Mais de130 milhões podem receber vacina de Oxford produzida pela Fiocruz a partir de 2021

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A vacina contra covid-19 que será produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a farmacêutica Astrazeneca e a Universidade de Oxford deve chegar a 30 milhões de brasileiros a mais em 2021, aumentando o total de pessoas alcançadas no país até o fim do ano que vem para cerca de 130 milhões. O ganho de 30% deve ocorrer porque dados dos testes clínicos divulgados ontem (23) mostram que o protocolo de vacinação mais eficaz inclui uma dose reduzida na primeira aplicação, em vez de uma dose completa.

A Astrazeneca e a Universidade de Oxford anunciaram que o esquema de vacinação que prevê uma dose reduzida e uma dose completa, com um mês de intervalo, obteve eficácia de 90%. Já o protocolo com duas doses completas e o mesmo intervalo atingiu eficácia de 62%. Os dados analisados envolveram 11 mil voluntários, cerca de 2,7 mil com o protocolo mais eficaz e quase 8,9 mil com o protocolo de duas doses completas.

Não houve registro de eventos graves relacionados à segurança da vacina e nenhum dos voluntários que recebeu a vacina desenvolveu casos graves da covid-19 ou precisou ser hospitalizado.

O vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fundação Oswaldo Cruz, Marco Krieger, classificou a divulgação como uma boa notícia, já que confirmou a eficácia de 90% e trouxe um ganho adicional, uma vez que as 210 milhões de doses que a Fiocruz prevê fabricar no ano que vem poderão chegar a mais pessoas, caso os dados sejam confirmados na conclusão e publicação do estudo. Da Agência Brasil

Bahia registra mais 2.849 casos de Covid-19 e 25 mortes pela doença nas últimas 24h

/ Saúde

A Bahia registrou nas últimas 24 horas 2.849 novos casos de Covid-19 e mais 25 óbitos pela doença, segundo dados divulgados hoje (19) pela Secretaria de Saúde do Estado.

Dos 380.294 casos confirmados desde o início da pandemia, 364.146 já são considerados recuperados e  8.110 encontram-se ativos. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.038.

Na Bahia, 30.453 profissionais da saúde foram diagnosticados com a Covid-19. Dos 1.920 leitos disponíveis para a Covid-19, 933 possuem pacientes internados. A taxa de ocupação de leitos de UTI adulto no estado para pacientes com coronavírus é de 58%.

”Provável que a média móvel se mantenha alta na Bahia”, alerta secretário da saúde sobre Covid

/ Saúde

Secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. Foto: Sesab

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, fez um alerta na manhã desta quarta-feira (18) sobre a média móvel do número de casos de Covid-19 na Bahia, que segundo ele, deve se manter alta nas próximas semanas.

Para Fábio, a infecção pela doença agora está sendo mais recorrente entre os jovens, por conta das festas e eventos sociais que estão acontecendo de forma ilegal e de um modo geral. Segundo ele, tais eventos geram um grande risco de as pessoas mais novas levarem o coronavírus para as mais velhas.

”Precisa que a gente mantenha essa média móvel elevada ao longo de pelo menos uma semana para confirmar que está havendo uma tendência e não apenas um fenômeno espúrio e que aconteceu pontualmente. Mas o curioso do que estamos enfrentando agora, a respeito de haver um aumento no número de casos, ele não vem se acompanhado ao aumento de mortalidade e também na Bahia, na nossa população como um todo, não vem se acompanhando um aumento expressivo de internações. Diferente do que aconteceu no começo, que acabou pegando muita gente mais velha e mais frágil, nessa, quem está saindo para se expor, são os mais jovens. Quem está indo para a rua e agindo de forma menos responsável são os mais jovens que tendem a ser infectados e sobreviverem e evoluir melhor que os mais velhos e mais frágeis”, disse o secretário.

Vilas-Boas reafirmou o pedido para que as pessoas mantenham as medidas sanitárias de distanciamento social e, principalmente, do uso de máscaras para conter a disseminação da doença.

