59 canais bolsonaristas são removidos do YouTube, aponta levantamento realizado pela empresa análise

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Um levantamento realizado pela empresa análise de dados Novelo Data, mostrou que 59 canais bolsonaristas foram removidos do YouTube, por conta própria, nos dois primeiros dias após a vitória do ex-presidente Lula (PT) no segundo turno. Segundo dados da pesquisa, foram removidos mais de 4.200 vídeos.

Conforme a sondagem, o perfil que mais deletou conteúdo pertence ao deputado eleito Gustavo Gayer (PL), que teve o canal desmonetizado no período eleitoral. No canal, foram removidos cerca de 1.600 vídeos, restando menos que 700 conteúdos audiovisuais no ar. O parlamentar possui cerca de 1,09 milhão de inscritos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou a remoção de um vídeo do canal do parlamentar, que atribuía, sem provas, a Lula a ”liberação ordenada das drogas” e a “descriminalização de pequenos delitos”, no segundo turno.

 

Conquista: Radialista defensor de Bolsonaro acusa PT de induzir suposta fraude em inserções

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Em entrevista ao JP Urgente, da TV Jovem Pan, nesta quarta-feira (26), o radialista Washington Rodrigues, diretor da Rádio Clube de Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia, explicou o que aconteceu com as inserções eleitorais na rádio. Para ele, que é defensor do presidente, o erro nas inserções de spots publicitários de Jair Bolsonaro (PL) nas rádios brasileiras “foi induzido pela campanha do Lula”.

”Semana passada teve a decisão do TSE, dando direito de resposta a campanha do Lula, em seguida veio uma decisão da ministra, suspendendo esse direito de resposta. O que aconteceu conosco, especificamente, e em outras rádios porque como expliquei o PT tem um e-mail que eles enviam para as rádios. Ele mandou um e-mail para as rádios dizendo que o direito de resposta tinha que ser veiculado, nós questionamos aqui que havia uma suspensão, e eles disseram que não, que essa suspensão só valia para TV e não para rádio. Nós continuamos insistindo na suspensão. Quando chegou na sexta-feira eles mandaram todo material de direito de resposta, o mapa, tudo certinho, e o pessoal da operação, que estava na dúvida se colocava ou não, acabou sendo induzido ao erro porque o material do Bolsonaro demorou a chegar. E o que que o pessoal do operacional entendeu: Quando não vem o material do Bolsonaro, lá do site do TSE, é porque é para colocar o direito de resposta’, disse.

Washington, na ocasião, informou que buscou o Ministério Público, onde prestou depoimento e apresentou a documentação reunida por ele para comprovar que o erro foi induzido pela campanha do ex-presidente Lula. Ainda na entrevista, o diretor da rádio pontuou que ao notar o erro, pediu para que as propagandas do liberal fossem colocadas na programação.

“Na sexta à tarde e à noite, aqui na rádio, só rodou Lula e o direito de resposta, quando cheguei sábado de manhã eu detectei isso, mandei suspender e recolocar as inserções do presidente Bolsonaro, agora tudo isso foi induzido pela campanha do Lula”, completou.

A emissora não apareceu no relatório produzido por campanha de Bolsonaro e anexo inicialmente ao processo no Tribunal Superior Eleitoral. As informações são do site Bahia Notícias

 

Rádios de Feira de Santana e Poções citadas por campanha bolsonarista contestam favorecimento

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Representante de duas das cinco emissoras citadas pela campanha de Jair Bolsonaro (PL) de que tinha favorecido em inserções a mais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (ver aqui e aqui), o Sistema Pazzi declarou que não cometeu as supostas irregularidades. O grupo representa as rádios Povo, de Feira de Santana, no Portal do Sertão; e de Poções, no Sudoeste baiano.

Em nota enviada nesta quarta-feira (26) ao Bahia Notícias, o grupo Pazzi disse que veiculou todo o material de campanha recebido pelas coligações, como a que representa o atual mandatário da República, conforme determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o comunicado, não houve “erros ou omissões nessas veiculações que são registradas em mapas e PI’s que ficam à disposição, comprovando a lisura de seu procedimento”.

