Servidora efetiva do município, secretária de Saúde de Apuarema entrega carta de demissão ao prefeito

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Cássia Cristina deixa o cargo de secretária. Foto: Rede social

A secretária de Saúde do Município de Apuarema, no Médio Rio de Contas, Cássia Cristina, entregou, na sexta-feira (20), ao prefeito Rogério Costa, uma carta com pedido de exoneração do cargo que exercia desde o início da atual gestão municipal.

A agora ex-secretária é servidora efetiva do Município, atuando como Agente Comunitária de Saúde e não se sabe o que motivou o seu desligamento do cargo.

Em rede social, Cássia fez agradecimentos ao prefeito, aos munícipes e disse ter saído feliz pelas conquistas para a pasta durante sua passagem pela Saúde. ”Caros colegas e amigos, gostaria de agradecer a Deus pela oportunidade de estar a frete da pasta da saúde durante esse período, agradeço ao gestor por confiar em mim e em meu trabalho, me despeço aqui com coração grato e muito feliz por tudo que conquistamos para o município e a saúde. Gostaria de agradecer a todos vocês, colaboradores”, escreveu ela em rede social.

Prefeitura de Maracás entrega novos uniformes a servidores do SAMU 192; ”valorização”

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Equipe se reuniu com prefeito e secretária. Foto: Divulgação

A Prefeitura de Maracás, por meio da Secretaria de Saúde, fez a entrega de novos uniformes aos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192, em cerimônia que contou com a presença do prefeito Soa Novaes e da secretária Darlene Rosa.

A equipe da unidade de Maracás é composta por 11 servidores, entre condutores, técnicos, enfermeira e coordenadora. ”Esta ação, liderada pela Secretaria de Saúde é mais uma demonstração de valorização e reconhecimento ao SAMU pela  importância desta categoria que atua na linha de frente da assistência à saúde pública da população maracaense, salvando vidas, dia e noite, faça chuva, faça sol. As novas fardas vão garantir melhores condições para o desenvolvimento das atividades destes profissionais, além de facilitar a identificação por parte da comunidade, que recebe os atendimentos. Parabéns a todos pelo trabalho e obrigado a nossa secretária de Saúde Darlene Rosa, por acompanhar esse processo de gestação e conhecer as demandas prioritárias da Saúde”, disse o prefeito.

Número de transplantes de rim caiu nos últimos dois anos , informa Sociedade Brasileira de Urologia

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A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta que a pandemia de covid-19 impactou a realização de transplantes no Brasil. Em 2021, o índice de transplante renal de 22,4 pmp (número de transplantes por milhão de pessoas) ficou 26% abaixo da taxa anterior à pandemia. Para incentivar a doação de rim e esclarecer os procedimentos, a entidade médica lançou nessa semana a campanha ”SBU pela doação de órgãos”.

Quando os rins param de funcionar, o paciente deve se submeter a sessões de hemodiálise, cuja periodicidade pode variar de duas a sete vezes por semana, dependendo do caso do paciente. Cada sessão pode durar de três a cinco horas.

De acordo com a SBU, para uma melhor qualidade de vida, o transplante renal pode ser indicado em muitos casos. A insuficiência renal pode ocorrer devido a problemas como diabetes, pressão alta, inflamação nos vasos que filtram o sangue, doença renal policística, doença autoimune e obstrução do trato urinário, entre outros.

Segundo o presidente da SBU, Alfredo Canalini, a campanha foi criada devido à necessidade de conscientizar a população sobre a doação de órgãos, principalmente no que diz respeito a doadores falecidos.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), houve diminuição no número de doações de órgãos e de transplantes devido à pandemia. Segundo a ABTO, 15.640 pacientes ingressaram na lista de espera por um rim em 2021, dos quais 3.009 faleceram.

”Isso ocorreu principalmente pelo aumento na contraindicação ao transplante na época, pois não se sabia da potencialidade de transmissão do vírus”, afirmou o coordenador do Departamento de Transplante Renal da SBU, John Edney dos Santos.