”Por isso que nós não estamos tendo ainda na Bahia esse aumento dessa taxa de internação, porém, esses mais jovens convivem com os mais velhos, tem pai, tios, parentes mais velhos e é por isso que a gente precisa insistir para que as pessoas continuem usando máscaras e para que os jovens não frequentem essas festas clandestinas que tem acontecido, se regozijando de estarem fazendo a festa sem ninguém saber em plena pandemia. Alguém vai se contaminar e vai passar para outra pessoa”, disse.

”Brasil já enfrenta segunda onda da Covid-19”, avalia pesquisador de faculdade de Medicina

/ Saúde

Responsável pelo Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, o pesquisador Domingos Alves é taxativo ao afirmar que ”o Brasil já está na segunda onda de Covid-19”.

Domingos também é um dos responsáveis pelo portal Covid-19 Brasil, que reúne dezenas de especialistas de diferentes áreas em torno da produção de estatísticas e análises da propagação do novo coronavírus no país.

A avaliação do especialista é de que o Brasil, assim como os Estados Unidos e a Europa, está vivendo um nova onda de contágios. A afirmação se baseia na evolução da taxa de reprodução (Rt) do coronavírus no país, que indica que a pandemia voltou a crescer por aqui.

A é calculada com base no aumento de novos casos e permite saber quantas pessoas são contaminadas por alguém que já está infectado. Se o índice fica acima de 1, isso indica que a pandemia está se expandindo. Quando está abaixo, é um sinal de que a pandemia está perdendo intensidade.

No caso do Brasil, a taxa era de 1,12 em 16 de novembro, de acordo com o Observatório de Síndromes Respiratórias da Universidade Federal da Paraíba, conforme reportagem da Folha.

Isso significa que 100 pessoas irão infectar outras 112, que, por sua vez, irão infectar outras 125. Assim, a epidemia brasileira cresce exponencialmente.

Na mesma data, a Rt estava acima de 1 em 20 Estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e no Distrito Federal.

Alves também analisou a média móvel da Rt, que é calculada com base nos 14 dias anteriores. Neste caso, em 16 de novembro, o valor no Brasil era de 1,06. Na mesma data, a média móvel da Rt estava acima de 1 em 16 Estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo).

A média móvel da Rt do Brasil está acima de 1 desde o dia 11 de novembro. Ou seja, há quase uma semana. O índice não ultrapassava esse patamar desde o dia 10 de agosto.

Em outras palavras, depois de três meses de contração, a pandemia voltou a crescer no país, caracterizando a segunda onda identificada por Alves.

Anvisa envia técnicos a China e prevê aval a fábricas de vacinas até janeiro de 2021

/ Saúde

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) enviou técnicos à China para inspecionar as fábricas que devem fornecer insumos a dois dos principais envolvidos na corrida por um imunizante no Brasil contra a Covid-19: o Instituto Butantan e a farmacêutica AstraZeneca.

A previsão da agência é que a análise, que visa conferir às empresas o certificado de boas práticas, necessário para que as vacinas sejam aprovadas no Brasil, seja concluída até o fim de dezembro ou o início de janeiro de 2021. O prazo foi informado em uma reunião com jornalistas nesta quarta-feira (18).

A agência, porém, deve trabalhar para que todo o processo ocorra rapidamente, o que pode mudar essas datas, segundo o gerente de fiscalização da Anvisa, Ronaldo Ponciano.

“Depois do fim da inspeção, vai levar cerca de 25 dias úteis para ter conclusão final? Não. Esses são os prazos máximos da agência [início de janeiro]. Executaremos no menor prazo possível”, diz ele.

Para fazer a análise, um grupo de técnicos embarcou à China na última semana e deve ficar 14 dias de quarentena em um hotel, conforme exigido pelo país nas regras contra a Covid-19.

A primeira inspeção está marcada para ocorrer na fábrica da Sinovac, que mantém uma parceria com o Butantan para desenvolver a vacina Coronavac. A visita deve ocorrer de 30 de novembro a 4 de dezembro.

