Com cálculo na vesícula, Ângelo Coronel passa por operação e se afasta de campanha ao Senado

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Ângelo Coronel se recupera de cirurgia. Foto: Facebook

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e candidato ao Senado, Angelo Coronel (PSD), vai precisar se afastar das atividades de campanha pelo menos nos próximos 8 dias. Ele foi diagnosticado nesta quarta-feira (12) com colecistite aguda, conhecida comumente como pedra na vesícula, e vai passar por uma operação cirúrgica nesta tarde, para retirar o cálculo.  A informação foi publicada pelo site Bahia Notícias e confirmada pelo próprio Coronel, também pelo senador e presidente estadual do PSD, Otto Alencar. ”Ele sentiu dor abdominal, com irradiação para o flanco direito. Fez tomografia, ultrassom e o diagnóstico foi de colecistite aguda, com indicação cirúrgica”, explicou Otto, que também é médico. O candidato ao Senado está internado no Hospital Aliança, para onde foi pela manhã, após sentir dores abdominais e também de garganta – esta última provocada por uma provável virose. Coronel afirmou que, por causa da operação, todos os compromissos de sua agenda serão cancelados. A previsão é de que, no pós-operatório, o candidato precise ficar pelo menos duas semanas de repouso. Mas ele quer voltar às atividades de campanha antes. ”Caí no canivete. Os médicos deram previsão de duas semanas, mas acho que devo voltar em oito. Oito é por conta e risco”, disse o social-democrata. Já para Otto, a hora é de se preocupar com a saúde, e não com campanha. ”Quando você tem um doente, pensa em salvar a vida dele. Ele não corre risco de vida, está bem, mas, se não fizer a cirurgia, pode sofrer com muitas dores e ter mais problemas”, explicou. Nesta quarta, Coronel participaria de um encontro com mulheres junto ao candidato à reeleição Rui Costa (PT), o candidato à reeleição para vice João Leão (PP) e o candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT).

Confirmado no posto de candidato à presidência, Fernando Haddad visita Jequié neste sábado

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Fernando Haddad visitará Jequié com Manuela. Foto: Estadão

O ex-prefeito de São Paulo e agora candidato do PT na corrida ao Palácio do Planalto, Fernando Haddad, voltará à Bahia, em campanha, no próximo sábado (15). O petista vai se concentrar em visita as cidades de Jequié, onde desembarca as 11h30, e Vitória da Conquista, com o apoio prometido pelo governador da Bahia e candidato à reeleição, Rui Costa. O petista será acompanhado pela candidata a vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), que também teve o nome oficializado nesta terça-feira (11), após a Justiça Eleitoral barrar a candidatura do ex-presidente Lula, preso na Polícia Federal de Curitiba desde abril. No dia 21 de agosto, ainda como candidato a vice, Haddad cumpriu agenda em Salvador e viveu ”dia de Lula” no bairro da Liberdade.

Ciro diz que, em seu governo, ”general Villas Bôas estaria demitido” por sua fala pública

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Ciro critica postura do general Villas Bôas. Foto: Reprodução/Uol

