“Quero ser governador, mas mas não posse dizer que não vou apoiar Wagner e Otto”

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Leão não descarta apoiar Wagner e Otto. Foto: Rede social

O vice-governador e secretário estadual do Planejamento, João Leão (PP), declarou confiar na manutenção da aliança local com PT e PSD, apesar de reiterar sua vontade em concorrer ao Palácio de Ondina. ”Meu desejo  é  ser governador da Bahia. Mas não posso dizer que não vou apoiar Wagner e Otto. Assim como eles não podem me negar apoio. O fato é que vamos nos acertar”, afirmou Leão, por meio de nota.

Leão acrescentou ainda que os aliados têm mais  opções na montagem da chapa majoritária. ”Wagner já é senador e terá mais quatro anos no Senado a partir de 2023. Nas próximas eleições, pode ser candidato a governador e a vice. Otto pode ser candidato a senador, a governador e a vice. Eu só posso me candidatar a governador ou a senador”, completou.

O vice-governador tem sustentado há meses que quer a cabeça da chapa este ano, mas o PT tem Jaques Wagner como pré-candidato ao governo e, inclusive, já iniciou uma série de encontros territoriais para discutir a pré-campanha. O PSD, por sua vez, já deixou claro que não abre mão de Otto Alencar sair candidato a reeleição no Senado. As informações são do A Tarde

Moro desmarca entrevista em emissora de rádio da Bahia ao saber da participação de Ciro Gomes

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Moro desiste de entrevista em rádio baiana. Foto: Reprodução

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, que é pré-candidato à presidência da República pelo Podemos, decidiu desmarcar a entrevista que daria à Rádio Nazaré FM, da Bahia, nesta sexta-feira (28), depois de saber que o também pré-candidato ao pleito, Ciro Gomes (PDT), também participaria do programa. As informações da Carta Capital. A entrevista ocorreria durante a atração intitulada ”Meio dia com você”.

Segundo a emissora, apesar de participarem do programa em um mesmo dia, Moro e Ciro não seriam submetidos a um debate, já que seriam entrevistados de forma separada. A explicação, contudo, não foi suficiente para Moro, que de acordo com a emissora, manteve a decisão de não participar da entrevista no mesmo dia que Ciro. ”A assessoria do pré-candidato dr. Sérgio Moro preferiu marcar outra data, para não ficarem confusas as informações de cada plataforma de governo”, relatou.

Ciro, entretanto, manteve sua participação de e foi entrevistado na hora final do programa. A assessoria do pré-candidato afirmou que não havia possibilidade de encontro entre os adversários já que o PDTista estaria participando de entrevista a um jornal impresso no mesmo momento em que Moro iria participar do programa de rádio.

Quem também se manifestou sobre o caso foi a assessoria de Moro, que ao ser procurada pela Carta Capital, relatou que a rádio não informou sobre a presença de Ciro e enviou uma imagem para divulgação onde o ex-governador do Ceará não aparecia. ”Dada a má fé do veículo, cancelamos a entrevista”, elencou. Informações do BNEws

Com 52%, ACM Neto lidera pesquisa na Bahia; com Lula, Wagner passa na frente, diz Grupo Metrópole

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A Bahia consegue ter, com os mesmos candidatos, dois cenários completamente distintos na disputa para as eleições de outubro. É o que aponta a pesquisa do Instituto Opnus, contratada pelo Grupo Metrópole, que realizou o levantamento entre os dias 19 a 22 de janeiro deste ano. No total, foram ouvidas 1.500 pessoas por telefone. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais (para mais ou para menos).

No primeiro formato de pesquisa estimulada, ACM Neto (DEM) aparece em primeiro lugar, com 52% dos votos. Em segundo, está o senador Jaques Wagner (PT), com 29%. Ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos) fica com o terceiro posto, com 5%. Marcos Mendes (PSOL) soma 1%.

Nesta primeira composição, o ex-prefeito de Salvador possui bom desempenho entre todos os segmentos do eleitorado, apresentando melhor aceitação entre os mais jovens, de 16 a 24 anos. Já Wagner tem mais destaque entre os eleitores do sexo masculino e empregados.

Em um segundo cenário, a pesquisa além de indicar os postulantes também atrelou os candidatos aos seus respectivos apoios no plano nacional. Assim sendo, a situação muda completamente. Wagner, com o apoio de Lula (PT), assume a dianteira, com 46% das intenções de voto. ACM Neto, apoiado por Ciro Gomes (PDT), fica em segundo, com 33%.

