Após atritos, Marcelo Nilo almoça com Leão para selar a paz: ”não tem sentido brigarmos”

/ Política

Nilo e Leão sentam para fumar o cachimbo da paz. Foto: Instagram

Após atritos envolvendo a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado federal eleito Marcelo Nilo (PSB) almoçou nesta quinta-feira (06) com o vice-governador João Leão (PP) para ”fumar o cachimbo da paz”. ”Fui convidado por Leão e aceitei. Como estamos do mesmo lado, não tem sentido brigarmos. Ele lembrou o fato de termos sido do PSDB”, disse Nilo ao BNews. Participaram do encontro o secretário de Administração Penitenciária, Nestor Duarte, e o deputado estadual eleito Marcelinho Veiga (PSB). Na semana passada, Nilo jantou com o senador Otto Alencar (PSD), com quem também protagonizou trocas de farpas. Em contato com o BNews, Leão foi na mesma linha: ”Ontem eu estava com o coração de Cristo e perdoei ele. Ele também me perdoou e saiu daqui abençoado. E combinamos que antes de ele me rebater, vai me ligar. Prometi o mesmo”, disse. A última rusga ocorreu quando Leão acusou Nilo de ter vazado uma delação envolvendo o deputado Nelson Leal (PP), candidato à presidência da AL-BA. Em resposta, Nilo chamou-o de ”mentiroso”.

Aliados de Bolsonaro fazem ”barraco” em grupo de WhatsApp; discussão começou com deputada

/ Política

Joice Hasselmann bate boca com filho de Bolsonaro. Foto: Divulgação

Um bate-boca em um grupo de WhatsApp batizado de ”Bancada PSL 2019”, revelado pelo O Globo nesta sexta-feira (7), expõe disputas de poder entre os atuais congressistas do partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro, com futuros parlamentares da legenda. A confusão começou com deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP), que acusa o partido de ter articulação política ”abaixo da linha da miséria”. Ela se coloca na posição de quem está fazendo o trabalho para melhorar o diálogo com os políticos no parlamento. A declaração provocou reação de outros integrantes, como o deputado federal e senador eleito, Major Olímpio (SP). Joice alfinetou Olímpio: ”Interessante saber que o senhor está articulando à revelia da bancada e do presidente do partido. Sugiro conversar com a bancada e com presidente da sigla. Boa noite”. Olímpio respondeu: ”De jeito nenhum. O presidente que chamou a mim e ao Waldir em agenda oficial. Nada escondido, em perfeita sintonia com o presidente Bivar, que hoje me designou para representá-lo e ao PSL no Congresso Nacional de Câmaras Municipais. Não estou me metendo nas articulações da Câmara e sim apoiando o LÍDER EDUARDO E VICE LÍDER WALDIR PORQUE ME ELEGI SENADOR E É LÁ QUE TENHO QUE ARTICULAR. Eu respeito hierarquia e respeito meus colegas parlamentares. Eu PERCO TEMPO COM QUEM NÃO É LÍDER. Boa noite”, escreveu Olímpio. Joice voltou-se contra aliados de Olímpio, ao dizer que ele só tem uma ”patota” e que ”é tarde” para fazer a articulação: ”Acho que a bancada não tem sido muito ouvida pelo senhor, major. Agora é meio tarde para pedir. Uma pequena patota não é a bancada. Ainda dá tempo de consertar. Boa noite”. Olímpio respondeu novamente: ”Não serei eu que terá que rever seus conceitos e consertar. Não estou pedindo nada. Não tenho patota. O tempo mostrará muito rápido quem é quem”.

Repercussão – Depois da publicação da matéria n’O Globo, um dos filhos do presidente eleito, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), também fez críticas a Joice no mesmo grupo. ”Joice, a sua fama já não é das melhores. A continuar assim, vai chegar com fama ainda maior de louca no Congresso”, escreveu. ”Eduardo, não admito nem te dou liberdade para falar assim comigo, ou escrever algo nesse tom. Não te dei liberdade pessoal nenhuma, portanto, ponha-se no seu lugar”, disse a deputada eleita.

