Buerarema: prefeito enfrenta Comissão Especial de Inquérito por irregularidades no transporte

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Prefeito Vinícius Ibrann se torna alvo de polêmica. Foto: Divulgação

O prefeito de Buerarema, no sul da Bahia, Vinícius Ibrann (PSDB) voltou a ser alvo de polêmica. Após o imbróglio com o Ministério Público (MP-BA) sobre denúncias de nepotismo, o tucano enfrenta agora acusações que podem lhe render a cassação do mandato. As vereadoras Roselí, Riviane e Enio, junto como o vereador Wagner Moto Táxi, entraram com um pedido de CEI (Comissão Especial de Inquérito) por supostas irregularidade no pagamento do transporte escolar do município. Segundo a Rádio Costa Sul, a empresa Sol Dourado Comercio, Representações, Serviço E Transportes com sede e CNPJ na cidade de Conceição do Coité, no Nordeste baiano, foi beneficiada na com dispensa de licitação. A reportagem afirma ainda que há a suspeita de que pagamentos fantasmas estão sendo feitos por serviços que não são oferecidos à população.

Eliana Calmon se filia à Rede, mas descarta candidatura: ”Estou absolutamente fora”

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Ex-ministra do STF se filia ao partido de Marina. Foto: Divulgação

A ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, confirmou a informação do colunista Lauro Jardim, do jornal ”O Globo”, que deixou o PSB baiano para se filiar à Rede Sustentabilidade. A ex-Corregedora Nacional da Justiça descartou, no entanto, qualquer hipótese de sair candidata nestas eleições de outubro. Ao site bahia.ba, Eliana Calmon explicou que já havia um acordo para se filiar à Rede e, ”diante daquilo que Marina [Silva, pré-candidata da Rede à presidência] vinha pedindo”, chancelou a filiação. Sobre a possibilidade de se candidatar ao Senado, a ex-ministra declinou e garantiu que está ”absolutamente fora” da disputa. ”Candidatura está descartada. Convites existem, existe uma insistência, até de outros partidos, mas eu não vou me candidatar não. Eu assumi nesses quatro anos compromissos, estou com um escritório de advocacia, tenho clientes que estão aguardando o meu trabalho, então não tenho nem como desfazer isso”, completou.

”Será uma eleição plebiscitária”, aposta Aleluia sobre disputa na Bahia, entre Rui e Zé Ronaldo

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Aleluia aposta no DEM para vencer o PT. Foto: Reprodução

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM) apostou que a eleição para o governo da Bahia, em outubro deste ano, será uma espécie de plebiscito, uma consulta ao povo cabendo ratificar ou rejeitar a proposta. ”Será uma eleição plebiscitária e o vamos destacar os principais problemas das gestões do PT. Eles não terão facilidade”, disse o presidente do DEM na Bahia, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Após ACM Neto (DEM) comunicar que não renunciaria à prefeitura de Salvador, o partido lançou o nome de José Ronaldo, ex-prefeito de Feira, ao pleito.

Jeremoabo: Eleição suplementar elegerá prefeito e vice do município no dia 3 de junho

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O TRE-BA autorizou, a partir de hoje, a realização de campanha política em Jeremoabo, na Bahia. A eleição será realizada em 3 de junho e escolherá prefeito e vice. Os candidatos também poderão fazer uso de alto-falantes ou amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos, sempre respeitando o horário das 8h às 22h. Além das propagandas na internet, amplificadores de som, nas sedes e em veículos, a partir da mesma data os candidatos, os partidos políticos e as coligações poderão realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, das 8 (oito) às 24 (vinte e quatro) horas. No dia 2 de junho (um dia antes das eleições) deverá ser encerrada a propaganda eleitoral mediante alto-falantes ou amplificadores de som, além disso, os candidatos têm até às 22 horas para a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos.

Filiada ao PT, Neta de Arraes tenta viabilizar candidatura e é rara novidade do partido

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Marília deve disputar o Governo de Pernambuco. Foto: Divulgação

Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB). Marília, 34, vereadora do Recife, é uma rara novidade no Partido dos Trabalhadores. Ainda assim, se fez pré-candidata ao custo de embates duros na cúpula local do partido, que tendia a se aliar ao governador. O PSB foi o partido do final da vida de Miguel Arraes (1916-2005), avô de Marília, governador de Pernambuco por três vezes, a primeira em 1963-1964, quando foi cassado e preso pela ditadura. Foi o partido de Eduardo Campos, seu primo e também neto de Arraes, morto em acidente de avião quando candidato a presidente, em 2014. Marília desentendeu-se de vez com o PSB em meados de 2014. Comentaristas da política pernambucana dizem que Campos escanteava a prima, privilegiava seu ramo da família e sabotou candidatura dela a deputada federal. Depois do rompimento, foi vítima de ataques sórdidos. A vereadora evita citar o nome do primo e atribui sua saída a vários conflitos políticos e ideológicos. “Sou muito uma pessoa de partido”, “socialista”, diz, “e o PSB derivava à direita, entre muitos outros problemas”. Na carta pública em que comunicava seu desligamento, dizia que o PSB teria aparelhado os três Poderes no Estado, que a cúpula do partido era autoritária e bajulava a família Campos. Em 2014, o PSB local aliou-se ao que Marília chama de “partidos reacionários” (DEM, PSDB, MDB e PPS) e ao PSDB de Aécio Neves e “à curriola da direita”. No estado, fez campanha pelo candidato apoiado pelo PT, o senador Armando Monteiro (PTB), ex-ministro de Dilma Rousseff, ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria e um seu provável adversário em 2018. Marília parece petista de raiz. Critica o “linchamento midiático” de Lula da Silva, “condenado sem provas por Sergio Moro”, parte de uma campanha para barrar nova vitória do ex-presidente, promover uma agenda “antipovo” e destruir as “conquistas” dos anos petistas. O programa antipovo são as reformas da Previdência e trabalhista, o teto de gastos públicos, a privatização da Eletrobras. Marília é contra a venda das companhias estaduais de água e gás, cogitada pelo governo atual, diz. Começou a trabalhar no setor público no ano em que se graduava em direito pela Universidade Federal de Pernambuco, 2007. Era assessora da secretaria de Juventude e Emprego do primeiro governo de Eduardo Campos. Jamais trabalhou como advogada. Por um tempo, pensou em ser delegada de polícia. Em 2008, planejava ser diplomata e estudava para o concurso do Instituto Rio Branco quando decidiu se candidatar a vereadora, vencendo a primeira de três eleições consecutivas. Afirma que financiou as campanhas com recursos de família, pessoais e de amigos. Conta que se interessava por política desde os 15 anos, quando acompanhava as andanças do avô Arraes, que não estimulava filhos e netos a entrar na carreira, ao contrário, diz. A família está na política faz tempo. Embora não tenha mencionado essas trivialidades, descende de dois barões do Império, senhores de engenho, um deles presidente da província de Pernambuco e ministro de Pedro 2ª, entre outras heranças. É sobrinha do diretor de TV e cinema Guel Arraes e da ministra do TCU Ana Arraes, ex-deputada federal. Marília evita conversas sobre família. Casou-se em 2014 com Felipe Francismar, vereador de Recife pelo PSB, e separou-se em fins de 2016, começo de 2017 (“motivos pessoais, não foi política”). Fica constrangida de falar no assunto, embora pareça expansiva –cumprimentou o jornalista da Folha com um beijo e um abraço. Na tarde da entrevista, estava preocupada em levar a filha Maria Isabel, quase três anos, ao médico. “Virose”. Pressionada a contar um pouco mais da vida, dá a entender que se ocupa integralmente de política e da filha. Mora no bairro de Casa Amarela, cozinha quase nada, nenhum esporte, dança algum forró, lê basicamente política. Parou de fumar em 9 de janeiro de 2013, com uma recaída breve na campanha de 2016. Diz que sua candidatura está praticamente certa, apesar de boatos locais de que o PT nacional poderia mudar de ideia. Planos para o governo ainda estão na prancheta, mas diz que entre suas preocupações principais estão o problema da água, políticas industriais e de desenvolvimento de regiões do sertão e violência.

Datafolha: Mesmo cumprindo mandado de prisão, Lula lidera pesquisa de intenção de voto

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Lula aparece em pesquisa com 30% e 31%. Foto: Ricardo Stuckert

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada no início deste domingo (15) mostra que o ex-presidente Lula, mesmo cumprindo mandado de prisão expedido pelo juiz Sérgio Moro em Curitiba, segue na liderança das intenções de voto. Nos cenários em que o petista aparece como candidato, seus índices são em torno do dobro do segundo colocado. Com o candidato do MDB sendo Henrique Meirelles, Lula aparece com 31%, seguido por Jair Bolsonaro (PSL), 15%, e Marina Silva (Rede), que tem 10%. Em seguida, vem Joaquim Barbosa (PSB), 8%; Geraldo Alckmin (PSDB), 6%; Ciro Gomes (PDT), 5%; Alvaro Dias (Podemos), 3%, e Manuela D’Ávila (PC do B), 2%. Fernando Collor de Mello (PTC), Rodrigo Maia (DEM) e Henrique Meirelles (MDB) aparecem com 1% cada. Os demais não pontuaram neste cenário. Em outras duas simulações, Lula aparece com 30% e 31%.

