Último show de Gabriel Diniz foi na cidade de Feira de Santana, na noite deste domingo (26)

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Cantor postou foto do show em Feira de Santana. Foto: Instagram

O cantor Gabriel Diniz, que morreu em um acidente de avião em Sergipe, nesta segunda-feira (27), fez o último show na cidade de Feira de Santana, na noite de domingo (26). O artista postou várias fotos da apresentação em sua página oficial no Instagram.

A apresentação aconteceu na casa de shows Prime Music, que fica na Avenida Maria Quitéria, no centro da cidade baiana. Antes do show, ele postou também imagens do momento da chegada em Feira de Santana, também de avião, e ainda mostrando a preparação da equipe minutos antes da apresentação.

Gabriel Diniz tinha 28 anos e era natural de Campo Grande (MS). Ele ganhou grande destaque nacional no meio musical no segundo semestre do ano passado, com o hit ”Jenifer”. A música divertida sobre uma mulher encontrada no Tinder foi a primeira de Diniz a chegar ao topos das paradas de todo o Brasil. Em abril, o cantor também esteve em Feira de Santana, onde se apresentou na micareta da cidade, abrindo a edição do evento de 2019.

Acidente

O avião de pequeno porte que levava Gabriel Diniz caiu no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe. De acordo com a Polícia Militar, três pessoas morreram no acidente. Amigos de Gabriel Diniz reconheceram o corpo do artista entre as vítimas. A assessoria de imprensa da produtora do artista confirmou que ele estava no avião. Também foi encontrado o passaporte do cantor perto do local do acidente.

A queda do avião vai ser investigada pelo Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede no Recife e que abrange o estado de Sergipe. Segundo documentos achados no local do acidente ao lado do passaporte de Gabriel Diniz, a aeronave é um monomotor Piper prefixo PT-KLO, com capacidade para quatro lugares e registrado em nome do Aeroclube de Alagoas.

A aeronave, segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), só pode ser usada para voos de instrução. Uma moradora da região do acidente disse que o avião passou por cima da casa dela e caiu em seguida. Foi ouvido um estrondo nas imediações.

Cantor Gabriel Diniz morre em acidente de avião; aeronave caiu em Porto do Mato, em Sergipe

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Cantor Gabriel Diniz morreu as 28 anos. Foto: Rede social

O cantor sertanejo Gabriel Diniz morreu hoje (27) em um acidente de avião. De acordo com o G1, ele estava na aeronave que caiu em  Porto do Mato, em Estância (SE), na região Sul de Sergipe. 

Além dele, outras três pessoas, que estavam na aeronave, morreram. GD, como era conhecido, estourou nacionalmente esse ano após emplacar o hit Jenifer.  Uma moradora da região disse que o avião passou por cima da casa dela e caiu em seguida. Foi ouvido um estrondo na região.

Uma das últimas apresentações do cantor, antes do acidente, foi em Feira de Santana. ”Sempre uma alegria voltar a Feira de Santana e ser recebido com tanta alegria e com tanta energia positiva”, escreveu Diniz nas redes sociais.

Madrinha do samba, Beth Carvalho morre aos 72 anos no Rio de Janeiro; ela estava internada

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Elizabeth Santos Leal de Carvalho morreu. Foto: Rede social

Morreu aos 72 anos, a sambista Beth Carvalho. Ela estava internada no Rio de Janeiro. Grande intérprete, Beth Carvalho ficou conhecida carinhosamente como a ‘madrinha do samba’, pelos talentos que descobriu e apadrinhou ao longo de sua carreira, como Zeca Pagodinho e o grupo Fundo de Quintal.

A sambista nasceu Elizabeth Santos Leal de Carvalho, no Rio, em 1946. A paixão pela música, ela herdou da família. Sua avó tocava bandolim e violão. Desde criança, ouvia Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso e Aracy de Almeida, que eram grandes amigos de seu pai e que ele recebia em sua casa. E ali Beth ouvia, atenta, aos convidados do pai – e à cantoria. Na adolescência, cantava bossa nova e outros ritmos em festas e, para ajudar a família, após o pai ser perseguido na ditadura por seus pensamentos de esquerda, ela passou a dar aulas de violão. Não por acaso, herdou do pai a postura engajada por toda a vida. Gravou o primeiro compacto em 1965, com a canção ‘Por Quem Morreu de Amor’, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