Já entre 7 e 11 de dezembro a agência deve fazer uma inspeção na sede da Wuxi Biologics, que fornece insumos à AstraZeneca, que desenvolve uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

Essas duas vacinas estão na terceira e última fase de testes clínicos, os quais são realizados também no Brasil.

Ambas também são consideradas as mais prováveis de serem oferecidas mais cedo no país, já que envolvem acordos assinados com o governo brasileiro, inclusive de transferência de tecnologia para laboratórios públicos no país.

Segundo Ponciano, o objetivo das inspeções é verificar se as fábricas cumprem as normas brasileiras para fabricação de insumos. O aval envolve ainda a análise de documentos e a entrega de relatórios para resposta das empresas após a visita. Se estiver tudo certo, as empresas recebem o certificado de boas práticas, que é necessário para que haja o registro da vacina.

“Todas as principais agências sanitárias utilizam essa mesma regulamentação”, afirma Ponciano. E, segundo ele, a agência já fez 43 visitas internacionais com o mesmo objetivo nos últimos dois anos. “Não se trata de situação excepcional que está ocorrendo neste momento, mas de situação ordinária.”

O processo, porém, recebe mais atenção devido à expectativa por uma vacina contra a Covid e um possível impacto na análise de pedidos de registro.

Segundo Ponciano, de 4% a 20% dos pedidos de certificação são negados em geral. As empresas recebem um relatório com possíveis “inconformidades” e há um prazo para adequação.

Ainda de acordo com ele, a Anvisa mandou um ofício para todas as fabricantes com testes no Brasil ainda em agosto. O início das inspeções com as fábricas que fornecem insumos ao Butantan e à AstraZeneca ocorre agora porque não houve outros pedidos até o momento. Outras empresas, no entanto, ainda podem solicitar a análise.

A necessidade de visita ao país é verificada conforme cada caso. Um dos critérios, por exemplo, é se há uma análise prévia por outra agência vinculada às mesmas regras, o que não existia até o momento nos dois casos, diz.

Em uma tentativa de rebater suspeitas de interferência na agência, Ponciano diz ainda que a certificação cabe apenas à área técnica.

Nos últimos dias, a decisão da agência por suspender temporariamente estudos da vacina do Butantan foi vista com desconfiança após o presidente Jair Bolsonaro comemorar a medida nas redes sociais. A agência, porém, nega que tenha ocorrido interferência externa na decisão.

REGRAS PARA ACELERAR REGISTRO DE VACINAS
Em outro passo na corrida por vacinas, a Anvisa publicou nesta quarta-feira (18) um documento com regras que permitem acelerar a análise para registro de imunizantes no país.

Na prática, a medida oficializa um processo que já estava em vigor nos últimos meses, o qual permite que empresas antecipem dados de estudo à agência ainda antes do pedido oficial de registro.

O procedimento é chamado de submissão contínua. Atualmente, duas empresas já fazem parte desse processo: AstraZeneca e Butantan. As regras foram publicadas no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa diz que a medida “possibilitará acelerar a disponibilização à população brasileira de vacinas contra o novo coronavírus.”

‘De acordo com o procedimento de submissão contínua, os dados técnicos deverão ser encaminhados à Anvisa conforme forem gerados. Assim sendo, as empresas interessadas no registro de vacinas não precisão ter em mãos todos os documentos reunidos para apresentá-los à agência”.

A Anvisa informa ainda que o mesmo processo já foi usado por outras agências internacionais, como as dos Estados Unidos, da Europa e da China. Apesar de facilitar o processo por permitir o envio antecipado de documentos, o modelo, no entanto, não muda as exigências que já ocorrem para registro de vacinas, que inclui comprovação de segurança, eficácia e de qualidade em testes clínicos, aponta.