Ligado ao presidente Jair Bolsonaro (PL), João Roma permanece na terceira posição, com 11%. Marcos Mendes, na coligação com Guilherme Boulos (PSOL), mantém os mesmos 1%.

Com a menção ao ex-presidente Lula, Wagner tem um crescimento de 17 pontos percentuais, comparando os dois cenários. Seu crescimento mais significativo se dá entre mulheres e eleitores sem escolaridade, com elevação de 24 pontos percentuais.

ACM Neto, no entanto, tem perda de 19 pontos entre um cenário e outro. A maior queda acontece entre evangélicos, com diminuição de 24 pontos.

Desde a eleição de 1990, um ano após o retorno do voto direto no país, a maioria dos governadores eleitos na Bahia possuem vínculos diretos com o presidente eleito ou em exercício. Foi assim nos anos dos governadores carlistas (1991-2006), associados a Fernando Collor, Itamar Franco e FHC. E também nos anos petistas (2007-2018), com Lula e Dilma na presidência. Há apenas duas exceções. Em 2002, Paulo Souto (no antigo PFL) foi eleito governador, mesmo com Lula ganhando a presidência. E também em 2018, quando Rui Costa conquistou a reeleição, com Bolsonaro (à época no PSL) arrebatando o Planalto.

REJEIÇÃO

A pesquisa do Instituto Opnus também mediu a rejeição dos candidatos ao governo na Bahia. Entre todos os postulantes ao Palácio de Ondina, Roma é que possui a maior rejeição: 42% do eleitorado pesquisado diz que não votaria de jeito nenhum no aliado de Bolsonaro.

Marcos Mendes aparece em segundo neste quesito, com 40 pontos percentuais, seguido por Jaques Wagner (36%). ACM Neto tem a menor rejeição entre os candidatos, com 24%.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BA-07451/2022. Como o sistema de registro de pesquisas da Justiça eleitoral apresentou instabilidade desde a semana passada, a pesquisa foi registrada na terça-feira, dia 25/01. Decisão judicial do ministro Edson Fachin favorável a ação apresentada pelo Instituto Opnus, assegurou o direito à divulgação dos resultados a partir do dia 27/01 (processo nº 0600030-11.2022.6.00.0000). Informações do Metro1

Jaques Wagner revela desejo de João Leão para as eleições de 2022; ”ser candidato ao senado”

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Segundo Wagner, Leão quer ser senador. Foto: Rede social

O senador e pré-candidato a governo da Bahia Jaques Wagner (PT) revelou, em entrevista à Piatã FM, nesta segunda-feira (24), o desejo do atual vice-governador e presidente estadual do PP no estado, João Leão, para as eleições de 2022, segundo publicação do BNews.

Segundo Wagner, o pepista quer ser candidato ao Senado Federal, assim como o presidente do PSD-Bahia, o senador Otto Alencar, quer ser candidato à reeleição. O grupo, liderado por Rui Costa e Wagner, tenta achar uma solução para definir a chapa completa.

O desejo do PT é manter a mesma estrutura. PT indica o candidato ao governo, o PP indica o postulante a vice-governador e o PSD lança candidato ao Senado. Outro problema na construção da chapa é que Leão deseja assumir por um tempo o governo do Estado. Para isso, Rui teria que deixar o Palácio de Ondina antes do dia 31 de dezembro de 2022.

Hoje oficialmente Leão ainda se coloca como pré-candidato à administração estadual. ”João Leão governador. Bote isso na cabeça, com o apoio do PT, por isso, estou aqui [no evento]. Agora, é aquela velha história, como eu cantei: ‘Quem eu quero não me quer, quem não me quer mandei embora’ […] Aí vou caminhar, procurar outra coisa”, cantarolou, em entrevista em dezembro do ano passado. No entanto, as chances desta candidatura ser efetivada é quase nula.

Na entrevista também, Wagner admitiu que o prazo que ele havia dado – até 31 de janeiro – não deve ser cumprido para anunciar a chapa completa. Conforme apurado, o grande imbróglio é m, de fato, achar uma equação com o PP.

