Solenidade com a presença de políticos marcou inauguração do Hospital Mater Dei neste domingo

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Inaugurado o Hospital Mater Dei Salvador. Foto: Divulgação

A inauguração oficial do Hospital Mater Dei Salvador aconteceu neste domingo (1º), com a presença de diversos políticos e empresários.

A solenidade se iniciou com uma apresentação da jornalista Camila Marinho, e contou com a presença do governador da Bahia, Rui Costa; do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto; do atual gestor da capital baiana, Bruno Reis; do CEO da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador; entre diversos outros componentes da parte empresarial do grupo.

Dentre os membros da diretoria da Rede Mater Dei presentes, além de Henrique Salvador, também estão a sua vice-presidente Assistencial, Operacional, Márcia Salvador Géo; e a sua vice-presidente Administrativa Financeira e Comercial, Maria Norma Salvador.

Referência entre os hospitais gerais, a unidade da capital baiana é a primeira fora de Minas Gerais. Sua construção se iniciou em agosto de 2019.

Com projeto arquitetônico do renomado arquiteto Siegbert Zanettini, o Mater Dei Salvador conta com 61.188 m² de área, 24 pavimentos, heliponto, 369 leitos (sendo 40 CTI adulto e 40 UTI pediátrico), 21 salas cirúrgicas e obstétricas, medicina diagnóstica, pronto socorro adulto e infantil, oncologia, além de um Centro Médico a 90 metros do Hospital, com 62 consultórios. Com informações do site Bahia Notícias

Bahia não registra mortes por Covid apela primeira vez, desde o começo de abril; estado tem 360 casos

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A Bahia não registrou mortes causadas por Covid-19 neste sábado (30). De acordo com dados dos boletins epidemiológicos da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), com exceção do dia 26 de dezembro de 2021, quando o sistema apresentou problemas e os dados não foram divulgados, essa é a primeira vez que o estado não registra óbitos desde o começo de abril.

Além disso, nas últimas 24 horas foram registrados 279 casos conhecidos da doença. Neste sábado, a Bahia tem 360 casos ativos de Covid-19.

De acordo com a Sesab, dos 1.542.880 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.512.664 são considerados recuperados e 29.856 morreram.

O boletim contabiliza ainda 1.849.795 casos descartados, 332.011 em investigação e 63.215 profissionais da saúde que foram confirmados para Covid-19.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste sábado.

O boletim completo está disponível no site da Sesab e no Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.493.652 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.633.036 com a segunda dose ou dose única e 5.452.213 com a dose de reforço, e 38.093 com o segundo reforço.

Do público de 5 a 11 anos, 912.988 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 349.157 já tomaram também a segunda dose.

Leitos

A Bahia tem 744 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 146 estão com pacientes internados, o que representa taxa de ocupação geral de 20%.

Desses leitos, 300 são de UTI adulto e estão com taxa de ocupação de 15% (46 leitos ocupados).

Nas UTIs pediátricas, 30 das 43 vagas estão com pacientes (70% de ocupação). Os leitos clínicos para adultos estão com 11% de ocupação e os infantis, com 42%.

Em Salvador, dos 443 leitos ativos, 99 estão ocupados (22% de ocupação geral). A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 18% e o pediátrico está em 67%.

Ainda na capital baiana, os leitos clínicos para adultos estão com 15% de ocupação e, os pediátricos, com 35. As informações são do site G1

Vacinas contra o novo Coronavírus começam a ser vendidas a clínicas privadas em maio no Brasil

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Com o fim da emergência sanitária no país, clínicas e empresas privadas poderão adquirir vacinas contra a Covid-19 sem necessidade de doação ao SUS (Sistema Único de Saúde). Ao menos a AstraZeneca Brasil já prepara as primeiras doses para entrega às clínicas privadas ainda em maio.

A portaria que determinou o fim da Espin (Emergência em Saúde Pública de importância Nacional) deu um prazo de 30 dias para a medida entrar em vigor. Assim, ela só acaba oficialmente no próximo dia 22.

