Agência Nacional de Saúde Suplementar suspende a comercialização de 12 planos de saúde

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta quarta-feira (16) a lista de planos de saúde que terão a venda temporariamente suspensa devido a reclamações relacionadas a cobertura assistencial. Serão suspensos 12 planos de seis operadoras devido a reclamações efetuadas no quarto trimestre. Conheça a lista.

A proibição da venda começa a valer na próxima terça-feira (22). Ao todo, 83.286 beneficiários ficam protegidos com a medida, já que esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento. A orientação da ANS é que o consumidor não contrate os planos de saúde suspensos. Caso receba oferta para adquirir um desses planos, denuncie à ANS.

No monitoramento, dois planos de saúde foram liberados da garantia de atendimento, mas continuarão suspensos por outros motivos.

A medida faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento, que acompanha regularmente o desempenho do setor e atua na proteção dos consumidores. Neste período, foram analisadas 33.377 reclamações entre 1º de outubro de 2021 a 30 de dezembro daquele ano.

Além das suspensões, a ANS também divulga a lista de planos que poderão voltar a ser comercializados. No ciclo, 11 planos de quatro operadoras terão a venda liberada pelo Monitoramento da Garantia de Atendimento.

Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa em 4 de abril, informa o Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde inicia no dia 4 de abril a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar cerca de 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da campanha.

Em nota, o ministério alerta para a importância da vacinação dos grupos prioritários para evitar surtos da doença, que pode sobrecarregar os serviços de saúde e até levar à morte.

Segundo a pasta, 80 milhões de doses da vacina Influenza trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan e eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B, estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

No caso das crianças de 6 meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina Influenza ao longo da vida, deve-se considerar o esquema vacinal com apenas uma dose em 2022. Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda aplicação da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose.

A campanha nacional ocorrerá em duas etapas. Na primeira, entre os dias 4 de abril e 2 de maio, serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde.

A segunda etapa, que vai de 3 de maio a 3 de junho, tem como público-alvo crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; membros de forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e pessoas privadas de liberdade.

Agência de Vigilância Sanitária emite comunicado sobre impurezas em remédios para hipertensão

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu alertas internacionais relacionados à presença de impurezas conhecidas como ”azido” no insumo farmacêutico ativo (IFA) losartana potássica e em outros fármacos pertencentes à classe das sartanas, utilizados na fabricação de medicamentos para o tratamento de hipertensão arterial (pressão alta).

A Anvisa vem adotando uma série de medidas após a detecção dessas impurezas, mas alerta aos consumidores brasileiros para não interromperem seus tratamentos. ”Apesar das novas informações sobre a presença dessa impureza nessa classe de medicamentos, a Anvisa reitera que os medicamentos contendo ‘sartanas’ são seguros e eficazes no controle do tratamento de hipertensão e insuficiência cardíaca, reduzindo significativamente o risco de derrame e infarto”, diz comunicado do órgão.

Desde 2018, a Anvisa e outras agências reguladoras em todo o mundo ficaram cientes da presença de nitrosaminas acima dos níveis permitidos em medicamentos da classe das sartanas, e adotaram medidas para o controle sanitário desse tipo de impureza.

No Brasil, as ações de controle promovidas pela Anvisa foram iniciadas com inspeções em 30 empresas fabricantes de medicamentos, nas quais foram inspecionados 111 produtos. Como resultado, 31 ações sanitárias foram efetuadas, incluindo interdições, suspensões e recolhimento de medicamentos.

As nitrosaminas são compostos comumente encontrados na água, em alimentos defumados e grelhados, laticínios e vegetais. Sabe-se que a exposição a esses compostos dentro de limites seguros representa baixo risco de agravos à saúde. No entanto, acima de níveis aceitáveis e por longo período, a exposição às nitrosaminas pode aumentar o risco da ocorrência de câncer.

