Governador Rui Costa autoriza a construção de policlínica para a região de Jacobina

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Rui Costa autoriza nova policlínica, em Jacobina. Foto: Carol Garcia

A construção de uma policlínica regional em Jacobina, no centro norte da Bahia, foi autorizada no sábado (14). Em visita ao município, o governador Rui Costa assinou a ordem de serviço para o início imediato das obras da unidade de saúde, que irá oferecer atendimento em diversas especialidades para moradores de Jacobina e outras 16 cidades da região. ”Esse equipamento vai trazer uma nova realidade para a saúde pública aqui de todos dos municípios. A policlínica é o lugar que o paciente vai depois de ir ao posto de saúde. Normalmente, no posto, o médico recomenda a consulta com especialista ou a realização de exames, como ultrassonografia, colonoscopia, tomografia computadorizada, ressonância magnética. Mas, na grande maioria das cidades, as pessoas não têm onde fazer esses exames. Agora, nós estamos levando para as regiões da Bahia esses serviços”, explicou Rui. Ao todo, são 17 policlínicas previstas em todo o estado. Como as demais, a unidade em Jacobina terá 2.848,32 metros quadrados de área construída e receberá investimentos de cerca de R$ 24 milhões, que serão aplicados na construção e na aquisição de equipamentos de ponta para atender, com alto nível, as demandas da população local. Os recursos ainda serão utilizados na compra de micro-ônibus para o transporte de pacientes que moram nos outros municípios integrantes do consórcio público de saúde. O governador acrescentou que quatro policlínicas já estão em funcionamento em Irecê, Jequié, Guanambi e Teixeira de Freitas, cumprindo o objetivo de regionalizar a saúde na Bahia. Vitória da Conquista, Juazeiro e Salvador, no bairro de Escada, estão com obras de policlínicas em andamento. ”Hoje é o grande dia aqui em Jacobina para atender quase 400 mil pessoas. O custeio depois da policlínica pronta será rateado entre Estado e municípios”, disse Rui

Saúde: Sociedades médicas divulgam orientações sobre vacinação contra a febre amarela

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Quatro entidades médicas divulgaram uma nota técnica para esclarecer alguns pontos sobre a vacinação contra a febre amarela. O objetivo é dar segurança aos médicos e outros profissionais da saúde envolvidos na orientação da população brasileira para aumentar a adesão à vacinação contra a febre amarela.Os documentos são assinados pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A nota técnica inclui um protocolo inédito para orientar os profissionais que atuam na triagem sobre quem pode ou não ser vacinado.O guia contém perguntas sobre o uso de medicamentos, presença de determinadas enfermidades e histórico de alergia grave ao ovo ou a algum dos componentes da vacina. Entre os grupos que não devem ser vacinados estão crianças menores de 6 meses de idade, pacientes com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina, pacientes em uso de medicamentos biológicos em geral, pacientes em uso de medicamentos imunossupressores e pessoas com história de doença do timo.Já para os chamados grupos de precaução, a recomendação da vacina de febre amarela precisa ser analisada previamente pelo médico ou profissional da saúde. “Isto acontece naquelas situações em que a contraindicação não deve ser generalizada para todos, mas merece cuidado na avaliação dos riscos (possibilidade de se infectar versus possibilidade de evento adverso grave e os benefícios para seu paciente quando o risco de se infectar é maior que o risco de evento adverso grave)”, informa o documento.São considerados grupos de precaução: pessoa com doenças imunossupressoras ou em tratamento com medicamentos imunossupressores, gestantes, pessoas maiores de 60 anos de idade, mulheres amamentando lactentes com menos de 6 meses de idade, pessoas que vivem com HIV/Aids e pessoas com doenças autoimunes, como lúpus, doença de Addison e artrite reumatoide.Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil confirmou 1.127 casos e 331 óbitos entre 1º julho de 2017 a 10 de abril deste ano. Os estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo estão com a cobertura abaixo da meta, que é de 95%, e 10 milhões de pessoas ainda precisam se vacinar contra febre amarela.

