Covid-19: Brasil tem 134 mil mortes e 4,4 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O Brasil chegou a 134.106 mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registrados 987 óbitos. A soma representa um aumento de 0,7% sobre ontem, quando os números traziam um total de 133.119 pessoas que perderam a vida para a covid-19. Ainda há 2.428 mortes em investigação.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado na noite desta quarta-feira (16).

Ainda conforme a atualização, foram acrescidas às estatísticas 36.820 novos diagnósticos de covid-19, totalizando 4.419.083 pessoas infectadas desde o início da pandemia. O resultado marca um acréscimo de 0,8% em relação a ontem, quando o painel trazia 4.382.263 casos acumulados.

O sistema do Ministério da Saúde contabilizou ainda 564.665 pacientes em acompanhamento. Do total de infectados, 84,2% dos pacientes se recuperaram da covid-19, ou seja, 3.720.312 pessoas.

A letalidade (número de óbitos pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (número de mortes por 100 mil habitantes) está em 63,8. Já a incidência (total de casos por 100 mil habitantes) subiu para 2.102,9. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 1,1 mil mortes e 36,6 mil casos nas últimas 24h, diz Ministério da Saúde

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Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 1.113 óbitos e 36.653 novos casos relacionados ao novo coronavírus. Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado na noite desta terça-feira (15).

Desde o início da pandemia, 133.119 pessoas morreram em razão da covid-19. Ontem, o sistema de dados do Ministério da Saúde marcava um total de 132.006 óbitos. Outros 2.445 ainda estão em investigação pelas autoridades de saúde.

Ainda de acordo o balanço diário, o número de pessoas diagnosticadas com covid-19 desde o início da pandemia chegou a 4.382.263. No painel do Ministério da Saúde, o número de casos acumulados ontem estava em 4.345.610.

Do total de infectados,  3.671.128 já se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia, isso representa 83,8%. Atualmente, 578.016 pacientes estão em tratamento, ou seja, 13,2%.

Os números diários são menores aos domingos e segundas-feiras em razão das dificuldades para alimentação pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, o número em geral é maior em função do acúmulo de registro encaminhado ao painel do Ministério da Saúde.

A letalidade (número de óbitos pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (número de falecimentos por 100 mil habitantes) está em 63,3. Já a incidência (total de casos por 100 mil habitantes) subiu para 2085,3. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 129 mil mortes e 4,2 milhões de casos confirmados, diz Mistério da Saúde

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A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (10) mostrou que houve 129.522 mortes em função da covid-19. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 983 óbitos. Ontem, no balanço da pasta constavam 128.539 óbitos. Ainda há 2.501 mortes sendo investigadas por órgãos de saúde.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia somam 4.238.446. Entre ontem e hoje, foram notificados 40.557 novos diagnósticos positivos de infecção pelo coronavírus. Ontem o painel do Ministério da Saúde trazia 4.197.889 casos acumulados. De acordo com a atualização, 611.587 pessoas estão em acompanhamento e mais 3.497.337 se recuperaram.

Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação de dados pelas equipes das secretarias de Saúde. Às terças-feiras, o número usualmente tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.

Covid-19: Brasil tem 125,5 mil mortes e 4 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O Brasil chegou à 125.521 mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registrados 907 óbitos. As informações estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (4). Ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 125.521 óbitos. Ainda há 2.492 falecimentos em investigação.

De acordo com o balanço da pasta, desde o início da pandemia, 4.092.832 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde acrescentaram às estatísticas 51.194 novas pessoas diagnosticadas com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 4.041.638 casos.

Ainda de acordo com a atualização, 688.393 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.278.918 já se recuperaram.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,1%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 59,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1947,6.

Brasil registra 970 mortes pela Covid-19 e chega a 118.726 óbitos provocados pela doença

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O Brasil registrou 970 mortes pela Covid-19 e 42.489 casos da doença, nesta quinta (27). Dessa forma, o total de óbitos chegou a 118.726 e o de infecções desde o início da pandemia a 3.764.493.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

A Folha de S.Paulo ainda divulga a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 900, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 56,7 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 55,2 e 62,5 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos, tem 49,2 mortes para cada 100 mil habitantes. A Índia, com 60.472 óbitos, também passou o Reino Unido em mortos pela Covid-19.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 17,9 mortes por 100 mil habitantes.

Boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (27) apontou que o Brasil registrou 44.235 casos de infecção pelo novo coronavírus e 984 mortes em decorrência da doença, nas últimas 24 horas.

Com os novos dados, foram registrados no país desde o início da pandemia um total de 118.649 óbitos e 3.761.391 casos confirmados da Covid-19.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Brasil tem 49 municípios com mais de 500 mil habitantes, diz levantamento do IBGE

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Com 776 habitantes, o município de Serra da Saudade, em Minas Gerais, é a cidade brasileira que registra a menor população. Em seguida, vem Borá, em São Paulo, com 838 habitantes; Araguainha, no Mato Grosso, onde há 946 habitantes; e Engenho Velho, no Rio Grande do Sul, com 982 habitantes.

Os dados fazem parte da pesquisa Estimativas da População dos Municípios 2019, divulgada hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A última década registrou um aumento na quantidade de grandes municípios no país. No Censo de 2010, apenas 38 municípios registravam população superior a 500 mil habitantes. Dentre eles, apenas 15 tinham mais de 1 milhão de moradores. Já em 2020, o país tem 49 municípios brasileiros com mais de 500 mil habitantes. Em 17 deles, a população é superior a 1 milhão de moradores.

Para o gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Mitsuo Minamiguchi, esse resultado indica uma tendência verificada em períodos recentes. “Os números acompanham uma tendência já percebida nos últimos anos, evidenciando a emergência de polos regionais, que apresentam crescimento populacional acima de 1% ao ano”, disse.

Dos 49 municípios com mais de 500 mil pessoas, 23 são capitais. Os outros 26 municípios estão distribuídos nos estados de São Paulo (8), do Rio de Janeiro (6), de Minas Gerais (3), do Espírito Santo (2), Pernambuco, Bahia, Santa Catarina, Goiás, Paraná, Pará e Rio Grande do Sul (com 1 município, cada). Quatro capitais: Vitória, Palmas, Rio Branco e Boa Vista têm menos de 500 mil habitantes.

Na outra ponta, há 30 municípios com população inferior a 1,5 mil habitantes, sendo que, em quatro deles, há menos de 1 mil moradores.

As 27 capitais concentram 50 milhões de habitantes, o equivalente a 23,86% da população total do país em 2020.

Crescimento anual
De acordo com o IBGE, Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento (5,12%) no período 2019-2020. A menor foi Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (0,30%). A taxa de crescimento anual (0,84%) do conjunto dos municípios das capitais ficou acima da taxa do país (0,77%).

A região metropolitana mais populosa do Brasil ainda é a São Paulo, com 21,9 milhões de habitantes, seguida pelo Rio de Janeiro (13,1 milhões), Belo Horizonte (6,0 milhões) e também a Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,7 milhões). Da Agência Brasil

Segundo o IBGE, as taxas de crescimento das maiores regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Salvador) ficaram ligeiramente abaixo da média do país. ”Nessas metrópoles, o crescimento do município sede é, na maioria dos casos, mais baixo do que o verificado nos municípios restantes”, informou.

Redução populacional
A pesquisa indica redução populacional em 28,1% dos municípios do país, ou seja, 1.565 cidades onde as taxas de crescimento foram negativas. Em pouco mais da metade dos municípios brasileiros (52,1%), a alta no número de habitantes foi entre zero e 1%. Em 3,7% deles, 205 municípios, tiveram crescimento igual ou superior a 2%.

O grupo que, proporcionalmente, apresentou maior número de municípios com redução populacional é o de até 20 mil habitantes. Já o grupo dos municípios entre 100 mil e 1 milhão de habitantes é o que, na proporção, tem mais municípios com crescimento superior a 1%. As cidades com mais de 1 milhão de habitantes registraram crescimento entre 0 e 1% ao ano.

As regiões Norte e Centro-Oeste tem o maior número de municípios com crescimento acima de 1%. Na Região Sul, 45,6% dos municípios tiveram redução de população.

Estados
Com 46,3 milhões de habitantes, o estado de São Paulo permanece como o mais populoso do país e concentra 21,9% da população total do Brasil. Minas Gerais vem em seguida com 21,3 milhões de habitantes, e o Rio de Janeiro, com 17,4 milhões de habitantes. Os cinco estados menos populosos somam cerca de 5,7 milhões de pessoas: Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Rondônia, todos na região norte.

