Jaguaquara: Lealdade retorna à cena política e diz que embate com o grupo do prefeito Giuliano será em breve

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Ricardo reafirma apoio a Rui, mas diz não subir em palanque

O empresário Ricardo Leal – Lealdade (PT), se manteve nos últimos meses arredio do cenário político jaguaquarense, desde as eleições municipais de 2012, quando perdeu a disputa pelo cargo de prefeito, para Giuliano Martinelli (PP), em uma das eleições mais emblemáticas da história do município, com pouco mais de 600 votos. De lá para cá, fez apenas duas aparições públicas. Uma delas quando foi à Câmara de Vereadores, no ano passado, para receber o título de Cidadão. Nesta terça-feira (26), Lealdade acompanhado dos vereadores Nildo Pirôpo e Adailson Mancha (PT) foi entrevistado na Rádio Povo AM, tendo justificado que se manteve fora do processo político por estar cuidando de seus negócios particulares e se dedicando à família.

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Lealdade entrevistado por: Dilson Pirôpo, Sílvio e José Carlos

Inelegibilidade – Perguntado por um dos entrevistadores da Povo sobre o processo eleitoral que o teria deixado inelegível, após julgamento de ação movida pela coligação do prefeito Giuliano nas últimas eleições, disse que apresentou recurso de defesa, admitindo que o nome de sua esposa, professora Vanusa Leal, filiada ao PSB, vem sendo cogitado nos meios políticos, como um dos nomes disponíveis para disputar a Prefeitura local em 2016 e deixando transparecer que a esposa, poderá aceitar o desafio e partir para a disputa.

Giuliano x Raimundo – Sobre a ruptura política do prefeito Giuliano com o vice Raimundo Louzado (PSD), Lealdade foi enfático: ”Todos sabiam que esse era um namoro com data marcada para terminar. O que a gente mantém com Raimundo é uma relação de muito respeito e admiração. Eu, particularmente, gosto muito de Raimundo, quero desejar a ele boa sorte, que Deus o ajude e que não nos abandone. No momento, é Raimundo de um lado, defendo uma bandeira e nós defendendo outra”.

Apoios – Lealdade revelou que em 2010 quando votou com Marcelo Nilo e Rui Costa, foi pensando em ser eleito prefeito e trazer para Jaguaquara, através de projetos já elaborados, grandes obras, mas sem a Prefeitura não teria como seus deputados trazerem esses benefícios. Disse que se sente satisfeito, por ver hoje Rui Costa como nome expressivo e com boas qualidades para governar a Bahia. ”Minha amizade com Rui é de respeito. Ele é preparado para ser governador da Bahia. Rui é um bom pai, um bom amigo, um político que se preparou para ser governador  será o melhor governador da história da Bahia.  E que bom, que hoje ele tem até o apoio do outro grupo, que outrora estava do lado de lá”. Lealdade disse que vê com bons olhos a adesão de Leão, que representa o grupo de seus opositores em Jaguaquara, ao lado de Rui Costa.

Retrocesso – Explicou que jamais votaria com Paulo Souto, por considerar um retrocesso para a Bahia e que os avanços no governo Wagner em todo o Estado foram monstruosos e que se Rui Costa vencer as eleições quem vai ganhar é Jaguaquara.

Futuro – ”Em breve, nós vamos ter um embate com o grupo que está aí. Agora é apenas uma questão de eleição estadual, mas nós vamos para o embate com o grupo e esse embate vai começar logo daqui a um ano e pouco”, profetizou o petista. Quando perguntado se estaria em um mesmo palanque ao lado do prefeito Giuliano e do ex-prefeito Ademir que também apoiam Rui Costa, Lealdade explicou.”Óleo diesel e água não se misturam. Tenho muito respeito por Ademir, mas meus amigos continuam os mesmos, e os meus adversários idem. Eu jamais estarei em um palanque ao lado do prefeito, desse grupo que aí está. Vou estar pedindo voto embaixo do palanque. Nós não estamos juntos, quero deixar claro que ninguém tá junto não”.