Pela lei, clínicas e empresas privadas já poderiam adquirir os imunizantes contra a Covid, mas tinham que doar toda a aquisição ao SUS enquanto houvesse vacinação de grupos prioritários

Geraldo Barbosa, presidente da ABCVac (Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas), disse que ainda não há contrato fechado, mas as negociações estão adiantadas com a AstraZeneca.

”Ainda não foi fechado o volume de doses, preços e quando exatamente as doses estarão disponíveis nas clínicas porque depende da compra de cada clínica”, disse.

A AstraZeneca Brasil, em nota, confirmou as negociações.

”As primeiras doses devem ser entregues às instituições ainda em maio. Quanto à disponibilização ao público final, fica a cargo de cada instituição’, disse o laboratório.

A Pfizer e a Janssen afirmaram que ainda não estão negociando com o setor privado e que o fornecimento, por ora, é exclusivamente para o governo federal.

A Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, só possui o registro de uso emergencial na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Dessa forma, ela não entraria no rol de vacinas que poderiam ser comercializadas.

O Ministério da Saúde pediu para a Anvisa avaliar a possibilidade de utilização do imunizante com o status de uso emergencial por um ano mesmo com o fim da emergência sanitária. A análise ainda irá passar por votação da diretoria colegiada da agência.

A intenção da pasta é que esse imunizante seja direcionado para crianças e adolescentes de 5 a 18 anos.

O presidente da ABCVac disse que uma Medida Provisória estaria sendo preparada para regular a venda de vacinas no setor privado, mas pessoas que lidam com o tema no Ministério da Saúde dizem que a área jurídica da pasta considera que isso não será necessário.

A lei 14.125, aprovada em março do ano passado, prevê que as clínicas podem adquirir os imunizantes, mas com a condição de doação de todas as doses ao SUS enquanto houver a vacinação do grupo prioritário.

Apenas após a imunização de grupos prioritários as empresas poderiam adquirir, distribuir e administrar vacinas, mas mesmo assim teriam que direcionar pelo menos 50% das doses ao SUS, utilizando as demais de forma gratuita. Com isso, não houve interesse do setor privado na aquisição.

Essas normas perdem a vigência com o fim da emergência sanitária.

Barbosa disse que o público-alvo das clínicas particulares serão colaboradores de empresas, pessoas que trabalham em local de risco e querem reforçar a dose. Todos terão que apresentar prescrição médica para receber o imunizante.

”Além de pessoas que futuramente possam não entrar na cobertura vacinal do SUS. Com a doença controlada a vacina deve ser como a da gripe, aplicada em grupos específicos”, disse.

O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde) já pediram para a pasta incluir a vacina da Covid-19 no PNI (Programa Nacional de Imunizações) para que o imunizante possa fazer parte do calendário anual de vacinação.

Recentemente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à Folha que a pasta ainda não decidiu quando e como será implantado o calendário definitivo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

A medida vem sendo cobrada por gestores de saúde nos estados.

Apesar das cobranças, o ministro afirma que ainda faltam evidências científicas para que sejam anunciados os grupos que deverão se vacinar todos os anos (se populações específicas ou quase todos os brasileiros, como ocorreu em 2021), a regularidade com que as pessoas receberão os imunizantes, e até mesmo que vacinas serão as mais apropriadas para a nova realidade epidemiológica da Covid-19

”O mundo ainda não tem todas essas respostas”, afirmou.

Nesta sexta-feira (28), o Brasil chegou a 663.484 mortes desde o início da pandemia.

A média de mortes vinha se mantendo nas últimas semanas em patamares próximos a 100 por dia, mas teve uma alta nesta sexta, chegando a 124.

Em relação à vacinação, mais de 177 milhões de pessoas (mais de 82% da população) receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —164 milhões já receberam ao menos a segunda dose do imunizante.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. ​

Procurados, Anvisa e Ministério da Saúde não responderam aos questionamentos até a publicação desta reportagem.

*por Raquel Lopes, Folhapress

Engenheira civil de 29 anos morre após cirurgia plástica para implantar próteses de silicone

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A jovem Júlia completaria 30 anos em maio. Foto: Rede social

Uma engenheira civil de 29 anos morreu, em Belo Horizonte, depois de se submeter a uma cirurgia plástica para implantar próteses de silicone nos seios e passar por uma lipoaspiração na cintura.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a morte da engenheira. A cirurgia plástica foi no último dia 8, em uma clínica particular, no bairro Santa Efigênia, na região Leste de Belo Horizonte. A jovem foi acompanhada de uma prima médica, de uma tia e do namorado. Durante o procedimento, Júlia teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, segundo informações do UOL.

