”Ele pediu: Milena, me ajuda”, diz mulher de negro morto por seguranças em Carrefour de Porto Alegre

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Milena Borges Alves, de 43 anos. Foto: Lauro Alves/Agência RBS

A mulher do homem negro espancado até a morte em um Carrefour de Porto Alegre na noite desta quinta-feira (19) disse que tentou ajudar o marido, mas foi impedida pelos seguranças. A declaração de Milena Borges Alves, de 43 anos, foi dada em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta sexta-feira (20). Dois homens foram presos em flagrante.

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos na véspera do Dia da Consciência Negra.

Ele fazia compras com a esposa quando teria feito um gesto para uma fiscal de caixa. Ela chamou a segurança, que levou João Alberto para o estacionamento do supermercado, onde começaram as agressões. As imagens do espancamento foram gravadas e passaram a circular nas redes sociais

”O João Alberto era uma pessoa brincalhona, que estava sempre brincando debochando, era assim o jeito dele. Estava sempre com o gato dele, gostava do gatinho dele”, conta Milena.

João Alberto Silveira Freitas foi espancado até a morte por seguranças

Os dois suspeitos, um de 24 anos e outro de 30 anos, foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para um presídio militar. O outro é segurança da loja e está em um prédio da Polícia Civil. A investigação trata o crime como homicídio qualificado.

Crime

Os dois suspeitos, Magno Braz Borges, de 30 anos, e Giovane Gaspar da Silva, de 24, foram presos em flagrante. Os nomes foram confirmados pela Polícia Civil. Giovane é policial militar e foi levado para um presídio militar. Magno é segurança terceirizado da loja e está em um prédio da Polícia Civil. A investigação trata o crime como homicídio qualificado.

De acordo com a Polícia Federal, um deles não possuía o registro nacional para atuar na profissão, mas não informou, no entanto, qual dos dois. O advogado de Magno Braz, William Vacari Freitas, disse que não vai se posicionar sobre o caso, no momento.

Covid-19: Brasil tem 5,8 milhões de casos acumulados e 164 mil mortes, diz Ministério da Saúde

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Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia passam de 5,8 milhões. Entre quinta e ontem, as autoridades de saúde notificaram 29.070 novos diagnósticos positivos para a covid-19, totalizando 5.810.652. Ontem, o painel de informações das autoridades de saúde marcava 5.781.582 casos acumulados.

O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (13). Ontem a pasta também fez um pronunciamento explicando que as dificuldades de atualização nesta semana se deveram a um problema nos sistemas informatizados que pode ser um ataque cibernético.

Ainda de acordo com a atualização da pasta, as mortes por covid-19 chegaram a 164.737. Nas últimas 24 horas, foram registradas 456 mortes. Ontem, o painel de estatísticas marcava 164.281 óbitos. Ainda há 2.388 falecimentos em investigação.

O balanço apontou também 378.348 pacientes em acompanhamento. Outros 5.267.567 já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (40.202), relativos ao dia 12, Rio de Janeiro (21.162), Ceará (9.432), Minas Gerais (9.405) e Pernambuco (8.805). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (705), Acre (707), Amapá (774), Tocantins (1.128) e Rondônia (1.497). Da Agência Brasil

Brasil chega a 162 mil mortes por covid-19, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde teve problemas técnicos que o impediram de obter alguns dados atualizados. Dentre eles, os dados de pessoas recuperadas. Desta forma, os últimos dados a respeito são da última quarta-feira (4), 5.064.344 (90,6%). O ministério também não pôde atualizar os dados de alguns estados, dentre eles São Paulo, o estado mais afetado pelo novo coronavírus no Brasil.

Por meio de nota, o ministério informou que ”nesta sexta-feira (6), identificou incidente em páginas web, o que desconfigurou layouts. A questão está sendo tratada pela equipe do DataSUS, e as páginas estão sendo restabelecidas. Não foram afetados os dados nem os servidores da pasta, que estão preservados pelas medidas de segurança adotadas.”

