Jaguaquara: Praça pública é alvo de vandalismo no bairro Cruzeiro e moradores se indignam

/ Jaguaquara

Vasos foram danificados e plantas arrancadas na Praça do Cruzeiro

A Praça do bairro Cruzeiro, construída e inaugurada pela Prefeitura de Jaguaquara há 1 ano, foi alvo de vandalismo na noite de sexta-feira (2). O espaço público, que além de melhorar o aspecto urbanístico no bairro gera entretenimento aos moradores teve vasos de plantas destruídos e suas plantas arrancadas por vândalos, que tomaram rumo ignorado após praticarem o ato. As imagens da praça danificada passaram a circular na rede social com os jaguaquarenses demonstrando indignação em seus comentários.

Mulher morre após carros baterem de frente e um deles pegar fogo na região de Medeiros Neto

/ Trânsito

Veículos bateram de frente. Foto: Genival Mel/Medeiros Dia Dia

Uma mulher de 33 anos morreu e dois homens ficaram feridos após batida frontal entre dois carros de passeio na BA-290, região da cidade de Medeiros Neto, no sul da Bahia. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acidente ocorreu por volta das 16h30 de sexta-feira (2). Após a batida, um dos carros pegou fogo e as chamas foram apagadas com ajuda do motorista de um carro-pipa que passava pelo local do acidente. O impacto da colisão foi tão forte que os veículos ficaram destruídos. A polícia contou também que a mulher que morreu foi identificada como Raelita Rocha Santana e era passageira de um dos carros. Ela ficou presa às ferragens e morreu no local. O corpo de Raelita foi retitado das ferragens pelos bombeiros e, em seguida, encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas, também no sul do estado. Já o motorista do carro que Raelita seguia, um homem de 41 anos, foi socorrido para o Hospital Municipal de Medeiros Neto com ferimentos leves. O motorista do outro carro envolvido no acidente, que não teve a idade divulgada, teve fratura na costela e também foi encaminhado para o Hospital de Medeiros Neto. Não há detalhes do estado de saúde dos sobreviventes. Com informações do G1

Declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro sobre política externa preocupam diplomatas

/ Política

A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro de que pretende romper laços diplomáticos com países com governos de esquerda e de fechar a embaixada brasileira em Cuba foi recebida com preocupação entre os diplomatas. ”Qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Foi acertado há quatro anos, quando Dilma era presidente, que se alguém pedisse exílio – no Brasil, como os médicos cubanos – seria extraditado. Dá para manter relações diplomáticas com um país que trata os seus dessa maneira?”, afirmou nesta sexta (2) o presidente eleito em entrevista ao jornal Correio Braziliense e à televisão Rede Vida. O ex-embaixador Rubens Ricupero classifica o fechamento da embaixada brasileira em Cuba como um retrocesso para os tempos de Guerra Fria. “É uma volta ao espírito da Guerra Fria que acabou há mais de 30 anos. A Guerra Fria terminou com a queda do Muro de Berlim e o fim do comunismo. Naquela época é que havia esse tipo de atitude. A política externa brasileira sempre teve como princípio a universalidade nas relações. Nós procuramos ter relações com todos os países, qualquer que seja a orientação de cada um. É um imperativo da convivência entre as nações”, afirmou o diplomata em entrevista à Agência Brasil.

O ex-embaixador Rubens Barbosa ressalta que o Brasil tem interesses comerciais com Cuba e defende que as relações diplomáticas sejam avaliadas com base no interesse brasileiro. ”O Brasil tem uma tendência a ter relações com todos os países e, no caso de Cuba, nós temos interesses lá. Exportamos para Cuba e fazemos investimentos lá. Cuba tem uma dívida para com o Brasil, então a gente precisa colocar as relações do Brasil com Cuba e com todos os outros países dentro de um interesse maior do Brasil. Pegando o caso de Cuba, nós temos interesse em receber o dinheiro que o Brasil emprestou”, disse à Agência Brasil.

Barbosa acredita que, por ser um governo com posição clara de direita, haverá uma mudança de ênfase com relação à política externa. ”Temos de esperar o governo assumir para ver a intensidade dessa mudança de ênfase na política externa. A gente tem que esperar para ver se há um interesse maior do Brasil. Não é uma questão ideológica, não é uma questão só política. Há também consequências econômicas e financeiras para o Brasil. Isso tudo vai ter que ser avaliado quando o governo tomar posse”, declarou.