O candidato do PDT à Presidência da República, o Ciro Gomes, disse nesta quarta-feira, 12, em sabatina no jornal O Globo, que em seu governo o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, teria sido demitido por sua fala pública sobre a instabilidade política no Brasil, e “provavelmente pegaria uma cana”. Villas Bôas afirmou, em entrevista ao Estado, que “a legitimidade do novo governo pode até ser questionada” e que o ataque ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na quinta-feira, 6, “materializa” seu temor de que a intolerância e a polarização na sociedade afetem a governabilidade. “No meu governo, militar não fala em política. Ele estaria demitido e provavelmente pegaria uma cana. Eu conheço bem o general Villas Bôas. Ele está fazendo isso para tentar calar as vozes das cadelas no cio que estão se animando, o lado fascista da sociedade brasileira”, afirmou. “O general Mourão (vice de Bolsonaro) é um jumento de carga, que tem entrada no Exército. Quem manda nesse País é nosso povo. Tutela, sargentão dizendo que vai fazer isso e aquilo, comigo não acontecerá. Sob a ordem da Constituição, eu mando e eles obedecem. Quero as Força Armadas poderosas, modernas, altivas. Não quero envolvidas no enfrentamento do narcotráfico, isso é papo de americano.” O candidato do PDT criticou o acordo entre a Embraer e a norte-americana Boeing para a criação de uma empresa para tocar a viação comercial da companhia brasileira. Ele considera o acerto “clandestino”, e disse que a reversão não seria uma quebra de contrato. “Nem a pau, Juvenal”, disse. Ciro reafirmou ser preciso revogar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto de gastos para que se possa investir em saúde e na educação. Ele pontuou que “outros candidatos” querem entregar a saúde pública à iniciativa privada, privilegiando ricos em detrimento de pobres. Ao falar sobre a crise fiscal nos Estados, citou o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Sul e Minas Gerais e propôs um “redesenho do pacto federativo”, uma “grande negociação no atacado”. “O centro de gravidade da política brasileira não é Brasília, é a federação, estados e prefeitos”. Ciro criticou a desindustrialização do Brasil, e defendeu a proteção de setores da indústria. Citou o presidente dos Estados Unidos por seu protecionismo anti-importações: “Trump está errado e nós, brasileiros, estamos certos?” Ele defendeu “desratização” do Brasil ao falar das agências do governo aparelhadas politicamente. “As agências serão passadas pelo pente fino. Quem não for salvável, será fechada. Eu falo com o Congresso.”

Ibope diz que Bolsonaro vai a 26% e amplia liderança; num 2º turno, perderia para Ciro Gomes

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Bolsonaro segue na liderança das pesquisas. Foto: Divulgação

Depois do atentado em Juiz de Fora, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) subiu quatro pontos nas intenções de voto para a Presidência nas eleições 2018, segundo levantamento Ibope/Estadão/TV Globo divulgado noite desta terça-feira, 11. Bolsonaro mantém a liderança da disputa, agora com 26% — na pesquisa anterior, do dia 5 de setembro, tinha 22%. Atrás do presidenciável do PSL aparecem Ciro Gomes (PDT), com 11% — oscilação de um ponto para baixo em relação ao último levantamento — e Marina Silva (Rede), que caiu três pontos para baixo e aparece com 9%. Geraldo Alckmin (PSDB) segue com 9%, mesmo porcentual da pesquisa anterior. Já Fernando Haddad (PT), oficializado nesta terça-feira, 11, como candidato petista no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (condenado e preso na Lava Jato) oscilou dois pontos para cima e registrou 8% das citações no cenário estimulado — ou seja, quando os nomes dos candidatos são disponibilizados ao eleitor consultado pelo instituto. Bolsonaro foi ferido na última quinta-feira, enquanto participava de uma caminhada em Juiz de Fora (MG). Os entrevistadores do Ibope foram a campo entre o sábado e a segunda-feira, período que coincidiu com um aumento expressivo da exposição do candidato do PSL nos meios de comunicação. O levantamento também captou os efeitos de pouco mais de uma semana de exibição do horário eleitoral gratuito. Apesar de ser o detentor de quase metade do tempo de propaganda no rádio e na TV, Alckmin não cresceu em comparação com a pesquisa anterior. Considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, Ciro, Marina, Alckmin e Haddad estão tecnicamente empatados na segunda colocação. Atrás deles aparecem empatados, todos com 3%, Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo). Dada a margem de erro, os candidatos Cabo Daciolo (Patriota) e Vera Lucia (PSTU), com 1%, e Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC), que não pontuaram, também estão empatados com Dias, Meirelles e Amoêdo. Na intenção de voto espontânea, em que os entrevistadores não apresentam a opção de nomes dos candidatos, Bolsonaro aparece com 23%, subindo seis pontos em relação à última pesquisa. Lula foi citado por 15% dos entrevistados, uma queda de sete pontos em comparação ao dia 5 de setembro. Ciro (5%), Haddad (4%), Alckmin (4%) e Marina (3%) estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro. Amoêdo aparece com 2% das intenções de voto; Alvaro Dias e Henrique Meirelles têm 1%. Outros candidatos não pontuaram; 18% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo e 21% não souberam responder ou preferiram não opinar. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de setembro. Foram realizadas 2.002 entrevistas com eleitores de 145 cidades. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi contratada por IBOPE Inteligência Pesquisa e Consultoria LTDA e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR05221/2018.

