Debandada de quadros do MDB é ”especulação”, acredita o presidente Pedro Tavares

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Após prisão de Geddel, Tavares lidera o MDB. Foto: Divulgação

Presidente estadual do MDB, o deputado estadual Pedro Tavares não acredita no esvaziamento da legenda com a proximidade do pleito eleitoral de 2018. Recentemente, quadros da legenda deixaram a permanência no partido em aberto. A seção baiana do MDB, antes comandada por Geddel Vieira Lima, preso sob acusação de corrupção, foi sacudida com a descoberta do bunker de R$ 51 milhões em um prédio na Graça. ”Isso aí é muita especulação. Não conversei com ninguém sobre isso. Tenho tido grandes conversas e estou estimulado a continuar o trabalho, fortalecendo o partido”, garantiu Tavares, ao site Metro1. O parlamentar se esquivou ainda sobre a perspectiva de votação de Lúcio Vieira Lima, deputado federal e irmão de Geddel que foi o candidato mais votado em 2014 para a Câmara dos Deputados. ”O deputado Lúcio tem feito o seu trabalho e temos outras candidaturas que podem ter grande potencia, não só para federal, como estadual. O que importa é que o partido está organizado e pronto”, disse.

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