Nos anos seguintes, seguiu a trilha dos festivais. Seu primeiro sucesso foi Andança, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, que ela defendeu no Festival Internacional da Canção, em 1968, e com o qual conseguiu o 3.º lugar. A música também deu título ao seu primeiro LP, que foi lançado em 1969. Emendou outros sucessos na sua voz, como o hino ‘Vou Festejar’, e eternizou ‘Coisinha do Pai’. Na década de 1970, foi ao encontro dos mestres, ao gravar ‘Folhas Secas’, com Nelson Cavaquinho, e ‘As Rosas Não Falam’, de Cartola. Dois momentos sublimes em sua carreira. Ficou conhecida também sua presença assídua na quadra Cacique de Ramos, onde Beth identificava talentos no samba e os revelava, como aconteceu com nomes como Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombra, Sombrinha, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, entre tantos outros.

Daí a alcunha de ‘madrinha do samba’. “Quem levou Beth Carvalho pro Cacique foi o Alcir Portela, que era jogador naquela época. Ela se apaixonou pelo samba tocado embaixo da Tamarineira. Gostou tanto que resolveu gravar com a gente em estúdio, no formato da nossa roda de samba”, contou, em seu site, o cantor, compositor e percussionista Bira Presidente, integrante do Fundo de Quinta. Beth Carvalho não renegava o posto de madrinha, da grande matriarca, mas preferia não ter essa função. Gostaria que os talentos tivessem outros tipos de incentivo e oportunidades para se expor. “Não é meu papel, mas sou assim, gosto de mostrar o que há de bom”, disse, certa vez, em entrevista ao Estado. Mangueirense de coração, foi homenageada por outras escolas de samba: foi tema de enredo da Escola de Samba Unidos do Cabuçú, ‘Beth Carvalho, a enamorada do samba’, em 1984, e recebeu da Velha Guarda da Portela uma placa comemorativa por ela ter sido a cantora que mais gravou seus compositores. Em 2009, no Grammy Latino, ganhou o prêmio Lifetime Achievement Awards, em celebração à sua carreira. No mesmo ano, precisou fazer uma pausa por causa de uma fissura na região sacra, que a obrigou a ficar em repouso total.

Voltou aos palcos no dia 19 de fevereiro de 2011, no show de encerramento do evento Sesc Rio Noites Cariocas. Poucos meses depois, em abril, a cantora se apresentou em São Paulo e, na ocasião, disse ao Estado que havia se surpreendido consigo mesma após passar 1 ano e meio convalescendo em cima de uma cama. “Tive paciência de Jó. Contei com o apoio dos amigos e da família. Toda hora tinha pagode em casa”, contou ela, à época. Apesar de a cantora se manter na estrada, suas condições físicas foram piorando. Em 2018, fez apresentações deitada. Por causa das dores, não conseguia ficar sentada. E emocionou as plateias. No final do ano passado, foi morar com a filha, a cantora e compositora Luana Carvalho, fruto de seu relacionamento com o jogador Édson de Souza Barbosa, mais conhecido como Édson Cegonha. Ao Estado, na época do lançamento de seu trabalho de estreia, o disco duplo ‘Sul’ e ‘Branco’, em 2017, Luana não negou que seu maior desafio talvez estivesse relacionado ao fato de ser filha de Beth Carvalho.

Ter como mãe uma grande intérprete como ela lhe deu menos direito ao anonimato, tampouco licença para se lançar crua na carreira musical. “Para eu aparecer com as minhas canções, sendo filha de uma pessoa que já tem um trabalho muito conhecido, talvez o mais delicado seja o quanto você precisa chegar com um senso estético já muito bem apurado, com uma proposta um pouco mais concreta, mas afinal são muitas vantagens também”, disse Luana. Beth Carvalho estava internada desde o dia 8 de janeiro, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, no Rio, onde recebeu amigos para uma animada roda de samba. Ela tinha mais de 50 anos de carreira e uma discografia de 33 discos e 4 DVDs – e muitos prêmios, homenagens e troféus conquistados ao longo de toda uma vida dedicada ao samba. Com informações do Estadão

Câmara de Vereadores Jequié lamenta o falecimento de Paulo Ribeiro, ex-vereador do município