O Bahia Notícias procurou as outras emissoras citadas – como a Extremo Sul FM, de Itamaraju; e Viva Voz, de Várzea da Roça – mas não conseguiu contatar algum representante. Já a Rádio Clube de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, já havia se posicionado, negando também desequilíbrio nas inserções em favor do adversário do presidente (clique aqui).

Dona de rádio citada em demissão de servidor do TSE apoia candidatura de Jair Bolsonaro

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Lídia postou foto ao lado de Michelle Bolsonaro. Foto: Reprodução

Lídia Prata Ciabotti, dona da rádio JM Online, citada na demissão de um servidor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (26), manifesta em suas redes sociais apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.

Há quatro dias, publicou uma foto entregando um exemplar do Jornal da Manhã, que pertence ao mesmo grupo, à primeira-dama Michelle Bolsonaro, durante visita a Uberaba (MG). Na publicação, diz ter sido um prazer ter conhecido ”uma mulher tão carismática”.

No Instagram, Ciabotti também compartilhou um vídeo do empresário e apresentador Roberto Justus, no qual ele diz que votar em Bolsonaro é votar em alguém que ”muitas vezes é infeliz nas suas colocações”, mas luta pela ”liberdade individual”.

Ela exibe ainda fotos com outros bolsonaristas, como o ex-jogador de vôlei Maurício Souza (PL-MG), recém-eleito deputado federal, e o cantor Latino.

Nesta quarta, Alexandre Gomes Machado foi exonerado do TSE, após o gabinete do presidente da corte, Alexandre de Moraes, avaliar que ele estava tomando atitudes com falta de isenção e aparência de atuação política em sua função, além de atrapalhar os trabalhos na corte.

Em depoimento à Polícia Federal, Machado disse que recebeu um email da rádio ”JM ON LINE”, em que a emissora teria dito que, de 7 a 10 de outubro, havia deixado de repassar em sua programação 100 inserções da coligação de Bolsonaro.

O ex-assessor relatou ter comunicado à chefe de gabinete do Secretário-Geral da Presidência sobre o email. Afirmou que cerca de 30 minutos depois de encaminhar o caso soube que estava sendo exonerado. ‘Porém não lhe foi informado [pelo chefe] quanto à motivação de sua exoneração”. O Painel tentou entrar em contato com Ciabotti, mas não teve resposta até a publicação deste texto.

*por Juliana Braga, Folhapress

Emissoras de rádio dizem ter provas para contestar levantamento usado por Bolsonaro contra TSE

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Os dados do relatório encaminhado pela coligação de Jair Bolsonaro (PL) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com alegações de supressão de inserções eleitorais do presidente em estados do Nordeste são contestados por ao menos 3 das 8 rádios citadas pela campanha.

As rádios apontam divergências entre o número e os horários das inserções identificados pela empresa Audiency, contratada pela campanha de Bolsonaro, e o que foi realmente veiculado. Alegam que possuem as gravações dos dias citados no relatório e que estão à disposição das autoridades.

A lista de inconsistências inclui inserções que, segundo a empresa, teriam sido veiculadas entre 7h e 7h20. Este horário é destinado à propaganda em bloco do horário eleitoral gratuito, portanto, não tem previsão de inserções comerciais.

Também há uma rádio entre as que foram citadas que não funciona na frequência apontada pela Audiency. Conforme apontado pela Folha, o material sobre rádios enviado pela campanha de Bolsonaro não comprova a alegação de prejuízo ao presidente nas inserções da propaganda eleitoral no rádio. A fragilidade se deve principalmente à forma de análise da programação, que considera a transmissão via internet.

A rádio Integração FM, com sede em Surubim (PE), informou que fez um levantamento de todas as inserções de Lula e Jair Bolsonaro na programação da rádio e confrontou com a gravação da programação dos dias apontados pela Audiency, identificando divergência entre o que a relatório apresenta e o que foi veiculado.

Citou como o exemplo o fato da Audiency informar que, no dia 10 de outubro de 2022, a rádio Integração teria veiculado uma inserção do PL às 7h05 da manhã. Acontece que, neste horário, todas as emissoras estão exibindo o horário eleitoral gratuito e era exatamente o que estava sendo transmitido pela rádio.

A rádio Integração ainda informou que tem a gravação para comprovar que, neste dia e horário, estava transmitindo o horário eleitoral. Também informou que essa é apenas uma das divergências encontradas.