ACM rebate críticas por sumiço diante das enchentes e diz que optou por não fazer ”politicagem”

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”A minha obrigação eu cumpri”. Foto: Prefeitura/Salvador

O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (DEM/UB), reagiu às críticas da qual foi alvo no final do ano. Os opositores do democrata aproveitaram sua viagem à Europa durante a tragédia causada pelas chuvas que atingiram grande parte do estado para atacá-lo.

Quando questionado sobre o assunto, em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (26), o ex-prefeito de Salvador subiu o tom contra os adversários.

”Qual era a minha obrigação? Eu sou governador? Eu sou senador? Eu sou ministro? Não sou. A minha obrigação eu cumpri no limite do que eu sou hoje, que foi conversar com os prefeitos, mobilizar doações, viabilizar recursos, cestas básicas, material de higiene, água para muitas cidades, mas fiz isso em silêncio. E lamento ter que dizer agora que fiz, e tenho testemunho e a prova de prefeitos de muitas cidades”, disse Neto.

”Fiz uma opção por não fazer politicagem em um momento tão dramático e tão sério. Rui Costa, Jaques Wagner, João Roma e os perfeitos não fizeram nada mais do que a obrigações deles, que têm mandato”, disparou o democrata.

 Apesar de evitar polêmica em relação às enchentes, ainda em dezembro, Neto sugeriu um auxílio de três salários mínimos para as famílias que tiveram prejuízos e perderam as casas por conta das chuvas. ”É fundamental ter solidariedade, proximidade, união de todas as autoridades, de todo o poder público, para chegar junto, para dar toda assistência”, disse na época. Com informações do site Bahia Notícias

Bolsonaro decreta luto oficial no país pela morte de Olavo de Carvalho; filha diz que foi Covid

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Olavo Luiz Pimentel de Carvalho, tinha 74 anos. Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) decretou na tarde desta terça-feira (25/1) luto oficial de um dia pelo falecimento do escritor, Olavo Luiz Pimentel de Carvalho, 74 anos. O texto foi publicado na edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

”É declarado luto oficial em todo o País, por um dia, contado da data de publicação deste Decreto, em sinal de pesar pelo falecimento do Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho”, versa um trecho do documento.

Bolsonaro também anunciou o decreto em suas redes sociais.

Pela manhã, o chefe do Executivo lamentou a morte de seu guru, afirmando que o mesmo era um “farol para milhões de brasileiros”.

”Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do nosso país, o Filósofo e Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho. Olavo foi um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre. Que Deus o receba na sua infinita bondade e misericórdia, bem como conforte sua família”, escreveu.

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) também lamentou o falecimento de Carvalho. O general elogiou o guru bolsonarista, afirmando que sua partida ”deixa uma lacuna no pensamento brasileiro”. Parlamentares também se solidarizaram.

Já o perfil da Câmara dos Deputados no Twitter se desculpou por ‘curtir’ uma publicação da página intitulada ”Morte”que traz a foto de uma caveira no perfil, ironizando o falecimento do escritor que estava internado em um hospital nos Estados Unidos.

A publicação curtida pelo perfil da Câmara dizia: ”Olavo de Carvalho. Check”. Minutos depois, a equipe de Comunicação da Casa caracterizou o deslize como um ”erro administrativo”.

Eleições 2022: Novo partido de Bolsonaro, PL continua sem acordo para o governo da Bahia

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Chegando à última semana de janeiro, o Partido Liberal (PL) ainda não selou completamente suas alianças para as eleições de outubro na Bahia. Desde novembro especulando apoiar a candidatura de João Roma (Republicanos), quando recebeu a filiação de Jair Bolsonaro juntamente a indicação presidencial ao nome de Roma, o partido continua batendo cabeça com seus representantes no estado.

Tudo porque o nome de Roma, defendido pelo presidente ao governo, nunca foi unanimidade dentro do partido, principalmente depois de ter decidido se manter no Republicanos. Com isso, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, deu carta branca aos deputados que optarem pelo apoio a ACM Neto (DEM), pré-candidato que é citado como um dos principais nomes na corrida pelo Palácio de Ondina ao lado do senador Jaques Wagner (PT).

Ao mesmo tempo, porém, enquanto confirmava que não participará da Convenção Nacional do PL em Brasília, no próximo sábado (29) – em que os liberais devem tentar novamente chegar a um consenso -, o presidente estadual da sigla José Carlos Araújo desconversou sobre o assunto. ”O presidente [Bolsonaro] tem tido conversas conosco a respeito do apoio à pré-candidatura dele [Roma], que é do Republicanos. Mas não existe martelo batido ainda”, comentou o líder liberal.