Atuação dos filhos de Jair Bolsonaro tem preocupado integrantes da equipe do presidente eleito

/ Política

Família Bolsonaro protagoniza polêmicas. Foto: Reprodução

A atuação dos três filhos políticos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) tem preocupado integrantes da equipe do novo governo. Apontado pelo capitão como seu número dois e seu instrutor nas redes sociais, o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro (PSL), é o que causa mais apreensão. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o edil é visto como o mais tempestuoso entre os irmãos políticos e também o mais propenso a gerar crises. Ele já se desenteu com o futuro secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno (PSL) e também comprou briga com o deputado federal Juliano Lemos (PSL-PB), um dos mais próximos de seu pai. De acordo com a publicação, Carlos pediu que Lemos pare de ”aparecer atrás” do presidente eleito, ”por algum motivo como faz sempre”. Em resposta, o deputado disse que não iria comentar os ataques, mas falou sobre sua fidelidade a Bolsonaro pai. ”Fui forjado acompanhando, por quatro anos, a vida política de Bolsonaro, vendo seu exemplo e ouvindo seus conselhos. Sou soldado de primeira hora. Respeito a família, mas só sigo as orientações do presidente. Ele me lidera e só aceito o seu comando”, ressaltou.

Prefeito de Irecê pede segurança após ameaça de morador que teve filho caído em vala

/ Política

”Nunca tive medo de andar nas ruas” diz Elmo. Foto: Reprodução

O prefeito de Irecê, no centro norte, Elmo Vaz, pediu apoio da Polícia ao declarar que foi ameaçado por um morador. O fato teria ocorrido após uma criança de dois anos cair em uma vala aberta pela Prefeitura. Não foi informado o estado de saúde da criança. O gestor teria sido ameaçado pelo pai do menor, ainda não identificado. Em áudios que circulam pelo WhatsApp, Vaz disse que ”entende” a situação do morador e afirma que o caso tomou proporção porque teria sido aproveitado por opositores. ”Eu estou indo à delegacia, ao Ministério Público Federal, ao Ministério Público estadual, pedir segurança. Eu não tenho nenhuma dificuldade com o pai, com a família. Peço perdão. Peço desculpas. Graças a Deus não aconteceu nada. Sei que ele falou na hora de dor porque foi provocado, porque foi incitado, mas estou indo a delegacia porque agora é uma questão de segurança, vou pedir ao delegado e que tome as providências. Nunca tive medo de andar nas ruas de Irecê. Mas diante do que estão fazendo, eu só obrigado a pedir segurança”, diz um áudio compartilhado pelas redes sociais. O caso ocorreu durante as chuvas que caíram na cidade nos últimos dias. As informações são do site Bahia Notícias

Futuro ministro, Marcos Pontes garante que ensino superior ficará com Ministério da Educação

/ Política

Marcos será ministro de Jair. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O futuro ministro da Ciência e Tecnologia, o engenheiro Marcos Pontes, avisou, nesta quinta-feira (6), que o ensino superior permanecerá no Ministério da Educação. A transferência para a pasta do ex-astronauta foi cogitada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). ”O Ensino Superior permanece com o Ministério da Educação e essa relação com a ciência e tecnologia é primordial” afirmou Pontes durante coletiva de imprensa no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília. Na avaliação dele, a colaboração com a educação é importante e ”tem andado muito bem”. Pontes ainda elencou quatro pilares para a cooperação entre os ministérios: o ensino de ciência e tecnologia no ensino fundamental; a importância da pesquisa básica; incentivo à inovação; e cooperações internacionais.

ACM Neto e Rodrigo Maia vão a casamento de filha de ex-ministro de Temer em Noronha

/ Política

Demistas vão prestigiar casamento. Foto: Orlando Brito/ DEM

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), viajará para a Fernando de Noronha (PE) na sexta-feira (7), para o casamento de Ilana Mendonça, filha do ex-ministro da Educação e Cultura de Michel Temer, José Mendonça Filho. A informação é do Correio. Ela se casará com Leo Pontual. Ronaldo Caiado (DEM) também estará presente, assim como Rodrigo Maia (DEM), que cancelou evento em Salvador no mesmo dia alegando “motivos pessoais”.