A Anvisa notificou os demais detentores de registro desse medicamento para avaliarem a potencial existência dessa impureza em seus produtos e aguarda o envio da documentação complementar.

Até o momento, os recolhimentos publicados são uma medida de precaução, iniciada pelas próprias empresas, pois não existem dados para sugerir que o produto causou uma mudança na frequência ou natureza dos eventos adversos relacionados a cânceres, anomalias congênitas ou distúrbios de fertilidade. Assim, segundo a Anvisa, não há risco imediato em relação ao uso dessa medicação.

Ainda de acordo com a Anvisa, os pacientes não devem interromper o tratamento, a menos que tenham sido aconselhados pelo seu médico e somente devem trocar de medicamento quando já tiverem o novo em mãos, pois a interrupção do tratamento da hipertensão pode produzir malefícios instantâneos, inclusive risco de morte por derrame, ataques cardíacos e insuficiência renal.

Universidades estaduais paulistas decidem manter máscaras mesmo em lugar aberto

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As universidades estaduais paulistas decidiram continuar a pedir o uso de máscara dentro de seus campi mesmo após o decreto do governador João Doria (PSDB) que acabou com obrigatoriedade do acessório em ambientes abertos.

A utilização da máscara é compulsória na USP (Universidade de São Paulo) e na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) em qualquer ambiente e ”altamente recomendável” na Unesp (Universidade Estadual Paulista), segundo nota da instituição.

Outro item em comum nos protocolos é a exigência de comprovante de imunização com esquema vacinal completo para ingresso em qualquer instalação universitária. A medida vale não só para estudantes, professores e funcionários, mas também para todos os visitantes que circularem pelas instalações das universidades.

Alunos sem comprovante não puderam nem mesmo completar o processo de matrícula na USP, por exemplo, já que o documento era requerido na segunda etapa do processo.

Em comunicado, a universidade afirma que, ”apesar do clima de euforia com o retorno presencial e do momento em que todos os indicadores negativos da pandemia (novos casos, óbitos e internações) estão em queda, os cuidados para evitar a transmissão do coronavírus ainda precisam ser tomados”.

”Embora o governo tenha liberado o não uso da máscara em espaços abertos, a USP decidiu manter o uso em todos os ambientes da universidade”, diz o texto.

A Unesp, também em nota, destaca que ”seguem em vigor na universidade a obrigatoriedade da apresentação do passaporte vacinal, que é indispensável a todos os públicos, e o uso de máscara de proteção facial, que é altamente recomendável”.

”Em relação especialmente ao uso de máscara, depois que o governo estadual paulista desobrigou tal uso em lugares abertos no último dia 9, a universidade sustenta a posição que todas as pessoas devem seguir utilizando máscara nos campi e em todas as 34 unidades universitárias, independentemente de estarem em ambiente fechado ou aberto”, completa a universidade.

A Unicamp também não mudou as regras anteriores ao decreto de Doria, ou seja, continua exigindo máscara em lugares abertos e fechados.

Na Unesp, as atividades presenciais começaram oficialmente no dia 7 em seus 24 campi espalhados pelo estado. Cada unidade tem autonomia para traçar o seu calendário letivo. A instituição reúne aproximadamente 40 mil alunos na graduação e outros 14 mil cursam pós-graduação.

Na USP, as aulas começam nesta segunda-feira (14) com a presença de mais de 110 mil estudantes da graduação e pós-graduação.

Em um vídeo com mensagem de boas-vindas, o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, afirma que no atual momento a universidade deve ser um exemplo para a sociedade no que diz respeito às medidas que ajudam a combater e prevenir o coronavírus.

”Eu gostaria de destacar as vacinas, esperamos que toda nossa comunidade esteja vacinada para que possamos ter segurança nas nossas atividades. Outro cuidado, que recomendamos fortemente, é o uso de máscara. Elas devem cobrir o nariz, a boca, até o queixo para que possamos ter segurança. Não podemos utilizar máscara de maneira inadequada. Por fim evitar aglomeração”, diz Carlotti Junior.