Saúde: Estado da Bahia já registrou 15 casos de gripe H1N1 este ano, com duas mortes

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Somente este ano foram registrados 228 casos de influenza em todo o País, sendo 17 na Bahia. Entre eles, 15 casos pelo subtipo A H1N1, com dois deles indo a óbito, e dois por A H3 sazonal, com um óbito. As informações são do último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Segundo a Sesab, até março foram notificados 78 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na Bahia, com oito óbitos, entre eles 16 casos foram confirmados para influenza.  No mesmo período do ano passado, foram notificados 72 casos da doença, com seis óbitos. As medidas de prevenção para o H3N2 são as mesmas que os outros tipos de influenza. A transmissão dos vírus influenza se dá por meio do contato com secreções das vias respiratórias eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com boca, olhos e nariz. Pessoas com o vírus podem sentir calafrios, mal-estar, dor de cabeça, ter febre, tosse ou dor na garganta, dor muscular e nas articulações. Falta de ar, febre por mais de três dias e dor muscular intensa podem ser sinais do agravamento do quadro. O Ministério da Saúde orienta a população a adotar cuidados simples para evitar a doença, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal. Algumas pessoas, como idosos, crianças e gestantes, possuem um risco maior de desenvolver complicações. A vacinação é considerada a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza. A campanha nacional destinada aos mais vulneráveis deve começar na segunda quinzena deste mês.

Imunização

A vacina da gripe disponível no Brasil nesta temporada também protege contra o H3N2. Alguns estados brasileiros já registraram os primeiros casos de infecção pelo vírus, que só nos Estados Unidos atingiu mais de 47 mil pessoas. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, 13 estados brasileiros registraram 57 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causado pelo influenza.

Saúde: Se descoberto no início, câncer colorretal tem 90% de chance de cura, ressalta Inca

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O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que o Brasil registrará neste ano cerca de 600 mil novos casos de câncer. Com exceção do câncer de pele não melanoma, os tipos de câncer mais frequentes serão os de próstata (68,2 mil casos novos), em homens, e de mama (59,7 mil), em mulheres. Menos divulgado, o câncer colorretal ou do intestino grosso vem em seguida com 36.360 novos casos em 2018, dos quais 17.380, em homens, e 18.980, em mulheres. Em coletiva de imprensa, o chefe-substituto da Seção de Cirurgia Abdomino-Pélvica do Inca, Rodrigo Araújo, reforçou que o câncer colorretal é uma doença facilmente curável quando descoberta no início. “Se diagnosticada nos estágios iniciais, a chance de cura da doença é de 90%”, disse. Segundo informações da Agência Brasil, o câncer de cólon e reto é o terceiro tipo de câncer mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres no Brasil. De acordo com o Inca, no Brasil, em 2015, 8.163 homens e 8.533 mulheres morreram em decorrência do câncer de cólon e reto. A maioria desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. Uma das formas de prevenir o aparecimento do câncer é a detecção e a remoção desses pólipos antes de eles se tornarem malignos. “Temos visto a incidência crescente desse câncer em pessoas com menos de 50 anos, o que preocupa”, disse Araújo.

Saúde: Faltam mais de 3 mil leitos de UTI neonatal no país, diz sociedade de pediatria