Análise – Ao ser pedido que fizesse uma análise sobre a administração de Giuliano, Lealdade se esquivou em comentar, dizendo que, seu desejo, ”é que ele faça o trabalho dele e nós faremos o nosso”. Afirmou ainda que mesmo afastado se mantém informado de tudo o que acontece nos meios políticos e insistiu em afirmar que em breve vai ter um embate com Giuliano, concluindo com a afirmação de que votará mais uma vez com Marcelo Nilo (PDT) para estadual e decidiu pelo apoio a Benito Gama (PTB) para federal, por indicação de Jaques Wagner e Rui Costa.

Por: Marcos Frahm

Pesquisa Ibope: Dilma tem 34% dos votos, Marina tem 29% e dispara na frente de Aécio, que fica com 19%

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Marina venceria Dilma no segundo turno. Foto: Reprodução

A ex-ministra Marina Silva (PSB) tem 29% das intenções de voto, segundo nova pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26/8). No novo cenário, ela fica a cinco pontos porcentuais atrás da presidente Dilma Rousseff (PT), com 34%. O mineiro Aécio Neves (PSDB) aparece em terceiro lugar, com 19%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais. Num duelo entre Marina e Dilma no segundo, a candidata do PSB ganharia com 45% dos votos, contra 36% da petista. Já caso a presidente enfrentasse o tucano, ela seria reeleita com 41% dos votos, conta 35% do adversário. O Pastor Everaldo (PSC) está com 1% das intenções de voto, assim como Luciana Genro (PSol). O restante dos candidatos também somaram 1%. Enquanto isso, 8% dos eleitores se mostraram indecisos, enquanto 7% declararam pretender anular ou votar em branco. Foram ouvidos 2.506 eleitores entre 23 e 25 de agosto.

“O General e a Petrobras”

