Covid-19: Brasil tem 3,05 milhões de casos e 101,7 mil mortes, diz boletim do Ministério da Saúde

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Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 3.057.470 casos de covid-19, conforme balanço diário divulgado ontem (10) pelo Ministério da Saúde. Desde ontem, foram 22.048 novos casos informados pelas secretarias de saúde. Ontem(9), o painel apresentava 3.035.422 pessoas infectadas desde o início da contagem.

O número de mortes chegou a 101.752. Há ainda 3.569 óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 703 óbitos. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 101.049 falecimentos.

Atualmente, 791.096 pacientes com covid-19 estão em acompanhamento. Já a quantidade de pessoas recuperadas chega a 2.163.812.

Os números diários de casos e mortes são menores aos domingos e segundas em função da dificuldade de pessoal para alimentação dos bancos de dados durante os fins de semana. Já na terça-feira, em geral, há mais casos pois o balanço diário traz o acúmulo dos casos registrados nos dias anteriores.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 48,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1454,9.

Estudo de Universidade desenvolve exame para diagnosticar esquizofrenia e bipolaridade

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Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um exame de sangue capaz de diagnosticar a esquizofrenia e o transtorno bipolar, duas doenças psiquiátricas com sintomas semelhantes. O exame diferencia os dois transtornos por meio da análise de alterações bioquímicas e moleculares envolvidas em cada uma das doenças. O estudo foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O diagnóstico dessas duas patologias atualmente é feito com base na análise clínica, o que é considerado um processo subjetivo porque depende da avaliação do psiquiatra e da capacidade do paciente em relatar os sintomas. Por esses motivos, um diagnóstico desses distúrbios pode levar anos.

”É complicado diferenciar duas enfermidades que compartilham sintomas tão parecidos por meio de exames clínicos. Com o exame laboratorial é possível identificar padrões no soro sanguíneo e, assim, diferenciar casos de esquizofrenia e bipolaridade de modo preciso, o que melhora o prognóstico dos pacientes”, disse a professora no Departamento de Farmacologia da Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp) e coordenadora do estudo, Mirian Hayashi.

Segundo os pesquisadores, o exame analisa o conjunto de substâncias químicas resultantes de reações do metabolismo (metabólitos) e não apenas um biomarcador específico como proteínas, genes ou moléculas. Também foram analisados usuários de crack, já que a substância disfarça o primeiro episódio psicótico de pacientes esquizofrênicos.

”Se o indivíduo não relata que é usuário de crack, ele pode ser confundido com um paciente com esquizofrenia em primeiro episódio psicótico. No nosso estudo, no entanto, talvez por ser um efeito molecular passageiro, não conseguimos diferenciar usuários da droga de indivíduos saudáveis não usuários”, afirmou Mirian.

A pesquisadora explicou que o objetivo do estudo foi encontrar padrões diferentes nos metabólitos e associá-los a um dos transtornos. As amostras de soro sanguíneo foram colocadas sob efeito de um campo magnético e com a análise da ressonância magnética foi possível detectar as variações de prótons na amostra.

”Como toda molécula tem prótons, é possível traçar um perfil de ressonância, com diferentes composições dentro de um fluido. Ao analisar essas variações de prótons entre diferentes indivíduos, é possível identificar padrões nas amostras de pacientes esquizofrênicos que diferem dos padrões em bipolares ou pessoas saudáveis”.

A pesquisadora destacou que a hipótese mais aceita pela ciência para casos de esquizofrenia e bipolaridade está associada ao desequilíbrio de dopamina, um neurotransmissor do cérebro. Os principais medicamentos antipsicóticos disponíveis hoje no mercado são moduladores de dopamina. Ela lembra que o uso de drogas ilícitas, como o crack, aumenta a liberação de dopamina o que provoca o desequilíbrio momentâneo no neurotransmissor.

”Por isso, usuários de crack em crise apresentam sintomas parecidos. Porém, pessoas com esquizofrenia ou bipolaridade têm também alterações genéticas além do desbalanço químico no cérebro. Por esse motivo estudamos também usuários de crack”, disse.

De acordo com o coautor do artigo, João Victor Silva Nani, além de diferenciar uma condição de outra, o estudo revela novas informações sobre as duas doenças permitindo estudos futuros e contribuindo para o desenvolvimento de tratamentos mais eficientes. ”Afinal, se existe um padrão de alteração nos metabólitos, ele decorre de uma via específica para cada doença, que ainda não conhecemos”, ressaltou.