”Todo o material veiculado pela emissora está arquivado para apresentar como prova de que trabalhamos com seriedade e não infringimos a lei. […] Lamentamos ter o nome da empresa envolvido nesse episódio e reiteramos o nosso compromisso com a verdade”, informou a nota assinada pelo diretor-geral da rádio Fábio Barbosa.

Outra citada pela campanha de Bolsonaro, a rádio Hits, do Recife, também aponta inconsistências no relatório da Audiency e destacou que empresa contratada pela coligação de Jair Bolsonaro capta via internet o áudio transmitido pelas emissoras de rádio.

Em nota, destacou a afirmação da Audiency de que, no dia 7 de outubro, a emissora veiculou apenas 23 das 25 inserções da coligação de Bolsonaro. No entanto, a emissora diz ter averiguado em seu software, o Pulsar, que as 25 inserções foram veiculadas.

O mesmo aconteceu em 14 de outubro, data em que a empresa Audiency afirma que a emissora veiculou apenas 21 das 25 inserções, mas o mesmo software indica que todas foram veiculadas.

Em 7 de outubro, o mapa de inserções e spots para veiculação no dia seguinte foi enviado após o horário limite designado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Desta forma, a emissora diz que ficaria isenta da obrigatoriedade de cumprir as inserções. Mesmo assim, iniciou as transmissões às 11h32 de 08 de outubro, veiculando 16 das 25 inserções diárias.

Em nota, a diretora da rádio, June Cristina Melo, manifestou repúdio ”ao vazamento de dados pela empresa Audiency Brasil Tecnologia, de forma nunca vista por nenhuma auditora musical ou comercial, sem a autorização ou checagem prévia da emissora em questão”.

A rádio Bispa, também do Recife, informou que não funciona na frequência que foi apontada pelo relatório. A rádio usa a frequência 98.7, mas o relatório cita a 97.1.

‘Essa informação é mentirosa, nossa frequência é 98.7 FM. Estamos em dia com o Tribunal Eleitoral, Veiculamos todas as inserções que são enviadas para nós, e estamos fazendo nossa parte”, disse a rádio.

A reportagem entrou em contato com as rádios Clube FM de Santo Antônio de Jesus (BA), Rádio Povo de Feira de Santana (BA) e Rádio Povo de Poções (BA), mas as três não se posicionaram sobre o assunto. A reportagem não conseguiu contato com as rádios Viva Voz, de Várzea da Roça (BA), e Extremo Sul FM, de Itamaraju (BA).

Em nota, a Associação das Empresas de televisão e Rádio de Pernambuco informou que não houve nenhuma denúncia de veículo associado que tenha incorrido em descumprimento do que determina a legislação, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral.

”As emissoras associadas foram orientadas a manter em arquivo a degravação de suas programações dentro do que determina a legislação, para comprovação de seu inequívoco compromisso com a geração de guia, inserções e outras obrigações inerentes ao período”, informou.

A entidade ainda destacou que ”acompanha os desdobramentos e reitera sua confiança nos veículos associados, bem como nas instituições responsáveis pela apuração dos fatos”.

João Pedro Pitombo/Folhapress

Vítima de um câncer, morre aos 49 anos a repórter Susana Naspolini, uma das mais populares da TV Globo

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Repórter vítima de um câncer, aos 49 anos. Foto: Reprodução

Morreu nesta terça-feira (25), em São Paulo, a jornalista Susana Naspolini. A repórter era uma das mais populares da TV Globo no Rio, onde deixou sua marca por anos no quadro de jornalismo comunitário RJ Móvel, do RJ1.

Vítima de um câncer, aos 49 anos, ela travou e venceu algumas lutas contra a doença. Naspolini trabalhava no Grupo Globo desde 2002. Ganhou muita popularidade no Grande Rio devido à forma divertida de interagir com os moradores e cobrar as autoridades por soluções para os problemas comunitários.

Moradora do Rio, a repórter da TV Globo passou os últimos dias internada em um hospital particular de São Paulo, onde os médicos tentaram reverter a evolução de seu quadro de saúde, informou o G1.