Rivais temem que Joaquim Barbosa vira ”a cara” do Centro nas eleições presidenciais

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Ex-ministro Joaquim Barbosa se filiou ao PSB. Foto: Reprodução

O desempenho do ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa (PSB) na pesquisa Datafolha, divulgada ontem, acendeu o sinal amarelo na cabeça dos adversários. De acordo com a Folha, por ter alcançado até 10% das intenções de votos sem nem sequer ter se declarado candidato ao Planalto, despertou nos rivais o temor de que, em campanha, consiga se transformar na ”expressão do centro”. O PSB encomendou pesquisa na qual apresentará ao eleitor, além do nome, a foto de Barbosa. Acredita que, assim, o ex-presidente do STF obterá pontuação ainda maior.

Pré-candidata Manuela d’Ávila comemora resultado do Datafolha e convoca militantes nas redes

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Pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB e deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela d’Ávila usou sua conta no Facebook para comemorar o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada na madrugada deste domingo, e reforçou o pedido de ajuda aos internautas que militam em prol da sua candidatura para avançar na campanha através das redes sociais. “Chegar em abril com 3% de intenção de voto, com uma pré campanha sem estrutura, com a comunicação via internet no estilo Glauber Rocha (um celular na mão e um monte de ideias para o Brasil na cabeça) é um motivo de muita alegria”, afirmou há pouco na publicação. Segundo ela, o resultado representa crescimento e já era esperado. No cenário para o primeiro turno, que considera o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, Manuela aparece na sexta colocação, com 3% das intenções de voto, atrás de Lula (PT), Joaquim Barbosa (PSB), Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Alvaro Dias (Podemos). De acordo com a pesquisa, a deputada estaria à frente de Fernando Collor de Mello (PTC), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meirelles (MDB) e Flávio Rocha (PRB). Neste cenário, Brancos e nulos somam 13% e não sabem, 3%.Na postagem, Manuela ressalta a militância de seu partido e o fato de que o PCdoB não lançava um candidato presidencial desde 1946. Além disso, ela afirma que “ainda tem muito chão pela frente” e destaca um vídeo gravado em fevereiro que mostra um tutorial sobre como o internauta pode colaborar com sua candidatura. “Vamos juntos nos rebelar pela liberdade do Brasil, das brasileiras e brasileiros”, finaliza. A nova pesquisa Datafolha, que foi feita entre quarta, 11, e sexta-feira, 13, teve como base 4.194 entrevistas em 227 municípios. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-08510/2018.

A democracia é a melhor arma contra a corrupção, afirma Temer durante a Cúpula das Américas

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Presidente Michel Temer em Lima, no Peru. Foto: Alan Santos

Investigado pela Justiça, o presidente Michel Temer (MDB) disse, durante a Cúpula das Américas, que a melhor arma para combater a corrupção é a democracia, como demonstrava a experiência brasileira. ”O combate à corrupção é imperativo da democracia. Democracia é a melhor arma que temos para fazer frente a esse mal, é o que demonstra a experiência brasileira”, discursou Temer no evento, em Lima, no Peru. ”Não se pode tolerar a corrupção, ela corrói tecidos sociais, compromete a gestão pública e privada, tira recursos valiosos da educação, da saúde, da segurança”, acrescentou o chefe do Palácio do Planalto. Questionado se apoiava a restrição do foro privilegiado, que deve ser analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no começo de maio, Temer declarou: “Sou a favor que o Legislativo decida”. Informações da Folha.

Mercado financeiro aposta em vitória de Alckmin sobre Bolsonaro no segundo turno das eleições

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Alckmin vai disputar à presidência. Foto: Governo de São Paulo

Uma pesquisa feita pela XP Investimentos entre investidores do mercado financeiro aponta que Geraldo Alckmin (PSDB) irá para o segundo turno das eleições presidenciais com Jair Bolsonaro (PSL), derrotando-o. De acordo com o site Infomoney, o favoritismo do tucano passou de 46% para 48% desde novembro, enquanto as apostas em Bolsonaro saltaram de 17% para 29%. O ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa (PSB), deve ser o vencedor para 16% dos investidores.

