Jair olsonaro diz que Ministério da Saúde vai desobrigar uso de máscaras para vacinados

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Bolsonaro quer desobrigar uso de máscara. Foto: Alan Santos
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve publicar um parecer para desobrigar o uso de máscara por parte daqueles que já foram vacinados ou contraíram a covid-19 e se recuperaram, contrariando as recomendações de autoridades sanitárias do mundo todo.
”Acabei de conversar com um tal de Queiroga, não sei se vocês sabem quem é, e ele vai ultimar um parecer visando a desobrigar o uso de máscara por parte daqueles que foram vacinados ou que já foram contaminados. Para tirar esse símbolo, que obviamente tem a sua utilidade para quem está infectado”, disse Bolsonaro em evento em Brasília.

Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprova perda de mandato de Flordelis

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Acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, a deputada Flordelis teve o pedido de cassação do seu mandato aprovado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Para que a decisão seja definitiva o plenário da Casa precisa avaliar e aprovar o pedido.

No colegiado, a proposta contou com 16 votos favoráveis e apenas um contrário, do deputado Márcio Labre (PSL-RJ). Os deputados aprovaram o relatório do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), apresentado na última semana.

Para que Flordelis perca o mandato são necessários 257 votos, ou seja, concordância da maioria absoluta dos deputados. Com informações do Bahia Notícias

”O impeachment está muito atrasado”, diz João Amoêdo ao cobrar ações da Câmara dos Deputados

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João Amoêdo, pré-candidato do Partido Novo. Foto: Agência Brasil

O pré-candidato à Presidência João Amoêdo (Novo) cobrou ações da Câmara dos Deputados contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para Amoêdo, o ”impeachment está muito atrasado”.

”Nenhum outro político trabalhou tanto quanto Bolsonaro para disseminar o vírus e agravar a pandemia. Ao se omitir, a Câmara é conivente com ações que mataram e matam brasileiros. É inacreditável que até hoje Bolsonaro esteja no poder. O impeachment está muito atrasado”, escreveu nas redes sociais.

Na semana passada, Amoêdo aceitou o convite do partido para ser pré-candidato à Presidência. Em 2018, o liberal já havia concorrido ao cargo. Ele é o fundador do Novo e crítico do governo Bolsonaro.

Presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco promulga lei do salário mínimo de R$ 1,1 mil

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Senador Rodrigo Pacheco. Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, promulgou a Lei 14.158, de 2021, que fixa o salário mínimo em R$ 1,1 mil a partir de 1º de janeiro de 2021. O texto estabelece a diária em R$ 36,67 e o valor horário do salário mínimo em R$ 5. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (4).

A nova lei é resultado da medida provisória (MP) 1.021/2020, aprovada pelo Senado no dia 27 de maio. O relator da matéria, senador Luiz do Carmo (MDB-GO), rejeitou as 30 emendas apresentadas pelos parlamentares e acolheu o texto original editado em dezembro de 2020 pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

Como não sofreu alterações de mérito no Parlamento, a Lei 14.158, de 2021, foi promulgada por Rodrigo Pacheco — e não sancionada por Bolsonaro.

Sob protestos e pressão de CPI, Bolsonaro promete vacina para todos neste ano, destaca PIB e critica isolamento

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Jair Bolsonaro faz pronunciamento. Foto: Anderson Riedel

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em pronunciamento em rede nacional nesta quarta-feira (2), que, neste ano, todos os brasileiros que quiserem serão vacinados, destacou o avanço do PIB (Produto Interno Bruto) e voltou a criticar políticas de isolamento social.

”Neste ano, todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados”, disse. A transmissão em cadeia de rádio e televisão ocorre no momento em que o governo tenta contornar o desgaste causado pela CPI da Covid no Senado e por protestos de rua contra Bolsonaro.

O pronunciamento foi seguido de panelaços em diversas cidades do país, como São Paulo, Recife, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em Brasília, na Asa Norte, houve ainda gritos de ”fora” e ”genocida”.

O mandatário iniciou seu discurso lamentando as mortes pela Covid-19. Mas em seguida voltou a queixar-se das medidas adotadas por governadores e prefeitos.

”O nosso governo não obrigou ninguém a ficar em casa, não fechou o comércio, não fechou igrejas ou escolas e não tirou o sustento de milhões de trabalhadores informais”, afirmou.

Bolsonaro defendeu políticas adotadas por seu governo, como o auxílio emergencial e a destinação de crédito para pequenas empresas. Ele ainda celebrou o crescimento de 1,2% da economia no primeiro trimestre.