Prisão de Beto Richa traz reflexo negativo para campanha de Alckmin, avaliam tucanos

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Prisão de Beto gera impacto negativo para Alckmin. Foto: Uol

A avaliação do PSDB é que a prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, candidato da sigla ao Senado, traz impacto negativo para o partido e reforça o sentimento de indignação que induz ao voto de protesto, o que favorece Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência. O próprio ex-governador Geraldo Alckmin, candidato tucano ao Palácio do Planalto, reconheceu nessa terça-feira, 11, que a situação de Richa “fragiliza” o partido. ”Claro que isso fragiliza o partido. Todos os partidos estão fragilizados”, disse o candidato em entrevista coletiva após participar da sabatina da Folha, UOL e SBT, em São Paulo. O ex-governador do Paraná foi preso na manhã desta terça-feira em Curitiba na Operação Radiopatrulha do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná. Também foram presos Fernanda Richa, mulher do tucano, Pepe Richa, irmão do candidato, e Deonilson Roldo, ex-chefe de gabinete do Estado. O casal foi levado para a sede do Gaeco e está à disposição da Justiça. A prisão ocorre no momento que a campanha de Alckmin planeja estratégias para retomar os ataques a Bolsonaro após o deputado ter sido de uma facada em um evento de campanha em Juiz de Fora (MG). ”Independente do mérito, isso abala profundamente a confiança nas instituições e cria clima para outsiders e populistas”, disse ao Estado o deputado federal Marcus Pestana (MG), secretário-geral do PSDB. Questionado sobre a situação de Richa no partido, o parlamentar foi sucinto. ”Tem que investigar. Quem tiver culpa que pague”. Outra preocupação do PSDB é com o impacto da prisão de Richa sobre os eleitores da região Sul, especialmente no Paraná, reduto do senador Alvaro Dias, candidato do Podemos à Presidência. ”A situação fica muito complicada no Paraná e impacta na região Sul. No Paraná, ficamos sem o palanque principal do Geraldo, que era o do Beto Richa. Ele vai ter que fazer campanha lá independente da situação do Beto. São as agonias da campanha”, disse o deputado Nilson Leitão (MT), líder do PSDB na Câmara. O comando da campanha de Alckmin vai apelar para que Ratinho Jr, candidato do PSD ao governo do Paraná, reforce a campanha de Alckmin para compensar o prejuízo político. O PSD está na coligação nacional do tucano.

Fátima é a maior financiadora da campanha de Túlio Gadêlha; família e amigos também doam

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Namorado, Túlio Gadêlha é candidato a deputado. Foto: Reprodução 

A apresentadora Fátima Bernardes, da TV Globo, está financiando a campanha do namorado, Túlio Gadêlha (PDT-PE), à Câmara dos Deputados. Também são doadores o pai dela e uma das filhas que a ex-titular do Jornal Nacional tem com o jornalista William Bonner, com quem foi casada. Fátima doou R$ 5 mil, segundo informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O valor é menor apenas do que aquele repassado pela direção nacional do PDT, R$ 50 mil. A segunda maior doação de pessoa física foi de Amâncio da Costa Bernardes. O pai da apresentadora doou R$ 4.500 para o genro. Beatriz, uma das filhas de Fátima e Bonner, doou R$ 150. O valor é o mesmo doado pelo ator Hugo Bonemer, primo do apresentador do Jornal Nacional, ex-marido de Fátima. A apresentadora Rafa Brites, casada com o também apresentador Felipe Andreoli, doou R$ 400. O psicólogo Rossandro Klinjey, que participa do programa Encontro com Fátima Bernardes, doou R$ 300. No total, Túlio Gadêlha havia arrecadado R$ 62.286,25 até a manhã desta terça-feira (11). Na semana passada, Fátima Bernardes convidou amigos para um jantar de arrecadação de fundos de campanha no Rio de Janeiro.