Quase depois de seis horas do procedimento, foi levada para um quarto, sentindo mal. Foi o que disse a mãe da paciente, Patrícia Carneiro de Morais.

”A cirurgia demorou mais do que o previsto e ninguém me dava notícia de nada”, contou, ainda em estado de choque. Segundo Patrícia, a filha foi levada no mesmo dia para um hospital particular, de onde foi transferida quase cinco dias depois para outro hospital que atendia pelo plano de saúde de Júlia. Ela ficou menos de duas semanas internada e teve um quadro irreversível de morte encefálica. Agora, a mãe quer uma explicação para o que aconteceu.

”Minha filha era saudável, fazia academia, cuidava da alimentação”, disse Patrícia, que enterrou Júlia na última segunda-feira, em João Monlevade, na região Central. Antes do sepultamento, ela ainda atendeu dois pedidos da filha, não realizou velório e doou todos os órgãos.

Sonho que virou pesadelo

Patrícia lembrou que a filha sonhava com a plástica desde a adolescência e que fazia questão de um dia trabalhar e pagar pela cirurgia. ”Ela saiu de férias na quinta-feira (7) e na sexta-feira (8) foi para a clínica. Estava tranquila, sem nervosismo”, disse. Júlia estava acompanhada do namorado, de uma prima e uma tia, no dia do procedimento. A família procurou a delegacia de homicídios e registrou um boletim de ocorrência.

”Era um sonho dela, mas que virou pesadelo”. Patrícia Carneiro de Moraes, de 51 anos, é mãe de Julia Moraes Ferro, de 29 anos, morreu no sábado (23) após complicações de duas cirurgias estéticas em Belo Horizonte. Inconsolada, a mãe ainda se revolta com a forma com a qual o processo pós-operatório foi conduzido.

No próximo dia 27 de maio, Júlia completaria 30 anos. A mãe, ainda abalada, conta que não dorme desde a morte da filha e que esteve na casa onde ela morava, em Santa Bárbara, na região Central, e encontrou um vazio no imóvel. ”No chão, vi as botas que ela usava para trabalhar em uma mineradora, em Mariana, na mesma região. Eu não sei o que aconteceu, quero uma explicação, justiça”, cobrou Patrícia. ´

O médico cirurgião, Renato Nelson, que realizou o procedimento, não foi encontrado até a publicação desta matéria para se manifestar sobre o caso.

A SBCP-MG (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Minas Gerais) informou em nota que está acompanhando as apurações pelos órgãos competentes e cuidará para garantir a transparência nas informações. O órgão ainda informou que o cirurgião responsável pelo procedimento é habilitado, cumpriu todas as etapas de formação e possui Registro junto ao CRM-MG (Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais), além de possuir o título de especialista em Cirurgia Plástica.

”Como todo procedimento médico invasivo, a cirurgia plástica implica em riscos que são inerentes ao ato cirúrgico, mesmo com adoção de todas as medidas de precaução. A SBCP-MG lamenta o ocorrido e se solidariza com os familiares e amigos da paciente”, completou a SBCP-MG .

Já o CRM-MG disse que ”odas as denúncias recebidas são apuradas de acordo com os trâmites estabelecidos no Código de Processo Ético Profissional (CPEP), tendo o médico amplo direito de defesa e ao contraditório” e que todos os processos correm sob sigilo.

Plano de saúde individual pode subir 16%, a maior alta em 23 anos, segundo estimativas do setor

/ Saúde

Os planos de saúde individuais devem ficar quase 16% mais caros, segundo estimativas do setor. O reajuste oficial referente ao período de maio de 2022 a abril de 2023 ainda não foi divulgado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas deve ser anunciado até junho. Se confirmada, essa seria a maior alta desde 2000, quando entrou em vigor o modelo atual de reajuste. O percentual mais alto autorizado pela ANS até hoje foi de 13,57% em 2016.

