Velório de Marisa Letícia é encerrado com longo discurso do ex-presidente Lula

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Lula se despede de Marisa. Fotos: Danilo Verpa/Folhapress
Lula se despede de Marisa. Fotos: Danilo Verpa/Folhapress

O velório de Marisa Letícia Lula da Silva foi encerrado hoje (4) por volta das 15h35 após um longo discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula falou por cerca de 40 minutos logo depois de uma cerimônia ecumênica presidida pelo bispo emérito da diocese de Bauru, dom Dom Angélico Sândalo Bernardino. ”Eu vou continuar agradecendo à Marisa, até o dia que eu não puder mais agradecer, o dia em que eu morrer. Espero encontrar com ela, com esse mesmo vestido que eu escolhi para colocar nela, vermelho, para mostrar que a gente não tinha medo de vermelho quando era vivo, e não tinha medo de vermelho quando morre”, disse Lula. O ex-presidente alternava a fala pausada com momentos em que era tomado pela emoção, e era interrompido por palmas de populares, familiares, amigos e militantes do PT que lotavam o terceiro andar do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP). Lula lembrou dos momentos em que conheceu Marisa, no Sindicato, e da história deles juntos. “Ela está com uma estrelinha do PT no seu vestido, e eu tenho orgulho dessa mulher. Muitas vezes essa molecada [os sindicalistas] dormia no chão da praça da matriz [de São Bernardo do Campo] e a Marisa e outras companheiras vendendo bandeira, vendendo camiseta para a gente construir um partido que a direta quer destruir”, disse. No momento mais forte de seu discurso, o ex-presidente disse que Marisa morreu triste, que fizeram uma ”canalhice” contra ela e que quer provar a inocência da esposa nas investigações da Operação Lava Jato, em que era ré junto com Lula em duas ações penais. ”Na verdade, Marisa morreu triste. Porque a canalhice que fizeram com ela, e a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela, eu vou dedicar [Lula não encerrou a frase]. Eu tenho 71 anos, não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito, porque eu quero provar que os fascínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela”, disse, emocionado.

Cremação

Após o velório, o corpo da ex-primeira-dama foi levado para o crematório do cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo. A ex-primeira-dama morreu ontem (3), aos 66 anos, após ficar dez dias internada no hospital Sírio-Libanês onde Marisa estava internada desde o dia 24 de janeiro após sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico. Da Agência Brasil

Jequié: Corpo da esposa do secretário José Sérgio, Lorena Bulhões, é sepultado neste sábado

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Lorena Bulhões morreu aos 46 anos. Foto: Facebook
Lorena Cristina Bulhões morreu aos 46 anos. Foto: Facebook

O corpo da psicóloga Lorena Cristina Bulhões Nogueira, de 46 anos, que faleceu nesta sexta-feira (3) em Salvador, depois de acometida por uma enfermidade em Jequié, será sepultado ainda neste sábado (4), às 17h, no Cemitério São João Batista, no bairro Jequiezinho. O velório acontece no Centro de Evangelização e Unidade (CEU). Lorena deixa dois filhos, fruto do relacionamento com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Jequié, José Sérgio Costa Nogueira. Ela atuava no quadro de diretores dos colégios Matisse e Criança Ativa.

Lula faz homenagem a Dona Marisa em coroa de flores: ”Estrela que iluminou minha vida”

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Velório da ex-primeira dama acontece no ABC. Foto: Nelson Almeida
Velório de Dona Marisa acontece no ABC. Foto: Nelson Almeida

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva homenageou a esposa, Dona Marisa Letícia, 66, em uma faixa fixada a uma coroa de flores brancas durante o velório da ex-primeira dama na manhã deste sábado (4), no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. ”Minha Galega, agora o céu ganha a estrela que iluminou minha vida. Lula”, diz a faixa. A imagem da faixa foi compartilhada pela colega de partido do ex-presidente, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). ”Muito amor e companheirismo!”, escreveu ela na legenda da foto em seu perfil do Facebook. O velório acontece até às 15h, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, onde Lula e Marisa se conheceram. Depois, haverá no Cemitério Jardim da Colina uma cerimônia de cremação reservada à família. Marisa Letícia morreu nesta sexta-feira (3) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde estava internada desde terça-feira (24), vítima de complicações de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Boletim médico informou que Marisa morreu às 18h57 desta sexta-feira. A confirmação da morte foi feita após a ex-primeira-dama ter passado por um protocolo de avaliação que consiste em dois exames. O primeiro foi feito por volta de 12h e o segundo, um pouco depois das 18h. O objetivo do procedimento era comprovar a perda das funções cerebrais de Marisa Letícia. Ela deixa quatro filhos, um de seu primeiro casamento e três do casamento com Lula.