União de Antonio Brito com Dr. Fernando fortalece o PSD e base de Rui Costa em Jequié

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Dr Fernando aceita convite de Brito para o PSD. Foto: Divulgação

O deputado federal Antonio Brito, presidente do PSD em Jequié, reforçou a legenda no município com a filiação do médico nefrologista, Dr. Fernando Costa Vieira, candidato a prefeito nas eleições de 2016, pela legenda do Partido Verde (PV), obtendo a segunda colocação no pleito com 17.984 votos. Dr. Fernando também obteve em 2014 a maior votação para deputado estadual na cidade de Jequié, com 10.606 votos. De acordo com Antonio Brito, A união com Dr. Fernando representa uma grande conquista política e eleitoral, “fortalecendo o PSD na região, que é liderado no estado pelo senador Otto Alencar, assim como a base do governador Rui Costa, que passa a contar com um novo e importante aliado”. Por sua vez, Dr. Fernando celebrou a ida ao partido que mais cresce na Bahia: ”Me sinto lisonjeado pelo convite. Aceitei com a certeza de estar me juntando a um projeto comprometido com o futuro de Jequié”.

Aécio Neves passa mal, é levado a hospital para fazer exames em Brasília e recebe alta

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Aécio Neves pode se tornar réu por corrupção. Foto: Estadão

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), de 58 anos, levado foi ao Hospital Santa Lúcia, na região central de Brasília, na manhã desta quinta-feira (12). O parlamentar teve um mal-estar e está acompanhado por familiares. Segundo a assessoria de imprensa do senador, ele fez exames de rotina e passa bem. Aécio Neves chegou ao hospital particular na Asa Sul da capital por volta das 9h. De acordo com a assessoria, após os exames, ele foi liberado e permaneceu o restante da manhã em casa. O tucano mora no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, com a mulher Letícia e os filhos gêmeos Júlia e Bernardo. O tucano está concluindo seu mandato como senador.  A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para a próxima terça-feira (17) o julgamento que definirá se o senador se tornará ou não réu por corrupção e tentativa de obstrução à Justiça. Aécio foi denunciado ainda em junho do ano passado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Além do senador, também foram alvos da denúncia a irmã dele, Andréa Neves, seu primo Frederico Pacheco de Medeiros e o assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que trabalha para o senador Zezé Perrella (PSDB-MG).

Antônio Brito diz que está no páreo por vaga na chapa de Rui e aguarda indicação do PSD

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”Estou entusiasmado e pronto”, diz Brito. Foto: Blog Marcos Frahm

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel, diz existir uma tendência no PSD para que seu nome seja o indicado para compor a majoritária do governador Rui Costa (PT). No entanto, o deputado federal Antônio Brito (PSD) também tem interesse na chapa. Coronel já declarou que tem predileção por disputar uma cadeira no Senado. Brito diz que tanto faz Senado ou o posto de vice-governador. ”Estou entusiasmado e pronto para disputar uma vaga no Senado, se assim o senador Otto [presidente do partido] decidir, ou então estar ao lado do governador Rui Costa, se o vice-governador João Leão decidir disputar o Senado”, disse Brito ao apresentador José Eduardo na Metrópole FM na manhã desta quinta-feira (12). ”Nesse momento, é hora de trabalhar. Se for o nome de Coronel, não tem problema, estarei apoiando ele, como também espero que ele me apoie se eu for escolhido dentro do nosso partido”, frisou Antônio Brito, ressaltando que está no páreo pela vaga. As informações são do Bocão News

Insatisfeitos, aliados querem sacrifício de Neto, colocando o nome do pai, ACM Júnior

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Decisão de ACM Neto esfacelou a oposição. Foto: Alan Santos

Aliados do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), já cunharam sua estratégia para tentar amortizar o impacto negativo de uma não candidatura do gestor ao governo do Estado. A estratégia passa pelo sacrifício de uma pessoa ligada ao presidente nacional do DEM. Segundo o site Mero1, o favorito para a ”penitência” é o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Leo Prates (DEM). Na avaliação de candidatos à Casa Legislativa, o vereador conseguiu na pré-campanha fazer um número de arrumações que o cacifa para estar entre os mais votados. Além disso, pela amizade pessoal com o prefeito ACM Neto, espera-se que ele goze de certas benesses que não são distribuídas ao restante do grupo. Outra parte de apoiadores já articulou o contra-ataque: propor nomes para o sacrifício, como João Roma (PRB) e até mesmo ACM Júnior (DEM), pai do prefeito e ex-senador. No caso de Roma, os votos seriam pulverizados da mesma forma para a proporcional. Já o presidente da Rede Bahia seria usado para dar ”a cara” dos Magalhães ao grupo e tentar diminuir o ”terremoto” que se iniciou com o ”não” de Neto.