Entre os municípios, o de São Paulo também se mantém como o de maior população. Lá são 12,3 milhões de habitantes. Depois estão Rio de Janeiro (6,75 milhões), Brasília (3,05 milhões) e Salvador (2,88 milhões). Os 17 municípios do país com população superior a 1 milhão de habitantes concentram 21,9% da população nacional e 14 deles são capitais estaduais.

TCU
Segundo o IBGE, as estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para calcular o Fundo de Participação de Estados e Municípios. Elas servem também de referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos. A divulgação é anual e atende ao artigo 102 da Lei nº 8.443/1992 e à Lei complementar nº 143/2013. A tabela com a população estimada para cada município foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Assassinatos de negros aumentam 11,5% e de não negros caem 12,9% em dez anos, mostra Atlas

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Os assassinatos no Brasil diminuem apenas para uma parte da população. A taxa de homicídios de negros no Brasil saltou 11,5% de 2008 a 2018 (de 34 para 37,8 por 100 mil habitantes), enquanto a morte de não negros caiu 12,9% no mesmo período (de 15,9 para 13,9 por 100 mil), de acordo com o Atlas da Violência 2020, divulgado nesta quinta-feira (27). O mesmo padrão é repetido entre as mulheres: o assassinato de negras cresceu e o de brancas caiu.

O estudo é elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde. Os negros são representados pela soma de pretos e pardos e os não negros são os brancos, amarelos e indígenas, segundo a classificação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número de homicídios teve queda em 2018, quando foram registrados 57.956 casos, o que corresponde a uma taxa de 27,8 mortes por 100 mil habitantes —o menor nível de assassinatos em quatro anos. A diminuição aconteceu em todas as regiões, em 24 estados, com maior intensidade no Nordeste. ​

Entre o total de vítimas, os negros representaram 75,7%. Segundo o Atlas, a discrepância entre as raças nas taxas de homicídio significa que, na prática, para cada indivíduo branco morto naquele ano, 2,7 negros foram assassinados.

Segundo o Atlas, a discrepância entre as raças nas taxas de homicídio significa que, na prática, para cada indivíduo branco morto naquele ano, 2,7 negros foram assassinados.

Há estados em que a diferença é ainda maior: em Alagoas, por exemplo, para cada não negro vítima de homicídio, morreram 17 negros. Com informações da Folha de S.Paulo

Estado de São Paulo tem queda de óbitos e de internações por covid-19, segundo boletim

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Além da queda no número de óbitos e de casos registrada na semana passada, o estado de São Paulo também apresentou redução em novas internações por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus]. Segundo o governo paulista, isso indica que o estado está saindo do platô, que era um pico contínuo alto de casos.

Na última semana, – a 34ª Semana Epidemiológica (entre os dias 16 e 22 de agosto) -, a média móvel de novas internações foi de 1.550 por dia, semelhante a números obtidos em maio, na 21ª Semana Epidemiológica (de 17 a 23 de maio). Na 33ª Semana, a média por dia era de 1.658 novas internações.

Segundo o que noticiou a Agência Brasil no último sábado (22), o estado de São Paulo teve queda, pela segunda semana consecutiva, na média móvel de mortes por covid-19.

A média móvel é calculada somando o total de casos registrados na semana e dividindo-o pelo número de dias. Na semana passada, foram computadas 1.612 novas mortes, uma média de 230 óbitos a cada dia, queda de 9% em relação com a semana anterior, com 152 mortes a menos. No entanto, a média móvel de óbitos em São Paulo se mantém acima de 200 mortes por dia desde a 22ª Semana Epidemiológica (de 24 a 30 de maio).

O estado também registrou queda na média móvel de casos confirmados. Foram computados 51.714 casos na 34ª Semana Epidemiológica, o que dá uma média móvel de 7.387 casos por dia, redução de 31% em relação à semana anterior.

Casos

Com 2.351 casos nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 756.480 ocorrências confirmadas do novo coronavírus. O total de óbitos, desde o início da pandemia, é de 28.505, com 38 registros ocorridos nas últimas 24 horas. Do total de casos diagnosticados, 570.165 pessoas estão recuperadas, sendo 85.996 delas após internação.