Presidente Michel Temer decreta luto oficial de três dias por morte de Marisa Letícia

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Morre Marisa Letícia. Foto: Fabio Rodrigues /Agência Brasil

O presidente Michel Temer lamentou nesta sexxta (3) a morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva e decretou luto oficial de três dias. Em nota, Temer prestou solidariedade à família Lula em seu nome e no da primeira-dama, Marcela Temer. ”Lamento profundamente o falecimento da senhora Marisa Letícia Lula da Silva hoje, em São Paulo. Neste momento de profunda dor e pesar na família do ex-presidente Lula, eu e Marcela transmitimos a ele, a seus filhos e aos demais familiares e amigos, as mais sinceras condolências”, disse o presidente. O decreto que determina luto oficial em todo o país foi publicado  em edição extra do Diário Oficial da União. Na quinta (2), após confirmação da ausência de fluxo cerebral de Marisa Letícia, Temer fez uma visita de condolências ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Hospital Sírio-Libanês ao lado de ministros e outros políticos.

Morte da ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia, aos 66 anos, é confirmada pelo Sírio-Libanês

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Marisa morreu aos 66 anos. Foto: Leonardo Soares/Estadão Conteúdo
Marisa morreu. Foto: Leonardo Soares/Estadão Conteúdo

A morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia, de 66 anos, foi confirmada às 18h57 (horário de Brasília) desta sexta-feira (3) pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o último dia 24 de janeiro, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. O velório ocorrerá neste sábado (4), das 9h às 15h, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, onde ela e o ex-presidente Lula se conheceram. O casal estava junto desde 1974. Em seguida, o corpo da ex-primeira-dama será cremado no Cemitério Jardim da Colina, em cerimônia reservada à família.

Velório do ministro Teori Zavascki será aberto ao público e à imprensa, amanhã

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Teori Zavascki morreu em acidente aéreo. Foto: Agência Brasil
Teori Zavascki morreu em acidente aéreo. Foto: Agência Brasil

O velório do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, marcado para amanhã (21), em Porto Alegre, será aberto ao público e à imprensa às 11h. Antes, a família terá uma cerimônia reservada. O velório vai ocorrer no plenário do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), na capital gaúcha. A família de Teori ainda aguarda a liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal de Angra dos Reis e o transporte até Porto Alegre, o que deve ocorrer ainda hoje. Para o velório, é esperada a presença do presidente da República, Michel Temer. A presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, viajou a Porto Alegre para participar dos ritos fúnebres. O enterro de Teori Zavascki está marcado para as 18h de sábado no Cemitério Jardim da Paz, na zona leste de Porto Alegre. As cerimônias fúnebres serão realizadas na capital gaúcha, e não na sede do STF, em Brasília, a pedido da família do magistrado.

Relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki morre aos 68 anos após queda de avião em Paraty

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Teori Zavascki era viúvo e deixou três filhos. Foto: STF
Teori Zavascki era viúvo e deixou três filhos. Foto: STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki morreu nesta quinta-feira (19), aos 68 anos, em um acidente aéreo. Ele já era viúvo e deixa três filhos. Membro do STF desde 2012, Teori foi o ministro responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na Corte, tratando dos processos dos investigados com foro privilegiado. A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki, em uma rede social. Teori foi nomeado para o Supremo pela então presidenta Dilma Rousseff para ocupar a vaga de Cezar Peluso, que se aposentou após atingir a idade limite para o cargo, de 70 anos. Na quarta-feira (18), ele tinha interrompido o recesso para determinar as primeiras diligências nas petições que tratam da homologação dos acordos de delação de executivos da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. Teori Zavascki nasceu em 1948 na cidade de Faxinal dos Guedes (SC), e é descendente de poloneses e italianos. Aprovado em concurso de juiz federal para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) em 1979, ele foi nomeado, mas não tomou posse. Advogado do Banco Central de 1976 até 1989, chegou à magistratura quando foi indicado para a vaga destinada à advocacia no TRF4, onde trabalhou entre 2001 e 2003. De 2003 a 2012, Zavascki foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Respeitado nas áreas administrativa e tributária, Zavascki também era considerado minucioso em questões processuais. ”Espero que todos os bons momentos apaguem minha fama de apontador ou cobrador das pequenas coisas”, brincou, ao se despedir da Primeira Turma do STJ, antes de ir para o STF. O ministro declarou em diversas ocasiões ser favorável ao ativismo do Judiciário quando o Legislativo deixa lacunas.