A pasta também disse que “está revisando todas as camadas de segurança dos sistemas de Informação do Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode ocasionar intermitência nos sistemas e na disseminação de informações da saúde durante o fim de semana, com previsão de término até o próximo domingo (8).

O balanço divulgado hoje (6) pelo Ministério da Saúde mostra 18.862 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Já são 5.631.181 casos acumulados desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas mais 279 mortes, totalizando 162.015. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil registra 610 mortes e 23,9 mil casos em 24 horas, diz Ministério da Saúde

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Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 610 mortes e 23.976 novos casos de covid-19. As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (4).

Com os novos óbitos notificados, o total de mortes causadas pela a pandemia do novo coronavírus chega a 161.106. Ontem, o painel do Ministério da Saúde contabilizava 160.496 falecimentos. Ainda há 2.295 mortes em investigação.

Com os novos diagnósticos positivos de covid-19 registrados, o número acumulado de pessoas infectadas atingiu 5.590. 025. Ontem, os dados consolidados pelo Ministério davam conta de 5.566.049 pessoas com covid-19 desde o começo da contagem.

Conforme a atualização do Ministério da Saúde, ainda há 364.575 pacientes em acompanhamento. Outras 5.064.344 pessoas já se recuperaram da doença, ou seja, 90,6% do total de infectados.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.549), Rio de Janeiro (20.759), Ceará (9.370), Minas Gerais (9.069) e Pernambuco (8.667). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (693), Acre (696), Amapá (751), Tocantins (1.105) e Rondônia (1.464).

Covid-19: apesar de 10 mil novos casos, número de óbitos desacelera no Brasil, diz boletim

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Segundo dados divulgados na noite de ontem (1º) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou nas últimas 24 horas 10.100 novos casos de covid-19. No total, a doença acometeu 5.545.705 brasileiros e foi responsável por 160.074 óbitos, uma alta de 190 mortes desde o registro de ontem (31).

O boletim informou que o número de recuperados vem aumentando e chega a quase 90% do total de infectados: 4.980.942 pessoas – 89,8% do total. O Brasil está em 2º lugar no total de recuperados do mundo, atrás apenas da Índia, que também está na frente em número de casos.

A Índia registra 8,18 milhões de infectados e 4,49 milhões de recuperados. O relatório da Saúde registra, ainda, que há 2.359 óbitos em investigação no momento. Da Agência Brasil

Brasil registra 530 mortes e se aproxima de 158 mil óbitos provocados pelo coronavírus

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O Brasil registrou 530 mortes pela Covid-19 e 29.353 casos da doença, nesta terça-feira (27). Com isso, o país chegou a 157.981 óbitos e a 5.440.903 pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 442, o que representa um cenário de estabilidade em relação à média de 14 dias atrás. Nas últimas semanas, o país esteve em situação de queda da média, retornando à situação de estabilidade nesta terça.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A região Norte é a única do país com crescimento da média móvel. Sul e Nordeste estão em situação de estabilidade e as outras regiões estão em queda.

Amapá, Amazonas, Ceará e Rio Grande do Sul apresentam crescimento da média móvel de mortes em relação à média de 14 dias atrás. Acre, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins estão em situação de estabilidade na média.

Os demais estados e o Distrito Federal apresentam queda na média.

O Brasil tem uma taxa de 75,4 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (226.563), e o Reino Unido (45.455), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 69,4 e 68,4 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O Brasil também já ultrapassou a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (62,4).

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos e já contabiliza 89.171 óbitos, tem 70,7 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos por 100 mil habitantes do Peru: 106,9. O país tem 34.197 óbitos pela Covid-19.