Em 2021, pela primeira vez, os planos individuais tiveram reajuste negativo (-8,19%). Isso aconteceu principalmente devido à queda na utilização dos serviços da saúde suplementar e a consequente redução das despesas assistenciais em 2020 em virtude da pandemia. Para determinar o reajuste anual, a ANS leva em conta a variação das despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde (com peso de 80% sobre o cálculo) e a inflação acumulada no ciclo anterior (com peso de 20%).

Uma vez anunciado o percentual máximo de reajuste, as operadoras poderão subir os preços dos planos individuais a partir data de aniversário do contrato —isto é, no mês de contratação do plano. A alta poderá acontecer até abril de 2023. O reajuste divulgado pela ANS não vale para planos coletivos empresariais e por adesão. Segundo a agência reguladora, 8,9 milhões de pessoas têm planos individuais de saúde no Brasil.

A Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) estima que o reajuste para 2022 será de 15,8%. ”Em 2021, as despesas superaram e muito as de 2020, como resultado da elevada taxa de ocupação hospitalar ocasionada por dois principais motivos: a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, muito maior do que a primeira”, afirma a associação.

Segundo a Abramge, a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta do dólar também impactaram o setor. A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) projeta um reajuste de 15,7%, com base na atual metodologia de cálculo e nas informações das operadoras até o quarto trimestre de 2021.

”O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste”, diz.

A FenaSaúde afirma ainda que, se confirmada a projeção, o reajuste total nos dois últimos anos ficaria em 6,22% (considerando a queda de preços em 2021), abaixo da inflação geral acumulada no período, que passa de 16%.

Filipe Andretta / Folhapress

Agência Nacional de Vigilância Sanitária determina recolhimento de lote importado do chocolate Kinder

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote L343R03 do produto Kinder Schoko-Bons Branco 200g pelo risco de contaminação pela bactéria Salmonella typhimurium. A informação é da Agência Brasil.

Segundo a Anvisa, os produtos da fábrica responsável pela Kinder, na Bélgica, foram alvo de alerta internacional comunicando um surto dessa bactéria em chocolates da marca. Apenas o lote recolhido foi afetado. Os outros produtos da Kinder continuam sendo comercializados normalmente.

A Anvisa alertou, em nota, como o consumidor pode identificar o produto com risco de contaminação. ”Caso identifique o produto pelo nome (SCHOKO-BONS), o consumidor deve olhar no rótulo qual o nome do fabricante (‘Fabricado por’ ou ‘Produzido por’ Ferrero Argdennes SA – Arlon, Bélgica), além do número do lote, que é composto por letras e números (Lote L343R03)”.

Família faz campanha para custear tratamento de professora aposentada com doença rara

/ Saúde

Jane Moraes, 64, tem uma doença degenerativa. Foto: Divulgação

Há 12 anos a professora aposentada Jane Moraes, 64 anos, foi diagnosticada com Ataxia Spino Cerebelar Tipo 3 – a doença Machado Joseph. É uma enfermidade degenerativa do sistema nervoso que não tem cura. No entanto, um tratamento promissor está sendo realizado nos Estados Unidos e encheu a família da aposentada de esperança.

O problema é que o tratamento por Indução de Proteína por choque térmico custa US$ 35 mil, algo em torno de R$ 180 mil. Incluindo outras despesas da viagem, custo sobe para R$ 210 mil. Para viabilizar o sonho, os familiares de Jane lançaram uma campanha para arrecadar os recursos necessários para viajar e realizar o tratamento.

”Descobrimos o tratamento este ano ao ver uma reportagem com uma paciente de Salvador. Fizemos contato e ela disse que chegou na cadeira de rodas na clínica e saiu de lá andando”, conta esperançosa Magali Moraes, filha de Jane.

Magali lembra que, quando a mãe começou a apresentar os primeiros sintomas da ataxia, alguns médicos achavam que se tratava de labirintite. Jane começou tendo alguns desequilíbrios e caindo muito. ”Minha mãe começou a usar bengala, agora está no andador e se não realizar o tratamento vai para a cadeira de rodas. A doença ainda evolui até o ponto de a pessoa não conseguir respirar e comer”, lamenta Magali.

