Após explosão, governo do Líbano contabiliza 2,7 mil feridos e mais de 70 mortos

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Uma explosão de grandes proporções aconteceu nesta terça-feira (4) em Beirute, capital do Líbano. Imagens do momento mostram uma enorme nuvem em forma de cogumelo, seguido de uma gigantesca explosão. De acordo com o G1, o governo libanês contabiliza ao mais de 70 mortos após a explosão. Em entrevista a uma rede de televisão, o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hasan, disse que há pelo menos 2,7 mil feridos.

O presidente Michel Aoun disse que a capital deve declarar estado de emergência para as próximas duas semanas. Ele ainda afirmou, segundo o G1, ser inaceitável que 2.750 toneladas de nitrato de amônio fossem armazenadas em um depósito por seis anos.

Ainda segundo o site, a explosão no porto causou destruição em larga escala e quebrou o vidro de janelas a quilômetros de distância. Alguns barcos que navegavam próximos à costa do Líbano chegaram a ser balançados pela força da explosão.

O chefe de segurança interna do país,  Abbas Ibrahim, afirmou em entrevista a uma rede de televisão que a explosão ocorreu em uma área que armazena materiais altamente explosivos [por exemplo, nitrato de amônio, que não é explosivo em si].

O primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, declarou em um pronunciamento que o país enfrenta uma catástrofe e que Beirute está de luto. Ele disse também que o governo irá investigar “este armazém perigoso” que funcionava no porto da capital desde 2014.

 

 

Sem distanciamento, norte-americanos devem usar máscara, diz presidente Donald Trump

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Presidente Donald Trump. Foto: Shealah Craighead/Casa Branca

Em uma mudança de falas sobre o uso de máscaras, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encorajou nesta terça-feira (21) os norte-americanos a usarem o protetor facial se não puderem manter distância social das pessoas ao seu redor, numa tentativa de conter a disseminação do novo coronavírus.

No primeiro briefing focado na pandemia em meses, Trump disse a repórteres, na Casa Branca, que a situação do vírus provavelmente vai piorar antes de melhorar.

O presidente tem relutado em usar máscara em público.

Casos

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou, na terça, que há 3.819.139 casos do novo coronavírus, com um aumento de 57.777 em relação à contagem anterior. O número de mortes aumentou em 473, para 140.630.

A contagem de casos de Covid-19 é feita com base em dados levantados até a tarde do dia anterior. Os números do CDC não refletem necessariamente casos relatados por estados individualmente. Com informações da Agência Brasil

Covid-19: pela primeira vez desde i início da pandemia, mundo tem 1 milhão de casos em 100 horas

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As infecções globais pelo novo coronavírus passam de 14 milhões, segundo contagem da agência de notícias Reuters, marcando a primeira vez em que houve um aumento de 1 milhão de casos em cerca de 100 horas.

O primeiro caso foi relatado na China no início de janeiro e levou três meses para atingir 1 milhão de casos. Agora, foram necessários apenas quatro dias para subir de 13 milhões, no dia 13 de julho, para 14 milhões de casos na noite desta sexta-feira (17).

Os Estados Unidos, com mais de 3,6 milhões de casos confirmados, ainda estão tendo enormes saltos diários em sua primeira onda de infecções por covid-19.

Os EUA registraram um recorde global diário de mais de 77 mil novas infecções na quinta-feira (16), enquanto a Suécia teve 77.281 casos no total desde o início da pandemia.

Máscaras
Apesar do aumento de ocorrências, cresce uma divisão cultural no país devido ao uso de máscaras para conter a propagação do vírus, uma precaução adotada rotineiramente em muitos outros países.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e seus seguidores têm resistido a um endosso total das máscaras e defendem o retorno à atividade econômica normal e à reabertura de escolas, em meio à elevação de casos.

Outros países duramente atingidos “achataram a curva” e estão flexibilizando os isolamentos, enquanto em outras partes, como as cidades de Barcelona e Melbourne, estão implementando uma segunda rodada de restrições.

O total de casos em todo o mundo é aproximadamente o triplo do número de doenças graves por influenza registrado anualmente, de acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS. A pandemia já matou mais de 590 mil pessoas em quase sete meses. No Brasil, mais de 2 milhões de pessoas testaram positivo e mais de 77 mil pessoas morreram.

