Agência Nacional de Vigilância Sanitária autoriza uso emergencial e temporário de vacina contra covid-19

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A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução que ”abre possibilidade aos laboratórios de solicitarem autorização para uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra covid 19”.

A decisão, deliberada hoje (10) durante a 11ª Reunião da Diretoria Colegiada, oficializa o pedido de uso emergencial de vacina anunciado no dia 2 de dezembro pela própria Anvisa.

Segundo a agência, nenhum laboratório solicitou, até o momento, o uso mesmo após a Anvisa ter publicado um guia com os requisitos para esse pedido.

”Serão considerados dados de estudos não clínicos e clínicos, de qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle e resultados provisórios de ensaios clínicos, entre outras evidências científicas. Além disso, a empresa deve apresentar informações que comprovem que a fabricação e a estabilidade são adequadas para garantir a qualidade da vacina”, informou, por meio de nota, a Anvisa.

A agência esclarece que a autorização de uso emergencial e temporária é restrita a um ”público previamente definido”, não substituindo o registro sanitário.

”A modalidade de uso emergencial e temporário está prevista em regulamento e pode trazer benefícios a determinados e controlados grupos, como medida adicional para o enfrentamento da pandemia. O pedido de uso emergencial e temporário deve ser submetido pela empresa desenvolvedora da vacina contra covid-19”, detalhou a Anvisa. Da Agência Brasil

Bolsonaro ainda não instalou barreiras sanitárias em três terras indígenas prioritárias, aponta PGR

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O governo Bolsonaro não instalou barreiras sanitárias em ao menos três terras indígenas prioritárias que deveriam ter sido contempladas com medidas preventivas à covid-19, aponta manifestação da Procuradoria-Geral da República enviada ao ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Os bloqueios haviam sido determinados em agosto e deveriam ter sido implementados até o final de setembro.

Na terça-feira passada, 1º, Barroso mandou a União explicar como pretende cumprir a decisão e os novos prazos para as medidas protetivas. O ministro também intimou a PGR a se manifestar, que reiterou a necessidade do governo em instalar as barreiras.

De acordo com a subprocuradora-geral Eliana Peres Torelly de Carvalho, a União estimou que conseguiriam instalar os bloqueios sanitários nas terras indígenas Alto Rio Negro, Enawenê Nawê e Vale do Javari até o dia 28 de novembro, após a chegada da Força Nacional nas regiões. No entanto, até hoje o governo não comprovou que a medida foi efetivamente cumprida.

Duas reuniões foram realizadas em novembro entre representantes do governo, da PGR, e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Na ocasião, a Funai alegou que, em relação à T.I Alto do Rio Negro haveria uma base móvel com patrulhamento fluvial. Integrantes da Apib, contudo, relataram preocupação com os povos indígenas e falaram que tal medida seria insuficiente para protegê-los. O questionamento não foi acolhido pelo governo, que também não comprovou a implantação da medida sanitária.

A barreira na T.I Vale do Javari, por sua vez, estava suspensa em razão da redução da navegabilidade dos rios. No entanto, a União ainda não informou qual a previsão para a implantação do bloqueio sanitário e tampouco comprovou seu restabelecimento nas reuniões com representantes dos povos indígenas. O governo também não garantiu o funcionamento da barreira na T.I Enawenê Nawê.

”Destaca-se, novamente, que as barreiras sanitárias previstas na Prioridade 1 deveriam estar em atividade até o final de setembro”, frisou a PGR. ”Reitera-se também os graves problemas operacionais e estruturais das Bases de Proteção Etnoambiental (BAPEs), cujas deficiências de infraestrutura e recursos humanos restarão agravadas com a agregação da função de operar como barreiras sanitárias”.

A ordem para construção das barreiras sanitárias como estratégia para preservar indígenas isolados é uma das cinco medidas determinadas por Barroso para conter o avanço da covid-19 entre essa população. A decisão foi dada após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetar uma série de dispositivos da lei que regulamenta o combate ao novo coronavírus entre indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

Em decisão, o ministro Luís Roberto Barroso classificou a ausência das barreiras como um quadro ‘gravíssimo’ e apontou descumprimento à decisão que foi proferida pelo STF para a implantação de medidas sanitárias contra covid nas terras indígenas.

