Ceasa de Jaguaquara registra oscilação na cotação; chuchu e tomate tem queda novamente

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Chuchu
Chuchu caiu para R$ 13,00. Foto: Blog Marcos Frahm

O preço de frutas, verduras e hortaliças vinha subindo nos supermercados e feiras livres como consequência da variação na cotação do Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, um dos maiores centros de comercialização de produtos hortifrutigranjeiros do Estado, mas como os preços dos produtos oscilam, nem sempre permanecem em alta. O chuchu, por exemplo, na semana passada chegou a custa quase R$ 30,00, a caixa com 23kg, mas nesta terça-feira já apresentava queda no preço e foi vendida a R$ 13,00. O tomate, que também puxava alta de preços e anima os produtores, caiu de R$ 28,00 para R$ 20,00 a caixa com 23 kg. Confira os preços de outros produtos vendidos na Ceasa de Jaguaquara – maracujá, saca com 14 kg R$ 16,00; laranja, cento, R$ 13,00, uva, caixa com 15 kg, R$ 76,00; repolho sc com 25 kg, R$ 11,00; beterraba, sc com 20 kg, R$ 26,00; jiló, sc com 20 kg R$ 12,00; cebola, sc com 20 kg, R$ 43,00; abóbora, sc com 20 kg, R$ 12,00.

Ceasa: Alta no preço do maracujá anima produtores

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Preço do maracujá tem alta
Preço do maracujá tem alta na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

O grande movimento registrado na feira desta quinta na Ceasa de Jaguaquara facilitou para que o maracujá obtivesse nova alta de preço. Com a intensificação da procura pelo produto, os produtores aproveitam para onerar o preço do fruto. O saco com cerca de 13 kg  era vendido a R$ 25,00, preço já considerado bom, e passou a custar R$ 28,00 nesta quinta-feira (26). O suco do maracujá figura entre os preferidos no verão. Além da procura intensa na Ceasa, na feira livre e nos supermercados o fruto também está sendo bastante procurado pelos consumidores. Os produtores jaguaquarenses comemoram a nova alta no preço do maracujá.

Ceasa de Jaguaquara registra oscilação no preço de frutas e verduras; chuchu e tomate tem alta

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Chuchu em alta anima produtores
Chuchu em alta anima produtores de Jaguaquara

O preço de frutas, verduras e hortaliças voltou a subir nos supermercados e feiras livres como consequência do aumento no Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, um dos maiores centros de comercialização de produtos hortifrutigranjeiros do Estado, onde os preços dos produtos oscilam, depois de um longo período em baixa. O tomate de primeira, por exemplo, recentemente chegou a custar R$ 20,00 a caixa com 23 kg, mas nesta semana o produto já apresentou alta significativa e, nesta quinta-feira (12), foi vendido a R$ 50, 00 a caixa. O chuchu, que também puxa alta de preços, subiu de R$ 07,00 para R$ 15,00, a caixa com 24 kg. A batata lisa especial, que permaneceu por um longo período sendo vendida por R$ 80,00 a saca, com 50 kg, subiu para R$ 13,00. Confira os preços de outros produtos vendidos na Ceasa de Jaguaquara – maracujá, saca com 14 kg R$ 15,00; uva, caixa com 15 kg, R$ 80,00; repolho sc com 25 kg, R$ 20,00; beterraba, sc com 20 kg, R$ 30,00; jiló, sc com 20 kg R$ 15,00; cebola, sc com 20 kg, R$ 33,00; abóbora, sc com 25 kg, R$ 25,00, banana da terra, o cento, R$ 30,00; banana da prata, o cento, R$ 07,00; mamão, caixa com 15 kg, R$ 15,00.

