IFBA de Jequié busca se adequar ao contingenciamento do Ministério da Educação

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IFBA reuniu seus servidores docentes e técnicos. Foto: Divulgação

Diante do atual contexto econômico brasileiro, no qual o Ministério da Educação – MEC anunciou a necessidade de contingenciamento de parte dos recursos destinados às instituições federais de ensino, a diretoria do IFBA campus Jequié reuniu seus servidores docentes e técnicos administrativos em educação, além de representantes dos trabalhadores terceirizados, na sexta-feira (24), para debater os possíveis impactos locais com esta medida. O Departamento de Administração apresentou uma planilha de valores considerando os compromissos assumidos pelo campus, o orçamento previsto para 2019 e as possíveis consequências, caso o bloqueio orçamentário se confirme.

Até o momento, de R$ 1.695.591,97 do custeio global do campus em 2019, já foram liberados R$ 678.236,79. O possível bloqueio pode atingir os recursos ainda não liberados pelo Governo Federal (R$ 1.037.355,18) no total de 36,6%. Assim, o IFBA Jequié teria um déficit de R$ 373.030,23 de verbas de custeio este ano. A estagnação de recursos pode comprometer o funcionamento do campus Jequié, afetando o ensino, a pesquisa e a extensão, em todos os níveis ofertados. Neste sentido, e a fim de manter as mínimas condições das atividades acadêmicas e a continuidade do ano letivo, foram debatidas diversas propostas de economia de recursos no campus. Uma delas seria a necessidade do desligamento de alguns trabalhadores terceirizados ligados à limpeza, manutenção, merenda e segurança.

Apesar da comoção entre os servidores presentes na reunião, ficou esclarecido que esta medida, em se mantendo a condição do contingenciamento, será necessária, o que poderá implicar no fechamento de até 12 postos de trabalho no IFBA. Isso porque o campus Jequié já vinha nos últimos anos tendo que administrar um limite muito reduzido de recursos devido à sequência de contingenciamentos. Porém, ainda assim, seriam necessárias ações efetivas de todos os frequentadores do campus no sentido de economizar água e energia e, administrativamente, evitar o uso de materiais de consumo, como papéis e copos descartáveis, e suspender a utilização de recursos para diárias e passagens.

O Departamento de Ensino – DEPEN já vinha adotando essas práticas e conseguiu reduzir o consumo de papel, por exemplo, em 65%. Durante a reunião, foi formada uma Comissão de Gerenciamento de Crise, com o objetivo de discutir e promover ações para adequar o campus à realidade orçamentária definida pelo MEC. A primeira medida prática, tomada ainda durante a reunião, foi estabelecer a imediata suspensão do uso dos aparelhos de ar condicionado em todas as dependências do Instituto até que a situação orçamentária se normalize.  Na próxima semana, essa Comissão irá realizar uma nova reunião ampliada, desta vez com os pais ou responsáveis e os próprios estudantes, já marcada para terça-feira, 28, às 17h; além de buscar apoio junto a entes públicos como Prefeituras, Câmaras de Vereadores, Ministério Público Federal e outras; levar à comunidade regional através da imprensa o real cenário enfrentado pelo IFBA Jequié; e atuar diretamente junto à comunidade a fim de potencializar, por meio da economicidade, os recursos ainda disponíveis.

Educação: Menos de 1% dos estudantes aderiram à renegociação de dívidas com o Fies

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Lançada no último dia 29 de abril, a renegociação das dívidas de estudantes inadimplentes há mais de 90 dias com o Fies (Financiamento Estudantil) ainda não surtiu efeito. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha, menos de 1% dos 517 mil alunos com contratos em atraso aderiram até então. O governo pretende diminuir em R$ 2,2 bilhões o passivo do programa, que tem saldo devedor total de R$ 11,2 bilhões.

Os interessados em aderir à iniciativa devem pagar uma entrada de 10% do valor da dívida ou R$ 1.000 (o que for maior). O restante, acrescido de juros e demais encargos, poderá ser quitado em quatro anos, com parcela mínima mensal de R$ 200. O prazo para entrar no programa se encerra no dia 29 de junho.

Educação: ProUni abre inscrições no dia 11 de junho para bolsas no 2º semestre

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O Programa Universidade para Todos (ProUni) vai abrir inscrições para bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior no dia 11 de junho. O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site do Prouni.