”A situação é gravíssima, dado o avanço da pandemia, e, a se confirmar esse quadro, estará havendo descumprimento da medida cautelar proferida. Em um Estado de Direito, poucas coisas são tão graves como o desrespeito a uma decisão judicial, tanto mais quando emanada do Supremo Tribunal Federal”, registrou o ministro.

Entre as iniciativas que já foram determinadas pelo ministro estão o planejamento de ações com a participação das comunidades, a apresentação de planos para contenção de invasores e do próprio vírus nas reservas e a garantia de acesso a toda essa população ao Subsistema Indígena de Saúde.

No mês passado, a Advocacia-Geral da União apresentou ao Supremo uma nova versão do plano geral para o combate à pandemia do coronavírus entre os povos indígenas, mas o ministro decidiu não validar a versão por considerá-la ‘genérica’ e pediu que um novo documento fosse apresentado. Em agosto, Barroso já havia mandado o governo ajustar o Plano de Barreiras Sanitárias.

Governo do Paraná proíbe eventos com mais de 10 pessoas para conter avanço do coronavírus

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Decreto de Ratinho Júnior é valido por 15 dias. Foto: Reprodução

O governo do Paraná ampliou as medidas restritivas para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus no estado.
e passou a proibir eventos presenciais com grupos de mais de 10 pessoas, excluídas da contagem crianças de até 14 anos.

A exceção são ações sem contato físico, incluindo o modelo drive in. O decreto, editado na quinta-feira (3), é válido por 15 dias e pode ser prorrogado.

O texto assinado pelo governador Ratinho Junior (PSD) prevê também a proibição da comercialização e do consumo em vias e espaços públicos de bebidas alcoólicas das 23h às 5h. No mesmo período, vigora um toque de recolher, que começou a valer na última quarta-feira (2). Apenas serviços considerados essenciais ficam liberados da restrição de circulação. Ratinho Junior explicou que o decreto busca conter a movimentação de pessoas durante o período noturno, especialmente dos mais jovens.

“É um dos piores momentos da pandemia. Precisamos da colaboração de todos, para que respeitem esse novo decreto, especialmente evitando aglomerações. Peço a ajuda do povo do Paraná para enfrentar esse vírus com inteligência”, afirmou ele, em comunicado divulgado pela administração estadual.

(Com informações do UOL)

Covid-19: plano nacional de vacinação terá quatro fases e cada fase atenderá um público

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O plano nacional de vacinação contra a covid-19 terá quatro fases. Em cada etapa serão atendidos determinados tipos de públicos, escolhidos a partir do risco da evolução para quadros graves diante da infecção, da exposição ao vírus e de aspectos epidemiológicos da manifestação da pandemia no país.

A proposta preliminar foi discutida em reunião realizada ontem (1º) com a participação do Ministério da Saúde e outras instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz, o Instituto Butantan, o Instituto Tecnológico do Paraná e conselhos nacionais de secretários estaduais (Conass) e municipais (Conasems) de saúde.

A primeira fase terá como prioridade trabalhadores de saúde, pessoas de 75 anos ou mais e idosos em instituições de longa permanência (como asilos), bem como povos indígenas. Na segunda fase a imunização será focada nos idosos de 60 a 74 anos. Pacientes a partir de 60 anos são considerados grupo de risco pelo risco maior da contaminação evoluir para uma morte.

Na terceira fase estarão pessoas com comorbidades, condições médicas que também favorecem um agravamento do quadro a partir da covid-19. Entre as doenças crônicas incluídas neste grupo estão as cardiopatias e doenças renais crônicas.

A quarta fase vai focar em professores, forças de segurança, trabalhadores do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade. O conjunto destes segmentos soma 109,5 milhões de pessoas, que deverão receber, cada um, duas doses. No comunicado do Ministério sobre a reunião não há informações sobre o restante da população.

O Brasil já firmou acordo para compra de 100,4 milhões de doses com o consórcio Oxford/Astrazeneca e 42,5 milhões no âmbito do grupo Covax Facility, que reúne governos e empresas de diversos países.

De acordo com o ministério, o planejamento apresentado pode sofrer alterações no decorrer dos debates sobre o esforço de imunização contra a covid-19. Os representantes da pasta informaram durante a reunião que estão negociando a aquisição de mais seringas e agulhas. O órgão está providenciando a aquisição de 300 milhões de seringas no mercado nacional e 40 milhões no internacional.