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Na primeira semana de abril de 1964, um magote de militares fardados e estrelados chegou ao edifício Ultramarino, no Rio, ao lado da Basílica da Candelária, esquina das avenidas Rio Branco com Getulio Vargas, então sede da Petrobrás (hoje é na Avenida Chile). Era o general Olimpio Mourão Filho e sua trupe que vinham militarmente ocupar a Petrobras, em nome do “Comando da Revolução”. Derrubado o presidente João Goulart no dia 31 de março, o marechal Osvino Ferreira Alves e sua diretoria tinham sido afastados da empresa por ordem das forças golpistas vitoriosas e o advogado Roberto Toledo ficara provisoriamente como administrador-geral. Era uma situação caótica. Prisões e cassações se multiplicavam nas diversas unidades da empresa em diferentes Estados. No Rio, na administração central, importantes servidores de nível gerencial eram afastados pelos dedos-duros de plantão. Chegando de Juiz de Fora na madrugada de 1 de abril, o general Mourão imaginou que ia assumir o ministério da Guerra. Mas, lá chegando, já encontrou o general Costa e Silva sentado na cadeira, mãos para o alto: – Mourão, sou o mais velho. O chefe sou eu. Vá para a Petrobrás. MOURÃO Mourão foi. Nesse cenário surrealista, o bravo Doutor Toledo recebe o pelotão do general Mourão. Arthur da Costa e Silva, ministro da Guerra (era essa designação à época) ordenara que o general Mourão deveria ser empossado novo presidente da Petrobras. Era “uma ordem revolucionária”. Experiente e conhecedor da legislação interna da empresa, o advogado Toledo comunica ao general que a posse não poderia se efetivar naquele instante. Seria necessária a convocação, por edital, da Assembleia Geral para que o processo de posse se tornasse legal. O general Mourão Filho acatou o argumento e voltou com sua turma para esperar a publicação que lhe daria a Petrobrás e a legitimidade no cargo. Não ganhou nem uma nem outra. Cada general mordia seu pedaço de poder. Nomeado e empossado presidente da Republica o solerte, ambicioso e esperto general Humberto Castelo Branco, um de seus primeiros atos foi vetar o nome de Mourão para a Petrobrás e escolher o respeitado marechal Ademar de Queiroz para a direção da estatal. No que acertou. Sua administração foi um marco positivo e consolidador da autonomia gerencial, imprimindo um forte sentido nacionalista. Enfrentou e derrotou a tese do ministro Roberto Campos, do Planejamento, que desejava dividir a Petrobrás em várias unidades autônomas. TOLEDO O advogado Roberto Toledo foi por décadas a memória viva da história do petróleo brasileiro. Aposentou-se próximo dos 80 anos. Foi assessor jurídico de todos os presidentes da Petrobrás ao longo dos anos 50, 60, 70, 80 e 90. Uma longevidade alicerçada na competência jurídica e conhecimento técnico e histórico da estrutura organizacional da empresa. Um exemplo de servidor público e republicano. O brilhante professor e economista Helio Duque, também ele patrimônio da Petrobrás, três vezes deputado pelo MDB e PMDB do Paraná, relembra a historia e não perde a esperança no futuro da empresa. GRAÇA No Senado, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, passou por um constrangimento ao dizer que seu marido ‘não tem negócios” com a Petrobrás e ser desmentida pelo senador Mario Couto, do PSDB do Pará, que lhe mostrou uma “Folha de S. Paulo” de 2010, quando a empresa C. Foster, de Colin Vaughan Foster, tinha “20 dispensas de licitação para fornecer componentes eletrônicos”. E “desta vez ela silenciou” (Folha”). Não precisava ter silenciado, se conhecesse as “Confissões” do incomparável Santo Agostinho. Bispo de Hipona (hoje Annaba, na Argélia), ele fugia a um cerco policial quando o barco em que estava como único passageiro foi interceptado. Perguntaram-lhe: – O bispo Agostinho passou por aqui? – Não. Liberado, o barqueiro estava escandalizado : – Senhor bispo, o senhor, que é um santo, mentiu. – Não menti. Ele me perguntou se eu “havia passado”. Eu disse que não. “Estava passando”.É diferente. Não menti. Fiz uma “restrição mental”. Dona Graça, como Santo Agostinho, seu marido “não tem” mesmo contratos com a Petrobrás. “Teve”. É diferente. Na próxima, dona Graça, quando for falar à CPI, leia Santo Agostinho. Quem vai ficar constrangido e calado é o Mario Couto. O PRIMO – Sabem por que o PT se lambuzou tanto com o doleiro Youssef ? – Pensaram que ele é primo da Dilma Rousseff.

Por Sebastião Nery

Aliança frágil afeta Marina

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A aliança que uniu o PSB a Marina Silva ameaça não sobreviver à morte de Eduardo Campos. O primeiro movimento formal da campanha, o simples anúncio da candidata, foi marcado por uma disputa surda entre Rede e PSB, que afetou o núcleo da campanha e espraiou-se pelos partidos nanicos que integram a coligação.

O grupamento político sofre de um mal peculiar: quem tem poder não manda e quem manda não tem poder. Explico: Marina, que tem o poder real, já que são dela os votos que alçaram a chapa ao posto de segunda colocada, está de carona num partido que não é seu e no qual ingressou por mera conveniência política. O PSB, que tem o poder institucional e abriga Marina quase como hóspede ilustre, até que ela consiga criar a Rede Sustentabilidade, nem de longe tem o poder de fogo eleitoral da ex-ministra.
A situação deixa o PSB nas mãos de Marina, que instalou no núcleo da campanha pessoas de sua estrita confiança: Basileu Margarido e Walter Feldmann. Ofendido com o movimento da candidata, Carlos Siqueira – comandante da campanha, escolhido a dedo por Eduardo Campos, explicitou as arestas que todos tentavam esconder. “Ela que vá mandar na sua Rede” – esbravejou, ao sair da sede do PSB em Brasília, depois de romper com a campanha.

