Para o ministro Padilha, Brasil ainda deve enfrentar agravamento do desemprego

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Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Foto: Romério Cunha
Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Foto: Romério Cunha

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, avaliou nesta sexta-feira (30/9) a crise econômica vivida pelo Brasil como a pior de sua história. Para o gestor, o desemprego ainda pode se agravar durante o governo do presidente Michel Temer. ”A projetarem-se o número que conhecemos, ainda deveremos ter algum agravamento no desemprego. O governo tem interesse em gerar emprego”, disse ao jornal O Globo. O Brasil atingiu, no trimestre encerrado em agosto, a marca histórica de 12 milhões de desempregados. De acordo com Padilha, é necessário aprovar a PEC que fixa o teto dos gastos públicos – que terá seu relatório lido no próximo dia 3 – e a reforma da Previdência para evitar futuros problemas de inadimplência. O ministro ainda negou que o governo tenha desistido da reforma trabalhista. ”A reforma da Previdência será enviada depois do primeiro turno, certamente. A PEC do teto não é pré-requisito. As duas caminham de mãos dadas, mas a PEC do teto não é pré-requisito para que a outra vá ao Congresso. A reforma da Previdência é prioridade tanto quanto a PEC dos gastos. São duas partes de um mesmo corpo”, afirmou Padilha.

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