O Ministério da Saúde manteve reunião nas últimas semanas com outros grupos desenvolvendo vacinas, como Pfizer e Biontech (EUA e Alemanha), Instituto Gamaleya (Rússia), Baharat Biontech (covaxin).

Governo estaduais firmaram parcerias próprias, como o de São Paulo com Sinovac para a Coronavac e os governos do Paraná e da Bahia com o Instituto Gamaleya para a Sputinik V, mas não houve anúncio de planos específicos. Nenhuma destas vacinas obteve ainda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  Da Agência Brasil

Depois de Criciúma, cidade de Cametá, no interior do Pará, tem noite de terror com assalto a banco

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Pessoas foram feitas reféns por criminosos. Foto: Rede social

Entre a noite desta terça-feira (1º) e madrugada de quarta (2), moradores de Cametá, no interior do Pará, registraram a ação de bandidos que fizeram reféns e distribuíram tiros em um assalto a banco na cidade, no nordeste paraense.

Pelas imagens compartilhadas nas redes sociais, é possível ver dezenas de pessoas reféns sendo conduzidas pelas ruas do município.

o crime ocorre 24h após um grupo usando 10 carros tomar de assalto a cidade de Criciúma, no Sul catarinense, e que segundo a polícia os carros eram blindados e que os veículos foram pintados de preto para camuflar. Houve reféns e troca de tiros. Um policial militar ficou ferido e precisou passar por cirurgias

Brasil registra 697 mortes e 50.909 casos de Covid-19 em 24 horas, diz Ministério da Saúde

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O Brasil registrou nesta terça-feira (1º), 50.909 novos casos da Covid-19, com isso o total de infecções confirmadas atingiu 6.386.787. Segundo o Ministério da Saúde, também foram notificados 697 novos óbitos em decorrência da Covid-19. No país, 173.817 óbitos já foram registrados.

Ainda de acordo com a pasta, esta é a segunda vez desde 4 de setembro, em que a contagem diária de casos no país ultrapassa a marca de 50 mil.

Taxa de contágio

Uma atualização feita pelo Imperial College de Londres indicou nesta terça, que a taxa de contágio no Brasil ficou em 1,02 nesta semana. Na semana passada o taxa era de 1,3.

Segundo reportagem do Terra, o Brasil é o segundo país com maior número de mortes por coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e o terceiro em casos, abaixo dos EUA e da Índia. São Paulo é o estado mais afetado pelo novo coronavírus, com 1.250.590 casos e 42.290 mortes.

Brasil passa de 170 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia, diz Ministério

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O Brasil passou de 170 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registradas 630 mortes, fazendo com o que o número tenha chegado a 170.115. Até ontem, o sistema marcava 169.183 falecimentos. Ainda há 2.202 mortes em investigação, este dado relativo a ontem (23).

O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira (24). O órgão divulga a cada dia uma atualização a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

A pandemia já provocou também a infecção de 6.118.708 pessoas no Brasil desde o primeiro caso, em fevereiro. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 31.100 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema marcava 6.087.608 casos acumulados.

Ainda conforme o balanço da pasta, há 472.575 pacientes em acompanhamento. Outras 5.476.018 pessoas já se recuperaram da doença.

Em geral, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (41.455), Rio de Janeiro (22.141), Minas Gerais (9.804), Ceará (9.492), dado relativo a ontem, e Pernambuco (8.951). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (715), Roraima (721), Amapá (795), Tocantins (1.151) e Rondônia (1.529). Da Agência Brasil

”Ele pediu: Milena, me ajuda”, diz mulher de negro morto por seguranças em Carrefour de Porto Alegre

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Milena Borges Alves, de 43 anos. Foto: Lauro Alves/Agência RBS

A mulher do homem negro espancado até a morte em um Carrefour de Porto Alegre na noite desta quinta-feira (19) disse que tentou ajudar o marido, mas foi impedida pelos seguranças. A declaração de Milena Borges Alves, de 43 anos, foi dada em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta sexta-feira (20). Dois homens foram presos em flagrante.

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos na véspera do Dia da Consciência Negra.

Ele fazia compras com a esposa quando teria feito um gesto para uma fiscal de caixa. Ela chamou a segurança, que levou João Alberto para o estacionamento do supermercado, onde começaram as agressões. As imagens do espancamento foram gravadas e passaram a circular nas redes sociais

”O João Alberto era uma pessoa brincalhona, que estava sempre brincando debochando, era assim o jeito dele. Estava sempre com o gato dele, gostava do gatinho dele”, conta Milena.