Se Araújo não garantiu o aval a Roma dentro do próprio diretório, o deputado Abílio Santana foi categórico ao dizer que seu candidato na Bahia é ACM Neto ”até debaixo d’água”, reforçando que estará acompanhado de “150 mil membros da Assembleia de Deus Ministério de Madureira de toda nossa Bahia”. Para Abílio, “ficar em cima do muro é para [sic] politiqueiros, e não para políticos”, concluiu.

CORRENDO POR FORA NAS PESQUISAS, ROMA TEM PLANOS ”B” E ”C”

Apenas em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto – atrás do atual senador Jaques Wagner (PT) e do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) -, João Roma pode apadrinhar sua esposa, Roberta Roma, também do Republicanos, para a Câmara dos Deputados e seu atual chefe de gabinete Victor Azevedo para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), como plano ”B” e ”C” caso concorra ao governo no próximo mês de outubro. A expectativa é que ele não perca ascendência sobre a vaga de deputado, da qual está licenciado para ocupar o Ministério da Cidadania, e ainda garante um aliado na AL-BA. As informações são do site Bahia Notícias

STF determina prisão domiciliar para Roberto Jefferson; defesa alega problemas de Saúde

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Jefferson passará a cumprir prisão domiciliar. Foto: Valter Campanato

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, na noite desta segunda-feira, 24, que Roberto Jefferson passe a cumprir prisão domiciliar. O político estava preso no Rio de Janeiro desde agosto.

A defesa de Jefferson, que ocupava a presidência do PTB, alegou problemas de saúde e risco de morte. O ex-deputado teve um quadro de infecção respiratória semelhante à covid-19 na semana passada. Essa não foi a primeira vez que o político teve complicações de saúde e foi levado, temporariamente, para exames fora do presídio.

No despacho que determina a transição da prisão para regime domiciliar, Alexandre de Moraes citou trechos do Código de Processo Penal, que prevê o benefício para pessoas ”extremamente debilitadas por motivo de doença grave.”

Roberto Jefferson, no entanto, deverá usar tornozeleira eletrônica e não poderá receber visitas pessoais, apenas acompanhamento médico.

Secretário do PP diz que candidatura de Leão passará por conversas com Rui e nega articulação com Neto

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PP quer uma das vagas da chapa para Leão. Foto: Facebook

O secretário-geral do PP na Bahia, Jabes Ribeiro, afirmou nesta segunda-feira (24) que uma possível candidatura do vice-governador João Leão (PP) ao Palácio de Ondina passará por conversas com a base aliada do governador Rui Costa (PT). Segundo ele, o pepista tem todas as condições de ser o nome governista na disputa contra o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM).

”Leão só pode ser candidato ao governo ou ao Senado. Só tem duas vagas na chapa”, afirmou Jabes, em entrevista ao Grupo Lomes de Comunicação. Como já foi reeleito como vice-governador, Leão não poderá concorrer a este posto. ”Ele, pela história que tem na política, tem todas as condições de ser nosso candidato (a governador), mas somos de grupo. Todas as conversas passarão pelo governador, por Jaques Wagner (senador e pré-candidato a governador) e por Otto Alencar (senador e pré-candidato a reeleição)”.

Jabes ainda negou que Leão tenha tido conversas oficiais para deixar a base aliada. ”Não, não procede. Hoje a política se faz de outra forma. Leão e Cacá Leão têm ótima relação com ACM Neto, mas nós somos de grupo e nossas conversas são com o grupo do governo, com a base. Fora isso, nenhuma conversa oficial de Leão com ninguém. Isso eu posso garantir”, ressaltou.

Ex-deputada estadual Kelly Magalhães morre aos 52 anos; presidente da Assembleia decreta luto

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A ex-deputada Kelly Magalhães morreu aos 52 anos. Foto: Reprodução

Morreu neste domingo (23) a ex-deputada Kelly Magalhães, eleita deputada estadual pelo PCdoB (2011 – 2015). Ela lutava há dois anos contra um câncer.

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes, decretou luto oficial de três dias em decorrência do falecimento dela. A ex-parlamentar pelo PC do B morreu aos 52 anos no início da noite em Salvador.