Rio de Janeiro confirma 178 mil casos e 14 mil mortes da covid-19, segundo dados divulgados pelo Estado

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O Rio de Janeiro registrou 178.524 casos confirmados e 14.070 mortes de covid-19. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) neste sábado (8). São mais 2.828 casos e 42 óbitos a mais nas últimas 24 horas. Há outros 1.005 óbitos em investigação e 159.372 pacientes se recuperaram da doença.

A capital lidera o número de casos, com 74.403 pessoas infectadas. Entre os demais municípios com maior número de casos, aparecem São Gonçalo (9.295), Niterói (9.290), Duque de Caxias (6.582), Macaé (6.149), Nova Iguaçu (4.437), Angra dos Reis (4.077), Volta Redonda (4.036), Itaboraí (3.495), Belford Roxo (3.323), Campos dos Goytacazes (3.273), Teresópolis (2.885), Magé (2.605), São João de Meriti (2.458), Maricá (2.392), Queimados (2.073) e Itaperuna (2.008).

A liderança no número de mortes também é da capital, com 8.606 casos. Entre os demais municípios com maior número de óbitos, aparecem São Gonçalo (601), Duque de Caxias (593), Nova Iguaçu (451), São João de Meriti (335), Niterói (310), Campos dos Goytacazes (228), Belford Roxo (223), Itaboraí (173), Magé (166), Petrópolis (147), Mesquita (144), Volta Redonda (134), Nilópolis (132), Angra dos Reis (124), Macaé (121), Itaguaí (97), Teresópolis (94) e Cabo Frio (89). Da Agência Brasil

Congresso e Supremo Tribunal Federal decretam luto oficial pelas 100 mil mortes por Covid-19

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Após o país atingir a marca de 100 mil mortos por Covid-19 na tarde deste sábado (8), o Supremo Tribunal Federal decretou luto oficial de três dias. O presidente do STF, ministro Dias Tofolli divulgou uma nota onde diz que ”somos uma nação enlutada, que sofre pela perda de familiares, amigos e pessoas do nosso convívio social”.

O ministro manifestou ”sentimentos de profunda tristeza e solidariedade aos familiares e aos amigos de cada uma das 100 mil vítimas. Em solidariedade à dor de inúmeros brasileiros e em homenagem a cada uma das 100 mil vítimas, o Supremo Tribunal Federal decreta luto oficial de três dias”.
Tofolli disse ainda que ”nesses tempos de tantos temores e perdas, humanas e materiais, somos instados a exercer a solidariedade e o espírito fraternal” e desejou que “a esperança, o espírito de Fé e a Ciência sejam nossos guias para que possamos encontrar meios de superação”.

Mais cedo, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, decretou luto oficial de quatro dias por conta das mortes pela pandemia. O anúncio foi feito pelo Twitter do senador.

Confira a nota de Dias Toffoli na íntegra:

Na data de hoje, o Brasil chora pelas 100 mil mortes em razão da Covid-19. Somos uma nação enlutada, que sofre pela perda de familiares, amigos e pessoas do nosso convívio social.

Jamais vivemos uma tragédia dessa dimensão em nosso país. São 100 mil pessoas que tinham um nome, uma profissão, projetos e sonhos. 100 mil vidas que certamente deixaram sua marca no mundo e na vida de outras pessoas. São filhas e filhos que não mais estarão com seus pais no dia especial de amanhã. São pais que não terão o que festejar neste domingo.

Em nome do Poder Judiciário e do Supremo Tribunal Federal, manifesto nossos sentimentos de profunda tristeza e solidariedade aos familiares e aos amigos de cada uma das 100 mil vítimas. Em solidariedade à dor de inúmeros brasileiros e em homenagem a cada uma das l00 mil vítimas, o Supremo Tribunal Federal decreta luto oficial de três dias.

Uma das maiores pandemias da humanidade tem assolado a vida dos brasileiros. Passamos a conviver com a incerteza quanto ao futuro, a temer por nossa própria vida e saúde e pelas daqueles que amamos. Os reflexos e as dores oriundas da pandemia são inúmeros e imensuráveis. Mas a maior de todas as dores é, sem dúvida, a perda de alguém que amamos. Isso é algo que jamais pode ser restituído ou compensado.

