãos para o alto: – Mourão, sou o mais velho. O chefe sou eu. Vá para a Petrobrás. MOURÃO Mourão foi. Nesse cenário surrealista, o bravo Doutor Toledo recebe o pelotão do general Mourão. Arthur da Costa e Silva, ministro da Guerra (era essa designação à época) ordenara que o general Mourão deveria ser empossado novo presidente da Petrobras. Era “uma ordem revolucionária”. Experiente e conhecedor da legislação interna da empresa, o advogado Toledo comunica ao general que a posse não poderia se efetivar naquele instante. Seria necessária a convocação, por edital, da Assembleia Geral para que o processo de posse se tornasse legal. O general Mourão Filho acatou o argumento e voltou com sua turma para esperar a publicação que lhe daria a Petrobrás e a legitimidade no cargo. Não ganhou nem uma nem outra. Cada general mordia seu pedaço de poder. Nomeado e empossado presidente da Republica o solerte, ambicioso e esperto general Humberto Castelo Branco, um de seus primeiros atos foi vetar o nome de Mourão para a Petrobrás e escolher o respeitado marechal Ademar de Queiroz para a direção da estatal. No que acertou. Sua administração foi um marco positivo e consolidador da autonomia gerencial, imprimindo um forte sentido nacionalista. Enfrentou e derrotou a tese do ministro Roberto Campos, do Planejamento, que desejava dividir a Petrobrás em várias unidades autônomas. TOLEDO O advogado Roberto Toledo foi por décadas a memória viva da história do petróleo brasileiro. Aposentou-se próximo dos 80 anos. Foi assessor jurídico de todos os presidentes da Petrobrás ao longo dos anos 50, 60, 70, 80 e 90. Uma longevidade alicerçada na competência jurídica e conhecimento técnico e histórico da estrutura organizacional da empresa. Um exemplo de servidor público e republicano. O brilhante professor e economista Helio Duque, também ele patrimônio da Petrobrás, três vezes deputado pelo MDB e PMDB do Paraná, relembra a historia e não perde a esperança no futuro da empresa. GRAÇA No Senado, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, passou por um constrangimento ao dizer que seu marido ‘não tem negócios” com a Petrobrás e ser desmentida pelo senador Mario Couto, do PSDB do Pará, que lhe mostrou uma “Folha de S. Paulo” de 2010, quando a empresa C. Foster, de Colin Vaughan Foster, tinha “20 dispensas de licitação para fornecer componentes eletrônicos”. E “desta vez ela silenciou” (Folha”). Não precisava ter silenciado, se conhecesse as “Confissões” do incomparável Santo Agostinho. Bispo de Hipona (hoje Annaba, na Argélia), ele fugia a um cerco policial quando o barco em que estava como único passageiro foi interceptado. Perguntaram-lhe: – O bispo Agostinho passou por aqui? – Não. Liberado, o barqueiro estava escandalizado : – Senhor bispo, o senhor, que é um santo, mentiu. – Não menti. Ele me perguntou se eu “havia passado”. Eu disse que não. “Estava passando”.É diferente. Não menti. Fiz uma “restrição mental”. Dona Graça, como Santo Agostinho, seu marido “não tem” mesmo contratos com a Petrobrás. “Teve”. É diferente. Na próxima, dona Graça, quando for falar à CPI, leia Santo Agostinho. Quem vai ficar constrangido e calado é o Mario Couto. O PRIMO – Sabem por que o PT se lambuzou tanto com o doleiro Youssef ? – Pensaram que ele é primo da Dilma Rousseff.

Por Sebastião Nery

Aliança frágil afeta Marina

/ Política

Christina-Lemos

A aliança que uniu o PSB a Marina Silva ameaça não sobreviver à morte de Eduardo Campos. O primeiro movimento formal da campanha, o simples anúncio da candidata, foi marcado por uma disputa surda entre Rede e PSB, que afetou o núcleo da campanha e espraiou-se pelos partidos nanicos que integram a coligação.

O grupamento político sofre de um mal peculiar: quem tem poder não manda e quem manda não tem poder. Explico: Marina, que tem o poder real, já que são dela os votos que alçaram a chapa ao posto de segunda colocada, está de carona num partido que não é seu e no qual ingressou por mera conveniência política. O PSB, que tem o poder institucional e abriga Marina quase como hóspede ilustre, até que ela consiga criar a Rede Sustentabilidade, nem de longe tem o poder de fogo eleitoral da ex-ministra.
A situação deixa o PSB nas mãos de Marina, que instalou no núcleo da campanha pessoas de sua estrita confiança: Basileu Margarido e Walter Feldmann. Ofendido com o movimento da candidata, Carlos Siqueira – comandante da campanha, escolhido a dedo por Eduardo Campos, explicitou as arestas que todos tentavam esconder. “Ela que vá mandar na sua Rede” – esbravejou, ao sair da sede do PSB em Brasília, depois de romper com a campanha.

Siqueira deixou Brasília disposto a se queixar à viúva Renata Campos – a esta altura, eminência inatacável do PSB. O comando do partido manobra para controlar o provável estrago que ele fará no meio político pernambucano. O ex-coordenador da campanha segue membro da Executiva do partido. No posto de primeiro-secretário, estará apto a participar de todas as decisões partidárias, inclusive as que envolvem a campanha – tornando-se a partir de agora um problema para Marina Silva e Roberto Amaral, presidente da legenda.

Christina Lemos é jornalista

Prefeito Zé Cocá é candidato à presidência do Marcovale

/ Política

CocaBlogMarcosFrahm

Prefeito de Lafaiete segue firme na carreira política. Foto: BMF

O prefeito de Lafaiete Coutinho, Zenildo Brandão – Zé Cocá (PP), continua somando grandes conquistas e galgando novos voos em sua carreira política. Reeleito como candidato único a Prefeitura de Lafaiete, nas eleições municipais de 2012, depois de ter tido aprovação de mais de 90% da população quando a sua primeira administração, Cocá foi escolhido Segundo Secretário da União dos Municípios da Bahia – UPB, entidade presidida pela prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), com quem têm mantido bom relacionamento e agora pavimenta caminho para chegar à presidência da Associação dos Municípios do Vale do Jiquiriçá – Mercovale, que tem como atual presidente o prefeito de Maracás, Paulo dos Anjos (PT). Paulo em contato com o ‘’Blog Marcos Frahm’’, destacou que o surgimento de Zé Cocá como candidato a presidente da entidade, que representa 24 municípios do território Vale do Jiquiriçá ocorreu durante a última reunião de prefeitos, na sexta-feira (22), na cidade de Santa Inês e que o nome do gestor de Lafaiete já é praticamente consenso dentro do consórcio. ‘’Nós já marcamos a eleição da nova presidência para o próximo dia 31, mas o novo líder assume em janeiro de 2015.  O nome de Zé Cocá foi apresentado na reunião em Santa Inês, pelo prefeito Zé Afrânio e pela prefeita de Itaquara, Iracema. Eu, particularmente, entendo que é um bom nome, e outros colegas prefeitos já estão se manifestando para que possamos eleger Cocá presidente’’, afirmou Paulo. O processo de eleição vai acontecer em Camaçari, durante encontro de gestores com o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Em Jequié, cidade vizinha a Lafaiete Coutinho, o nome de Cocá é também cotado para uma possível candidatura a  prefeito da Cidade Sol, sua terra natal.