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Levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostra que o país tem um déficit de 3.305 leitos de unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) específicos para o acolhimento de crianças que nasceram antes de 37 semanas e que apresentam quadros clínicos graves ou que necessitam de observação. Segundo a entidade, no Brasil nascem quase 40 prematuros por hora, ou mais de 900 por dia. O Departamento Científico de Neonatologia da SBP estima que a proporção ideal de leitos de UTI neonatal é de no mínimo quatro para cada grupo de mil nascidos vivos. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), existem atualmente 8.766 leitos do tipo no país, públicos e privados, que correspondem a 2,9 leitos por mil nascidos vivos. Se considerados apenas os leitos oferecidos pelo Sistema Único da Saúde (SUS), a taxa cai para 1,5 leitos a cada mil nascidos vivos, levando em conta as 4.677 unidades disponíveis para essa rede. Por causa dessa realidade, a SBP vai lançar a campanha Nascimento Seguro, na abertura do 7º Simpósio Internacional de Reanimação Neonatal, que será realizado de hoje (5) a sábado (7) em Foz do Iguaçu (PR). A entidade alerta para a necessidade de garantir a presença de um pediatra nas salas de parto, para o atendimento imediato de intercorrências, e da qualificação de médicos e demais profissionais da saúde. Também é defendida a humanização da assistência à mulher gestante, pela oferta de leito de internação e local para a realização do parto, com presença de equipe e estrutura adequadas; apoio ao aleitamento materno e realização de campanhas de esclarecimento sobre a importância da prevenção de doenças. Segundo o Ministério da Saúde, o número de leitos de UTI neonatal que atendem pelo SUS aumentou em aproximadamente 10% entre 2015 e 2018, totalizando 4.697 leitos disponíveis na rede pública em todo o Brasil. ”Desde 2011, o Ministério da Saúde incentiva a abertura de novos serviços por meio da Rede Cegonha, que garante recursos adicionais para os gestores. Foram investidos mais de R$ 230 milhões na estratégia”, informa a pasta. O ministério acrescenta que o tempo de internação pode variar de 10 a 52 dias, dependendo das características da população assistida, e que a estimativa de 3 mil leitos se refere apenas a um serviço analisado. Segundo a pasta, cabe aos gestores estaduais e municipais definirem a quantidade de leitos de UTI neonatais que devem ser oferecidos à sua população. “Todos os municípios devem ter uma referência de atendimento, ou seja, podem organizar em um conjunto de cidades e estado os serviços oferecidos à população local”, diz em nota.

Gilberto Magalhães Occhi, do PP, é confirmado para o Ministério da Saúde no Governo Temer

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Gilberto Magalhães Occhi vira ministro da Saúde. Foto: Agência Brasil

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Magalhães Occhi (PP), vai assumir o Ministério da Saúde em substituição a Ricardo Barros (PP) que voltará a Câmara dos Deputados. Barros assumirá a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. A informação do novo titular da Saúde foi confirmada na noite desta quarta-feira (21), por uma fonte do alto escalão do Palácio do Planalto. A dança das cadeiras na Esplanada está relacionada às eleições 2018. O prazo de desincompatibilização estipulado pela lei eleitoral será até 7 de abril.

Número de médicos no Brasil cresce mais de 600% em 5 décadas; má distribuição persiste

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Total de médicos no país aumentou 665%. Foto: Divulgação

Em pouco menos de cinco décadas, o total de médicos no país aumentou 665%, enquanto a população brasileira cresceu, no mesmo período, 119%. Apesar do salto na quantidade de profissionais, a maioria deles permanece atuando em capitais e grandes centros urbanos, cenário que compromete o atendimento em municípios do interior do país. Os dados fazem parte da pesquisa Demografia Médica 2018, feita pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com o patrocínio do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Regional de Medicina de São Paulo. O levantamento conta ainda com informações de bancos de dados da Associação Médica Brasileira e da Comissão Nacional de Residência Médica. De acordo com o estudo, em janeiro deste ano, o Brasil registrou um total de 452.801 médicos – uma média de 2,18 profissionais para cada grupo de mil habitantes. O Sudeste é a região brasileira com maior densidade médica (2,81 profissionais para cada grupo de mil habitantes), contra 1,16 no Norte e 1,41 no Nordeste. Dados do levantamento demonstram que somente o estado de São Paulo concentra 28% do total de médicos no país. O Distrito Federal, por sua vez, é a unidade federativa com a média mais alta (4,35), seguido pelo Rio de Janeiro (3,55). Já o Maranhão mantém a menor densidade demográfica (0,87), seguido pelo Pará (0,97).