A universidade preparou ações de recepção aos calouros com o intuito de promover uma integração entre alunos novos e veteranos. Mas promete fiscalizar o uso da máscara em todas as suas instalações.

Assim como na USP, o ano letivo na Unicamp terá início nesta segunda. A universidade afirma que os estudantes irão receber orientações sobre os cuidados para contenção da Covid-19, como distanciamento social e uso constante de máscaras em todos os espaços.

A Unicamp organizou uma série de eventos para o seu programa Calourada 2022, sob o título ”Autonomia em defesa da ciência, ciência em defesa da vida”. Haverá entrega de livros, almoço e até partida de futebol de salão entre profissionais de saúde do HC Unicamp e alunos e funcionários que já tiveram Covid-19, além de debates sobre a pandemia e demais temas.

A intenção, segundo Sávio Cavalcante, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e coordenador da Calourada 2022, é apresentar a importância da ciência e das universidades públicas no combate à pandemia, à desinformação, e também na defesa da vida, do meio ambiente e dos direitos humanos.

Além de flexibilizar o uso de máscara em ambientes abertos, Doria disse na sexta-feira (11) que o estado deverá acabar com a obrigatoriedade inclusive em ambientes fechados no dia 23 deste mês.

“Daqui a 11 dias, a contar a partir de hoje [sexta, 11]. Se tudo continuar ocorrendo bem e seguindo os protocolos da ciência, do nosso comitê científico. E se continuarmos a ter queda de internações e do uso de leito de UTI, queda de óbitos e aumento da vacinação em crianças e adultos, já a partir de quarta-feira da outra semana [23 de março], nós não teremos mais que usar máscaras”, falou Doria, em discurso em Catanduva (385 km de São Paulo).

A Folha apurou que a tendência é que as universidades prossigam com o entendimento de que só será possível abandonar a máscara em definitivo com o fim da pandemia a ser confirmado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Há pouco mais de dois anos, no dia 11 de março de 2020, Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, elevou o estágio da contaminação pelo coronavírus à pandemia. Dois meses depois, em maio daquele ano, o uso de máscara passou a ser item obrigatório em São Paulo sob pena de multa e até prisão.

De julho de 2020, quando se encerrou o período de adaptação à norma, a fevereiro deste ano, a Vigilância Sanitária Estadual registrou 10.742 infrações.
Atualmente quem descumprir regra, deixando de usá-la em locais fechados como salas de aula, estações de metrô e transporte público, por exemplo, poderá ser autuado –a multa prevista é de R$ 552,71.

Angela Pinho e Carlos Petrocilo/Folhapress

Com subvariante BA.2, casos de novo Coronavírus voltam a subir em países da Europa

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O número de novos casos de infectados pelo coronavírus aumentou em alguns países europeus nos últimos dias, incluindo Reino Unido e Alemanha. O movimento acende preocupações a respeito da subvariante da Ômicron conhecida como BA.2.

Os motivos para a escalada de infecções, que ocorre após um mês e meio de quedas acentuadas, permanecem incertos. Ainda assim, grande parte da Europa encerrou as restrições à mobilidade nas últimas semanas, o que pode estar impulsionando o volume de diagnósticos positivos.

A BA.2 está ultrapassando a linhagem original da Ômicron, agora conhecida como BA.1, em partes do mundo. O aumento está levantando questões sobre se a BA.2 poderia causar uma interrupção mais ampla no declínio global dos casos de Covid-19.

Em algumas partes do mundo, a subvariante já é de longe a versão mais dominante do vírus. É a variante mais comum na Inglaterra, Irlanda do Norte e Escócia.

Butantan pede que Anvisa autorize aplicação da Coronavac em menores de 5 anos

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O Instituto Butantan solicitou, na sexta-feira (11), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para que a Coronavac seja aplicada também em crianças de três a cinco anos de idade.