Escola da Fiocruz inicia testes com BCG com objetivo de combate ao coronavírus

/ Saúde

A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começou ontem (16), no Rio de Janeiro, os testes do Brace Trial Brasil (BTB), um estudo com o uso da vacina BCG (Bacillus Calmette-Guérin) com objetivo de reduzir o impacto da covid-19 em profissionais de saúde – enfermeiros, médicos, técnicos, fisioterapeutas, recepcionistas e porteiros, maiores de 18 anos. O voluntário não pode ter sido infectado pela covid-19 e nem participar de outro ensaio clínico.

O projeto é liderado mundialmente pelo pesquisador australiano Nigel Curtis, do Murdoch Children’s Research Institute, e financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates (Gates Foundation). Com o início dos testes, o Brasil se junta à Austrália, Espanha, Reino Unido e Holanda.

Ao todo serão vacinados 10 mil profissionais de saúde, sendo mil no Rio de Janeiro e dois mil em Mato Grosso do Sul.

A coordenadora do estudo no Brasil, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, disse que antes de começarem a fazer parte do estudo os voluntários fazem testes de PCR para verificar se não têm covid no momento da aplicação. Os participantes terão amostras de sangue colhidas para estudos de marcadores imunológicos e serão acompanhados durante um ano.

“Serão vistos e examinados após três meses, aos seis, aos nove e 12 meses. Em todas essas consultas, será colhido sangue para determinação desses marcadores imunológicos, e será avaliado interinamente aos seis meses após a vacinação e ao final como qualquer estudo de Fase III de vacina ao final de 12 meses os resultados definitivos”, explicou Margareth Dalcolmo à Agência Brasil.

O recrutamento dos voluntários será realizado pelo Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF) e pelo Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh). O interessado em ser voluntário pode se inscrever na página da Fiocruz. Segundo a pneumologista, o estudo já conta com 500 inscritos no Rio de Janeiro. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 164 mil mortes e 5,78 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

/ Saúde

As mortes em razão da pandemia do novo coronavírus chegaram a 164.281. Nas últimas 24 horas, foram registrados 908 óbitos. Na quarta-feira, o painel de estatísticas marcava 163.373 óbitos. Ainda há 2.295 falecimentos em investigação, dado referente ao dia 4 de novembro e que não foi atualizado, segundo o Ministério da Saúde em razão de problemas técnicos no sistema do órgão.

Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia alcançaram 5.781.582. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 33.207 novos diagnósticos positivos para a covid-19. Ontem, o sistema de informações para a pandemia trazia 5.748.375 casos acumulados.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde sobre a evolução da pandemia no país. As informações são organizadas e verificados pelas secretarias estaduais de saúde.

O balanço apontou também 360.534 pacientes em acompanhamento. Outros 5.256.767 já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (40.202), Rio de Janeiro (21.090), Ceará (9.430), Minas Gerais (9.259) e Pernambuco (8.794). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (705), Acre (707), Amapá (771), Tocantins (1.125) e Rondônia (1.492). Da Agência Brasil

Ao entregar Hospital do Câncer em Caetité, Rui Costa diz que faz da saúde uma área de absoluta prioridade

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Rui discursa durante inauguração em Caetoté. Foto: Secom

A região do sudoeste do estado agora passa a contar com oferta de serviços de oncologia concentrada no Hospital do Câncer de Caetité. A unidade foi inaugurada pelo governador Rui Costa na manhã desta quarta-feira (11). A entrega do hospital é fruto de parceria entre Governo do Estado e Prefeitura. A gestão estadual investiu mais de R$ 2,8 milhões, valor que corresponde a mais de 90% dos recursos aplicados.

