Lafaiete Coutinho: Prefeitura incentiva o plantio de feijão com apoio ao homem do campo

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Produtores intensificam plantio de feijão. Foto: Divulgação

Em Lafaiete Coutinho, dezenas de pequenos produtores já iniciaram o plantio de feião e esperam por uma produtividade maior este ano. A intensificação no plantio do produto é o reflexo do apoio do município aos produtores rurais. A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente – Sedama auxilia os produtores com fornecimento de máquinas e tratores para o plantio. De acordo com a Prefeitura de Lafaiete, o município desenvolve um projeto de incentivo ao homem do campo. Na localidade do Amazonas, os produtores de maracujá também recebem o apoio, fazendo assim uma cultura rotativa, permitindo geração de renda em Lafaiete.

Governo do Estado garante mais R$ 70 milhões para agricultura familiar na Bahia

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Rui anuncia investimentos na Agricultura. Foto: Manu Dias

Por meio do Governo do Estado, estão assegurados mais R$ 70 milhões para a agricultura familiar na Bahia. Em evento realizado na União dos Municípios da Bahia (UPB), em Salvador, nesta quarta-feira (31), o governador Rui Costa assinou a adesão do Estado ao programa Garantia-Safra – que destina renda mínima para até 345 mil famílias que perderem a lavoura – e anunciou novas ações do Bahia Mais Forte, programa estadual executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O evento teve participação de prefeitos, secretários e outras autoridades. Mais da metade dos investimentos anunciados nesta quarta-feira será aplicada no programa Garantia-Safra. Serão R$ 47 milhões direcionados para o seguro, que garante renda mínima à famílias de agricultores que sejam prejudicados por falta ou excesso de chuva. Para Rui Costa, o Garantia-Safra ”é importante porque significa recursos que entram nos municípios baianos para as famílias dos agricultores no caso de uma seca, como a que tivemos no último ano”. Além de garantir recurso para aqueles que perderam sua lavoura, o Governo do Estado também está dando as condições para os agricultores familiares que podem manter sua atividade agrícola. ”Apenas para citar dois exemplos, até julho, 170 tratores agrícolas chegarão ao interior para ajudar a agricultura familiar na Bahia, e estamos comprando R$ 3 milhões em mudas de palma para alimentar os rebanhos dos produtores”, acrescentou Rui. Segundo o secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, ”essas ações revelam a preocupação que o governador Rui Costa tem dado à agricultura do estado da Bahia. Nós temos uma agricultura pujante e a maior população rural no Brasil, portanto ao invés do governador ver isso com um problema, ele vê com uma possibilidade de desenvolvimento econômico”.

Prefeitos baianos assinam adesão ao programa Garantia-Safra

O Governo também assume 50% dos valores devidos pelos municípios e pelos agricultores. Essa medida é adotada desde 2009. As inscrições para os a safra 207/2018 ainda estão abertas. Para o presidente da UPB, Eudes Ribeiro, os investimentos chegam em um momento ideal. ”A Bahia e o Brasil vivem um estado lamentável de baixa arrecadação, de crise econômica e uma mídia como essa só vem aquecer a economia local, a economia dos munícipios. Vem fortalecer não só a agricultura, mas o comercio local. Em um momento de crise política e econômica é fundamental para a Bahia, principalmente para os municípios pequemos e mais pobres e sofridos do nosso estado”, disse Ribeiro.

Prefeitura de Jequié diz estar acompanhando readequação de frigorífico interditado

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Secretário Adilson e com a direção do frigorífico. Foto: Secom

O secretário municipal de Agricultura de Jequié, Adilson Miranda, disse ter recebido determinação do prefeito Sérgio da Gameleira, para acompanhar o passo a passo as intervenções que se fazem necessárias na estrutura física e operacional do Frigorífico Vale do Sol, instalado na cidade, para que ele possa retornar o mais rápido possível à prestação de serviços de abate de bovinos para abastecimento do mercado legal e de municípios da região. De acordo com Miranda, equipe da secretaria visitou as instalações do frigorífico tendo ouvido da direção da empresa a garantia de que providências estão sendo tomadas para atender às determinações de técnicos do Ministério da Agricultura que interditaram na terça-feira (2), o matadouro para se adaptar às exigências da legislação do setor. Ainda não foram divulgadas informações de qual será o procedimento adotado no período de interdição do Frigorífico Vale do Sol, sem que haja intervenções que resultem no acréscimo do valor do produto para os comerciantes e, por conseguinte a população ou o desabastecimento do setor.

Empresas citadas na Carne Fraca serão divulgadas nesta segunda, garante ministro da Agricultura

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Ministro Blairo Maggi. Foto: Elza Fiuza/ Agência Brasil

Os nomes e demais dados das empresas citadas nas investigações da Operação Carne Fraca serão divulgados nesta segunda-feira (20). A promessa é do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, após cobrancas da China e da União Europeia a respeito do esquema desvendado pela Polícia Federal. Seis dos 21 frigoríficos investigados exportaram produtos nos últimos 60 dias. ”Acho absolutamente natural que os países façam isso. Estaremos prontos a responder a todos os países que se manifestarem. Temos que ser o mais transparente possíveis nesse processo, dando as informações de imediato, apra que não restem dúvidas sobre a lisura do processo que o Brasil tem”, declarou Maggi, de acordo com a Agência Brasil. O ministro criticou ainda a ”narrativa” feita pela PF ao divulgar a operação e o fato de não ter sido informado das investigações. ”Não posso ter controle sobre como as pessoas se expressam. Sobre a questão do papelão, está claro no áudio de que estavam falando das embalagens e não de misturar papelão na carne. Isso é uma idiotice, uma insanidade, para dizer a verdade”, avaliou. Na observação do ministro, não seria razoável para as empresas misturar papelão para aumentar seus lucros quando investem ”milhões e milhões” de dólares para conquistar mercados. Maggi ainda defendeu o uso de ácido ascórbico e carne de cabeça de porco nos embutidos. ”No regulamento sestá escrito [que pode usar cabeça de porco] em percentuais em determinados produtos. Portanto, a fala de uma empresa que está comprando matéria-prima para utilizar em A, B ou C é permitido, não tem irregularidade nesse processo. Em função da narrativa é que se criou esse grande problema que estamos aqui colocados hoje”, acrescentou. O ministro reforçou que a fiscalização sanitária do país é confiável e reconhecido pelo mercado internacional.

Secretaria de Agricultura defende manutenção da prática da vaquejada na Bahia

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Secretário de Agricultura, Vitor Bonfim. Foto: Reprodução
Secretário de Agricultura, Vitor Bonfim. Foto: Reprodução

Em nota pública, divulgada nesta terça-feira (25/10), a Secretaria da Agricultura do Estado (Seagri), revelou ser favorável favorável à manutenção da prática da vaquejada na Bahia. ”A Secretaria de Agricultura, vem a público posicionar-se favoravelmente à prática esportiva da vaquejada, atividade secular inerente as tradições culturais da pecuária do Brasil, e de alto valor econômico para o Estado.  A equideocultura é a segunda atividade econômica da pecuária nacional, e a Bahia possui o 1º plantel de equídeos nacional (Equinos, Muares e Asininos), o que contribui significativamente para a economia regional do setor agropecuário, responsável pela geração de milhares de postos de trabalho”, diz a nota. Segundo estimativas da Associação Baiana de Vaquejada, atualmente são realizados mais de quatro mil eventos em todo o Estado, movimentando R$ 800 milhões por ano, e gerando cerca de 720 mil empregos, sendo 120 mil diretos e 600 mil indiretos. Como modalidade esportiva, a vaquejada se disseminou para outras regiões do território nacional, e hoje é uma atividade de grande importância na equideocultura do nordeste e do Brasil, tendo em vista a sua contribuição   para o incremento e desenvolvimento de cavalos atletas, da medicina veterinária esportiva, da clínica, da reprodução, do diagnóstico de imagem e da doma racional, conforme publicação na página da Seagri.

Agricultura: Tomate sofre queda no preço e preocupa produtores em Jaguaquara

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Demanda de tomate é grande. Foto: Blog Marcos Frahm
Demanda de tomate é grande na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

Os produtores de tomate em Jaguaquara não enfrentam boa fase. Eles estão preocupados com a queda no preço do produto. A produtividade das lavouras é considerada ótima, mas o excesso de oferta no Mercado Produtor Ceasa segue derrubando os preços. Muitos produtores investiram pesado no cultivo do tomate, que é o produto carro chefe na comercialização de hortifrutigranjeiro em Jaguaquara, município que responde por grande parte da produção e todo o Estado. Mas, apesar de a colheita apresentar bons resultados, o preço caiu. A caixa, que já chegou a ser comercializada em torno de R$ 80,00 na Ceasa, hoje não tem comprador a R$ 40,00. Nesta semana, o preço do tomate de primeira chegou a R$ 15,00. A cada feira realizada na Ceasa, novas lamentações dos comerciantes e, aumento, só mesmo do volume de perda do tomate. Tem sido grande o número de tomates jogados fora. A maioria dos frutos produzidos em Jaguaquara vai para Salvador e até para outros estados, mas o curioso é que, atualmente, parte dos frutos comercializados na Ceasa chega de outras regiões, como da Chapada Diamantina.

Embalagem de agrotóxico poderá ter código de barras para facilitar controle do produto

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Aloysio Nunes leu o relatório de Ivo Cassol. Foto: Pedro França
Aloysio Nunes leu o relatório de Ivo Cassol. Foto: Pedro França

A rastreabilidade dos processos de produção, armazenamento, transporte e comercialização de agrotóxicos foi aprovada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal, nesta terça-feira (12/4).  O Projeto de Lei do Senado (PLS) 337/2008 segue agora para a análise da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). De autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), o projeto determina a alteração da Lei de Agrotóxicos (Lei 7.802/1989) para obrigar que os agrotóxicos exibam em seus rótulos código de barras que permita a rastreabilidade do produto ou lotes de produção. A rastreabilidade deve ser implantada por toda a cadeia produtiva, desde o armazenamento até o retorno das embalagens, por meio de registro eletrônico em bancos de dados integrados. O texto aprovado foi um substitutivo do senador Ivo Cassol (PP-RO), que resgatou um relatório já apresentado na CCT antes de o projeto ser arquivado em 2014. O substitutivo proposto na época estabelecia a atualização dos valores das multas penal e administrativa decorrentes de infrações referentes à adoção de medidas protetoras da saúde e do meio ambiente. No caso da rastreabilidade, Cassol propôs que, além do código de barras, haja também um sequencial que individualize a embalagem. Para o autor da matéria, a rastreabilidade dos agrotóxicos vai facilitar as ações de controle, inspeção e fiscalização, beneficiando a sociedade, que terá mais segurança quanto ao uso desses produtos. À época em que foi elaborado o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia denunciado a contaminação de produtos com agrotóxicos proibidos.

Agricultura: Cenoura têm alta de preço na cotação do Mercado Produtor de Jaguaquara

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Cenoura tem alta de preço na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm
Cenoura tem alta de preço na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

No Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, as principais hortaliças comercializadas apresentam alta de preço nesta primeira semana de abril. A cenoura, por exemplo, registra alta de mais de 60%, de acordo com a cotação da Ceasa. O saco da cenoura, com 20 kg, custa atualmente R$ 80,00, preço considerado alto pelos comerciantes. A alta de preço no Mercado produtor reflete também nas feiras e supermercados, onde o kg da cenoura chega a custar R$ 6,00 seis reais. A elevação no preço da cenoura   era esperada para o período em função da menor oferta de produtos provocada pelas condições climáticas desfavoráveis para a produção.

 

Governador Rui Costa diz que a Bahia não concorda com rebaixamento da Ceplac

/ Agricultura

Rui Costa comenta mudança na Ceplac. Foto: Manu Dias
Rui Costa comenta mudança na Ceplac. Foto: Manu Dias

O governador Rui Costa se posicionou, nesta segunda-feira (4/4), sobre o rebaixamento da Comissão Executiva Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que passou a ser um departamento vinculado a uma das secretarias do Ministério da Agricultura. O petista foi criticado pelos produtores do movimento ”Somos Todos Cacau” por supostamente ter aceitado ”passivamente” a mudança. Em evento de comemoração dos 94 anos do PCdoB, na Assembleia Legislativa da Bahia, na noite de ontem, o chefe do Executivo baiano revelou ter conversado com o ministro-chefe do Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, para informá-lo de que ”a Bahia quer rever essa posição”. ”Eu acho que cabe sim a discussão de um novo perfil, de um novo formato, até porque nós queremos isso, de ter uma estrutura mais moderna, mais ágil, que traga mais retorno para a Bahia”, afirmou. De acordo com Rui, a modificação não foi acordada com o governo do Estado. ”Portanto, nós não concordamos com esse formato. Nós vamos buscar reforma-lo. Não falei ainda com a ministra [Kátia Abreu], mas precisamos conversar. Não quero impor um formato a um órgão federal, mas acho que a Bahia, como maior produtora de cacau do país, precisa ser ouvida sobre o que acha que é importante ter de fortalecimento na cadeia produtiva do cacau”, afirmou o governador.

Rebaixamento da Ceplac causa insatisfação em setores ligados a cacauicultura na Bahia

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Produtores reagem
Produtores reagem a mudança na Ceplac. Foto: Eva Mariana

A sociedade civil vem demonstrando insatisfação geral após a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, ter assinado o decreto que transforma a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) em um departamento vinculado à pasta. O posicionamento de caucauicultores reflete na opinião de políticos que também tentam reverter a decisão , publicada na edição desta sexta-feira (1º) no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com o site Bahia Notícias, o coordenador do Movimento Somos Todos Cacau, Ruy Souza, relatou que os principais atingidos pelas modificações não foram ouvidos. ”Há três meses fomos informados que a Ceplac seria rebaixada para departamento. Conversamos com alguns deputados da bancada federal ligados ao governo e pedimos que fossem tomadas providências. Após conversa com a ministra, eles nos garantiram uma modernização da comissão, mas não foi o que aconteceu”, afirmou.  Ainda segundo o coordenador, o que mais interessa aos produtores e agricultores é uma modernização da comissão. ”Como está também não nos interessa. Queremos que sejam atendidas as necessidades do produtor de cacau do sul da Bahia. A Ceplac era a única que vinha dando assistência ao pequeno agricultor”, relata.

Agricultura: Preço da cebola roxa volta a apresentar em alta de preço na Ceasa de Jaguaquara

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Cebola roxa dispara na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm
Cebola roxa dispara na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

Voltou a ser caro preparar uma salada a base de cebola, ingrediente tão comum na culinária. Em Jaguaquara, no Mercado Produtor Ceasa, um dos principais centros de distribuição e comercialização de produtos hortifrutigranjeiros do Estado, a cebola volta a apresentar alta no preço. Nesta quarta-feira (10/3), conforme informações da gerência comercial do órgão, o saco da cebola roxa, por exemplo, chegou a R$ 99,00, preço considerado alto e que vem refletindo nas férias livres e nos supermercados, levando o consumidor a pagar mais caro pelo quilo do produto. Já a cebola branca, custa hoje R$ 55,00, o saco com 20 kg. O tomate, outro produto que lidera a comercialização na Ceasa, e que chegou a ser o vilão dos preços altos em janeiro, com a caixa de 24 Kg sendo vendida por R$ 12,00, agora é encontrado até por R$ 14,00.

Ceasa de Jaguaquara registra oscilação na cotação; tomate tem queda após liderar alta

/ Agricultura

Tomate cai após liderar alta. Foto: Blog Marcos Frahm
Tomate cai após liderar alta na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

Produto considerado vilão da inflação no mês de janeiro, e carro chefe na comercialização do Mercado Produtor Ceasa de Jaguaquara, um dos principais centros de abastecimento do Estado, o tomate voltou a apresentar variações de preços nas últimas semanas. Em Janeiro, o produto era comercializado a R$ 120,00, a caixa com 24 kg, valor inferior ao verificado na primeira semana de fevereiro, quando o tomate já custava R$ 80,00. Nesta quarta-feira (17/2), o preço já é outro: R$ 35,00, a caixa. De acordo com a gerente da Ceasa, Mara Freitas, após o período de chuvas, agora, a temperatura tem favorecido a produção e a oferta do produto é maior, situação que reflete ao Mercado Produtor, com oscilação no preço e sobra de produtos. Ainda segundo Mara, a oferta vem aumentando significativamente e o preço tende a cair ainda mais. Ela assegura que a baixa nos preços do tomate pode puxar outros produtos, que também deverão apresentar queda.

Agricultura: Preço do tomate mantém alta na Ceasa de Jaguaquara após fortes chuvas no município

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Tomate mantêm boa média na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm
Tomate mantêm boa média na Ceasa. Foto: Blog Marcos Frahm

O preço do tomate tem assustado as donas de casa de Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá, município considerado a Capital do Hortifruti na Bahia. A caixa do produto, com 24 kg, que já chegou a custar cerca de R$ 10,00, mantêm boa média há mais de duas semanas e agora está sendo comercializada a R$ 70,00 no Mercado Produtor Ceasa, uma das principais centrais de abastecimento do Estado. O preço do tomate na Ceasa reflete nas feiras e supermercados, com o kg do produto custando mais de R$ 6,00. Mas enquanto as donas de casa lamentam a alta no preço do principal ingrediente da salada, os hortifrutigranjeiros na Ceasa comemoram. Na semana passada, a caixa do tomate era vendida a R$ 110,00, caindo agora para R$ 70,00, mas o valor ainda é considerado ótimo pelos comerciantes do tomate. Fato é que, a chuva, apesar de comemorada por boa parte dos produtores rurais, prejudica a produção de tomate e a oferta diminui na Ceasa de Jaguaquara. O produtor não consegue atender a demanda durante o período chuvoso quando o preço aumenta significativamente.

Agricultura: Produtor de chuchu comemora alta de preço após chuvas em Jaguaquara

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Seu Carlito comemora preço. Foto: Blog Marcos Frahm
Seu Carlito comemora preço alto. Foto: Blog Marcos Frahm

O município de Jaguaquara, responsável por grande parte da produção de chuchu na Bahia, foi atingido por fortes chuvas neste mês de janeiro de, oposto ao que enfrenta os produtores e tomate, que dizem sofrer prejuízos na lavoura com as chuvas, o produtor de chuchu tem motivos de sobra para comemorar na área rural. A caixa do produto, que antes do período chuvoso era vendida por R$ 10,00 no Mercado Produtor Ceasa, agora é vendida até por R$ 40,00. Quem planta o chuchu, vive sorrindo, ultimamente. Exemplo é o agricultor Carlito Sales, de 63 anos, que em sua propriedade, localizada no distrito do Baixão de Ipiúna, prioriza o plantio de chuchu há 10 anos. Da propriedade de Seu Carlito, a caixa sai por R$ 28,00 reais, mas através de terceiros chega ao Mercado Produtor, onde é repassada por R$ 40,00, preço da cotação desta semana segundo confirmação da gerência do órgão estadual, e da Ceasa é exportado para a capital baiana e até para outros estados do Brasil. ”Antes da chuva, a gente só conseguia vender de dez reais e às vezes até mais barato, mas hoje o preço melhorou. Eu entrego cada caixa por vinte e oito reais aqui no Baixão mesmo e lá na Ceasa eles dão o preço deles, porque também eles têm despesa com frete, mas pra mim o preço está muito bom agora, depois das chuvas”, disse ao Blog Marcos Frahm. Carlito é apenas um dos responsáveis pela produção do chuchu e revela quem em sua propriedade a produção ainda é baixa, não tendo receio em reconhecer que agricultores vizinhos produzem mais. Ele afirma que são muitas as dificuldades no cultivo do chuchu, citando como exemplo o controle de doenças e pragas e mão de obra para trabalhar em um terreno inclinado. ”É um trabalho cansativo, e a gente precisa ter cuidado com a lavoura sempre, pra afastar as pragas, mas é um prazer para o produtor ver um caminhão sair da propriedade carregado”, comemora. Estudos revelam que para conseguir êxito na produção de chuchu, o primeiro passo é fazer uma análise de solo da área de plantio na propriedade. Outra orientação importante é que o agricultor escolha o melhor fruto para usar como muda. Ele deverá possuir todas as características físicas ideais para a variedade. Nesse caso, ter massa variando de 250g a 450g, cor verde clara, formato periforme, e principalmente, ser oriundo de uma planta vigorosa, sadia e produtiva.