A Coronavac foi a primeira vacina aplicada de maneira oficial em brasileiros – ainda em 17 de janeiro de 2021, no mesmo dia de sua aprovação pelas autoridades federais. O imunizante, desenvolvido pelo laboratório brasileiro em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, é um dos quatro imunobiológicos utilizados pelo governo brasileiro para compor sua cesta de imunizantes. Os outros são Pfizer, Janssen e AstraZeneca/Fiocruz.

Desde janeiro deste ano, a agência já havia autorizado o uso da Coronavac em crianças de seis a 11 anos de idade. Para as faixas mais jovens, a agência autorizou apenas o uso da vacina da Pfizer.

Rui diz que pode liberar uso de máscaras em abril caso números da Covid sigam em queda

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Rui Costa pode mudar decreto da Covid. Foto: Jamile Amine/bahia.ba

O governador Rui Costa (PT) afirmou, nesta sexta-feira (11), que pode liberar o uso de máscaras em ambientes abertos na Bahia a partir do mês de abril caso os números da Covid-19 no estado sigam em queda.

”Estamos otimistas, os números continuam caindo. Agora um pouco mais lentamente. Se essa queda continuar até o final do mês, podemos iniciar abril com uma série de medidas para flexibilizar as medidas de proteção, inclusive liberar o uso de máscaras em ambientes abertos. Torcemos por isso, tomara que esse otimismo se transforme em realidade”, disse, durante a visita que faz à Feira Março Mulher, em frente ao Hospital da Mulher, na Cidade Baixa.

A Bahia registrou, nesta quinta-feira (10), 2,8 mil casos ativos de Covid-19, conforme aponta o boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Na quarta (9), esse número era de 3 mil. A pasta ainda vê com preocupação esses dados, e até esta quinta não dava previsão exata para a flexibilização do uso de máscaras (veja aqui).

”O Comitê de Emergências em Saúde se reúne semanalmente para avaliar as medidas e leva em consideração pessoas internadas em leitos clínicos e de UTI, além da falta de uma taxa de cobertura vacinal homogênea. Levando-se em conta todas essas variantes, no momento, a obrigatoriedade do uso de máscaras permanece em vigor”, ressaltou a Sesab, em nota enviada ao Bahia Notícias.

Dez milhões de idosos ainda não receberam dose de reforço contra Covid, diz Ministério da Saúde

/ Saúde

Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que 10 milhões de idosos ainda não receberam a dose de reforço contra a Covid-19 no país. As informações, ainda preliminares, divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, alertam sobre a necessidade de estratégias de mobilização para incentivar a vacinação com a terceira dose.

Conforme o documento, de 4 de março, 10.026.720 pessoas com mais de 60 anos de idade já poderiam ter tomado a dose de reforço, mas ainda não compareceram aos postos de vacinação ou não entraram nos sistemas de registro.

O Brasil tem 30,3 milhões de pessoas acima de 60 anos. Para calcular o número de pessoas aptas para a dose de reforço, a pasta leva em consideração aquelas que tomaram a segunda dose há mais de 120 dias e não voltaram aos postos para tomar a terceira dose. Com informações do Metro1.

Brasil registra 672 mortes por covid-19 em 24 horas, diz balanço diário do Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 651.927 mortes causadas por complicações associadas à covid-19. De ontem (4) para hoje (5), foram registrados 672 óbitos.

Ainda há 3.124 mortes em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 29.033.052. Em 24 horas foram confirmados 59.253 diagnósticos positivos para a covid-19.

A quantidade de casos em acompanhamento está em 1.398.831 O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Até hoje, 26.982.294 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 92,9% dos infectados desde o início da pandemia.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (3). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de Saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (165.275), Rio de Janeiro (71.947), Minas Gerais (59.875), Paraná (42.474) e Rio Grande do Sul (38.488).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.980), Amapá (2.113), Roraima (2.134), Tocantins (4.112) e Sergipe (6.266).