Transplante renal – O transplante renal é indicado para pacientes com diagnóstico de insuficiência renal crônica, principalmente aqueles em diálise.

Como doar?
Para que o transplante renal seja realizado, é necessário verificar por meio de exames a compatibilidade entre doador e receptor para que haja menos chances de rejeição. É preciso ter mais de 18 anos e estar em boas condições de saúde.

A doação pode ser feita por doadores vivos ou falecidos.

Para receber o órgão de um doador falecido, o paciente deve estar inscrito no Cadastro Técnico Único do Ministério da Saúde. O cadastramento é feito pela equipe médica de transplante responsável pelo atendimento.

A distribuição de órgãos doados é controlada pelo Sistema Nacional de Transplante do Ministério da Saúde e pelas Centrais Estaduais de Transplantes.

Média de casos de Covid no Brasil continua em alta e passa de 19 mil por dia, diz boletim

/ Saúde

O Brasil voltou a ter uma média móvel de casos de Covid superior a 18 mil por dia, nesta terça-feira (17), valor registrado em meados de abril. O país registrou, nesta terça, 221 mortes por Covid e 26.228 casos da doença. Com isso, o país chegou a 665.277 vidas perdidas e a 30.724.939 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de casos agora é de 19.135 por dia, crescimento de 28,88% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de mortes permanece acima de 100 e agora é de 119. Amapá não registrou mortes e novos casos. Acre, Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão Mato Grosso e Paraíba também não registraram mortes nesta terça.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Em relação à vacinação, o Brasil registrou 483.913 doses de vacinas contra Covid-19 nesta terça. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 33.230 primeiras doses e 72.810 segundas doses. Também foram registradas 4.020 doses únicas e 373.853 doses de reforço.

Ao todo, 177.769.148 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –160.497.670 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 165.302.284 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 82,75% da população com a 1ª dose e 76,95% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 59,10%, totalizando 12.116.592 Na mesma faixa etária, 29,89% (6.127.585) recebeu a segunda dose ou a dose única.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 foram afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, o que levou à falta de atualização em diversos estados por longos períodos de tempo.

O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

*Folhapress

Agência Nacional de Saúde inclui opções de quimioterapia oral em seu rol de procedimentos

/ Saúde

A inclusão de três opções de quimioterapia oral no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) traz benefícios em termos de sobrevida aos pacientes e permite a prescrição, pelo médico, para aqueles pacientes que têm seguro saúde, avaliou ontem (16) a oncologista  Andreia Melo, do Grupo Oncoclínicas, também chefe da Divisão de Pesquisa Clínica do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Publicada no último dia 6, no Diário Oficial da União, a decisão contemplou as substâncias trifluridina + cloridrato de tipiracila, para câncer colorretal e gástrico metastático; Brigatinibe, para câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) localmente avançado ou metastático, positivo para quinase de linfoma anaplásico (ALK); e Venetoclax, combinado com obinutuzumabe, para pacientes adultos com leucemia linfocítica crônica (LLC) em primeira linha de tratamento.

Segundo o Inca, a estimativa é que em cada ano do triênio 2020-2022, o Brasil tenha em torno de 41 mil novos casos de câncer colorretal, 21 mil casos de câncer gástrico e 30 mil de câncer de pulmão, além de 11 mil casos novos de leucemia, dos quais a leucemia linfoide crônica responderá por cerca de um quarto. No total, o Inca estima o aparecimento de 650 mil casos novos de câncer no país a cada ano do triênio.

Por isso, na avaliação da oncologista, é grande o significado que as incorporações de tratamento podem trazer aos pacientes.

”Elas trazem novas opções terapêuticas. São novas linhas de tratamento para pacientes com essas neoplasias (colorretal e gástrico) no cenário metastático. No caso do câncer de pulmão, você tem a seleção por um biomarcador e tem uma resposta objetiva muito boa com o uso do tratamento e ganho de sobrevida”.