”O PIB projetado para 2021 prevê um crescimento da economia superior a 4%. Só no 1º trimestre deste ano, a economia mostrou seu vigor, estando entre os países do mundo que mais cresceram”, declarou.

Em outro trecho, Bolsonaro reafirmou que o país deve sediar neste ano a Copa América. O torneio estava previsto para ocorrer na Colômbia e na Argentina, mas esses países anunciaram que não poderiam recebê-los.

No caso da Argentina, a desistência ocorreu pelo avanço da pandemia no país. A atuação do governo Bolsonaro para que o Brasil recebesse a competição gerou críticas de políticos e especialistas, uma vez que o país registra um dos maiores índices de mortos por Covid no mundo.

”Seguindo o mesmo protocolo da Copa Libertadores e Eliminatórias da Copa do Mundo, aceitamos a realização, no Brasil, da Copa América’, discursou o presidente.

No pronunciamento, Bolsonaro também afirmou que “considera o direto de ir e vir, o direito ao trabalho e o livre exercício de cultos religiosos inegociáveis”. Além das políticas de governadores, o presidente é um crítico da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que autorizou os governos locais a proibir cultos religiosos para evitar a disseminação do vírus.

O pronunciamento de Bolsonaro ocorreu horas após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prever a vacinação de toda a população adulta do estado (a partir de 18 anos) até o dia 31 de outubro.

Na CPI do Senado, os governistas são minoria. Os principais focos da investigação do colegiado são a demora nas negociações de vacinas, a defesa por Bolsonaro de remédios sem eficácia comprovada para a Covid e a formação de um gabinete de aconselhamento paralelo sobre temas da pandemia.

O governo tem tentado reduzir a pressão política divulgando dados sobre a distribuição de imunizantes. O Ministério da Saúde já havia celebrado, horas antes, que o país ultrapassou a marca de 100 milhões de doses distribuídas.

No entanto, 47,2 milhões das doses enviadas são da Coronavac, imunizante feito em parceria com uma farmacêutica chinesa que Bolsonaro chegou a anunciar que não seria comprada —pressionado, o governo acabou recuando.

Embora o presidente tenha dito no discurso que o Brasil é o quarto país que mais vacina contra a Covid, dados da plataforma Our World in Data mostram que esse número se refere apenas ao total de doses aplicadas. Quando observada a proporção na população, por meio do parâmetro de doses por mil habitantes, o Brasil cai para a 61ª posição.

Em outro flanco de desgaste para o Planalto, milhares de manifestantes em várias cidades do país realizaram protestos contra Bolsonaro sábado (29). Houve atos em todas as 27 capitais brasileiras, com grandes concentrações em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em declarações nesta semana, Bolsonaro minimizou os movimentos de rua.

O governo, por outro lado, celebrou nesta semana o avanço de 1,2% do PIB no primeiro trimestre, anunciado nesta terça (1º).

”Lógico que ninguém está falando que vai crescer 6%, mas a previsão aí é no mínimo 4%, que já é um número bastante grande, levando-se em conta o uso político por causa da pandemia por parte de alguns”, afirmou Bolsonaro.

A transmissão do discurso também ocorre no momento em que Bolsonaro é pressionado por projeções eleitorais. Segundo a última pesquisa Datafolha, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com vantagem para a disputa pelo Palácio do Planalto em 2022.

O petista alcança 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro. Em um eventual segundo turno contra o atual presidente, Lula levaria ampla vantagem, com uma margem de 55% a 32%. O pronunciamento desta quarta-feira foi o nono de Bolsonaro, em cadeia de rádio e TV, durante a crise sanitária da Covid-19.

Na primeira fala, em 6 de março de 2020, quando ainda não havia morte confirmada no Brasil em decorrência do novo coronavírus, Bolsonaro pediu união e disse que não havia motivo para pânico. ”Seguir rigorosamente as recomendações dos especialistas é a melhor medida de prevenção”, disse o presidente.

O tom de Bolsonaro mudou radicalmente no terceiro pronunciamento, em 24 de março, quando ele citou o uso da cloroquina e chamou a doença de gripezinha. Esta fala ocorreu dias após o presidente participar de ato pró-governo, o que ampliou o desgaste de Bolsonaro com governadores e Luiz Henrique Mandetta, então ministro da Saúde.