Anvisa manda apreender autoteste falsificado e alerta contra venda irregular na internet

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Nesta sexta-feira (4), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibição da fabricação de um autoteste de Covid-19 falsificado e fez alertas contra o comércio irregular em sites e ”grupos de mensagens”.

De acordo com a agência, foi identificada a falsificação do Novel Coronavírus (Covid-19) Autoteste Antígeno, que é um artigo regularizado e reconhecido pela agência, mas foi alvo de falsificação.

”O produto falsificado não traz nenhuma garantia de funcionamento ou de segurança para o consumidor”, alerta a Anvisa.

De acordo com a agência, os seguintes pontos revelam a falsificação do produto:
1. ”Presença de guia ilustrado explicando como realizar a execução do teste no verso da embalagem. O produto original não possui guia ilustrado’.
2. ”Número de registro diferente do aprovado. O número do registro do produto original registrado na Anvisa é 80859840213”.
3. ”Tampa de rosca sem orifício para gotejamento. O original possui uma tampa com orifício para gotejamento”.
4. ”Swab cotonete maior do que 9 cm. O swab cotonete do produto original possui 9 cm”.

Cuidado com compras pela internet
A Anvisa utilizou o anúncio da falsificação para alertar contra os riscos de compras em sites não recomendados.

”É importante ter cuidado com o comércio virtual. Apenas sítios de comércio eletrônico que pertencem a farmácias e estabelecimentos de saúde autorizados e licenciados pelos órgãos de vigilância sanitária podem vender esses produtos”, afirmou a Anvisa.

Como checar se o autoteste é registrado e é legal?
Segundo a agência, é possível checar se o autoteste tem registro com uma consulte na lista de produtos aprovados (clique aqui). Outra possibilidade é veriticar informações do rótulo, como nome ou número de registro, neste link.

Chapada Diamantina: Em Seabra, Rui entrega maternidade com investimento de R$ 17,5 mi

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Maternidade Frei Justo Venture, em Seabra. Foto: Manu Dias

A população da Chapada Diamantina agora conta com serviços de referência em atendimento pediátrico e parto de alto risco na Maternidade Frei Justo Venture, em Seabra. A unidade foi inaugurada pelo governador Rui Costa na manhã desta sexta-feira (4), após um investimento de mais de R$ 17,5 milhões, entre obras e equipamentos. São 35 leitos, sendo 12 obstétricos, oito para gestação de alto risco e 15 da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do tipo canguru e convencional.

O equipamento, que começa a funcionar neste sábado (5), é referência para os municípios de Abaíra, Boninal, Ibitiara, Iraquara, Lençóis, Mucugê, Novo Horizonte, Palmeiras, Piatã, Seabra e Souto Soares. ”Nós não tínhamos em nenhum município da Chapada o atendimento ao parto de alta complexidade. É imprescindível que toda futura mamãe faça os exames periódicos, pois é no pré-natal que o médico vai indicar se ela corre algum risco e precisará ter o neném nesta maternidade ou não”, afirmou Rui, que também entregou uma ambulância para a unidade de saúde.

Na nova maternidade, gestantes e puérperas terão acesso a serviços de urgência e emergência, além de exames de ultrassonografia obstétrica, ultrassonografia com doppler, eletrocardiograma e cardiotocografia. ”Na Bahia, nós temos o plano de regionalização das ações, em que enxergamos as macrorregiões de saúde para identificar a ocorrência de diferentes agravos e necessidades de saúde. Aqui, nesta macrorregião, nós identificamos a necessidade de instalar uma maternidade de atenção à gestação e ao parto de alto risco e ao neonato. Então, é nesse contexto que esta maternidade foi construída, mobiliada, equipada e hoje é entregue à população da região”, explicou a secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro.

No sexto mês de gestação, a dona de casa Paula Sousa comemorou a inauguração da maternidade. ”A gente estava esperando com muita ansiedade a inauguração deste espaço. Dá um alivio grande saber que nossos filhos vão poder nascer com toda a segurança, num ambiente moderno e com boa estrutura”.