Morre aos 46 anos o ex-vereador e presidente da Câmara de Jaguaquara, Nadson Duarte

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Nadson Duarte faleceu aos 46 anos. Foto: Arquivo familiar
Nadson Duarte faleceu aos 46 anos. Foto: Arquivo familiar

O ex-vereador Nadson Duarte morreu no início da madrugada desta sexta-feira (6), aos 46 anos, em Jaguaquara. Vítima de infarto, segundo familiares, Nadson, ou Som Dentista, como era popularmente conhecido, teria sido levado ao Hospital Municipal de Jaguaquara, mas não resistiu, falecendo na unidade hospitalar. Nadson foi vereador de Jaguaquara por dois mandatos, 1997/2000 e 2001/2004, tendo se destacado como presidente da Casa Legislativa, no Biênio 2001/2002. O corpo do ex-vereador, que deixa esposa e quatro filhos, está sendo velado no plenário da Câmara, na Rua Ilmar Galvão, Centro da cidade e o sepultamento será realizado ainda hoje, com horário a ser definido pela família. O Blog Marcos Frahm registra com pesar o falecimento do ex-parlamentar.

Corpo do jogador Ananias, da Chapecoense, é velado em Salvador: ”Perda irreparável”

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Corpo é velado no Jardim da Saudade. Foto: Reprodução | Correio
Corpo velado no Jardim da Saudade. Foto: Reprodução | Correio

Amigos, familiares e fãs se despedem do jogador Ananias na tarde deste domingo (4/11), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador. O velório começou por volta das 14h e está previsto para acontecer até às 18h. O corpo do jogador será cremado em uma cerimônia reservada a amigos e familiares nesta segunda-feira (5). Ananias foi revelado pelo Bahia e jogou durante cinco anos no clube, entre 2007 e 2011. Ele atuava como meio-atacante na Chapecoense e morreu no acidente com a aeronave que levava jogadores do time para a Colômbia, na madrugada da última terça-feira (29). Durante a despedida do jogador, estiveram presente o jogador Ávine, José Welison, do Vitória, Danilo Rios, o técnico do time sub-20 do Bahia, Aroldo Moreira, e Newton Mota. O jogador deixa a esposa e um filho de cinco anos.  Marcelo Sant’Ana também esteve presente no velório de Ananias. O presidente do Tricolor disse que tentou trazer o jogador de volta ao Bahia no início do ano. ”Conversei com o empresário de Ananias no início do ano sobre a possibilidade dele retornar ao Bahia. Não entramos em um acordo, mas ele nunca deixou de demonstrar seu amor pelo Bahia. É uma perda histórica para o nosso time”, afirmou.

Jovem sobrevivente de tragédia da Chapecoense defende piloto: ”É fácil julgar”

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Ximena Suárez Otteburg. Foto: Reprodução/Facebook
Ximena Suárez Otteburg. Foto: Reprodução/Facebook

Uma das seis sobreviventes do desastre aéreo que matou 71 pessoas, inclusive a equipe da Chapecoense que disputaria a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, em Medellín, partiu em defesa do piloto Miguel Quiroga, apontado como responsável pelo acidente. Por meio das redes sociais, Ximena Suárez Otteburg ela criticou a principal tese de que o comandante da aeronave mudou o plano de voo e se arriscou a sofrer uma pane seca, o que aconteceu. ”É fácil julgar! Imagem bonita! Então, hoje o piloto se tornou o vilão. Então, hoje o piloto virou o assassino. Então, hoje a culpa é do piloto. Então, hoje o piloto era pão duro. Então, hoje o piloto virou irresponsável. Há tantas culpas que este piloto leva depois de ontem ter sido tomado como herói! Ontem foi o homem, ele era o melhor, o super, o admirado por todos, né? A verdade é que nunca estão satisfeitos, a verdade é que sempre preferem julgar, a verdade é que nós nunca paramos de atravessar as mentes dos outros”, afirmou. Além de piloto, Quiroga era proprietário da companhia LaMia, responsável pelo voo, e morreu no acidente. Especialistas apontam de que a tragédia teria acontecido por uma tentativa de economizar combustível para aumentar a margem de lucro. ”Meu povo, este pobre homem também morreu, não escapou ileso, não sobreviveu para voltar para casa ou simplesmente para nos dizer a sua versão do evento que ocorreu. Por que muitos julgam alguém que não pode se defender? Por que tanto prejudicar a sua família com comentários desnecessários e dolorosos? Por que apontar os dedos sem olhar e imaginar que todos os seres humanos normais são falhos? Porque não se calar? Por que não parar de culpar? Pare! Pense”, clamou a comissária. ”Este homem tinha sonhos, objetivos, tinha uma família, tiveram filhos, amigos, esse homem amava o que fazia e lutou duro para dar o seu nome e fazer história na aviação boliviana. Nada disso foi em vão, tudo na vida tem uma razão e porquê, e não podemos fazer nada. Este piloto para mim morreu como um herói, e não digo isso só porque ele usa a mesma nacionalidade que eu no sangue, o outro porque ele ainda permitiu que a outra tripulação poderia ter um enterro digno e suas famílias poderia dar um último adeus para eles da forma como eles realmente merecem. Este piloto tem o meu respeito e sinceramente este piloto não morreu apenas hoje; voa mais alto e o time que levou para ganhar um título dos sonhos está subindo, para o céu, na direção da equipe de Deus! Micky Quiroga”, finalizou Ximena.

