Doce Mel muda elenco e terá Tânia Maranhão para o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino

/ Esporte

Time vem promovendo mudanças no seu elenco. Foto: Emanuel Jr.

O Doce Mel vem promovendo importantes mudanças no elenco visando a disputa do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A Série A3, prevista para iniciar dia 21 de maio, com 32 equipes, em sistema de ida e volta, garantirá aos quatros semifinalistas participação na Série A2 de 2023. Nos próximos dias, será divulgada a tabela da competição organizada pela CBF.

Sobre a equipe da Cidade Sol, a diretoria decidiu fazer várias alterações, algumas delas em virtude das baixas após transferência de Sol para Athlético (PR); Ju, Lane e Nice para o Bahia; Iana e Claudinha para o Vitória. A equipe do Doce Mel aposta na base que jogou o Baiano e jovens atletas da região de Jequié.

A experiente Tânia Maranhão, ex-zagueira da Seleção Brasileira, é quem vai comandar o time. Em seu currículo o Brasileiro de 2016 pelo Flamengo e pela Seleção foi campeã do Jogos Pan-Americanos de 2007. Participou ainda de quatro Olimpíadas (1996, 2000, 2004 e 2008), sendo medalhista de prata nas duas últimas ocasiões. Além disso, disputou três Copas Mundo (1999, 2003 e 2007), sendo que desta última vice-campeã.

UESB: Com 92% dos votos totais, Luiz Otávio tem mandato renovado como reitor da Universidade

/ Educação

O professor Luiz Otávio foi reeleito reitor. Foto: Reprodução

Com 92% dos votos totais, o professor Luiz Otávio Magalhães foi reeleito reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Uesb. O resultado foi divulgado pela Comissão Eleitoral na sexta-feira (22abril22). A eleição foi realizada na última terça-feira com a apresentação de chapa única com o professor Marcos Henrique na condição de vice.

De acordo com a apuração, o pleito contou com o comparecimento de 2.395 eleitores, sendo 1.459 estudantes (17% do colégio eleitoral correspondente) e 936 servidores (62% do colégio eleitoral). Também foram registrados, do total, 4,5% de votos nulos e 3,4% de votos brancos. O mandato tem duração de 4 anos (2022-2026).

No dia do aniversário, prefeito Zé Cocá reforça apoio a Leão para o Senado; ”Estaremos juntos”

/ Política

Zé Cocá reforça apoio a João Leão ao Senado. Foto: Divulgação

Neste domingo (24), dia no qual completa 46 anos, o prefeito de Jequié, Zé Cocá, do PP, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), aproveitou para reforçar seu apoio ao pré-candidato ao Senado Federal, o vice-governador João Leão (PP).

”Estaremos juntos nessa jornada, lutando para fazer dele o senador mais votado da história da nossa Bahia e, com certeza, juntos com ACM Neto, Leão senador e ele governador, para a gente trabalhar muito por aquela Bahia, que eu tenho certeza que João Leão sonha, cada dia melhor”, disse Zé Cocá.

Emmanuel Macron vence Le Pen e celebra novo mandato na França: ”Sou o presidente de todos”

/ Política

Emmanuel Macron celebra novo mandato. Foto: Folhapress

O presidente Emmanuel Macron foi reeleito na França neste domingo (24), de acordo com projeções de boca de urna divulgadas pela imprensa francesa. Apesar da baixa participação, o centrista deve ter 58,2% dos votos, contra 41,8% de sua rival, Marine Le Pen, de extrema direita, segundo projeção do Instituto Ipsos, divulgada pelo diário Le Monde. Le Pen reconheceu a derrota pouco depois da divulgação das projeções, ainda que a apuração não tenha sido concluída.

Macron fez um breve discurso a apoiadores no Champ de Mars, em Paris, na noite deste domingo. O presidente afirmou saber que nem todos que votaram nele o fizeram pela sua plataforma, mas sim para evitar que a extrema direita assumisse o poder. Parecendo emocionado, ele reconheceu sua responsabilidade frente aos seus apoiadores, aos que se abstiveram e aos eleitores de Le Pen — reprimindo vaias após pronunciar o nome da opositora. ”A partir desta noite, não sou o líder de um campo, mas o presidente de todos”, disse.