Até 132 milhões de pessoas podem passar fome no mundo após pandemia, diz relatório

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A recessão causada pelo novo coronavírus pode levar de 83 a 132 milhões de pessoas à fome nos próximos anos em todo o mundo. A condição dependerá do tamanho da queda da economia e da demora na recuperação.

A informação consta no relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), nesta segunda-feira (13). De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o documento considera que a pandemia causou problemas como perda de renda, aumento no preço dos alimentos e interrupção das cadeias de suprimentos.

No ano passado, a fome afetou quase 690 milhões de pessoas, cerca de 8,9% da população mundial. Foram 10 milhões de pessoas a mais que em 2018 e acréscimo de 60 milhões de pessoas em relação a 2014.

”Se a tendência continuar, estimamos que até 2030 esse número excederá 840 milhões de pessoas. Isso significa claramente que o objetivo [de erradicar a fome até 2030, estabelecido pela ONU em 2015] não está no caminho certo”, avaliou Thibault Meilland, analista de políticas da FAO, braço da ONU sobre alimentação e agricultura.

Surto do novo coronavírus nas Américas está longe de acabar, dizem cientistas

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O vírus segue infectando na América Latina. Foto: Presidência da Bolívia

Enquanto em vários países europeus os gráficos que acompanham a evolução da pandemia de Covid-19 demonstram um controle da doença, ao menos temporário, na América Latina, um estudo do Observatório Fluminense Covid-19 aponta que o momento é de aumento do número de casos e mortes ou uma estabilização em patamares muito elevados no continente.

Dos 15 países da América Latina analisados pelo projeto (não entram no monitoramento do grupo El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras e Nicarágua), o gráfico chamado de semáforo indica que apenas Cuba e Uruguai estão no indicador verde, que significa que o país está ”vencendo” a epidemia quanto ao número de casos registrados por semana. Na métrica por número de mortes por semana, o Paraguai também entra no verde.

Estão na cor amarela, que indica ”quase lá” no enfrentamento à pandemia, Chile, Equador e Paraguai para novos casos por semana e apenas o Equador para o número de mortes. Todos os outros estão no vermelho para as duas medidas, ou seja, ”precisam agir” para controlar a disseminação do novo coronavírus.

Curva epidemiológica

O Observatório Fluminense Covid-19 é formado por cientistas e estudantes de sete instituições de ensino e pesquisa, entre elas a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

Integrante do projeto, o professor Americo Cunha, do Instituto de Matemática e Estatística da Uerj, destaca que o gráfico indica uma tendência da pandemia e a cor muda de acordo com o desenho formado pela curva epidemiológica.

”A gente classifica a situação em vermelho, amarelo ou verde de acordo com a forma do gráfico. Quando a epidemia passa, a curva segue um esquema: ela sobe, passa por um platô e depois desce. Não é igual para todos os países, pode ser mais inclinado para esquerda ou para direita, a subida mais lenta ou mais rápida. Se você olhar a curva de Cuba, por exemplo, ela já tem esse formato fechado. Equador está em amarelo porque subiu, desceu, subiu e está estacionado num patamar ainda relativamente alto”.

O número de casos por milhão de habitantes varia muito na região, indo de 212 em Cuba e na faixa de 280 no Uruguai e na Venezuela, até 15.800 no Chile. Panamá e Peru estão na faixa de 9.500 por milhão e o Brasil em 8 mil por milhão.

Em número de mortes, Venezuela e Paraguai registram três óbitos por milhão, a Costa Rica tem cinco e Cuba e Uruguai estão com oito mortes por milhão de habitantes. Na ponta oposta, estão acima de 300 mortes por milhão o Chile, o Peru e o Brasil. Os dados foram consolidados na quarta-feira (8).

Pandemia: Mundo ultrapassa marca de 10 milhões de casos do novo coronavírus

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Monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins mostra que o número de casos confirmados do novo coronavírus, no mundo, ultrapassou a marca de 10 milhões neste domingo (28). Já o número de mortes pela Covid-19 chega a quase 500 mil, aponta o levantamento.

