Bahia registra 1.170 casos de Covid-19 e mais 5 óbitos, diz boletim epidemiológico da SESAB

/ Bahia

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.170 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,07%), 1.244 recuperados (+0,08%) e 5 óbitos. Dos 1.677.488 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.645.609 já são considerados recuperados, 1.350 encontram-se ativos e 30.529 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.

O boletim epidemiológico desta quarta-feira (17) contabiliza ainda 1.645.609 casos descartados e 359.455 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta quarta-feira. Na Bahia, 68.124 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento a Bahia contabiliza 11.664.869 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.833.690 com a segunda dose ou dose única, 6.988.393 com a dose de reforço e 1.738.364 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.021.587 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 633.570 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 22.681 tomaram a primeira dose.

Jerônimo Rodrigues deu o pontapé inicial à campanha eleitoral na região Sul do Estado

/ Política

Com Rui, Jerônimo inicia campanha eleitoral. Foto: Divulgação

O grupo governista deu o pontapé inicial à campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) no interior do estado, nesta quarta-feira (16), no Sul da Bahia. Jerônimo, Rui Costa, Jaques Wagner, Otto Alencar, Ângelo Coronel e Geraldo Júnior desembarcaram em Itabuna e participaram de uma caminhada pelas ruas do Centro, com concentração iniciada às 15h, na Praça José de Almeida Alcântara, local conhecido como Jardim do Ó.

Após o evento em Itabuna, que atraiu uma multidão na área central a Coligação Pela Bahia, Pelo Brasil seguiu para Itajuípe, onde realizou um comício na cidade às 18h. Nas imagens divulgadas em rede social, é possível perceber a euforia de Jerônimo com a receptividade dos simpatizantes na região Sul. ‘’Pegou pressão’’, escreveu o candidato Jerônimo em sua página no Instagram.

Durante primeiro ato de campanha em Salvador ACM Neto realiza caminhada no Subúrbio

/ Política

ACM durante ato de campanha na capital baiana. Foto: Divulgação

O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União) caminhou pelas ruas do bairro de Fazenda Coutos, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, na manhã desta quarta-feira (17), em seu primeiro ato de campanha. Na ação, o ex-prefeito da capital baiana percorreu diversas localidades, conversou com as pessoas, tirou selfies e ouviu palavras de carinho e apoio de moradores.

Durante o trajeto, o postulante ao Palácio de Ondina lembrou da sua gestão no Executivo Municipal aos moradores e comerciantes, quando promoveu investimentos históricos na região do Subúrbio Ferroviário durante sua gestão de oito anos à frente da Prefeitura de Salvador. Entre eles estão a construção das unidades habitacionais da comunidade Guerreira Zeferina; o centro educacional Subúrbio 360; a requalificação da Avenida Afrânio Peixoto, mais conhecida como Avenida Suburbana; e a requalificação da Praça da Revolução e dos diversos trechos de orla.

Também participaram do ato o candidato ao Senado Cacá Leão (PP), o prefeito da capital, Bruno Reis (União Brasil), a vice-prefeita Ana Paula Matos (PDT), além de deputados estaduais e federais, candidatos, lideranças e vereadores de Salvador.

Na manhã de quinta-feira (18), ACM Neto vai visitar o bairro Fazenda Grande do Retiro. A concentração do ato começa às 9h10, no Largo da Gráfica.

Jequié: João Paulo volta a defender distribuição gratuita de coletores menstruais para população

/ Jequié

João Paulo destaca que esses itens são essenciais. Foto: Emanuel Jr.

Com a finalidade de atender uma importante demanda da comunidade de baixa renda da cidade, o vereador João Paulo Fernandes, propôs, na Câmara Municipal de Jequié, que seja viabilizada, pela Prefeitura, à distribuição gratuita de coletores menstruais ou absorventes para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Sugere que a oferta deve ser feita em espaços públicos, citando as unidades do Cras ou até mesmo Unidades Básicas de Saúde, o que, segundo ele, dará dignidade feminina em sua necessidade mais íntima.

João Paulo destaca que esses itens são essenciais para a saúde feminina, contudo, pesam muito no orçamento das famílias mais carentes. Daí, a necessidade da intervenção do poder público. ”Higiene menstrual não é luxo, é uma necessidade básica”, frisa o parlamentar.