Presidente Michel Temer foi a velório em estádio de Chapecó, mas não discursou

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Temer saiu de Chapecó em falar. Foto: Beto Barata
Temer saiu de Chapecó em falar. Foto: Beto Barata

O presidente Michel Temer contrariou a programação divulgada na véspera e participou neste sábado (3/11) de uma cerimônia no estádio da Chapecoense, a Arena Condá, em homenagem às vítimas do acidente aéreo com o time catarinense. Temer não discursou durante o evento. Depois de duas horas de homenagens e discursos (saiba como foi o evento), o apresentador declarou a cerimônia oficialmente encerrada. Em seguida, a torcida começou a gritar ”Vamo, vamo, Chape”, o canto que costuma embalar os jogos da Chapecoense. Nesse momento, Temer deixou o estádio (veja vídeo acima). Pela programação divulgada na sexta, o presidente chegaria cedo a Chapecó e, no aeroporto, faria uma homenagem às vítimas, mas não iria ao velório coletivo no estádio. ”Não poderia dizer ontem que iria ao estádio porque a segurança colocaria pórticos e revistaria as pessoas que entram. Só comuniquei agora para facilitar a vida de todos”, disse Temer neste sábado. Na sexta, Temer foi criticado pelo pai de um jogador morto no acidente, que considerou ”uma falta de respeito” ser chamado para ir ao aeroporto. O porta-voz do Planalto disse que houve um mal-entendido.

Emoção: Mãe do goleiro Danilo é aplaudida por torcedores na Arena Condá

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Dona Ilaílde andou pelo gramado da Arena. Foto: G1
Dona Ilaílde andou pelo gramado da Arena Condá. Foto: G1

Dona Ilaílde, mãe do goleiro Danilo do Chapecoense, andou pelo gramado da Arena Condá, em Chapecó e foi aplaudida por torcedores durante homenagem aos jogadores no estádio, na manhã deste sábado (3). Os torcedores ainda gritaram o nome do atleta. O estádio do Chapecoense receberá velório coletivo.

Velório oficial se encerra na Arena Condá; caixões seguem para cidades de vítimas

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Dezesseis corpos ficaram em Chapecó. Foto: Beto Barata
Dezesseis corpos ficaram em Chapecó. Foto: Beto Barata

A parte formal do velório coletivo do time da Chapecoense foi encerrado pouco depois das 14h da tarde deste sábado (3/11). A partir de agora, os caixões com integrantes do time seguem para as cidades de origem dos atletas e componentes da comissão técnica. A retirada dos corpos é feita por militares, sendo acompanhados dos familiares das vítimas. Torcedores e público começam também a deixar as dependências do estádio municipal de Chapecó, em Santa Catarina.

Após críticas, Michel Temer decidiu ir a velório na Arena Condá após chegar em Chapecó

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Temer acompanha chegada de corpos. Foto: Beto Barata
Temer acompanha chegada de corpos. Foto: Beto Barata

O presidente Michel Temer decidiu ir até a Arena Condá para acompanhar o velório dos jogadores da Chapecoense, mortos em um acidente aéreo na última terça-feira (28/11). Temer chegou a Chapecó (SC) por volta das 8h45 (horário de Brasília) deste sábado (2), acompanhado do embaixador da Colômbia, Alejandro Borda, do ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e de Walter Feldman, da CBF. A previsão anterior era de que Temer permaneceria no aeroporto para receber os corpos e depois voltaria a Brasília, para tentar evitar possíveis vaias na Arena. Nesta sexta-feira (2), o pai de uma das vítimas criticou a decisão e cobrou respeito do presidente. Segundo a assessoria de imprensa do Planalto, Temer participará de uma cerimônia de recepção dos corpos no aeroporto e depois seguirá para o velório. O primeiro avião da Força Aérea Brasileira, que trouxe os corpos de Medellín, na Colômbia, já chegou a Chapecó.