A marca foi ultrapassada após o registro de um milhão de novos casos em menos de uma semana. Na última segunda-feira, o painel de dados da universidade apontava que o planeta tinha nove milhões de infecções detectadas. Em 15 de junho, o mundo tinha oito milhões de casos.

Em números absolutos, Estados Unidos e Brasil são os dois países com mais casos do novo coronavírus e mais mortes em decorrência da doença. As nações são as únicas a registrar mais de 1 milhão de casos confirmados e respondem por mais de um terço de todos os registros da pandemia.

A maior parte dos casos está concentrada nos EUA, país que acumula quase um quarto de todas as confirmações no mundo. O Brasil é o segundo país com mais casos confirmados de coronavírus, já são mais de 1,2 milhão de testes positivos para a doença.

Pandemia acelera

Mesmo com os números em queda na Europa, o avanço da Covid-19 no mundo ainda preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobretudo pela alta dos casos nas Américas e por novos registros em países da Ásia que já haviam controlado a doença.

Uma das razões para a preocupação é que o mundo tem registrado em média 1 milhão de novos casos do coronavírus a cada semana — por exemplo, o total no planeta chegou a 8 milhões em 15 de junho, há exatamente duas semana. Do primeiro caso confirmado de Covid-19 até a marca de 1 milhão atingida em abril, passaram-se mais de três meses.

Prefeito de Bruges, cidade da Bélgica, é esfaqueado no pescoço; autor foi detido

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Dirk De fauw, prefeito de Bruges, na Bélgica. Foto: Dirk De Fauw/Twitter

O prefeito de Burges, cidade na Bélgica, Dir De fauw, de 62 anos, foi esfaqueado por um rapaz no pescoço neste sábado (20).

De acordo com informações preliminares da imprensa local, o ataque teria acontecido perto do escritório de advocacia de De fauw, no bairro de Saint-Andries.

De fauw, que também é advogado, foi levado para o hospital e deve passar por uma cirurgia. A porta-voz da promotoria, Céline D’havé, afirma que a condição do prefeito é ”estável”.

Não há informações sobre o homem detido. D’havé afirma que ainda é muito cedo para falar algo, porém o jornal local Het Laatste Nieuws especula que o criminoso pode ser um cliente ou um ex-cliente de De fauw.

Há um mês sem mortes por coronavírus, Paraguai avança na reabertura gradual do comércio

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O Paraguai é um dos países que, até o momento, estão vencendo a batalha contra o novo coronavírus (Covid-19). Com 1.289 casos registrados e apenas 11 mortos, o país não registra nenhum óbito há mais de um mês. Nesta segunda-feira (15), os paraguaios entram na fase 3 da ”quarentena inteligente”, processo gradual de reabertura das atividades, definido pelo governo.

Nessa nova etapa, os restaurantes estão autorizados a abrir, desde que com agendamento prévio, reserva de mesa e registro individualizado de cada cliente, com nome, sobrenome, endereço, número de documento de identidade e telefone.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que as informações coletadas ”serão usadas exclusivamente pelo órgão para rastreamento de contatos no caso de um caso da Covid-19 positivo ser identificado”.

Atividades ao ar livre

As atividades ao ar livre também estão autorizadas, desde que em grupos de até duas pessoas. A prática de esportes em academias e ginásios também está liberada – exceto as atividades com contato físico -, desde que seja feito o registro das pessoas, com nome, sobrenome, endereço, número de documento de identidade e telefone.

Atividades esportivas e recreativas ao ar livre para crianças e adolescentes devem ser acompanhadas de um adulto, evitando o contato físico com outras crianças que não sejam do mesmo círculo familiar.

Algumas atividades culturais, como cinemas drive-in, também são autorizadas a partir de hoje (15), desde que respeitem o distanciamento físico. Eventos religiosos e cultos também estão liberados desde que sejam garantidos 15 metros quadrados por pessoa e um máximo de 20 pessoas.

Essas atividades também devem ter agendamento prévio e registro dos participantes, como no caso de restaurantes e atividades físicas em locais fechados. As aulas presenciais seguem suspensas, em todos os níveis educacionais. Estão autorizadas também práticas laboratoriais em universidades, assim como a realização de exames finais e defesas de teses para a conclusão de períodos letivos.