Quanto aos coletores menstruais, João Paulo coloca que o município pode adotar um programa de conscientização para a sua distribuição e que é preciso levar em consideração que essa opção é econômica e sustentável.

Concluir argumentando que a pobreza menstrual é uma realidade no nosso município e não se restringe só a falta de dinheiro para comprar absorventes, tem relação com a ausência ou precariedade de infraestrutura no ambiente onde vivem, por esse motivo esses itens devem ser classificados como um ”bem essencial”.

Nova rede de internet promete revolucionar o ensino no sul da Bahia, conexão com velocidade de 10GBs

/ Educação

Rede Gigasul vai interligar instituições de ensino e pesquisa. Foto: UESC

Uma rede que vai promover a inovação, conexão, desenvolvimento acadêmico e melhoria na prestação do serviço público no Sul da Bahia, através da oferta de internet de qualidade. Essa é a Rede GigaSul, executada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que interliga Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e oferece uma conexão de banda larga baseada em fibra óptica com capacidade de 10GBps. Com potencial para revolucionar a pesquisa e o ensino nas cidades da região, a GigaSul contou com articulação e apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio de Acordo de Cooperação Técnica com RNP e Coelba, que viabilizou a execução do projeto.

A conexão de internet vai permitir mais eficiência na comunicação entre as universidades, ICTs e prefeituras, além de melhorar serviços públicos prestados à população, como nas áreas de saúde, educação básica e segurança. Grinaldo Oliveira, coordenador Geral de Infraestrutura de TI da Secti, exemplifica o potencial da rede ao comparar com a velocidade disponível ao cidadão comum. ”Se quisesse fazer uma analogia com a velocidade da rede de uma casa com 100 megas, então, a Gigasul representa 100 vezes a velocidade da casa da pessoa, mas com a diferença de que a internet da casa não entrega exatamente 100 mega. Essa de 10GB a velocidade é completa. Está prevista ainda uma ampliação para 100 GB”, explica.

O professor da Uesc, Gesil Amarante, coordenador do projeto, destaca que a estrutura interliga inicialmente as cidades de Ilhéus, Itabuna e Uruçuca, conectando instituições como CEPLAC, UFSB, UESC, IFBA, SENAI e CEPEDI. ”Essa rede deverá ser complementada por anéis nas cidades de Ilhéus e Itabuna, por onde poderá ser usada para apoiar as políticas públicas de educação básica, saúde e segurança, entre outras. Depois deverá chegar até Uruçuca, complementando anel regional e conectando o IFBaiano e polo industrial de Ilhéus. Esperamos que no futuro possa se expandir para o Extremo Sul, viabilizando os esforços da UFSB e beneficiando várias cidades”.

A solenidade da interligação da rede GigaSul aconteceu nesta quarta-feira (17), na sede da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), com a participação de autoridades locais, estaduais e federais. Na oportunidade, o secretário da Secti, André Joazeiro, esteve representado pelo coordenador Geral de Infraestrutura de TI, Grinaldo Oliveira, acompanhado do superintendente de Inovação da pasta, Agnaldo Freire.

Supremo Tribunal Federal mantém compensação a profissional de saúde incapacitado por covid

/ Justiça

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, negar um recurso da Presidência da República e manter em vigor a lei que prevê o pagamento de compensação financeira aos profissionais de saúde que, durante a pandemia, trabalharam no atendimento direito a pacientes com covid-19, contraíram a doença e se tornaram permanentemente incapacitados para o trabalho.

A Lei 14.128/2021 foi aprovada pelo Congresso em 2020, mas foi vetada integralmente pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que não teria sido indicada a fonte de recursos para a criação de nova despesa durante o período de emergência.

O veto foi derrubado no Congresso, razão pela qual a Presidência recorreu ao Supremo, alegando inconstitucionalidades na tramitação da lei. Um dos argumentos foi o de que a despesa violou a legislação orçamentária ao não prever a fonte de custeio.

A lei prevê também o pagamento, pela União, da mesma compensação financeira ao cônjuge e aos dependentes do profissional de saúde que tenha morrido em decorrência da covid-19, depois de ter contraído a doença durante o período de emergência sanitária.

Voto

A relatora da ação no Supremo, ministra Cármen Lúcia, rebateu o argumento afirmando que as emendas constitucionais que tratam do regime fiscal extraordinário para o enfrentamento à pandemia previram, em seus dispositivos, a dispensa de limitações legais orçamentárias no caso de medidas para o ‘enfrentamento das consequências sociais e econômicas em decorrência da crise sanitária da Covid-19”.

