Cerca de 34% dos selecionados no Mais Médicos saíram de equipes da Saúde da Família

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8.330 profissionais já escolheram o município. Foto: Divulgação

Levantamento do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) aponta que 2.884 (34,1%) dos 8.330 profissionais que já escolheram o município onde atuarão pelo Mais Médicos vão deixar os postos nas equipes do programa Estratégia Saúde da Família. Os dados foram apresentados hoje (29) em reunião entre o Conselho, o Ministério da Saúde e gestores estaduais. Ao apresentar os dados consolidados, o presidente do Conasems, Mauro Junqueira, afirmou que o problema é ainda maior se forem considerados os médicos que deixam as outras áreas da rede pública, como hospitais e centros especializados. Junqueira afirmou ainda que muitos profissionais foram atraídos pelo salário, carga horária, possibilidade de ter pontuação extra nas seleções para residência, entre outras vantagens oferecidas pelo Mais Médicos.

Saúde: 12 novos profissionais do programa Mais Médicos começam a trabalhar na Bahia

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Uma das grandes preocupações da população com a saída dos médicos cubanos seria a ausência de profissionais de saúde nos hospitais. O Ministério da Saúde abriu edital na última semana para repor a iminente saída dos cubanos, e até agora a resposta tem sido boa. Segundo o MS, cerca de 97% das vagas já foram preenchidas. A Bahia, que é o segundo estado que mais recebe médicos do programa com um total de 853 profissionais, já recebeu 12 médicos que se inscreveram no último edital. O Ministério da Saúde informa que os profissionais contratados para atuação imediata foram destinados para 10 cidades baianas, são elas: América Dourada, Central, Feira da Mata, Itabuna, João Dourado, Santa Maria da Vitória, Santo Estevão, Seabra e Jequié. Neste primeiro momento, a cidade de Jequié vai receber um médico do programa. Nas próximas semanas mais profissionais que se inscreveram no programa devem ser contratados para atuação imediata e assim aumentarem a cobertura de cidades na Bahia.

Em um ano de inaugurada, Policlínica de Guanambi realiza mais de 45 mil atendimentos

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Inaugurada há um ano, no dia 24 de novembro de 2017, a Policlínica Regional de Saúde do Alto Sertão, instalada em Guanambi, vem sendo avaliada positivamente pelos usuários dos serviços da unidade. Já foram realizados mais de 45 mil atendimentos nesse período. Além dos pacientes, prefeitos e secretários municipais de saúde dos 22 municípios que compõem o consórcio de saúde também têm considerado o serviço com boa qualidade. Para entrega da policlínica foram investidos R$ 24 milhões. A manutenção mensal da unidade é dividida entre Estado, responsável por 40%, e os municípios consorciados, que rateiam os 60% restantes. ”A abertura da unidade em Guanambi foi um dos passos para a descentralização da saúde na Bahia”, afirma o secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas. Ele acrescenta que a policlínica presta um serviço ambulatorial especializado de forma humanizada, conforme todas as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). A gestão das unidades é feita de forma conjunta, entre o Governo do Estado e os Consórcios de Saúde formados pelos municípios da região interessados em dividir os custos com a assistência à população. O atendimento é agendado pelas secretarias municipais e quem vive fora do município em que foi construída a policlínica conta com micro-ônibus com ar-condicionado, que faz o traslado todos os dias, gratuitamente, para levar o paciente do município até a unidade e depois retornar para casa. A unidade beneficia cerca de 480 mil moradores de Caculé, Caetité, Candiba, Carinhanha, Feira da Mata, Guanambi, Ibiassucê, Igaporã, Iuiu, Jacaraci, Lagoa Real, Licínio de Almeida, Malhada, Matina, Mortugaba, Palmas de Monte Alto, Pindaí, Riacho de Santana, Rio do Antônio, Sebastião Laranjeiras, Tanque Novo e Urandi.