A cobertura obrigatória dessas três novas opções de quimioterapia oral pelos planos de saúde é fundamental para que o oncologista faça, na sua prática clínica, o que há de melhor na literatura, em termos de padrão de tratamento.

”Priorizar essas opções de tratamento oral na cobertura dos pacientes com essas neoplasias é fundamental. É isso que acontece com o Rol da ANS”, indicou a oncologista.

Cânceres

Câncer colorretal é o nome dado ao tipo de tumor que atinge a região do intestino grosso (cólon), reto (final do intestino, antes do ânus) e o ânus. Apenas em 2019, a doença provocou mais de 20 mil mortes no país. Esse é, segundo o Inca, o terceiro tipo de câncer mais comum no Brasil, com um risco estimado de cerca de 19 casos novos a cada 100 mil pessoas. O câncer colorretal metastático é o estágio avançado da doença. O tratamento deve ser contínuo, visando prolongar a sobrevida, diminuir sintomas relacionados ao tumor, postergar a progressão da doença e manter a qualidade de vida. Mesmo considerando que a doença esteja em um estágio mais avançado, os pacientes ainda podem receber tratamento.

O Inca adverte que quase 30% de todos os cânceres colorretais poderiam ser evitados mediante uma dieta saudável, prática de atividades físicas e redução do consumo de bebidas alcoólicas. O instituto, vinculado ao Ministério da Saúde, estima que, em 2030, a despesa do Sistema Único de Saúde (SUS) com pacientes que desenvolverão esse tipo de câncer, em função da exposição a fatores de risco evitáveis, vai ser 88% maior do que o valor gasto registrado em 2018, que alcançou R$ 545 milhões.

Andreia Melo advertiu que o custo da assistência em oncologia tem subido a cada ano, não só pelo aumento do número de casos. ”É uma doença que tem ficado mais incidente e tem aumentado a sua mortalidade também. É claro que, junto disso, você caminha com o desenvolvimento de novas opções terapêuticas, novas tecnologias, novas intervenções que, habitualmente, apresentam alto custo”.

Já o câncer de estômago, também conhecido como câncer gástrico, é o terceiro tipo mais frequente entre homens e o quinto entre mulheres, com um risco estimado de 12,81 casos a cada 100 mil homens e 7,34 para cada 100 mil mulheres. No mundo, foram estimados 684 mil casos novos em homens, sendo o quarto mais frequente entre todos os cânceres. O tipo mais frequente é o adenocarcinoma, responsável por 95% dos casos, sendo a infecção pela bactéria Helicobacter Pylori o principal fator de risco.

Já a leucemia linfocítica crônica (LLC) se caracteriza por um aumento do número de linfócitos, que são um dos principais tipos celulares dos leucócitos, ou glóbulos brancos. Trata-se de uma doença que se desenvolve de forma lenta e afeta, em sua maioria, pessoas com mais de 55 anos. A idade média no momento do diagnóstico é em torno de 70 anos. Extremamente rara em crianças, o risco de uma pessoa desenvolver LLC é de 0,57%, sendo um pouco maior em homens do que em mulheres.

De acordo com o Inca, o câncer de pulmão é o segundo mais comum no Brasil e o primeiro em todo o mundo, tanto em incidência quanto em mortalidade. É responsável por cerca de 13% de todos os novos casos de câncer, com incidência mundial de 1,8 milhão de casos novos. Esse tipo de câncer é considerado hoje uma das principais causas de morte evitáveis, porque, em cerca de 85% dos casos, seu aparecimento está diretamente ligado ao consumo de derivados do tabaco. O cigarro constitui o mais importante fator de risco.