De domingo a quinta-feira, a circulação está autorizada de 5h da manhã às 23h. Sextas-feiras e sábados, a população pode circular de 5h à meia noite. Apesar das novas flexibilizações da quarentena, o governo paraguaio insiste para que a população siga adotando as medidas sanitárias, como o uso de máscaras, a constante lavagem das mãos e o distanciamento físico de 2 metros.

Números

Entre os 1.289 casos registrados no Paraguai, 410 foram mulheres (32%) e 879, homens (68%). O país tem 650 pessoas curadas e 628 com sintomas da doença. Há nove pessoas internadas, sendo que duas delas estão em unidades de terapia intensiva (UTI).

O país tem uma população de 6,9 milhões de habitantes e realizou, até o momento, mais de 48 mil testes. O primeiro caso confirmado de contaminação pela covid-19 foi no dia 7 de março. A última morte registrada no país foi há um mês. O Paraguai, que não tem saídas para o mar e faz fronteira com Bolívia, Argentina e Brasil, ainda não anunciou previsão para reabertura das fronteiras.

EUA: Manifestantes fazem segundo dia de protestos contra morte de homem negro

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Protestos ocorrem na cidade de Minneapolis. Foto: Reprodução

Um corpo foi encontrado nesta quinta-feira (28) em meio aos protestos na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos, em resposta a uma morte de um homem negro, George Floyd, na segunda-feira, sob custódia da polícia. A cidade teve um segundo dia de manifestações, dessa vez com incêndios e saques durante a madrugada.

Na segunda-feira (25), a polícia tentou prender George Floyd do lado de fora de um supermercado, em Minneapolis, porque ele era suspeito de ter feito compras com notas falsas. Um espectador gravou a abordagem da polícia. Um policial se ajoelhou no pescoço de Floyd por quase oito minutos, até a morte dele.

Os saques continuaram nesta quinta-feira em lojas, que tiveram janelas quebradas e portas arrombadas. A rede de TV KSTP relatou que alguns incêndios continuaram, sem bombeiros em cena. Um funcionário de uma loja de bebidas mostrou uma arma enquanto estava entre os destroços de garrafas quebradas e latas de cerveja dentro da empresa.

Os manifestantes também entraram em conflito com os policiais, que dispararam balas de borracha e gás lacrimogêneo em uma repetição do confronto de terça-feira à noite. Na manhã desta quinta-feira, saqueadores levavam mercadorias de uma loja danificada da Target, sem interferência da polícia. O interior da loja ficou com as prateleiras vazias e detritos espalhados pelo chão.

O Ministério Público dos EUA e o FBI em Minneapolis disseram na quinta-feira que estavam conduzindo ”uma investigação criminal robusta” sobre a morte de Floyd e estavam fazendo do caso uma prioridade. O FBI já havia anunciado que estava investigando se os direitos civis de Floyd foram violados. O novo anúncio ocorreu um dia depois que o presidente Donald Trump afirmou em uma rede social que pediu uma investigação rápida. Com informações do G1

Lenda da NBA, Patrick Ewing é internado após ser diagnosticado com a Covid-19

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Ex-jogador de basquete Patrick testou positivo. Foto: Reprodução

O ex-jogador de basquete Patrick Ewing, que jogou em grande parte da carreira na NBA (liga de basquete dos EUA) pelo New York Knicks, afirmou que teve o resultado positivo para o novo coronavírus. O anúncio foi feito no Twitter.

”Eu quero compartilhar que testei positivo para a Covid-19. Esse vírus é sério e não deve ser menosprezado. Quero que todos fiquem seguros e cuidem de vocês e de quem vocês amam”, escreveu Ewing, que atualmente é o técnico da equipe masculina da Universidade de Georgetown.

Em nota, a faculdade declarou que o ex-jogador está ”sob cuidados e isolado em um hospital”.

”Ele é o único membro do programa de basquete masculino de Georgetown que testou positivo para o vírus”, disse a universidade.

EUA suspendem entrada de estrangeiros que passaram pelo Brasil para conter o coronavírus

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Donald Trump proíbe a entrada de brasileiros. Foto: Reprodução

O presidente Donald Trump assinou neste domingo (24) um decreto que proíbe a entrada nos EUA de estrangeiros que tenham estado no Brasil nos últimos 14 dias como mais uma medida para tentar conter o avanço do coronavírus em território americano.