Nas declarações seguintes, Bolsonaro se opôs às restrições de circulação de pessoas e ao fechamento do comércio, ações determinadas por prefeitos e governadores para evitar a propagação do vírus.

Na véspera do Natal, o presidente disse, em cadeia nacional, que o governo se esforçou em preservar vidas e empregos. Afirmou ainda que o país se tornou referência para ”seguir o rumo ao progresso e ao desenvolvimento”.

Pressionado pela demora na compra de vacinas, Bolsonaro usou o pronunciamento mais recente, de 23 de março deste ano, para tentar demonstrar que o governo federal se esforçava na busca pelos imunizantes.

Após negar por meses propostas da Pfizer, ele disse em cadeia de rádio e TV que havia pessoalmente solicitado para a empresa antecipar a entrega de 100 milhões de doses.

Bolsonaro ainda declarou que o país se tornaria ”em poucos meses” autossuficiente na produção das doses. ”Muito em breve, retomaremos nossa vida normal”.

*por Ricardo Della Coletta/Mateus Vargas/Natália Cancian/Folhapress

Bruno Reis pede apoio ao Governo Bolsonaro para aprovação de empréstimo a Salvador

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Bruno teve encontro com Bolsonaro e Roma. Foto: Divulgação

O prefeito Bruno Reis (DEM) divulgou nesta quarta-feira (2), no Instagram, vídeo de encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no qual ele pede apoio para a aprovação no Senado de um pedido de empréstimo de US$ 125 milhões junto ao Banco Mundial. ”Esse financiamento será muito importante para a gente avançar em projetos na área social, na área da saúde e na área da educação”, disse Bruno ao presidente.

Jair Bolsonaro respondeu ao prefeito que ”é uma satisfação poder atender Salvador e à nossa Bahia. Conte com o nosso apoio e estou muito feliz com sua presença aqui”.

Ao encontro realizado na Presidência da República compareceram os ministros João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), além dos deputados federais baianos Márcio Marinho (Republicanos), Arthur Maia (DEM) e João Bacelar (PL). *Política Livre

Discutir cloroquina é ”escolher de que borda da Terra plana a gente vai pular”, afirma médica à CPI

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Médica Luana Araújo depõe na CPI. Fonte: Agência Senado

Com posição notória contrária ao uso de cloroquina e hidroxicloroquina como tratamento contra a covid-19, a médica infectologista e epidemiologista Luana Araújo, que chegou a ser anunciada em 12 de maio pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, afirmou em depoimento à CPI da Pandemia, nesta quarta-feira (2), ter sido informada pelo próprio Queiroga, após dez dias de trabalho no ministério, que seu nome não teria aval da Casa Civil.

Graduada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e epidemiologista mestra em saúde pública pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, a consultora em saúde pública para organizações internacionais garantiu que não lhe foi explicado o motivo da não aprovação de seu nome para a pasta.

A médica explicou que essa secretaria faz parte de uma estrutura e foi criada para coordenar os esforços do governo federal relativos à pandemia, auxiliar na interlocução com estados e municípios, além de concatenar as sociedades científicas nacionais e internacionais no suporte aos esforços brasileiros no combate à covid-19.

— A secretaria tem por objetivo maior dar agilidade e precisão às informações sobre a pandemia para que os gestores tenham condição de lidar melhor com o que está acontecendo. Então, a minha função e o meu desejo naquela secretaria era que ela funcionasse como um antecipador de problemas.

Ao destacar em sua apresentação que de ”ontem para hoje” 12 grandes aviões lotados caíram no país, em referência às mortes pela covid-19, Luana enfatizou que saúde pública é muito mais que médicos e hospitais, e que a discussão sobre o que chamou de ”pseudo tratamento precoce” é ”esdrúxula”. Ela afirmou ainda que não se pode imputar sofrimento e morte a uma população para se alcançar a imunidade de rebanho.

Luana negou ter conversado com Queiroga ou qualquer outra pessoa no ministério sobre cloroquina e outros medicamentos.

— Quando eu disse que um ano atrás nós estávamos na vanguarda da estupidez mundial, eu infelizmente ainda mantenho isso em vários aspectos, porque nós ainda estamos aqui discutindo uma coisa que não tem cabimento. É como se a gente estivesse escolhendo de que borda da Terra plana a gente vai pular, não tem lógica — declarou ela, que, além disso, elogiou o posicionamento do ministro Queiroga por ter atendido seu pedido de autonomia.