Na sexta-feira (21), sua filha, Julia Naspolini, usou as redes sociais da mãe para pedir que amigos, parentes e fãs da jornalista rezassem por sua recuperação. Segundo Julia, o estado de saúde de Susana era “gravíssimo” e os médicos já “não sabiam o que fazer”.

Desde março desse ano, a profissional lutava contra o quinto câncer. Na época, ela anunciou que a doença não estava regredindo com o tratamento via oral, e que precisaria fazer uma quimioterapia venosa.

Familiares e amigos de Zé Bim se despedem do famoso e irreverente repórter, em Salvador

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Zé Bim foi sepultado no Jardim da Saudade. Foto: Chico Lopes/TV Aratu

Familiares e amigos de José Neri Rosa, o irreverente repórter de rádio e TV, conhecido como Zé Bim, participaram do seu sepultamento, na tarde deste domingo (4/9), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.

Zé Bim faleceu no sábado (3/9), após sofrer um infarto no Hospital Roberto Santos, onde estava internado. O ”Capitão dos Repórteres” como era conhecido integrou, por alguns anos, a equipe do programa ”Que Venha o Povo” da TV Aratu e brilhava com o seu estilo divertido na condução de seu trabalho. Com informações do Aratu On

Ex-governador César Borges assume controle acionário da Rádio Cidade Sol (95 FM)

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João Leonardo, César Borges e Ricardo Borges. Foto: Sérgio Monteiro

O ex-governador César Borges assumiu, nesta quarta-feira (17), o controle acionário da Rádio Cidade Sol (95FM), um dos bens da herança deixada pelo seu pai, o empresário Waldomiro Borges de Souza. A emissora comercial, no ar desde 1986, estava em poder do irmão de César, Waldomiro Borges Filho, tendo como diretor o seu filho, Fabrício Borges, sobrinho do ex-governador.

Ao se reunir nesta quarta com o filho Ricardo Borges e com o administrador João Leonardo, hoje atuando como gerente comercial da concessionária de motos Bahiasol, este que já passou pela direção Rádio, César Borges concedeu entrevista ao comunicador Sérgio Monteiro, da própria empresa de radiodifusão e deu detalhes de sua nova empreitada, depois de uma vasta experiência na vida pública, ocupando, inclusive, o cargo de ministro dos Transportes no Governo Dilma Rousseff. ”Tudo na vida é desafio. Eu acho que tudo a gente tem que colocar como desafio pra se sair bem, pra fazer o melhor que cada um pode dar de suas tarefas e obrigações. Eu encaro como um desafio dar continuidade a esse trabalho da FM95, dizendo que eu tenho uma história de vida, que tenho várias passagens. Uma delas, que me orgulha muito é o fato de ter trazido para Jequié, junto com outros companheiros extremamente importantes, valorosos, a primeira fm. Foi em 1986 isso e, na época, nós conseguimos a concessão, através do grande líder político Antonio Carlos Magalhães. Eu dizia que Jequié, pela importância da cidade ela merecia ter uma rádio fm, que era a forma de comunicação que aparecia mais moderna, substituindo as ondas médias”, disse César ao relembrar a fundação.

Borges também fez questão de destacar a passagem do seu pai pela direção, tendo revelado que a Rádio enfrentou à época problemas financeiros e que através de investimentos feitos por Waldomiro Borges a Cidade Sol se manteve. ”Ela vem ao logo desses quase quarenta anos fazendo esse trabalho em favor da comunidade jequieense, com altos e baixos, como tudo na vida. Houve mudança societária, eu praticamente sair da rádio, teve problemas financeiros no passado, foram superados e quem segurou a rádio mesmo foi o meu saudoso pai, que investiu. Eu estava em outras funções. Fui ser secretário de Estado, deputado vice-governador, governador, senador, fui ministro, vice-presidente do Banco do Brasil e meu pai que segurou com a ajuda do meu irmão e do seu neto e é esse o novo desafio, a gente manter isso. A rádio era e continua sendo da família Borges”, explicou, enumerando os cargos públicos pelos quais ele passou e QUE o fizeram se afastar da Cidade Sol como sócio-diretor.

Mesmo antes da reintegração do ex-governador na emissora, recentemente, os comentários em Jequié já davam conta da seu retorno ao Município para gerir a empresa, que deverá passar por mudanças na equipe.

