Deputado Cacá Leão não descarta candidatura a prefeito de Salvador: ”Tem que construir”

/ Entrevista

Cacá não descarta ser candidato a prefeito. Foto: Agência Câmara

Embora tenha ressaltado que o título de eleitor é de Lauro de Freitas, o deputado federal reeleito Cacá Leão (PP) não descartou a hipótese de transferir para Salvador a fim de ser candidato a prefeito em 2020. ”Tem que ser um passo de cada vez. Uma candidatura dessa não pode ser por uma vontade pessoal. Tem que construir dentro do grupo. Não conheço nenhuma candidatura imposta que tenha levado ao seu sucesso”, afirmou em entrevista ao site Bahia Notícias. Sobre a eleição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Cacá Leão ressaltou que seu partido ficou ”satisfeito” com a conquista de Nelson Leal (PP), que será eleito presidente da Casa em fevereiro após acordo na base governista. O deputado negou, no entanto, que sua sigla já se sinta contemplada no governo com a conquista da AL-BA. ”Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. A gente vai discutir isso no momento certo”, salientou.

”Jair foi eleito para colocar militar lá dentro”, diz Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito

/ Entrevista

A família Bolsonaro e suas declarações polêmicas. Foto: Estadão

O senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) disse em entrevista à GloboNews, que seu pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), foi eleito para colocar militares nos ministérios do futuro governo. ”Jair foi eleito para colocar militar lá dentro. Para colocar ladrão, votava no PT”, defendeu. O filho do presidente eleito ainda afirmou que ”ninguém aguentava mais sindicalista ou pessoas que não tinham a ver com os ministérios que ocupavam” na composição da equipe. Para ele, ”se Lula e Dilma foram presidentes, Jair Bolsonaro vai dar banho neles fácil”. Flavio ainda declarou que os militares indicados por Bolsonaro têm competência inquestionável e não estão envolvidos em escândalos. De acordo com ele, foi isso que a população pediu quando votou em seu pai.

Governador contabiliza R$ 400 milhões anuais de economia com reforma administrativa

