Em nota, ACM Neto admite encontro com delator da Odebrecht e nega ter recebido caixa 2

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Neto confirma encontro com André Vital. Foto: A Tarde

O prefeito ACM Neto divulgou nota na qual ele confirma um encontro com André Vital, diretor do Grupo Odebrecht na Bahia que delatou um pagamento de R$ 1,8 milhões via caixa 2 para a campanha eleitoral de 2012 do atual prefeito de Salvador. ACM Neto, no entanto, afirma que o pagamento foi registrado na Justiça Federal e assegura que suas contas de campanha não apresentam irregularidades. ”Estive com o senhor André Vital, diretor do Grupo Odebrecht na Bahia, que me informou que a empresa estaria disposta a colaborar com a nossa campanha a prefeito de  Salvador em 2012. Indiquei um colaborador da nossa campanha  para tratar do assunto. Eles se encontraram e ficou acertado que a Odebrecht faria doação para a nossa campanha através do nosso partido, o Democratas”, diz o comunicado do prefeito, conforme publicação do site Bahia Notícias. Uma petição sobre o caso foi encaminhada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) à Justiça Federal na Bahia e à Procuradoria da República na Bahia. Cabe a esta última decidir se pede abertura de inquérito contra o prefeito. ”Não houve doação de caixa 2 para a nossa campanha. Estou  tranquilo e pronto para prestar todos os esclarecimentos que forem necessários neste caso”, assegurou ACM Neto no comunicado.

Dilma se pronuncia por meio de nota e diz que Odebrecht ”faltou com a verdade”

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Dilma fala sobre delações da Odebrecht. Foto: Roberto Stuckert

A ex-presidente Dilma Rousseff enviou uma nota à imprensa para se defender das acusações feitas nas delações da Odebrecht para a força-tarefa da Operação Lava Jato. Nesta quinta-feira (13), a petista disse que Marcelo Odebrecht ”faltou com a verdade” ao dizer que ela tinha conhecimento dos pagamentos ilícitos. ”É mentira que Dilma Rousseff tivesse conhecimento de quaisquer situações ilegais que pudessem envolver a Odebrecht e seus dirigentes, além dos integrantes do próprio governo ou mesmo daqueles que atuaram na campanha da reeleição. Ele não consegue demonstrar tais insinuações em seu depoimento. E por um simples motivo: isso nunca ocorreu. Ou seja: o senhor Marcelo Odebrecht faltou com a verdade”, diz um trecho da nota encaminhada pela assessoria de Dilma. Segundo o texto, a ex-presidente nunca teve relação de amizade ou proximidade com Odebrecht e ”muitas vezes” pedidos da empresa não foram atendidos por decisão do governo, em respeito ao interesse público. De acordo com a Folha, a nota é encerrada com a presidente dizendo que ”insinuações ou mentiras” não esconderão ou distorcerão os fatos. ”A verdade vai triunfar, apesar dos ataques”, conclui.

Lula comenta delações da Odebrecht: ”No dia que provar algo, eu paro com a política”

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Lula comenta delações da Odebrecht. Foto: Instituto Lula

Ex-presidente do Brasil e candidato nas eleições de 2018, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi entrevistado por Mário Kertész, na Rádio Metrópole, de Salvador, na manhã desta quinta-feira (13), e comentou a delação do empresário Marcelo Odebrecht. Cobrando a apresentação de provas concretas, o petista disse estar ”tranquilo”. ”Com cada depoimento eu fico abismado. Eu vou prestar um depoimento no dia 3 de maio e vou responder com tranquilidade. A delação de Marcelo Odebrecht foi um absurdo. Ele deve estar comendo o pão que o diabo amassou”, afirmou. ”Deve tá criando condições para sair da cadeia. É inverossímil. Não vou rir, nem chorar. Vou estudar com advogados, a delação tem que ser provada. A pessoa tem que provar!”, acrescentou. O ex-presidente voltou a desafiar empresários. ”Qualquer empresário que disser que o Lula pediu R$ 10 a ele. Eu sei o que está em jogo. Vou me preparar para o meu depoimento. Vou continuar fazendo política. O dia que alguém provar um erro meu, eu paro com a política. Isso me fortalece porque as acusações são muito descabidas. Eu vi um cidadão dizer que a Odebrecth dava R$ 5 mil para meu irmão. Se a Odebrecht dava para o irmão, é problema da Odebrecht, o que eu tenho a ver com isso? Me acusaram de ter um apartamento que não é meu. Eu sou acusado de uma reforma de uma sítio em Atibaia que não é meu, eles inventaram uma mentira e não sabem como sair dela. A Globo disse que o apartamento era meu e agora eles não tem como dizer que não é”, finalizou.