Ele também afirmou que o novo mandato não será uma mera continuação de seu primeiro governo, prometendo um novo método de governança para os próximos cinco anos.

Avanço do extremismo

Embora os levantamentos indiquem sua derrota, Le Pen saudou os resultados — os melhores obtidos pela extrema direita francesa na história — como ”uma vitória brilhante”. ”Vou continuar meu compromisso com a França e os franceses. Vou lutar esta batalha”, declarou.

Se a previsão se confirmar, Macron terá conquistado mais votos do que o esperado — pesquisas de opinião mais recentes davam ao centrista entre 53% e 55,5% dos votos. Os números da boca de urna indicam que, apesar da derrota, Le Pen conquistaria mais votos do que em 2017, quando obteve 33,9%, contra o mesmo rival.

O segundo turno das eleições, realizado neste domingo, foi marcado por uma alta taxa de abstenção. Embora quase 49 milhões de franceses estivessem aptos a votar, 28% se absteve, um aumento de 2,5% em relação ao número registrado em 2017.

Apesar da vitória significativa, Macron não está a salvo de turbulências, já que muitos eleitores, principalmente de esquerda, votaram nele com relutância, apenas para impedir a vitória da extrema direita. ”Haverá continuidade na política do governo porque o presidente foi reeleito. Mas também ouvimos a mensagem do povo francês”, disse o ministro da Saúde, Olivier Veran, à BFM TV.

As eleições parlamentares de junho serão o primeiro grande desafio interno de Macron. Partidos à esquerda e à direita do presidente tentarão eleger um parlamento de oposição.

Macron se junta a um pequeno clube — apenas dois presidentes franceses antes dele conseguiram garantir um segundo mandato. Mas sua margem de vitória destaca quantos franceses não estão convencidos de seu primeiro mandato.

A vitória de Macron distancia a França do projeto de ruptura de Le Pen, que defendia a exclusão de estrangeiros da assistência social e a saída do país do comando integrado da Otan.

Os resultados também são um alívio para a União Europeia, duramente criticada por Le Pen. ”Podemos contar com a França por mais cinco anos”, disse o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no Twitter, enquanto a chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, escreveu: ”Estou muito feliz por poder continuar nossa excelente cooperação”.

A reeleição de Macron ocorre em um cenário de descontentamento entre os jovens e entre os eleitores desiludidos do esquerdista Jean-Luc Mélenchon, que levou quase 22% dos votos no primeiro turno

*por Estadão

Bahia registra 354 casos ativos de Covid-19 e mais 6 óbitos, diz novo boletim da SESAB

/ Bahia

O boletim epidemiológico deste domingo (24) registra 354 casos ativos de Covid-19 na Bahia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 22 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,001%) e 36 recuperados (+0,002%) e mais 6 óbitos. Dos 1.541.077 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.510.883 já são considerados recuperados e 29.840 tiveram óbito confirmado.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.841.390 casos descartados e 331.213 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo. Na Bahia, 63.169 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Vacinação

Até o momento temos 11.489.974 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.622.903 com a segunda dose ou dose única e 5.358.972 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 868.745 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 298.844 já tomaram também a segunda dose.

Idosa é hospitalizada após ser imprensada por carro na Sapucaí, durante o Carnaval do Rio

/ Brasil

O carro estava emperrado e foi empurrado. Foto: Reprodução | TV Globo

Uma idosa deu entrada no hospital Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro, após se machucar na dispersão do desfile da Paraíso do Tuiuti na madrugada deste domingo (24) segundo dia do grupo especial na Marquês da Sapucaí.

A internada foi Alba Regina, integrante da Paraíso do Tuiuti, que precisou ser atendida após o último carro alegórico da escola a imprensar no portão de saída das alegorias e a ferir na perna. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a mulher em uma cadeira de rodas enquanto aguardava atendimento.

O acidente aconteceu no fim do desfile, quando a escola, que teve problemas com o tempo, estava correndo para não perder pontos. O carro estava emperrado e foi empurrado por muitos integrantes da escola.