Além da maternidade Frei Justo, o Governo do Estado entregou nos últimos meses unidades em Ilhéus, Camaçari e Salvador e, em breve, em Lauro de Freitas. As entregas fazem parte de um conjunto de obras com objetivo de reforçar a assistência ao parto e ao recém-nascido na Bahia. No período entre 2016 e 2022, a rede de maternidades do estado recebeu um investimento superior a R$ 165 milhões apenas em obras.

Internado com Covid em Conquista, cantor Elomar tem melhora progressiva e deixa de ser intubado

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Elomar teve nas últimas 24h melhora progressiva. Foto: Reprodução

O cantor e compositor Elomar Figueira Mello apresentou evolução no quadro de saúde. Em boletim desta quinta-feira (3), a unidade de saúde informou que Elomar teve nas últimas 24 horas ”melhora progressiva”.

Por isso, a equipe médica retirou o tubo ao qual o músico estava submetido devido ao tratamento. O artista permanece, porém, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde os profissionais do setor seguem o protocolo de ”desmame de ventilação mecânica”, ou seja, a retirada gradual dos procedimentos exigidos com o agravamento da doença.

Elomar está internado no Hospital Samur, em Vitória da Conquista, no Sudoeste, desde a noite do dia 21 de fevereiro (ver aqui). Na ocasião, o músico foi diagnosticado com Covid-19. As informações são do site Bahia Notícias

Bruno Reis anuncia fechamento de 10 leitos de UTI na capital; ”Leito aberto sem paciente tem custo”

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Bruno Reis fecha leitos de UTI. Foto: Eduardo Dias/bahia.ba

A prefeitura de Salvador fechará 10 leitos de UTI e 41 de enfermarias para pacientes Covid-19 no hospital Sagrada Família, anunciou o prefeito Bruno Reis na manhã desta quarta-feira, 2. A declaração foi dada durante a entrega de casas no bairro do Pau Miúdo.

Segundo o prefeito, o cenário epidemiológico da capital baiana não aponta para uma nova onda de contágio. No entanto, Bruno lembrou que, se os números piorarem, os leitos serão reabertos. A ocupação hospitalar em Salvador está em 32%.

”Leito aberto sem paciente tem custo”, disse Bruno. ”A vacinação em Salvador é um sucesso nos adultos e nas crianças”, emendou. Nós temos que avançar e seguir convivendo com o novo cenário que está aí. Temos um índice de vacinação infinitamente superior a outras cidades do mundo, que já adotaram medidas de flexibilização mais avançadas. O que a gente segue é fazendo um apelo para que a população tome, em especial, a dose de reforço. Estamos avaliando quais novas medidas podemos adotar para flexibilizar ainda mais”, destacou. Informações do A Tarde

Procuradoria-Geral investiga se governo federal atrasou vacinação de crianças de propósito

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) conduz uma investigação para averiguar se o governo federal atrasou o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 do público infantil de propósito. A apuração foi aberta após o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) e o secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha (PSB), apresentarem uma petição ao Supremo acusando o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de terem cometido o crime de prevaricação pela demora na vacinação de crianças de 5 a 11 anos.

Segundo a denúncia, Bolsonaro e Queiroga teriam retardado de forma intencional a aprovação para que esse público fosse vacinado, visto que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que a vacina da Pfizer/BioNTech fosse aplicada em crianças em dezembro de 2021, mas o governo só permitiu o início da campanha de imunização infantil em janeiro deste ano.

Segundo a PGR, os fatos narrados contra o presidente e o ministro, bem como os elementos de informações apontados, ”foram densamente analisados” pelo órgão. “Considerando que houve contestação às decisões de ordem técnicas emanadas do Ministério da Saúde, reputa-se pertinente o contraponto por seu representante. Determinou-se, assim, a comunicação ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para, querendo, se manifestar sobre os fatos noticiados”.