Na mesma decisão, a ANS aprovou a incorporação no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da substância Risanquizumabe, para tratamento da psoríase moderada a grave. Da Agência Brasil

Na Lapa, Rui entrega Centro de Imagem, leitos de UTI neonatal e autoriza construção de maternidade

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Rui e profissionais da Saúde. Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Na cidade de Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, o Governo do Estado inaugurou o Centro de Imagem e 20 leitos neonatais, sendo 10 de UTI e 10 unidades semi-intensiva, no Hospital Municipal Carmela Dutra. As obras foram realizadas por meio da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), com um investimento de R$ 8,8 milhões. O governador Rui Costa ainda assinou contratos superiores a R$ 10 milhões para a manutenção de dez leitos de UTI adulto, cinco leitos de pré-parto, parto e puerpério (PPP), bem como a realização de cirurgias ortopédicas e eletivas em diversas especialidades.

O ato reafirma o compromisso em priorizar os investimentos em saúde, levando mais conforto e qualidade no atendimento à população. “Quando você compara como era o atendimento do Hospital antes e como está agora, vê a importância de governar para cuidar das pessoas”, afirmou Rui Costa. Na oportunidade, o governador autorizou a licitação para a construção da sede da Maternidade Carmela Dutra, que atualmente ocupa um imóvel alugado. O investimento será de R$ 1 milhão.

Para a secretária estadual da Saúde, Adélia Pinheiro, quando o Estado entrega leitos de UTI neonatal, está garantindo maior chance de sobrevivência a bebês que nasçam com problemas importantes de saúde, nos seus primeiros 28 dias de vida. “Da mesma forma, investir em uma maternidade com uma estrutura moderna também é garantir melhor assistência e atendimento às mães e aos recém-nascidos”. Adélia acompanhou o governador numa visita à Feira Cidadã, que está instalada na cidade, oferecendo, até a próxima segunda-feira (16), serviços de saúde e cidadania para a população de Bom Jesus da Lapa e região.

Educação

O governador visitou as instalações no novo Colégio da Polícia Militar (CPM), que foi implantado na cidade e já está em funcionamento desde abril, com 11 salas de aula, refeitório, auditório e áreas de convivência, lazer e esporte. Rui também visitou o Complexo Poliesportivo Educacional integrado ao Colégio Estadual Monsenhor Turíbio Vilanova, que está em fase final de construção e tem previsão de conclusão em um mês. A obra, sob responsabilidade da Secretaria da Educação do Estado, tem investimento de quase R$ 7 milhões, e conta com refeitório, auditório, quadra poliesportiva coberta, vestiário, campo de futebol society com arquibancada e pista de atletismo, piscina semiolímpica, arena de luta, área de convivência e guarita. ”Estamos entregando escolas públicas na Bahia com uma estrutura digna e completa para os estudantes”, ressaltou o governador.

Agência de Vigilância Sanitária autoriza serviço de bordo e mantém uso de máscaras em voos

/ Saúde

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (12) a flexibilização das medidas sanitárias em aeroportos e aeronaves. De acordo com o órgão, as atualizações foram feitas após a decretação do fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da covid-19.

De acordo com as novas normas, está permitida a volta do serviço de bordo, a retirada da máscara para alimentação e o retorno da capacidade máxima de passageiros no transporte para embarque e desembarque pela área remota.

A obrigatoriedade do uso de máscaras dentro do avião e nas áreas restritas dos aeroportos continua mantida, além do desembarque realizado por fileiras e os procedimentos de limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies. O distanciamento físico continua recomendado sempre que possível.

Europa

Ontem (11), a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças informaram que, a partir da próxima segunda-feira (16), deixam de recomendar máscaras obrigatórias em aeroportos e voos.

Em comunicado conjunto, a Easa e o ECDC afirmaram que vão ”retirar a recomendação de uso obrigatório de máscaras médicas nos aeroportos e a bordo de voos”. Lembram, no entanto, que ”a máscara facial continua a ser uma das melhores proteções contra a transmissão” do SARS-CoV-2, especialmente para pessoas mais vulneráveis. Da Agência Brasil

Mais de 49 milhões de brasileiros são beneficiários de planos de saúde, segundo Agência Nacional

/ Saúde

O número de pessoas com planos de saúde no Brasil chegou a 49.074.356 em março de 2022, um aumento de 2,6% em relação a março de 2021. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As informações são da Agência Brasil.