As bolsas de estudo ofertadas são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%, e são para o segundo semestre deste ano. As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos. Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

Além disso, cada estudante precisa ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral. É preciso ter obtido uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública. A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para 18 de junho deste ano. Já a segunda chamada será no dia 2 de julho.

O candidato pré-selecionado deverá comparecer à respectiva instituição de ensino superior para comprovação das informações no período de 18 a 28 de junho, caso tenha sido selecionado na primeira chamada e de 2 a 11 de julho na segunda. A lista de espera, caso as vagas não sejam ocupadas, fica disponível no site para consulta pelas instituições de ensino no dia 18 de julho.

Educação: IF Baiano oferece mais de mil vagas para curso técnico a distância em venda

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O IF Baiano oferece 1.320 mil vagas no curso técnico subsequente em vendas, da modalidade Educação a Distância (EAD). As vagas são distribuídas em 33 campi e polos de apoio presencial do IF Baiano, localizados em diferentes municípios do estado da Bahia.

As inscrições são gratuitas e começam na sexta-feira (24). Elas podem ser feitas feitas online, no link disponível na página da seleção. O prazo encerra no dia 6 de junho. É pré-requisito para participar da seleção ter concluído o ensino médio. O processo de seleção oferece três sistemas de vagas: ampla concorrência (25%), reserva de vagas para estudantes oriundos de escolas públicas (70%) e reserva de vagas para pessoas com deficiência (5%).

No edital, os candidatos podem conferir informações detalhadas sobre inscrições, matrícula e documentação necessária. Os interessados devem estar atentos ao local de escolha da vaga, pois, embora, majoritariamente a distância, o curso possui encontros presenciais nos polos ou campi indicados. A duração é de 2 semestres. A seleção dos candidatos será realizada mediante manifestação de interesse na vaga, por meio de inscrição online. A seleção e a classificação dos candidatos será dada de acordo com a ordem de inscrição.

Sobre o curso

O curso técnico em vendas objetiva formar profissionais com as habilidades e conhecimentos necessários para atuação no mundo do trabalho e que dominem as competências para o exercício profissional de técnico em vendas, convergindo para o desenvolvimento socioeconômico local e regional.

Ministério da Educação abre nesta quinta-feira consulta para vagas disponíveis no Sisu

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A partir de amanhã (23), os estudantes já poderão consultar as vagas disponíveis nas instituições e cursos oferecidos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre, na pagina do Sisu na internet. Podem participar do Sisu, os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.

As inscrições do Sisu poderão ser feitas de 4 a 7 de junho. Durante esse período, uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados. O resultado será divulgado no dia 10 de junho. Os participantes poderão ainda integrar a lista de espera entre 11 e 17 de junho.

Para evitar sobrecarga do sistema, segundo o Ministério da Educação, o simulador do Sisu, que mostra informações dos últimos processos seletivos, vai ficar temporariamente fora do ar a partir desta quinta-feira. A previsão é que volte ao ar no dia 10 de junho. “A medida, preventiva, foi necessária para evitar que o sistema fique sobrecarregado”, disse a pasta. O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior a estudantes que fizeram o Enem.

Balbúrdia: Deputados batem boca durante sessão em comissão da Educação; veja vídeo

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Deputados presentes hoje (22) na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados protagonizaram uma cena de balbúrdia na presença do ministro da Educação, Abraham Weintraub, por conta da participação de membros da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Na tentativa de fazer perguntas ao ministro, parlamentares do PSL, entre eles a deputada federal baiana Dayane Pimentel, tentaram impedir que a presidente da sessão, a deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), questionasse o ministro. Weintraub disse uqe não iria falar com os estudantes.

”Eu não quero falar com a UNE, eles não são eleitos. Eu nunca fui filiado à UNE”, disse. Já com o microfone cortado, deputados fizeram fila em frente à mesa para questionar a presidente da sessão. Um manifestante chegou a ser detido.

Ministério da Educação elabora plano para recurso em universidade com parcerias privadas

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O Ministério da Educação elabora um plano de parcerias entre universidades e empresas para ser discutido com reitores em 20 dias, segundo o secretário de ensino superior, Arnaldo Lima. A ideia é que a pasta tome a dianteira na aproximação entre a pesquisa feita no que Lima caracteriza como universidades com espírito empreendedor e as necessidades do mercado.