Desigualdade marca distribuição geográfica

Apesar de a média nacional ter se fixado em 2,18 médicos para cada grupo de mil habitantes, a pesquisa mostra que esse mesmo indicador difere muito de uma região para outra. Apenas no Sudeste, onde moram 41% dos brasileiros, estão concentrados 54% dos médicos. Já o Norte, onde vive 8% da população brasileira, responde por 4% dos profissionais em atuação no Brasil. De acordo com o relatório, as capitais brasileiras chegam a registrar até quatro vezes mais médicos que municípios do interior. Juntas, as 27 capitais do país reúnem 23% da população brasileira e 55% desses profissionais. A razão nas capitais é de 5,07 médicos para cada grupo de mil habitantes, contra um índice de apenas 1,28 identificado no interior do país. Para o presidente da Associação Médica Brasileira, Lincoln Ferreira, o aumento do número de médicos e a má distribuição têm relação direta com o que a abertura de novas escolas e cursos de medicina e com o que ele chama de política de transbordamento. ”A vida profissional de um médico é longa. Formar médicos custa muito, mas formar mal custa muito mais caro”, disse. Já o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, avaliou que uma boa distribuição de profissionais depende de estímulo, vontade política e investimento adequado. Ele voltou a cobrar, entre outras medidas, a implementação de uma carreira de Estado para médicos, além de formação adequada de profissionais. “Os desafios estão postos”, disse. “O cuidado de um ser humano vai muito além da técnica”, completou.

Mais mulheres e jovens

A pesquisa aponta que o crescimento no número de médicos vem acompanhado de uma mudança no perfil dos profissionais no que diz respeito à idade e ao gênero, com destaque para o que o relatório chama de feminização e juvenização da categoria. Os dados mostram que a participação da mulher no contingente de médicos brasileiros é cada vez mais significativa. Atualmente, os homens ainda são maioria entre os profissionais, representando 54,4% do total, enquanto as mulheres somam 45,6%. O sexo feminino já predomina, por exemplo, entre médicos mais jovens, sendo 57,4% no grupo até 29 anos e 53,7% na faixa etária de 30 a 34 anos. Outra constatação citada pelo levantamento é que a média de idade do conjunto de profissionais em atividade no Brasil tem caído ao longo dos anos. Atualmente, o índice é de 45,4 anos, resultado do aumento da entrada de novos médicos no mercado em razão da abertura de mais cursos de medicina. A média de idade entre os homens é de 47,6 anos e, entre as mulheres, de 42,8 anos.

Especialidades

Quatro especialidades médicas representam 38,4% de todos os médicos titulados no país. Clínica médica aparece em primeiro lugar, com 42.728 titulados ou 11,2% do total, seguida por pediatria, com 39.234 titulados e 10,3% do total; cirurgia geral, com 34.065 titulados e 8,9% do total; e ginecologia e obstetrícia, com 30.415 titulados e 8% do total. Na sequência de especialidades com mais número de títulos estão anestesiologista (6%); medicina do trabalho (4,2%); ortopedia e traumatologia (4,1%); cardiologia (4,1%); oftalmologia (3,6%); e radiologia e disgnóstico por imagem (3,2%). Essas seis especialidades, somadas à quatro listadas anteriormente, representam 63,6% de todos os títulos. Na outra ponta, oito especialidades têm menos de mil titulados cada, sendo genética médica a área com menor número: 305 especialistas e 0,1% do total. As demais são radioterapia; cirurgia da mão; medicina legal e perícia médica; medicina esportiva; medicina física e reabilitação; e medicina nuclear, todas com 0,2% do total de titulados; além de cirurgia torácica, com 0,3%. Um total de 59 áreas de atuação reconhecidas no país e que são derivadas, relacionadas ou ligadas às especialidades em questão não fizeram parte do levantamento. Da Agência Brasil

Autorizada pelo Governo do Estado construção de policlínica regional em Simões Filho

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Governador autoriza construções da Policlínica. Foto: Manu Dias

O governador Rui Costa iniciou a semana autorizando obras e mais investimentos na área da saúde. Em Simões Filho, na manhã desta segunda-feira (12), Rui assinou duas ordens de serviço, uma para a construção da Policlínica Regional Metro Recôncavo Norte e outra para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Para a instalação da policlínica regional serão aplicados cerca de R$ 18 milhões, sendo R$ 5,5 milhões em obras e R$ 12 milhões em equipamentos. ”Hoje foi um dia de importantes anúncios para a saúde, com a autorização para a construção do CAPS e da Policlínica, unidade que também vai atender outros municípios da região e é um equipamento de valorização da atenção básica”, afirmou Rui. Uma edificação que já pertencente ao Estado será readequada ao projeto da unidade de saúde. A Policlínica irá atender mais de 900 mil baianos distribuídos entre 15 municípios: Camaçari, Candeias, Conde, Dias D’ Ávila, Lauro de Freitas, Mata de São João, Pojuca, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara, Simões Filho, Santo Amaro, Madre de Deus, Vera Cruz e Itaparica. De acordo com o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, ”a unidade deverá estar pronta dentro de oito meses. Aqui, teremos 18 especialidades, além de realização de exames como tomografia, ressonância, entre outros”. A implantação de mais uma Policlínica faz parte do projeto da gestão estadual para descentralizar os serviços de saúde. Para isso, é criado um consórcio com os municípios interessados e os custos são divididos com o Governo do Estado. Entre os benefícios deste modelo estão a redução de custos operacionais com transporte de pacientes, ganho de escala na aquisição de medicamentos, além de permitir o compartilhamento de médicos e especialistas.