Questionada pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), se haveria relação entre a sua não nomeação no ministério e o seu posicionamento contrário ao uso desses medicamentos, notoriamente defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro, Luana disse que, “se isso aconteceu, é extremamente lamentável, trágico” e que há no país uma “politização criminosa”.

— Eu abri mão de muitas coisas pela chance de ajudar o meu país. Não precisava ter feito isso. Os senhores [senadores] acham que as pessoas, de fato, que têm interesse em ajudar o país e têm competência para fazer isso, neste momento, se sentem muito compelidas a aceitar esse desafio? Não se sentem. Então, infelizmente, a gente está perdendo.

A médica, que disse sofrer diversas ameaças, afirmou haver estudos randomizados e controlados que mostram aumento de mortalidade com o uso de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, e que é preciso haver responsabilização por quem o propaga.

— Quando a gente transforma isso em uma decisão pessoal é uma coisa, quando você transforma isso numa política pública é outra. A autonomia médica faz parte da nossa prática, mas não é licença para experimentação. A autonomia precisa ser defendida, sim, mas ela precisa ser defendida com base em alguns pilares: no pilar do conhecimento, da plausibilidade teórica do uso daquela medicação, do volume de conhecimento científico acumulado até aquele momento sobre aquele assunto, no pilar da ética e no pilar da responsabilização.

Para o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), a não nomeação de Luana foi uma questão política, por ela não compactuar com o uso da cloroquina no tratamento da covid-19.

— É inacreditável que alguém formada por uma das melhores universidades do mundo seja vetada. O ministro Queiroga disse aqui para nós que teria autonomia para nomear quem ele quisesse. Já está provado que não é verdade; ele mentiu aqui para a gente — declarou o presidente.

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) questionou a ”histeria no âmbito do Parlamento” sobre nomeações.

— É inquestionável a qualificação técnica da doutora Luana. Apesar da estranheza, todos sabem que em nenhum poder Executivo existem nomeações automáticas. Nos municípios elas são feitas pelos prefeitos e nos estados e no governo federal pela Casa Civil. Não é razoável querer criminalizar isso. Há uma liberdade plena para nomear — afirmou.

Fonte: Agência Senado

 

 

Prefeito de Jequié pede apoio ao ministro João Roma para pautas da assistência social do município

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Zé Cocá durante audiência com Roma. Foto: Divulgação

O prefeito de Jequié, Zé Cocá, participou nesta terça-feira (1), de uma reunião com o ministro da Cidadania, João Roma, em Brasília. O encontro teve como objetivo tratar de assuntos referentes a reativação do Programa de Aquisição de Alimentos e sobre a possibilidade de investimentos da política de assistência social, segurança alimentar e nutricional, no município, que estão sob a responsabilidade do Ministério da Cidadania.

O Ministério da Cidadania é responsável pelos programas e iniciativas como o Auxílio Emergencial, Bolsa Família, Cadastro Único, Criança Feliz, Programa de Aquisição de Alimentos, Bolsa Atleta e Lei de Incentivo ao Esporte, além de integrar o comitê interministerial que faz a gestão da Operação Acolhida – responsável por receber e dar uma nova vida a imigrantes e refugiados.

O prefeito de Jequié, Zé Cocá, pontuou as iniciativas do governo municipal para auxiliar a população nesse momento em que muitos foram afetados financeiramente pela pandemia, com a distribuição dos kits emergenciais, o fortalecimento de ações sociais, com a ampliação da entrega de cestas básicas às famílias assistidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, via Centro de Referência da Assistência Social (CRAS); o reforço alimentar à população em situação de rua, por meio do Centro Pop; o incentivo aos trabalhadores da Cultura, que vêm sendo apoiados com cachês dos eventos virtuais da Secretaria de Cultura e Turismo, entre outras ações.

”Desde que assumimos o município temos buscado ajudar a população, sobretudo, as pessoas mais vulneráveis, a enfrentar os problemas sociais, que já existiam e que foram piorados pela pandemia. Já fizemos intervenções em diversas áreas e encontramos um problema com o que foi deixado pela gestão passada, com o Programa de Aquisição de Alimentos. Sabemos da importância e do impacto econômico e social que o PAA tem para as pequenas famílias produtoras da agricultura familiar e para as pessoas em situação de vulnerabilidade que, por conta da situação da Covid-19, tiveram o agravamento da insegurança alimentar. Viemos aqui em busca do apoio do Governo Federal, para podermos atender nossa população, garantindo, assim, os direitos sociais.”, afirmou o prefeito de Jequié, Zé Cocá.