Entre os objetivos, segundo Lima, está permitir que as parcerias possam servir como uma nova fonte de recursos para as faculdades. Ainda sem oferecer detalhes sobre o plano, Lima disse que a pasta quer premiar as escolas com bom desempenho. Também defende maior internacionalização das universidades brasileiras.

”Queremos mensurar externalidades positivas e premiar casos de sucesso.” O governo Bolsonaro anunciou em abril cortes no orçamento das universidades federais e bolsas de pesquisa foram congeladas. Lima disse que o contingenciamento era necessário por uma questão de responsabilidade fiscal e disse que educação segue como prioridade do governo. Também afirmou ver com otimismo a possibilidade de os recursos serem liberados no segundo semestre, após uma eventual aprovação da reforma da Previdência.

Ele disse esperar que sejam direcionados para a educação recursos devolvidos pela Petrobras em acordo firmado pela Operação Lava Jato com autoridades dos Estados Unidos. ”O contingenciamento de curto prazo é por entendermos a importância da responsabilidade fiscal. Ela não é um fim em si mesmo. Queremos, com ela, atrair mais recursos para inovação.”

Universidades apontam que, caso o corte seja mantido do modo como anunciado, não terão recursos para suas atividades até o final do ano. Associações de empresas que investem em inovação ouvidas pela reportagem apontaram receio de que os cortes no orçamento das universidades leve o país a perder a corrida da inovação e ficar para trás na competição global.

Lima disse avaliar o nível de colaboração entre universidades e empresas ainda incipiente no Brasil. Ele afirma que as inovações e as pesquisas deveriam trazer mais benefícios para as universidades do que para os professores e alunos responsáveis pela pesquisa. Sobre dados do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) que indicam que as universidades federais são as maiores depositantes de patente no Brasil, ele disse acreditar que ter grande volume de produção não é o suficiente.

”Não é questão de quantidade, é questão de qualidade. Precisamos fazer as inovações chegarem às empresas para que o retorno chegue às universidades.”’

Educação: Programa ”Partiu Estágio” seleciona 1,4 mil universitários em novas convocações

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O governador Rui Costa anunciou na noite desta terça-feira (21), durante o #PapoCorreria, a convocação de 1.410 universitários para integrar o Partiu Estágio. Os estudantes, inscritos nos dois editais lançados pelo programa em 2019, deverão se apresentar na primeira semana de junho. “Esse é um grande programa socioeducacional, pois complementa a formação dos universitários e tem como foco os alunos oriundos da rede pública”, afirmou Rui.
Nesta quarta (22), a convocação será encaminhada ao candidato por e-mail, o mesmo cadastrado no sistema de inscrição do Partiu Estágio. Os selecionados para o primeiro edital do programa, com vagas para toda a administração pública, têm até o dia 4 de junho para se apresentar. Já os convocados para o segundo edital, específico para atuação na rede estadual de ensino, terão até 6 de junho para se apresentar. Os prazos estão estipulados nos editais correspondentes, disponíveis no site da Secretaria da Administração do Estado
Para o primeiro edital, serão chamados 645 candidatos: estudantes de cursos presenciais de instituições estaduais, federais e privadas da Bahia, que irão atuar em 62 órgãos de 49 municípios. Já a convocação para o segundo edital – destinada a alunos de cursos presenciais e EAD de Letras, Matemática e Educação Física – irá selecionar 765 universitários para a Secretaria da Educação do Estado, com atuação no reforço escolar em todo o estado.
As duas convocações, organizadas de acordo com os editais, podem ser consultadas no site da Saeb. É importante ressaltar que a vaga de estágio é garantida apenas com a entrega de toda documentação exigida, dentro do prazo regulamentar. A lista de todos os documentos será encaminhada por e-mail e poderá ser consultada nos dois editais. Quem não entregar toda a documentação, ou não se apresentar no período estipulado, perderá a vaga.
Sobre o programa 
O Partiu Estágio é uma iniciativa da administração estadual baiana que garante acesso a oportunidades de estágio a estudantes universitários de instituições estaduais, federais e privadas com sede na Bahia e que ainda não conseguiram se inserir no mercado de trabalho.
É prioritário para estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e para aqueles que tenham estudado todo o ensino médio em escola pública ou com bolsa integral na rede privada. Desde o lançamento, em abril de 2017, já foram contratados 8,7 mil universitários para atuar no serviço público baiano.
Lista com a documentação necessária:
– Comprovante de residência
– Original e cópia da Carteira de Identidade
– Original e cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
– Original e cópia de Carteira de Identidade do representante legal, ou do Termo de Guarda expedida por autoridade judicial, se for o caso
– Declaração da Instituição de Ensino informando semestre letivo, duração do curso, percentual cursado, turno de estudo, curso de formação e sua modalidade presencial (Anexo II do Edital)
– Comprovante de matrícula e frequência da Instituição de Ensino
– Declaração própria de que não exerce atividade remunerada em órgão público
– Original e cópia do Título de Eleitor, se for o caso
– Original e cópia do Certificado de Reservista, se for o caso
– Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
– Comprovação de inscrição no Cadúnico, se for o caso
– Histórico escolar do Ensino Médio ou declaração emitida pela instituição de nível médio, no caso dos candidatos que tenham sido selecionados pelo critério de ter estudado todo o Ensino Médio em Escola Pública ou como Bolsista integral
– No caso de pessoas portadoras de deficiência, deverá ser apresentado um Relatório Médico comprovando a deficiência

