Após falhas na logística, ministro Pazuello diz que entregou doses de vacina antes do planejado

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Atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Fotos: Tony Winston/MS

Após uma série de problemas na logística no envio das primeiras vacinas contra Covid-19, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, gravou um vídeo nesta terça-feira (19) em que afirma que a pasta entregou doses aos estados antes do planejado.

”Tínhamos um planejamento de entregar todas as vacinas no Brasil em cinco dias. Realizamos essa missão em 24h ininterruptas. Aceleramos o processo logístico de entrega das vacinas para atender a urgência dos estados em iniciar imediatamente a vacinação em seus municípios”, disse.

Apesar de já ter divulgado anteriormente que faria a distribuição em até cinco dias, Pazuello fez um acordo na segunda (18) com governadores para adiantar a entrega e o início da vacinação para as 17h do mesmo dia na maioria dos estados. A logística de envio, no entanto, foi marcada por alterações repentinas de horários de voos e atropelos na comunicação.

A situação provocou críticas de governadores e autoridades de saúde locais e fez com que ao menos 11 estados iniciassem a vacinação só nesta terça (19). No vídeo, Pazuello cita ”dificuldades impostas pelas dimensões continentais do país” e afirma que a entrega foi concluída às 11h desta terça, com ”esforço de instituições públicas e privadas”.

Sem citar números e empresas, o ministro diz que a pasta continua ”fazendo negociações e aquisições de milhões de doses de vacinas com outros laboratórios”.

Questionado sobre quais seriam essas possíveis novas aquisições, o Ministério da Saúde não respondeu até o momento. Segundo membros da pasta, não houve novos acordos recentes.

Sem conseguir obter os 2 milhões de doses da vacina de Oxford que estavam previstas para ser importadas da Índia, até então tidas como principal aposta para iniciar a vacinação, o governo iniciou a estratégia nesta segunda (18) com a distribuição de 4,6 milhões de doses da Coronavac, do Butantan.

Nos últimos meses, a Coronavac esteve no meio de uma guerra política travada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o governador paulista, João Doria (PSDB), o que levou o ministério a suspender temporariamente um acordo para obter 100 milhões de doses.

O contrato só foi fechado no início deste mês, mas a entrega ainda enfrenta impasses devido à dificuldade de obter insumos da China para produzir mais doses. Problema semelhante ocorre com a Fiocruz.

Distanciamento continua fundamental, mesmo com vacinação, diz Organização Pan-Americana da Saúde

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No momento em que a vacinação começa nas Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou ontem (19) que ainda haverá um longo caminho até a imunização massiva e, enquanto isso não ocorrer, é fundamental manter as medidas de distanciamento social e de prevenção ao novo coronavírus.

Sete países das Américas já iniciaram seus programas de vacinação: Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Argentina, Chile e Costa Rica. Diante desse contexto, a diretora da Opas, Carissa Etienne, fez um chamado aos governantes da região para não ”baixar a guarda” neste momento e salvar vidas.

“As vacinas vão ajudar a salvar vidas. Estamos cientes de que ainda não há doses para atingir o impacto da transmissão [do vírus] no curto prazo. As doses disponíveis são poucas. E esses fatores mostram a necessidade de intensificar as ações do sistema de saúde para limitar a exposição ao vírus. Distanciamento social, evitar aglomeração e lavagem das mãos são nossas melhores esperanças”, disse Carissa, em entrevista coletiva.

De acordo com Carissa, a situação de acesso limitado à vacina deve durar algumas semanas ou meses, mas, ao mesmo tempo em que países já estão começando, é importante manter todas as medidas de proteção. ”Para este ano, vamos ter que manter medidas para limitar transmissão intensa”, completou o brasileiro Jarbas Barbosa, diretor assistente da Opas. Da Agência Brasil

Prefeitos dizem que municípios receberam doses insuficientes para 1ª fase e secretário pede paciência

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Imagem mostra chegada de 67 doses em Itiruçu. Foto: Ed Santos

O Blog Marcos Frahm obteve informações de que alguns dos gestores de municípios dos territórios do Vale do Jiquiriçá e do Médio Rio de Contas, atendidos pelo Núcleo Regional de Saúde, órgão vinculado à Secretaria de Saúde do Estado da Bahia – SESAB teriam demonstrado insatisfação ao comentar que as cidades receberam menos doses da vacina Coronavac do que o esperado para imunizar por completo o primeiro grupo prioritário do Plano Nacional de Imunização.