Além da policlínica instalada em Guanambi, outras sete já estão em funcionamento. Ao todo, as oito unidades inauguradas na Bahia entre final de 2017 e primeiro semestre de 2018, somam mais de 250 mil atendimentos a cidadãos das regiões de Guanambi, Jequié, Irecê, Alagoinhas, Feira de Santana, Valença, Santo Antônio de Jesus e Teixeira de Freitas. Outras 11 unidades estão em construção e a média de investimento do Governo do Estado em cada unidade é de R$ 25 milhões. Todas as policlínicas estão preparadas para oferecer exames como colonoscopia, eletrocardiograma, endoscopia digestiva alta, ergometria, holter, mamografia, raio x, ressonância magnética com contraste e tomografia, entre outros. As equipes médicas são formadas por até 18 profissionais, divididos em especialidades como: angiologista, cirurgia-geral, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, mastologia, oftalmologia, neuropediatria, ortopedia, pneumologia, reumatologia. São feitos ainda pequenos procedimentos como vasectomia e tratamento do pé diabético.

Mesmo após veto de Bolsonaro, Henrique Mandetta defende avaliação periódica de médicos

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Mesmo após o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), rejeitar a ideia de uma recertificação para médicos, o futuro ministro da Saúde, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, voltou a defender avaliações periódicas ou exigência de participação em cursos ao longo da carreira para monitorar “como os profissionais estão se desenvolvendo, como estão se especializando”. Segundo Mandetta, o Legislativo deve estabelecer um marco regulatório para a questão. O deputado negou, no entanto, que defenda proposta de certificação nos moldes do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Concordo com o presidente, se fosse para fazer uma prova de admissão nos moldes da OAB como condicionante para exercer profissão seria absurdo, porque olha quantos anos leva para formar um médico. Mas, para garantir que a sociedade vai ter profissional legal, terá que haver uma modernização na fórmula”, declarou ao Estadão/Broadcast Político. Ele destacou que a lei que dispõe sobre os Conselhos de Medicina é de 1957 e está desatualizada. Mandetta considera necessário existir um marco regulatório para deixar as regras mais claras, caso contrário acredita que o próprio mercado fará exigências de certificações e provas privadas. “Não é algo que se faz sem discutir com Congresso”, afirmou. Segundo ele, há uma série de leis no Congresso que tratam da graduação, da pós-graduação e do exercício das profissões da área da saúde que podem ser avaliadas. Embora tenha dito que não é favorável ao exame de certificação para recém-formados, citou entre as propostas um texto que está no Senado com exame de proficiência obrigatório. Lembrou, ainda, de outro projeto da Câmara que busca “trazer o âmbito de carreira” para a área da saúde, com sistema de pontuações. Para ele, “é necessário juntar isso tudo, organizar discussão e fazer marco regulatório”. “O tempo de vida útil de um profissional é 41 anos. Nesses 41 anos, a única coisa que ele fez foi a inscrição no conselho quando tinha 25 anos, não precisa mais nada ao longo desses anos. Precisa ter monitoramento de como estão se desenvolvendo, como estão especializando”, disse.

Inscrições para o programa ”Mais Médicos” são prorrogadas até o dia 7 de dezembro

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O Ministério da Saúde prorrogou para o dia 7 de dezembro o prazo de inscrição de profissionais brasileiros e estrangeiros com registro no Brasil que queiram participar da nova seleção do Programa Mais Médicos. Segundo a pasta, a medida foi tomada devido à instabilidade no site do programa causada por ataques cibernéticos, que foram identificadas desde o primeiro dia de inscrição. O prazo para as inscrições terminaria no próximo domingo (25). A prorrogação já havia sido anunciada mais cedo pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, em Petrolina, Pernambuco. Com a mudança, o prazo para apresentação dos médicos nos municípios para a homologação do contrato também foi estendido. Agora os inscritos terão até o dia 14 de dezembro para entregar a documentação no município escolhido e iniciar o trabalho. Além disso, a data prevista para início da apresentação dos médicos já inscritos nos municípios foi adiantada. Os médicos poderão se apresentar a partir de hoje (23). Sobre a instabilidade do site, o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS) informou que está atuando para melhorar o sistema de inscrições. “O setor já identificou a maior parcela dos robôs e máquinas programadas que estão promovendo os ataques à página do Mais Médicos”, diz nota divulgada pela pasta.