Educação: Candidatos ao Enem sem isenção têm até quinta-feira para pagar inscrição

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Finalizadas as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, os estudantes que não obtiveram isenção têm até a próxima quinta-feira (23) para pagar a taxa de inscrição. O valor é de R$ 85 e pode ser pago em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem participação garantida.

As inscrições pra o Enem foram encerradas na última sexta-feira (17) com 6.384.957 de inscritos. O total de participantes confirmados será divulgado no dia 28 deste mês. As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

Para reforçar o conhecimento dos candidatos, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) oferece várias estratégias gratuitas, como o Questões do Enem, no qual os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 até 2018. O site permite a resolução das questões online, com o recebimento do gabarito. Pelo perfil EBC na Rede, é possível acompanhar a série Caiu no Enem. O desafio é responder no fim de semana à questão publicada na sexta-feira. Na segunda-feira, um professor responde ao questionamento. A série fica até a semana que antecede ao exame de 2019.

Enem 2019 tem 6,3 milhões de inscritos; estudantes têm até o dia 23 de maio para pagar a taxa

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 6.384.957 inscritos para a edição de 2019. As inscrições terminaram nessa sexta-feira (17). Os estudantes têm até o dia 23 de maio para pagar a taxa, no valor de R$ 85. O total de participantes confirmados será divulgado no dia 28 deste mês.

Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem participação garantida. As provas do Enem 2019 serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro, com quatro provas objetivas e 180 questões, além da redação.

O Enem é realizado anualmente Inep, vinculado ao Ministério da Educação. Em 21 edições, o exame recebeu quase 100 milhões de inscrições. O exame avalia o desempenho do estudante e viabiliza o acesso à educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (ProUni) e instituições portuguesas.

Governo promove mais de 22 mil professores da carreira do magistério público estadual

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Como forma de valorizar a carreira do magistério público estadual, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação, publicou neste sábado (18), no Diário Oficial (D.O), a progressão nos graus da carreira de 22.763 educadores da rede estadual de ensino. Com o mesmo objetivo também foi publicada, no Diário Oficial, a mudança de padrão por conclusão de cursos de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado) de 754 educadores, sendo 731 professores e de 23 coordenadores pedagógicos.

Ao todo, de 2015 a 2019, já foram concedidos pelo Estado mais de 100 mil benefícios, como gratificação de estímulo ao aperfeiçoamento profissional, promoção nos graus e progressão funcional por avanço vertical na carreira do magistério público estadual dos Ensino Fundamental e Médio.

A progressão da carreira contempla os 22.763 professores e coordenadores pedagógicos que concluíram o curso on-line ”Uso Pedagógico de Tecnologias Educacionais”, ofertado na modalidade à distância no ambiente virtual da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Com a promoção no grau da carreira do magistério, os educadores tiveram um ganho real de 14% no vencimento básico, divididos entre os anos de 2018 e 2019, sendo que 6% da promoção foram antecipados pela inscrição do modulo II, em setembro de 2018. O investimento total do Estado com a medida gira em torno de R$ 348 milhões.