A Índia é o terceiro país, atrás apenas de EUA e Brasil, com maior número de mortes pela Covid-19, com 119.502 óbitos. Lá, devido ao tamanho da população, a taxa proporcional é de 8,8 óbitos por 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 66,8 mortes por 100 mil habitantes (29.730 óbitos).

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça (27) dados que apontam 29.787 novos casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24h, com 549 novas mortes.

Com os novos dados, o balanço federal soma 5.439.641 casos confirmados da doença desde fevereiro, com 157.946 mortes. Há, ainda, 2.379 mortes em investigação.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Mortes pela Covid-19 superam 156 mil no Brasil, mas média diária cai abaixo de 500

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O número de mortes causadas pela Covid-19 superou 156 mil nesta sexta-feira (23), após 566 novos registros de óbitos. Desde março, 156.528 pessoas morreram no Brasil por causa do novo coronavírus, e ao menos 5.355.650 contraíram a doença, somados 29.968 novos registros nas últimas 24 horas.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados coletados pelo consórcio mostram ainda que a média diária de mortes nos últimos sete dias causadas pelo novo coronavírus foi de 471, mantendo a trajetória de queda. Há duas semanas, essa média foi de 505, e há quatro semanas, de 675.

O recurso estatístico permite enxergar melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão.

O país está atualmente em estágio de desaceleração da doença, segundo monitor mantido pela Folha de S.Paulo, embora os números continuem altos. A taxa de mortos por 100 mil habitantes do Brasil é de 74,2, acima da taxa dos Estados Unidos, país com o maior número absoluto de mortos (223.813), com 68 mortos pela Covid para cada 100 mil habitantes.

Já os dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira apontam 30.026 novos casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24h, com 571 mortes.

Com isso, o total registrado no balanço federal já chega a 5.353.656 casos da doença desde fevereiro, com 156.471 óbitos. Há, ainda, 2.374 mortes em investigação.

Covid-19: Brasil tem 24,8 mil novos casos e mais 497 mortes em 24h, diz Ministério da Saúde

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As autoridades de saúde registraram 24.858 novos casos e mais 497 mortes por covid-19 em 24 horas. Os dados foram coletados pelas secretarias estaduais de saúde e consolidados no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quinta-feira (22).

Com o acréscimo, o país chegou a 155.900 mortes causadas pelo novo coronavírus. Ontem, a contabilidade das autoridades de saúde marcava 155.403 óbitos por causa da covid-19. Ainda há 2.408 falecimentos em investigação.

O número de casos desde o início da pandemia atingiu 5.323.630. Até ontem, o sistema do Ministério da Saúde trazia 5.298.772 casos acumulados da doença.

Atualmente, 388.435 pacientes estão em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, 4.779.295 pessoas já se recuperaram da doença. Isso corresponde a 89,8% do total de brasileiros infectados.

Brasil chega a 150 mil mortos sem saber real dimensão da Covid-19, após 7 meses do 1º caso

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O número de mortos deixados pela Covid-19 no Brasil superou, neste sábado (10), 150 mil pessoas. Passados sete meses e meio desde o primeiro caso no país, contudo, a dimensão real da doença entre os brasileiros continua a ser uma incógnita.

Mesmo os primeiros pesquisadores que tentaram estimar o número total de pessoas infectadas, isto é, que tentaram descobrir a soroprevalência, a porcentagem de pessoas contaminadas, com ou ou sem sintomas, foram driblados pelo novo coronavírus.

A quantidade de anticorpos de quem foi infectado começa a diminuir depois de algumas semanas. Decai a ponto de testes em geral usados nessas pesquisas não captarem mais esses sinais de infecção. Depois de um tempo, uma pessoa um dia contaminada pode parecer que jamais foi invadida pelo novo coronavírus. Por esse motivo, provavelmente, essas primeiras grandes pesquisas indicaram estabilidade relativa ou queda da taxa de infecção desde junho: subestimaram o tamanho da epidemia.