O crescimento de usuários de planos exclusivamente odontológicos foi ainda maior. No mesmo período, foi registrado um aumento de 7,62%, chegando a 29.357.656 pessoas.

De acordo com a ANS, os dados demonstram que o setor de assistência médica suplementar continua aquecido. Desde julho de 2020, quando o número de usuários era de 46.821.928, o aumento da adesão tem sido contínuo.

Sobre a utilização dos planos de saúde, o Boletim Covid-19, que traz informações sobre comportamento do setor de assistência médica suplementar durante a pandemia, mostra que a ocupação de leitos destinados ao tratamento da doença em março sofreu queda em relação a fevereiro, passando de 58% para 44%.

A realização de exames para a detecção de covid-19 teve um aumento significativo em janeiro deste ano, por conta da variante Ômicron. Neste mês, o número de exames do tipo RT-PCR foi de  975.017, o maior desde o início da pandemia.

Pelo segundo dia consecutivo, Bahia não registrou morte por Covid-19, segundo boletim da SESAB

/ Saúde

Desde o último sábado (30), o boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) não registra mortes causadas pela Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registrados no estado 27 novos casos da doença e 33 recuperados.

Dos 1.542.907 casos de Covid confirmados desde o início da pandemia, 1.512.697 já são considerados recuperados e 29.856 tiveram óbito confirmado. No momento, 354 encontram-se ativos.

Até o momento, 11.493.861 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.638.427 com a segunda dose ou dose única, 5.458.008 com a dose de reforço e 38.507 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 913.614 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 350.763 já tomaram também a segunda dose.

Solenidade com a presença de políticos marcou inauguração do Hospital Mater Dei neste domingo

/ Saúde

Inaugurado o Hospital Mater Dei Salvador. Foto: Divulgação

A inauguração oficial do Hospital Mater Dei Salvador aconteceu neste domingo (1º), com a presença de diversos políticos e empresários.

A solenidade se iniciou com uma apresentação da jornalista Camila Marinho, e contou com a presença do governador da Bahia, Rui Costa; do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto; do atual gestor da capital baiana, Bruno Reis; do CEO da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador; entre diversos outros componentes da parte empresarial do grupo.

Dentre os membros da diretoria da Rede Mater Dei presentes, além de Henrique Salvador, também estão a sua vice-presidente Assistencial, Operacional, Márcia Salvador Géo; e a sua vice-presidente Administrativa Financeira e Comercial, Maria Norma Salvador.

Referência entre os hospitais gerais, a unidade da capital baiana é a primeira fora de Minas Gerais. Sua construção se iniciou em agosto de 2019.

Com projeto arquitetônico do renomado arquiteto Siegbert Zanettini, o Mater Dei Salvador conta com 61.188 m² de área, 24 pavimentos, heliponto, 369 leitos (sendo 40 CTI adulto e 40 UTI pediátrico), 21 salas cirúrgicas e obstétricas, medicina diagnóstica, pronto socorro adulto e infantil, oncologia, além de um Centro Médico a 90 metros do Hospital, com 62 consultórios. Com informações do site Bahia Notícias

Bahia não registra mortes por Covid apela primeira vez, desde o começo de abril; estado tem 360 casos

/ Saúde

A Bahia não registrou mortes causadas por Covid-19 neste sábado (30). De acordo com dados dos boletins epidemiológicos da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), com exceção do dia 26 de dezembro de 2021, quando o sistema apresentou problemas e os dados não foram divulgados, essa é a primeira vez que o estado não registra óbitos desde o começo de abril.

Além disso, nas últimas 24 horas foram registrados 279 casos conhecidos da doença. Neste sábado, a Bahia tem 360 casos ativos de Covid-19.

De acordo com a Sesab, dos 1.542.880 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.512.664 são considerados recuperados e 29.856 morreram.