/ Entrevista

Rui Costa detalha reforma administrativa. Foto: Paula Fróes
O governador Rui Costa reafirmou em entrevista coletiva, na tarde desta segunda-feira (3), a extinção de aproximadamente 800 cargos comissionados e a reestruturação de empresas e autarquias da administração estadual. As medidas fazem parte da nova reforma administrativa do Estado e devem gerar uma economia superior a R$ 400 milhões anuais, tornando a máquina estadual mais enxuta e eficiente na prestação de serviços à sociedade. Participaram da coletiva, realizada no Salão de Atos da Governadoria, em Salvador, jornalistas dos principais veículos de comunicação da capital e do interior. ”Não nos resta outra alternativa. O que estamos fazendo agora são medidas também preventivas, assim como foi feito em 2014, para evitar as dificuldades que devem se apresentar nos próximos quatro anos. Segundo analistas, 2019 não será um ano de rápida retomada da economia e essa ação era urgente”, afirmou Rui. O governador acrescentou que ”mexeremos também no teto estadual. De acordo com a Constituição brasileira, é o salário do governador, mas a Constituição baiana tinha uma redação dúbia, o que levou 2,5 mil pessoas, da ativa e aposentados, a receberem acima do teto. Mandamos [à Assembleia Legislativa] uma redação mais clara, copiando o trecho que trata do assunto da Constituição Federal para que não haja dúvida. Para não reduzir salários, transformamos em vantagem pessoal o que ultrapassa o teto. Ninguém terá um real sequer de redução de salário, mas também não haverá beneficiamento por conta do aumento do Supremo Tribunal Federal”. Rui disse ainda que ”há um agravamento no déficit da previdência. Já em 2007, quando [Jaques] Wagner assumiu, não existia poupança previdenciária. Quando assumi, eram R$ 2 bilhões de déficit e, no primeiro mandato, o déficit dobrou, chegando a R$ 4 bilhões. Nesse período, tivemos o maior número de aposentadorias da história da Bahia, que foi causado por todo o processo da Reforma da Previdência”. O peso dos gastos com aposentadoria dos servidores nas contas públicas da Bahia impôs a necessidade de majorar a alíquota de contribuição dos servidores e este é outro ponto da reforma. Sobre o aumento da alíquota da contribuição da Previdência Estadual de 12% para 14%, o governador lembrou que ”dez estados já aumentaram a contribuição e a Bahia é o 11º, tendo estados que aprovaram a medida há quatro anos”. O projeto de lei com a nova reforma foi enviado para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) na última sexta-feira (30).
Mudanças
Com a reforma, serão encerradas as atividades do Centro Industrial Subaé (CIS) e da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), que se tornarão superintendências integradas à estrutura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Já a Bahia Pesca poderá ser adquirida pela iniciativa privada ou gerida por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Vale destacar, no entanto, que atividades industriais e pesqueiras permanecerão na agenda do Estado, especialmente em se tratando de políticas públicas, sendo fomentadas pelo Governo. A reforma também prevê a extinção da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), que se tornará uma superintendência. No entanto, Rui informou que ”um acordo foi proposto pelos funcionários e, se aprovado, pode mudar a situação da empresa, dentro do projeto de reforma”. Outras unidades passarão por um processo de reestruturação que envolverá a extinção de diretorias e funções como a de presidente. São elas: Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Empresa Gráfica da Bahia (Egba), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), Junta Comercial do Estado (Juceb) e Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA). O fechamento dessas unidades, aliado à dissolução de setores e cargos, possibilitará garantir maior robustez à capacidade executiva do Estado baiano, mantendo o equilíbrio fiscal, diante da longa crise econômica vivida pelo país.
Segunda reforma 
Em 2014, uma reforma foi liderada pelo então governador recém-eleito Rui Costa. A iniciativa modernizou o Estado e contribuiu para manter a estabilidade financeira, com esforço no controle de gastos iniciados com os Decretos de Contingenciamento, ainda na gestão Wagner. Somente com esta reforma administrativa, foram extintas secretarias e 1,6 mil cargos, acarretando em uma economia de R$ 200 milhões aos cofres públicos. Agora, quatro anos depois, apesar do cenário desfavorável, o Estado vem conseguindo manter o equilíbrio das contas, em função de uma estratégia que combina a melhoria do desempenho do fisco, ampliando, inclusive, a participação do Estado no conjunto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nacional, com o controle rigoroso dos gastos públicos.  ”Foi um planejamento que visava os próximos quatro anos. Imaginando um cenário adverso, que se tornou realidade, nos preparamos e fizemos um enxugamento da máquina pública. Conseguimos atravessar sem sofrer colapsos e interrupções de serviços públicos esse período e a ideia é fazer o mesmo agora”, assegurou Rui.
Salários em dia
Atualmente, a Bahia está entre os doze estados que pagam o salário dos servidores dentro do mês trabalhado. Outros cinco estados pagam os salários até o 5º dia útil do mês subsequente, sete continuam a parcelar os salários e três estão pagando a folha até o 10º dia útil do mês seguinte, totalizando dez estados que pagam a folha fora do prazo previsto em lei. Portanto, todas essas medidas presentes na nova reforma administrativa visam, justamente, assegurar que o Estado continue a pagar rigorosamente em dia os salários dos servidores, honrando ainda compromissos com fornecedores e mantendo um perfil confortável de endividamento.