Esperava-se o anúncio de uma restrição dos voos com origem no Brasil —que já tinha sido cogitada publicamente diversas vezes pelo presidente americano, mas até este fim de semana ainda não havia um plano concreto na Casa Branca neste sentido.

O documento deste domingo é mais amplo: engloba todos os estrangeiros que tenham passado pelo território brasileiro nas últimas duas semanas. Há exceções para os portadores de green cards (residência permanente nos EUA), para os cônjuges, filhos e irmãos de americanos residentes no país e para estrangeiros que viajem a convite do governo americano, além de integrantes de tripulação aérea. A medida começa a valer a partir das 23h59 do dia 28 de maio (no horário dos EUA).

Pela 1ª vez, Itália registra mais curados do que novos casos de coronavírus

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O número de casos confirmados do novo coronavírus na Itália caiu pelo quarto dia seguido. Segundo o balanço divulgado pela Defesa Civil, nesta quinta-feira (23), o país soma atualmente 106.848 pessoas infectadas atualmente.

Esse número significa que foram 851 confirmações a menos que as 107.699 contabilizadas na última quarta-feira (22). Dos 106.848 ainda infectados, 2.267 estão em terapia intensiva, 81.710 estão em isolamento domiciliar, e 22.871 estão internados fora de UTIs.

Este número de casos ativos descartam pacientes curados e mortos e são um indicador importante para saber se a pandemia está ganhando ou perdendo força.

O país acumula 20 dias seguidos de queda na quantidade de pacientes em terapia intensiva. Considerando o total de pessoas já infectadas até o momento, a Itália tem 189.973 casos, o que significa crescimento de 2.646 contágios em um dia (+1,4%).

A Defesa Civil confirmou ainda mais 464 mortes por Covid-19, 27 a mais que na quarta-feira, totalizando 25.549 vítimas na pandemia. Já o número de curados chegou a 57.576, após um recorde diário em termos absolutos de 3.033 recuperados nesta quinta.

A quarentena na Itália fica em vigor até 3 de maio, mas algumas atividades comerciais, como livrarias e papelarias, já reabriram as portas, com exceção de determinadas regiões, como Lombardia e Piemonte.

Governo da Argentina decide prorrogar até 26 de abril período de quarentena no país

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O governo da Argentina decidiu prorrogar a quarentena até 26 de abril. A medida é válida nas grandes cidades do país, por causa da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a Folha, serão flexibilizadas as regras apenas nas áreas rurais. No centro urbano, as regras do isolamento social obrigatório serão mantidas.

”Os números [de casos] de Estados Unidos, Itália, Espanha, Chile e Brasil demonstram que a quarentena faz sentido, embora estejamos longe do objetivo”, explicou o presidente Alberto Fernández.

Desde o início do isolamento, tem sido permitido o funcionamento apenas de supermercados e farmácias. É necessário também autorização de movimentação para serviços essenciais, como segurança, alimentação e saúde. Uma nova prorrogação ou não das medidas deverá ser discutida a partir de 27 de abril.

Mundo tem 1,5 milhão de infectados por novo coronavírus; mortes somam 88 mil

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Com 17.857 infectados pelo novo coronavírus, causador da Covid-19, o Brasil ocupa o 14º lugar no ranking de países que registraram a doença. No mundo, 178 países contabilizaram, nesta quinta-feira (9), um total de 1.510.341 contaminados pelo vírus, que já matou 88.320 pessoas em todos os continentes.

Os Estados Unidos ocupam a primeira posição no número de casos, com 429.052, seguido de Espanha (148.220), Itália (139.422), França (113.296) e China (82.809) – onde o vírus fez primeiras vítimas -, nas seis primeiras posições. Os números são parte de um levantamento feito pela Folha de S. Paulo.

No Brasil, 43 dias passaram desde o primeiro registro. Até aqui, estão registradas 941 mortes, sendo a maioria no estado de São Paulo. Na Bahia, são 568 pessoas infectadas – sendo que 51 delas estão internadas e as demais cumprem isolamento. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), 19 pessoas morreram.