Reavaliação

Rubens Ricupero também acredita que haverá uma reavaliação em torno dessas questões quando o novo governo tomar posse, mas considera que a política externa até agora apresentada por Bolsonaro está pautada pelo ponto de vista ideológico. ”Eu espero que, com a escolha do ministro das Relações Exteriores, no momento em que o presidente tiver tomado posse, conhecendo melhor as questões, ele vai ter uma orientação diferente. Mas, até agora, parece uma política muito ideológica em contradição com o que ele mesmo diz. Ele declarou que teria uma orientação pragmática, não ideológica como ele entende que havia sido no passado”, aponta.

Na visão do diplomata, as intenções declaradas pelo presidente eleito com relação a países como Estados Unidos e Israel demonstram o viés ideológico de sua política externa. Bolsonaro declarou que pretende mover a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. ”Como afirmado durante a campanha, pretendemos transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém. Israel é um Estado soberano e nós o respeitamos”, escreveu em sua conta no Twitter na última quinta-feira. Para Ricupero, essa decisão não se sustenta do ponto de vista pragmático. ”Nessa região do Oriente Médio, estão grandes interesses brasileiros, sobretudo de exportação de carne de frango e de carne bovina. Estão todos concentrados nos países árabes, que são contrários a essa atitude”, explica.

Em relação ao alinhamento político com os Estados Unidos, o diplomata também aponta para um componente ideológico. ”Os Estados Unidos têm interesses diferentes dos interesses brasileiros, em muitas coisas eles são até concorrentes do Brasil. Em comércio, por exemplo, em soja, em carne, carne bovina, carne suína, carne de frango, os EUA competem com o Brasil pelos mercados de fora. Então uma atitude como essa, de alinhar-se aos EUA é uma atitude ideológica”, pontua Ricupero.

China

Entre as declarações do presidente eleito com relação à política externa, a afirmação de que ”a China quer comprar o Brasil” também gerou repercussão no meio diplomático por causa da importante relação comercial entre os países, sendo a China hoje o maior mercado para as exportações brasileiras. Em entrevista para o canal de televisão norte-americano Fox News nesta sexta-feira (2), Sérgio Amaral, embaixador brasileiro em Washington enfatizou a importância da relação entre os dois países. ”A China tem muitos investimentos no Brasil e tornou-se o parceiro comercial mais importante. Mas a diferença na relação entre China e Brasil em comparação com a que a China tem com outros países é, que sempre que dizemos algo, eles aceitam. Isso depende de nós e nós temos de decidir que tipo de política queremos ter com a China. Não tem razão para não continuarmos mantendo isso”, afirmou Amaral. Ricupero considera que qualquer atitude de hostilizar a China por parte do novo governo traria graves consequências econômicas para o Brasil, em especial em relação às exportações de soja, minério de ferro e carnes. ”Não há outro mercado dessa dimensão mesmo porque, nessa área, os Estados Unidos concorrem com o Brasil, sobretudo em soja e em carnes. Então, mais uma vez, isso prejudicaria o comércio exterior. Se o novo governo seguir essa linha, em pouco tempo vamos perder boa parte dos nossos mercados, sem possibilidade de compensar com outros. Creio que isso traria um prejuízo gigantesco à economia brasileira”, afirma Ricupero.

Por falta de provas, Juiz nega afastamento do prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro

/ Justiça

Eures Ribeiro permanece no cargo. Foto: Blog Marcos Frahm

A Justiça negou, por falta de provas, o afastamento do prefeito de Bom Jesus da Lapa e presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro (PSD), e do prefeito de Serra do Ramalho, Ítalo Rodrigo Anunciação (PSD). No despacho, o juiz federal Antônio Lúcio Barbosa afirma que “não basta, para a concessão da medida de afastamento, a mera cogitação de um comportamento na linha de ameaça à instrução do processo”. O Ministério Público Federal (MPF) havia pedido o afastamento imediato do prefeito em razão de ações para tentar atrapalhar, com intimidação e chantagem, as investigações que apuram desvio de recursos públicos. Na mesma decisão, o magistrado deferiu o bloqueio de R$ 12 milhões em bens dos prefeitos. Foram afastados dos cargos o ex-secretário de Transportes e atual secretário de Infraestrutura e Serviços do município, o vereador licenciado Fábio Nunes Dias; Marcondes Barbosa Ferreira, pregoeiro e presidente da Comissão Permanente de Licitação; e Gelson Dourado Filho, atual Controlador Interno do Município de Serra do Ramalho. Os prefeitos do PSD são investigados pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento em um esquema de fraude de licitações e superfaturamento na contratação do transporte escolar, reforma e construção de escolas, fornecimento de materiais escolares e de combustíveis no município de Bom Jesus da Lapa. Com informações do Bahia Notícias