O Brasil conta hoje mais de 150 mil mortes confirmadas, número que pode ser ainda maior. Mas sabe ainda menos sobre quantas pessoas foram infectadas. O número de casos confirmados oficialmente passa de 5 milhões.

Conhecer o tamanho da infecção pode ajudar a definir políticas de saúde, até de vacinação. Pode indicar em que altura uma certa porcentagem de infectados por si só leva à redução do número de novos casos, a chamada imunidade coletiva. A correção dessas pesquisas pode ser necessária para se descobrir se a infecção deixa as pessoas imunes ao vírus, por quanto tempo e com qual nível de resistência à doença. Mesmo sem anticorpos detectáveis, pode haver imunidade, mas, anticorpos não são garantia de proteção.

Novos estudos tentam corrigir a subestimativa. Nos testes feitos pela Prefeitura de São Paulo com amostras da população paulistana, a porcentagem de infectados variou entre 9,8% e 13,9% de julho a agosto. Essa variação pequena não é compatível com o número de doentes e de mortos. Trabalho de pesquisadores brasileiros publicado em setembro indica que a cidade de São Paulo poderia ter mais de 22% de infectados em agosto —o número de total de contaminados, portanto, seria 10 vezes o que aparece na conta oficial dos casos confirmados. Em Manaus, seriam até 66% os infectados, ante os 27,5% dos resultados ”sem correção”.

Os inquéritos sorológicos, como o da prefeitura paulistana e o Epicovid, nacional, tentam obter o número geral de infectados na população a partir do exame de uma amostra, de uma parte desse mesmo conjunto de pessoas. Os sorteados são examinados com os chamados testes rápidos, que detectam se há anticorpos em sangue coletado por uma picada no dedo.

Brasil ultrapassa 145 mil mortos e 4,9 milhões de casos de Covid-19, diz Ministério da Saúde

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De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 599 mortes e 26.310 novos casos confirmados da Covid-19, neste sábado (3).

Com isto, o país chega à marca de 145.987 óbitos e 4.906.833 infecções pelo novo coronavírus, desde o início da pandemia. O total de pacientes recuperados, segundo os dados do governo federal, é de 4.248.574.

No recorte regional, o Sudeste apresenta o maior número de mortes acumuladas, com 66.226; seguido do Nordeste, com 39.579; Norte (15.142); Centro-Oeste (12.926) e Sul (12.314).

A Bahia, por sua vez, registrou 46 óbitos neste sábado (3), chegando a um total de 6.890 vítimas fatais do novo coronavírus, desde o início da pandemia

Covid-19: Brasil tem 144 mil mortes e 4,84 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (1º), revela que o Brasil registrou 4.847.092 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia.

Desse total, 3% dos casos resultaram em morte (144.680); 10,1% dos pacientes estão em tratamento (489.640); e 86,9% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.212.772).

Nas últimas 24 horas, foram registrados 728 óbitos e 36.157 novos casos confirmados. As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.440 mortes foram provocadas por coronavírus.

Passados pouco mais de sete meses da confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil, o estado de São Paulo está perto de somar um milhão de casos acumulados do novo coronavírus.

Até hoje, o estado contabiliza 991.725 casos confirmados, sendo 6.097 deles computados nas últimas 24 horas. O total de mortes já soma 35.804, sendo que 182 delas foram contabilizadas de ontem para hoje.

Do total de casos diagnosticados, 856.453 pessoas estão recuperadas da doença, sendo 108.508 delas após internação.

Há 9.086 pessoas internadas em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.919 delas estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em 44% no estado e em 42,7% na Grande São Paulo.

O número de novas internações no estado está caindo há dez semanas consecutivas e a taxa de ocupação já é a mais baixa desde o início da pandemia. Com informações da Agência Brasil

Menino de 9 anos viraliza na internet após tentar comprar casa para a mãe pagando R$ 50 por mês

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João Bernardo, à direita, viraliza na web. Foto: Rede social

Um menino de 9 anos ficou conhecido nas redes sociais após tentar comprar uma casa para a mãe, no aplicativo da OLX, sugerindo pagar o imóvel com parcelas de R$ 50.