Ela destacou ainda que o próprio Supremo relativizou as regras orçamentárias no caso de medidas de enfrentamento às consequências econômicas e sociais da pandemia. O entendimento da ministra foi seguido por todos os ministros da Corte.

Benefício

Ao negar o recurso, o Supremo valida a lei, que prevê o pagamento de uma indenização fixa de R$ 50 mil ao profissional incapacitado pela covid-19, bem como o pagamento de outras indenizações de valor variável aos dependentes, em caso de óbito do profissional.

Entre os beneficiários da lei estão médicos; enfermeiros; fisioterapeutas; nutricionistas; assistentes sociais; profissionais que trabalham com testagem nos laboratórios de análises clínicas, em nível técnico ou superior; agentes comunitários de saúde e de combate a endemias.

A legislação prevê que a compensação financeira seja paga ainda a quem prestou serviços de apoio em estabelecimentos de saúde, como de segurança, limpeza, copa, condução de ambulâncias e serviços administrativos. Da Agência Brasil

Aliados de Jair Messias Bolsonaro usam trecho de plano do PT para afastar agro de Lula

/ Política

Aliados de Jair usam um trecho do plano do PT. Foto: Reprodução

Apesar de o PT já ter afirmado que se tratou de um erro, aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) usam um trecho do plano de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para afastar o setor do agronegócio da campanha petista. Em documento com diretrizes de governo, Lula incluiu uma proposta de regulação da produção agrícola. A campanha petista diz que foi uma falha e que o trecho será suprimido.

No entanto, ministros, parlamentares e empresários do setor aproveitam desse dispositivo para consolidar o apoio da maioria ruralista a Bolsonaro. O PT tem tentado se aproximar do setor com o apoio principalmente de parlamentares de Mato Grosso e da família Maggi —inclusive Blairo Maggi, um dos maiores produtores de soja do Brasil, cacique político de Mato Grosso (hoje no Progressistas) e ex-ministro da Agricultura do governo Michel Temer (MDB).

A campanha de Lula declarou que a referência à regulação da produção agrícola foi um equívoco. Mesmo assim, por ser um texto de conteúdo vago, abriu brecha para que agricultores e políticos próximos a Bolsonaro interpretassem a mensagem como uma possível interferência no mercado –medidas que não foram adotadas nos governos do PT.

Aliados do presidente dizem que o setor do agronegócio vê com ceticismo a mudança no plano de governo de Lula para retirar o trecho do documento e citam que, neste ano, 22 deputados do PT apresentaram um projeto na Câmara com conteúdo nesse sentido.

A proposta prevê a cobrança de imposto de exportação sobre grãos (como soja, arroz e milho) e carnes (de bovinos, suínos e frangos) em situação de ameaça ao abastecimento interno. Segundo os parlamentares petistas, o objetivo é combater ‘a abusividade dos volumes de alimentos exportados pelo país num contexto de situações sistemáticas de volatilidade dos preços e insuficiência do abastecimento interno desses produtos”.

O presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Marcelo Bertoni, rechaça a ideia.

”Não alivia em nada. Isso é feito em países de esquerda, como Argentina, e pode até reduzir o preço no curto prazo, mas não resolve o problema. O setor já é regulado e, com ideias como essa, vamos voltar a ter muita insegurança jurídica como nos governos do próprio PT”, disse.

A ideia na campanha de Bolsonaro é explorar ao máximo a proposta que apareceu na versão inicial do programa petista para evitar que a tentativa de Lula de se aproximar do agronegócio ganhe força. A avaliação é que a sugestão apresentada pelo PT foi a melhor arma dada pelo partido até o momento para o chefe do Executivo conseguir conter qualquer avanço petista no setor.

Na visão de atores que traçam as estratégias de Bolsonaro à reeleição, a palavra regulação por si só é negativa e facilita a vinculação das políticas petistas com medidas de intervenção no setor econômico que costumam afastar Lula do empresariado.

O presidente do Instituto Pensar Agropecuária, Nilson Leitão, diz que vê o documento do PT como uma ameaça. O Instituto reúne quase 50 entidades do setor produtivo agropecuário.