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Paulo Ribeiro morreu na noite desta quinta-feira. Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de Jequié, pelo intermédio de seu presidente, Emanuel Campos Silva – Tinho – comunicou, com enorme pesar, na noite desta quinta-feira (14), o falecimento de Paulo Ribeiro, ex-vereador do município e com importante página escrita na participação em defesa e fortalecimento do futebol local, especialmente no bairro Joaquim Romão, bem como atuação destacada na liderança de movimentos populares na cidade. ”Em nome dos demais vereadores e dos servidores da Casa, o presidente Tinho lamenta a perda dessa importante liderança popular, política, desportista e cidadão de bem, ao tempo em que envia aos seus familiares suas condolências”, diz a Nota de Pesar publicada no site da Câmara. Paulo era membro de uma numerosa família, tendo entre seus irmãos o radialista Ribeiro Júnior, que atua na Rádio Cidade Sol FM.

Jovem jaguaquarense morre após sentir-se mal em Salvador; corpo será sepultado em Itaquara

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Gessica passou mal e morreu aos 27 anos. Foto: Arquivo pessoal

A jovem Gessica Nascimento, oriunda de Jaguaquara, morreu na manhã desta quarta-feira (20) após sentir-se mal em casa, em Salvador, onde morava e trabalhava como gerente comercial. De acordo com informações, um irmão de Gessica, que teria ido visitá-la acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência a pedido da mesma, que reclamava de fortes dores, mas quando a equipe de socorristas chegou ao imóvel a jovem já estava sem sinais vitais. Gessica era filha de uma família conhecida em Jaguaquara. Os seus pais residem no bairro Popular. Ela era ex-aluna do CEEP Pio XII e chegou a cantar em um grupo musical da cidade, Forrozão os Balas. O corpo está sendo transladado de Salvador e será sepultado nesta quinta-feira em Itaquara. Em uma de suas últimas publicações no Facebook, um trecho publicado por Gessica falava em cuidado ao coração: ”Cuide do seu coração, dos cantinhos seus que ninguém vê, cuide para que ele fique bem, se desacelere e se proteja. Evite se esbarrar naquilo que te desequilibra, mude o caminho, ignore os atalhos, rejeite palavras negativas, se afaste de tudo e todos que não te fazem bem, e tente levar os seus dias de maneira leve, suave, sem tantas exigências e obrigações desnecessárias. O coração da gente quando está triste, ferido e agredido, o corpo sente também, e é dai que surge certos cansaços, certas dores, certos desânimos, certas vontades de não se continuar. Precisamos nos privar de algumas situações para não nos embaraçarmos e perdermos a delicadeza da alma nem a tranquilidade dos dias”, escreveu.

Mãe de piloto do helicóptero que levava Ricardo Boechat morre três dias após o filho

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Philomena Augusto, de 80 anos, morreu de câncer. Foto: Instagram

A mãe do piloto do helicóptero que morreu no acidente com o jornalista Ricardo Boechat faleceu três dias após o filho. Philomena Augusto da Silva tinha 80 anos e sofria de câncer. Ela morreu na última quinta-feira (14), no hospital em que estava internada. Como já estava em estado terminal, ela não chegou a saber da morte do filho, Ronaldo Quattrucci, de 56 anos. A filha do piloto, Amanda Martinez, postou uma homenagem para a avó e o pai. ”Agora vocês estão juntos olhando por nós aí de cima! Vocês eram inseparáveis e tinham um amor incondicional um pelo outro! Quando meu pai estava sofrendo com sua doença terminal, a vida nos surpreende e Deus o levou três dias antes dela”, disse Amanda, na publicação. O outro filho de Philomena, Rogério Quattrucci, também faleceu em um acidente de helicóptero em 1998. ”Oro por vocês e sei que irão guiar e cuidar de nós que ficamos, junto com o tio Rogério. Amo muito vocês e vou amar por toda eternidade”, escreveu a jovem. Philomena deixa uma filha. Segundo o portal G1, o corpo da mãe do piloto também foi velado no Cemitério São Paulo, em Pinheiros. A missa de sétimo dia de Ronaldo e Philomena acontecerá na próxima segunda-feira (18), às 19h30, na Igreja Cristo Rei, no Tatuapé. O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat morreu no início da tarde de segunda-feira, aos 66 anos, em São Paulo. Ele estava em um helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via.

