Após semanas de queda, preço da gasolina volta a subir no Brasil e chega a R$ 6,608

/ Economia

O preço médio da gasolina comum voltou a subir no Brasil no período de 9 a 14 de janeiro. Segundo o boletim divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na sexta-feira (14), este é o primeiro aumento depois de nove semanas consecutivas de queda.

O valor médio da gasolina no país está em R$ 6,608. Enquanto isso, na primeira semana de janeiro ele estava em R$ 6,596.

Na terça-feira (11), a Petrobras havia anunciado o primeiro reajuste no valor da venda dos combustíveis para as distribuidores. Ele já passou a valer a partir da última quarta (12).

Segundo a ANP, o diesel também registrou alta. O valor médio do produto saltou de R$ 5,344 para R$ 5,422 em apenas uma semana.

Teto máximo do ”seguro-desemprego” subirá para R$ 2.106,08 após reajuste

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Desde ontem (11), o trabalhador demitido sem justa causa está recebendo um valor maior de seguro-desemprego. A tabela das faixas salariais usadas para calcular o valor da parcela seguiu o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2021 e foi reajustada em 10,16%.

Com a correção, o valor máximo do seguro-desemprego subirá de R$ 1.911,84 para R$ 2.106,08, diferença de R$ 194,24. O piso segue a variação do salário mínimo e aumenta de R$ 1,1 mil para R$ 1.212.

Os novos valores estão sendo pagos para as parcelas emitidas para saque desde ontem (11) e vale tanto para quem recebe o seguro-desemprego como para quem ainda dará entrada no pedido.

A parcela do seguro-desemprego é calculada com base na média das três últimas remunerações do trabalhador antes da demissão. Após a correção das faixas salariais, o benefício será definido da seguinte forma.

Petrobras elevará diesel em 8% para distribuidores; gasolina terá alta de 4,85%

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A Petrobras informou que aumentará os preços do diesel nas refinarias em 8% a partir de quarta-feira (12), enquanto a gasolina vendida às distribuidoras terá aumento médio de 4,85%, de acordo com nota publicada pela companhia nesta terça-feira (11).

O diesel passará de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, enquanto a gasolina subirá de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro.

”Após 77 dias sem aumentos, a partir de amanhã a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras”, disse a companhia em nota.

A alta nos combustíveis ocorre em momento em que os preços do petróleo Brent são cotados em torno de US$ 82 (R$ 462) o barril, com alta de mais de 5% em janeiro.

”Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”, disse a companhia.

*por Roberto Samora e Marta Nogueira, Folhapress

Atlantic Nickel encerra 2021 com resultado de exportação superior a 110 mil toneladas de minério

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A Atlantic Nickel, empresa que produz e exporta níquel sulfetado, componente fundamental para a produção de baterias de veículos elétricos, finalizou o ano de 2021 com 11 embarques de minério para exportação, através do Porto de Ilhéus, região sul da Bahia. O total de comercializações em 2021 chegou a 110.409,75 toneladas, representando um resultado de produção da Mina Santa Rita expressivamente superior a 2020, quando a companhia exportou 67,7 mil toneladas de concentrado de níquel.

“É um orgulho imenso fazer parte deste time, que de forma segura e responsável, conquistou mais este resultado. Estamos certos de que 2022 será ainda melhor. Hoje celebramos esta vitória coletiva, fruto de inúmeros esforços individuais em nome do sucesso do nosso negócio e dos impactos positivos que ele proporciona para a região”, destacou Ricardo Campos, gerente geral de operações da Atlantic Nickel.

O último navio com carregamento do minério, que garantiu o resultado anual de 2021, zarpou no final do mês de dezembro, em direção a Finlândia, levando ao continente europeu uma carga de 9.939,80 toneladas.

Desde que iniciou as operações na Mina Santa Rita, em outubro de 2019, a Atlantic Nickel mantém o compromisso de trabalhar em nome da sustentabilidade, sem perder de vista o propósito de atingir o seu máximo potencial de produção, atuando em conformidade com os mais altos padrões de qualidade.

Com mais de 2.500 colaboradores, entre próprios e terceirizados, e atividades em crescente expansão no município baiano de Itagibá, a 370km de Salvador, a companhia vem se consolidando como agente propulsor da transição energética em escala mundial, sendo uma das maiores minas de níquel sulfetado a céu aberto no mundo e única deste tipo em operação no Brasil.

O panorama de bons resultados de exportação é um indicativo significante de que o níquel se torna, cada vez mais, um recurso fundamental em escala mundial, como solução sustentável para adoção de fontes de energia limpa, que substituem a combustão e reduzem a emissão de gases nocivos à saúde e ao meio ambiente. – Salvador, 05 de janeiro de 2022.