PT confirma Fernando Haddad como candidato à Presidência em substituição a Lula

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Haddad é candidato a presidente e Manuela vice. Foto: Estadão 

A Executiva Nacional do PT confirmou em reunião nesta terça-feira, 11, em Curitiba, o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como o candidato do partido à Presidência da República e Manuela d’Ávila (PCdoB) como vice na chapa. Haddad vai substituir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja candidatura foi barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Lima, por causa de sua condenação em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi tomada no prazo final de 10 dias estipulado no dia 1º pelo ministro Luís Roberto Barroso, para que o partido promovesse a substituição do nome do cabeça da chapa petista. Participaram da reunião em um hotel no centro de Curitiba, além de Haddad, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), a ex-presidente cassada Dilma Rousseff, o senador Lindbergh Farias (RJ) e o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, além de outros dirigentes petistas. Após a reunião, a cúpula petista segue para a vigília pró-Lula montada em frente ao prédio da Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente está preso desde 7 de abril. No local, está sendo montada uma estrutura para o anúncio do futuro do PT nas eleições presidenciais. A militância do partido foi convocada para o ato, previsto para 15h. Antes do anúncio, Haddad deve se encontrar novamente com Lula. Pela manhã, ele já esteve com o ex-presidente. Um dos primeiros petistas a deixar a reunião em Curitiba, o governador de Minas Gerais Fernando Pimentel declarou que substituição de Lula por Haddad na chapa não é uma decisão a ser comemorada. “Nosso candidato era o Lula e deveria ser o Lula porque é o candidato que o povo gostaria. Diante dessa nova violência que está sendo cometida contra a democracia, nós vamos trocar (o candidato)”, disse. “A transferência de votos (de Lula para Haddad) está acontecendo. As pesquisas indicam isso e vai daqui para a frente acelerar”, declarou. Fernando Haddad entra na corrida eleitoral com o desafio de herdar o capital político de Lula, que liderava as pesquisas de intenção de votos. No cenário sem o ex-presidente, Haddad aparece com 6% das intenções de votos, segundo pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo divulgada no dia 6 de setembro.

Eleições 2018: Ministério Público Eleitoral contestou registro de 223 candidatos na Bahia

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O Ministério Público Eleitoral, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia, apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/BA) 14 ações de impugnação e 219 pronunciamentos pelo indeferimento do pedido de registro de candidaturas para os diversos cargos em disputa nas eleições de 2018. Das ações de impugnação, sete abordam situações de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010). Os demais casos envolvem o não preenchimento de condições de elegibilidade e registrabilidade, em especial: ausência de prova da escolaridade (5), ausência de prova de desincompatibilização (21), ausência de prova de filiação partidária válida (27), ausência de prova de quitação eleitoral (43), ausência de certidões judiciais ou certidões positivas não circunstanciadas (47), outros (83). De acordo com o balanço parcial, o MP Eleitoral analisou 1.180 requerimentos de registros de candidaturas desde 15 de agosto. Até o último levantamento, em 4 de setembro, o TRE/BA já havia julgado 1.101 requerimentos, indeferindo 154 registros de candidatura. Desde o início do período eleitoral, o MP Eleitoral atuou em 2.171 processos envolvendo, além dos pedidos de registro e de habilitação dos partidos e coligações, representações e pedidos de direito de resposta relativos à propaganda eleitoral e recursos ordinariamente submetidos ao Tribunal. Informações sobre a situação de todos os candidatos estão disponíveis para consulta pública no sistema de processo judicial eletrônico e podem ser acessadas também na página do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia.