Há 5.039 pessoas internadas em estado grave em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 6.120 internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em torno de 55,6% no estado e de 53,7% na Grande São Paulo. Agência Brasil

OMS vê queda em transmissão de vírus no Brasil, mas diz que há ”muito a fazer”

/ Brasil

Chefe de operações da OMS, Mike Ryan. Foto: Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a tendência de transmissão da Covid-19 no Brasil é de ”queda”. Ele alerta, porém, que, com números ainda elevados de mortes e de novos contaminados, o país ainda tem ”muito a fazer” para conseguir caminhar para uma situação de controle.

A avaliação é do chefe de operações da OMS, Mike Ryan, que, em entrevista à coluna do jornalista Jamil Chade, do portal UOL, declarou que a ”situação se estabilizou” no Brasil e que a pressão sobre UTIs seria menor.

Ele reconhece que, em alguns pontos do país, a transmissão continua a ampliar de forma preocupante. Mas que, em geral, há uma ”tendência de queda”. ”Agora, o que é necessário é uma ação para reduzir essa taxa de transmissão”, declarou Ryan.

Para Ryan, um êxito no controle da doença no Brasil seria uma vitória para o mundo. “O sucesso para o Brasil é o sucesso para o mundo”, declarou Ryan.

Segundo o diretor da OMS, países com grandes populações têm um impacto grande no número global. ”Se países como o Brasil e Índia controlam a doença, contribuem para o mundo”, disse.

Por conta da pandemia, alistamento militar obrigatório é prorrogado até o dia 30 de setembro

/ Brasil

Foi prorrogado até o dia 30 de setembro, por conta da pandemia, o alistamento militar. Todos os cidadãos conquistenses do sexo masculino que completam 18 anos até 31 de dezembro de 2020 devem se alistar. A informação foi divulgada pelo Tiro de Guerra 06-006 do , do Exército Brasileiro.

O procedimento pode ser feito online, através do endereço www.alistamento.eb.mil.br. A outra alternativa é comparecer à Junta de Serviço Militar, localizado na Avenida João Pessoa, nº 46, ao lado do Tiro de Guerra. O atendimento está disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h30. Para realizar o alistamento, é preciso apresentar carteira de identidade e comprovante de residência.

O cidadão que deixa de se alistar e fica em débito com o Serviço Militar está sujeito a uma série de penalidades. Dentre as proibições, estão: obter passaporte ou prorrogar sua validade; ingressar como funcionário público, empregado ou associado em instituição, empresa ou associação, oficializada ou subvencionada, ou cuja existência dependa de autorização ou reconhecimento do Governo Federal, Estadual, dos Territórios ou Municipal; assinar contrato com essas esferas de governo; matricular-se em faculdades públicas; e solicitar o título de eleitor.

Por reajuste salarial, funcionários dos Correios decretam greve por tempo indeterminado

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Os sindicatos dos trabalhadores dos Correios decidiram nesta segunda-feira (17) decretar greve por tempo indeterminado já que não houve acordo na proposta de reajuste salarial em curso. A informação é do Uol. De acordo com o site, os funcionários afirmam que a greve precisa acontecer para que os direitos dos trabalhadores sejam mantidos. Eles também se colocam contra a privatização da estatal.

A assessoria dos Correios informaram que estão cientes do estado de greve nos estados do Amapá, Bahia, Brasília, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, além dos municípios de Santos (SP) e no Vale do Paraíba (SP).

O presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, afirmou à coluna de Carla Araújo, do Uol, que “a divulgação de informações deturpadas ou inverídicas prejudica os funcionários, a empresa e a população em geral”.

”O que testemunhamos é uma tentativa de confundir os empregados acerca de temas sobre os quais a direção dos Correios não tem influência: os estudos de desestatização são conduzidos pelos órgãos competentes e baseados em minucioso planejamento que visa, ao fim e ao cabo, à determinação da melhor alternativa para a empresa e para a sociedade”.

De acordo com o secretário da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhdores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), Emerson Marinho, a greve será nacional. Segundo ele, nos locais onde há terceiro turno de trabalho a greve começou às 22h desta segunda. Já nos demais locais, em todo o país, a paralisação começa a partir da meia-noite.