João Alberto Silveira Freitas foi espancado até a morte por seguranças

Os dois suspeitos, um de 24 anos e outro de 30 anos, foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para um presídio militar. O outro é segurança da loja e está em um prédio da Polícia Civil. A investigação trata o crime como homicídio qualificado.

Crime

Os dois suspeitos, Magno Braz Borges, de 30 anos, e Giovane Gaspar da Silva, de 24, foram presos em flagrante. Os nomes foram confirmados pela Polícia Civil. Giovane é policial militar e foi levado para um presídio militar. Magno é segurança terceirizado da loja e está em um prédio da Polícia Civil. A investigação trata o crime como homicídio qualificado.

De acordo com a Polícia Federal, um deles não possuía o registro nacional para atuar na profissão, mas não informou, no entanto, qual dos dois. O advogado de Magno Braz, William Vacari Freitas, disse que não vai se posicionar sobre o caso, no momento.

Covid-19: Brasil tem 5,8 milhões de casos acumulados e 164 mil mortes, diz Ministério da Saúde

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Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia passam de 5,8 milhões. Entre quinta e ontem, as autoridades de saúde notificaram 29.070 novos diagnósticos positivos para a covid-19, totalizando 5.810.652. Ontem, o painel de informações das autoridades de saúde marcava 5.781.582 casos acumulados.

O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (13). Ontem a pasta também fez um pronunciamento explicando que as dificuldades de atualização nesta semana se deveram a um problema nos sistemas informatizados que pode ser um ataque cibernético.

Ainda de acordo com a atualização da pasta, as mortes por covid-19 chegaram a 164.737. Nas últimas 24 horas, foram registradas 456 mortes. Ontem, o painel de estatísticas marcava 164.281 óbitos. Ainda há 2.388 falecimentos em investigação.

O balanço apontou também 378.348 pacientes em acompanhamento. Outros 5.267.567 já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (40.202), relativos ao dia 12, Rio de Janeiro (21.162), Ceará (9.432), Minas Gerais (9.405) e Pernambuco (8.805). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (705), Acre (707), Amapá (774), Tocantins (1.128) e Rondônia (1.497). Da Agência Brasil

Brasil chega a 162 mil mortes por covid-19, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde teve problemas técnicos que o impediram de obter alguns dados atualizados. Dentre eles, os dados de pessoas recuperadas. Desta forma, os últimos dados a respeito são da última quarta-feira (4), 5.064.344 (90,6%). O ministério também não pôde atualizar os dados de alguns estados, dentre eles São Paulo, o estado mais afetado pelo novo coronavírus no Brasil.

Por meio de nota, o ministério informou que ”nesta sexta-feira (6), identificou incidente em páginas web, o que desconfigurou layouts. A questão está sendo tratada pela equipe do DataSUS, e as páginas estão sendo restabelecidas. Não foram afetados os dados nem os servidores da pasta, que estão preservados pelas medidas de segurança adotadas.”

A pasta também disse que “está revisando todas as camadas de segurança dos sistemas de Informação do Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode ocasionar intermitência nos sistemas e na disseminação de informações da saúde durante o fim de semana, com previsão de término até o próximo domingo (8).

O balanço divulgado hoje (6) pelo Ministério da Saúde mostra 18.862 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Já são 5.631.181 casos acumulados desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas mais 279 mortes, totalizando 162.015. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil registra 610 mortes e 23,9 mil casos em 24 horas, diz Ministério da Saúde

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Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 610 mortes e 23.976 novos casos de covid-19. As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (4).

Com os novos óbitos notificados, o total de mortes causadas pela a pandemia do novo coronavírus chega a 161.106. Ontem, o painel do Ministério da Saúde contabilizava 160.496 falecimentos. Ainda há 2.295 mortes em investigação.

Com os novos diagnósticos positivos de covid-19 registrados, o número acumulado de pessoas infectadas atingiu 5.590. 025. Ontem, os dados consolidados pelo Ministério davam conta de 5.566.049 pessoas com covid-19 desde o começo da contagem.