Mais de 153 mil clientes com dívidas no Banco do Nordeste podem ter descontos de até 95%

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Mais de 153 mil clientes do Banco do Nordeste (BNB) na Bahia podem ter abatimentos de até 95% para liquidação à vista de dívidas, envolvendo a dispensa de mora e multa e quaisquer outros encargos de inadimplemento. A campanha de renegociação segue até o dia 29 de janeiro.

Recursos internos
A redução da dívida em até 95% será possível para operações contratadas com recursos internos do BNB. O benefício alcança produtores rurais, industriais, comerciais e de serviços, de qualquer porte, que estejam com dívidas vencidas há mais de dois anos. Na Bahia, a campanha pode beneficiar 77.045 clientes nessas condições.

Caso o cliente opte por prorrogar a dívida, o novo prazo pode chegar a 48 meses, a depender da situação de cada operação e das garantias apresentadas, com pagamento inicial de 5% a 40% do valor.

Descontos de até 90% em operações do FNE
A campanha de renegociação também beneficia clientes que contrataram operações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Nesse caso, a redução pode chegar a 90% em caso de quitação, além de dispensar mora e multa. Na Bahia, 76.755 clientes enquadrados nessas condições podem receber o desconto.

No caso de renegociação de prazo, os descontos variam entre 25% e 50%, a depender da condição da dívida. O tempo para quitação das novas parcelas é de até 10 anos.

Saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 2022 já está disponível

/ Economia

Os trabalhadores que optarem pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos poucos começam a ter acesso à cota de 2022. As retiradas ocorrem conforme o mês de aniversário do trabalhador. Cerca de 1,3 milhão de cotistas nascidos em janeiro podem fazer o saque desde a última segunda-feira (3).

Criada em 2019 e em vigor desde 2020, essa modalidade permite a retirada de parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário, em troca de não receber parte do que tem direito em caso de demissão sem justa causa. Até agora, cerca de 17,8 milhões de pessoas aderiram ao saque-aniversário.

O período de saques começa no primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador. Os valores ficam disponíveis até o último dia útil do segundo mês subsequente. Caso o dinheiro não seja retirado no prazo, volta para as contas do FGTS em nome do trabalhador.

Adesão

A adesão a esse tipo de modalidade é voluntária e pode ser feita por meio do aplicativo oficial do FGTS, disponível para smartphones e tablets dos sistemas Android e iOS. O processo também pode ser feito no site da Caixa Econômica Federal ou nas agências do banco. Se quiser receber o dinheiro no mesmo ano, o trabalhador deverá optar pelo saque-aniversário até o último dia do mês de nascimento. Caso contrário, só receberá a partir do ano seguinte.

Ao retirar uma parcela do FGTS a cada ano, o trabalhador deixará de receber o valor depositado pela empresa caso seja demitido sem justa causa. O pagamento da multa de 40% nessas situações está mantido. As demais possibilidades de saque do FGTS – como compra de imóveis, aposentadoria e doenças graves – não são afetadas pelo saque-aniversário.

Cuidados

A qualquer momento, o trabalhador pode desistir do saque-aniversário e voltar para a modalidade tradicional, que só permite a retirada em casos especiais, como demissão sem justa causa, aposentadoria, doença grave ou compra de imóveis.

A decisão, porém, exige cuidado. Ao voltar para o saque tradicional, o trabalhador ficará dois anos sem poder sacar o saldo da conta no FGTS, mesmo em caso de demissão. Se for dispensado, receberá apenas a multa de 40%.

Como sacar

Por causa da pandemia de covid-19, a Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco. A operação não tem custo.

As retiradas podem ser feitas nas casas lotéricas e em terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem Cartão Cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir. Basta apresentar documento de identificação.

Valores

O valor a que o trabalhador que aderiu ao saque-aniversário tem direito a retirar a cada ano depende do saldo em cada conta do FGTS. Para contas com saldo de até R$ 500, poderá ser retirado 50% do total. A partir daí, o percentual cai, mas será paga um valor fixo adicional, que aumenta conforme o saldo total. O cálculo ocorre da seguinte forma. Da Agência Brasil

Mesmo com chuvas, taxa adicional na conta de luz deve permanecer pelo menos até abril

/ Economia

Mesmo com a recuperação do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, a taxa adicional na conta de luz de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumido deve continuar pelo menos até abril. Quem garante é o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

De acordo com o ministro, o governo vem monitorando a situação da crise hídrica e tomando as possíveis medidas. No entanto, neste momento não é possível reduzir o preço da conta de luz. Chegou a ser cogitado um racionamento de energia, mas a medida não foi necessária e o Brasil voltou a contar com chuvas na reta final de 2021.