Paulo Souto nega obrigação de repassar recurso da privatização da Coelba para previdência

/ Entrevista

Paulo Souto reage a declaração de Rui. Foto: Valter Pontes

O ex-governador da Bahia e atual secretário da Fazenda de Salvador, Paulo Souto (DEM), negou que havia obrigatoriedade de repassar o recurso para a previdência quando privatizou a Coelba, conforme disse o atual chefe do Executivo estadual, Rui Costa (PT). ”Eu era governador e tive uma atitude pioneira. Coloquei R$ 400 milhões para a capitalização de um fundo. Quando se pergunta para onde foi, eu quero dizer que apliquei em coisas visíveis e extremamente importantes, toda rede das escolas Luís Eduardo Magalhães, milhares de KM de estradas, aeroportos no interior. Portos para atração de indústrias, infraestrutura para atração de outras atividades industriais”, disse, em entrevista à Rádio Metrópole. Com informações do site Bahia Notícias

”Nossa fórmula não tem cargos”, diz Onyx sobre relação do governo Bolsonaro com partidos

/ Entrevista

Futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foto: Jornal do Sul

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que nas conversas que ele e o presidente eleito, Jair Bolsonaro, terão com as bancadas nesta semana, o governo eleito mostrará que ”stá se criando uma nova fórmula de relacionamento”, ”sem distribuição de cargos”. A informação é do blog da Andréia Sadi. ”Nas conversas, juntamente com o presidente, vamos mostrar e apresentar como vai ser daqui para frente – diferentemente do que aconteceu nas últimas três décadas, o toma lá, dá cá. Estamos criando uma nova forma de relacionamento, inventando uma fórmula, que não tem cargos”, afirmou. Bolsonaro receberá MDB, PRB, PR e PSDB para começar negociações com partidos. Até então, a prioridade do presidente eleito era negociar com bancadas temáticas no Congresso. Segundo Onyx, ele será o responsável pela articulação política do governo. O futuro ministro da Casa Civil disse que esta ”nova fórmula” passará pelo atendimento por bancadas e estados, apesar de registrar que vão “respeitar” líderes partidários. ”Vamos dialogar com todos”, disse. Perguntado pelo blog como o governo pretende negociar de forma diferente com partidos que têm práticas fisiológicas, como PR e MDB, ele respondeu: ”Foi esta prática que trouxe o Brasil para o momento que ele está hoje. Não vai ter cargos, estamos conversando com as bancadas. Os líderes gostaram. Vamos cuidar dos parlamentares, eles serão respeitados”. Uma das estratégias do novo governo será prestigiar parlamentares em obras nos seus estados, em suas bases eleitorais. ”Terão atendimento criterioso nos programas do governo federal, a construção da parceria se dará previamente, a cada circunstância. Parlamentares serão convidados a serem padrinhos de projetos estruturantes, por exemplo, de estradas nos seus estados”, declarou.

Rui reclama de ACM Neto por embargo em obra de policlínica: ”se não puder ajudar, não atrapalhe”

/ Entrevista

Rui Costa manda recado para ACM. Foto: Mateus Pereira

O governador Rui Costa (PT) reclamou da administração da Prefeitura de Salvador, de ACM Neto (DEM), a respeito da continuidade da obra Avenida Gal Costa, que foi embargada pela gestão municipal. Em entrevista a Mário Kertész hoje (3), durante o Jornal da Bahia No Ar da Rádio Metrópole, o gestor disse que o município tem atrasado parte das intervenções do Governo do Estado. ”Estou tentando há sete meses tentando entregar a policlínica de Escada, as outras do interior eu já estou finalizando. Em Salvador eu nem conseguir começar. Bato palmas para os prefeitos que liberam os alvarás e possibilitam a construção. Aqui em Salvador, foi embargada a obra da Gal Costa, prejudicando o povo do subúrbio”, declarou, segundo o site Metro1. ”Há um aterro que recebeu um material de lá. A Prefeitura cassou o alvará desse aterro e embargou a obra para paralisar uma obra importante para o povo do Subúrbio. O que espero é que, se não puder me ajudar, não atrapalhe. Quero o povo do Subúrbio chegue em 5 min ao Lobato e à BR-324. Se o município não me atrapalhar, em 60 dias a gente entrega a obra”, disse Rui.