João Bernardo é morador de Maringá, no Paraná, e queria que a mãe dele, a diarista Daiana Campiolo, de 38 anos, não pagasse mais aluguel.

”Olá! Queria comprar a casa, mas não tenho dinheiro, então pensei: e se eu te desse R$ 50 por mês até juntar R$ 110 mil?”, sugeriu o menino. ”É que eu gostaria de morar eu, minha mãe e meu irmão. Nossa casa é muito pequena. Na nossa rua passa carro às vezes e nosso cachorro sai de casa, porque só tem um portão. E minha mãe sempre tem que pagar o aluguel, sem poder gastar muito, porque o aluguel é muito alto”, continuou, tentando convencer o vendedor.

A mãe do menino compartilhou os prints da conversa nas redes sociais e o fato acabou viralizando. Comovidos, internautas fizeram uma ”vaquinha” virtual e conseguiram arrecadar R$ 165 mil para o menino conseguir comprar a casa.

”Eu estou até passando mal. Estou me sentindo muito feliz, mas ainda parece sonho. Meu maior sentimento hoje é de alívio, porque minha maior preocupação era morrer e deixar meus filhos desamparados”, disse a mãe do menino, emocionada, em entrevista à revista Crescer.

Covid-19: Brasil tem 140 mil mortes e 4,68 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O número de pessoas que se infectaram com o novo coronavírus desde o início da pandemia subiu para 4.689.613 . Nas últimas 24 horas, foram registrados 31.911 novos diagnósticos positivos para covid-19. Até ontem, a soma estava em 4.657.702.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no início da noite desta sexta-feira (25), na atualização diária publicada pela pasta.

Ainda conforme o boletim, o número acumulado de mortes em razão da pandemia chegou a 140. 537. Entre ontem (24) e hoje (25), os novos óbitos registrados pelas secretarias estaduais de saúde totalizaram 729, mantendo a média abaixo dos 1.000 diários das últimas semanas. Ontem o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 139.808 óbitos desde o início da pandemia.

As autoridades de saúde ainda investigam se 2.430 falecimentos ocorreram em decorrência da covid-19.

Ainda de acordo com a atualização, 508.127 pacientes estão em acompanhamento. O número de recuperados da covid-19 chega a 4.040.949. Isso representa 86,2% do total de infectados pelo novo coronavírus. Da Agência Brasil

Candidato a vereador morre após ser atacado durante live; autor é irmão do prefeito, diz polícia

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Cassio Remis (PSDB) era candidato a vereador. Foto: Rede social

Um candidato a vereador na cidade de Patrocínio, interior de Minas Gerais, Cassio Remis (PSDB), foi morto a tiros na tarde desta quinta-feira (24), após ser atacado durante uma live. De acordo com a polícia, o autor do crime é Jorge Marra, irmão do prefeito da cidade. As informações são do G1

Antes de morrer, a vítima estava na Avenida João Alves do Nascimento mostrando o processo de revitalização quando alegou na transmissão ao vivo que funcionários da Prefeitura eram usados para fazer serviços particulares em frente a uma residência que seria o comitê de campanha do atual prefeito, Deiró Moreira Marra. Nesse momento, o assassino saiu de um veículo, tomou o aparelho da vítima e voltou ao carro.

Segundo o tenente-coronel Salomão Queiroz Caixeta, em seguida Remis foi atrás de Jorge Marra, que se dirigiu à Secretaria de Obras. Na porta do local, o candidato tentou pegar o telefone de volta, mas Marra atirou e fugiu.

Atualmente, Jorge Marra ocupa o cargo de secretário de Obras. Após o crime, a Prefeitura informou que se pronunciaria durante coletiva para a imprensa