*por Marcos Frahm

Eleições 2022: Entenda a diferença entre enquete e pesquisa eleitoral, o que é permitido e proibido

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Com a chegada do ano eleitoral é comum vermos muitas pessoas questionando a confiabilidade das pesquisas que mostram como está o cenário para a corrida presidencial, bem como aquelas que apresentam dados sobre os candidatos a governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O que poucos sabem é que as pesquisas de intenção de voto são indispensáveis para o andamento das eleições.

Os dados coletados em pesquisas eleitorais auxiliam o público em geral a analisar o cenário pré-eleição e as possibilidades que cada político tem de vencer. Além disso, é uma estratégia utilizada pelos partidos políticos como avaliação das estratégias e chances de cada candidato. Por utilizarem métodos científicos para obtenção dos dados, as pesquisas refletem, de forma fidedigna, a intenção de voto da população brasileira.

No entanto, por não saberem como funciona o processo de pesquisa eleitoral e as etapas que definem as variáveis (características que representem a maior parte da população população, como: gênero, raça, escolaridade, etc) e a amostragem (grupo de pessoas com as particularidades definidas como variáveis selecionadas a partir de dados do IBGE), facilmente surgem dúvidas sobre a diferença entre enquete e pesquisa.

Proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em períodos de campanha eleitoral, a enquete ou sondagem não é realizada com a preocupação de selecionar uma amostragem fiel ao universo que irá representar e não utiliza métodos pensados para eliminar os vieses (erros sistêmicos). Em outras palavras, a enquente nada mais é do que uma coleta de opiniões de um grupo específico que se prontificou, espontaneamente, a responder determinadas questões.

”A pesquisa eleitoral tem um caráter importante para auxiliar o cidadão em quem votar. Diferentemente de enquetes que você pode encontrar e votar em sites e redes sociais, as pesquisas eleitorais envolvem uma metodologia estatística para que seus resultados reflitam de forma fidedigna a intenção de voto da população brasileira”, explica Diego Oliveira, CEO da Youpper Insights, empresa especializada em Pesquisa de Mercado, Planejamento de Marketing e Relacionamento.

As pesquisas eleitorais não se baseiam em dados absolutos, ou seja, os valores, opiniões, dados, entre outras informações coletadas através das entrevistas apresentam estimativas, já que variam conforme a opinião pública e, também são impactadas pelo andamento das campanhas eleitorais (debates, comícios, propostas, entre outras coisas mais). Por isso, todos os resultados são acompanhados com margem de erro, um cálculo que apresenta a quantidade máxima de erro que os dados obtidos podem ter, o padrão utilizado nas pesquisas é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

”Os resultados podem interferir no jogo político, graças a comportamentos como o voto útil, por exemplo, que é quando o eleitor deixa de votar no candidato de sua preferência porque considera que ele não tem chances de vencer ou chegar ao segundo turno. Por isso, os principais veículos de comunicação do país optam por enfatizar pesquisas com maior amostragem e melhor plano amostral, que costumam ter resultados mais confiáveis”, complementa Diego Oliveira, CEO da Youpper Insights.

COMO SÃO FEITAS AS PESQUISAS ELEITORAIS?

Diego Oliveira, CEO da Youpper Insights, empresa especializada em Pesquisa de Mercado, Planejamento de Marketing e Relacionamento, explica como funciona a metodologia de apuração aplicada durante todo o período de eleições. ”As principais pesquisas eleitorais costumam incluir uma pergunta espontânea e outra estimulada”, explica.

De modo geral, a abordagem espontânea consiste em perguntar ao entrevistado qual seria a sua opção de voto para um cargo específico sem dar alternativas de candidatos. Diego Oliveira explica que esse tipo de pesquisa ajuda a medir o conhecimento e lembrança prévios dos eleitores em relação aos candidatos e exemplifica: ”se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para [cargo em disputa]?”

Já na pesquisa estimulada, o entrevistado escolhe sua opção de voto entre as alternativas impostas pelo entrevistador. Nesse caso, a abordagem é utilizada para medir a força dos candidatos em determinados cenários de confronto. Diego Oliveira aponta que um exemplo comum de perguntas realizadas neste tipo de entrevista é ”se as eleições fossem hoje e os candidatos fossem esses, em quem você votaria?”.