Governador Rui Costa culpa gestões anteriores por déficit de R$ 4 bilhões na Previdência da Bahia

/ Entrevista

Rui concede entrevista a Mário Kertész. Foto: Mateus Pereira

O governador reeleito Rui Costa (PT) culpou gestões anteriores a de Jaques Wagner (PT) pelo déficit de R$ 4,08 bilhões na Previdência, e que pode chegar a R$ 8 bilhões em 2022, segundo a Secretaria da Fazenda. De acordo com ele, os chefes do Executivo, que administraram a Bahia antes do PT, não deixaram recursos no caixa. ”[Antes de Wagner], governadores usavam o dinheiro para fazer serviços públicos e não guardou. Quando Wagner entrou tinha zero no caixa da Previdência. Portanto, todo dinheiro vem do desconto mensal de [quem está] na ativa. O estado tira da receita corrente para pagar o déficit”, declarou o petista, em entrevista ao radialista Mário Kertész, na rádio Metrópole. O governador, ainda, indagou para onde foi o recurso da privatização da Coelba. ”Não foi parar na Previdência”, frisou. Rui Costa ressaltou que o ex-governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (que era do PFL), fez um concurso na década de 1990 e não nomeou todos os aprovados. O resultado, segundo ele, é que os concursados ingressaram na Justiça e”vão se aposentar sem nunca ter trabalhado”. ”Sabe quanto é essa conta? R$ 260 milhões”, criticou. O governador afirmou que o aumento na contribuição dos servidores à Previdência deve começar a valer a partir de março de 2019, caso a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprove a matéria ainda este ano. A alíquota terá um reajuste de 12% para 14%. ”A expectativa é a aprovação das emendas esse ano. A elevação da contribuição é 90 dias depois da aprovação. Só entraria em vigor no final de março de 2019. Isso é importante. É como remédio amargo para o filho”, salientou. Com informações do Bahia Notícias

Mulher de 33 anos se emociona ao falar de aprovação em concurso para auditora fiscal da Receita Federal

/ Entrevista

Agora concursada, Maria Fernanda, 33, é gaúcha. Foto: Instagram
Você procura a sua estabilidade? Você gostaria de ser nomeado em um concurso público o quanto antes? Você não aguenta mais familiares e amigos lhe pressionando por resultados nos concursos? Existem milhões de pessoas no país na mesma condição que você, estudando e esperando que chegue o grande dia da nomeação, mas a verdade é que, se você não fizer algo diferente, o resultado sempre será o mesmo.

Segundo especialistas da revista norte americana Science, o que difere o bem-sucedido em provas de concursos públicos não é aquele que estuda mais tempo por dia, ou está há mais tempo estudando, sim, aquele que estuda de forma inteligente, e a única maneira de ter sucesso é aprendendo a estudar antes de começar os estudos. Fomos atrás para descobrir qual é esse segredo entre os aprovados – Confira na matéria:

Neste último mês, uma história causou controvérsia entre os chamados ”concurseiros”, pessoas que se dedicam a passar em concursos públicos concorridos. O Jornal, a Folha de SP, publicou uma matéria que trazia uma pesquisa realizada pelo Datafolha (2017) com os aprovados em mais de mil concursos públicos nos últimos anos.

O resultado da pesquisa chamou muito a atenção dos concurseiros e da nossa edição por um fato importante: dos aprovados em concursos federais, 9 em cada 10 haviam estudado alguma maneira eficiente e comprovada de organizar os estudos e responder questões de provas antes de começar a estudar e, o que mais surpreendeu, 6 em cada 10 desses citados começaram a estudar há menos de 1 ano e exerciam outras atividades profissionais durante o dia, além de possuírem um QI entre 90 a 100, que é a média brasileira. Será mesmo que a fila é movida pelos que estudam há mais tempo?

Entre os entrevistados, estava Maria Fernanda (33), casada, ex-secretária em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Segundo ela conta, ela já havia tentado prestar concursos públicos para os mais diversos cargos por 2 anos, depois de ter fracassado com resultados muito abaixo da média, ela desistiu, mas, depois de 5 anos, ela voltou a se preparar aprendendo técnicas ​inteligentes de estudo e realização de provas​ e, em pouco menos de um ano, ela conseguiu conquistar a sua tão desejada estabilidade.