Delator da Odebrecht afirma que repassou R$ 1,8 mi para campanha de ACM Neto via caixa 2

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ACM aparecem delações da Odebrecht. Foto: Valter Pontes

Entre os citados nas delações premiadas da Odebrecht, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) é acusado de receber R$ 1,8 milhão por meio de caixa dois. A declaração foi feita pelo executivo da empreiteira, André Vital Pessoa de Melo, que informou ter entregado a quantia a Lucas Cardoso, no escritório da Odebrecht, em Salvador. ”Eu comuniquei ao candidato que nos estávamos na fase de planejamento de campanha e, assim que tivesse o valor aprovado, voltaria com a informação para ele. Na oportunidade, eu me recordo que ele me apresentou Lucas Cardoso como o responsável pelo recebimento dos pagamentos à campanha dele em 2012”, delatou. As propostas elaboradas por Melo eram aprovadas ou rejeitadas por Benedicto Júnior, seu superior hierárquico na Odebrecht.  Aos investigadores, Melo revelou que teria sido procurado pelo próprio ACM Neto no primeiro trimestre daquele ano quando o democrata afirmou que iria se lançar candidato e que contava com o apoio da empresa na sua campanha. ”Comuniquei a Lucas que o valor aprovado pela companhia tinha sido R$ 2,2 milhões e que parte desse valor seria pago via caixa dois. Eu me recordo que R$ 400 mil foram doados via bônus eleitoral pela construtora e o saldo de R$ 1,8 milhões foram operacionalizados pela equipe de Humberto Silva via caixa dois”, contou à Força Tarefa da Lava Jato. O delator explicou que esse valor foi repassado em quatro ”pranchas” – uma de R$ 600 mil, duas de R$ 500 mil e uma de R$ 200 mil. De acordo com ele, o registro dessas transações também foi passado aos investigadores. Entretanto, Melo afirma que o então candidato à prefeitura de Salvador não ofereceu nenhuma contrapartida pela doação, o que também não foi pleiteado pela empresa. No depoimento, Melo contou também que recebeu pedidos de doação de Nelson Pelegrino, que era candidato pelo PT, de Mário Kertész, candidato pelo PMDB, e ainda de outros cinco vereadores não nomeados na delação.? *Bahia Notícias

Na lista de Fachin, Leur e Nilo negam irregularidades e garantem que recursos foram declarados

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Leur Lomanto Júnior está na lista de Fachin. Foto: Reprodução

Os deputados estaduais Marcelo Nilo (PSL) e Leur Lomanto Júnior (PMDB) negaram, nesta quarta-feira (12) as denúncias feitas no âmbito das delações de executivos da Odebrecht. Na lista de inquéritos distribuídos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin a instâncias inferiores, foi apontado o suposto recebimento de ”vantagens não contabilizadas” durante a campanha de 2014. O caso agora será analisado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Em entrevista ao site Bahia Notícias, Nilo, que é ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), diz que recebeu os R$ 300 mil durante a campanha de forma oficial, sendo R$ 100 mil da Brasken e o restante da Impex, outra empresa do grupo Odebrecht. O valor constou na prestação de contas aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). ”No dia 3 de setembro de 2014 eu recebi R$ 20 mil da Brasken. No dia 4 de setembro, via PDT, eu recebi R$ 80 mil. E no dia 2 de outubro eu recebi R$ 200 mil LF Comercial Impex. Portanto eu recebi os R$ 300 mil oficialmente, estão contabilizadas na minha conta”, detalhou. Já o líder da oposição na AL-BA garantiu, em nota distribuída à imprensa, que não houve irregularidade na campanha. Leur defende que ”a citação ao seu nome na lista do ministro do STF, Luiz Fachin se deve a uma doação oficial de campanha, conforme recibos nos números: 150150700000BA000039 ; 0150150700000000BA040; 150150700000BA000045, questão esclarecida na própria delação do membro da Odebrecht”. “Os valores doados foram apresentados na prestação de contas eleitorais, devidamente aprovada pelo TRE. O deputado espera celeridade e tem confiança que a questão será arquivada”, conclui a assessoria do peemedebista, Leur Lomanto Júnior.