As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 e indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia. São ao todo quatro acréscimos: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. Desde setembro, a conta de luz dos brasileiros está no patamar máximo de cobrança.

No entanto, mesmo com a retirada da bandeira vermelha patamar 2, ainda existe a possibilidade de reajustes que manterão a conta de luz cara. Estimativas preliminares de técnicos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ”apontam para um cenário de impacto tarifário médio em 2022 da ordem de 21,04%, quando avaliado todo o universo de custos das distribuidoras e incluídos esses impactos das medidas para enfrentamento da crise hídrica”, conforme destacado em documento do órgão regulador.

INSS estendeu os prazos até 2022 para os segurados fazerem a ”prova de vida”

/ Economia

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estendeu os prazos para os segurados fazerem a prova de vida.

Com a nova decisão, quem não fez o procedimento entre 2020 e 2021 terá até junho de 2022 para realizá-lo.

A prova de vida é uma norma prevista em lei para evitar fraudes e pagamentos indevidos. A obrigatoriedade da comprovação ficou suspensa entre março de 2020 e 1º de junho deste ano. Depois, foi suspensa novamente entre outubro e dezembro.

Conta de luz deve seguir elevada em 2022 mesmo com reservatórios em recuperação

/ Economia

Apesar da melhora do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas e o menor acionamento das termelétricas, as contas de luz devem se manter com valores elevados nos próximos anos.

Somente as medidas emergenciais adotadas para evitar o racionamento de energia elétrica neste ano e para socorrer o setor durante a pandemia deixaram uma conta de, ao menos, R$ 69 bilhões a serem pagos pelos consumidores nos próximos cinco anos, distribuídos da seguinte maneira:

• Conta-Covid: empréstimo feito em 2020 para socorrer o setor elétrico dos efeitos da pandemia. Cerca de 60 distribuidoras aderiram ao financiamento, que totalizou R$ 14,8 bilhões. O valor está sendo pago pelos consumidores, através de um encargo embutido na conta. As parcelas serão cobradas mensalmente até dezembro de 2025. A taxa de juros total da operação foi 3,79% + Certificado de Depósito Interbancário (CDI, taxa próxima à Selic);
• Conta Escassez Hídrica: novo empréstimo, a ser realizado no início de 2022, para bancar os custos extras para garantir o fornecimento de energia neste ano, quando o país precisou importar energia da Argentina e do Uruguai e acionar todo o parque térmico disponível. O empréstimo deve ficar em torno de R$ 15 bilhões, valor do déficit que deve ser deixado pela crise energética. Valor será pago também pelos consumidores ao longo de cinco anos, com juros; e
• Leilão emergencial simplificado: o governo realizou um leilão simplificado para compra emergencial de energia de reserva, com valor total de contratação de R$ 39 bilhões. A energia será entregue de 1º de maio do ano que vem até 31 de dezembro de 2025 e será paga pelos consumidores. O leilão foi envolto de polêmica, pois o preço médio foi de R$ 1.563,61 por megawatt hora (MWh), valor considerado elevado por especialistas.

Além dos custos deixados pela pandemia e pela crise energética, há fatores adicionais de pressão sobre a tarifa, especialmente em 2022, como alta do preço dos combustíveis utilizados pelas usinas termelétricas e nucleares; disparada dos índices de inflação, utilizados para reajuste dos contratos do setor; alta do dólar, usado como referência para tarifa da energia produzida pela usina de Itaipu Binacional; e alta dos subsídios a serem pagos pelos consumidores de energia através da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), exceto os de baixa renda. A Aneel propõe que os consumidores paguem R$ 28,791 bilhões, através de encargos incluídos na conta de luz, para bancar os subsídios concedidos pelo governo no setor de energia. Se confirmado, o valor terá alta de 47%, ao passar de R$ 19,6 bilhões neste ano para R$ 28,8 bilhões em 2022.

Medidas para amenizar
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avalia medidas para reduzir o impacto tarifário em 2022. A área técnica da agência vê a necessidade de um reajuste médio de 21%, levando em conta o custo deixado pela crise hídrica e nenhuma medida de mitigação.