 

”De médico audiovisual esse plenário está cansado”, diz Otto à médica Nise Yamaguchi

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Otto questiona Nise Yamaguchi, durante CPI. Foto: Leopoldo Silva

O senador Otto Alencar (PSD-BA), durante a inquirição à médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi, na tarde desta terça-feira (1), disse que ”de médico audiovisual esse plenário [da CPI da Covid realizada no Senado] está cansado”. O parlamentar ressaltou que a médica não teria condições para prescrever tratamento para a Covid, já que, em sua fala, argumentou que a imunologista não teria estudado o suficiente sobre a doença.

”Não podia de jeito nenhum estar discutindo um tema que não é de seu domínio”, sustentou o o senador baiano. Otto, por diversas vezes, interrompeu a médica antes que ela respondesse. “O senhor não está deixando que eu responda”, reclamou a médica. Enquanto Nise consultava documentos que levou à sessão, o parlamentar baiano ironizou: ”Sei que a senhora gosta de ler. Não estava pronta para participar do gabinete paralelo [que supostamente assessorava a Presidência da República]”.

”Não tenho mais o que ouvir, pois sei que a senhora vai tergiversar”, disse Otto. Já o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que as perguntas feitas por Otto careceram de ”humanidade”. A reunião foi interrompida por 20 minutos pelo presidente da comissão Omar Aziz.

*por Davi Lemos

Otto pede convocação de Queiroga para explicar critérios sobre Copa América

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Otto Alencar pede convocação de Queiroga. Foto: TV Senado

O senador Otto Alencar (PSD) pediu a convocação do ministro da Saúde Marcelo Queiroga na CPI para explicar os critérios da realização da Copa América no Brasil. O evento foi anunciado no país pela Conmebol nesta segunda-feira (31), após negativas de Colômbia e Argentina. Em coletiva pela noite, o ministro da Casa Civil Eduardo Ramos disse que a realização o torneio ainda não está confirmada no país.

”Ontem quando o ministro Ramos deu entrevista, ele não foi afirmativo dizendo que tinha tomado essa decisão. Temos que ver também a manifestação do presidente da República. Mas quem deveria ter sido ouvido ontem era a autoridade sanitária do pais, o doutor Marcelo Queiroga. Se por acaso houver insistência do governo em fazer de forma errada, equivocada, com uma irresponsabilidade sanitária, é importante chamar o ministro na próxima terça”, disse o parlamentar baiano.

“Ele vai ter que vir aqui e dizer que tem condições de estabelecer barreiras sanitárias entre todos os países que fazem fronteira com o Brasil. Se tem condições de fazer também barreiras sanitárias em todos os aeroportos do Brasil com testes PCR em todos que vão entrar no país e também nos portos para não trazer mais um cepa ao Brasil e passar para uma condição total de descontrole na disseminação da Covid-19”, completou.

Logo após a fala de Otto, o senador governista Marcos Rogério (DEM-GO) disse que a convocação de Queiroga à CPI para tratar o assunto fere o regimento.

”Essa hipótese de se fazer a convocação de fatos que estão acontecendo ou que vão acontecer tornaria a CPI ilegal. CPI só pode ser instalada para investigar fato determinado do passado e nesse caso estaria investigando um caso indeterminado, que ainda está acontecendo”.

Nesta manhã, a oncologista e imunologista Nise Yamaguchi presta depoimento à CPI. A médica é conhecida por ser defensora da utilização de medicamentos sem eficácia comprovada no tratamento da Covid-19, como hidroxicloroquina e cloroquina.

Ministro-chefe da Casa Civil diz que Copa América no Brasil ainda está em negociação

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Luiz disse que governo estabeleceu exigências. Foto: Ag. Câmara

O ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, declarou nesta segunda-feira (31) que a realização da Copa América no Brasil ainda está em negociação entre o governo federal e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), por meio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Pela manhã, a entidade confirmou a mudança de sede do torneio, que seria realizado na Argentina e na Colômbia, mas será transferido para o Brasil

”Ainda não tem nada certo, quero pontuar de uma forma bem clara, estamos no meio do processo, mas não vamos nos furtar a uma demanda, caso seja possível, de atender”, afirmou o ministro em declaração à imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo Ramos, o governo estabeleceu exigências nas primeiras conversas que manteve com a CBF. “São 10 times, com dois grupos, 65 pessoas por cada delegação. Todos vacinados. Foi a imposição que nós tratamos com a CBF. Até agora, não há documento firmado, apenas essas tratativas. Bem como a seleção brasileira também será vacinada”, destacou.