Aliados de Rui afirmam que não pedirão mais espaços, mas não se furtarão se houver oferta

/ Política

Rui Costa teve 75% dos votos. Foto: Blog Marcos Frahm

Reeleito com 75% dos votos, o governador Rui Costa já começa a desenhar sua nova gestão que se inicia no dia 1º de janeiro e já antecipou, inclusive, que enviará à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto que alterará a estrutura no governo, de forma a manter o equilíbrio fiscal. A reformulação, consequentemente, reduzirá os espaços a serem ofertados aos seus aliados, embora o arco de apoio tenha aumentado nessa eleição. Rui coligou com 14 partidos nessa eleição. Presidentes das principais legendas, entretanto, asseguram que não reivindicarão mais espaço e que essa decisão ficará a cargo do governador, porém não negam que se houver oferta não se furtarão em recebê-las. Tamanho dos partidos também não deixaram de ser frisados. Fizeram parte da coligação: o PDT, Podemos, Avante, PMB, PTC, PMN e Pros, além de PT, PSD, PP, PC do B, PSB, PR e PRP.  Em conversa com o BNews, o presidente do PCdoB, Davidson Magalhães, por exemplo, afirmou que a sigla não tomou nenhuma decisão neste sentido ainda. Porém, deixa claro que é preciso levar em consideração o crescimento que obtiveram. ”Nós não temos nenhuma decisão do partido ainda. A condução será feita por mim. O que tem é que depois da última eleição nós crescemos: fizemos cinco deputados estaduais, três federais, crescemos muito a nossa votação e é preciso levar isso em consideração. Mas essa discussão precisa ser feita com unidade. Vamos ouvir primeiro o governador que é o condutor do processo e discutir dentro de um consenso”, minimizou, sem deixar de mandar o recado.  Atualmente os comunistas detém o comando da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres e a Bahiagás.

“Um óasis” – Da mesma forma, o presidente do PDT Félix Mendonça Júnior, cujo partido tende a criar um bloco independente no Congresso Nacional excluindo o PT, disse que essa questão era uma escolha do governador.  ”Claro que sempre o partido quer mais, elegeu um deputado federal a mais, manteve o número de estaduais, aumentou o número de votos, mas volto a dizer a questão é do governador”, minimizou. O PDT indicou nomes para a Secretaria de Agricultura, CBPM e Ibamentro.  Sobre a aliança em âmbito estadual classificou com um ”óasis”. ”Não temos nenhum problema. Está tudo tranquilo. É um oásis”, assegurou. O líder do Podemos na Bahia, deputado federal reeleito Bacelar, declarou que o seu grupo está satisfeito com o espaço que possui: apenas o Detran. ”Nós estamos satisfeitos com o espaço que nós temos. Ampliar e remanejar são decisão do governador que acataremos com entusiasmo”, disse, não deixando de admitir que ”se ele [Rui] precisar de quadros para outras ou novas funções nós temos também”.

”Não enjeitarei”, disse Isidório – Já o líder do Avante na Bahia, deputado estadual Sargento Isidório, eleito deputado federal, cuja votação dele e de filho, João Isidório, eleito deputado estadual, bateram recordes, afirmou não poder cobrar nada do governador pela gratidão ao apoio que o governo dá ao seu projeto social: a Fundação Dr. Jesus. Mas afirmou que se for escolhido pelo petista ”não enjeitará” a proposta. ”Eu não posso cobrar nada do governador porque fui bem votado, porque meu filho foi bem votado. Tenho consciência que a votação que tivemos foi mão de Deus, dedo do povo, de todo povo da Bahia, mas também reconheço todo o apoio que recebo do executivo estadual, pois nunca tive apoio da prefeitura de Salvador e nem do Governo Federal”, contou, questionando ”como posso exigir isso do governador”. Ao final, não hesitou em afirmar que “Se me Rui mechamar para ser secretário eu quero.  Não recuso, enjeito, mas não tenho o direito de exigir barganha, mas se entender que eu cresci, que crescemos, que devo ficar com ele na Bahia contra o presidente eleito [Jair Bolsonaro] eu vou”, admitiu. Por fim, o presidente do PR na Bahia, João Carlos Araújo elencou que Rui “é o senhor da razão” e o debate será feito com ele.  ”Logicamente, vamos ouvir o governador. Ele é o senhor da razão. Temos uma aliança e temos que discutir com ele, saber o que ele quer para o PR e nós vamos ouvi-lo”, disse. Conforme ele, o partido possui apenas a Secretaria de Turismo e uma diretoria na Conder como cota. ”Mas o arco de aliança de Rui é muito grande e ele tem que dividir o Governo com todo mundo. Isso já vem de algum tempo para cá, alguns aliados já estavam grandes e o PR vem crescendo aos poucos. Tivemos uma conversa antes das eleições e ficamos de conversar após. Temos que aguardar. A política é arte de conversar”, reforçou, descartando a possibilidade de ruptura com o governo. ”Não se cogita isso”.