O boletim contabiliza ainda 1.849.795 casos descartados, 332.011 em investigação e 63.215 profissionais da saúde que foram confirmados para Covid-19.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste sábado.

O boletim completo está disponível no site da Sesab e no Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.493.652 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.633.036 com a segunda dose ou dose única e 5.452.213 com a dose de reforço, e 38.093 com o segundo reforço.

Do público de 5 a 11 anos, 912.988 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 349.157 já tomaram também a segunda dose.

Leitos

A Bahia tem 744 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 146 estão com pacientes internados, o que representa taxa de ocupação geral de 20%.

Desses leitos, 300 são de UTI adulto e estão com taxa de ocupação de 15% (46 leitos ocupados).

Nas UTIs pediátricas, 30 das 43 vagas estão com pacientes (70% de ocupação). Os leitos clínicos para adultos estão com 11% de ocupação e os infantis, com 42%.

Em Salvador, dos 443 leitos ativos, 99 estão ocupados (22% de ocupação geral). A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 18% e o pediátrico está em 67%.

Ainda na capital baiana, os leitos clínicos para adultos estão com 15% de ocupação e, os pediátricos, com 35. As informações são do site G1

Vacinas contra o novo Coronavírus começam a ser vendidas a clínicas privadas em maio no Brasil

/ Saúde

Com o fim da emergência sanitária no país, clínicas e empresas privadas poderão adquirir vacinas contra a Covid-19 sem necessidade de doação ao SUS (Sistema Único de Saúde). Ao menos a AstraZeneca Brasil já prepara as primeiras doses para entrega às clínicas privadas ainda em maio.

A portaria que determinou o fim da Espin (Emergência em Saúde Pública de importância Nacional) deu um prazo de 30 dias para a medida entrar em vigor. Assim, ela só acaba oficialmente no próximo dia 22.

Pela lei, clínicas e empresas privadas já poderiam adquirir os imunizantes contra a Covid, mas tinham que doar toda a aquisição ao SUS enquanto houvesse vacinação de grupos prioritários

Geraldo Barbosa, presidente da ABCVac (Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas), disse que ainda não há contrato fechado, mas as negociações estão adiantadas com a AstraZeneca.

”Ainda não foi fechado o volume de doses, preços e quando exatamente as doses estarão disponíveis nas clínicas porque depende da compra de cada clínica”, disse.

A AstraZeneca Brasil, em nota, confirmou as negociações.

”As primeiras doses devem ser entregues às instituições ainda em maio. Quanto à disponibilização ao público final, fica a cargo de cada instituição’, disse o laboratório.

A Pfizer e a Janssen afirmaram que ainda não estão negociando com o setor privado e que o fornecimento, por ora, é exclusivamente para o governo federal.

A Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, só possui o registro de uso emergencial na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Dessa forma, ela não entraria no rol de vacinas que poderiam ser comercializadas.

O Ministério da Saúde pediu para a Anvisa avaliar a possibilidade de utilização do imunizante com o status de uso emergencial por um ano mesmo com o fim da emergência sanitária. A análise ainda irá passar por votação da diretoria colegiada da agência.

A intenção da pasta é que esse imunizante seja direcionado para crianças e adolescentes de 5 a 18 anos.

O presidente da ABCVac disse que uma Medida Provisória estaria sendo preparada para regular a venda de vacinas no setor privado, mas pessoas que lidam com o tema no Ministério da Saúde dizem que a área jurídica da pasta considera que isso não será necessário.

A lei 14.125, aprovada em março do ano passado, prevê que as clínicas podem adquirir os imunizantes, mas com a condição de doação de todas as doses ao SUS enquanto houver a vacinação do grupo prioritário.

Apenas após a imunização de grupos prioritários as empresas poderiam adquirir, distribuir e administrar vacinas, mas mesmo assim teriam que direcionar pelo menos 50% das doses ao SUS, utilizando as demais de forma gratuita. Com isso, não houve interesse do setor privado na aquisição.

Essas normas perdem a vigência com o fim da emergência sanitária.