Balanço das inscrições

De acordo com o Ministério da Saúde, até as 17h desta quinta-feira (22), segundo dia de inscrições, o número de candidatos ao programa com registro em Conselho Regional de Medicina (CRM) brasileiro chegou a 11.429. Desse total, 5.212 profissionais efetivaram a inscrição e 3.648 médicos já selecionaram o município de atuação. Os profissionais podem se inscrever no site do programa. O edital do programa, publicado na última terça-feira (20), oferece 8.517 vagas para trabalhar em 2.824 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas. Essas vagas eram ocupadas por médicos cubanos. O programa Mais Médicos foi criado em 2013 para ampliar a assistência da população na atenção básica, levando médicos para regiões carentes de profissionais. Segundo o Ministério da Saúde, o programa tem 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios, além de 34 distritos sanitários especiais indígenas, e atende a cerca de 63 milhões de brasileiros. Os profissionais do Mais Médicos recebem uma bolsa-formação no valor de R$ 11,8 mil e uma ajuda de custo inicial de R$ 10 e R$ 30 mil para deslocamento para o município onde vão trabalhar. Os profissionais que atuam no programa também têm a moradia e a alimentação custeadas pelas prefeituras.

Mais Médicos: Brasil alterou acordo com Cuba para não precisar de aval do Congresso

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Retirado o sigilo dos documentos da negociação para a criação do Mais Médicos, eles mostram que o programa foi proposto por Cuba um ano antes de a então presidente Dilma Rousseff (PT) apresentá-lo em 2013. Os telegramas da embaixada brasileira foram classificados como reservados por cinco anos.Segundo informações da Folha de S. Paulo, as negociações foram sigilosas a fim de evitar reações da classe médica. Além disso, para não precisar de votação no Congresso Nacional, o Brasil decidiu alterar o esquema. Assim, o país pagava à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que é responsável por contratar Cuba, que, por sua vez, contrata os médicos. Com isso, o Brasil não possui relação direta com os médicos cubanos. A publicação conta ainda que, em 2011, Cuba criou sociedades anônimas, uma delas a Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos, a SMC, que atua com exportação de mão de obra e insumos médicos. Em março de 2012, uma delegação da SMC visitou Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Bahia, a fim de prospectar o mercado brasileiro. Depois, em maio, a vice-ministra de saúde cubana, Marcia Cobas, visitou o Brasil e ofereceu mil médicos, destacando o quadro de vagas ociosas para médicos na Amazônia por falta de interesse dos brasileiros. Assim, em junho daquele ano, o Ministério da Saúde preparava uma visita a Havana. A embaixada pontuou que o projeto foi ”iniciado de modo reservado, em vista da preocupação com a repercussão da entrada dos médicos junto à comunidade médica brasileira”. De acordo com o jornal, o Brasil aceitou todas as exigências de Cuba exceto o valor. Enquanto Cuba aceitava até US$ 5 mil mensais por médico, o governo brasileiro queria pagar, no máximo, US$ 4 mil. A situação foi resolvida quando a Opas entrou como intermediária. Então, no dia 23 de abril, uma nova reunião foi realizada em Havana para concluir a formulação do contrato, assinado três dias depois. O nome surgiu em julho e até dezembro se discutiam contratações. Cinco anos depois, o programa perde cerca de 8 mil médicos cubanos. Cuba deixou o acordo após novas exigências sinalizadas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL)