A ex-deputada, que também foi presidente da Câmara Municipal de Barreiras, sua cidade natal, lutava a mais de dois anos contra um câncer. Ingressou no legislativo estadual em 2011 onde atuou até 2014. Como deputada atuou nas comissões de Direitos da Mulher, Promoção da Igualdade, Meio Ambiente, Educação e na CPI do Tráfico de pessoas, como titular. Atuou ainda como vice-lider da bancada da Maioria na ALBA durante o ano de 2014.

Natural de Barreiras, onde teve uma atuação destacada na política da cidade e de toda a região Oeste da Bahia. O presidente se solidarizou com os familiares e amigos da ex-parlamentar de quem sempre nutriu um grande apreço. A família ainda não informou onde será o enterro. Com informações do BNews

”Nilo é muito bem vindo, mas o PSDB trabalha para viabilizar Gualberto na chapa de Neto”, diz Adolfo

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Tucanos querem Gualberto na chapa de Neto. Foto: Reprodução

Mesmo com o deputado federal Marcelo Nilo, hoje no PSB, sendo apontado como virtual candidato ao Senado na chapa de ACM Neto (DEM) numa eventual filiação ao PSDB, o presidente do partido na Bahia, Adolfo Viana, garante, em entrevista ao site Política Livre, que o nome indicado pelo partido será o do prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB).

”O deputado Marcelo Nilo é um grande amigo da política, seria muito bem vindo no partido, mas o PSDB da Bahia reafirma que trabalha para a indicação do nome de João Gualberto para a chapa majoritária”, declara o deputado federal. Sobre Gualberto, Viana o exalta como “um quadro qualificadíssimo do partido”. “Provado diversas vezes e aprovado. O PSDB tem uma importância grande no grupo político (de ACM Neto) e isso terá um peso na composição da chapa”, acrescenta.

O parlamentar baiano, que trabalhou pela candidatura de Eduardo Leite nas prévias do PSDB, assegura, à reportagem, que, agora, com o governador do Rio Grande do Sul derrotado no pleito, tem atuado pela candidatura do governador João Doria à Presidência da República. ”A partir de agora o PSDB do Brasil está unido em torno da pré-candidatura de João Doria”, sustenta.

Pesquisa do PoderData divulgada neste sábado aponta Lula com a menor rejeição entre os presidenciáveis

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O ex-presidente Lula continua como o possível candidato à Prsidência da República com o menor índice de rejeição, conforme a nova pesquisa PoderData, publicada neste sábado (22).

Somente 38% dos entrevistados disseram que não votariam “de jeito nenhum” no petista, enquanto o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado por 56% dos eleitores.

Bolsonaro só perde em reejeição para o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 59% dos entreistados dizendo que não votariam no tucano em nenhuma hipótese. O índice já foi maior em outubro, quando este número era de 61%.

O chefe do Planalto conseguiu reduzir a sua rejeição nos últimos meses. Em relação a dezembro, quando marcou 60%, foi uma redução de 4 pontos percentuais.

Outros dois pré-candidatos que disputam entre si o lugar de ”terceira via”, Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (Podemos) têm rejeição praticamente igual, com 50% e 51%, respectivamente. A margem de erro do levantamento, realizado de 16 a 18 de janeiro, é de dois pontos percentuais, para mais ou para

A pesquisa foi feita por telefone com 3.000 pessoas de 511 municípios distribuídos pelos 27 estados do país. O registro no TSE é 02137/2022.

Lula também está bem quando o assunto é fidelidade dos eleitores. De todos os entrevistas, 39% afirmaram que o pré-candidato do PT é a sua única opção, contra 26% de Bolsonaro. Moro (15%), Ciro (10%) e Doria (6%) vêm atrás, respectivamente.

Interesse de Bolsonaro no União Brasil pode levar Roma a apoiar Neto; deputado diz que chance é zero

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Roma mantém pré-candidatura ao Governo. Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria interessado em ter a apoio do União Brasil (UB) para a sua reeleição. A vontade de Bolsonaro estaria ligada ao fundo partidário de quase R$ 1 bilhão e expressivo tempo de TV e rádio, mas, segundo o jornal O Globo, também serviria para impedir a filiação do ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) no partido.

Porém, um dos impasses para a formalização da aliança está na Bahia. De acordo com a reportagem, em troca do apoio do União Brasil a Bolsonaro, uma opção citada nos bastidores seria o ministro da Cidadania João Roma (Republicanos) desistir da candidatura ao governo e apoiar o ex-prefeito de Salvador e secretário-geral do UB, ACM Neto.