Corpo do jornalista Ricardo Boechat é cremado durante cerimônia reservada em São Paulo

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O corpo foi cremado às 16h. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O corpo do jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, que morreu na queda de um helicóptero, foi cremado hoje (12) por volta das 16h. A cerimônia foi reservada para família e amigos, no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. O velório começou ontem (11) à noite e se estendeu até o começo da tarde desta terça-feira, no Museu da Imagem e do Som (MIS), nos Jardins, em São Paulo. O corpo foi seguido por um cortejo de taxistas. Por volta do meio-dia de ontem, o helicóptero em que estavam Boechat e o piloto Ronaldo Quatrucci caiu sobre um caminhão. A suspeita é que ambos tenham morrido carbonizados no momento do acidente. A queda ocorreu no km 22 da Rodovia Anhanguera, sentido interior, com o Rodoanel, e acabou explodindo. O motorista do caminhão foi socorrido pela concessionária. Boechat estava voltando de Campinas, onde tinha ido dar uma palestra.

O Inimitável: Lenda do sertanejo, cantor José Marciano morre ao 67 anos vítima de infarto

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Marciano deu voz a música ”Fio de Cabelo”. Foto: O Globo

O cantor sertanejo José Marciano morreu, na madrugada desta sexta-feira (18), aos 67 anos, vítima de um infarto. A informação foi confirmada em publicação no Instagram. Chamado de ”O Inimitável”, ele ficou famoso por dar voz a canções como ”Fio de Cabelo”, ”Crises de Amor”, ”Paredes Azuis”, ”Menina Escuta Meu Conselho”. Desde os 16 anos ele fez parceria com João Mineiro e já na década de 1970 começou ficar famoso no cenário sertanejo. Há pouco tempo, ele se juntou com Milionário – que havia perdido a dupla José Rico, que morreu em 2015. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro. Marciano deixa a mulher Alexandra, a filha Marciane e o filho Fabiano.

Morre aos 16 anos a digital influencer brasileira Kamylle Marinho, vítima de câncer

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Blogueira Kamylle Marinho lutava contra câncer raro. Foto: Instagram
A digital influencer Kamylle Marinho, de 16 anos, morreu após três anos de tratamento contra um câncer. Ela foi diagnosticada com Sarcoma de Ewing em 2016 e compartilhava com seus mais de 230 mil seguidores sua batalha contra a doença, incluindo um transplante de medula e diversas campanhas de arrecadação de doações para seguir com tratamento. A morte de Kamylle foi confirmada por Paula Marinho, mãe da influencer, na madrugada desta sexta-feira (4). “Em respeito a todos vocês que oraram, torceram, ajudaram… tiro minhas últimas forças para vir até aqui informar a todos que parte de mim se foi. Deus me deu, Deus tirou. Se vou entender os propósitos de Deus? Não sei. Talvez um dia. Só sei que ela será sempre luz e que a lembrança do seu sorriso, fé, amor e força me sustentará”, escreveu Paula.

Governador Rui Costa decreta luto de três dias no Estado pela morte de Mãe Stella de Oxóssi

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Stella faleceu aos 93 anos e será enterrada em Nazaré. Foto: G1

O governador da Bahia, Rui Costa, decretou luto oficial de três dias pela morte de Mãe Stella de Oxóssi. A Ialorixá faleceu aos 93 anos nesta quinta-feira (27), no hospital particular Incar, em Santo Antônio de Jesus, cidade no recôncavo baiano, onde estava internada desde o dia 14 de dezembro. ”Acabo de receber a notícia da morte de Mãe Stella de Oxóssi, fato que deixa todos nós imensamente entristecidos. Referência de respeito e sabedoria, a yalorixá sempre nos orgulhou pela atuação firme contra a intolerância religiosa e o racismo. À frente do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, manteve as portas abertas para aqueles que buscaram orientação espiritual e intelectual. Mulher forte e de resistência, Mãe Stella também deixou sua marca como escritora. Se tornou a primeira sacerdotisa da religião de matriz africana a ocupar uma cadeira na Academia de Letras da Bahia. Imortal na literatura desde 2013, hoje nos deixa cravando seu nome entre as maiores personalidades da história da Bahia. Que seus ensinamentos e a paz que tanto pregou continuem sempre conosco. Meus sentimentos aos familiares, amigos e filhas e filhos de santo de Mãe Stella. Sem nenhuma dúvida, vai fazer muita falta à Bahia”, postou o governador nas redes sociais.