A solidariedade, porém, traz a esperança necessária para um futuro mais saudável para Jane. A família fez um pré-lançamento da campanha para os amigos durante a Semana Santa e em 24 horas arrecadou R$ 12 mil. O lançamento oficial com um site sobre a história de Jane e as informações sobre o tratamento será realizado no Dia das Mães.

”Nós não somos uma família carente. O problema é que o tratamento custa 35 mil dólares, fora despesas com visto, hospedagem, passagem. Esses custos acabam fugindo das nossas condições. Por isso resolvemos fazer a campanha e contar com a solidariedade das pessoas para nos ajudar a salvar a vida de Jane”, explica Magali. Quem quiser ajudar, pode fazer uma doação de qualquer valor através da chave pix: [email protected] .

Anvisa pede mais dados sobre Coronavac para autorizar uso em crianças de 3 a 5 anos

/ Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na sexta-feira (15) ter solicitado ao Instituto Butantan mais dados sobre a Coronavac, para analisar a segurança do uso em crianças de 3 a 5 anos.

Segundo a agência, os estudos enviados pelo Butatan são insuficientes para recomendar a liberação do imunizante contra a Covid-19 para esta faixa etária.

Atualmente, a vacina Coronavac é usada na população adulta e em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. Em 11 de março, o Instituto Butantan pediu que o imunizante fosse recomendado também para crianças de 3 a 5 anos.

Após o envio dos dados complementares solicitados pela Anvisa, a agência reguladora tem até 30 dias para realizar a avaliação do uso emergencial do imunizante nessa faixa etária.

Ministro da Saúde anuncia o fim da emergência sanitária imposta pela Covid no Brasil

/ Saúde

”Graças à melhora do cenário epidemiológico”, disse. Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento, em cadeia nacional de rádio e TV, de cerca de três minutos neste domingo (17). No discurso, Queiroga diz que há ”condições”, no Brasil, para anunciar o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin).

Segundo o ministro, nos próximos dias será ”editado um ato normativo” com as regras para essa medida.No pronunciamento, Queiroga disse que mais de 73% da população brasileira completou o esquema vacinal e cerca de 71 milhões de doses de reforço foram aplicadas.

”Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos hoje condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, a Espin. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, declarou o ministro da Saúde.

Marcelo Queiroga acrescentou, no entanto, que a medida não ”significa o fim da Covid-19”. ”Continuaremos a conviver com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros”, afirmou.

O Ministério da Saúde não tem competência para decretar o fim da pandemia, determinada 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde. Mas o presidente Jair Bolsonaro vinha defendendo o fim da Espin.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, neste domingo, o Brasil registrou 18 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 662.011 desde o início da pandemia. A média móvel de mortes está em queda há 52 dias.

O anúncio feito por Marcelo Queiroga destoa de recente determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que, no último dia 13 de abril, determinou que a pandemia de Covid-19 continua a ser uma “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional”. A decisão da OMS seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade, que reconheceu que o Sars-Cov-2, vírus causador da Covid, continua a ter uma evolução ”imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão”.

Os especialistas veem com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública tomadas para diminuir a transmissão do vírus. Com informações do G1

TCU vai apurar superfaturamento na compra de 35 mil unidades de Viagra pelas Forças Armadas

/ Saúde

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu processo para apurar superfaturamento na compra de 35 mil unidades de Viagra pelas Forças Armadas. O processo do TCU apura ”desvio de finalidade em compras de 35.320 comprimidos de citrato de sildenafila, popularmente conhecido como Viagra, e a comprovação de superfaturamento de 143%”. O procedimento foi aberto nesta terça-feira (12) e tem como relator o ministro Weder de Oliveira.

Em nota, o Ministério da Defesa informou que o medicamento é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento de hipertensão pulmonar arterial (HAP) e que “os processos de compras das Forças Armadas são transparentes e obedecem aos princípios constitucionais”.

Do total de 35 mil comprimidos, o processo licitatórios solicita a aquisição de “sildenafila” de 25 miligramas (mg) e 50 mg, distribuídos em 28.320 unidades destinadas à Marinha; 5 mil unidades destinadas ao Exército e 2 mil unidades destinadas à Aeronáutica.