Siqueira deixou Brasília disposto a se queixar à viúva Renata Campos – a esta altura, eminência inatacável do PSB. O comando do partido manobra para controlar o provável estrago que ele fará no meio político pernambucano. O ex-coordenador da campanha segue membro da Executiva do partido. No posto de primeiro-secretário, estará apto a participar de todas as decisões partidárias, inclusive as que envolvem a campanha – tornando-se a partir de agora um problema para Marina Silva e Roberto Amaral, presidente da legenda.

Christina Lemos é jornalista

Prefeito Zé Cocá é candidato à presidência do Marcovale

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Prefeito de Lafaiete segue firme na carreira política. Foto: BMF

O prefeito de Lafaiete Coutinho, Zenildo Brandão – Zé Cocá (PP), continua somando grandes conquistas e galgando novos voos em sua carreira política. Reeleito como candidato único a Prefeitura de Lafaiete, nas eleições municipais de 2012, depois de ter tido aprovação de mais de 90% da população quando a sua primeira administração, Cocá foi escolhido Segundo Secretário da União dos Municípios da Bahia – UPB, entidade presidida pela prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), com quem têm mantido bom relacionamento e agora pavimenta caminho para chegar à presidência da Associação dos Municípios do Vale do Jiquiriçá – Mercovale, que tem como atual presidente o prefeito de Maracás, Paulo dos Anjos (PT). Paulo em contato com o ‘’Blog Marcos Frahm’’, destacou que o surgimento de Zé Cocá como candidato a presidente da entidade, que representa 24 municípios do território Vale do Jiquiriçá ocorreu durante a última reunião de prefeitos, na sexta-feira (22), na cidade de Santa Inês e que o nome do gestor de Lafaiete já é praticamente consenso dentro do consórcio. ‘’Nós já marcamos a eleição da nova presidência para o próximo dia 31, mas o novo líder assume em janeiro de 2015.  O nome de Zé Cocá foi apresentado na reunião em Santa Inês, pelo prefeito Zé Afrânio e pela prefeita de Itaquara, Iracema. Eu, particularmente, entendo que é um bom nome, e outros colegas prefeitos já estão se manifestando para que possamos eleger Cocá presidente’’, afirmou Paulo. O processo de eleição vai acontecer em Camaçari, durante encontro de gestores com o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Em Jequié, cidade vizinha a Lafaiete Coutinho, o nome de Cocá é também cotado para uma possível candidatura a  prefeito da Cidade Sol, sua terra natal.

Leão diz que chapa da oposição é uma ”salada de frutas”

/ Política

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Leão diz que Souto, Geddel e ACM Neto eram ”opositores”

O deputado federal João Leão (PP), candidato a vice-governador da chapa governista explicou que a conjuntura da oposição, hoje, não ajudaria o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) a se viabilizar como um mandatário de força política. “A chapa do lado de lá é uma salada de frutas. Souto era contra ACM e toda Bahia sabe disso. Meu amigo, que é vice, Joaci, era inimigo de ACM. Geddel era inimigo ferrenho de ACM. Então, esses três vão querer ser comandados por um garotinho? Vai ser um caos”, afirmou, segundo informações da Coluna Raio Laser. “Hoje, em função da mortandade que estavam, estão aí juntinhos. Mas será um caso, pode ter certeza”, completou.

Prefeito quebra o silêncio, fala de racha com vice e diz dá apoio a candidatos com serviços prestados a Jaguaquara

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Giuliano Martinelli (PP), em fase de teste eleitoral. Foto: BMF