Inquérito contra Lúcio trata de lobby para aprovação de MP e recebimento de R$ 1 milhão

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Lúcio Vieira Lima está na lista de Fachin. Foto: Agência Câmara

A abertura de inquérito autorizada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), batizado com o apelido de Bitelo, versa sobre a atuação do Grupo Odebrecht para a conversão de medidas provisórias (MPs) em lei no Congresso Nacional e inclui os senadores peemedebistas Romero Jucá, Eunício Oliveira e Renan Calheiros e o também deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nas delações de Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, Carlos José Fadigas de Souza, Cláudio Melo Filho, Emílio Alves Odebrecht, José de Carvalho Filho e Marcelo Odebrecht, o parlamentar baiano teria embolsado R$ 1 milhão para auxiliar na aprovação de MPs. ”São relatados pagamentos de R$ 7 milhões, sendo R$ 4 milhões destinados aos senadores da República Romero Jucá e Renan Calheiros, atuando o primeiro em nome do segundo, R$ 2 milhões destinados ao senador da República Eunício Oliveira, R$ 1 milhão ao deputado federal Lúcio Vieira Lima e R$ 100 mil ao deputado federal Rodrigo Maia. Todos esses repasses teriam sido implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas do grupo Odebrecht, sendo os beneficiários identificados no sistema ”Drousys” como ”Caju” (Romero Jucá), ”Índio” (Eunício Oliveira), ”Bitelo” (Lúcio Vieira Lima) e ”Botafogo” (Rodrigo Maia)”, escreve Fachin. De acordo com o despacho do ministro do STF, a autoridade policial tem 30 dias para cumprir diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal sobre o caso. Com informações do Bahia Notícias

Leão recebeu vantagem indevida na campanha de 2010, dizem delatores da Odebrecht

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Delatores afirmam pagamento a Leão. Foto: Blog Marcos Frahm

Os ex-executivos da Odebrecht, José de Carvalho Filho e Luiz Eduardo da Rocha Soares, delataram o vice-governador da Bahia, João Leão (PP). Eles afirmaram ao Ministério Público Federal (MPF) que Leão recebeu ”pagamento de vantagem indevida a pretexto de contribuição da campanha eleitoral de João Felipe de Souza Leão à Câmara dos Deputados, ano de 2010”. Os detalhes estão na petição encaminhada pelo ministro da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, à Justiça Federal da Bahia. O pedido de inquérito ficará com a Procuradoria da República no estado. Além do repasse na campanha de 2010, os delatores afirmam que, em 2007, Leão ”figurou como Relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ocasião em que ofereceu favorecimento ao grupo Odebrecht”. De acordo com o despacho de Fachin, o MPF citou a ”existência de planilha que indica a efetiva realização de pagamentos em favor de João Leão, inclusive com indicação de vinculação à Usina Eldorado”. As informações são do Bocão News

Ex-ministro Geddel Vieira levou propina em obra de irrigação no Piauí, dizem delatores

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Geddel Vieira volta a ser alvo da Odebrecht. Foto: Divulgação

Os ex-deputados Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves receberam propina da Odebrecht por causa de um projeto de irrigação no Piauí chamado Tabuleiros Litorâneos, segundo quatro delatores da Odebrecht. Trechos dos depoimentos dos delatores foram liberados pelo ministro Edson Fachin, no Supremo, na noite desta terça (11). O projeto de irrigação, no valor de R$ 120 milhões, foi vencido em 2008 por um consórcio formado pela Odebrecht e Queiroz Galvão. Geddel teria recebido R$ 210 mil, e Eduardo Alves, R$ 112 mil. Os delatores dizem ter e-mails comprovando as negociações com os deputados. Geddel foi ministro da Integração Nacional no governo Lula quando houve a licitação da obra. Já Henrique Eduardo Alves foi presidente da Câmara entre 2013 e 2015. A decisão do Supremo, que encaminha o caso para a Justiça do Piauí, não explica por que os ex-deputados teriam recebido suborno da empreiteira. Os depoimentos dos delatores fala que houve acerto entre as empresas que disputaram a obra.

Lista de Fachin trás ACM Neto e Jaques Wagner, citados em delações da Odebrecht

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ACM Neto e Wagner citados em delações. Foto: Carol Garcia

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), e o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), atualmente secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, tiveram pedidos de investigação encaminhados a outros tribunais pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, segundo lista publicada na noite desta terça-feira (11) pela própria Corte. Os dois foram citados no material que compõe a delação de executivos e ex-executivos da Odebrecht. O caso do gestor da capital baiana foi encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Wagner, por sua vez, será investigado em duas frentes: na Justiça Federal da Bahia e na Justiça Federal do Paraná, junto com o ex-presidente Lula. Entre os peticionados ainda estão o ex-ministro da Secretaria Geral de Governo da Presidência da República, Geddel Vieira Lima (PMDB), o vice-governador da Bahia João Leão (PP), o ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PSL) e mais  4 vereadores da capital, dois deputados estaduais e outros políticos.