Na oportunidade, o governador falou sobre a atuação do Governo do Estado na área da saúde em toda a Bahia. ”Fizemos da saúde uma área de absoluta prioridade do nosso governo. Com o objetivo de salvar vidas, estamos fazendo uma verdadeira revolução na saúde pública da Bahia. Há alguns anos, começamos a apresentar e colocar em prática o conceito da regionalização da saúde em nosso estado, fazendo um esforço grande para superar uma concepção que, historicamente, esteve atrelada a uma política eleitoreira de uso da saúde como instrumento de captação de votos. Hoje, temos contribuído para o fortalecimento da rede básica de saúde nos municípios, destacando também a importância da saúde preventiva”, ressaltou.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, o Hospital do Câncer de Caetité começa a funcionar nesta quinta-feira (12). ”Já para a sexta-feira [13 de novembro], a unidade tem cinco cirurgias programadas. Os atendimentos aqui serão regulados a partir da Central Estadual de Regulação, a partir do sistema lista única do Governo do Estado, atendendo, também, a demanda regional a partir das secretarias municipais de outros municípios do entorno de Caetité”, explicou.

Foram implantados 80 leitos distribuídos entre UTI adulto 

O Estado ainda investiu R$ 10 milhões em equipamentos para o hospital, que irá atender 48 municípios da região via Central Estadual de Regulação, evitando o encaminhamento de pacientes para a capital baiana ou grandes centros distantes da cidade de origem do usuário.

Leitos e serviços

Foram implantados 80 leitos distribuídos entre 10 UTI adulto, 13 Clínica Geral, 19 Cirurgia Geral, 18 Ortopedia e 20 Oncologia Clínica e Cirúrgica.

A unidade oferece consultas e exames para acompanhamento, diagnóstico e tratamento, e também conta com centro cirúrgico e serviço de quimioterapia. Ainda faz parte da estrutura do hospital salas de raio-x , tomógrafo, endoscopia, eletrocardiograma, entre outras especialidades.

Visita a escolas

Após a entrega do Hospital do Câncer , o governador visitou as instalações do Instituto de Educação Anísio Teixeira. A unidade, que faz parte da rede estadual de ensino, passará por reformas para modernização da estrutura. Rui também esteve no Complexo Integrado de Educação de Caetité e no Centro Territorial De Educação Profissional Do Sertão Produtivo (Cetep).

Faculdade oferece bolsas de estudos para curso de Medicina em Eunápolis, na Bahia; confira

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A Faculdade Pitágoras de Medicina, em Eunápolis, extremo sul da Bahia, abriu processo seletivo para seis bolsas de estudos para o curso de Medicina no primeiro semestre de 2021. As vagas são divididas da seguinte forma: cinco integrais e uma parcial. Os candidatos serão selecionados mediante aproveitamento do resultado do ENEM.

As bolsas são válidas durante todo o curso e, para se candidatar, os interessados devem acessar o edital completo e realizar a inscrição.

Podem concorrer estudantes que concluíram o ensino médio em escola pública e que possuam renda total familiar de até um salário mínimo e meio. Entre as bolsas integrais, duas serão obrigatoriamente destinadas a moradores de uma das setes cidades da microrregião de Eunápolis, que envolve, além do município, Porto Seguro, Cabrália, Itabela, Itapebi, Itagimirim e Guaratinga.

”Recomendo que colégios particulares não reabram suas unidades”, diz secretário de Saúde do Estado

/ Saúde

Secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. Foto: Sesab

O secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, avaliou como prematuro, na tarde desta segunda-feira (9), o retorno às aulas em escolas particulares de Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, e recomendou que os colégios não façam isso.

”Recomendo que colégios particulares não reabram suas unidades, haja vista que o Estado ainda ressente-se de alto índice de contágio pela Covid-19”, disse o secretário, em publicação nas redes sociais.

”Vejo como prematura a decisão de reinício das aulas presenciais em colégio da rede particular, no município de Luís Eduardo Magalhães, na região oeste da Bahia, ocorrida no dia de hoje”, completou Vilas-Boas.

Eleito presidente, Biden inclui médica brasileira em força-tarefa para combater a pandemia

/ Saúde

A médica brasileira Luciana Borio foi confirmada nesta segunda-feira (9) como uma das integrantes da força-tarefa criada por Joe Biden para combater a pandemia de coronavírus.

O presidente eleito dos Estados Unidos revelou os 13 integrantes do grupo através de um comunicado nesta segunda.