”Já mantemos a maior parte da produção no Brasil. Não é necessário regular isso. Isso me parece uma ameaça do partido”, afirmou Leitão, que já foi deputado federal e é consultor da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

O trecho do documento da campanha petista foi citado em reuniões e discursos no Encontro Nacional do Agro, que reuniu cerca de 3,5 mil pessoas em Brasília, nesta quarta-feira (10), e contou com a presença de Bolsonaro.

Mesmo após o PT dizer que a proposta foi incluída no documento por engano, o assunto foi levantado por Bolsonaro, pelo ministro Marcos Montes (Agricultura) e pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Sérgio Souza (MDB-PR),

”Agora tentam se aproximar do agro, dizer que têm uma sintonia e que podem ajudar, no momento em que na sua proposta de governo colocam a regulação da nossa agricultura, da nossa pecuária. Não podemos ser irresponsáveis”, afirmou Souza. Bolsonaro seguiu na mesma linha: “Proposta de regulação da produção agrícola o cara já retirou do programa de governo dele. Malandro como sempre, sem caráter, bêbado que quer dirigir o Brasil”.

Sem detalhes da proposta, o ministro da Agricultura então fez inferências. ”Será que essa regulação da produção agrícola é colocar insegurança na vida das nossas pessoas? Não podemos sair da estrada que entramos em 2019. […] Não podemos voltar atrás, o mundo nos respeita e olha para nós com esperança de que nós vamos alimentar o mundo”, declarou Montes.

Ele também atribuiu à campanha petista a intenção de politizar a Embrapa e incentivar movimentos como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). ”Não há mais invasão de terras. O Brasil vive em paz”, discursou o ministro. A preocupação com a invasão de terras é um dos principais motivos citados por lideranças rurais para manterem o apoio à reeleição de Bolsonaro. A campanha dele, portanto, tem usado esse ponto para tentar neutralizar a estratégia de Lula no setor agropecuário.

O petista tem contado com o apoio do empresário Carlos Augustin, do senador licenciado Carlos Fávaro (PSD-MT) e do o deputado federal e ex-ministro de Dilma Rousseff (PT), Neri Geller (PP-MT), além da família Maggi. O ex-governador de São Paulo e candidato a vice na chapa com Lula, Geraldo Alckmin (PSB), foi designado pela campanha para articular a aproximação com o agro.

Alckmin planeja viajar por estados onde Bolsonaro tem uma base forte e o agronegócio tem peso na economia local, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná. Conforme mostrou a Folha, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) sinalizou na última quarta-feira (10), em evento que reuniu 27 federações e sindicatos do setor, apoio à candidatura de Bolsonaro.

”Os senhores sinalizaram bem claro que não há mais espaço neste país para uma equipe corrupta e incompetente. E muito menos para o retorno de um candidato que foi processado e preso como ladrão”, disse João Martins da Silva Junior, presidente da CNA, em referência ao ex-presidente Lula.

Thiago Resende e Matheus Teixeira/Folhapress

Prefeitura de Jequié presta acolhimento humanitário a grupo de indígenas venezuelanos

/ Jequié

venezuelanos se colocaram em situação de rua. Foto: Prefeitura

A Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, procedeu, no dia 30 de julho, com a abordagem social a um grupo composto por 29 imigrantes venezuelanos, que chegaram ao município e se colocaram em situação de rua. Após um esforçado trabalho da equipe de abordagem, eles foram identificados como indígenas da etnia Warao e, por fim, aceitaram o acolhimento humanitário e foram direcionados aos serviços socioassistenciais, onde receberam abrigamento em um equipamento social da Prefeitura, onde foi ofertada toda a estrutura, como cama, roupas de cama, toalhas de banho, banheiros, alimentação, que foi servida conforme a tradição cultural dos indígenas, além de toda a assistência médica.

Atendendo a uma solicitação do próprio cacique Ruben Mata, foi feito o translado em um ônibus da Prefeitura de Jequié para o município de Teixeira de Freitas porque, segundo o cacique, lá no município já havia um grupo de familiares os aguardando. Jequié ainda assiste parte do mesmo grupo de indígenas venezuelanos, composto por 21 pessoas, sendo 7 adultos e 14 crianças e adolescentes, que já manifestaram interesse de ir para Teixeira de Freitas.