O prefeito Giuliano Martinelli (PP) decidiu quebrar o silêncio nesta segunda-feira (25) e concedeu entrevista à Rádio Povo AM de Jaguaquara, na qual respondeu questionamentos de ouvintes sobre sua administração, inclusive sobre obras paralisadas e, garantiu, que a tão esperada obra de requalificação da Praça JJ-Seabra [que ele havia garantindo anteriormente que seria iniciada em abril passado] terá início, finalmente, nos próximos dias. O Governo Federal, através do Ministério das Cidades já disponibilizou a primeira parcela de recursos destinada à obra anunciada pelo gestor, no valor de R$ 370 mil. O prefeito também anunciou que ruas centrais de Jaguaquara, poderão ganhar asfaltamento, através convênio com a Conder (Governo do Estado), mas que os serviços só deverão ser iniciados após o período das eleições. Giuliano atribuiu ao empenho do deputado federal e candidato a vice-governador, João Leão (PP), a execução da obra. Perguntado sobre a ruptura política com o vice-prefeito Raimundo Louzado (PSD), Giuliano preferiu esquivar-se de críticas ao posicionamento de Raimundo, que é rotulado de “simpático”, mas não fez a mesma ponderação em relação ao deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB), apoiado pelo vice e em determinado momento, afirmou que os seus candidatos são os que têm serviços prestados e chegou a citar textualmente, ‘’estou com Aderbal Caldas 11111 e Cacá Leão 1115’’.  Giuliano Martinelli, depois de deixar no ar, em programa jornalístico, os números dos seus candidatos, textualizou em sua fala: ”Raimundo está de um lado e eu estou de outro. Ele está com Paulo Souto e eu estou com Rui Costa. Nós somos no momento adversários políticos. Raimundo está pleiteando a vaga de prefeito nas próximas eleições’’. Com relação a outros deputados que fazem campanha em Jaguaquara o prefeito os taxou de “paraquedistas” e “homens da pasta preta”.

Chapa da Oposição participa de lançamento do Programa Nordeste Forte, de Aécio Neves

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Em Salvador, Aécio é recebido por Souto. Foto: Divulgação

A chapa majoritária da coligação “Unidos pela Bahia”, formada por Paulo Souto (governador), Joaci Góes (vice) e Geddel Vieira Lima (senador), participou do lançamento do Programa Nordeste Forte, iniciativa do candidato a presidente da República, Aécio Neves (PSDB), neste sábado, no Espaço Unique (Av. Tancredo Neves), em Salvador. Os prefeitos ACM Neto, de Salvador, e José Ronaldo, de Feira de Santana, estiveram presentes ao evento do presidenciável tucano, que reuniu militantes, deputados e lideranças estaduais, além dos ex-governadores Tasso Jereissati, do Ceará, e Teotônio Vilela Filho, de Alagoas. A proposta de Aécio reúne os principais eixos de investimentos no Nordeste, no caso de sua eleição. Abrangem a questão tributaria, a questão logística, a questão da inovação, investimento em ciência, investimento em tecnologia e valorização das variadas vocações da região, além de política social, a exemplo do programa Família Brasileira. Entre as sugestões baianas, estão o Plano Decenal do Semiárido, proposta defendida pelo candidato a governador, Paulo Souto, que diz entender ser necessário uma articulação nacional sob o comando do governo federal nas ações para o desenvolvimento dessa região nordestina, que abrange 65% do território da Bahia. “Com a vitória de Aécio e a implementação do Nordeste Forte, estaremos dando um grande passo para o desenvolvimento social e econômico do tão castigado Semiárido”, comenta Paulo Souto, através de nota enviada ao Blog Marcos Frahm.

Oposição não mostra Aécio Neves em propaganda

/ Política

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Opositores deixam Aécio de fora das peças publicitárias

Em baixa na Bahia, segundo mostram as pesquisas eleitorais, o candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, que inclusive visita a capital baiana neste sábado, não aparece nas peças publicitárias da chapa oposicionista, encabeçada pelo candidato a governador Paulo Souto (DEM).

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Rui Costa estampa Dilma Rousseff em propaganda

O tucano é limado da propaganda de Paulo Souto, que prefere ACM Neto a Aécio Neves. Em Jaguaquara, por exemplo, placas das coligações que representam as candidaturas de Souto e Rui Costa (PT) estão espalhadas por todos os bairros, mas diferentemente do DEM, apenas o candidato do PT aparece ao lado da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Não se sabe por qual o motivo o DEM deixou Aécio de fora das propagandas de campanha.