Confederação Nacional dos Municípios pede manutenção do programa Mais Médicos

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O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, divulgou hoje (15) nota na qual ressalta a preocupação dos prefeitos das cidades com menos de 20 mil habitantes com a saída dos 8,5 mil profissionais cubanos que atuam no programa Mais Médicos. A entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas. ”A presente situação é de extrema preocupação, podendo levar a estado de calamidade pública, e exige superação em curto prazo”, diz a nota. ”Acreditamos que o governo federal e o de transição encontrarão as condições adequadas para a manutenção do programa.” O Ministério de Saúde Pública de Cuba informou ontem (14) que retiraria os profissionais do programa no Brasil por divergir das exigências feitas pelo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e em decorrência das críticas mencionadas por ele. Para o governo Bolsonaro, os médicos cubanos devem se submeter ao Revalida – prova que verifica conhecimentos específicos na área médica. Ontem, o presidente eleito levantou dúvidas sobre a capacidade profissional dos cubanos e anunciou o rompimento do acordo com Cuba no Mais Médicos. No entanto, assegurou que o programa será mantido e que as vagas ocupadas por cubanos serão substituídas. Na nota, a CNM apelou para a ampliação do programa para municípios e regiões que “ainda apresentam a ausência e a dificuldade de fixação do profissional médico”. Segundo a entidade, um estudo apontou que o gasto com o setor de saúde sofreu uma defasagem de 42% na última década, o que sobrecarregou os cofres municipais. Ainda de acordo com a confederação, os municípios, que deveriam investir 15% dos recursos no setor, ultrapassam, em alguns casos, a marca de 32% do seu orçamento, não tendo condições de assumir novas despesas. Para a CNM, o caminho é de negociação e diálogo. O Conselho Federal de Medicina (CFM) também manifestou-se sobre a questão. Em comunicado, a entidade assegurou que existem profissionais brasileiros em número suficiente para substituírem os cubanos. Da Agência Brasil

Saúde: Sem cubanos, pequenos municípios do Nordeste temem ”apagão médico”

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Encravada no sertão da Bahia, Uauá (a 428 km de Salvador) é conhecida pela carne de bode na brasa, pelo doce de umbu e pelo sotaque castelhano que ecoa em suas unidades básicas de saúde — dos 10 médicos que atendem na cidade, 8 são cubanos. Com dez postos de saúde e cobertura a 100% de seus 27 mil habitantes, a cidade teme sofrer uma espécie de ”apagão médico” com o encerramento do contrato com Cuba no programa Mais Médicos. A situação deve se repetir em outras cidades do Nordeste, região que recebeu grande parte dos cerca de 8.500 médicos cubanos do programa. Por ficarem em regiões isoladas e distantes dos grandes centros, os municípios têm dificuldades de contratar médicos brasileiros. Somente na Bahia, há 846 médicos cubanos atuando em 313 municípios, o que equivale a 20% dos médicos que atuam na atenção básica. A saída deles fará com que a cobertura de atenção básica no estado caia de 63% para 43%. ”Voltaremos para um patamar de oito anos atrás. São quase 3 milhões de baianos que ficarão sem médico”, afirma Cristiano Soster, diretor de atenção básica da Secretaria de Saúde da Bahia.

Menos arriscada, nova cirurgia do presidente eleito Bolsonaro é agendada para dezembro

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Médicos vão fechar a colostomia que Jair colocou. Foto: Estadão

A próxima cirurgia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já tem data para acontecer: o procedimento está previsto para o dia 12 de dezembro. Os médicos vão fechar a colostomia que o capitão colocou, um procedimento menos arriscado que os anteriores. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o cirurgião Antonio Luiz Macedo, que acompanha o presidente, explica que os riscos são inerentes a toda cirurgia. ”Mas são muito menores do que quando o operei em 12 de setembro, com uma peritonite grave, com grande contaminação, com fístula e obstrução intestinal. Agora, os riscos são menores, mas sempre existem riscos em qualquer tipo de cirurgia”, pontuou o profissional. O procedimento em questão consiste em reabrir o abdome e religar as alças do intestino grosso a fim de que o trânsito intestinal retorne à normalidade e o paciente não precise mais utilizar a bolsa de colostomia para coletar as fezes. Essa cirurgia é parte da recuperação do presidente eleito, que foi atingido por uma facada, durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro. Com o atentado, ele sofreu três perfurações no intestino delgado e uma no intestino grosso.