Pesquisa Datafolha diz que Ciro Gomes lidera disputa no Nordeste com 20% das intenções de voto

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Ciro Gomes lidera corrida no Nordeste. Foto: Leo Canabarro

A pesquisa de intenção de votos divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira (10) mostra que o candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, lidera no Nordeste com 20%. No levantamento divulgado em 22 de agosto, o pedetista tinha 14%. O segundo colocado, de acordo com o estudo, é Jair Bolsonaro (PSL), que tem 14%. O deputado federal não teve alteração em sua pontuação com relação a agosto e agora aparece empatado tecnicamente com Fernando Haddad (PT), que tem 13% das intenções de votos. O petista tinha em agosto 5%. Marina Silva, candidata pelo partido Rede, tinha 19% em agosto, percentual que a colocava como líder no Nordeste. Agora, a ex-ministra é a quarta colocada com 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 7%; Henrique Meirelles (MDB), 2%; Cabo Daciolo (Patriota), 1%. Os demais candidatos não ponturam no Nordeste, segundo a pesquisa Datafolha. O percentual dos entrevistados que votaram nulo, branco ou em nenhum soma 18% na região Nordeste do país. Os que não sabem ainda em quem votar representam 7%. A pesquisa Datafolha com 2.804 entrevistas presenciais em 197 municípios foi realizada no dia 10 de setembro de 2018. A margem de erro máxima é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR 02376/2018 e foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

Com 30%, candidato Bolsonaro lidera primeira pesquisa de intenções de voto após ataque

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Bolsonaro aparece com 30% das intenções. Foto: Divulgação

Após o ataque sofrido em Juiz de Fora (MG), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 30% das intenções de voto em pesquisa da FSB/BTG Pactual divulgada na manhã desta segunda-feira (10). Esse é o primeiro levantamento feito após o ataque a facada que recebeu o candidato na última semana. Ciro Gomes, do PDT, aparece em segundo, com 12% dos votos. Em seguida três candidatos registraram 8%, são eles: Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Fernando Haddad (PT). Com 3% aparecem João Amoêdo (Novo) e Alvaro Dias (Podermos). A pesquisa ainda aposta que os eleitores de Bolsonaro são os que têm mais certeza do seu voto. Para 78% deles, a decisão é definitiva. Haddad (68%) aparece em segundo lugar, seguido por Alvaro Dias (62%), Amoêdo (59%), Ciro (58%), Alckmin (49%), Boulos (40%), Marina (37%) e Meirelles (24%). O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TRE) com o número BR-01522/2018, foi realizado entre os dias 8 e 9 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Após revés no TSE, defesa de Lula pede ao STF para suspender prazo de substituição na chapa

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Lula pede que suspensa prazo de substituição. Foto: Ricardo Stuckert

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou na madrugada desta segunda-feira (10) uma petição na qual pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja suspenso temporariamente o prazo para a substituição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na chapa presidencial do PT, marcado para acabar nesta terça-feira (11), conforme determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na noite do último domingo (9), a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, negou um pedido similar formulado pela defesa do ex-presidente. Rosa, no entanto, decidiu encaminhar ao STF um recurso extraordinário apresentado pela defesa de Lula para derrubar a decisão da Corte Eleitoral, que no sábado retrasado (1) negou o registro do ex-presidente por considerar que o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Depois do revés no TSE, o PT pede agora ao STF que o prazo de substituição seja suspenso até que o caso de Lula seja apreciado pelo colegiado do Supremo – pelo plenário ou pela Segunda Turma -, respeitando o marco legal de 17 de setembro (data-limite fixada no calendário eleitoral para substituição de candidatos). A sigla quer que a Suprema Corte dê a palavra final sobre o registro do ex-presidente. O novo pedido deverá ser apreciado pelo ministro Celso de Mello. “O pedido (a súplica) é que Vossa Excelência apenas resguarde o direito de substituir pós-decisão colegiada – na turma ou no plenário. Na data que for possível a decisão colegiada – em sessão ordinária ou extraordinária”, solicitam os advogados do PT. “É imperiosa a concessão deste pedido de tutela de urgência, ou o direito perecerá, privando a Suprema Corte de enfrentar a questão constitucional reconhecida como relevante pela ministra Rosa Weber. Também Lula estará privado do legítimo direito de ver sua pretensão julgada em tempo efetivo; privando a população de ter a certeza, ou não, de que a candidatura deste requerente (desejada por mais de 40% da população) era, ou não viável”, sustentam os defensores do ex-presidente. Na petição, a defesa de Lula aponta que “o relógio corre”, mas até o momento não há qualquer sessão plenária do STF marcada antes da terça-feira. Os 11 ministros do Supremo realizam sessões às quartas e quintas-feiras. “O recurso extraordinário interposto acabou de ser admitido e dificilmente chegará aqui antes do prazo final. O relógio corre. Por outro lado, até o presente momento não há qualquer sessão plenária convocada antes da própria terça-feira, data limite da substituição. Para além disso, mantido o prazo máximo de troca para o dia 11/09, o início da consulta aos partidos coligados deveria ocorrer ao menos no início da tarde de terça-feira, de sorte que também não seria possível ao candidato aguardar uma decisão já na noite de terça”, alerta a defesa de Lula.