Conforme a atualização do Ministério da Saúde, ainda há 364.575 pacientes em acompanhamento. Outras 5.064.344 pessoas já se recuperaram da doença, ou seja, 90,6% do total de infectados.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.549), Rio de Janeiro (20.759), Ceará (9.370), Minas Gerais (9.069) e Pernambuco (8.667). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (693), Acre (696), Amapá (751), Tocantins (1.105) e Rondônia (1.464).

Covid-19: apesar de 10 mil novos casos, número de óbitos desacelera no Brasil, diz boletim

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Segundo dados divulgados na noite de ontem (1º) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou nas últimas 24 horas 10.100 novos casos de covid-19. No total, a doença acometeu 5.545.705 brasileiros e foi responsável por 160.074 óbitos, uma alta de 190 mortes desde o registro de ontem (31).

O boletim informou que o número de recuperados vem aumentando e chega a quase 90% do total de infectados: 4.980.942 pessoas – 89,8% do total. O Brasil está em 2º lugar no total de recuperados do mundo, atrás apenas da Índia, que também está na frente em número de casos.

A Índia registra 8,18 milhões de infectados e 4,49 milhões de recuperados. O relatório da Saúde registra, ainda, que há 2.359 óbitos em investigação no momento. Da Agência Brasil

Brasil registra 530 mortes e se aproxima de 158 mil óbitos provocados pelo coronavírus

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O Brasil registrou 530 mortes pela Covid-19 e 29.353 casos da doença, nesta terça-feira (27). Com isso, o país chegou a 157.981 óbitos e a 5.440.903 pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 442, o que representa um cenário de estabilidade em relação à média de 14 dias atrás. Nas últimas semanas, o país esteve em situação de queda da média, retornando à situação de estabilidade nesta terça.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A região Norte é a única do país com crescimento da média móvel. Sul e Nordeste estão em situação de estabilidade e as outras regiões estão em queda.

Amapá, Amazonas, Ceará e Rio Grande do Sul apresentam crescimento da média móvel de mortes em relação à média de 14 dias atrás. Acre, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins estão em situação de estabilidade na média.

Os demais estados e o Distrito Federal apresentam queda na média.

O Brasil tem uma taxa de 75,4 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (226.563), e o Reino Unido (45.455), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 69,4 e 68,4 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O Brasil também já ultrapassou a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (62,4).

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos e já contabiliza 89.171 óbitos, tem 70,7 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos por 100 mil habitantes do Peru: 106,9. O país tem 34.197 óbitos pela Covid-19.

A Índia é o terceiro país, atrás apenas de EUA e Brasil, com maior número de mortes pela Covid-19, com 119.502 óbitos. Lá, devido ao tamanho da população, a taxa proporcional é de 8,8 óbitos por 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 66,8 mortes por 100 mil habitantes (29.730 óbitos).

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça (27) dados que apontam 29.787 novos casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24h, com 549 novas mortes.

Com os novos dados, o balanço federal soma 5.439.641 casos confirmados da doença desde fevereiro, com 157.946 mortes. Há, ainda, 2.379 mortes em investigação.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Mortes pela Covid-19 superam 156 mil no Brasil, mas média diária cai abaixo de 500

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O número de mortes causadas pela Covid-19 superou 156 mil nesta sexta-feira (23), após 566 novos registros de óbitos. Desde março, 156.528 pessoas morreram no Brasil por causa do novo coronavírus, e ao menos 5.355.650 contraíram a doença, somados 29.968 novos registros nas últimas 24 horas.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados coletados pelo consórcio mostram ainda que a média diária de mortes nos últimos sete dias causadas pelo novo coronavírus foi de 471, mantendo a trajetória de queda. Há duas semanas, essa média foi de 505, e há quatro semanas, de 675.

O recurso estatístico permite enxergar melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão.

O país está atualmente em estágio de desaceleração da doença, segundo monitor mantido pela Folha de S.Paulo, embora os números continuem altos. A taxa de mortos por 100 mil habitantes do Brasil é de 74,2, acima da taxa dos Estados Unidos, país com o maior número absoluto de mortos (223.813), com 68 mortos pela Covid para cada 100 mil habitantes.

Já os dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira apontam 30.026 novos casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24h, com 571 mortes.

Com isso, o total registrado no balanço federal já chega a 5.353.656 casos da doença desde fevereiro, com 156.471 óbitos. Há, ainda, 2.374 mortes em investigação.