A Secretaria de Saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro informou que Alba Regina ”está estável, se queixando de dor na perna. Foi transferida para o Souza Aguiar para exames, como RX.”

Valor investido pela União em educação é o menor dos últimos 10 anos, aponta levantamento do Inesc

/ Educação

Um levantamento realizado pela organização não governamental Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) indica que em 2021 caiu o investimento público em educação e atingiu seu menor patamar desde 2012. Este é o quinto ano consecutivo de redução nos investimentos.

Em 2021, o valor das despesas autorizadas em educação (R$ 129,8 bilhões) foi cerca de R$ 3 bilhões superior ao de 2020 (R$ 126,9 bilhões). Mas a execução financeira foi menor (R$ 118,4 bilhões), indica o estudo, que trabalha como valores corrigidos pela inflação.

Segundo o Inesc, entre 2019 e 2021, a execução diminuiu R$ 8 bilhões em termos reais (de R$ 126,6 bilhões para R$ 118,4 bilhões). Para 2022, o instituto observa que o valor autorizado para educação (R$ 123,7 bilhões) é R$ 6,2 bilhões menor que a verba de 2021 (R$ 129,8 bilhões).

A autorização para gastos é diferente da despesa propriamente dita, que tem ficado abaixo do valor previsto no orçamento no início de cada ano.

A redução de recursos para o setor coincide com a vigência da regra do teto de gastos, que teve início em 2017, pela qual a maior parte das despesas é limitada pela variação da inflação do ano anterior, inclusive os gastos livres com educação.

Parte desses investimentos, porém, está fora do teto, como o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), com novas regras, aprovadas no fim de 2020 — que estabelecem um aumento gradativo da contribuição do governo federal.

”Filho do povo vai derrotar neto das elites”, afirma deputado, em PGP com Jerônimo Rodrigues

/ Política

Deputado estadual Robinson Almeida e Jerônimo. Foto: Divulgação

Presente no Programa de Governo Participativo (PGP) do pré-candidato ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), em Serrinha, neste domingo (24), o deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou que ”o filho do povo vai derrotar o neto das elites”, em referência ao candidato do PT e do time de Rui e Lula, que polariza a disputa estadual com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto.

”Com a força do time de Rui e Lula, o filho do povo vai derrotar o neto das elites. A Bahia vai seguir em frente, de mãos dadas com o Brasil, na parceria do governo popular, liderado em breve por Jerônimo Rodrigues, com o presidente Lula no governo federal, trazendo mais investimentos para nosso estado, avançando nas transformações sociais e fazendo nosso país feliz de novo”, afirmou Robinson. ”Jerônimo tem aglutinado mais apoio popular, conquistado lideranças, está numa crescente e a tendência é de vitória no primeiro turno”, avaliou.

O parlamentar também recordou que nos últimos 3 anos e quatro meses a Bahia foi perseguida pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) sem que o ex-prefeito de Salvador levantasse a voz para defender o estado.

”Bolsonaro perseguiu a Bahia em seus quase 4 anos de governo, cortando investimentos, não credenciando ao SUS os novos Hospitais, as policlínicas e sem realizar um investimento que ajudasse no desenvolvimento da Bahia. Apesar disso, o ex-prefeito de Salvador, que apoiou o golpe contra a presidenta Dilma, ajudou a eleger Bolsonaro em 2018 e é dado a bravatas, se calou, foi omisso e não defendeu a Bahia e os baianos”, observou o petista.

Robinson também avaliou a estratégia do ex-prefeito da capital em tentar desnacionalizar a disputa eleitoral. ”Ele, como dirigente nacional de seu partido, orientou os deputados a apoiar as reformas da previdência e trabalhista, que retirou direitos da classe trabalhadora. Apoiou a agenda econômica de Bolsonaro, que trouxe a carestia e os fantasmas da inflação e da fome ao povo brasileiro. Tenta se descolar dessa agenda que ele apoiou, por puro pragmatismo eleitoral. A agenda econômica de Bolsonaro, apoiada por ACM Neto e o conjunto de deputados que o apoiam, só beneficiou a elite, da qual faz parte, e fez muito mal ao nosso povo, que irá derrotá-lo em breve”, enfatizou Robinson.