Unidade de observação faz primeira colheita de maçã em Morro do Chapéu, na Chapada Dimantina

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Primeira colheita foi na sexta-feira. Foto: Raul Golinelli/GOVBA
Primeira colheita foi na sexta-feira. Foto: Raul Golinelli

Frutas de lugares de clima temperado estão sendo produzidas em pleno semiárido baiano, em Morro do Chapéu, na Chapada Dimantina. Maçãs, peras, ameixas, uvas e pêssegos são desenvolvidos de modo experimental na Unidade de Observação de Viticultura e Frutíferas Temperadas – criada em 2010, por meio de convênios entre a Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri) e a Associação de Criadores e Produtores da Região de Morro do Chapéu, em parceria com a Prefeitura Municipal. A primeira colheita de maçãs ocorreu na última sexta-feira (6), com a presença de técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Seagri, e pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Plantadas há um ano e quatro meses, mudas de quatro variedades de maçãs serão avaliadas na Embrapa Semiárido, em Petrolina (PE), sob o prisma da viabilidade econômica. ”Vamos fazer a pesagem desses frutos, para ver qual foi a produção por planta, e a avaliação do calibre, ou seja, do tamanho, para saber qual o percentual que está apto a ser comercializado. Depois vamos realizar uma análise química de brix [coeficiente do açúcar], acidez, e sólidos solúveis totais, e manter os frutos refrigerados, para identificar qual o tempo pós-colheita que cada uma dessas variedades vai ter”, explica o engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa, Paulo Roberto Coelho Lopes.  O observatório de frutas é pioneiro na região. As condições do solo, a altitude de mais de 1000 metros e o clima de Morro do Chapéu são fatores que contribuem para o plantio.

Liberação de licença valoriza cadeia produtiva do umbu no município de Manoel Vitorino

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Umbu
Unidade de Processamento de Frutas de Manoel Vitorino

Produtores de umbu da região sudoeste da Bahia foram beneficiados por meio de uma ação integrada entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). A partir de agora, os produtos da Unidade de Processamento de Frutas da Cooperativa de Produção e Comercialização dos produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (Cooproaf) possuem o alvará sanitário, concedido pela vigilância sanitária. A Cooproaf recebe o apoio do projeto ”Gente de Valor”, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à SDR. A cooperativa tem sede em Manoel Vitorino, município que possui a maior concentração de umbuzeiros da Bahia e do Brasil. Anualmente, são comercializadas sete mil toneladas de umbu, alimentando as grandes indústrias e as feiras livres dos grandes centros, a exemplo da feira de São Joaquim, em Salvador. O secretário da Saúde, Fabio Vilas-Boas, afirmou que a parceria entre a Sesab e a SDR está apenas começando. “Vamos unir esforços para beneficiar e valorizar a agricultura familiar da Bahia”. O secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, também garantiu que esse é apenas o início das ações que serão realizadas em benefício do agricultor. “Vamos fortalecer, cada vez mais, as cadeias produtivas no estado, dinamizando o desenvolvimento rural da Bahia”.

Jaguaquara: Pimentão em alta anima produtores

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Pimentão tem alta de preço na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm
Pimentão tem alta de preço na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

O pimentão, produto bastante requisitado na comercialização no Mercado Produtor – Ceasa, em Jaguaquara, um dos maiores polos hortifrutigranjeiro da Bahia, apresenta uma surpreendente alta no preço. Nos últimos meses, a caixa do pimentão caiu de preço, com valor considerado muito insignificante pelos produtores. Agora, o preço voltou a subir, devido à estiagem que atinge as regiões produtores, a exemplo do Vale do Jiquiriçá. A caixa de pimentão com 12 kg, que já chegou a custar R$ 09,00, é vendida atualmente por R$ 25,00. A alta significativa anima os produtores rurais, que tiveram muitos prejuízos com as chuvas e, agora, recuperam as perdas com a estiagem. O pimentão, como a batata, o tomate e o milho, têm origem na América Latina e se tornou alimento apreciadíssimo em todo mundo europeu e asiático. O pimentão é rico em cores. O consumidor brasileiro pode escolher além das tradicionais verde, vermelha e amarela, as cores creme, alaranjada e roxa.