Candidato a deputado federal pelo DEM morre vítima de infarto em Senhor do Bonfim

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Morre Alcides da Silva. Foto: Facebook

O candidato a deputado Federal Alcides da Silva Araújo (DEM), o Alcidão, morreu na noite do último sábado (8) em Senhor do Bonfim, vítima de um infarto. Ele chegou a ser socorrido para um hospital da cidade, mas não resistiu. O fato foi lamentado em nota pelos companheiros de legenda. O candidato ao governo do Estado, José Ronaldo, afirmou se tratar de ”um momento de tristeza para toda a região de Senhor do Bonfim e para a toda a Bahia. Alcidão era muito querido por todos e teria muitos serviços a prestar ao nosso estado no Congresso Nacional”. O presidente do DEM na Bahia e prefeito de Salvador, ACM Neto, também prestou homenagens ao político. ”Estivemos juntos em muitas batalhas pelo desenvolvimento de Senhor do Bonfim e do nosso Estado. Que Deus dê muita força e serenidade aos amigos e familiares de Alcidão neste momento de profunda dor e tristeza”, afirmou.

Liminar retira uso de fala de Lula em 51 segundos em propaganda de Wagner e Coronel

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Wagner e Coronel exploram apoio de Lula. Foto: Facebook

Uma liminar da juíza Gardênia Pereira Duarte determinou a perda de 51 segundos do tempo da propaganda eleitoral na televisão destinada aos candidatos ao Senado Jaques Wagner e Ângelo Coronel, da Coligação Mais Trabalho por Toda Bahia. O tempo referido diz respeito à veiculação de falas do ex-presidente Lula, ainda dado como candidato ao cargo máximo do país. A decisão da magistrada foi tomada neste sábado (8) após a mesma acatar acusação feita pelo candidato a senador Jutahy Magalhães Júnior e do PSDB. Segundo a acusação, no dia 31 de agosto, início da propaganda eleitoral na TV, o tempo de Wagner e Coronel excedeu os 25% destinado aos apoiadores, com a inclusão das falas de Lula. O fato contraria o artigo 67 da Resolução TSE nº 23.551/2017. Informações do Bahia Notícias

Internado após ataque, Jair Bolsonaro posa para foto fazendo gesto de arma de fogo

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A imagem foi postada nas redes sociais. Foto: Instagram

Internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após levar uma facada na última quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) posou para uma foto fazendo o seu característico gesto de arma com as mãos. A imagem foi postada nas redes sociais pelo deputado estadual do Rio Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato a presidente. ”Meu pai segue evoluindo e começou agora a fisioterapia. Muito obrigado a todos pela força e pelas orações!”, escreveu Flávio, que é candidato ao Senado. Ele ainda convocou simpatizantes e eleitores do presidenciável para um ato “pela vida de Bolsonaro” neste domingo (9), em Copacabana.