Ramos informou que novas conversas serão realizadas com a CBF nesta terça-feira (1º), quando deve ser anunciada a decisão final sobre a realização do torneio no país. ”É importante destacar que esse evento, caso se realize, não terá público. Tem saído algumas notícias com relação a público, [mas] não terá público”, enfatizou Ramos.

Sobre a definição das cidades que poderão receber os jogos, o ministro disse que essa é uma negociação que será feita pelas entidades organizadoras com os governo estaduais e municipais. Em relação ao impacto do torneio em plena pandemia, o ministro usou o argumento de que já há jogos de futebol sendo realizados no país em outras competições oficiais.

”Com relação à realização dos jogos da Copa América, que serão poucos, não sei porque algumas pessoas se pronunciaram contra o evento, se há jogos do campeonato brasileiro, ocorreram jogos dos campeonato estadual e da Libertadores”.

Durante o rápido pronunciamento, em que não respondeu a perguntas, Luiz Eduardo Ramos estava acompanhado do secretário especial do Esporte, Marcelo Reis Magalhães. O secretário destacou que o evento é privado e que o governo federal dará apenas o suporte para a entrada das delegações no país.

”Por se tratar de um evento privado, é muito bom deixar isso bem claro, é um evento privado, que a CBF negocie com estados e municípios onde vão ser as sedes. O governo federal apenas dará toda a parte de estrutura para a entrada dessas equipes no país. É basicamente isso”.

Copa América

A Copa América, que é o principal torneio de seleções da América do Sul, ocorrerá entre os dias 13 de junho e 10 de julho, com a participação de 10 seleções divididas em dois grupos. Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai estão no Grupo A. Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela formam o Grupo B.

Além da Argentina, a previsão inicial da Conmebol era fazer o torneio também na Colômbia, que tinha desistido anteriormente pela grave crise social que tomou conta do país.

De acordo com a Conmebol, a premiação para o campeão da Copa América será de US$ 10 milhões (cerca de R$ 57 milhões). E cada seleção participante receberá US$ 4 milhões (quase R$ 23 milhões). Em 2019, o Brasil, que foi o campeão, faturou US$ 7,5 milhões.

Repercussão

No Senado, a notícia de que o Brasil foi anunciado como sede da Copa América pela Conmebol fez o vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentar um requerimento para convocar o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, para dar explicações à comissão sobre a realização da competição no país.

”É necessário saber quais medidas foram planejadas para garantir segurança sanitária aos brasileiros diante da realização da Copa América com tanta celeridade em nosso país”, disse o senador. Da Agência Brasil

Presidente Bolsonaro minimiza atos contra ele e diz que faltou maconha para manifestantes

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Bolsonaro critica atos contra ele. Foto: Marcos Corrêa

Em sua primeira manifestação pública sobre os protestos que reuniram milhares de pessoas contra seu governo no sábado (29), o presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta segunda-feira (31) o tamanho dos atos e disse que faltou maconha e dinheiro para os manifestantes.

”Você sabe por que teve pouca gente nessa manifestação da esquerda, agora, no último fim de semana? Porque a PF [Polícia Federal] e a PRF [Polícia Rodoviária Federal] estão prendendo muita maconha pelo Brasil. Faltou erva para o movimento”, disse o presidente aos seus apoiadores.

Como mostra um vídeo publicado na internet por um apoiador, ao conversar com eleitores na porta do Palácio da Alvorada na manhã de segunda-feira, Bolsonaro afirmou que faltou dinheiro também para aqueles que se reuniram em atos nas capitais, com maiores concentrações em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Até esta segunda-feira, Bolsonaro não havia se manifestado sobre os protestos. Ao contrário das agitadas agendas dos últimos finais de semana, o presidente se encastelou no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, em Brasília.

No sábado, dia dos protestos, o presidente fez uma publicação em rede social segurando uma camiseta com a mensagem “imorrível, imbroxável, incomível” —mesmos termos usados recentemente por ele quando atribuiu a Deus a exclusividade de poder tirá-lo do cargo. Nesta segunda, diante dos apoiadores, voltou a usar as mesmas expressões.

De acordo com relatos de aliados de Bolsonaro feitos à Folha sob condição de anonimato, a estratégia do governo, já iniciada no final de semana, é tentar desqualificar os atos e manter a base bolsonarista radical unida. Para isso trabalham para ressuscitar o antipetismo.