Sobre o curso

As aulas do curso online, também conhecido como CATE 3, foram realizadas fazendo uso de uma estrutura tecnológica e metodológica que possibilitou aos professores e coordenadores pedagógicos acessá-lo por meio de ambiente virtual de aprendizagem. O curso teve a carga horária integral de 120 horas e foi constituído de dois módulos de 60h cada. O primeiro teve três etapas divididas em: Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) para a comunicação e coleta de dados; TDIC para Comunicação, Produção e Colaboração; e Avaliação do Módulo. O segundo módulo também teve três etapas divididos em: TDIC para Organização e Criação; Ambientes Virtuais de Aprendizagem; e Avaliação do Módulo.

Educação: Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já recebeu 5,8 milhões de inscrições

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 5.894.270 de inscrições até as 16h30 de hoje (17), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esta sexta-feira (17) é o último dia para se inscrever no exame, que podem ser feitas pela internet, na Página do Participante, até as 23h59, no horário de Brasília.

A taxa de inscrição custa R$ 85. Quem não tem isenção deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. A inscrição é confirmada apenas após o pagamento.

No ano passado, o exame recebeu 6.774.891 de inscrições, mas 5.513.662, o equivalente a 81,3%, confirmaram a participação.

O Enem será aplicado em dois domingos, nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.

Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 13 de novembro. O resultado sairá em data a ser divulgada posteriormente.

As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Educação: Estudantes têm até esta sexta-feira para se inscrever no Enem 2019

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Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. As inscrições podem ser feitas pela internet, na Página do Participante, até as 23h59. A dica do Ministério da Educação é não deixar para se inscrever na última hora, pois são comuns os picos de acesso ao sistema de inscrição nos últimos minutos. Também termina hoje o prazo para solicitar atendimento especializado e específico e para alterar dados cadastrais, município de provas e opção de língua estrangeira. No dia 22 será divulgado o resultado do pedido de atendimento especializado e específico.

Taxa de Inscrição

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85. Quem não tem isenção deve fazer o pagamento, até o dia 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e Correios.

Provas

O Enem será aplicado em dois domingos, nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática. Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 13 de novembro. O resultado sairá em data a ser divulgada posteriormente. As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Educação: Maior parte dos estudantes de universidades federais é de baixa renda

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A maior parte dos estudantes das universidades federais, 70,2%, é de baixa renda, de acordo com pesquisa apresentada ontem (16) pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Esses estudantes são de famílias com renda mensal de até 1,5 salário mínimo per capita, ou seja, R$ 1.431, no valor de 2018, quando a pesquisa foi realizada.

Os dados são da quinta edição da Pesquisa do Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação, apresentada hoje (16) pela Andifes. O estudo mostra que o percentual de estudantes nessa faixa de renda era, em 2003, 42,8%.

Além disso, de acordo com a pesquisa, 60,4% dos estudantes das instituições federais de ensino superior cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. Em 2003, esse percentual era 37,5%. ”Os dados desmistificam qualquer tipo de informação que as universidades hoje são majoritariamente da elite econômica, que poderia sustentar parte dos gastos das instituições”, disse o presidente da Andifes, Reinaldo Centoducatte.

Lei de Cotas

O novo perfil dos estudantes, se deu principalmente, de acordo com a Andifes, com a Lei de Cotas (Lei 12.711/12), que estabelece que 50% das vagas das universidades federais e das instituições federais de ensino técnico de nível médio devem ser reservadas a estudantes de escolas públicas. Dentro da lei, há a reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas, de acordo com a porcentagem dessas populações nas unidades federativas.

Com isso, o percentual de estudantes negros chegou a 51,2% do total de estudantes, número mais que triplicou desde 2003. O número de estudantes indígenas que vivem em aldeias duplicou entre 2014 e 2018, passando a representar 0,4% dos estudantes das universidades federais. Os indígenas não aldeados são 0,5%.

A ampliação do acesso demandou também assistência estudantil, de acordo com a Andifes. Atualmente, 30% dos estudantes são beneficiados pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), recebendo desde bolsas de estudo, até auxílio na alimentação, transporte e hospedagem.  A assistência, de acordo com a diretoria da Andifes, ainda está aquém do atendimento a todo o público que precisa dela.

Pesquisa

A pesquisa foi feita em 63 universidades federais nas cinco regiões do país e em dois centros federais de Educação Tecnológica (Cefets), em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Os dados foram coletados entre fevereiro a junho de 2018.  Ao todo, pouco mais de um terço dos estudantes dessas instituições, 35,34%, responderam aos questionários. As informações foram coletadas pela internet. Da Agência Brasil