”Ninguém quer ver seu filho homem indo para a escola e voltando menininha”, diz Eduardo Bolsonaro

/ Política

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL/SP). Foto: Reprodução

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL/SP) acha que a eleição de Lula em 2022 pode representar o risco do retorno de uma ditadura ao país – é a mesma crítica que os opositores fazem ao pai dele, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que será candidato à reeleição num pleito que, pelo cenário atual, deve ser polarizado entre o bolsonarismo e o lulismo. ”Se estão reclamando de desmandos de alguns tribunais, esperem; porque se Lula for eleito vão ver realmente o que é uma ditadura”, afirma o deputado, em entrevista ao site Política Livre.

Ele ressalta ainda que o objetivo do presidente Jair Bolsonaro é eleger uma bancada expressiva no Congresso Nacional, notadamente no Senado. ”É o Senado que faz os freios e contrapesos com o STF. Está nas mãos do senadores pautar um pedido de impeachment desses ministros que, há muito, não julgam mais dentro do limite das quatro linhas da Constituição”, disse o parlamentar.

Ele também comenta que as recentes declarações do ex-presidente Lula sobre aborto e pautas da família, sem filtros, tornam a eleição mais democrática, pois, segundo avalia, o eleitor terá certeza sobre em quem votará. ”Estou adorando porque o Lula está sendo sincero, ele não está se maquiando, não está sendo mais o Lulinha ”paz e amor” para mudar o voto (do eleitor)”, declara nesta entrevista, realizada na última segunda-feira (18), em Salvador, antes da concessão da graça presidencial ao deputado Daniel Silveira (PTB/RJ).

Confira a entrevista:

Política Livre – Essa eleição que se aproxima, segundo o presidente, definirá a manutenção da liberdade dos brasileiros. O senhor vê esse risco à liberdade, à democracia em caso de uma vitória do candidato do PT? O que justificaria esse receio?

Eduardo Bolsonaro – O Brasil é um país privilegiado. A gente nem precisa sofrer para saber como vai ficar o Brasil caso o presidente Bolsonaro não seja eleito. Eu falo isso porque os opositores dele são muito parecidos: todos eles são contra o armamento da população civil, mas nada falam da arma do bandido que está todo dia cometendo latrocínio, sequestro, enfim… todos eles querem fazer intervenções na economia, fixar preços, se for o caso, estatizar empresas – que é o que aconteceu na Venezuela. Todos eles são a favor de um rigoroso controle do Estado durante a pandemia, tal qual ocorreu na Argentina. Aí é só pegar e comparar, ver como está a Argentina hoje, com desabastecimento de combustível; a Venezuela, com estatísticas anuais de emagrecimento da população porque sofre de fome – é a maior crise migratória na história da América Latina – e aí você vê quem quer trazer isso para o Brasil: é o Lula e seus amigos. E quem fez resistência, quem vai na mão contrária disso tudo? Quem é a favor de Deus, da família, do armamento para que a pessoa faça legítima defesa, do produtor rural, que incentiva os caminhoneiros? É o presidente Bolsonaro. Então se o presidente Bolsonaro não for eleito, teremos o caminho asfaltado para uma ditadura.

Mas quem é acusado de desrespeitar as instituições e manifestar desejos ditatoriais, defender golpe e torturadores é o governo Bolsonaro …

Se estão reclamando de desmandos de alguns tribunais, esperem; porque se Lula for eleito vão ver realmente o que é uma ditadura.

O ministro Luís Roberto Barroso fez recentemente um discurso de opositor em um evento nos Estados Unidos. O que vocês esperam, diante disso, do comportamento do TSE e de outros tribunais superiores nas eleições desse ano?