A seleção dos entrevistados é feita com base nos dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o instituto de pesquisa contratado para realizar a abordagem seleciona um grupo de pessoas com características que representem toda a população, como idade, renda, gênero, escolaridade, entre outros atributos. Após essa captação de dados, os entrevistadores entram em contato com as pessoas e a entrevista pode ser feita na rua (em locais de grande circulação) ou na própria residência do entrevistado.

Com relação à contratação das pesquisas, a encomenda pode ser realizada por grupos políticos, instituições financeiras, grupos de mídias e também por instituições financeiras privadas para monitorar a situação dos candidatos. Porém, antes da divulgação dos dados colhidos, a pesquisa precisa ser registrada na Justiça Eleitoral em até cinco dias antes da publicação.

As empresas responsáveis pela realização da pesquisa precisam encaminhar um documento com as seguintes informações: Quem contratou a pesquisa; Nome de quem pagou pela realização do trabalho; Cópia da nota fiscal; Valor e origem dos recursos; Metodologia e período de realização da pesquisa; Plano amostral; Ponderações estatísticas ; Intervalo de confiança e margem de erro; Sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e o Questionário aplicado.

Uma pesquisa confiável deve seguir todas as diretrizes determinadas pelo TSE, nenhum resultado é 100% preciso, mas ”é importante que todos saibam que existe ciência e método por trás das pesquisas, de modo que, mesmo consultando apenas um pequeno percentual da população brasileira (amostra), seus resultados sejam próximos da real intenção de voto do eleitorado”, finaliza Diego Oliveira, CEO da Youpper Insights. Com informações do site Bahia Notícias

Morre aos 81 anos o comunicador João Araújo, uma referência da imprensa na cidade de Ipiaú

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João Araújo de Souza. Foto: Rede social

O comunicador João Araújo de Souza, de 81 anos, morreu nas primeiras horas deste domingo (14), no Hospital Calixto Midlej, em Itabuna, onde se recuperava de uma cirurgia cardíaca realizada havia 12 dias. De acordo informações divulgadas pelo site Giro em Ipiaú, com informações obtidas junto a um dos filhos de João, o seu quadro de saúde teria se agravado após ele contrair uma bactéria. O velório acontece na residência de João de onde sairá o cortejo fúnebre às 10h de segunda-feira (15), para o Cemitério Jardim da Saudade 1 (Cemitério Velho).

Apesar de nascido em Jequié, em 31 de agosto de 1940, João Araújo, constituiu família e consolidou sua atividade profissional na vizinha cidade de Ipiaú, onde desempenhou múltiplas atividades, como destacou em homenagem à sua memória, o jornalista José Américo Castro: ”Quis o destino que a música, em seus diversos gêneros e ritmos, estivesse sempre na sua companhia. Seguindo em trilhas sonoras, tornou-se artista, comunicador por excelência, grande produtor de espetáculos, entre eles o mais conhecido Show de Calouros, que ocorria no período dos festejos do padroeiro São Roque”.

*por Wilson Novaes / Jequié Repórter

Brasil registra 188 mortes por Covid e mais de 19 mil casos, diz boletim do consórcio de imprensa

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O Brasil registrou 188 mortes por Covid e 19.193 casos da doença, nesta segunda-feira (8). Com isso, o país chega a 680.239 vidas perdidas e a 34.034.656 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Aos finais de semana, segundas e feriados os dados da pandemia costumam ser menores, por atrasos de notificação.

A média móvel de casos permanece em queda e agora é de 25.407 infecções por dia, redução de 32% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de mortes, por sua vez, se manteve em estabilidade (sem variações superiores a 15%, também em relação a duas semanas antes) e agora é de 207 óbitos por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 180.138.644 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 169.318.225 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 83,85% da população com a 1ª dose e 78,82% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 101.823.074 pessoas já tomaram a terceira dose e 23.437.269 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 51,1% e a que recebeu a segunda dose é de 32,93%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Folhapress

Após anúncio de demissão, Casagrande diz que não tem ”novo perfil” da Globo e critica Neymar

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Walter Casagrande comentou sobre sua atuação. Foto: Reprodução

O ex-jogador de futebol Walter Casagrande Jr comentou sobre sua atuação de mais de duas décadas na TV Globo após seu anúncio de demissão da emissora (veja aqui).