​Dentro desta lógica, os governistas querem generalizar como petistas todos os que foram às ruas protestar contra Bolsonaro.

Aliados do governo também trabalham para distorcer o foco dos atos.

Em vez de reconhecer que as manifestações são pela falta de vacina e em desacordo com a condução do governo no enfrentamento à pandemia, levantam o discurso de que as passeatas tiveram viés eleitoral, em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em contrapartida, argumentam que os bolsonaristas que vão às ruas em apoio ao presidente são cristãos e patriotas. Além disso, aliados do mandatário estão usando imagens de aglomeração nos atos contra ele para se blindar de críticas naqueles favoráveis ao presidente.

A recomendação para a utilização de máscaras teve ampla adesão de manifestantes no sábado, mas houve aglomerações em diversos locais, em descumprimento às regras de distanciamento social sugeridas por especialistas para conter a disseminação da Covid-19.

Ao longo do fim de semana, aliados de Bolsonaro inflaram o discurso de polarização e miraram ataques a Lula. O ex-presidente, segundo a última pesquisa Datafolha, aparece com vantagem para a disputa pelo Palácio do Planalto em 2022.

Lula não foi aos protestos de sábado e manteve silêncio, mas em diversas cidades houve declarações de apoio ao petista. Ele readquiriu o direito de disputar a eleição após o STF (Supremo Tribunal Federal) anular condenações da Lava Jato.

Diante de um adversário com elevada rejeição e um cenário difícil inclusive na economia, a estratégia dos petistas é deixar que Bolsonaro se desgaste. A gestão da pandemia da Covid já é alvo de uma CPI no Senado.

Como a Folha mostrou, o final de semana fez emergir entre os políticos a avaliação de que a eleição presidencial de 2022 foi antecipada. O mesmo diagnóstico é traçado por bolsonaristas e políticos de esquerda.

*Folhapress

”Pelo amor de Deus, Omar Aziz, encerra logo essa CPI. Vai plantar batata!”, diz Jair Bolsonaro

/ Brasília

Jair Bolsonaro pede fim da CPI da Covid. Foto: Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quinta-feira, 27, o presidente do CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), e pediu ”pelo amor de Deus” que ele encerre logo os trabalhos da comissão. ”Vai plantar batata, ô CPI!”, reclamou Bolsonaro. Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, desta vez de Matucará (AM), o presidente também atacou Aziz pela apresentação de um projeto de lei que tipificava como crime a prescrição de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais, sem comprovação científica.

”Ou seja, aquilo que eu mostrei para a ema (cloroquina), se um médico prescrevesse aquilo para mim (seria condenado a) três anos de cadeia”, afirmou o presidente, lembrando o episódio no qual apareceu com uma caixa de cloroquina diante das emas que ficam no jardim do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro disse que o projeto de Aziz não era apenas destinado aos médicos, mas tinha o objetivo de atingi-lo. ”Se eu voltasse a mostrar aquilo (cloroquina) para a ema, eu pegaria três anos de cadeia. Parabéns, Aziz! Que vergonha, hein?”, ironizou. ”Pelo amor de Deus, encerra logo essa CPI e vem aqui fazer outra coisa. Ficar no Senado? Pelo amor de Deus…”

O presidente afirmou que 30 minutos após ter criticado a proposta nas redes sociais, Aziz a retirou. ”Esse é o presidente da CPI”, desdenhou Bolsonaro ao dizer que, se o projeto fosse aprovado, vetaria. ”Omar Aziz, não quero entrar em detalhes sobre como era a saúde do seu Estado quando você era governador”, provocou.

Ao criticar a CPI, criada para investigar ações e omissões do governo no combate à pandemia, Bolsonaro defendeu a convocação do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. ”Por que não convocam o Malafaia? É uma das pessoas com quem eu mais converso. Estão com medo dele? Ou dos evangélicos?, perguntou o presidente.

Aziz se negou a pôr em votação um requerimento do senador Marcos Rogério (DEM-RO), vice-líder do governo, que pretendia convidar Malafaia a depor. “Vem com papinho (que não dá para convocar) porque é um assessor espiritual. Ah, vai plantar batata, ô CPI, vai plantar batata!”, esbravejou.”Ele fala sobre muita coisa comigo”.

Saltitante
Logo em seguida, Bolsonaro disse ter visto um senador ”saltitante” na CPI querendo convocá-lo. ”Ô, saltitante, ‘tá’ de brincadeira, né? Não tem o que fazer não, ô, saltitante?”. Apesar de não citar o nome do parlamentar, mas, sim, o seu Estado (Amapá), a ironia tinha endereço certo: quem protocolou pedido para convocar Bolsonaro foi o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O requerimento, porém, não chegou a ser votado.