Uma fonte do BMFrahm revelou que os prefeitos comentam não ser possível vacinar todo o primeiro grupo, composto por trabalhadores da Saúde, Instituições de Longa permanência de idosos e pessoas com deficiência, além da população indígena.

Contudo, os prefeitos não se pronunciaram publicamente sobre o assunto. Já o secretário estadual da Saúde, Fábio Villas-Boas, em entrevista à TV Record, pediu paciência. ”A gente pede as pessoas um pouco mais de paciência. Nós conseguimos um feito histórico para a humanidade que foi em menos de um ano desenvolver, fabricar e distribuir a vacina. Um pouquinho mais de paciência, pois dentro de 60 dias teremos vacina suficiente para fazer esse processo ocorrer de forma significativa. Estamos torcendo para que o STF conceda uma liminar ao Estado autorizando nós a trazer de Moscou dez milhões de doses da vacina Sputnik para ajudar o governo a salvar o nosso povo”, justificou.

O Governo Federal liberou a Coronavac para todos os estados brasileiros. Das 6 milhões de doses disponíveis, neste primeiro momento, a Bahia recebe 376 mil para imunizar 180 mil pessoas, mas a quantidade por município não foi divulgada pela SESAB.

O BMFrahm apurou que, na região, Jequié, município mais populoso e com o registro de 193 óbitos, recebeu 2.160 doses, enquanto Maracás, com 22 óbitos, recebeu 150 doses, Lagedo 76, Nova Itarana 55, Itiruçu 67, Itagi 65, Apuarema 40.

Vacinação contra a covid-19 já teve início em quase todo o país, informou o Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (19) a entrega de 6 milhões de doses da CoronaVac para todos os estados e o Distrito Federal. A vacinação já começou em quase todo país. 

A vacinação teve início pelos grupos prioritários da chamada fase 1: trabalhadores de saúde, pessoas institucionalizadas (que residem em asilos) com 60 anos de idade ou mais, pessoas instituicionalizadas com deficiência e população indígena aldeada.

Ontem (18), a Agência Brasil já havia registrado o início da vacinação em Goiás, Piauí e Santa Catarina, além de São Paulo, no domingo.

Primeira mulher indígena vacinada na Bahia, Deisiane Tuxá pede que população acredite na vacina

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Deisiane Tuxá natural de Rodelas, na Bahia. Foto: Camila Souza

Representante da população indígena, Deisiane Tuxá natural de Rodelas, no interior do estado, foi a primeira mulher indígena a ser vacinada contra o coronavírus.

Segundo o site Bahia Notícias, ela trabalha em Salvador no Distrito Especial Indígena da Bahia, local responsável pela atenção à Saúde Básica das populações aldeadas indígenas do estado. O distrito em que Deisiane atua é responsável por 135 aldeias.

”Agradeço a felicidade de estar aqui hoje, de representar não só o meu povo Tuxá, mas todos os povos da Bahia. Temos mais de 30 mil indígenas, e esse momento é histórico. É preciso que a gente acredite na vacina, em dias melhores”, disse após receber a primeira dose da vacina Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

”Claro que temos que manter todas as medidas de cuidado, mas acreditar que esse momento de avanço é positivo”, completou Deisiane.

Primeiras vacinas contra à Covid-19 são aplicadas em enfermeira, idosa e médico, todos negros, na Bahia

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Vacina é aplicada pelo secretário Fábio Vilas-Boas. Foto: Camila Souza

Uma enfermeira de 53 anos, uma idosa de 83, um médico de 30, todos negros, e uma índia do povo Tuxá de 31 anos foram as quatro primeiras pessoas a serem vacinadas contra a Covid-19, na Bahia. O governador Rui Costa acompanhou a imunização histórica, que aconteceu na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador, na manhã desta terça-feira (19).

A vacinação se inicia apenas algumas horas depois da chegada de 376.600 doses da Coronavac no estado. ”É uma emoção grande. Quase um ano que estamos nessa luta, com a população sofrendo, pessoas perdendo seus entes queridos, e hoje, após meses de muito trabalho, começamos a enxergar a luz no fim do túnel”, afirmou o governador.

Na ocasião, Rui destacou que ainda há muito a ser feito. “Ainda não é a solução, porque temos uma longa caminhada pela frente. Não tem vacina disponível para todo mundo de uma vez, e por isso vamos tentar buscar uma outra vacina. Estamos tentando, junto ao Supremo Tribunal Federal, conseguir autorização para a aquisição da Sputnik V, a vacina russa”, revelou.

A enfermeira Maria Angélica de Carvalho Sobrinha, que atua no Instituto Couto Maia; o médico Uenderson Barbosa, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); a índia Deisiane Tuxá e dona Lícia Pereira Santos, idosa que mora, desde 2014, no Centro de Geriatria das Osid, foram as pessoas escolhidas para receber doses dos imunizantes desenvolvidos pelo Instituto Butantã, em parceria com a chinesa Sinovac Biotech.

”Estou muito feliz de ser a primeira idosa a receber a vacina aqui na Bahia”, celebrou a idosa.
Todos se enquadram no público-alvo que faz parte da fase 1 do plano de vacinação contra a Covid-19: profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença e em unidades de saúde de urgência e emergência, idosos que vivem em instituições de longa permanência, indígenas e comunidades tradicionais.

Profissionais de transportes entram no grupo prioritário da vacinação, diz Ministério

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Os profissionais do setor de transportes foram incluídos no grupo prioritário para receber a vacina contra a covid-19. Segundo nota do Ministério da Infraestrutura, entram nesta categoria trabalhadores em transportes terrestres, aéreo, ferroviário e aquaviário.

Também estão no grupo caminhoneiros, trabalhadores em portos, empregados de companhias aéreas, funcionários de empresas de trens e ferrovias e motoristas e cobradores de ônibus tanto metropolitanos quanto intermunicipais e interestaduais.

Para ter direito à vacinação, os profissionais deverão comprovar, por meio de documentação, que são funcionários de empresas de alguns destes segmentos.

A nota do Ministério da Infraestrutura não detalha em que fase da vacinação esses trabalhadores serão incluídos. A data para o início da imunização dos profissionais do setor de transportes ainda deverá ser divulgada pelo Ministério da Saúde. Da Agência Brasil

Butantan pede à Anvisa registro de mais 4,8 milhões de doses da vacina contra Covid-19

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A informação partiu do governador de SP, Doria. Foto: Divulgação

O Governador de SP, João Doria confirmou nesta segunda-feira (18), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, que o Instituto Butantan pediu à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o registro emergencial para um segundo lote 4,8 milhões de novas doses da vacina contra o coronavírus desenvolvida pela instituição em parceria com a biofarmacêutica Sinovac.

”A autorização para o uso emergencial que a Anvisa concedeu ontem (17) era exclusivamente válida para as 6 milhões de doses da vacina, todos elas já distribuídas ao Ministério da Saúde. Estamos seguros que essa nova análise será feita com o mesmo critério, o mesmo cuidado e a mesma agilidade com que ontem liberaram a vacina do Butantan, a vacina do Brasil”, disse o governador João Doria.

Segundo o Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o pedido de autorização do uso emergencial do segundo lote abrangerá um número ainda maior de doses. ”A primeira partida é de 4 milhões e 800 mil já em disponibilidade na medida em que for feita essa segunda autorização. Uma vez aprovado, daí a produção do Butantan será feita de acordo com essa autorização, isto é, não haverá a necessidade de todo o lote ser requisitado (o pedido emergencial), podendo chegar a uma produção adicional de 35 milhões de doses”, explicou.

Solidariedade: Após oxigênio, mais de cem médicos da Venezuela se oferecem para ajudar Manaus

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Pelo menos 107 médicos graduados na Venezuela se ofereceram para ajudar Manaus, que vive semana de colapso do sistema de saúde com falta de oxigênio para suprir a demanda de internações por Covid-19 no Amazonas. A informação foi anunciada hoje (16) pelo ministro de Relações Exteriores do país, Jorge Arreaza.

De acordo com o anúncio, os mais de cem profissionais partem da Associação dos Médicos Formados no Exterior (Amfex) e se apresentaram na sexta ao consulado venezuelano em Boa Vista, Roraima, para ajudar no atendimento médico aos pacientes acometidos pelo coronavírus no Amazonas.

A brigada, que conta com médicos brasileiros e venezuelanos formados na Universidade de Caracas, Venezuela, enviou documento ao governador Wilson Lima (PSC) ainda na sexta-feira (15). No documento, o grupo afirma que “107 médicos residentes no Brasil estão à inteira disposição para prestar o apoio que seja necessário para nessa luta contra o coronavírus e a favor da vida humana”.

A colaboração do país vizinho vem após o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, orientar que sua diplomacia atendesse ao pedido do governo do Amazonas para liberar uma carga de oxigênio hospitalar da White Martins produzida no país. O governador do Amazonas, Wilson Lima, disse que a Venezuela foi o único país a se prontificar a ajudar o Estado na crise falta de oxigênio.

Além da colaboração dos profissionais da saúde, o ministro chavista também comunicou que informou ao governador do Amazonas que neste sábado os primeiros caminhões de cilindro com milhares de litros de oxigênio saem da fábrica do SIDOR, em Puerto Ordaz, para Manaus.

A cidade de Puerto Ordaz, na Venezuela, fica a 1.580 quilômetros da capital manauara. Ainda não há estimativas de quando essa carga chegará ao Brasil.

Amazonas pede transferência de 60 bebês prematuros; Martagão disponibiliza leitos

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O governo do Amazonas pediu que outros estados recebam 60 bebês prematuros que também correm risco de ficar sem oxigênio, assim como pacientes internados com a Covid-19. O pedido foi feito nesta sexta-feira (15) e confirmado à CNN Brasil pelo secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula.

De acordo com ele, o estado terá capacidade para receber de cinco a dez bebês. Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) também disponibilizou leitos e criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Já em Salvador, o Hospital Martagão Gesteira anunciou que poderá disponibilizar dez leitos de pediatria. Um ofício foi enviado para o Ministério da Saúde nesta sexta.

No documento, a Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (entidade mantenedora do Martagão) ressalta que estão disponíveis pelo menos dez leitos pediátricos para receber pacientes provenientes de Manaus (AM), diante do cenário da falta de oxigênio em hospitais ocorrido na cidade.

Prazo para recorrer de auxílio-doença negado pelo INSS em 2020 termina neste sábado (16)

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O segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que teve o auxílio-doença negado em 2020 pode agendar uma nova perícia médica até este sábado (16). O pedido deve ser feito pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.

Pode recorrer da decisão quem pediu o adiantamento do auxílio e teve o benefício negado e quem requereu o auxílio-doença a partir de 1º de fevereiro de 2020, mas não conseguiu passar pela perícia médica.

Desde setembro, as perícias voltaram a ser presenciais nas 491 agências do INSS em todo o país, após meses de atendimento virtual por causa da pandemia da covid-19. Apenas os médicos peritos pertencentes a grupos de risco – como pessoas com mais de 60 anos, grávidas, lactantes e pessoas com doenças graves – continuam trabalhando remotamente.

Ao ir para a perícia, o segurado deverá levar todos os documentos que comprovem o motivo do afastamento do trabalho, como laudos, exames, atestados e receitas médicas. O auxílio-doença é pago a empregados que não podem ir ao trabalho por mais de 15 dias em decorrência de enfermidade ou de acidente.

Para evitar a aglomeração de pessoas nas agências, o INSS antecipou, entre março e novembro, parte do auxílio doença. O segurado recebeu um adiantamento de até R$ 1.045 – valor do salário mínimo no ano passado – sem a necessidade de perícia. Após a confirmação do benefício pelo médico perito, a quantia recebida antecipadamente seria descontada dos futuros pagamentos.

De acordo com o INSS, a diferença entre o salário mínimo e o valor do auxílio doença, caso este seja superior ao mínimo, foi paga em dezembro. Eventuais ajustes estão sendo feitos neste início de 2021. Da Agência Brasil

Secretário da Saúde apresenta plano de vacinação da Covid para Jequié, Jaguaquara, Ipiaú e região

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Secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, visita Jequié. Foto: Divulgação

O plano de vacinação estadual contra o coronavírus (Covid-19) foi apresentado pelo secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, nesta sexta-feira (15), em Jequié, durante encontro com os 26 secretários municipais de saúde da região, a exemplos de Apuarema, Jaguaquara, Barra do Rocha, Boa Nova, Dário Meira, Ibirataia, Ipiaú, Irajuba, Itagibá, Itiruçu, Jitaúna, Lafaiete Coutinho, Manoel Vitorino, Nova Itarana e demais municípios do Médio Rio de Contas e Vale do Jiquiriçá.

Em toda a Bahia, 5,08 milhões de baianos serão imunizados nas quatro primeiras fases, que são os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Apenas da região de Jequié a estimativa é vacinar mais de 150 mil pessoas nas quatro fases.

De acordo com o secretário, ”a Bahia está preparada para iniciar a vacinação. Em todo estado teremos 5.114 salas de vacinação e prevemos, inicialmente, 243 veículos entre aeronaves, caminhões, furgões e caminhonetes para assegurar que a vacina chegue aos municípios em até 24 horas após recebermos do Ministério da Saúde”, afirma Vilas-Boas, ao pontuar ainda que ”iniciamos a distribuição das seringas e agulhas que estavam no estoque para os municípios”.

O encontro também foi uma oportunidade de apresentar a estrutura, serviços, fluxos e canais de comunicação disponíveis da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). ”A ideia é facilitar ao máximo a comunicação entre a esfera estadual e municipal a fim de que a população, sobretudo neste momento de pandemia, tenha a assistência a saúde necessária”, ressalta o titular da pasta estadual da Saúde. Fábio Vilas-Boas, que estava acompanhado do deputado federal Paulo Magalhães, foi recepcionado pelo prefeito Zé Cocá, pelo deputado estadual Euclides Fernandes e outras autoridades políticas.

Governo do Estado entrega 33 vans para atender 34 municípios de 13 Consórcios de Saúde

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Rui entrega chave ao prefeito Tunga, de Iramaia. Foto: Divulgação

O governador Rui Costa realizou a entrega de 33 vans para 13 Consórcios Interfederativos de Saúde, na manhã desta sexta-feira (15), acompanhado do secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, no pátio da Secretaria da Saúde do Estado, em Salvador. Os veículos irão atender a demanda de 34 municípios de diversas partes do estado. O investimento para garantir a entrega das vans é de R$ 4,9 milhões.

”Essas vans complementam a frota no sentido de diminuir o tempo de viagem dos pacientes. Eu fico muito orgulhoso porque neste ano chegaremos a 24 policlínicas em funcionamento pela Bahia, transformando a estrutura de saúde do estado”, afirmou Rui.

Cada veículo tem custo médio de R$ 147 mil e atenderá a demanda da população que precisa se deslocar até as Policlínicas Regionais de Saúde. As vans têm capacidade para transportar 15 pacientes.

Presidente do Consórcio Interfederativo de Saúde de Morpará, que atende oito municípios, o prefeito Lelei Barreto comemorou a entrega. ”Com esse tipo de ação os municípios se sentem contemplados pelo Governo do Estado com os serviços de saúde. É a demonstração da importância de continuar fortalecendo, cada vez mais, a saúde no interior.”

Os municípios beneficiados pela entrega das vans são: Jucuruçu, Feira Da Mata, Iramaia, Ipecaetá, Amélia Rodrigues, Água Fria, Pedrão, Conceição de Feira, Cachoeira, Itaparica, Curaçá,Encruzilhada, Belo Campo, Presidente Jânio Quadros, Maetinga, Poções, Caldeirão Grande, Várzea da Roça, São José Jacuípe, Várzea Nova, Ibirapitanga, Itapitanga, Andorinha, Antônio Gonçalves, Nordestina, Pindobaçu, Mansidão, Catolândia, Morpará, Muquém de São Francisco, Brotas de Macaúbas, Angical, Serra Dourada e Oliveira dos Brejinhos.

Pacientes começam a ser transferidos de Manaus para oito estados, diz Ministério Saúde

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Pacientes são transferidos. Foto: divulgação/Força Aérea Brasileira

Os pacientes infectados com a Covid-19 e que necessitam de oxigênio para respirar começaram a ser transferidos de Manaus, capital do Amazonas, para oito estados brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (15), a estimativa é que até 700 pacientes sejam transferidos nos próximos dias.

”As transferências ocorrerão por via aérea e já estão garantidos – de imediato – 149 leitos: 40 em São Luís (MA); 30 em Teresina (PI); 15 em João Pessoa (PB); 10 em Natal (RN); 20 em Goiânia (GO); 4 em Fortaleza (CE); 10 em Recife (PE) e 20 no Distrito Federal”, disse o Ministério em nota.

”O transporte será feito em parceria com o Ministério da Defesa por duas aeronaves da Força Aérea Brasileira com capacidade de 25 pacientes deitados em macas dentro de voos. O deslocamento será realizado com a presença de profissionais médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem para prestar atendimento aos pacientes”, completou a pasta.