A Secretaria de Desenvolvimento Social reafirma, ainda, que todo o acompanhamento e o atendimento prestado foram documentados e que não procede a informação de que os refugiados foram ”deixados” em outro município. Conforme relatório e documentos registrados, a Prefeitura de Jequié atendeu, especificamente, o que foi solicitado pela liderança indígena.

É importante deixar claro que a responsabilidade do município, que é disponibilizar os serviços socioassistenciais e de Saúde, foi e ainda vem sendo cumprida, uma vez que parte dos venezuelanos continua assistida pela Prefeitura, que conta com serviços de atendimento à população em situação de rua já consolidados e, mesmo com a sua capacidade de atendimento sobrecarregada com a chegada dos imigrantes, vem se esforçando e promovendo o acolhimento dos mesmos, de forma digna e humanitária.

Poços de água do governo para Nordeste têm indícios de sobrepreço de R$ 131 milhões

/ Nordeste

A construção de poços pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) tem indícios de sobrepreço de pelo menos R$ 131 milhões, informa reportagem do jornal ”O Estado de S.Paulo”. De acordo com a publicação, o valor representa 11% do total de R$ 1,2 bilhão previsto pelo governo para levar água a famílias pobres do Nordeste.

A suspeita está em um pregão feito em março deste ano pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão entregue por Bolsonaro para o Centrão e vinculado ao Ministério da Saúde. Com os recursos, seria possível pagar uma parcela do Auxílio Brasil de R$ 600 para 218 mil pessoas. A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou indícios de sobrepreço e detectou inconsistências nos quantitativos dos serviços.

Três pessoas baleadas por dupla de moto em Jequié; entre as vítimas, um menor de 17 anos e idoso de 80

/ Jequié

Polícia tenta identificar autores do atentado. Foto: BMFrahm

Pelo menos três pessoas foram alvejadas com disparos de arma de fogo e deram entrada no Hospital Geral Prado Valadares – HGPV e na Unidade de Pronto Atendimento – UPA, em Jequié, por volta das 18h de terça-feira (16).

Conforme registros de ocorrências da Polícia Militar, os crimes ocorreram na Rua Álvaro Souto, na localidade de Pedreira, no bairro Joaquim Romão, quando os policiais das gaviões [viaturas] 1939 e 1903 receberam informações de que dois indivíduos a bordo de uma motocicleta de cor vermelha teriam se aproximado das vítimas, efetuando disparos de arma de fogo e fugiram em seguida.

Um adolescente de 17 anos, P.H.O.S e um ancião de 80 foram socorridos ao HGPV e terceira vítima, M.S.S, de 45 anos, foi levada para a UPA. A polícia não informou sobre o estado de saúde das vítimas e revelou que realizou diligências após o atentado, mas não conseguiu identificar os autores.

Fies: pré-selecionados devem enviar informações das inscrições até a próxima sexta-feira

/ Educação

Os candidatos pré-selecionados ao Fundo de Financiamento Estudantil ( Fies) deverão apresentar de hoje (17) até a próxima sexta-feira (19) a complementação das informações das inscrições pelo endereço eletrônico.

Em 2022 foram ofertadas 110.925 vagas para o Fies. Pelas regras do programa, todos os não pré-selecionados na chamada única serão, automaticamente, incluídos na lista de espera. ”Cabe ao candidato acompanhar, na página do Fies, sua eventual pré-seleção durante as convocações por meio da lista de espera, que serão realizadas no período de 22 de agosto a 22 de setembro”, alertou o Ministério da Educação.

Após a etapa de complementação da inscrição, é necessária a validação das informações declaradas no ato da inscrição. O prazo é de até cinco dias úteis após a data da complementação da inscrição, realizada na página do Fies, no portal Acesso Único.

O procedimento de validar as informações deve ser realizado diretamente na instituição de ensino superior para a qual o candidato tenha sido pré-selecionado. Cabe à instituição informar ao estudante sobre o meio a ser utilizado para o recebimento da documentação exigida, que pode ser em formato físico ou digital.

FIES

O Fies é um programa do Ministério da Educação que tem como objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC e ofertados por instituições de educação superior não gratuitas aderentes ao programa.

Roma diz que ACM Neto vai na baila de ser ”político de plástico” por não assumir posições

/ Política

Roma volta a atacar ACM Neto. Foto: assessoria João Roma

O candidato a governador João Roma (PL) voltou a atacar o principal adversário e líder das pesquisas, ACM Neto, e afirmou que o candidato do União Brasil vai na baila de ser ”um político de plástico” por, segundo ele, não ter coragem para assumir posições que são impopulares.