Entenda

A licitação está no Portal da Transparência do Governo Federal e ganhou repercussão, na segunda-feira (11), depois que o deputado federal Elias Vaz (PSB) pediu explicações ao Ministério da Defesa sobre a aquisição dos comprimidos, usados em casos de disfunção erétil.

Esposa de Daniela Mercury relata nódulo no pulmão e comemora não precisar de cirurgia

/ Saúde

Malu Verçosa, de 45 anos, com equipe médica. Foto: Rede social

A esposa de Daniela Mercury, a jornalista Malu Verçosa, de 45 anos, anunciou nesta quarta-feira (13), nas redes sociais, que foi diagnosticada com um nódulo no pulmão esquerdo. No entanto, ela não vai precisar fazer cirurgia.

Segundo Malu Verçosa, o diagnóstico aconteceu na última semana, quando realizou exames de rotina, em São Paulo. Na oportunidade, os médicos também contaram sobre a possibilidade do nódulo virar um tumor.

“A vida deu um nó! Não voltamos para Salvador como planejado inicialmente. Seguimos em São Paulo para mais exames e cirurgia. Ontem fomos para o hospital Vila Nova Star apreensivas. Eu ia fazer a biópsia e, em seguida, seguiria para a cirurgia”, contou.

No entanto, de acordo com a jornalista, no dia da cirurgia, ela descobriu que não precisava mais operar, porque o nódulo havia reduzido. ”Na hora da cirurgia, o nódulo havia reduzido drasticamente e elas não fariam nem a biópsia mais. Eu não sei se foi milagre, se meu pai, que já está em outro plano , intercedeu, se eu ainda tenho muito o que fazer aqui nesse planeta”.

”Não sei e não quero entender porque não é racional. A medicina não explica tudo. Só sei que sou abençoada. Que somos abençoadas”, comemorou Malu Verçosa. Na publicação, a jornalista ainda agradeceu o trabalho e torcida de todos os médicos que a atendeu, além do apoio de familiares e amigos.

Daniela Mercury e Malu Verçosa já se casaram ”três vezes”. A última delas em julho de 2019, na Ilha de Faial, na cidade de Horta, em Portugal. A primeira cerimônia feita por Daniela Mercury e Malu Verçosa aconteceu em 12 de outubro de 2013, no casamento civil realizado no Brasil. Antes disso, em março de 2013, o casal já havia feito uma troca simbólica de alianças, em Paris.

O casal conheceu o local em 2017 durante uma apresentação de Daniela na Semana do Mar, tradicional festa dos Açores. Com informações do G1

Número de falsos médicos cresceu durante pandemia; Cremeb faz campanha de combate

/ Saúde

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) lançou nesta semana a campanha ”Cuidado: falso médico mata!”, para incentivar a denúncia de falsos médicos à Polícia e cobrar dos gestores um rigor maior na checagem de documentos durante a contratação. De acordo com a entidade, nos últimos meses, o número de médicos falsários no estado teve um aumento significativo.

A maioria dos casos acontece em cidades do interior. Em Cruz das Almas, no recôncavo baiano, há inquérito policial para apurar a morte de um paciente em decorrência de atendimento por um suposto falso médico

Mas a capital baiana também registra denúncias. Em fevereiro, um homem foi preso no Hospital Geral do Estado (HGE) enquanto se passava por um cirurgião.

De acordo com o presidente da Cremeb, Otávio Marambaia, a reincidência de médicos falsários demonstra uma falta de cuidado dos gestores com a saúde da população. ”O gestor tem a obrigação de buscar saber se o profissional está regularmente apto para exercer a profissão — o primeiro elemento é ver se está registrado no Conselho Regional de Medicina, e infelizmente temos pouca demanda dos gestores pela informação”, afirma.

O conselheiro afirma ainda que os enganos se dão porque os falsos médicos aceitam trabalhar por valores mais baixos. ”Eles unem a falta de cuidado com a saúde da população com a uma tentativa de economizar. Não pensam na saúde da população, em danos, só em economizar”, diz Marambaia.