Aborto só em caso previsto em lei, diz futura ministra do Governo Bolsonaro, Damares Alves

/ Política

Damares vai chefiar o Ministério da Mulher. Foto: Reprodução

A pastora, advogada e futura chefe do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, declarou-se contra o aborto durante entrevista a jornalistas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), local onde se reúne a equipe de transição do governo. “Eu sou contra o aborto. Eu acho que nenhuma mulher quer abortar. Elas chegam até o aborto porque não têm outra opção. A mulher que aborta acreditando que está desengravidando, o aborto não desengravida nenhuma mulher. A mulher caminha o resto da vida com o aborto. Se a gravidez é um problema que dura só nove meses, eu digo para vocês que o aborto é um problema que caminha a vida inteira com a mulher”, afirmou. Damares disse que quer um País que priorize políticas públicas de planejamento familiar e ressaltou que o aborto não deve ser considerado método contraceptivo. “Aborto apenas nos casos necessários e que estão previstos em lei. Essa pasta não vai lidar com o tema aborto. Vai lidar com proteção de vidas e não com morte”. A futura ministra ainda afirmou que tem uma boa relação com os movimentos LGBT. “A pauta LGBT é uma pauta muito delicada, mas a minha relação com os movimentos LGBT é muito boa. Eu tenho entendido que dá pra gente ter um governo de paz entre o movimento conservador, o movimento LGBT e os demais movimentos”, declarou. A chefe da pasta afirmou que irá fazer o enfrentamento à violência contra a comunidade LGBT. “Se precisar estarei nas ruas com as travestis, se precisar estarei na porta da escola com as crianças que são discriminadas por sua orientação sexual”.

air Bolsonaro defende reforma trabalhista mais ampla: ”é horrível ser patrão” no País

/ Política

Jair Blsonaro defende a reforma trabalhista. Foto: Estadão

O presidente eleito Jair Bolsonaro defendeu um aprofundamento da reforma trabalhista durante reunião com a bancada do MDB na Câmara, na tarde desta terça-feira, 4. Segundo participantes do encontro, Bolsonaro disse que “é horrível ser patrão” no País. Ele não mencionou, no entanto, as reformas previdenciária e tributária. Bolsonaro também não especificou, na conversa, de que forma o aprofundamento da reforma trabalhista seria feito. No ano passado, o Congresso aprovou projeto do presidente Michel Temer que muda trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos que poderão ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força de lei. Ao sair da reunião com o presidente eleito, o líder do MDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), disse que Bolsonaro não pediu apoio específico para a reforma da Previdência e para a reforma tributária. “Ele falou de maneira genérica, mas sabemos que pauta econômica é urgente”, minimizou ao ser questionado sobre o assunto. Baleia não mencionou a reforma trabalhista. Ainda de acordo com participantes da reunião, o deputado Darcísio Perondi (MS), suplente do futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra, foi o único a mencionar a reforma previdenciária na reunião com Bolsonaro e com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Integrantes do futuro governo tem dado sinais de pessimismo sobre a aprovação da reforma da Previdência. Na segunda-feira, 3, o senador eleito e deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o envio da proposta não será o primeiro ato da gestão de seu pai. “Nossa vontade original é que fosse aprovada este ano, mas a avaliação política é de que seria arriscado. A ideia é que se aprove a reforma da Previdência em 2019. Há uma burocracia do processo legislativo que a gente tem que respeitar. Mas, não digo no primeiro mês de governo, mas o mais cedo possível, vai ser enviada ao Congresso a nova reforma da Previdência”. O atual ministro da transição e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou ontem que a reforma da Previdência não será feita no “afogadilho”, acrescentando que será preciso ter “paciência”. “Temos quatro anos para garantir o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos”, chegou a dizer. Na semana passada, outro filho do presidente eleito, o deputado Eduardo Bolsonaro, disse que o governo “talvez não consiga” votos para aprovar a reforma da Previdência no Congresso. No encontro organizado pelo Brazil-US Business Council, nos Estados Unidos, o parlamentar fez um discurso para passar uma perspectiva otimista sobre o País, mas admitiu a dificuldade no que classificou como uma das prioridades do governo.