Por se tratar de um serviço essencial, inclusive salientado no decreto de calamidade pública assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os sindicatos avisam que o mínimo de trabalhadores será mantido.

Marinho disse ao Uol que a proposta da estatal é injusta e tira benefícios, por exemplo, de filhos dependentes dom necessidades especiais. ”Não podemos permitir esse retrocesso de direitos”. No fim do mês passado, Floriano Peixoto afirmou que a proposta apresentada pela empresa ”é condizente com sua situação financeira e a realidade do país”.

”Considerando a missão do gestor público em zelar pela boa administração, é dever da Diretoria dos Correios implementar os ajustes propostos, pois, sem eles, haverá grave comprometimento da situação econômica da empresa”, disse. O argumento é rebatido pelos trabalhadores, que alegam que a estatal vem dando lucros e que há uma discrepância elevada entre os salários da diretoria e dos funcionários.

Segundo a Fentect, Floriano escalou pelo menos dez militares em cargos estratégicos da direção dos Correios e suas subsidiárias ganhando salários de R$ 30 a R$ 46 mil, que é o salário do presidente. ”Enquanto isso, o trabalhador de carreira de nossa empresa ganha o salário de R$ 1,7 mil por mês”. Com informações do Correio

Covid-19: país tem 108,5 mil mortes e 3,35 milhões de casos acumulados, diz Ministério da Saúde

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O Brasil já registrou 108.536 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, foram registrados 684 novos óbitos. Ontem (16), eram 107.852 falecimentos no sistema. Há uma semana, eram 101.752.  Ainda há 3.454 mortes em investigação.

O número de casos acumulados subiu para 3.359.570. Nas últimas 24 horas, foram acrescidas às estatísticas pelas autoridades locais de saúde mais 19.373 pessoas infectadas. Ontem, o painel marcava 3.340.197 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Há sete dias, a soma estava em 3.057.470.

As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

O balanço também trouxe 772.540 pessoas em acompanhamento e 2.478.494 recuperadas. A letalidade (número de mortes pelo total de casos) foi de 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) ficou em 51,6. Já a incidência de casos de covid-19 por 100 mil habitantes subiu para 1.598,7. Da Agência Brasil

Covid-19: Brasil registra 106.523 mortes e 3,27 milhões de casos, diz Ministério da Saúde

/ Brasil

O Brasil chegou a 106.523 mortes pela covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (14). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.060 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. Ontem (13), o sistema da pasta marcava 105.463 falecimentos em decorrência da pandemia.

A soma de casos acumulados foi de 3.275.520. Entre ontem e hoje, foram notificadas 50.644 novas infecções. Nesta quinta-feira, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 3.224.876 pessoas com a covid-19.

Pela atualização diária da pasta, a letalidade (mortes entre o total de infectados) da doença foi de 3,3%. Já a mortalidade (falecimentos em relação à população) ficou em 50,7 e a incidência (casos de covid-19 em proporção à população) atingiu 1558,7.

Os dados indicam também que 784.695 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 2.384.302 já se recuperaram.

Na distribuição geográfica do número de mortes, o ranking de regiões é liderado pelo Sudeste (47.912), seguido por Nordeste (31.896), Norte (12.933), Centro-0este (7.097) e Sul (6.985).

Já os estados com mais óbitos incluem São Paulo (26.613), Rio de Janeiro (14.507), Ceará (8.123) Pernambuco (7.111) e Pará (5.924). Da Agência Brasil

Pesquisa Datafolha diz que Bolsonaro registra maior aprovação desde início do mandato

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Pesquisa mostra avaliação positiva do governo atual. Foto: Júlio Nascimento

Uma pesquisa Datafolha divulgada hoje (14) aponta que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) registra a avaliação mais positiva desde que iniciou seu mandato, em janeiro de 2019.

O instituto entrevistou 2.065 pessoas, na terça e quarta-feira. De acordo com o levantamento, 37% dos brasileiros acreditam que o governo sejam ótimo ou bom. Na pesquisa feita em junho, 32% tinham essa avaliação.

Já a queda na rejeição do presidente foi ainda mais expressiva: saiu de 44% para 34% a porcentagem de brasileiros que consideram o governo ruim ou péssimo. Já aqueles que avaliam a gestão como regular subiu de 23% para 27%.