Novos serviços de oncologia são entregues pelo governador Rui Costa, no Hospital da Mulher

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Rui Costa entrega serviços de oncologia. Foto: Carol Garcia

As mulheres baianas agora contam com os novos serviços de oncologia e ambulatório do Hospital da Mulher, em Salvador, inaugurados nesta quinta-feira (1º), com a presença do governador Rui Costa, acompanhado da primeira dama e presidente das Voluntárias Sociais da Bahia, Aline Peixoto. A unidade conta com dois mamógrafos, 20 poltronas para quimioterapia com capacidade de até 60 pacientes por dia, dois leitos de observação e dois de estabilização. ”Hoje entregamos a instalação do serviço de quimioterapia, e o ambulatório do primeiro andar foi transferido para o térreo, para que o espaço do primeiro andar seja transformado em novos apartamentos, para aumentar o número de cirurgias hoje realizadas no Hospital da Mulher. Eu volto a ressaltar que este equipamento é importante pois as mulheres que já iniciaram seu tratamento possam fazer o ciclo completo do acompanhamento, desde o diagnóstico”, afirmou o governador Rui Costa. Rui também assinou a desapropriação de uma área de 2 mil metros quadrados, anexa ao Hospital da Mulher, para a implantação do serviço de radioterapia, e ampliação dos leitos de laboratório. A equipe do novo Serviço de Oncologia conta com psicóloga, assistente social, enfermeiros, médicos oncologistas, farmacêutico e nutricionista. Com investimento de quase R$ 855 mil, a unidade conta ainda com recepção, 5 consultórios, farmácia e posto de enfermagem. O governador Rui Costa fala, ainda, da regionalização da saúde na Bahia. ”Nós estamos fazendo a descentralização. Estamos concluindo uma unidade de tratamento de câncer na cidade de Juazeiro, implantando outras unidades em Irecê, Barreiras, Caetité e também no extremo sul, temos unidades de oncologia em obras no Hospital de Base em Vitória da Conquista, enfim, nossa idéia é levar o tratamento aos vários cantos do estado”.

Irmão mais velho de Ivete Sangalo, Jesus Sangalo está internado na UTI do Hospital Cárdio Pulmonar

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Jesus está internado desde a semana passada. Foto: Divulgação

O empresário Jesus Sangalo, irmão mais velho da cantora Ivete Sangalo, está internado, desde a semana passada, no hospital Cárdio Pulmonar, em Salvador. Nesta quinta-feira (25), de acordo com informações do Alô Alô Bahia, ele teve uma intercorrência e foi removido novamente para a UTI – a previsão de alta seria nos próximos dois dias. Jesus deu entrada no hospital com um quadro de septicemia.

Nova cirurgia do candidato Jair Bolsonaro deve ser realizada em janeiro, diz médico

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Bolsonaro deverá passar por nova cirurgia. Foto: Divulgação