PT na briga pela AL-BA – O PT, partido de Rui, detentor de maior espaço no governo, por sua vez, terá uma reunião para tratar do assunto somente na segunda quinzena de novembro. Na pauta o presidente estadual, Everaldo Anunciação não esconde, que brigarão pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O nome do deputado estadual, Rosemberg Pinto, conforme ele, já foi disponibilizado como representante do partido na disputa. Quanto ao PP e PSD também se colocarem no páreo, afirma que vai  prevalecer o consenso. ”Nós vamos ter reunião da executiva na segunda quinzena de novembro e partir daí vamos começar a desenhar esse período. Vamos ouvir Rui, vamos iniciar uma conversa.  Quando construímos consenso o resultado é bom para todo mundo. Isso precisa ser preservado. Não se pode ter hegemonia sempre”, disse, referindo-se ao embate na AL-BA. O PT  possui o comando das pastas da Cultura, Desenvolvimento Econômico, Sepromi, Desenvolvimento rural, Meio Ambiente,  SJDHDS, Promoção da Igualdade Racial, Serin e das autarquias: CAR, Inema e Agersa.

STF intima Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, a se explicar por denúncia de ameaça

/ Justiça

Eduardo Bolsonaro teria ameaçado fechar o STF. Foto: Estadão

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, foi notificado nesta semana a prestar esclarecimentos da denúncia de ameaça a uma jornalista, formalizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. O processo foi aberto pela PGR em agosto do ano passado, após depoimento e conversas no aplicativo Telegram fornecidas pela jornalista Patrícia Lélis, que diz ter sido ameaçada pelo deputado após desmentir publicamente que tivesse um relacionamento com ele. O ministro Luís Roberto Barroso, responsável pelo caso no Supremo, notificou o parlamentar para que desse sua versão dos fatos, mas ele não respondeu. Em abril, a PGR apresentou denúncia contra Bolsonaro. Segundo a peça, ele ameaçou ”acabar com a vida” da jornalista e usou diversas palavras de baixo calão para se referir a ela. Na mesma ocasião, a PGR propôs uma transação penal, um acordo judicial para encerrar o processo mediante o pagamento de R$ 50 mil por danos morais à jornalista, a destinação de 25% do salário do deputado ao Núcleo de Atendimento a casos de violência doméstica, bem como a prestação de 120 horas de serviços comunitários. Barroso determinou a intimação de Eduardo Bolsonaro para responder à proposta de transação penal, mas por um “erro de processamento” o despacho só foi publicado em setembro. Novamente Eduardo Bolsonaro se manteve calado. Entretanto, como a intimação havia sido feita por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU) e o deputado não tem advogado o representando nos autos, Barroso determinou, em 26 de setembro, nova intimação do parlamentar, dessa vez pessoalmente. Após tentativas diárias, somente em 30 de outubro um oficial de Justiça conseguiu intimar Eduardo Bolsonaro. Ele terá até 14 de novembro para responder.

Após derrota para Bolsonaro, PT pede à militância ajuda para poder quitar contas da campanha

/ Eleições 2018

Haddad foi derrotado nas eleições 2018. Foto: Nelson Almeida/AFP

O PT pediu nesta sexta-feira, 2, em seu perfil oficial no Twitter, ajuda da militância para quitar as contas da campanha presidencial de Fernando Haddad e de sua candidata a vice, Manuela d’Ávila (PCdoB). De acordo com a publicação, as doações podem ser feitas até o dia 15 de novembro. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as doações para campanhas podem ser feitas por pessoas físicas, por meio das chamadas “vaquinhas” virtuais. O financiamento coletivo foi incluído como nova modalidade de arrecadação de recursos para campanhas eleitorais após a reforma eleitoral de 2017. De acordo com dados de prestação de contas da campanha petista atualizados até sexta-feira no site da Corte Eleitoral, a campanha petista declarou despesas de R$ 36.988.826,09, frente a um total de R$ 32.674.099,94 de recursos recebidos, o que configura um déficit de mais de R$ 4 milhões.  As informações do TSE dizem respeito a movimentação financeira da campanha desde o primeiro turno. Ainda não estão descritos os gastos do segundo turno. Pelo calendário eleitoral, as receitas e despesas da campanha devem ser declaradas pelos candidatos e seus respectivos partidos à Justiça Eleitoral até 6 de novembro para primeiro turno e 17 de novembro para segundo turno.