Confira a cotação de preços na Ceasa de Jaguaquara; tomate segue com boa média

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Tomate apresenta melhora após quedas
Tomate tem melhora após quedas. Foto: Blog Marcos Frahm

Preços de produtos hortifrutigranjeiros seguem oscilando no Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, maior Centro de Abastecimento do interior baiano. Produtores acreditam que os altos e baixos na fruta e no legume são uma consequência de instabilidade do clima nas regiões produtoras. A saca do maracujá, com 14 Kg, por exemplo, que recentemente era vendida por R$ 30,00, já teve queda e passou a custar R$ 18,00 nesta quinta-feira (22). E a mudança de preço na Ceasa reflete tão rapidamente nas feiras livres e supermercados. Já o tomate tem mantido boa média ao longo dos últimos dias. O produto carro-chefe da comercialização no Mercado Produtor sofre com constantes quedas de preço, mas ultimamente apresenta melhora; a caixa do tomate com 24 Kg, que já chegou a R$ 15,00, hoje custa R$ 25,00. Outro produto que manteve bom preço na feira desta quinta foi o quiabo, sendo vendido a R$ 30,00 a saca, com 30 kg. Confira os preços de outros produtos comercializados na Ceasa: batata comum especial, a saca com 50 kg é vendida por R$ 80,00; abóbora, saca/25 kg, R$ 35,00; cebola pêra, saca/20 kg, R$, 32,00 e roxa R$ 23,00; jiló, saca/20 kg, R$ 12,00; repolho, caixa com 12 unidades, R$ 18,00. Frutas – abacaxi, o cento, R$ 120,00; laranja, o cento, R$ 12,00; maçã, caixa/18 kg, R$ 65,00; mamão caixa 15/ kg, R$ 22,00 e uva, caixa/15 kg, R$ 80,00 reais.

Preço do tomate começa a melhorar na Ceasa

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Tomate após queda começa a ter alta de preço
Tomate após queda começa a ter alta de preço. Foto: BMF

Os produtores de tomate em Jaguaquara têm enfrentando dificuldades nos últimos meses, com as constantes quedas no preço do produto, que é o carro-chefe da comercialização no Mercado Produtor Ceasa. Mas, nesta semana, o preço do fruto pago ao produtor começou a apresentar alta após um longo período de queda. O tomate extra, por exemplo, que chegou a ser vendido por R$ 15,00 à caixa, com 24 kg, passou a custar R$ 30,00, nesta quinta-feira (15), segundo a tabela de preços da Ceasa. O novo preço é considerado significativo pelos produtores, que já estão acostumados à oscilação da cotação.

Festival de Umbu de Manoel Vitorino fortalece ações de sustentabilidade do Médio Rio das Contas

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Secretário Jerônimo Rodrigues visita Manoel Vitorino
Secretário Jerônimo Rodrigues visita Manoel Vitorino

Comemorar a extração do fruto e fortalecer as ações de sustentabilidade do Médio Rio das Contas e Sudoeste, a partir das ações de convivência com o semiárido, respeitando a sociobiodiversidade da caatinga. Esse foi o objetivo do 11º Festival de Umbu do município de Manoel Vitorino, encerrado no final de semana e que reuniu milhares de agricultores familiares da região.  O umbuzeiro foi denominado pelo escritor Euclides da Cunha como a árvore sagrada do sertão e a Bahia é responsável por 80% da produção de umbu do país, sendo que boa parte desse percentual é cultivada no município de Manoel Vitorino. Em época de boa colheita, a cidade chega a produzir cinco mil toneladas de umbu por ano. O secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que representou o governador Rui Costa na abertura do evento, destacou que o desafio do governo é fazer com que as famílias envolvidas nesse tipo de projeto tenham autonomia. ”Queremos fortalecer os instrumentos para que elas andem sozinhas”. A intenção é ampliar esse tipo de projeto para garantir aos produtores renda, responsabilidade ambiental, inclusão produtiva e ajude o município a obter mais impostos. ”Essa edição da festa do umbu ecoa e traduz isso”.