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, deverá passar por nova cirurgia logo após uma eventual posse, caso eleito no segundo turno das eleições 2018. É o que prevê o cirurgião-chefe da equipe médica do candidato, Antônio Luiz Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, na zona sul da capital paulista, onde o candidato ficou internado por quase um mês. Em entrevista ao Estado na tarde desta quarta-feira, 10, o especialista afirmou que a operação para fechamento da colostomia (exteriorização do intestino para saída das fezes) só poderá ser feita após o dia 12 de dezembro, mas que, como o procedimento requer duas semanas de recuperação, se o paciente se submetesse à operação ainda neste ano não haveria garantias que ele estaria completamente recuperado para uma eventual posse, no dia 1.º de janeiro. Dessa forma, o ideal, segundo o médico, é que o procedimento seja feito somente em janeiro. “Eu me sentiria mais seguro se a gente fechasse (a colostomia) após a (eventual) posse, em janeiro. Mas se ele quiser fazer antes, não vejo grandes dificuldades”, declarou. “Ele é muito ativo, quase impulsivo, tem muita disposição para fazer as coisas, é capaz de ele querer tirar antes. Acho que se os exames estiverem bons no dia 18 de outubro, esperando terminar o pleito eleitoral, ele decide se fecha no meio de dezembro ou em janeiro”, disse Macedo. Na nova cirurgia, o abdome de Bolsonaro será aberto novamente para que as alças do intestino grosso sejam unidas e, com isso, o trânsito intestinal volte ao normal e o paciente deixe de usar a bolsa coletora de fezes. A cirurgia requer a abertura do abdome e não pode ser feita por videolaparoscopia pelo tipo de colostomia à qual Bolsonaro foi submetido, chamada de colostomia terminal, quando o intestino é completamente separado para que uma das “bocas” seja exteriorizada até a pele para a saída de fezes na bolsa coletora.

Nordeste é região com menor remuneração para médicos em concursos públicos, diz CFM

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O Nordeste possui a menor média salarial para médicos em concursos municipais. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). De acordo com a entidade, a região é responsável por 37% das vagas oferecidas neste ano. Para jornadas semanais de 20 horas, os concursos na região oferecem salário inicial médio inferior a R$ 4 mil. Aos que concorreram às vagas de 40 horas, a remuneração média foi de R$ 6,6 mil. Em nota à imprensa, a entidade pontua que o piso pleiteado é de R$ 14.134,58 para 20 horas semanais de trabalho. Nacionalmente, segundo os editais lançados no primeiro semestre de 2018, a média de salários oferecidos foi de R$ 5.520,73 para a mesma jornada. Entre os 441 concursos analisados pelo CFM, que totalizam pouco mais de 5 mil vagas e cadastros reserva, somente quatro oferecem salários cujo valor por hora supera o piso nacional – dois no Paraná, um em Minas Gerais e um no Amazonas. Quando se avalia a remuneração inicial média por estado, no entanto, nenhum deles alcança o piso sugerido pela categoria. O presidente do CFM, Carlos Vital, afirmou que os problemas que afetam o sistema público devem ser solucionados pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). Na sua avaliação, a criação de uma carreira de Estado para o médico seria uma dessas soluções. “A implantação efetiva dessa proposta, que está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados, beneficia os médicos, a população e os gestores”, ressaltou. Segundo Vital, esta foi uma das pautas apresentadas aos candidatos à presidência, que ao longo do mês de agosto receberam das entidades médicas proposições que devem ser priorizadas em plataformas eleitorais e programas de Governo.

No Outubro Rosa, Fundação José Silveira reforça o cuidado e a autoestima feminina

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Outubro é o mês de conscientização das mulheres para o cuidado com a sua saúde e a prevenção do câncer de mama. Instituição madrinha do Outubro Rosa na Bahia, a Fundação José Silveira (FJS), por meio das suas unidades, luta contra a doença, assegurando às mulheres assistência médica, suporte emocional, diagnóstico e tratamento de qualidade. Como parte das ações desenvolvidas esse ano, a Santa Casa de Jequié, unidade da FJS, está realizando uma campanha que já resultou em 100 doações de cabelos para a confecção de perucas. Promoveu, ainda, um curso de formação de peruqueiras. A iniciativa visa fortalecer e trazer mais autoestima para as pacientes do Núcleo de Câncer da Mulher da Santa Casa de Jequié.