Governador Geraldo Alckmin passa mal e é internado

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O Governador, Geraldo Alckmin,participa do anúncio de repasse de recursos para obras del azer no Centro de Referência +descerramento de placa das obras do Parque Aquático no Centro de Referência do Município

Alckmin foi levado ao Instituto do Coração. Foto: Divulgação

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi internado nesta sexta-feira (22) no Incor, na capital paulista. O governador foi diagnosticado com infecção intestinal, segundo sua assessoria. Alckmin cumpriu agenda na manhã de ontem em São Paulo, mas se sentiu mal no começo da tarde e foi levado ao hospital. De acordo com assessores, ele está bem e a expectativa é que a internação seja breve. Entretanto, os compromissos previstos para esta tarde foram cancelados.

Lídice da Mata afirma que ”racha” no PSB nacional não interfere em sua campanha na Bahia

/ Política

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Lídice concede entrevista ao BATV. Foto: Márcio Costa

A candidata do PSB ao governo da Bahia, Lídice da Mata, disse que divergências dentro do PSB são normais e não irão interferir na disputa estadual. Ela foi entrevistada nesta sexta-feira (22) no BA TV, da Rede Bahia. Neste sábado, a entrevista será a candidata Renata Mallet, do PSTU. Lídice falou sobre as dificuldades de fazer uma campanha com financiamento menor que o dos adversários e menos apoio político, além de uma alta taxa de rejeição indicada na última pesquisa Ibope. “Nós também temos pesquisas e essa rejeição é muito possível ser revertida“, acredita. “Tenho certeza que o eleitor conhecendo as nossas propostas, ele mudará de opinião”, defende. Para ela, apoio de prefeituras do interior do estado não é decisivo. “O que importa é o voto do povo (…) Eu acabei de dar exemplo do governador Jaques Wagner, quando se elegeu tinha menos de 30 prefeitos com ele“, afirmou. Questionada sobre o abandono da campanha presidencial por parte de alguns integrantes da coordenação do PSB depois da indicação de Marina Silva, Lídice contemporizou. “O eleitor da Bahia me conhece, sabe o que eu penso. Marina é uma extraordinária esperança para o Brasil. Ela substitui o Eduardo em um momento tão doloroso para nós e acrescentou a essa sua história, a história de Eduardo“. E completa: “Existem (divergências), claro, o PSB tem opiniões que a rede não tem. Mas caminhamos durante 10 meses na construção de um programa comum acertado entre a Rede e o PSB e é esse programa que Marina vai levar adiante“. Correio

Wagner assina ordem para duplicação das BRs 101 e 116; obras começam com investimentos de R$ 2 bi

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Jaques Wagner assina a ordem. Foto: Casa Civil/Divulgação

Com previsão de dois anos para conclusão das obras, as rodovias federais BR-116 e BR-101 serão duplicadas, em trechos que cortam a Bahia. A ordem de serviço para início das intervenções foi assinada na manhã desta sexta-feira (22), em Feira de Santana, pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e pelo governador Jaques Wagner. Durante entrevista coletiva, Jaques Wagner anunciou ainda que “agora em setembro, também estaremos licitando o trecho da BR-101 entre Eunápolis e Mucuri, na divisa com o Espírito Santo. Como o ministro [Paulo Sérgio Passos] disse, também vamos fazer a duplicação da BR-415, entre Ilhéus e Itabuna”. A duplicação da BR-116 terá 417 quilômetros e parte de Feira de Santana, passando por Serrinha, até a o município de Teofilândia. Já a BR-101, considerada uma das principais rodovias brasileiras, terá 165 quilômetros duplicados, de Feira de Santana até a fronteira com o estado de Sergipe. A estimativa é que cerca de dez mil veículos trafeguem pela BR-116, diariamente. Já na 101, margeada por diversos municípios baianos, trafegam mais de 12 mil veículos, por dia. O projeto de engenharia para implantação, duplicação, restauração no trecho entre a BR-324, em Feira de Santana, até a divisa com Sergipe foi elaborado pelo Dnit, com obras divididas em quatro lotes. Os recursos para execução das obras da BR-101 (R$ 834 milhões) e BR-116 (R$ 297 milhões) são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). Estão previstas intervenções como implantação de vias laterais (marginais), adequação de capacidade (duplicação), restauração com melhoramentos de pistas existentes e construção de pontes, viadutos e passarelas, além de iluminação pública nos perímetros urbanos.