A tese, no entanto, depende da reconciliação dos dois, que estão rachados desde que Roma assumiu o ministério — os dois eram amigos há mais de 20 anos, e Roma foi chefe de gabinete de ACM Neto quando ele era prefeito da capital baiana.

Interlocutores do ministro, no entanto, avaliam que ele tem potencial de crescer na disputa quando cristalizar a imagem de responsável pelo Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família e principal vitrine da pasta da Cidadania.

Ainda segundo o jornal, ao contrário do futuro presidente da sigla, Luciano Bivar, ACM Neto não é entusiasta da ideia de filiar Moro ao União Brasil, o que, para ele, pode levá-lo a perder votos em um estado onde Luiz Inácio Lula da Silva (PT) domina as pesquisas de intenção de voto. Neto também mantém conversas com os presidenciáveis João Doria (PDSB) e Ciro Gomes (PDT), que podem subir no seu palanque.

O deputado federal Elmar Nascimento (DEM) diz que é ”zero” a chance de uma aliança com Roma, o que levaria Bolsonaro ao palanque. O parlamentar também considera baixa a possibilidade de Moro migrar ao União Brasil.

”O melhor (para o União Brasil) é não ter candidato a presidente, por conta das nossas diferenças regionais. Tem estado que prefere o Bolsonaro, outros que preferem o Doria e por aí vai”, disse. Do Bahia Notícias

”Isso é para valer”, afirma Ciro Gomes ao lançar pré-candidatura à Presidência da República

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Cime diz ser o nome ”da rebeldia e da esperança”. Foto: Rede social

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) lançou sua pré-candidatura à Presidência da República nesta sexta-feira (21), em Brasília, disparando críticas aos três principais adversários na disputa: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-juiz Sergio Moro (Podemos).

Incorporando o slogan de sua campanha, Ciro apresentou-se como o nome ”da rebeldia e da esperança” e elencou uma série de propostas, que vão de planos econômicos de combate à corrupção até propostas como parcelar smartphones em 36 vezes sem juros para a população mais pobre.

”Tão pensando o quê, isso é para valer!”, disse o pedetista, antes de começar a discursar. O recado de Ciro é direcionado a parlamentares do PDT e a setores da esquerda para os quais ele pode desistir de seguir na disputa pelo Palácio do Planalto caso não melhore nas pesquisas.

Correligionários do pedetista, inclusive, chegaram a pressioná-lo, há cerca de dois meses, a abrir mão da candidatura caso não alcance 15% nas pesquisas eleitorais até março. Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada em dezembro, Ciro tem 7%, empatado tecnicamente no terceiro lugar com o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 9%.

De acordo com o levantamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida, com 48% dos votos, contra 22% de Bolsonaro. A decisão da cúpula do PDT de lançar agora o nome do pedetista também teve como objetivo marcar posição de que ele não abrirá mão da corrida.

Antes do início da fala de Ciro, foi veiculado um vídeo de campanha acompanhado do jingle que traz as palavras do slogan do pré-candidato: ”A rebeldia da esperança”. O tema foi criado pelo marqueteiro João Santana, que participou do evento de lançamento, durante convenção do PDT. ”Quero ser o presidente da rebeldia e da esperança”, afirmou.

Buscando espaço na chamada terceira via, Ciro disse que Bolsonaro é responsável por uma ”política genocida”, afirmou que Lula privilegiou os ricos em políticas econômicas e se referiu a Moro como ”inimigo da República” e com currículo de “rosário de vergonhas”.

”Todos esses presidentes repetiram e querem continuar repetindo a mesma história, com modelo político apoiado no conchavo e na corrupção”, discursou Ciro, ao tentar equiparar políticas de governos petistas e de Bolsonaro. O pré-candidato voltou a afirmar que acabará com o teto de gastos se for eleito e que taxará grandes fortunas. ”Podem tremer de medo, famílias de banqueiros”, disse.

Esta é a quarta vez que Ciro se lança candidato à Presidência da República.

A primeira vez foi em 1998. Em 2002, também foi derrotado no primeiro turno e decidiu apoiar na rodada seguinte o petista Luiz Inácio Lula da Silva, que acabou eleito. Ciro então se tornou ministro da Integração Nacional. Em 2018, disputou mais uma vez e terminou em terceiro lugar.

*Julia Chaib/Ranier Bragon/Folhapress