Acordo histórico constrói candidatura de Nelson Leal para presidência da Assembleia Legislativa da Bahia

/ Política

PP, PSB, PT e PSD selam acordão para AL-BA. Foto: Divulgação

O deputado Nelson Leal (PP) será o novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia. A decisão acaba de ser anunciada após vários dias de reuniões envolvendo todos os partidos da base. O vice presidente será o deputado Alex Lima(PSB). A liderança do governo terá à frente o deputado Rosemberg Pinto(PT). Pelo acordo, após este primeiro biênio, será eleito para a presidência o deputado Adolfo Menezes(PSD). As principais lideranças de todos os partidos da base foram ouvidas, a exemplo de João Leão, Otto Alencar, Lídice da Matta, Davidson Magalhães, Everaldo Anunciação, Félix Mendonça e Jaques Wagner. Todos destacaram o amadurecimento político da base, salientaram que ouviram os conselhos dados pelo governador Rui Costa, voltado para a pacificação no Legislativo. ”O governador chamou a atenção no sentido de que o momento do país é de muitas incertezas e de que seria de fundamental importância que nós construíssemos um acordo visando colaborar para que o Estado supere os efeitos da crise econômica que afeta o Brasil há vários anos”, concluíram.

Bolsonaro diz que nome para Meio Ambiente sai esta semana e promete rever legislação

/ Política

Bolsonaro foi ao jogo do Palmeiras neste domingo. Foto: Reprodução

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse neste domingo que a indicação para o Ministério do Meio Ambiente deve sair esta semana, e voltou a prometer mudanças na legislação sobre a área, um tema comum em sua campanha eleitoral. Para o capitão da reserva, as regras atuais criaram uma “indústria da multa” no campo. “Não podemos perseguir quem trabalha. O governo é especialista em perseguir quem trabalha no Brasil. Esse tipo de multa não vai existir mais”, disse Bolsonaro, à Globonews, neste domingo, antes de embarcar do Rio para São Paulo, para assistir ao jogo do Palmeiras. “Você vai, por exemplo, numa fazenda. E tem lá, caiu lá uma mancha de óleo diesel no quintal do fazendeiro. A multa é milionária. Não derrubou porque quis”, exemplificou. O político prometeu “racionalizar” a área e combater o que considerou ser um “abuso” por parte dos fiscais do governo. “O Brasil é o País que mais preserva o Meio Ambiente. Agora, têm alguns fiscais que abusam. Esse pessoal vai deixar de trabalhar dessa forma.” O presidente eleito reiterou ainda sua intenção de derrubar o decreto presidencial, assinado pelo presidente Michel Temer no final de 2017, que converte multas do Ibama em financiamento a programas de recuperação de áreas degradadas. “Cerca de 40% das multas vão para ONGs para defender o meio ambiente. Ou seja, o sistema se retroalimenta. Isso é um decreto presidencial. Se couber, nós vamos alterar esse decreto.”

Agenda de Jair Bolsonaro na semana inclui reunião com bancadas do MDB e do PSDB

/ Política

A agenda de compromissos do presidente eleito, Jair Bolsonaro, prevista para esta semana inclui reuniões com bancadas parlamentares de quatro partidos, MDB, PRB, PR e PSDB. Os encontros foram organizados pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A previsão é de que Bolsonaro desembarque na capital federal na manhã de terça-feira, 2. O primeiro compromisso na lista é uma audiência com a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina. No período da tarde, se reunirá com parlamentares do MDB, às 15h e do PRB, às 16h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o escritório do governo de transição. Na quarta-feira, 5, o presidente eleito deve receber autoridades diplomáticas pela manhã na Granja do Torto, residência oficial usada por Bolsonaro durante a transição. Depois, tem agendada uma visita ao QG do Exército. À tarde, recebe mais duas bancadas partidárias: PR às 15h e PSDB às 16h30. Os dois encontros também ocorrerão no CCBB. Na quinta-feira, a agenda prevê apenas atendimento a autoridades e parlamentares na Granja do Torto pela manhã e a partida de volta para o Rio de Janeiro no fim da tarde.