Morre vítima de infarto fulminante o ex-deputado estadual Galdino Leite aos 76 anos

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Morreu na noite desta terça-feira (25), aos 76 anos, o ex-deputado estadual Galdino Leite. Ele foi vítima de um infarto fulminante. O enterro do ex-parlamentar será no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, em Salvador, às 17h desta quarta-feira (17). Leite nasceu em Aracaju e foi deputado entre 1979 e 1995. Foi filiado à Aliança Renovadora Nacional (Arena) e ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

Itaquara: Sepultado o corpo do vereador Gilson Ribeiro, que faleceu em Salvador

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Gilson Ribeiro foi sepultado em clima de comoção. Foto: Rede social

O vereador Gilson da Silva Ribeiro, do município de Itaquara, morreu em Salvador, na tarde do último domingo (25), onde estava internado no Hospital Aristides Maltez. De acordo com informações, ele lutava contra um câncer e estava em tratamento na capital do estado. Gilson era um dos políticos influentes de Itaquara, exercia o 4º mandato e atualmente integrava a base aliada do prefeito Marco Aurélio na Câmara Municipal, onde o seu corpo foi velado. O sepultamento ocorreu às 16h, no Cemitério Municipal. A vaga deixada pelo parlamentar na Casa Legislativa será ocupada pelo suplente Kiko Teixeira, filho do ex-prefeito Abimael Teixeira, que deverá ser exonerado do cargo de secretário de Infraestrutura do município para assumir a cadeira na Câmara.

Sofrendo com mal de Parkinson desde 2005, morre aos seus 78 anos o jornalista Gil Gomes

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Gil Gomes deixou histórias no jornalismo. Foto: Folha de SP

Morreu hoje (16) o jornalista Gil Gomes, aos 78 anos. De acordo com informações da revista “Veja”, ele passou mal nesta segunda (15) e foi levado ao Hospital São Paulo, na Zona Sul da capital paulista, mas não resistiu. A causa da morte, assim como informações sobre o velório, ainda não foram divulgadas. Sabe-se que Gil Gomes sofria com mal de Parkinson desde 2005. O apresentador e radialista iniciou a carreira na extinta Rádio Marconi, na década de 1960. Seu auge, porém, veio com o jornal “Aqui Agora”, exibido pelo SBT de 1991 a 1997, e onde Gil Gomes popularizou seu estilo gestual, sua voz e até seu figurino. Na linguagem atual, pode-se dizer que o repórter policial “viralizou”, sendo até personagem de programas humorísticos. “Sempre gostei de roupas de cores fortes e estampadas por causa da alegria que elas passam”, disse ele em 2011, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”. Na mesma entrevista, Gil Gomes rememorou com saudosismo os tempos de televisão, em que diz ter trabalhado com “a seleção brasileira de repórteres”. Da equipe do “Aqui Agora” destacam-se os jornalistas César Tralli e Sônia Abrão. “Quando eu falei do PCC pela primeira vez, chamaram de jornalismo lixo. O que eu falava naquela época está acontecendo agora”, disse.

Pastor evangélico de Jequié morre e filho fica ferido durante acidente na BA-030, em Brumado

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O pastor Arlindo Augusto morreu no local. Foto: Rede social

O pastor Arlindo Augusto, da igreja evangélica Geová Nissi, localizada na região conhecida como ”Sameado”, no bairro Jequiezinho, em Jequié, faleceu ao capotar numa ribanceira o veículo que dirigia, na BA-030, entre os municípios de Brumado e Sussuarana. O pastor Arlindo viajava por volta das 20h desta quinta-feira (6), em companhia do filho Marcel Santana, que ficou ferido, porém, sem gravidade. Segundo o site Jequié Repórter, as informações extraoficiais dão conta de que uma terceira pessoa (identificação não revelada) também estaria no veículo acidentado. O corpo do pastor jequieense que viaja com destino ao estado de Minas Gerais permaneceu por algumas horas preso nas ferragens retorcidas do carro.