O número de médicos falsários aumentou durante a pandemia, segundo o CREMEB, uma vez que a necessidade de contratação de médicos fez com que a oferta de trabalho fosse ampliada. Conforme a entidade, os casos acontecem principalmente em hospitais municipais.

”Muitas prefeituras não tiveram o cuidado de avaliar se esses falsos médicos tinham o registro médico”, afirma o presidente da Cremeb.

A campanha da entidade tem a intenção de alertar as pessoas para que elas identifiquem comportamentos, práticas, prescrições, e tratamentos que são fora do que elas estão acostumadas a encontrar normalmente. Além de pedir aos médicos que busquem saber se seus colegas são mesmo qualificados.

O Cremeb também deve concluir na próxima semana um convênio com a policia e com a Secretaria de Segurança Pública para dar agilidade às queixas que chegam. ”Chegam por redes sociais, emails… e muitas vezes de lugares distantes que não podemos mandar nossa fiscalização, mas que possamos regularizar com a participação da policia”, conclui Marambaia. *Metro1

Qual era o cenário da Covid-19 no Estado da Bahia quando as máscaras se tornaram obrigatórias?

/ Saúde

Pouco menos de um ano após o governo baixar o decreto que tornou obrigatório o uso de máscaras em todo o estado, a Bahia anunciou nesta segunda-feira (11) a ampliação da flexibilização do item de proteção nos ambientes fechados. Mas qual era o cenário epidemiológico da Covid-19 quando a política foi implementada pelo governo estadual?

Em 29 de abril de 2020, o Diário Oficial do Estado (DOE) trazia a infomação de que a Bahia passaria a adotar as máscaras como uma das medidas de prevenção da pandemia do novo coronavírus em locais abertos. Desde o dia 14 daquele mês o equipamento já era obrigatório em ambientes comerciais, indústrias, transportes e em outros espaços coletivos.

Até aquele dia, 2460 casos tinham sido confirmados laboratorialmente e 216 pelo critério clínico-epidemiológico – totalizando 2.676 pessoas com resultado positivo em 134 municípios. Ilhéus, seguida por Uruçuca, Itabuna, Coaraci e Salvador eram os municípios com maior incidência. A quantidade de casos ativos era de 2.012 e 564 estavam recuperados.

O boletim da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contabilizava, naquela data, 14.306 notificações e 7.929 pessoas com resultado negativo para Covid-19. Estavam sob investigação 3.701 casos.

A taxa de ocupação de leitos era de 35% para leitos clínicos – 276 dos 785 disponíveis – e 43% dos leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), 137 das 318 vagas montadas exclusivamente para atender a demanda da crise sanitária.

O Laboratório Central de Análises Públicas (Lacen) havia realizado 17.236 exames de vírus respiratórios. Outros 2.201 estavam sob análise do órgão. O comunicado diário da secretaria evidenciou o boom no número de exames pendentes devido a realização de uma ação no sul do estado.

A marca de mortes em decorrência de complicações do coronavírus no dia 29 de abril era de 100 pessoas, em 22 municípios baianos. Cerca de 50% eram homens e a taxa de letalidade era de 9,73%.

A média de idade de vítimas da doença era de 67 anos, mas os dados mostravam uma variação de 25 a 97 anos. As pessoas com comorbidade representavam um percentual de 88%.

*por Bruno Leite / Bahia Notícias

Forças Armadas aprovam compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra, diz Portal da Transparência

/ Saúde

As Forças Armadas aprovaram pregões para comprar 35.320 comprimidos de Viagra, remédio usado tipicamente para tratar disfunção erétil. Desde 2020, foram oito processos de compra aprovados.

Os dados são do portal da Transparência e do painel de preços do governo. O deputado Elias Vaz (PSB-GO) foi quem os compilou.

Nos processos de compra, o medicamento aparece com o nome genérico Sildenafila. A maior parte deles é destinado à Marinha, com mais de 28 mil comprimidos; o Exército aparece com 5 mil comprimidos e a Aeronáutica com 2 mil.

O deputado Vaz pediu esclarecimentos ao Ministério da Defesa para entender o intuito da aquisição, porém não obteve resposta.