Na live transmitida diretamente de Matucará, Bolsonaro afirmou ter encontrado índios no Amazonas que ”detestam” o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outros que gostam.

”Fico do lado daquele pessoal que não é muito chegado em ICMBio para deixar bem claro”, disse ele, que exibia adereços indígenas no braço. ”Nós devemos redirecionar esse instituto para aquilo que os índios querem de verdade. A gente sente na região que algumas comunidades sofrem uma influência, uma verdadeira massificação por parte de ‘brancos’, vamos assim dizer, e por parte de instituições”.

Bolsonaro visitou a região nesta quinta-feira (27) e vai pernoitar em Santa Isabel do Rio Negro (AM), só retornando a Brasília na sexta. Ele relatou que, em uma das comunidades, alguns índios contraíram coronavírus e se curaram. ”Eu perguntei: ‘Foi antes da vacina?’. (E eles responderam que) foi antes da vacina. Eles já foram vacinados também. E não morreram por que, né?”, questionou o presidente. ”Pessoal, anota aí: segundo eles, os tais índios tomaram chá de carapanaúba, saracura ou jambu”.

O presidente disse também ter visitado outra comunidade indígena na qual três pessoas morreram em decorrência de covid. Irônico, afirmou que, como o tratamento com chá não tem comprovação científica, a CPI poderia convidar índios para prestar depoimento. ”E levar, quem sabe, o chá”.

Estadão

Presidente da UPB se reúne com Paulo Guedes e Otto Alencar para pedir a redução da alíquota do INSS

/ Brasília

Zé Cocá é recebido pelo ministro Paulo Guedes. Foto: Divulgação

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Zé Cocá, foi recebido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na noite desta quarta-feira (26), em Brasília, para apresentar uma proposta de redução da alíquota patronal do INSS paga pelos municípios brasileiros. Atualmente a contribuição previdenciária das prefeituras é uma das mais altas aplicadas a empregadores, representando 22,5%. O encontro foi articulado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), que preside a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, e tratou também do apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 09/2021 que parcela em 240 meses a dívida dos municípios com a previdência. Paulo Guedes acolheu o pedido e montou uma equipe de trabalho, que já começa a atuar na próxima segunda-feira (31) para a apresentação de uma PEC com a redução da alíquota.

Segundo o presidente, a taxa imposta aos municípios não condiz com a função social exercida pelas prefeituras e é o principal motivo para inadimplência. ”O que viemos propor é a diminuição para algo que se encaixe na realidade dos municípios e haja condição de ser pago. Como está hoje só alimenta uma dívida incalculável, que se arrasta por anos, e compromete o orçamento dos municípios da Bahia e, em especial, os do Norte e Nordeste, que possuem uma base de arrecadação baixíssima. Não é possível tratar municípios ricos e pobres da mesma forma, pagando a dívida e ainda uma alíquota absurda. Então, essa reunião foi para sensibilizar o governo federal e eu agradeço ao ministro Paulo Guedes por ter entendido a nossa situação e agido rápido montando esse grupo de trabalho”, explicou Zé Cocá.

A demanda levada ao ministro da Economia foi pautada em uma reunião realizada pela UPB, em abril, com os presidentes das associações municipalistas do Norte e Nordeste. A reivindicação dos prefeitos também foi entregue por Zé Cocá ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, no dia 28 de abril, em Brasília, e aos senadores baianos em reunião virtual este mês, quando Otto Alencar propôs intermediar o encontro com Paulo Guedes.

”Essa deve ser uma luta de todos nós e uma bandeira única, a bandeira da defesa do municipalismo. Ela não tem cor partidária, ela tem aquilo que todos nós sempre pensamos que é defender os municípios, que é onde vive a população e é lá que os serviços essenciais são prestados. O ministro Paulo Guedes foi muito atencioso e vamos buscar uma solução para essa questão que é fundamental para o funcionamento normal dos municípios”, disse o senador ao deixar a reunião.

Participaram da reunião ainda o deputado federal Otto Alencar Filho (PSD-BA), o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o chefe da Assessoria Especial de Relações Institucionais do Governo, Esteves Colnago, o assessor especial do Ministério da Economia, César Augusto Guimarães, e consultor técnico em previdência da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Mário Rattes, que representou o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski.