Jaguaquara: Alimento com mais resíduos de agrotóxicos, abobrinha tem preço razoável na Ceasa

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Abobrinha custa em média R$ 12,00 a caixa na Ceasa
Abobrinha custa em média R$ 12,00 a caixa na Ceasa de Jaguaquara

A abobrinha foi o alimento no qual foram encontrados mais resíduos de agrotóxicos, segundo pesquisa divulgada no relatório final do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entre as amostras de abobrinha, alface, feijão, fubá de milho, tomate e uva, 25% apresentaram irregularidades. No Mercado Produtor Ceasa, em Jaguaquara, município considerado um dos maiores produtores de hortifrutigranjeiro da Bahia, a abobrinha tem sempre preço razoável, variando entre segundo informações da gerência comercial da Ceasa, representada por Mara Freitas. O preço do produto, nesta semana, por exemplo, varia entre R$ 10,000 e R$ 12, 00 reais a caixa. De acordo com a pesquisa da ANVISA, as amostras que colocaram a abobrinha como alimento com maior quantidade de agrotóxicos foram coletadas em em supermercados e feiras, em todos os estados brasileiros. O levantamento mostra que 1,9% dos alimentos têm uma quantidade de agrotóxico acima do limite, e em 23% foram encontrados resíduos de produtos não autorizados para a cultura do alimento. Entre as 229 amostras de abobrinha, 48% foram consideradas insatisfatórias, 45% por terem ingredientes ativos não autorizados. Segundo a gerente-geral de toxicologia da Anvisa, Ana Maria Vekic, isso pode acontecer porque existem poucos produtos registrados para o cultivo da abobrinha.

Bahia quer controlar praga que afeta a fruticultura

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Com 45 mil hectares, dos quais 17 mil cultivados por 2.800 agricultores familiares, o Vale do São Francisco produz em média 98% das frutas que são exportadas pelo país, com destaque para a manga, que abrange 90% da produção baiana que sai do Brasil. Para manter esse status e conter os prejuízos causados pela mosca-das-frutas, principalmente nesta região, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria da Agricultura (Seagri) e a Biofábrica Moscamed Brasil, assinaram termo de cooperação para a disponibilização dos dados de monitoramento desse inseto nos municípios de Juazeiro, Curacá, Sento Sé e Casa Nova. A praga é responsável por prejuízos da ordem de U$ 120 milhões por ano no Brasil, chegando a U$ 2 bilhões no mundo. A Seagri e a Biofábrica também assinaram o termo de permissão de uso da unidade industrial, contando ainda com a participação da Secretaria da Administração do Estado da Bahia (Saeb), onde a sede da Moscamed está instalada. “Para se ter ideia do potencial da praga, esta mosca é como se fosse a febre aftosa da fruticultura”, comparou o diretor presidente da Moscamed, Jair Fernandes Virgínio. De acordo com ele, o controle da praga também contribui para reduzir o uso de agrotóxicos e, em consequência disso, os trabalhadores ficam menos expostos aos efeitos desses produtos e os consumidores terão frutas seguras, respeitando os limites máximos de resíduos exigidos pelas organizações internacionais. A Moscamed se consolida no desenvolvimento de pesquisas na área de controle biológico produzindo insetos estéreis e geneticamente modificados.

Agricultura: Queda no preço do tomate preocupa produtores em Jaguaquara

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No melhor da safra, o produto cai de preço. Foto:
No melhor da safra, produto cai de preço. Foto: Blog Marcos Frahm

Os produtores de tomate em Jaguaquara não enfrentam boa fase. Eles estão preocupados com a queda no preço do produto. A produtividade das lavouras é considerada ótima, mas o excesso de oferta no Mercado Produtor Ceasa segue derrubando os preços. Muitos produtores investiram pesado no cultivo do tomate, que é o produto carro chefe na comercialização de hortifrutigranjeiro em Jaguaquara, município que responde por grande parte da produção e todo o Estado. Mas, agora, que a colheita começou, o preço caiu. A caixa, que já chegou a ser comercializada em torno de R$ 80,00 na safra anterior, hoje não tem comprador a R$ 40,00. Nesta semana, o preço do tomate extra chegou a R$ 28,00. A cada feira realizada na Ceasa, novas lamentações dos comerciantes e, aumento, só mesmo do volume de perda do tomate. Tem sido grande o número de tomates jogados fora. A maioria dos frutos produzidos em Jaguaquara vai para Salvador e até para fora do Estado, mas o curioso é que, atualmente, parte dos frutos comercializados na Ceasa chega de outras regiões, como da Chapada Diamantina.

Agricultura: Café produzido na Chapada Diamantina é eleito o melhor do Brasil

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Café
Café é destaque na cidade de Piatã. Foto: Divulgação

A cidade de Piatã, na Chapada Diamantina, conquistou as cinco primeiras colocações do 15º Cup of Excellence – Early Harvest Brasil 2014, principal concurso de qualidade do país dedicado aos cafés produzidos por via úmida. A premiação levou em conta amostras de 10 regiões produtoras. Segundo o Ministério do Turismo, entre 150 concorrentes, 18 eram do Planalto Baiano, nove dos quais se classificaram entre os 20 melhores. Localizada a 560 quilômetros de Salvador, a cidade de 20 mil habitantes possui clima de montanha com temperaturas que podem chegar a 3°C. De acordo com o Ministério, a produção dos cafés especiais é beneficiada pela baixa umidade e pela altitude de 1.180m, que faz de Piatã a mais alta cidade serrana do Nordeste. De olho no potencial turístico do café, foi desenvolvido neste ano o primeiro roteiro operado por agência que leva os visitantes para conhecerem todo o processo de produção nas fazendas do município. Durante o passeio, é possível ter contato com os donos das chácaras e fazendas, além de degustar o produto. Os amantes do café podem agendar uma visita na Chácara Ouro Verde, onde ainda há grãos do lote premiado com a primeira colocação do Cup Of Excellence 2014. O atendimento aos visitantes é feito direto pelo proprietário, Cândido Vladimir. Outra opção de passeio é o Vale do Capão, onde é feita a torrefação de parte do café produzido em Piatã. É possível ainda aproveitar a viagem para conhecer a Cachoeira da Fumaça, com 340 metros de altura, também localizada na cidade. Dados da Secretaria de Turismo da Bahia mostram que a Chapada Diamantina recebe cerca de 495 mil turistas por ano. Segundo um dos produtores de café de Piatã, Leonardo Bittner, a maior parte dos visitantes busca o ecoturismo, mas “se surpreende ao descobrir que é daqui que sai o melhor café do país”.

Jaguaquara: Tomate registra oscilação no preço e tem quedas seguidas na Ceasa

Produto tem quedas
Produto tem colheita favorecida e preço cai. Foto: Blog Marcos Frahm

Produto considerado vilão da inflação, e carro chefe na comercialização do Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, um dos principais centros de abastecimento do Estado, o tomate vem tendo constantes variações de preços nas últimas semanas. Ontem, o produto era comercializado a R$ 24,00, a caixa com 24 kg, valor inferior ao verificado na segunda-feira, quando o tomate custava R$ 22,00. Nesta quinta-feira, o preço já é outro: R$ 23,00 a caixa. De acordo com a gerente da Ceasa, Mara Freitas, a temperatura tem favorecido a produção e a oferta do produto é maior, situação que reflete ao Mercado Produtor, com oscilação no preço e sobra de produtos. De acordo com Mara, a oferta vem aumentando significativamente e o preço tende a cair ainda mais. Ela assegura que é muito alto o volume de perda de do tomate na Ceasa.

Destaque na Ceasa, abacaxi chega ao fim da safra

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Abacaxi é destaque ma Ceasa de Jaguaquara
Abacaxi ainda é destaque na Ceasa de Jaguaquara. Foto: BMF

O abacaxi é produzido durante todo o ano, mas é só no mês de outubro, período da safra, que a produção ganha destaque no Mercado Produtor Ceasa, em Jaguaquara, órgão responsável por grande parte do abastecimento de produtos hortifrigranjeiros no Estado. Já no fim da safra, o abacaxi ainda é encontrado facilmente na Ceasa. Nesta quarta-feira (29), já era grande a quantidade do produto no Mercado Produtor, para comercialização na feira de amanhã, terça-feira (30), um dos dias de maior movimentação na Ceasa. O que chama a atenção é o preço, considerado bom pelos produtores. O abacaxi é vendido ao preço de R$ 2,00 a unidade. Parte da fruta que chegou nesta quarta é produzida em Valença, no Recôncavo baiano. Os produtores asseguram que as chuvas regulares no Recôncavo durante o período da safra acrescentaram o aumento da produtividade.

Ministério vai pagar o Garantia-Safra a agricultores

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Agricultores dos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Piauí, prejudicados pela seca este ano e em 2013, começarão a receber o benefício Garantia-Safra a partir deste mês, conforme calendário de pagamento de benefícios socais da Caixa Econômica Federal. Portaria do Ministério do Desenvolvimento Agrário, publicada hoje (20) no Diário Oficial da União, autoriza o pagamento do Garantia-Safra aos agricultores de municípios dos seis estados que aderiram ao programa. Criado em 2002, o Garantia-Safra visa a garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios sujeitos à perda de safra em razão da estiagem ou excesso chuvas. Os municípios estão situados na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O programa também beneficia o Espírito Santo. Agência Brasil

Preço do chuchu despenca de vez na Ceasa

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Produto passa a custar
Produto passa a custar R$ 5,00 reais na Ceasa

Com queda de preço brusca, o chuchu é o hortifrutigranjeiro mais barato no Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara. A caixa do produtor, com 24 kg, é vendida por apenas R$ 5,00 e o preço baixo preocupa os produtores rurais que, mesmo na época de colheita, lamentam a queda no preço do chuchu. O município de Jaguaquara é considerado o maior produtor de chuchu do Estado da Bahia. Ainda na Ceasa, outros produtos hortifrutigranjeiros sofrem queda, a exemplo do tomate, tido como carro-chefe da comercialização, sendo vendido atualmente por R$ 20,00 a caixa com 24 kg.

Começou nesta sexta a 2ª Agrijaguar, em Jaguaquara

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Evento aberto nesta sexta segue até domingo
Evento aberto nesta sexta segue até domingo, dia 28

Teve início nesta sexta-feira (26), e prossegue até domingo (28) a Feira de Agricultura ”Agrijaguar” O evento, em sua 2ª edição, trás o tema ‘’Agricultura: essa é a nossa força’’ e é voltada para os produtores de todos os ramos agropecuários e empresas de diversos segmentos, desde máquinas, implementos e insumos agrícolas a corretoras de seguros, promovendo a interação entre produtores rurais, comerciantes, empresários, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e representantes de insumos para a cultura. A realização é da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, envolvendo também outras secretarias municipais, com exposição de produtos em estandes montados na área do evento, há 02 km da sede do município, às margens da BR-420.

Estandes montados representam várias secretarias municipais
Estandes montados representam várias secretarias municipais

De Acordo com informações levantadas junto a PMJ pelo Blog Marcos Frahm, a ”Agrijaguar” tem o objetivo de criar e fortalecer espaços de promoção, divulgação e comercialização dos produtos relacionados à agricultura, bem como gerar intercâmbio de informações entre pesquisadores, estudantes, técnicos, produtores e empresários, além de alavancar a Cultura local, com a participação de artistas locais e regionais apresentando-se num palco montado com shows musicais ao vivo.

Feira também abre espaço para a comercialização
Feira também abre espaço para a comercialização de veículos

Nesta sexta, data de abertura, a animação fica por conta de Lipinho e Banda e da cantora Célia Mares. Amanhã, sábado (27), subirão ao palco a dupla Max e Léo, Ricardo Alencar e a banda Êta Nóis. A abertura oficial prevista para esta noite, será presidida pelo prefeito Giuliano Martinelli (PP).

Preço do tomate cai 40% na Ceasa de Jaguaquara

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Preço do produto caiu de R$ 35,00 para R$ 25,00 a caixa
Preço do produto caiu de R$ 35,00 para R$ 25,00 a caixa

Faz tempo que o tomate não consegue mais ser o vilão da Ceasa. O produto mais procurado para a composição da salada e um dos principais na comercialização do Mercado Produtor Ceasa, de Jaguaquara, Capital Baiana do Hortifrutigranjeiro, caiu cerca de 40% nesta quinta-feira (4), em comparação com dias anteriores. O tomate chegou a custar R$ 35,00 a caixa, com 24 kg, no início da semana e agora está cotado a R$ 25,00. Segundo informações de alguns produtores ao Blog Marcos Frahm, a oscilação no preço se deva a vários fatores e um deles é estabilidade climática com temperatura amena à noite e quente durante o dia. O que segundo os produtores impossibilita o desenvolvimento pleno da planta e a estabilidade na colheita, refletindo em oferta mais regular aos centros de abastecimentos e supermercados. O baixo preço do produto não desestimula os produtores de Jaguaquara, que se dizem acostumados com o sobe e desce.

Confira a cotação de preços na Ceasa de Jaguaquara

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Ceasa registra oscilação de preços
Ceasa registra oscilação de preços. Foto: Blog Marcos

Preços de produtos hortifrutigranjeiros seguem oscilando no Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, maior Centro de Abastecimento do interior baiano. Produtores acreditam que os altos e baixos na fruta e no legume são uma consequência de instabilidade do clima nas regiões produtoras. A caixa do chuchu, com 24 kg, por exemplo, que antes custava R$ 06,00, passou para R$ 13,00 nesta terça-feira (2); a mudança de preço já reflete nas feiras livres e supermercados. Levantamento feito pelo BMF mostra que outros produtos tiveram uma pequena elevação nesta terça; o repolho, que também esteve em baixa, apresentou alta e chegou a R$ 14,00 a caixa, com 12 unidades. Outro produto que manteve bom preço na feira de hoje foi o pimentão, sendo vendido a R$ 20,00 a caixa, com 12 kg. Confira os preços de outros produtos comercializados na Ceasa: batata comum especial continua em queda, a saca com 50 kg é vendida por R$ 45,00; tomate, caixa com 23 kg, R$ 30,00; abóbora, saca/25 kg, R$ 30,00; cebola pêra, saca/20 kg, R$, 30,00 e roxa R$ 55,00; quiabo, saca/30 kg, R$ 30,00; jiló, saca/20 kg, R$ 10,00. Frutas – maracujá, R$ 17,00 a saca com 14 kg; abacaxi, o cento, R$ 180,00; limão, saca/25 kg, R$ 20,00; maçã, caixa/18 kg, R$ 40,00; mamão caixa 15/ kg, R$ 25,00 e uva, caixa/15 kg, R$ 70,00 reais.

Seca perde força, mas ainda castiga Manoel Vitorino

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Gideon cria ovinos e caprinos em M. Vitorino
Gideon cria ovinos e caprinos em M. Vitorino. Foto: Ari Júnior

Apesar de a estiagem ter perdido força nos últimos meses na região Sudoeste, alguns municípios ainda enfrentam seca severa, como Manoel Vitorino, município localizado no Território Médio Rio de Contas, há 40 km de Jequié. Lá, criadores e produtores rurais continuam reclamando da escassez de chuva, que afeta toda a área rural. Em Jequié, o nível da Barragem da Pedra baixou e os produtores também lamentam a falta de chuva com frequência. Mais da metade das pastagens e áreas de cultivo são consideradas muito ruins para atividades agrícolas.