A principal função da força-tarefa será aconselhar Biden e a vice-presidente eleita, Kamala Harris, durante o período de transição sobre questões relacionadas à saúde pública, com atenção especial à Covid-19.

Nascida no Rio de Janeiro, Borio vive desde os anos 1980 nos Estados Unidos, onde se formou em medicina pela Universidade George Washington.

Especialista em doenças infecciosas, ela trabalhou entre 2010 e 2019 (nas gestões de Barack Obama e Donald Trump) para o governo americano em diferentes funções relacionadas ao assunto e participou do combate às epidemias de zika e ebola.

Em seu último cargo, do qual saiu em março do ano passado, ela era a responsável pela da política de preparação médica e biodefesa da unidade de segurança global de saúde do Conselho de Segurança Nacional (NSC, na sigla em inglês), órgão ligado diretamente à Presidência. Em outras palavras, sua principal função era traçar planos para o caso do país viver uma emergência sanitária.

Quase um ano antes, em maio de 2018, a médica brasileira tinha afirmado durante um simpósio científico que uma pandemia de gripe seria a maior ameaça de saúde pública que os EUA poderiam enfrentar.

Primeiras doses da CoronaVac chegam ao Brasil no dia 20 de novembro, diz governo de São Paulo

/ Saúde

As primeiras doses da vacina contra a Covid-19, CoronaVac, que está em fase de testes e é produzida pela empresa chinesa Sinovac, devem chegar ao Brasil no dia 20 de novembro. Pelo menos é o que estima o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que fez o anúncio no início da tarde desta segunda-feira (9). ”O Brasil será o primeiro país do continente a receber doses da vacina contra a Covid-19”.

De acordo com informações do portal IG, o governo de São Paulo disse que o primeiro lote da vacina – que só será distribuída para vacinação em massa após fim dos estudos e aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – contará com 120 mil doses. Até o dia 30 de dezembro, porém, o país contará com 6 milhões de doses.

Ainda segundo o portal, outras 40 milhões de doses do imunizante, de acordo com o Instituto Butantan, devem ser sintetizadas no Brasil com insumos também enviados da China.

Estudo identifica que Covid-19 pode causar sintomas na pele por longos períodos

/ Saúde

Em alguns casos a infecção pela Covid-19 causa sintomas cutâneos que se prolongam por um longo período após o diagnóstico inicial. É o que identificou um estudo divulgado nesta quinta-feira (29) no Congresso virtual da Academia Europeia de Dermatologia e Venereologia (EADV).

Para chegar às conclusões, os cientistas analisaram dados de 990 pacientes, de 39 países diferentes, e com diagnóstico positivo para a infecção pelo novo coronavírus.

Os cientistas perceberam que os sintomas cutâneos duram em média 12 dias. Em alguns casos existe a possibilidade d eum período maior de duração, por mais de 150 dias após o diagnóstico. As informações são de reportagem da revista Galileu.

Os pacientes apresentaram um amplo espectro de manifestações dermatológicas com duração variada. A lista de reeações inclui urticárias, com duração média de 5 dias, e frieiras, com duração média de 15 dias, mas às vezes chegam a 130-150 dias; além de erupções papuloescamosas, que são pápulas e placas escamosas qeu podem persistir por até 20 dias, traz a matéria.

Secretário da Bahia exalta decisão de juízes de proibir atos políticos durante pandemia

/ Saúde

Fábio Vilas-Boas, secretário de Saúde da Bahia. Foto: Reprodução

O secretário da Saúde da Bahia (Sesab), Fábio Vilas-Boas, elogiou, em uma publicação feita nas redes sociais nesta sexta-feira (30), a decisão dos juízes eleitorais de Camaçari, Itacaré e Uruçuca pela proibição integral de atos políticos durante a pandemia do novo coronavírus.

”Não se trata, somente, de proibir ações cívicas manifestadas pelos eleitores em comícios, passeatas e carreatas, mas, acima de tudo, a salvaguarda da saúde afastando os perigos da contaminação da Covid-19 em toda a população dessas comunidades locais”, escreveu.