Nesses tempos de tantos temores e perdas, humanas e materiais, somos instados a exercer a solidariedade e o espírito fraternal; a olharmos uns aos outros como irmãos, como companheiros de jornada. Cada um de nós tem ‘apenas duas mãos, e o sentimento do mundo’, para usar a expressão de Carlos Drummond de Andrade. Que esse ‘sentimento do mundo’ continue nos mobilizando a apoiar uns aos outros como irmãos e a lutar por dias melhores. Que a esperança, o espírito de Fé e a Ciência sejam nossos guias para que possamos encontrar meios de superação.

O Poder Judiciário Nacional e o Supremo Tribunal Federal seguirão a postos para servir os brasileiros em suas demandas por justiça, ainda mais essencial nesse momento de fragilidade social. Seguiremos incansáveis na proteção dos mais vulneráveis e desassistidos e em assegurar os direitos fundamentais do cidadão, promovendo a justiça e a paz social.

Ministro interino da Saúde lamenta mortes por Covid-19 e exalta pacientes recuperados

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Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. Foto: Reprodução

Após o país superar 100 mil mortes em decorrência do novo coronavírus, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou neste sábado (8) que lamenta profundamente cada vida perdida na pandemia e exaltou o número de pacientes recuperados.

Em nota divulgada no início da noite, Pazuello disse que o Ministério da Saúde permanece trabalhando 24 horas por dia em parceria com estados e municípios para garantir que não faltem recursos, leitos, medicamentos e apoio às equipes de saúde.

”Não se trata de números, planilhas ou estatísticas, mas de vidas perdidas que afetam famílias, amigos e atingem o entorno do convívio social”, escreveu.

O ministro interino agradeceu aos profissionais de saúde que atuam no enfrentamento à Covid-19. Ele ressaltou que pessoas com sintomas da doença devem procurar atendimento imediato em uma Unidade Básica de Saúde.

”Brasil ocupa o primeiro lugar no mundo em número de pacientes recuperados, registrando mais de dois milhões de brasileiros curados”, afirmou.

Menos de cinco meses após registrar a primeira morte causada pela Covid-19, o Brasil superou, na tarde deste sábado, a marca de 100 mil óbitos decorrentes da doença.

Com o registro de 538 novas mortes desde a véspera até 13h30 deste sábado, o país soma assim 100.240 mortos pela doença, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio formado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, o Globo e G1.

O número de casos registrados, por sua vez, beira os 3 milhões, com 21.732 novas notificações e um total de 2.988.796 pessoas que tiveram a infecção confirmada, mas é provável que haja subnotificação. Com isso, o Brasil tem hoje cerca de 6,5% dos casos mundiais e 13,8% dos mortos pela doença no mundo, embora o país abrigue apenas 2,7% da população do planeta.

Motoboy humilhado por morador de condomínio de luxo ganha moto de humorista

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Motoboy Matheus ganhou uma moto. Foto: Reprodução/Instagram

Durante bate-papo com Luciano Huck nesta sexta-feira (7), Matheus Pires, 19, obteve do apresentador a promessa de ganhar uma moto zero km, já que a dele estava com problemas no motor. Isso aconteceu após vídeo que o mostrou sendo humilhado por um morador de um condomínio de luxo em Valinhos, no interior de São Paulo, viralizar nesta sexta-feira (7).

O que ele não esperava é que, indignado com o ocorrido, o humorista do SBT, Matheus Ceará se anteciparia e na noite da própria sexta-feira lhe presentearia com uma moto. “Aí Galera! Achamos o Matheus e já entregamos a moto pra ele. A historia esta nos Stories só seguir la e ver. Como disse anteriormente, não quero saber o que houve mas o video me sensibilizou e me identifiquei”, compartilhou o artista.

Desde que a humilhação de que foi vítima espalhou-se, Pires viu sua popularidade crescer da noite para o dia. O jovem conta hoje com 1.5 milhão de seguidores no Instagram e postou uma foto na rede social com o presente na manhã deste sábado (8). ”Obrigado pelo carinho, sem palavras para agradecer!!!”, escreveu. Alexandre Pires, Camila Camargo e Gui Araújo estão entre as celebridades que comentaram na postagem.