TRE mantém prefeita de Maraú no cargo após ser acusada de compras de voto

/ Política

Maria das Graças de Deus Viana fica no cargo. Foto: Divulgação

Após ter o mandato cassado na primeira instância, a prefeita de Maraú, Maria das Graças de Deus Viana, se mantém no cargo após o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) acolher, por unanimidade, o recurso impetrado pela prefeita. Segundo a assessoria de imprensa da gestora, o TRE declarou improcedente a acusação de compra de votos nas eleições municipais de 2016. ”Deus está sempre no comando. A oposição maligna de Maraú tenta a todo custo tumultuar o trabalho de uma gestão séria e comprometida com seu povo”, desabafou Gracinha Viana, como é conhecida na região, e que foi reeleita. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi impetrada pela Coligação Um no caminho para Maraú. A gestora foi acusada de suposta captação ilícita de sufrágio e transgressões eleitorais. Na decisão do juiz de primeira instância, ele sustentou a sentença com base na oitiva de testemunha e também na análise de vídeos que flagram suposta compra de voto e abuso de poder econômico. Mas, o advogado do alcaide, Fernando Vaz Costa Neto, afirmou que a única testemunha que depôs na justiça foi contraditória, não comprovado a denúncia realizada. ”Inexistiu prova que demonstrasse a ocorrência da conduta ilícita porque tudo não passou de uma tentativa de derrubar a gestão. A justiça foi feita”, comemorou a defesa.

Ministério Público entra com ação contra Jaques Wagner por improbidade administrativa

/ Política

Ele é acusado de suposta atuação indevida. Foto: Estadão

A Procuradoria da República em Brasília entrou com ação civil de improbidade administrativa contra o senador eleito Jaques Wagner. Ele é acusado de suposta atuação indevida para nomeação a um cargo do governo brasileiro em Washington (EUA), em 2015, quando era ministro da Defesa. O favorecido seria o segundo-tenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo, marido da ex-ministra Ideli Salvatti. Segundo informações do G1, o militar ocuparia a função de ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos e de Conferências na Junta Interamericana de Defesa, com jornada semanal de 32 horas, pagamento mensal de U$ 7,4 mil (cerca de R$ 28 mil na cotação atual) e mais ajuda de custo para transferência de R$ 40 mil. A ação foi procotocolada em março, quando a 3ª Vara da Justiça Federal notificou Wagner a apresentar esclarecimentos em 15 dias. Em julho, a juíza Kátia Ferreira mandou novamente notificar o ex-ministro para enviar as informações em quatro endereços, mas, segundo o processo, ainda não houve apresentação de uma defesa preliminar. A 3ª Vara só analisará se transforma o senador eleito em réu ou se rejeita a ação após a apresentação da defesa inicial.

Bolsonaro diz não ter conhecimento de inquérito contra Paulo Guedes: ”compete ao Judiciário”

/ Política

Futuro ministro de Jair é investigado pela PF. Foto: Reprodução

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), afirmou neste sábado (1) não ter conhecimento sobre o inquérito aberto pela Polícia Federal para investigar Paulo Guedes, confirmado para o Ministério da Economia. ”Desconheço investigação sobre Paulo Guedes. Eu integro o Poder Legislativo e integrarei o Executivo. Isso compete ao Judiciário”, declarou o presidente eleito se referindo à investigação, aberta pela polícia, para verificar suspeitas de irregularidades na gestão financeira de fundos de investimento. O ex-deputado participou da cerimônia de formatura de aspirantes a oficial na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) onde se formou em 1977. Mesmo sem afirmar não estar a parte do inquérito de Paulo Guedes, Bolsonaro ainda comparou o caso com o processo aberto contra ele no Supremo Tribunal Federa (STF) por apologia ao crime de estupro e injúria. ”Eu sou réu no Supremo Tribunal Federal. E daí? Todo mundo que eu converso, sendo amigo ou não, diz que é uma coisa que beira o absurdo. Eu estava defendendo uma mulher, vítima de estupro. E eu defendi uma condenação para o estuprador. O outro lado defendia que o estuprador deveria ser tratado como um garotinho que apenas abusou por cinco dias e matou uma menina de 16 anos de idade. E eu acabei sendo réu. É justo isso? O povo entendeu que não, tanto é que votou em mim”.