Temer libera ambulâncias do Samu para Maracás ao entregar nova frota para 219 municípios

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Ambulâncias são para mais de 200 municípios. Foto: Beto Barata

O Governo Federal entregou 300 novas ambulâncias para renovar a frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) em todo o país. A ação contempla 219 municípios brasileiros em 25 estados. Na Bahia, 27 municípios foram beneficiados entre eles Iramaia e Maracás. Já haviam sido entregues 562 ambulâncias no ano passado para reforçar o atendimento da população e a expectativa é chegar a 2.173 novas unidades até o fim do ano, segundo o Ministério da Saúde. O objetivo é renovar 65,7% de toda a frota. ”As ambulâncias são para renovação de frota, para substituir os veículos desgastados pelo tempo. Esse foi o nosso critério prioritário. Primeiro estamos substituindo as de 2011 e, até o final do ano, substituiremos todas até 2015, cumprindo o critério de uso de, no mínimo, três anos. Neste lote compramos 770 veículos e hoje estamos entregando as 300 que já estão prontas”, afirmou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que fez a entrega simbólica ao lado do presidente Michel Temer, em Brasília.

Amargosa: Secretária de Saúde é exonerada do cargo para cuidar de projetos pessoais, diz Prefeitura

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Aline Laranjeiras é exonerada do cargo em Amargosa. Foto: Divulgação

A secretária de Saúde do município de Amargosa, no Vale do Jiquiriçá, Aline Laranjeiras, foi exonerada do cargo pelo prefeito Júlio Pinheiro (PT), conforme publicação do Diário Oficial desta quinta-feira (1). Contudo, a agora ex-secretária não explicou a razão pela qual deixou a pasta. Em nota enviada ao Blog Marcos Frahm, nesta sexta-feira, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura esclareceu a saída de Aline, sob alegação de que Laranjeiras irá ”dedicar-se a novos desafios profissionais e projetos pessoais”, e que o cargo será ocupado interinamente pela servidora Andreia Ribeiro Gomes, que responderá temporariamente pelas demandas da Secretaria. ”A Prefeitura Municipal de Amargosa agradece a ex-secretária Aline pelos excelentes serviços prestados à saúde municipal durante o último ano, os quais foram reconhecidos durante todo o seu período à frente da pasta pela seriedade, competência e eficiência, além de importantes conquistas para a população de Amargosa”, diz a nota.

Jequié: Coordenadora da Policlínica Regional de Saúde desmente boatos postados nas redes sociais

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Policlínica Regional rechaça boatos. Foto: Blog Marcos Frahm

Boatos postados nas redes sociais, dando conta de que vários exames seriam oferecidos no próximo dia 10, na Policlínica Regional de Saúde, em Jequié, foram rechaçadas na manhã desta sexta-feira (2), pela coordenadora da unidade Inês Beatriz coordenadora da unidade, em entrevista ao repórter Sérgio Monteiro, no programa Primeira Página (Rádio Povo FM). De acordo com Inês Beatriz, a informação falsa ”teve o flagrante interesse de confundir e trazer desgaste para o funcionamento da Policlínica, que vem cumprindo fielmente com os seus compromissos desde a sua inauguração”. A coordenadora explicou que todos os atendimentos na Policlínica são feitos através de agendamentos prévios, com encaminhamentos feitos pelas secretarias de saúde dos 28 municípios pactuados. Lembrou ainda Inês Beatriz, que os atendimentos da Policlínica são feitos normalmente, de segundas às sextas-feiras, das 8h às 17h, Reafirmou a coordenadora que não existe nenhum fundamento as informações falsas de que haveria no dia 10, um dia especial de atendimentos à população. *Por Wilson Novaes