Secretário visitou a unidade da agroindústria de umbu
Secretário visitou a unidade da agroindústria de umbu/Secom

O evento cumpriu também a missão de dar visibilidade ao trabalho realizado pela Cooperativa de Produção e Comercialização da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (Cooproaf), apoiada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), que agora está vinculada a SDR, e que desde 2011 vem apoiando as atividades produtivas da agricultura familiar. ”Esse tipo de evento reforça a importância que o município tem na produção do fruto do sertão”, enfatizou o técnico da CAR especializado em umbu, Egnaldo Gomes, considerando o festival como “um momento de confraternização, formação dos agricultores e troca de experiências” . O público pôde se deliciar com as diferentes iguarias produzidas como doces, geleias, sorvetes, sucos, compotas, rocambole, pastéis, bolos, tortas, entre outras guloseimas feitas com o umbu. Para a presidente da Cooproaf, Elenita Maria Silva, o festival colabora na divulgação dos produtos da cooperativa. ”É uma oportunidade que temos de fazer com que nosso trabalho fique mais conhecido. A expectativa é o aumento das vendas e que possamos fornecer mais produtos, além do ‘nego-bom’, para a merenda escolar”. Na programação do evento constaram ainda oficinas e exposições com temas diversos, como ‘Projeto Umbu da Gente: Valorizando pessoas e o meio ambiente’ e ‘Comercialização em rede’, recital de poesias e apresentações de música nordestina e regional e shows culturais.

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Secretário de Desenvolvimento Rural marca presença no Festival do Umbu, em Manoel Vitorino

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Natural de Aiquara
 Jerônimo é secretário de Estado. Foto: Divulgação

O secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia (SDR), Jerônimo Rodrigues participa, nesta sexta-feira (9), da abertura da 11ª edição do Festival do Umbu de Manoel Vitorino. O evento vai reunir associações comunitárias, a prefeitura de Manoel Vitorino e de outros municípios da região, além de agricultores familiares que têm a renda obtida diretamente da extração e beneficiamento do umbu, fruta tão significativa para a economia rural do semiárido.  A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), que a partir deste ano está vinculada à SDR, vem apoiando desde 2011 as atividades produtivas da agricultura familiar. Em Manoel Vitorino, através do projeto Gente de Valor, a Companhia apoia a Cooperativa de Produção e Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (Cooproaf). Foram construídas e equipadas três agroindústrias de processamento de frutas, cada uma com capacidade anual de produção de 100 toneladas, onde os produtos agrícolas são transformados em polpas, sucos, compotas, doces e geleias, colaborando para a promoção do desenvolvimento rural sustentável do território Médio Rio de Contas. Já estão em pleno funcionamento duas unidades localizadas em Manoel Vitorino e em Mirante. A previsão é que a agroindústria da comunidade de Poço da Pedra, em Manoel Vitorino, seja inaugurada ainda nesse primeiro semestre de 2015. As unidades beneficiam diretamente cerca de 510 famílias residentes em dez comunidades rurais.

Preço do tomate na Ceasa segue recuando em 2015

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Tomate sofre queda no preço desde 2014
Tomate sofre queda desde 2014. Foto: Blog Marcos Frahm

O ano novo chegou e o preço do produto carro-chefe o tomate, no Mercado Produtor – Ceasa em Jaguaquara continua em baixa, sendo encontrado por R$ 15,00 em média a caixa de 24 quilos. Segundo informações da Ceasa dos próprios produtores o preço do tomate sofre queda há mais de três meses; a média da caixa de tomate em 2014, quando o preço era considerado bom, foi de R$ 70,00, mas há muito tempo que o preço vem sofrendo queda e, o curioso, é que a oferta segue em alta nas principais cidades das regiões que abastecem a Ceasa. Com os preços em queda os produtores avaliam que o tomate, apontado como um dos vilões recentes da inflação, fique mais barato também ao consumidor.