Deputado Antônio Brito e o pai, Edvaldo Brito, também estão na lista do ministro Edson Fachin

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Antônio Brito está na lista de Fachin. Foto: Agência Câmara

O deputado federal Antônio Brito, está entre os parlamentares baianos do PSD, além do seu pai, o vereador de Salvador Edvaldo Brito que constam na lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a abertura de inquérito contra 12 políticos baianos. O grupo faz parte do total de 108 alvos dos 83 inquéritos que a PGR encaminhou ao STF, com base nas delações de 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht, todos com foro privilegiado no STF.

Lista de Fachin: Cacá Leão teria recebido R$ 30 mil em caixa 2, aponta depoimento

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Cacá está na lista de Fachin. Foto: Reprodução/Facebook
O depoimento que colocou o deputado federal Cacá Leão (PP) na lista de Fachin, no Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que o parlamentar recebeu, em 2014, R$ 50 mil da Odebrecht. Deste, R$ 30 mil através do setor de propinas da empresa – o Setor de Operações Estruturadas. O restante do dinheiro, R$ 20 mil, foi repassado oficialmente ao PP. As declarações que colocaram o pepista na mira do STF partiram de José de Carvalho Filho, ex-executivo da empreiteira baiana. Em entrevista ao site Bocão News, o parlamentar afirmou não estar preocupado com as investigações. ”Não estou preocupado, pois não tenho nenhuma relação com ninguém da Odebrecht. Recebi o dinheiro para campanha e declarei tudo à Justiça Eleitoral. Jamais foi procurado antes ou depois da eleição por eles para prestar qualquer serviço”.

Lista de Fachin: Relator da Previdência, Arthur Maia teria recebido R$ 200 mil em Caixa 2

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Maia está na lista de Fachin. Foto: Reprodução/Facebook
O deputado federal Arthur Maia (PPS), relator da polêmica reforma da Previdência, aparece na lista de  inquéritos autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, no âmbito da Operação Lava Jato. O baiano Arthur Maia teria recebido R$ 200 em caixa 2 para a campanha de 2010. Segundo o inquérito no Supremo Tribunal Federal, Maia foi beneficiária de propina da Odebrecht por meio do Setor de Operação Estruturada. Ele foi identificado no sistema como Tuca.

Na lista de Fachin, Aleluia e Cacá Leão se dizem tranquilos com investigação na Lava Jato

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Aleluia está na lista de Edson Fachin. Foto: Geraldo Magela

Alvos de inquéritos autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, no âmbito da Operação Lava Jato, os deputados federais José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Cacá Leão (PP-BA) consideraram as decisões como normais. Em entrevista ao site Bahia Notícias, o democrata afirmou ter ”certeza” de que o inquérito será arquivado. ”É natural [estar na lista de Fachin]. O Ministério Público pediu quem ele gostaria de investigar. E, como é normal nesses casos, ele autorizou todo mundo. Estou com absoluta tranquilidade. E será arquivado, tenho absoluta certeza”, confiou. Ele ainda elogiou o fato de o ministro ter levantado o sigilo das delações da Odebrecht. ”A melhor coisa que ele fez foi liberar tudo. É melhor do que ficar vazando aos poucos”, afirmou. Já Cacá Leão disse ter recebido a notícia com ”surpresa”, mas assegurou apoiar as investigações. ”Recebi a notícia com surpresa, mas, ao mesmo tempo, com tranquilidade. Nunca tive relação com ninguém da Odebrecht. Tenho muita certeza de que a informação não procede. Sou a favor das investigações e, caso haja alguma denúncia, vou poder apresentar minha defesa”, frisou.

Lista de Edson Fachin conta com políticos 12 baianos; veja nomes de investigados, do DEM ao PT

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Ministro Edson Fachin manda investigar baianos. Foto: STF

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra 12 baianos. A lista é composta pelos deputados federais João Carlos Bacelar (PR), José Carlos Aleluia (DEM), Daniel Almeida (PCdoB), Mário Negromonte Jr (PP), Nelson Pellegrino (PT), Jutahy Júnior (PSDB), Arthur Maia (PPS), Cacá Leão (PP), Lúcio Vieira Lima (PMDB), Antônio Brito (PSD), o vereador Edvaldo Brito (PSD) e a senadora Lídice da Mata (PSB). O grupo faz parte do total de 108 alvos dos 83 inquéritos que a PGR encaminhou ao STF, com base nas delações de 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht, todos com foro privilegiado no STF.