Segundo a Aneel, além da Conta Escassez Hídrica – que deve reduzir o impacto tarifário em 2022, mas deixar uma conta com juros a ser paga nos próximos anos –, pelo menos outras três medidas estão no radar para reduzir a alta na conta de luz:
• antecipação para 2022 do aporte de recursos da capitalização da Eletrobras para reduzir encargos pagos pelos consumidores. Antecipação seria de R$ 5 bilhões, porém o valor depende da concretização da privatização, que pode não acontecer no ano que vem;
• redução do serviço da dívida Itaipu, economia estimada em U$ 600 mi em 2022;
• uso de créditos tributários dos impostos federais PIS/Cofins decorrentes de ações judiciais transitadas em julgado. Valor estimado de R$ 7,7 bilhões.
A agência não informou em quanto essas medidas devem ajudar a reduzir o impacto tarifário.

Com informações do G1

Conta de luz deve seguir elevada em 2022 mesmo com reservatórios em recuperação

/ Economia

Apesar da melhora do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas e o menor acionamento das termelétricas, as contas de luz devem se manter com valores elevados nos próximos anos.

Somente as medidas emergenciais adotadas para evitar o racionamento de energia elétrica neste ano e para socorrer o setor durante a pandemia deixaram uma conta de, ao menos, R$ 69 bilhões a serem pagos pelos consumidores nos próximos cinco anos, distribuídos da seguinte maneira:

• Conta-Covid: empréstimo feito em 2020 para socorrer o setor elétrico dos efeitos da pandemia. Cerca de 60 distribuidoras aderiram ao financiamento, que totalizou R$ 14,8 bilhões. O valor está sendo pago pelos consumidores, através de um encargo embutido na conta. As parcelas serão cobradas mensalmente até dezembro de 2025. A taxa de juros total da operação foi 3,79% + Certificado de Depósito Interbancário (CDI, taxa próxima à Selic);
• Conta Escassez Hídrica: novo empréstimo, a ser realizado no início de 2022, para bancar os custos extras para garantir o fornecimento de energia neste ano, quando o país precisou importar energia da Argentina e do Uruguai e acionar todo o parque térmico disponível. O empréstimo deve ficar em torno de R$ 15 bilhões, valor do déficit que deve ser deixado pela crise energética. Valor será pago também pelos consumidores ao longo de cinco anos, com juros; e
• Leilão emergencial simplificado: o governo realizou um leilão simplificado para compra emergencial de energia de reserva, com valor total de contratação de R$ 39 bilhões. A energia será entregue de 1º de maio do ano que vem até 31 de dezembro de 2025 e será paga pelos consumidores. O leilão foi envolto de polêmica, pois o preço médio foi de R$ 1.563,61 por megawatt hora (MWh), valor considerado elevado por especialistas.

Além dos custos deixados pela pandemia e pela crise energética, há fatores adicionais de pressão sobre a tarifa, especialmente em 2022, como alta do preço dos combustíveis utilizados pelas usinas termelétricas e nucleares; disparada dos índices de inflação, utilizados para reajuste dos contratos do setor; alta do dólar, usado como referência para tarifa da energia produzida pela usina de Itaipu Binacional; e alta dos subsídios a serem pagos pelos consumidores de energia através da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), exceto os de baixa renda. A Aneel propõe que os consumidores paguem R$ 28,791 bilhões, através de encargos incluídos na conta de luz, para bancar os subsídios concedidos pelo governo no setor de energia. Se confirmado, o valor terá alta de 47%, ao passar de R$ 19,6 bilhões neste ano para R$ 28,8 bilhões em 2022.

Medidas para amenizar
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avalia medidas para reduzir o impacto tarifário em 2022. A área técnica da agência vê a necessidade de um reajuste médio de 21%, levando em conta o custo deixado pela crise hídrica e nenhuma medida de mitigação.

Segundo a Aneel, além da Conta Escassez Hídrica – que deve reduzir o impacto tarifário em 2022, mas deixar uma conta com juros a ser paga nos próximos anos –, pelo menos outras três medidas estão no radar para reduzir a alta na conta de luz:
• antecipação para 2022 do aporte de recursos da capitalização da Eletrobras para reduzir encargos pagos pelos consumidores. Antecipação seria de R$ 5 bilhões, porém o valor depende da concretização da privatização, que pode não acontecer no ano que vem;
• redução do serviço da dívida Itaipu, economia estimada em U$ 600 mi em 2022;
• uso de créditos tributários dos impostos federais PIS/Cofins decorrentes de ações judiciais transitadas em julgado. Valor estimado de R$ 7,7 bilhões.
A agência não informou em quanto essas medidas devem ajudar a reduzir o impacto tarifário.

Com informações do G1

Escassez de comida afeta quase 40% dos brasileiros segundo pesquisa Datafolha

/ Economia

Total de comida em casa não foi suficiente para alimentar famílias de 26% dos brasileiros nos últimos meses, segundo pesquisa divulgada pela Datafolha. O percentual chega a 37% entre aqueles com renda mensal de até dois salários mínimos.

O número chega a 39% nas famílias que recebem o Auxílio Brasil, programa social que substituiu o Bolsa Família, diante de 22% entre as que não se enquadram no benefício.

45% de pessoas que estão desempregadas, mas à procura de emprego, afirmaram não ter comida suficiente. Entre os que desistiram de encontrar uma ocupação, são 34%. Em contrapartida, empresários, estudantes e funcionários públicos estão abaixo da média, sendo empresários com 9%, estudantes 13% e funcionários públicos 15%.

A maioria das pessoas afetadas pela falta de comida está no Nordeste, com 35%. Demais regiões do Brasil varia entre 21% a 25%.

Cestas natalinas estão mais caras na região Norte, aponta Associação dos Donos de Supermercados

/ Economia

A Associação Brasileira dos Donos de Supermercados (ABRAS) fez um levantamento de preços dos produtos tradicionais do Natal e constatou que a cesta de compras para o período é mais cara na região norte, enquanto a mais barata é encontrada no Sudeste. A informação é da coluna Radar, da revista Veja.

Segundo a publicação, a cesta engloba dez produtos tradicionais nas festas de final de ano, como aves, lombo, pernil, azeite, espumante e panetone. No Norte, a cesta sai por R$ 297,12.

A segunda mais cara é a do Centro-Oeste, que sai por R$ 271,64. Na sequência vêm o Sul (R$ 267,31) e o Nordeste (R$ 264,79). O Sudeste registrou a cesta mais barata, a R$ 241,30.

Oito municípios brasileiros concentravam 25% do PIB nacional em 2019, diz o IBGE

/ Economia

Oito municípios brasileiros concentravam 25% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 2019. Um deles, São Paulo, sozinho, respondia por 10,3%, de acordo com dados divulgados hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Depois da São Paulo aparecem Rio de Janeiro (com participação de 4,8%), Brasília (3,7%), Belo Horizonte e Curitiba (com 1,3% cada uma), Manaus e Porto Alegre (1,1%). Osasco, em São Paulo (também com participação de 1,1%), é a única cidade que não é capital a figurar nas oito primeiras posições.

Completam o top 10, as cidades de Fortaleza e Campinas (SP), com 0,9% cada uma. Considerando-se os 92 municípios da cidade-região de São Paulo (que inclui a Grande São Paulo e municípios vizinhos), a área responde também por cerca de 1/4 do PIB nacional.

Além de continuar na liderança absoluta da lista de PIB dos municípios, São Paulo também é uma das cidades que mais aumentaram sua participação na economia nacional, de 2018 para 2019. Também aparecem na lista de ganho de participação as cidades de Maricá (RJ), Saquarema (RJ), Parauapebas (PA), Brasília e São José dos Pinhais (PR).

PIB per capita

O município com o maior PIB per capita, ou seja, o PIB dividido pelo total da população da cidade, foi Presidente Kennedy (ES), com R$ 464.883,49, ou seja, 13 vezes maior do que a média nacional (R$ 35.161,70).

Entre as capitais, Brasília ocupa a liderança, com R$ 90.742,75, ou seja, 2,5 vezes maior do que o PIB per capita nacional. Já Belém, com R$ 21.708,55 (62% da média nacional), ficou em último lugar, entre as capitais.

Administração pública

A administração pública era a principal atividade econômica em 2019, em 48,9% dos municípios do país. Nos estados do Acre, Amapá, Piauí e da Paraíba, esse predomínio ocorria em mais de 90% dos municípios. No estado de São Paulo, apenas 9,9% dos municípios tinham a administração pública como atividade econômica principal.

Da Agência Brasil

Caixa Econômica Federal paga Auxílio Brasil para beneficiários com NIS final 6; benefício é de R$ 400

/ Economia

A Caixa Econômica Federal paga hoje (17) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6. O benefício é de, no mínimo, R$ 400 por família.

As datas de pagamento seguem o modelo do antigo Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês. Em dezembro, em função do feriado de Natal, os pagamentos vão até o dia 23, com antecipação de uma semana em relação ao calendário regular.

Veja a tabela

NIS final 1        10 de dezembro
NIS final 2        13 de dezembro
NIS final 3        14 de dezembro
NIS final 4        15 de dezembro
NIS final 5        16 de dezembro
NIS final 6        17 de dezembro
NIS final 7        20 de dezembro
NIS final 8        21 de dezembro
NIS final 9        22 de dezembro
NIS final 0        23 de dezembro

O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.