O iFood também usou as redes sociais para se manifestar sobre o caso. ”Racismo é crime. Nós, do iFood, condenamos qualquer forma de preconceito ou discriminação e por isso nos solidarizamos com o entregador Matheus, vítima do crime racial praticado por um consumidor na cidade de Valinhos conforme vídeo que circula nas redes sociais”.

Em seguida, a rede informou que Mateus Abreu Almeida Prado Couto, responsável pela humilhação contra o entregador não fazia mais parte da base de clientes do aplicativo de entrega. ”O iFood descadastrou o usuário agressor da plataforma e oferecerá à vítima apoio jurídico e psicológico”, compartilhou nesta sexta-feira (7).

Quase 148 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições municipais de 2020

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Cerca de 147,9 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas Eleições Municipais de 2020. É o que mostram os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última quarta-feira (5). Esses cidadãos vão poder escolher prefeitos e vereadores de 5.569 municípios no pleito do dia 15 de novembro.

De acordo com o TSE, o número de eleitores cresceu 2,66% em relação às últimas eleições municipais. O estado do Amazonas foi aquele que apresentou maior crescimento na quantidade de eleitores (7,88%). O único estado que teve redução foi Tocantins, que tinha 1.037.063 eleitores e agora tem 1.035.289.

O estado de São Paulo continua com o maior colégio eleitoral. Cerca de 33,5 milhões de paulistas estão aptos a votar. Já o município de Araguainha, em Mato Grosso, com apenas 1.001 eleitores, é o menor. No recorte por gênero, 52,49% do eleitorado é composto por mulheres e 47,48% é formado por homens.

Covid-19: Brasil tem 98,4 mil mortes e 2,9 milhões de casos, diz boletim do Ministério da Saúde

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O balanço diário do Ministério da Saúde divulgado hoje (6) totalizou 98.493 mortes desde o início da pandemia. Desde ontem, foram registrados pelas secretarias locais de saúde 1.237 óbitos. Ontem (5), o sistema marcava 97.256 mortes. Ainda há 3.544 óbitos em investigação.

O número acumulado de casos da doença chegou a 2.912.212. Nas últimas 24 horas, o painel do órgão recebeu a notificação de 53.139 novos casos das autoridades locais de saúde. Até ontem, a pasta havia contabilizado 2.859.073 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

De acordo com o Ministério da Saúde, há 766.059 pacientes em acompanhamento, e 2.047.660 pessoas recuperadas da doença. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 97.256 óbitos e 2,02 milhões de recuperados, diz Ministério da Saúde

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O balanço diário do Ministério da Saúde – divulgado nesta quarta(5) – mostra que o Brasil tem 2.859.073 casos acumulados de covid-19. Desse total, 70,7% se recuperaram da doença, ou seja, 2.020.637 pessoas; 97.256 faleceram e 741.180 pacientes estão em tratamento. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.437 óbitos e notificados 57.152 novos casos de covid-19. 

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%, mesmo percentual de dias anteriores. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 46,3. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.360,3.

O Brasil mantém-se em segundo lugar no ranking mundial em número de casos e de óbitos relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 157.690 mortes e 4.811.128 casos acumulados. Na terceira colocação, em número de casos, segundo o ranking na instituição norte-americana, aparece a Índia, com 1,9 milhão de infecções e 39.795 óbitos. Já em número de mortes, a terceira posição é do México, que registra 48.869 falecimentos e 449 mil casos totais. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil chega a 2,8 milhões de casos; 70,3% estão recuperados, diz Ministério da Saúde

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Desde o início da pandemia, 2.801.921 de brasileiros contraíram o vírus. O total de mortes chega a 95.819. Há 3,6 mil óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 51.603 novos casos confirmados de covid-19 e 1.154 mortes relacionadas à pandemia do novo coronavírus. Os números estão no balanço diário de desta terça-feira (4) publicado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o ministério, 1.970.767 pessoas já se recuperaram da covid-19 e 735.335 pacientes estão em acompanhamento.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45,6. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.333,3.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

O Brasil mantém-se como segundo no ranking mundial em casos e mortes relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 156.426 mortes e 4.758.028 casos acumulados. Da Agência Brasil

Prefeito do interior de Santa Catarina sugere aplicação retal de ozônio para tratar coronavírus

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Volnei Morastoni viraliza após sugestão. Foto: Reprodução

O prefeito de Itajaí, em Santa Catarina, Volnei Morastoni (MDB-SC) viralizou nas redes sociais após sugerir um tratamento alternativo ao isolamento social, que vem sendo o mais eficaz para impedir a propagação do coronavírus.