Apoiando grupos ”políticos adversários”, prefeitos de Jaguaquara e Itiruçu se colocam na ofensiva

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Wagner (PSDB) e Giuliano (PP) tornam-se inimigos políticos

A disputa político eleitoral na região do Vale do Jiquiriçá entre os municípios de Jaguaquara e Itiruçu vem trazendo aspectos pitorescos em relação ao clima de rivalidade que vem sendo estabelecido pelos prefeitos dos dois municípios, respectivamente, Giuliano Martinelli (PP) e Wagner Novaes (PSDB), que utilizam nos últimos dias do rádio e da internet para trocarem acusações. A informação obtida pelo Blog Marcos Frahm dá conta de que Wagner não teria ficado satisfeito com críticas feitas à sua gestão por Giuliano e no revide articulou a adesão do vice-prefeito de Jaguaquara, Raimundo Louzado (PSD) aos candidatos Paulo Souto (DEM), Jutahy Jr. (PSDB) e Augusto Castro (PSDB), provocando o rompimento político de Giuliano com o seu vice Raimundo, uma vez que o prefeito apóia a coligação de Rui Costa (PT) a governador, Aderbal Caldas (PP) a deputado estadual e Cacá Leão (PP) federal. Após o racha com Raimundo, o prefeito Giuliano disse em entrevista na rádio Povo AM que ”o que não estava dando certo em Itiruçu, não daria em Jaguaquara”, fazendo referência a gestão de Wagner, que tem feito constantes visitas a Jaguaquara em busca de fortalecer eleitoralmente os seus candidatos. Os gestores das duas cidades vizinhas fazem parte de um mesmo grupo de comunicação, no aplicativo Whatssap e aproveitam o espaço para postarem citações e ironias um ao outro. Na última quinta-feira, Wagner chegou a revelar no grupo que os moradores do Distrito Stela Dubois – Entroncamento de Jaguaquara estariam se salvando com a saúde pública de Itiruçu, indo buscar atendimento na vizinha cidade, pelo fato da Prefeitura de Jaguaquara não disponibilizar médico 24 horas para a comunidade do distrito, localizado há poucos quilômetros de Itiruçu. Wagner teria recebido a missão de coordenar o grupo de oposição em Jaguaquara e o compromisso assumido é do candidato ao governo Paulo Souto obter no município mais votos que o governista Rui Costa.

Prefeito de Alagoinhas desmente Paulo Souto; diz que candidato não construiu hospital da cidade

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Prefeito de Alagoinhas brada contra Souto. Foto: Divulgação

A polêmica paternidade do Hospital Dantas Bião, do município de Alagoinhas, ganha um novo capitulo. De acordo com o site Bocão News, o prefeito Paulo Cezar (PSD) afirmou em entrevista que o ex-governador Paulo Souto (DEM), em seu ultimo mandato, fez a reforma da unidade hospitalar. “Ele não construiu nada, apenas fez a reforma”, disse ao mesmo tempo em que lembrou que o Bião tem mais de 60 anos. Em entrevistas, Paulo Souto, que tenta voltar ao governo, tem dito reiteradas vezes que um dos feitos de sua administração a construção do Hospital Dantas Bião. De Alagoinhas, o deputado estadual Joseildo Ramos (PT) já rebateu Souto. Segundo Paulo Cezar, o Dantas Bião está sendo gerido pelo Monte Tabor. O prefeito reconhece que o hospital carece de especialidades, a exemplo de neurocirurgião.