Jogador Marcelinho Paraíba é encaminhado a hospital em Campina Grande, com suspeita de AVC

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Marcelinho se interna em hospital. Foto: Globoesporte.com

O meio-campista Marcelinho Paraíba foi internado no início da tarde desta quinta-feira (1º) em um hospital particular de Campina Grande (PB) com suspeita de ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A informação foi confirmada pelo portal Globoesporte.com. O atleta, de 42 anos, teria passado mal durante um treinamento do Treze-PB, clube que defende desde o início do ano.Marcelinho Paraíba acumula passagens por Grêmio, São Paulo e clubes da Alemanha, como o Herta Berlim, além de ter se destacado com a camisa da Seleção Brasileira em 2001. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do meia.

Farmacêutica baiana com ”leucemia” faz vaquinha online para custear tratamento

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Maria Aparecida Gonçalves tem 34 anos. Foto: Rede Social

Amigos e familiares da farmacêutica baiana Maria Aparecida Gonçalves dos Santos, de 34 anos, carinhosamente chamada por eles de ”Cida”, moradora de Salvador, iniciaram uma campanha virtual para arrecadar o valor de um medicamento, que tem alto valor, indispensável para que a jovem continue a luta pela vida. Ela foi diagnosticada há 10 meses com leucemia, um tipo de câncer sanguíneo, e cada frasco da droga, que é produzida na Europa, tem um custo de 15 mil euros, o que equivale a R$ 60 mil cada. O remédio precisa ser usado por um ano, e o valor total a ser gasto é em torno de R$ 700 mil. No entanto, a jovem não tem condições financeiras de bancar o tratamento, que precisa ser iniciado imediatamente. Por meio da vaquinha online, até esta sexta-feira (23), a arrecadação chegou a pouco mais de R$ ​42 mil. Desde que foi diagnosticada com a doença, em abril do ano passado, Cida passou por várias sessões de quimioterapia e radioterapia e fez o transplante de medula óssea em novembro do ano passado. Após o procedimento, ela teve uma má notícia: o tumor ainda persiste em seu organismo. Para que continue o cuidado, os médicos receitaram o Inotuzumab. A campanha, intitulada ”Uma Luz para Maria”, sensibilizou artistas, que compartilharam em suas redes sociais o pedido de ajuda, um deles, o cantor Xanddy, vocalista da banda Harmonia do Samba.

Saúde: Bahia começa nesta segunda-feira vacinação fracionada contra febre amarela

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A Secretaria de Saúde da Bahia inicia hoje (19) a vacinação fracionada contra a febre amarela. A meta é imunizar até o dia 9 de março pelo menos 95% da população de oito municípios: Camaçari, Candeias, Itaparica, Lauro de Freitas, Mata de São João, Salvador, São Francisco do Conde e Vera Cruz. A vacinação é destinada a pessoas a partir dos 2 anos de idade, inclusive indígenas, desde que não apresentem condições clínicas especiais. A orientação do Ministério da Saúde é quem já tomou a vacina ao longo da vida não precisa receber uma nova dose. “A intenção é proteger o maior número de pessoas contra a febre amarela, em localidades com grande contingente populacional e que têm evidência de circulação do vírus e risco elevado de transmissão da doença”, informou a secretaria. Ainda segundo órgão, durante a campanha, a dose padrão será disponibilizada apenas para crianças de 9 meses a menores de 2 anos de idade; gestantes com indicação escrita do médico; viajante internacional que necessite da emissão do certificado internacional de vacinação; e pessoas que apresentarem condições clínicas especiais avaliadas pelo serviço de saúde. Dados da secretaria indicam que, no ano 2000, foram confirmados dez casos de febre amarela silvestre na Bahia – todos em pessoas residentes nos municípios de Coribe e Jaborandi. Deste total, três morreram. “Estes foram os últimos casos autóctones (quando a infecção acontece no próprio local de residência) registrados no estado. Em 2018, houve a confirmação de um caso importado de febre amarela.”, concluiu o órgão.