Em uma live feita no perfil oficial da Prefeitura no Facebook na última segunda (3), Morastoni afirmou que inscreveu a cidade para iniciar um protocolo de pesquisa que irá utilizar ozônio no tratamento da Covid-19.

”Estamos providenciando todas as acomodações, os aparelhos, todo o kit necessário para poder aplicar ozônio. Provavelmente vai ser uma aplicação via retal, uma aplicação tranquilíssima, rapidíssima, de 2 minutos, num cateter fininho e isso dá um resultado excelente”, disse o prefeito.

Covid-19: Brasil registra mais 561 mortes; total chega a 94.665, diz boletim do Ministério da Saúde

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O balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (3) trouxe 561 novas mortes registradas nas últimas 24 horas em razão da covid-19. Com isso, o total de óbitos chega a 94.665. Ainda há 3.578 óbitos em investigação.

A atualização do ministério trouxe também 16.641 novos casos de covid-19 notificados pelas secretarias de saúde nas últimas 24 horas. Com este acréscimo, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 2.750.318.

Ainda de acordo com o boletim diária do Ministério da Saúde, há 743.334 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.912.319 pessoas já se recuperaram da doença.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.308,8.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes causadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (23.365), Rio de Janeiro (13.604), Ceará (7.752), Pernambuco (6.669) e Pará (5.784). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (421), Tocantins (402), Roraima (513), Acre (539) e Amapá (576). Da Agência Brasil

Em meio à crise da pandemia, estados perdem R$ 16 bilhões em arrecadação no 1º semestre

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Em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, os estados brasileiros atravessaram o primeiro semestre de 2020 com uma queda na arrecadação de R$ 16,4 bilhões em comparação com o mesmo período do ano passado.

Levantamento da Folha com base nos relatórios de execução orçamentária dos estados aponta que, das 27 unidades da federação, 20 registraram queda na arrecadação nos primeiros seis meses deste ano. Seis estados e o Distrito Federal tiveram arrecadação maior que no ano passado, com destaque para Mato Grosso e Amapá.

Ao todo, os estados tiveram uma receita com impostos, taxas e contribuições de R$ 251 bilhões entre janeiro e junho de 2020 contra R$ 267,6 bilhões no mesmo período de 2019, em valores atualizados pela inflação; uma queda de 6%.

Especialistas apontam que não há paralelo de baque tão grande no cofre dos estados na história recente do país. O resultado já é pior do que o obtido nas crises de 2008 e 2015. No primeiro semestre de 2015, por exemplo, a queda na arrecadação dos estados foi de R$ 14,6 bilhões, em valores atuais, comparado ao mesmo período de 2014.

”Os estados seguem sofrendo bastante com a dinâmica de suas receitas próprias, dado que o isolamento social afetou diretamente a arrecadação de ICMS, principal tributo estadual”, avalia Juliana Damasceno, pesquisadora do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

A perda de receita aprofundou a crise em estados que já vinham enfrentando um cenário de dificuldade nas contas públicas, caso de Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Os três estados mantêm o pagamento escalonado de servidores públicos. O Rio Grande do Sul, por exemplo, que vem fazendo um trabalho de reformas e redução de despesas, registrou queda real de 5,7% na arrecadação. Com isso, a meta de terminar o ano sem déficit não deve ser mais alcançada.

”Ainda assim, foi importante ter entrado na crise com as despesas congeladas. Caso contrário, nossa situação seria muito pior”, afirma o secretário estadual da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso. O tempo de atraso para quitar os salários dos servidores, que havia sido reduzido para 13 dias em janeiro deste ano, alcançou 39 dias em maio. Dessa forma, os salários que deveriam ter sido pagos até 31 de maio só foram totalmente quitados em 9 de julho.

