Educação: Estado abre mais de 20 mil vagas para cursos técnicos de nível médio

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A Secretaria da Educação do Estado abriu inscrições, nesta quinta-feira (4), para mais de 20 mil vagas de cursos técnicos de nível médio. As vagas são para os Centros Estaduais e Centros Territoriais de Educação Profissional, além de unidades compartilhadas na capital e em mais 97 municípios dos 27 Territórios de Identidade. As inscrições seguem até dia 14 de julho.

Ao todo são 45 cursos disponibilizados nas formas de oferta Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrada à Educação de Jovens e Adultos (PROEJA Médio) e Subsequente ao Ensino Médio (para quem já concluiu o Ensino Médio na rede pública e quer voltar a estudar). Entre os cursos estão: Administração, Segurança do Trabalho, Logística, Meio Ambiente, Agroecologia, Agropecuária, Enfermagem, Nutrição e Dietética, Análises Clínicas, Edificações, Eletrotécnica, Informática, Contabilidade, Farmácia, Química, Cozinha, Alimentos, Panificação, Recursos Humanos, Edificações, Desenho da Construção Civil, Rede de Computadores, Secretariado, Conservação e Restauro, Artes Visuais, instrumento Musical, Documentação Musical e Regência.

Do total ofertado, 12.510 vagas são para os cursos na forma de articulação Subsequente ao Ensino Médio. Neste caso, os estudantes devem acessar o Portal da Educação para realizar a inscrição no sorteio eletrônico. O resultado será divulgado no dia 16 de julho e os contemplados devem comparecer às unidades escolares para as quais se inscreveram para efetuar a matrícula no período de 18 e 19 de julho.

As demais 7.720 vagas são para cursos na forma de articulação PROEJA Médio, direcionada a jovens com mais de 18 anos, que concluíram o Ensino Fundamental. Para este público, a matrícula é feita diretamente nas unidades escolares ofertantes de Educação Profissional, com vagas disponíveis, no período de 18 e 19 de julho. No ato da matrícula, o estudante deve apresentar documentos como o original do histórico escolar; originais e cópias da cédula de identidade ou certidão de registro civil, do CPF e do comprovante de residência. Nos dois casos, as aulas serão iniciadas no dia 29 de julho.

Universidade Federal da Bahia está entre as 200 melhores jovens universidades do mundo

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A Universidade Federal da Bahia (Ufba) foi eleita uma das 200 melhores jovens universidades do mundo no ranking inglês Times Higher Education (THE). A informação é do site G1 BA.

É a primeira vez que a instituição entra nesse extrato do ranking, que é considerado o mais prestigiado do mundo. A universidade está classificada na faixa entre o 151º e o 200º lugar. Além disso a Ufba ocupa o 31º lugar no grupo das universidades latino-americanas mais bem posicionadas.

De acordo com a publicação, o ranking geral é liderado pela Universidade da Califórnia (EUA), seguido pela Universidade Nacional da Austrália e pela Universidade Chinesa de Hong Kong.

Conforme o G1, a Ufba é a quarta instituição brasileira mais bem posicionada, ficando atrás da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ocupa a 67ª posição, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), que estão na faixa entre o 101º e o 150º lugar.

Junto com a Federal da Bahia, na faixa entre 151º e 200º lugar, estão outras duas universidades federais brasileiras: a de Brasília (UnB) e do Ceará (UFC).

Programa Bolsa Família: prazo para envio de frequência escolar termina nesta quinta

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Termina nesta quinta-feira (27) o prazo para que as secretarias municipais de educação de todo o país enviem o registro de frequência escolar de beneficiários do Programa Bolsa Família ao Ministério da Educação. As informações são referentes aos meses de abril e maio deste ano.

O benefício do programa está condicionado à presença mínima mensal de 85% nas aulas para alunos de 6 a 15 anos e de 75% para jovens entre 16 e 17 anos. ”Pedimos que os registros sejam feitos ao longo do período para que o sistema não fique sobrecarregado na última hora e gere dificuldades”, alerta a coordenadora geral de Acompanhamento da Inclusão Social da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, Simone Medeiros.

Segundo ela, o acompanhamento é feito cinco vezes ao ano. No primeiro período de 2019, de fevereiro a março, o percentual de cumprimento de frequência do público acompanhado foi de 95,16%. ”Esse levantamento é uma importante referência para a formulação de políticas públicas de fomento à permanência e à progressão escolar”.

O esforço conjunto do governo federal, das administrações estaduais e das prefeituras envolve uma rede de aproximadamente 56 mil profissionais de educação, mobilizados ao longo de cinco períodos bimestrais em mais de 140 mil escolas.

A partir do levantamento, também são identificados os motivos que levaram à baixa frequência escolar dos alunos. As informações são consideradas ferramenta fundamental para o desenvolvimento de ações de combate ao abandono e à evasão escolar. Os dados são mantidos no Cadastro Único, que permite a identificação dos estudantes, o monitoramento de sua frequência e o recebimento do benefício do Programa Bolsa Família.

Bolsa Família: frequência escolar deve ser enviada até quinta-feira pelas secretarias de Educação

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Secretarias municipais de educação de todo o país devem enviar o registro de frequência escolar de beneficiários do Programa Bolsa Família ao Ministério da Educação até a próxima quinta-feira (27). As informações são referentes aos meses de abril e maio deste ano. O benefício do programa está condicionado à presença mínima mensal de 85% nas aulas para alunos de 6 a 15 anos e de 75% para jovens entre 16 e 17 anos.

”Pedimos que os registros sejam feitos ao longo do período para que o sistema não fique sobrecarregado na última hora e gere dificuldades”, alerta a coordenadora geral de Acompanhamento da Inclusão Social da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, Simone Medeiros.

Segundo ela, o acompanhamento é feito cinco vezes ao ano. No primeiro período de 2019, de fevereiro a março, o percentual de cumprimento de frequência do público acompanhado foi de 95,16%. ”Esse levantamento é uma importante referência para a formulação de políticas públicas de fomento à permanência e à progressão escolar”.

O esforço conjunto do governo federal, das administrações estaduais e das prefeituras envolve uma rede de aproximadamente 56 mil profissionais de educação, mobilizados ao longo de cinco períodos bimestrais em mais de 140 mil escolas.

A partir do levantamento, também são identificados os motivos que levaram à baixa frequência escolar dos alunos. As informações são consideradas ferramenta fundamental para o desenvolvimento de ações de combate ao abandono e à evasão escolar. Os dados são mantidos no Cadastro Único, que permite a identificação dos estudantes, o monitoramento de sua frequência e o recebimento do benefício do Programa Bolsa Família. Da Agência Brasil

Sancionada lei que garante vagas, na mesma escola, a irmãos com idades aproximadas

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou a Lei 13.845/19, nesta terça-feira (18), que garante a irmãos que frequentam a mesma etapa ou ciclo de ensino da educação básica vagas na mesma escola pública próxima a sua residência.

A lei, oriunda do projeto do ex-deputado Neilton Mulim, alterou o inciso V do art. 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garantia apenas o acesso à escola pública e gratuita próxima da residência do aluno.

Educação: Pesquisa revela que professores brasileiros recebem pior salário entre 48 países

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Entre 48 países pesquisados o Brasil ocupa a última posição em relação a média de salário recebido pelos professores. Segundo o portal O Globo, a pesquisa TALIS realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também concluiu que estes profissionais não ganham aumento salarial ao longo dos anos de carreira.

Divulgada nesta quarta-feira (19), a pesquisa propôs comparar os 48 países após converter os salários de todos eles em dólar. A partir daí foi feito o cálculo de poder de compra e em média foi revelado que o profissional da educação brasileiro recebe ao ano cerca de US$ 13.971. Por mês o valor gira em torno de US$ 1.164.

Em comparação, os educadores da Dinamarca, que ficaram em primeiro lugar no levantamento, ganham ao ano US$ 42.841, por mês o valor chega a cifra de US$ 3.570. Além disso, no país europeu os profissionais ao longo da carreira podem chegar a receber ao ano US$ 55.675. Este aumento, no entanto, não é realidade entre profissionais do Brasil, Letônia e Estônia.

Evasão escolar: Bahia tem 2º menor percentual de adultos com nível superior completo

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A Bahia é um dos líderes nacionais em defasagem e abandono escolar entre adolescentes e jovens, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que o abandono escolar começa a se apresentar no grupo etário de 11 a 14 anos. Nessa faixa etária, 2 em cada 10 crianças na Bahia (19,9%) já não estão cursando o segundo ciclo do ensino fundamental.

Esse percentual mais que dobra entre os adolescentes de 15 a 17 anos. Nessa faixa etária, pouco mais de 4 em cada 10 pessoas (44,6%) ou já saíram da escola ou ainda não chegaram ao ensino médio. Como consequência disso, conforme a pesquisa, em 2018 apenas 1 em cada 10 adultos baianos (10,1%) concluíram um curso universitário, o segundo menor percentual do país, acima apenas do verificado no estado do Maranhão (8,6%).

Em média, no Brasil, 16,5% das pessoas de 25 anos ou mais de idade tinham curso superior completo em 2018, nível de instrução alcançado por 1 em cada 3 pessoas no Distrito Federal (34,3%) e 1 em cada 5 em São Paulo (21,7%) e no Rio de Janeiro (20,1%). Na Bahia, o percentual de adultos com nível superior teve leve aumento de 2017 (9,9%) para 2018 (10,1%), período em que o estado foi ultrapassado, nesse indicador, por Alagoas (de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018) e Pará (de 9,1% para 10,7%).

Abandono

A pesquisa do IBGE aponta que o início do percurso escolar na Bahia está muito perto da universalização. Aos 4 ou 5 anos, quando a educação passa a ser obrigatória, pouco mais de 9 em cada 10 crianças baianas estão na pré-escola, 96,8% do total. É a quarta maior taxa de escolarização para essa faixa etária entre os estados brasileiros e está acima da média nacional (92,4%). Na etapa seguinte, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos na Bahia frequentam a escola (99,2%), assim como ocorre no país (99,3%) e em todos os estados, que têm taxas acima de 98%. O problema, no entanto, se dá no grupo etário de 11 a 14 anos, quando a defasagem/abandono começa a se intensificar.

Em 2018, a taxa ajustada de frequência escolar líquida entre as pessoas de 15 a 17 anos, que mede quantas delas estão na escola e cursando o nível de ensino adequado à idade, refletindo repetência e evasão escolar, era de 55,4% na Bahia, a segunda mais baixa do país, acima apenas da verificada em Sergipe (50,8%). No Brasil, a taxa ajustada de frequência escolar entre adolescentes era de 69,3%, o que significa que 3 em cada 10 pessoas de 15 a 17 anos ou já haviam deixado a escola ou estavam defasadas. A taxa era maior (ou seja, a defasagem/ abandono era menor) em São Paulo (80,9% dos adolescentes estavam no ensino médio) e em Mato Grosso (76,8%).

A defasagem/abandono escolar na Bahia praticamente duplicava novamente na faixa etária seguinte. Em 2018, pouco mais 8 em cada 10 jovens de 18 a 24 anos ou haviam abandonado a vida escolar ou ainda não tinham chegado à universidade. O estado tinha a menor taxa ajustada de frequência líquida do país para esse grupo etário: 16,0%. No Brasil como um todo, 1 em cada 4 pessoas de 18 a 24 anos estava cursando o ensino superior em 2018 (25,2%), taxa que atingia seus maiores níveis no Distrito Federal (42,9%) e em Santa Catarina (31,9%).

Abandono é menor entre mulheres e brancos

Na Bahia, tanto entre os adolescentes de 15 a 17 anos quanto entre os jovens de 18 a 24 anos, as mulheres estão mais ajustadas ao percurso escolar que os homens, e as pessoas que se declaram brancas estão mais ajustadas que as pessoas que se declaram pretas ou pardas, ainda conforme o levantamento. No ensino médio, a desigualdade por sexo é significativamente mais representativa que a desigualdade por cor. Em 2018, entre as mulheres de 15 a 17 anos, 63,5% cursavam o ensino médio, frente a 47,4% dos homens. Entre as pessoas brancas, 57,9% estavam no ensino médio, frente a 55,1% entre pretos ou pardos.

Já no ensino superior, a desigualdade por cor é maior que a desigualdade por sexo. Dentre as mulheres baianas de 18 a 24 anos, 18,2% estavam na universidade em 2018, frente a 14,0% dos homens. Entre as pessoas que se declaravam brancas, 21,1% estavam no ensino superior, frente a 15,1% dos pretos ou pardos.

As desigualdades por sexo e cor ou raça na defasagem/abandono escolar se refletem no perfil das pessoas que tinham nível superior em 2018, na Bahia. Enquanto 10,1% das pessoas de 25 anos ou mais de idade tinham concluído a universidade, o percentual era de 12,2% entre as mulheres, frente a 7,7% entre os homens. Assim como também era maior entre os que se declaravam brancos (17,9%) do que entre os pretos ou pardos (8,4%).

Enquanto as mulheres representavam pouco mais da metade da população baiana em geral (51,6%), eram 6 em cada 10 pessoas com nível superior completo (64,4%). No caso das pessoas de cor branca, a sobre representação entre os que tinham nível superior completo era ainda mais evidente. Enquanto, em 2018, os que se declaravam brancos representavam 18,1% da população baiana em geral, eram quase 7 em cada 10 adultos com ensino superior (67,2%).

Baixa média de anos de estudo

A pesquisa ainda aponta que, em média, as pessoas de 25 anos ou mais de idade da Bahia haviam estudado 7,9 anos, ou seja, não tinham atingido o total de anos de estudo equivalente ao ensino fundamental completo (9 anos). A média de anos de estudo na Bahia ficava abaixo da verificada no Brasil com um todo (9,3 anos) e era a 5ª mais baixa entre os estados, empatada com Sergipe. Alagoas (7,3), Piauí (7,4) e Maranhão (7,5) tinham as menores médias de anos de estudo, enquanto Distrito Federal (11,4), Rio de Janeiro (10,5) e São Paulo (10,4) tinham as maiores.

Em 2018, as mulheres baianas tinham, em média, 8,4 anos de estudo, já os homens tinham 7,4 anos de estudo. As pessoas que se declaravam brancas tinham 8,8 anos de estudo, enquanto os pretos ou pardos tinham 7,7. O número médio de anos de estudo reflete o nível de instrução alcançado pelas pessoas de 25 anos ou mais de idade, e, na Bahia, em 2018, só 4 em cada 10 adultos (39,7%) haviam concluído a educação básica, ou seja, haviam terminado o ensino médio. Esse percentual apresentou uma variação positiva em relação a 2017, quando havia ficado em 38,7%. O aumento, porém, não foi estatisticamente significativo.

Na BA, 28,2% não estudam e nem trabalham

Na Bahia, o percentual de pessoas de 15 a 29 anos de idade que não estavam estudando e nem trabalhavam avançou pelo segundo ano consecutivo e chegou a 28,2% em 2018, o que representava quase 1 milhão de pessoas nessa situação (962 mil). Em 2016, esse percentual era de 24,9% e, em 2017, de 27,3%.

O aumento de 2017 para 2018 se concentrou entre os mais jovens (de 8,1% para 9,6% das pessoas de 15 a 17 anos de idade) e mais velhos (passou de 34,1% para 36,6% entre os de 25 a 29 anos), mas teve um discreto recuo entre os jovens de 18 a 24 anos, de 32,5% para 31,5%. Também cresceu mais entre as mulheres (de 33,3% para 34,5%) e entre as pessoas que se declaravam pretas ou pardas (de 27,8% para 28,3%). Em 2018, 21,9% dos homens de 15 a 29 anos não estudavam nem trabalhavam e 27,0% das pessoas que se declaravam brancas estavam nessa situação.

Analfabetismo

Em 2018, 12,7% das pessoas de 15 anos ou mais de idade na Bahia eram analfabetas, ou seja, 1,483 milhão de baianos nesse grupo etário afirmavam que não sabiam ler nem escrever um bilhete simples. Esse contingente teve um aumento pequeno em relação a 2017, quando eram 1,465 milhão de analfabetos no estado, e a taxa não cedeu, ficando a mesma (12,7%).

O analfabetismo na Bahia, assim como no Brasil em geral, está fortemente relacionado à idade, aponta o IBGE. No estado, quase 9 em cada 10 analfabetos, em 2018, tinham 40 anos ou mais de idade (87,6% ou 1,294 milhão de pessoas), enquanto metade (50,5%) eram idosos, de 60 anos ou mais (749 mil pessoas). O envelhecimento populacional fez esses dois contingentes crescerem entre 2017 e 2018, quando eram de 1,264 milhão e 714 mil respectivamente.

Na Bahia, 1 em cada 3 pessoas de 60 anos ou mais de idade afirmava ser analfabeta em 2018 (35,3%), percentual que era mais que o dobro do calculado para o total de pessoas de 15 anos ou mais (12,7%). A situação é pior para os idosos que se declaram pretos ou pardos: quase 4 em cada 10 deles (37,4%) eram analfabetos, o que representava 615 mil pessoas. No Brasil, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade em 2018 era a metade da verificada na Bahia: 6,8%, o que representava 12,4 milhões de pessoas que não sabiam ler nem escrever. Dessas, 87,9% tinham mais de 40 anos e 53,1% eram idosos. A taxa de analfabetismo para as pessoas de 60 anos ou mais de idade, no país, chegava a 18,6%. G1

Educação: Candidatos em lista de espera do Sisu começam a ser convocados a partir de hoje

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Candidatos inscritos na lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam a ser convocados a partir de hoje (19). Segundo o Ministério da Educação (MEC), a chamada é feita diretamente pelas instituições de ensino superior.

O estudante selecionado deve conferir o prazo para a matrícula e verificar na instituição de ensino em que foi aprovado os locais, horários e qual a documentação necessária.

Os candidatos que não foram selecionados na chamada regular do Sisu em nenhuma das duas opções de curso cadastradas puderam manifestar interesse na lista de espera da seleção.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No segundo semestre de 2019, o Sisu teve 1.213.679 inscrições, número 24,3% superior ao de 2018 (976.765). Esta edição também registra alta de 25,9% na quantidade de candidatos inscritos, sendo 640.205 contra 508.486. A diferença do números de candidatos e de inscrições se dá porque o sistema permite que os estudantes escolham mais de uma opção de curso.

O pré-requisito para concorrer ao Sisu é ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtido nota acima de zero na redação. Da Agência Brasil

Serviço Social da Indústria oferece mais de 2 mil vagas para adultos retomarem estudos

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O Serviço Social da Indústria (SESI Bahia) oferece 2.364 vagas gratuitas de Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Médio (1º ao 3º ano) para jovens e adultos que desejam retomar os estudos. As matrículas estão abertas até o dia 5 de junho, sexta-feira, e para se inscrever é preciso se dirigir às unidades do SESI, levando RG, CPF, comprovante de residência e histórico escolar.

Em nota, o SESI informou que o curso pode ser feito à distância, em um dos polos de educação do SESI na capital e no interior. Os cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) existem desde 1996 e, a partir de 2013, passou a ser oferecido também à distância. Vale lembrar que o SESI Bahia é a única instituição no Estado que oferece o ensino médio a distância, com autorização do Ministério da Educação.

Universidade Estadual de Feira de Santana divulga matrículas homologadas do Sisu 2019

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Já está disponível a relação de matrículas homologadas referente ao Sisu 2019.2. A informação foi divulgada pela Coordenação de Seleção e Admissão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Confira aqui as matrículas homologadas.

De acordo com a Uefs, o candidato que teve a matrícula não homologada poderá, nesta terça-feira (18), interpor recurso, via Expediente/DAA , até as 17h45, conforme o EditalUefs/Sisu. Mais informações no site SiSu/Uefs.

Resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos está disponível

/ Educação

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) está disponível na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir de hoje (18), comparecer nas instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição.

No site do ProUni está disponível a lista da documentação necessária. Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 25 de junho.

Aqueles que não foram selecionados têm ainda outras chances. No dia 2 de julho será divulgada a lista dos aprovados em segunda chamada. Os candidatos podem, ainda, participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho.

ProUni

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capitade até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Quem pode participar

Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido ainda nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Secretaria de Educação da Bahia abre inscrições de processo seletivo para nutricionistas

/ Educação

Começam as inscrições do processo seletivo que oferece 36 vagas para nutricionistas, que vão atuar na sede da Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC) e nos Núcleos Territoriais de Educação (NTE). O procedimento deve ser feito até 3 de julho, no site Seleção Uneb. O valor da taxa é R$ 60.

Para concorrer às vagas é necessário ter formação de nível superior (Bacharelado em Nutrição), com registro de diploma e inscrição regular no Conselho de Nutricionista de sua região. O processo seletivo conta com prova objetiva, dividida em questões de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos da área de nutrição. A aplicação será realizada no dia 21 de julho, das 13h às 17h, em locais e horários a serem divulgados no site do concurso.

O cargo temporário é celebrado sob o Regime Especial de Direito Administrativo- Reda, pelo período máximo de até dois anos, que pode ser renovado por igual período. A remuneração total é de R$ 2.635,39, com carga horária de 40 horas semanais.

As vagas são para trabalhar na SEC/Sudepe, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e nos NTE dos municípios de Irecê, Bom Jesus da Lapa, Seabra, Serrinha, Itabuna, Valença, Teixeira de Freitas, Itapetinga, Amargosa, Juazeiro, Barreiras, Macaúbas, Caetité, Itaberaba, Ipirá, Jacobina, Ribeira do Pombal, Alagoinhas, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Santo Antônio de Jesus, Jequié, Santa Maria da Vitória, Paulo Afonso, Senhor do Bonfim, Eunápolis e NTE Metropolitano de Salvador.

Educação: Unijorge oferece desconto para servidores estaduais no segundo semestre

/ Educação

A Unijorge, parceira do Clube de Desconto do Servidor, oferece para funcionários públicos estaduais e seus dependentes desconto de 90% no valor da matrícula para os cursos de graduação presencial, com ingresso no segundo semestre de 2019, período 2019.2. A vantagem inclui também 35% de desconto nas demais mensalidades até o final do curso em qualquer forma de ingresso na universidade.

Os candidatos têm diversas opções de ingresso na universidade. São elas: via vestibular tradicional ou pelo vestibular agendado ou aproveitamento da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), entre os anos de 2010 e 2018. Basta ter alcançado a média de notas mínimas de 300 pontos e não ter zerado a redação.

Os benefícios são válidos para os três campi da Unijorge (Paralela, Tancredo Neves e Comércio), mas as vagas são limitadas e estão sujeitas à formação de turmas. O desconto é válido apenas para novos alunos da instituição.  A promoção não é cumulativa com outras campanhas, exceto o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Programa Universidade para Todos (ProUni) e o PraValer (Unijorge Juros Zero).

Para garantir a vantagem, os servidores interessados devem utilizar o Código Promocional GOV2019 no ato da inscrição.  Após a aprovação no vestibular ou nota do Enem, o servidor ou seus dependentes deverão solicitar, no próprio site da instituição, o registro da manutenção do desconto até o final do curso, anexando o crachá funcional ou contracheque junto a um documento original com foto. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (71) 9-9611-7031 / (71) 3206-8000 ou pelo e-mail: [email protected]

Educação: ProUni deve divulgar nesta terça-feira resultado de primeira chamada

/ Educação

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) será divulgado hoje (18), na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir desta terça-feira, ir às instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição.

No site do ProUni está disponível a lista da documentação necessária. Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 25 de junho.

 Aqueles que não foram selecionados têm ainda outras chances. No dia 2 de julho seja divulgada a lista dos aprovados em segunda chamada. Os candidatos podem, ainda, participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho. ProUni

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Quem pode participar

Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido ainda nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.