Policial motorista de aplicativo é encontrado morto após levar passageiro em Salvador

/ Bahia

Automóvel é encontrado destruído. Foto: Reprodução/Bocão News

Um policial militar e motorista do aplicativo de transporte 99 POP, identificado como Marcos Antônio, foi assassinado por homens enquanto trabalhava pelo aplicativo, na noite desta sexta-feira (2). De acordo com informações da polícia, a vítima desapareceu com o veículo após levar um passageiro no bairro de Pau da Lima, em Salvador, por volta das 23h. O carro do policial, que trabalhava no quartel dos aflitos, foi localizado após o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) ser acionado para combater um incêndio na Avenida 2 de julho, na Via Regional. Além disso, os seguranças da obra, próximo ao local do incêndio, informaram que ouviram gritos de socorro e disparos em seguida. O corpo da vítima foi encontrado, nas imediações, amarrado, com marcas de disparos e corte no pescoço. As informações são do Bocão News

Horário de verão começa à meia-noite deste sábado, em estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul

/ Brasil

O horário de verão terá início na madrugada deste domingo (4), mesmo dia de aplicação da primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). À meia-noite de hoje (3), os brasileiros das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que abrangem dez estados e o Distrito Federal, devem adiantar o relógio em uma hora. Com a vigência do horário especial, o Brasil terá quatro fusos diferentes, uma vez que os estados das regiões Norte e Nordeste permanecerão no horário normal. O ministro da Educação, Rossieli Soares, em entrevista coletiva na última quarta-feira (31) fez um alerta aos estudantes que vão fazer as provas do Enem para que fiquem atentos aos horários. Ele disse que acionou as instâncias responsáveis para que as operadoras não errem na atualização dos relógios, como ocorreu há duas semanas.

Em recado a Moro, deputado defende quarentena para juízes assumirem cargo público

/ Política

Moro em ministério gera divergências de opiniões. Foto: Estadão

Inspirado no caso de Sérgio Moro, juiz federal que atuava em processos contra Lula quando começaram as negociações para integrar o governo de Jair Bolsonaro, como Ministro da Justiça, um deputado quer propor uma lei de quarentena para magistrados aceitarem cargos públicos. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, Paulo Teixeira (PT-SP) sugere que seja estabelecido um prazo de três anos entre o momento em que o juiz deixe a magistratura e o que assumem os cargos públicos. Ainda segundo a publicação, a troca imediata da toga pela política foi criticada por nomes como Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, para quem a ”mudança de camisa, tão rapidamente” de Sérgio Moro compromete a imagem do Judiciário. Segundo o ex-ministro, o ideal em casos como este seria que o juiz tivesse cautela e bom senso, para que a imagem e a independência da Justiça não fossem maculadas. Enquanto uns criticam a jogada rápida de Moro, o deputado federal Altineu Côrtes (PR-RJ) não só concorda, como apresentou uma proposta de emenda à Constituição liberando juízes, procuradores e promotores para ocuparem cargos políticos sem sequer terem que deixar a carreira.

”Garotos’ de 25 anos se tornam juízes sem conhecer a realidade”, diz Toffoli, presidente d STF

/ Justiça

Ministro Dias Toffoli. Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, disse nesta sexta-feira (2) que os juízes brasileiros assumem os cargos muito cedo, ”sem ter socializado” e antes de adquirir um ”conhecimento da realidade”, de acordo com informações do Estadão. ”Nós recrutamos juízes no Brasil que são recém-formados, 23, 24, 25 anos, sem experiência de vida, sem socialização, o que significa que o juiz se socializa, conhece o mundo já tendo uma caneta com peso enorme de poder, mas ainda sem a socialização que lhe dá a devida responsabilidade”, discursou Toffoli, que participa nos Estados Unidos do evento II Law and Economics, organizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em parceria com a Universidade de Columbia. ”Aquele garoto se torna uma autoridade aos 25 anos de idade, que ainda não tem conhecimento geral do que é a realidade”, acrescentou.