Em geral, o impacto da perda de receita dos estados só não será pior por causa da aprovação das medidas de auxílio financeiro do governo federal aos estados e municípios. Estados e DF receberão, juntos, R$ 22,3 bilhões. O benefício, contudo, vai compensar apenas entre 30% e 40% da perda de arrecadação dos entes, conforme estudo feito pela Secretaria da Fazenda de São Paulo.

”O pacote foi desidratado nas discussões entre o Congresso e a equipe econômica, o que na prática reduziu seu alcance, prolongando a situação de dificuldade que os estados já vinham enfrentando antes da pandemia”, afirma o secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório.

Com maior arrecadação própria entre os estados brasileiros, São Paulo teve uma receita de R$ 89,1 bilhões com tributos no primeiro semestre ante R$ 95,7 bilhões no mesmo período de 2019, uma queda de 6,8%. A Fazenda paulista estima que o estado deve fechar o ano com uma queda de receita de R$ 18 bilhões, equivalente a 10% da arrecadação.

Para neutralizar o impacto das perdas, São Paulo conta com a receita extra de auxílio aos estados e com a rolagem da sua dívida, aprovada no mesmo projeto de lei que criou o auxílio. São Paulo pagaria este ano cerca de R$ 12 bilhões em parcelas da dívida para o governo federal, valor cujo pagamento foi postergado. As parcelas só voltarão a ser pagas em 2021.

”Ao contrário de outros estados que enfrentam uma situação mais difícil, vamos fechar o ano com caixa equilibrado”, diz o secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles. Ele projeta um cenário de dificuldades no próximo ano e estima que a economia só deve voltar a atingir os níveis pré-crise no final de 2021. Por isso, a administração tomou medidas de contenção de gastos.

Os estados da região Nordeste, como Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe, tiveram uma forte perda na arrecadação com o ICMS. O mesmo aconteceu em estados do Sul, que têm uma economia mais voltada para o comércio de bens.

No Paraná, por exemplo, a arrecadação caiu de R$ 13 bilhões para R$ 11,6 bilhões, já descontados os repasses para municípios. A queda nas receitas com tributos foi de 10,5%. O secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Junior, afirma que, além das exportações agrícolas, a economia paranaense depende do comércio interregional, sobretudo com São Paulo. Por isso, teve forte impacto das medidas de isolamento social.

A substituição do comércio em lojas físicas pelas compras online em meio à pandemia, explica o secretário, também impactou a arrecadação. Para completar, o fechamento definitivo de cerca de 20% das empresas do estado deve tornar o cenário ainda mais adverso.

Para minimizar o impacto das perdas, diz o secretário, o Paraná ampliou a fiscalização de grandes contribuintes, cortou gastos e redimensionou projetos. Ao mesmo tempo em que estão perdendo receita, a maior parte dos estados teve que acelerar o volume de gastos, sobretudo com ações de enfrentamento à pandemia e compra de equipamentos como respiradores.

Das 27 unidades da federação, 21 registraram maior investimento no primeiro semestre comparado ao mesmo período de 2019. Estados como Pará, Mato Grosso e Tocantins mais que dobraram o nível de investimento.

Para a economista Juliana Damasceno, os estados carecem de ajuda do governo federal para além do sentido financeiro. Ela afirma que é preciso um plano de ação coordenado no enfrentamento à Covid-19, com planejamento conjunto de compras públicas e da reabertura da economia. ”A falta de perspectiva quanto aos rumos da pandemia reforça a necessidade de se ter alto grau de planejamento”, avalia.​

Covid-19: Brasil chega a 2,6 milhões de casos e 91,2 mil mortes, diz boletim do Ministério da Saúde

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O Brasil chegou a 2.610.102 casos acumulados de covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 57.837 pessoas infectadas. Na quinta (29), o sistema trazia 2.552.265 casos desde o início da pandemia. Os dados são da atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite desta quinta-feira (30).

Também conforme o balanço do órgão, foram 91.263 vidas perdidas desde o início da pandemia. O painel recebeu 1.129 novos registros nas últimas 24 horas. Ainda há 3.591 óbitos em investigação. Ontem, o sistema marcava 90.134 falecimentos em função da doença.

Ainda de acordo com a atualização diária do Ministério da Saúde, há 694.744 pacientes em acompanhamento. Outras 1.824.095 pessoas já se recuperaram da covid-19.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3.5%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 43,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.242. Da Agência Brasil