​Ela conta: ”Larguei os estudos por conta da pressão da família, mas nunca havia desistido do sonho da estabilidade de um concurso público, entretanto, não achava capaz para realizá-lo. Já havia feito cursinhos, comprado apostilas, mas não contribuíam em nada com os meus resultados. Sempre uma nova promessa que só queria tirar o meu tempo e dinheiro, mas um amigo que havia passado no concurso para Analista no INSS no ano passado em menos de um ano de estudos me convenceu a fazer um Guia Passo a Passo Online de como Estudar para passar ​em Concurso no qual, ensinava ​técnicas inteligentes de estudar e truques para responder as respostas das provas, assim como a redação. Essa foi a melhor sacada que ele poderia ter me dado, foi ai que minha “chave” virou. Fiz o curso online, voltei a estudar e, em 8 meses, fui nomeada ​auditora fiscal da receita federal, realizei meu sonho e não foi fácil”, salienta Maria Fernanda.

Durante a entrevista, Maria Fernanda mostrou o curso que seu amigo tinha lhe indicado, chamado de Acelerador de Aprovações: Do Zero a Concursado. Pesquisamos a respeito e descobrimos que se trata do método criado pelo Professor Odilon Carpes, que depois de aplicar seu conceito no estudo e nas provas ajudou pessoas a colecionarem aprovações.

Em entrevista à nossa equipe, Professor Odilon , comenta que não imaginava que o sucesso do seu treinamento seria tão grande. Ele conta: ”As pessoas fazem meu treinamento e como elas acabam obtendo resultados acima da média nas provas elas comentam com os amigos que também entram para o treinamento para obter os mesmos benefícios, pois não querem ficar para trás”.

 

Aliado de Rui, deputado Antônio Brito diz que é próximo de ministro da Saúde de Bolsonaro

/ Entrevista

Antônio Brito diz ser próximo de Mandetta. Foto: Diego Vieira

Aliado de Rui Costa (PT), o deputado federal Antônio Brito (PSD) revelou que tem ”grande proximidade” com o futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante entrega da primeira etapa do Centro de Reabilitação Nice Aguiar, nesta segunda-feira (26), em Jequié, pela Santa Casa de Misericórdia. ”Estive com Mandetta, ele é nosso vizinho de gabinete. Ele foi presidente da Comissão de Saúde da Câmara, que também fui presidente, e fui vice-presidente dele. Então tenho grande proximidade ao ministro Mandetta. Espero que ele olhe as santas casas, olhe com carinhos os hospitais filantrópicos. A expectativa é que olhe com carinho”, afirmou ao site Bahia Notícias. ”Tivemos orientação do nosso governador Rui Costa e de Otto Alencar que é o presidente do nosso partido, e a orientação que ele deu é que a aja com independência, aguardando como o governo federal vai se posicionar”, disse.

”Preço do combustível está na média global”, diz Castello Branco, futuro ministro de Bolsonaro

/ Entrevista

Economista Roberto Castello Branco. Foto: Agência Brasil

Indicado para presidir a Petrobras no governo de Jair Bolsonaro, o economista Roberto Castello Branco afirmou que o preço atual dos combustíveis no Brasil está na média praticada pelo mercado internacional. Ele desconversou, no entanto, se manterá a atual política de preços da estatal na próxima gestão. ”O preço [atual] com impostos e subsídios está na média global. Agora, vamos examinar o preço que a Petrobras cobra, como vai ser. Esse é um assunto que vou passar a estudar”, afirmou na saída do Centro Cultural Banco do Brasil, onde trabalha a equipe de transição do governo.  Desde 2016, a Petrobras segue uma política de variação do preço dos combustíveis que acompanha a valorização do dólar e a variação do custo do petróleo no mercado internacional. A falta de estabilidade dos preços dos combustíveis, com sucessivos aumentos, foi a principal queixa dos caminhoneiros que entraram em greve por quase duas semanas no fim de maio. A paralisação e os bloqueios de rodovias em 24 estados e no Distrito Federal causaram a indisponibilidade de alimentos e remédios nas principais cidades do país, escassez e alta de preços da gasolina, com longas filas para abastecimento. O movimento ainda resultou no pedido de demissão do então presidente da estatal, Pedro Parente. Castello Branco é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e fez pós-doutorado na Universidade de Chicago (Estados Unidos), tradicional reduto do pensamento liberal na economia, que se caracteriza pela defesa do livre mercado. Ele também já integrou o conselho de administração da Petrobras. Defensor de maior concorrência no setor de petróleo, ele é contrário às políticas de controle de preço. ”Quando você fixa um preço abaixo do mercado, você afasta a concorrência, mas a um custo muito alto. Foi entre 2011 e 2014 que não só a Petrobras perdeu muito dinheiro, como ajudou a afundar a indústria do etanol, ajudou a ter mais carro na rua, com problema de trânsito e poluição de meio ambiente, uma série de externalidades negativas. E quando se cobra um preço acima do mercado também é prejudicial para a economia. A competição é sempre saudável”, afirmou. Castello Branco também foi diretor do Banco Central e ex-integrante do conselho de administração da Vale. Para assumir a Petrobras, ele ainda precisará passar por uma aprovação formal pelo colegiado de administração da companhia.

”Nem oposição sistemática nem situação automática”, diz Cid Gomes, eleito senador da República

/ Entrevista

Cid Gomes fará oposição ao Governo Bolsonaro. Foto: Divulgação

Eleito para o Senado com mais de três milhões de votos, o ex-governador do Ceará Cid Gomes (PDT) articula a criação de um bloco que, de início, teria 17 dos 81 senadores, mas poderá unir siglas como Rede, PSB, PPS, PHS e PRB. Na Câmara, o PDT faz um movimento parecido com PSB e PCdoB. O objetivo, segundo ele, é criar um bloco de oposição ”programática” ao governo Jair Bolsonaro (PSL) que supere o recorte ideológico da centro-esquerda e aglutine setores do centro e da centro-direita. Segundo ele, se o PT, maior partido da oposição, quiser participar, terá que fazer uma “revisão” de sua postura histórica como oposição sistemática. Cid elogiou Rodrigo Maia (DEM), que, conforme avalia, “inspira estabilidade” e sai na frente na disputa por mais um mandato na presidência da Câmara. Ele descartou apoio neste momento a Renan Calheiros (MDB) para comandar o Senado e disse que seu conterrâneo Tasso Jereissati (PSDB) é um “excelente nome”, mas não o único.

Como o senhor e o PDT vão agir na oposição ao governo de Jair Bolsonaro?
A despeito das críticas à equipe que está sendo formada, nossa disposição é a de fazer uma oposição preocupada com a melhoria do País. Então se aquilo que a gente entende como melhor para o País vier como proposta do governo, terá nosso pronto apoio. E naquilo que a gente não concordar vamos procurar discordar construtivamente oferecendo alternativas e não simplesmente a velha tradição da oposição brasileira, quer seja PT ou PSDB, de apostar no quanto pior melhor. Torcemos para o País dar certo e queremos ajudar para que as coisas entrem nos eixos.

Com quais partidos vocês pretendem se aliar na oposição?
Citar nomes seria restringir. Quem comungar desses mesmos ideais nossos que são, resumidamente, nem oposição sistemática nem situação automática será bem-vindo, será bem-vindo em um esforço de atuação conjunta. Para além disso estamos articulando blocos no Congresso. No Senado este bloco, de partida, teria o PDT, Rede, PSB, PPS, vamos conversar com o PHS e PRB podendo chegar a 17 (senadores) com mais um senador com quem estamos conversando.

Este bloco é para disputar espaço na Mesa Diretora ou para fazer oposição?
Seria para ter uma postura mais repartida, discutida, no Senado. Além disso, este bloco conversará com outros partidos com vistas à participação em comissões técnicas e na Mesa Diretora.

A oposição a Bolsonaro pode ter um recorte que não seja ideológico, que vá além da centro-esquerda?
Não tenho dúvida disso. O comportamento vai e vem do Bolsonaro despertará muitas preocupações na esquerda e na direita. Acho que foi o (Fernando) Collor quem disse que o governo dele deixaria a esquerda perplexa e a direita enfurecida. Os primeiros passos do Bolsonaro são muito parecidos com estes na direção da imponderabilidade. O que não quer dizer, repito, que esteja tudo errado. Só que quero dizer que ele tem tido um comportamento fora do eixo tradicional de esquerda e direita.,

Neste sentido é importante que o comando das Casas fique com nomes da política tradicional?
Eu não diria assim. Diria que dada a imponderabilidade de um governo é muito importante que o Legislativo inspire e atue no sentido de dar serenidade e estabilidade ao Estado no sentido amplo dos três Poderes. Isso não quer dizer que seja alguém da política tradicional.

Quais os nomes que o senhor defende para as presidências da Câmara e do Senado?
Prefiro não citar nomes, mas há na Câmara a possibilidade de reeleição do Rodrigo Maia (DEM), o que não acontece no Senado. Então é óbvio que ele é o nome que parte na frente. Ele está neste espectro de centro, de partido que não é nem situação automática, apesar de já ter três quadros escolhidos para o Ministério, nem oposição sistemática. Ele inspira estabilidade, até porque foi essa a postura dele nos dois anos de governo ou desgoverno Temer.

E no Senado? 
No Senado imagino que a gente primeiro componha o meio de campo com estas características que já citei e que cada partido também se agrupe em blocos e apresente os nomes.

Renan Calheiros poderia cumprir este papel?
Sinceramente acho que neste momento, não. Não quero fazer disso um movimento a favor de sicrano e contra fulano. Até encontrei com ele lá no Senado e disse que vai chegar muita intriga até ele, mas pode ter certeza que não é essa a intenção. O que nós defendemos é um posicionamento da Casa e alguém com experiência.

Tasso Jereissati é uma opção?
Vou repetir que isso não é um movimento em prol de pessoas, é de um posicionamento, embora seja claro que no final pessoas representarão este posicionamento. O Tasso é um nome excelente, teria o perfil daquilo que se imagina para este lugar, mas certamente não é o único nome.

De que forma vocês pretendem se relacionar com o PT?
Se o PT se afinar com essas ideias, não temos nada contra. Se o PT amadurecer e achar que é razoável sair da posição que lhe é histórica de fazer oposição sistemática, tudo bem, nada a opor.

O PT poderia fazer parte destes blocos?
Desde que faça uma revisão, um mea-culpa do seu posicionamento histórico, que é de fazer oposição sistemática quando não são eles o governo.

Qual será o papel de Ciro neste próximo período?
O partido tem ratificado, já está marcando uma nova reunião para dezembro, o compromisso da atuação e quer que o Ciro seja o protagonista dessa atuação.

O senhor prevê um rearranjo partidário neste próximo período?
Na hora que você tem uma cláusula de desempenho que faz com quem 10, 12 partidos não possam mais ter tempo de televisão nem recurso do Fundo Partidário, isso por si só já é uma partida para um rearranjo partidário. Para além disso, acho que alguns partidos vão passar por processos de discussão internos que poderão levar a cisões e, a partir disso, a outros arranjos partidários. Cito como exemplos o PSDB e o MDB. Acho que estes dois partidos vão ter processos internos de disputa pelo comando e de posicionamento muito fortes que devem descambar para cisões As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Susana Vieira abre o jogo sobre leucemia e revela que precisou usar fralda: ”isso foi muito pesado”

/ Entrevista

Atriz fala da batalha enfrentada contra leucemia. Foto: Divulgação

A atriz Susana Vieira concedeu a primeira entrevista depois que veio a público a notícia de que elaenfrenta há pelo menos 3 anos uma batalha contra a leucemia. Ao programa Fantástico, da TV Globo, ela falou sobre a primeira pergunta que fez para o médico quando descobriu que estava doente. ”Primeira pergunta que fiz pra ele foi: Eu vou morrer? Quando?”, disse a artista dizendo que o doutor respondeu que ela iria morrer, mas não necessariamente dessa doença. Além disso, Susana falou sobre outra preocupação: ”Eu vou perder o meu cabelo? Se eu conto para as pessoas isso pode parecer vulgaridade, porque a gente é mulher e cabelo é importante pra nós”, afirmou. Em um dos momentos mais emocionantes da conversa, Susana revelou que precisou usar fralda no período em que esteve internada: ”Tiveram que trocar fralda em mim, porque eu não podia levantar. Quando eu me vi tão dona de mim, a Susana Vieira com uma enfermeira tendo que trocar minha fralda, porque eu não podia me levantar, isso foi muito pesado. Aí bateu! Aí você vê que está doente”, disse.

”Recebemos a notícia com preocupação”, diz Eures sobre saída de cubanos do Mais Médicos

/ Entrevista

Eures comenta saída dos cubanos. Foto: Blog Marcos Frahm

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro (PSD), mostrou preocupação ao comentar a saída dos médicos cubanos do Programa Mais Médicos. Nos municípios da Bahia, atuam 846 médicos vindos de Cuba, em cerca de 300 municípios. ”Recebemos a notícia com muita preocupação. Esses médicos atuam, muitas vezes, em lugares que médicos brasileiros não aceitam ir, na zona rural, comunidades distantes, quilombolas e indígenas. É lamentável para a população ter que voltar a sofrer com a falta de atendimento na saúde básica. O efeito será desastroso para estratégia de Saúde da Família nos municípios”, reclamou o gestor que é prefeito de Bom Jesus da Lapa e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Na próxima segunda-feira (19), cerca de 100 prefeitos baianos participam de uma mobilização em Brasília. O encontro, agendado no início do mês, ganhou agora uma demanda urgente com o anúncio da saída dos cubanos do Programa Mais Médicos. Nos municípios da Bahia, atuam 846 médicos vindos de Cuba, em cerca de 300 municípios. ”Observamos que esses profissionais eram os mais atenciosos, iam à casa dos pacientes, tinham uma ausculta cuidadosa e cumpriam carga horária, diferente do quadro que vivíamos antes de médicos que cobravam o triplo do valor e trabalhavam em três municípios diferentes, sem dar a carga horária contratada. E estamos falando de municípios pequenos com menos de 20 mil habitantes, com muita dificuldade de fixação dos médicos daqui. Na verdade, o que tínhamos era quase um leilão na região quando aparecia um médico, quem dava mais tinha o serviço. Não podemos voltar a essa situação”, conta. Com informações do Bahia Notícias

Em entrevista, Lídice da Mata diz que governo Bolsonaro tem ”tendência autoritária”

/ Entrevista

Lídice ainda critica decisão de Moro. Foto: Blog Marcos Frahm

Em entrevista à rádio Itapoan FM de Salvador, na noite desta terça-feira (6), a senadora Lídice da Mata (PSB) afirmou que o governo Bolsonaro tem tendência autoritária. ”Não tenho dúvida que, pelo anunciado discurso do presidente, vivemos um governo com tendência autoritária grande. Isso no anúncio”, disse a senadora. Eleita deputada federal nas últimas eleições, Lídice também criticou a escolha do juiz federal Sérgio Moro para o cargo de ministro da Justiça. ”Acho que, se Moro tivesse preocupação com a imagem da Justiça e da imparcialidade, ele não teria aceito. Acho ruim”.