Em entrevista ao F5 da Folha de S. Paulo, o comentarista reforçou que a relação com a Globo desgastou e que talvez ele não tivesse o ”perfil” para o ”novo modo de dirigir o esporte”.

”E para mim também ficou pesado porque eu sou desse jeito, eu não ia conseguir mudar o meu modo”, disse Casagrande ainda afirmou que não se empolga com as chances da Seleção Brasileira na Copa de 2022 e criticou o desempenho de Neymar Jr.

”Por exemplo, a Seleção Brasileira: eu sou crítico realista. Pra mim, (a Seleção) não jogou contra ninguém até agora, eu não consigo dizer que é favorita. O caso do Neymar: faz quatro anos que ele não joga nada. Os últimos dois anos foram péssimos, muitas contusões, nessa Copa dos Campeões ele não fez nenhum gol, o PSG está querendo que ele saia e eu sou crítico”, afirmou.

O comentarista ainda destacou seus planos futuros e afirmou que quer trabalhar na Copa do Mundo. ”Tem duas coisas em que eu vou me empenhar agora. Uma é que eu vou arrumar um lugar para escrever, que eu gosto muito de escrever sobre tudo. E a segunda é que eu quero ir para a Copa do Mundo trabalhar, por algum canal, site, jornal, não sei”, destacou. *Bahia Notícias

São João do programa Rota Bahia, liderado pelo Bahia Notícias, acompanha festejos em todo o estado

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Pelo Rota Bahia, Marcos Frahm entrevistou Maiara e Maraísa

Com menos de um mês de seu lançamento, o programa Rota Bahia já conseguiu garantir a maior cobertura do São João da Bahia. Da noite da última quinta-feira até este domingo, foram publicadas somente no Bahia Notícias quase 200 matérias só sobre os festejos juninos na capital baiana e em dezenas de municípios baianos. Ao todo, da noite de quinta-feira (23) até a noite deste domingo (26), mais de 320 mil pessoas foram alcançadas pelo conteúdo compartilhado pelo BN.

Além de coberturas exclusivas em Mata de São João e Jequié, a partir da parceria com o Rota Bahia, foram dezenas de cidades representadas, como Feira de Santana, Porto Seguro, Cruz das Almas, Itabuna, Barreiras, Santo Antônio de Jesus e Eunápolis.

Entre os assuntos que mais chamaram a atenção durante o feriado de São João estão a queda do palco durante uma apresentação em Ipirá, Simone ovacionada na cidade de Jequié, e o cancelamento dos shows de Wesley Safadão, por um problema de coluna.

Mas a cobertura não para! Os festejos continuam acontecendo no estado e também em Salvador. Além dos shows no Parque de Exposições, que acontecem entre os dias 30 de junho e 2 de julho, e também festas que marcam o dia de São Pedro, comemorado no dia 29 de junho.

Para continuar bem informado, basta acessar o Bahia Notícias ou um de nossos sites parceiros: Achei SudoesteAcorda CidadeBlog do AndersonBlog do BragaBlog do ValenteBlog Marcos FrahmCalila NotíciasMais RegiãoPolíticos do Sul da BahiaRadar 64 e RedeGN.

Uziel Bueno sai em defesa de Isidório após denúncia do Fantástico: ”Ninguém vai apagar seu trabalho”

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Apresentador Uziel defende Isidório. Foto: Reprodução/Instagram

Nesta segunda-feira (20), o apresentador do ”Brasil Urgente”, da Band, Uziel Bueno, usou as redes sociais para defender o deputado federal, Pastor Sargento Isidório (Avante), após o Fantástico, da Rede Globo, veícular uma matéria denunciando a Fundação Dr. Jesus sobre irregularidades em tratamentos terapêuticos. 

“Ninguém vai apagar o seu trabalho e sua voz. Estamos com vocês, pastor Isidório”, diz imagem compartilhada pelo jornalista em uma publicação no Instagram. 

Uziel também parabenizou o trabalho da fundação do deputado. ”Deus te abençoe, pastor Isidório, Fundação Dr. Jesus, obrigado pelo trabalho da sua família pelos baianos que mais precisam”.