Certamente não são tempos normais. O próprio ministro Marco Aurélio Melo tem uma frase emblemática que diz que estamos vivendo tempos estranhos. Essa mentalidade progressista, esquerdista e socialista do ministro Barroso – de achar que a sociedade perfeita e ideal está na sua cabeça e querer empurrar isso goela abaixo da sociedade – isso conflita com o sistema democrático. O Brasil não pode ser uma terra onde decide um e 210 milhões seguem. É preciso haver debate e pluralidade de ideias e, acima de tudo, se quisermos viver em harmonia, o respeito à Constituição. Tem coisa lá que eu não gosto, mas a gente precisa respeitar se a gente quiser viver nessa sociedade. O ministro Barroso precisa ser puxado para dentro das quatro linhas da Constituição. Não sei qual vai ser o futuro disso – mas acho que o Barroso vai concordar comigo – e ninguém vai aceitar eleição fraudada.

Nessa eleição de agora, a prioridade do presidente é realmente eleger uma base forte no Congresso, deixando de lado as candidaturas a governador?

Eu acho que a prioridade é o Congresso, e a prioridade principal, dentro dessa prioridade, seria a do Senado. Por quê? É o Senado que faz os freios e contrapesos com o STF. Está nas mãos do senadores pautar um pedido de impeachment desses ministros que, há muito, não julgam mais dentro do limite das quatro linhas da Constituição. Graças a Deus, é uma minoria de ministros do STF. Então não vai escapar nessa eleição de os eleitores perguntarem aos candidatos ao Senado se eles seriam contra ou a favor do impeachment de determinados ministros do STF.

O ex-presidente Lula atacou recentemente a pauta da família, dizendo que é uma bandeira antiquada, defendeu a descriminalização do aborto, etc. Essa pauta dos costumes, da moralidade, considerando que a sociedade brasileira é majoritariamente cristã, pode decidir esse pleito?

Com certeza. Ninguém quer ver seu filho indo para a escola e voltando menininha. Nem uma menininha indo para a escola e voltando um machão. A criança não tem possibilidade de discernimento para decidir o que é melhor para ela. Por isso que ela precisa do auxílio de seus pais; então a família é necessária para um crescimento saudável da criança. Não é uma pauta secundária. Essa pauta dos valores, contra a ideologia de gênero, contra o aborto, que defende a família, que defende a fé cristã – o Lula continua apoiando o vereador de Curitiba que invadiu igreja; isso está virando moda no Brasil. Então tudo isso aí vai pesar muito nessa campanha, e estou adorando porque o Lula está sendo sincero, ele não está se maquiando, não está sendo mais o Lulinha “paz e amor” para mudar o voto. Isso é bom para a democracia, para a população ter certeza de saber em quem ela está votando: Lula é a favor do aborto, é contra a família, é contra a fé cristã, acha absurdo um presidente que vai ao STF para rezar o Pai Nosso, falou que vai confiscar armas de quem as comprou durante o governo Bolsonaro, falou que vai demitir militares, que tem que reduzir o consumo da classe média, que é absurdo alguém ter mais que uma televisão em casa. É disso que a gente está falando, de um modelo socialista que intervém na família, que controla o mercado privado, e o modelo liberal [na economia] do Jair Bolsonaro, com valores conservadores.

Davi Lemos

Covid-19: Brasil registra 30,3 milhões de casos e 662,6 mil mortes, diz boletins dos Estados

/ Bahia

O número de mortes por covid-19 no Brasil subiu para 662.610. Em 24 horas, foram registradas 53 mortes.Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 30.345.654. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 6.957 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste sábado (23). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 318.644 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 29.364.400 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (68.000), Rio de Janeiro (73.207), Minas Gerais (61.216) e Paraná (43.075). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.998), Amapá (2.130), Roraima (2.147) e Tocantins (4.149).

Em número de casos, São Paulo também lidera (5.362.856), seguido por Minas Gerais (3.352.682), Paraná (2.442.595) e Rio Grande do Sul (2.321.888).

Vacinação

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, 410,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no país, sendo 174,4 milhões de primeiras doses, 153,7 milhões de segundas doses e 4,8 milhões de doses únicas, além de 73,7 milhões de doses de reforço e 3,1 milhões de doses adicionais. Da Agência Brasil