PIB da agricultura e pecuária deve ter crescimento de 2% na Bahia em 2015

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 setor de agricultura e pecuária na Bahia estima um crescimento de 2%
Setor de agricultura na Bahia estima um crescimento de 2%

O setor de agricultura e pecuária na Bahia estima um crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o dobro da expectativa da entidade para o PIB nacional da área, de 1%.  No documento Balanço 2014  e Perspectivas 2015, a CNA informa também que a previsão para o Valor Bruto da Produção (VBP) do agronegócio na Bahia deve ampliar em 2,7 % em comparação com 2014. Segundo a CNA, a participação da atividade agrícola no PIB nacional do país deste ano deve alcançar 23,3%. No ano anterior, este índice foi de 22,5%

Apicultora: EBDA vai premiar os melhores produtores de mel e pólen da Bahia

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O objetivo é estimular apicultores
O objetivo do Governo estadual é estimular apicultores

A terceira edição do Concurso de Mel e Pólen será promovida pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), no dia 6 de dezembro, durante a Feira Nacional de Agropecuária (Fenagro), realizada entre os dias 29 deste mês e 7 de dezembro, no Parque de Exposições de Salvador. O objetivo é estimular apicultores e meliponicultores de todo o estado a produzirem mel e pólen de qualidade. A ficha de inscrição e o regulamento do concurso estão disponíveis no site da empresa. Os interessados devem efetuar a inscrição no período de 29 de novembro a 3 de dezembro, no estande da EBDA, na Fenagro. No ato da inscrição, o participante deve apresentar a ficha preenchida e amostra do produto. O concurso vai premiar o mel em três categorias – mel de abelha sem ferrão (meliponineas), mel de abelha com ferrão (africanizada) e pólen desidratado, da espécie Apis Mellífera. Os concorrentes na categoria mel de abelha Apis deverão apresentar, no mínimo, 250 gramas de mel em temperatura ambiente. Para abelhas sem ferrão são exigidos 150 gramas de mel refrigerado, enquanto que para o pólen Apis Mellífera são necessários 100 gramas. Os produtos serão avaliados por uma comissão julgadora, composta por uma equipe técnica do Laboratório de Abelhas da EBDA (Labe/APA), seguindo os critérios embalagens, parâmetros, sabor, odor, cor e fatores químicos como umidade, acidez e Ph.

Jaguaquara: Alimento com mais resíduos de agrotóxicos, abobrinha tem preço razoável na Ceasa

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Abobrinha custa em média R$ 12,00 a caixa na Ceasa
Abobrinha custa em média R$ 12,00 a caixa na Ceasa de Jaguaquara

A abobrinha foi o alimento no qual foram encontrados mais resíduos de agrotóxicos, segundo pesquisa divulgada no relatório final do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entre as amostras de abobrinha, alface, feijão, fubá de milho, tomate e uva, 25% apresentaram irregularidades. No Mercado Produtor Ceasa, em Jaguaquara, município considerado um dos maiores produtores de hortifrutigranjeiro da Bahia, a abobrinha tem sempre preço razoável, variando entre segundo informações da gerência comercial da Ceasa, representada por Mara Freitas. O preço do produto, nesta semana, por exemplo, varia entre R$ 10,000 e R$ 12, 00 reais a caixa. De acordo com a pesquisa da ANVISA, as amostras que colocaram a abobrinha como alimento com maior quantidade de agrotóxicos foram coletadas em em supermercados e feiras, em todos os estados brasileiros. O levantamento mostra que 1,9% dos alimentos têm uma quantidade de agrotóxico acima do limite, e em 23% foram encontrados resíduos de produtos não autorizados para a cultura do alimento. Entre as 229 amostras de abobrinha, 48% foram consideradas insatisfatórias, 45% por terem ingredientes ativos não autorizados. Segundo a gerente-geral de toxicologia da Anvisa, Ana Maria Vekic, isso pode acontecer porque existem poucos produtos registrados para o cultivo da abobrinha.