Barbosa disse que o público-alvo das clínicas particulares serão colaboradores de empresas, pessoas que trabalham em local de risco e querem reforçar a dose. Todos terão que apresentar prescrição médica para receber o imunizante.

”Além de pessoas que futuramente possam não entrar na cobertura vacinal do SUS. Com a doença controlada a vacina deve ser como a da gripe, aplicada em grupos específicos”, disse.

O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde) já pediram para a pasta incluir a vacina da Covid-19 no PNI (Programa Nacional de Imunizações) para que o imunizante possa fazer parte do calendário anual de vacinação.

Recentemente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à Folha que a pasta ainda não decidiu quando e como será implantado o calendário definitivo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

A medida vem sendo cobrada por gestores de saúde nos estados.

Apesar das cobranças, o ministro afirma que ainda faltam evidências científicas para que sejam anunciados os grupos que deverão se vacinar todos os anos (se populações específicas ou quase todos os brasileiros, como ocorreu em 2021), a regularidade com que as pessoas receberão os imunizantes, e até mesmo que vacinas serão as mais apropriadas para a nova realidade epidemiológica da Covid-19

”O mundo ainda não tem todas essas respostas”, afirmou.

Nesta sexta-feira (28), o Brasil chegou a 663.484 mortes desde o início da pandemia.

A média de mortes vinha se mantendo nas últimas semanas em patamares próximos a 100 por dia, mas teve uma alta nesta sexta, chegando a 124.

Em relação à vacinação, mais de 177 milhões de pessoas (mais de 82% da população) receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —164 milhões já receberam ao menos a segunda dose do imunizante.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. ​

Procurados, Anvisa e Ministério da Saúde não responderam aos questionamentos até a publicação desta reportagem.

*por Raquel Lopes, Folhapress

Engenheira civil de 29 anos morre após cirurgia plástica para implantar próteses de silicone

/ Saúde

A jovem Júlia completaria 30 anos em maio. Foto: Rede social

Uma engenheira civil de 29 anos morreu, em Belo Horizonte, depois de se submeter a uma cirurgia plástica para implantar próteses de silicone nos seios e passar por uma lipoaspiração na cintura.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a morte da engenheira. A cirurgia plástica foi no último dia 8, em uma clínica particular, no bairro Santa Efigênia, na região Leste de Belo Horizonte. A jovem foi acompanhada de uma prima médica, de uma tia e do namorado. Durante o procedimento, Júlia teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, segundo informações do UOL.

Quase depois de seis horas do procedimento, foi levada para um quarto, sentindo mal. Foi o que disse a mãe da paciente, Patrícia Carneiro de Morais.

”A cirurgia demorou mais do que o previsto e ninguém me dava notícia de nada”, contou, ainda em estado de choque. Segundo Patrícia, a filha foi levada no mesmo dia para um hospital particular, de onde foi transferida quase cinco dias depois para outro hospital que atendia pelo plano de saúde de Júlia. Ela ficou menos de duas semanas internada e teve um quadro irreversível de morte encefálica. Agora, a mãe quer uma explicação para o que aconteceu.

”Minha filha era saudável, fazia academia, cuidava da alimentação”, disse Patrícia, que enterrou Júlia na última segunda-feira, em João Monlevade, na região Central. Antes do sepultamento, ela ainda atendeu dois pedidos da filha, não realizou velório e doou todos os órgãos.

Sonho que virou pesadelo

Patrícia lembrou que a filha sonhava com a plástica desde a adolescência e que fazia questão de um dia trabalhar e pagar pela cirurgia. ”Ela saiu de férias na quinta-feira (7) e na sexta-feira (8) foi para a clínica. Estava tranquila, sem nervosismo”, disse. Júlia estava acompanhada do namorado, de uma prima e uma tia, no dia do procedimento. A família procurou a delegacia de homicídios e registrou um boletim de ocorrência.