”Muitas vezes o político precisa entrar em rotas de colisão, mostrar realidades que são duras e muitas vezes isso é impopular. Mas ele vai no descaminho disso aí [de não se posicionar]”, disse Roma, em entrevista à Rádio Brado, nesta quarta-feira (17). O candidato bolsonarista ainda avaliou que Neto assinou a Carta pela Democracia devido a pressão que recebeu.

Roma ainda foi questionado sobre deputados que, mesmo não sendo do PL, anunciam voto no presidente Jair Bolsonaro. ”Todos sabem que o partido do presidente é o PL”, disse Roma, dizendo que os eleitores de Bolsonaro devem também votar em nomes do PL para “não comprar gato por lebre”.

Ele ainda comentou que é importante fazer uma bancada de apoio a Bolsonaro, caso ele vença as eleições deste anos, que não vá barganhar com o presidente a partir de 2023. ”É importante não votar em quem irá para Brasília para barganhar com o presidente Bolsonaro, pois vai ter muito gato por lebre por aí”, declarou.

*por Davi Lemos

”Desejo dos brasileiros é que a eleição transcorra em paz”, afirma Rui em posse do novo presidente do TSE

/ Justiça

Rui participa da posse de Alexandre de Moraes. Foto: Divulgação

O governador Rui Costa disse, na noite desta terça-feira (16), em Brasília, que o desejo dos brasileiros por eleições tranquilas foi expressado no discurso do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, que tomou posse junto com  o vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski.

A solenidade contou com a presença de personalidades e lideranças políticas de diferentes partidos.  Para o governador Rui Costa, o discurso de Moraes foi uma demonstração de força em defesa do Estado Democrático de Direito e do uso das urnas eletrônicas no processo eleitoral. ”Ele afirmou o que é o desejo dos brasileiros: que a eleição transcorra em paz e demonstrou toda a credibilidade que o povo brasileiro tem nas urnas eletrônicas. Sucessivas vezes, o povo votou, confiou e viu aquele que teve o voto majoritário tomar posse”, declarou.

Rui destacou ainda o compromisso do novo presidente TSE no combate à propagação de fake news e ataques contra a honra de candidatos que concorrem a cargos eletivos no pleito em outubro.

Eleições 2022: restam 2 dias de prazo para solicitar voto em trânsito, encerrando-se na quinta-feira

/ Política

Se o eleitor já souber que não estará perto de seu local de votação no dia da eleição, marcada para 2 de outubro, pode solicitar votar em trânsito, em outra localidade do país, mas só se preencher um cadastro prévio e indicar onde pretende votar. O prazo para está aberto há quase um mês, e se encerra na próxima quinta-feira (18).

O mesmo prazo vale para a votação em eventual segundo turno, em 30 de outubro. O eleitor pode informar qualquer cidade do país com mais de 100 mil habitantes para votar. Contudo, há diferenças de acordo com o estado em que se vota.

Caso esteja no mesmo estado de seu domicílio eleitoral, o eleitor poderá votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual ou distrital. Já se estiver em outro estado, poderá votar somente para presidente da República.

É possível solicitar o voto em trânsito em apenas um ou nos dois turnos de votação. É permitido, inclusive, votar em trânsito numa localidade no primeiro turno e em outra no segundo turno. Se esse for o caso, ambos os locais devem ser indicados até a próxima quinta-feira.

Os locais habilitados a receber o voto em trânsito podem ser conferidos no portal da Justiça Eleitoral. O requerimento para votar em trânsito, porém, deve ser feito somente de forma presencial, diretamente em qualquer cartório eleitoral. É indispensável levar documento oficial com foto.

Não é possível votar em trânsito fora do Brasil. Eleitores com título registrado fora do país, porém, podem votar em trânsito para presidente, em alguma localidade do território nacional, caso se encontre dentro do Brasil.

”O voto em trânsito funciona como uma transferência temporária de domicílio eleitoral. A habilitação para votar em trânsito não transfere ou altera quaisquer dados da inscrição eleitoral. Após as eleições, a vinculação do eleitor com a seção de origem é restabelecida automaticamente”, informa o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).