”Era um sonho dela, mas que virou pesadelo”. Patrícia Carneiro de Moraes, de 51 anos, é mãe de Julia Moraes Ferro, de 29 anos, morreu no sábado (23) após complicações de duas cirurgias estéticas em Belo Horizonte. Inconsolada, a mãe ainda se revolta com a forma com a qual o processo pós-operatório foi conduzido.

No próximo dia 27 de maio, Júlia completaria 30 anos. A mãe, ainda abalada, conta que não dorme desde a morte da filha e que esteve na casa onde ela morava, em Santa Bárbara, na região Central, e encontrou um vazio no imóvel. ”No chão, vi as botas que ela usava para trabalhar em uma mineradora, em Mariana, na mesma região. Eu não sei o que aconteceu, quero uma explicação, justiça”, cobrou Patrícia. ´

O médico cirurgião, Renato Nelson, que realizou o procedimento, não foi encontrado até a publicação desta matéria para se manifestar sobre o caso.

A SBCP-MG (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Minas Gerais) informou em nota que está acompanhando as apurações pelos órgãos competentes e cuidará para garantir a transparência nas informações. O órgão ainda informou que o cirurgião responsável pelo procedimento é habilitado, cumpriu todas as etapas de formação e possui Registro junto ao CRM-MG (Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais), além de possuir o título de especialista em Cirurgia Plástica.

”Como todo procedimento médico invasivo, a cirurgia plástica implica em riscos que são inerentes ao ato cirúrgico, mesmo com adoção de todas as medidas de precaução. A SBCP-MG lamenta o ocorrido e se solidariza com os familiares e amigos da paciente”, completou a SBCP-MG .

Já o CRM-MG disse que ”odas as denúncias recebidas são apuradas de acordo com os trâmites estabelecidos no Código de Processo Ético Profissional (CPEP), tendo o médico amplo direito de defesa e ao contraditório” e que todos os processos correm sob sigilo.

Plano de saúde individual pode subir 16%, a maior alta em 23 anos, segundo estimativas do setor

/ Saúde

Os planos de saúde individuais devem ficar quase 16% mais caros, segundo estimativas do setor. O reajuste oficial referente ao período de maio de 2022 a abril de 2023 ainda não foi divulgado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas deve ser anunciado até junho. Se confirmada, essa seria a maior alta desde 2000, quando entrou em vigor o modelo atual de reajuste. O percentual mais alto autorizado pela ANS até hoje foi de 13,57% em 2016.

Em 2021, pela primeira vez, os planos individuais tiveram reajuste negativo (-8,19%). Isso aconteceu principalmente devido à queda na utilização dos serviços da saúde suplementar e a consequente redução das despesas assistenciais em 2020 em virtude da pandemia. Para determinar o reajuste anual, a ANS leva em conta a variação das despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde (com peso de 80% sobre o cálculo) e a inflação acumulada no ciclo anterior (com peso de 20%).

Uma vez anunciado o percentual máximo de reajuste, as operadoras poderão subir os preços dos planos individuais a partir data de aniversário do contrato —isto é, no mês de contratação do plano. A alta poderá acontecer até abril de 2023. O reajuste divulgado pela ANS não vale para planos coletivos empresariais e por adesão. Segundo a agência reguladora, 8,9 milhões de pessoas têm planos individuais de saúde no Brasil.

A Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) estima que o reajuste para 2022 será de 15,8%. ”Em 2021, as despesas superaram e muito as de 2020, como resultado da elevada taxa de ocupação hospitalar ocasionada por dois principais motivos: a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, muito maior do que a primeira”, afirma a associação.

Segundo a Abramge, a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta do dólar também impactaram o setor. A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) projeta um reajuste de 15,7%, com base na atual metodologia de cálculo e nas informações das operadoras até o quarto trimestre de 2021.

”O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste”, diz.

A FenaSaúde afirma ainda que, se confirmada a projeção, o reajuste total nos dois últimos anos ficaria em 6,22% (considerando a queda de preços em 2021), abaixo da inflação geral acumulada no período, que passa de 16%.

Filipe Andretta / Folhapress