Bolsonaro é um embuste

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“Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta nós deu uma fraquejada e veio uma mulher”.

“Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff. Eu voto sim”.

“O erro da ditadura foi torturar e não matar”.

“Pinochet devia ter matado mais gente”

“Seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”.

“Não te estupro porque você não merece.”

“Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados.” (resposta para Preta Gil, sobre o que faria se seus filhos se relacionassem com uma mulher negra ou com homossexuais).

“A PM devia ter matado 1.000 e não 111 presos.” (sobre o Massacre do Carandiru).

“Não vou combater nem discriminar, mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.” (quando FHC segurou uma bandeira com as cores do arco-íris).

“Você é uma idiota. Você é uma analfabeta. Está censurada!” (declaração ao ser entrevistado pela repórter Manuela Borges, da Rede TV. A jornalista decidiu processar o deputado após os ataques).

“Mulher deve ganhar salário menor porque engravida” (justificou a frase: ‘quando ela voltar [da licença-maternidade] vai ter mais um mês de férias, ou seja, trabalhou cinco meses em um ano’),

Incitação ao estupro, injúria, apologia à tortura, xenofobia, homofobia e discriminação racial são seu forte.

Acreditem, essas declarações foram ditas por um deputado federal, pré-candidato à Presidência da República, em segundo lugar nas intenções de voto. Estamos falando, claro, do senhor Jair Messias Bolsonaro. O momento de instabilidade política, de intolerância e ódio é complexo. As fake News se espalham na velocidade da luz e Bolsonaro, reacionários e os facenazzi se proliferam feito ninhadas de ratos. Os discursos de ódio ganham força e se tornam rotineiros. É difícil debater política em qualquer lugar. Nas redes sociais, as ameaças são comuns, as ofensas são das mais variadas – nesse maniqueísmo, para que se você não é direita, é esquerda, e vice-versa.

A atual onda reacionária é muito perigosa. Bolsonaro defende a ditadura militar, a diminuição do Estado e mais uma série de ideias mirabolantes. A extrema direita aplaude. Ele e seus seguidores adoram afirmar que na época da ditadura não existia corrupção. Mentira. Existia e muito. Só que as pessoas, por causa da censura, não ficavam sabendo. Na economia o legado também é questionável, um dos resultados nefastos foi a hiperinflação.

Mas nem mesmo os militares apoiam Bolsonaro. Nos últimos anos, o Exército tentou mudar a imagem negativa deixada com a Ditadura. A associação que o eleitor faz entre Bolsonaro e as Forças Armadas golpeia essa estratégia. Bolsonaro representa tudo que o Exército quer deixar para trás: o autoritarismo, a violência do Estado, o desrespeito aos direitos humanos

Bolsonaro já quebrou o decoro diversas vezes. Surpreende que não tenha tido seu mandato cassado. Não foi por sua influência política, que é nula, e só ganhou alguma notabilidade por causa de seu desempenho nas pesquisas – ou seja, por interesse, não porque ele inspira uma liderança natural. NO PSC, Bolsonaro nunca teve voz ativa e sequer recebia apoio para ser candidato à Presidência.

Suas declarações já lhe renderam diversos processos e condenações, muitas delas por injúria, racismo, homofobia, xenofobia apologia ao estupro – a mais famosa foi contra a deputada Maria do Rosário (PT). Em 2014, o deputado afirmou que Maria do Rosário não merecia ser estuprada porque ele a considerava “muito feia” e a petista não fazia o “tipo” dele. Por essa mesma declaração, Bolsonaro é réu no STF. A deputada processou o parlamentar e Bolsonaro foi condenado pelo TJ-DF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal), em 2015, a pagar indenização de R$ 10 mil à petista por danos morais, mas recorreu e foi derrotado. O STJ confirmou a condenação do parlamentar em agosto de 2017.

Em ação movida pelo Ministério Público Federal, Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 50 mil por danos morais por declarações preconceituosas feitas sobre os quilombolas em abril de 2017. Bolsonaro participava de uma palestra no clube Hebraica, no Rio de Janeiro. Em discurso, disse: “Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles”, discursou. As declarações provocaram indignação e revolta de membros da comunidade judaica do estado. Cerca de 150 protestavam do lado de fora do clube.

Durante sua fala disse que iria acabar com todas as reservas indígenas e quilombolas (descendentes de escravos) Não iriam existir ONGs de vagabundos e iria dar um fuzil para cada fazendeiro se defender do MST, movimento que luta pelo direito a terra contra o latifúndio. O movimento é líder na produção de arroz orgânico na América latina.

O presidenciável também foi condenado a pagar multa de R$ 150 mil por dano moral coletivo devido às declarações homofóbicas em um programa de televisão, em 2011. A declaração foi durante sua participação no extinto programa CQC da TV bandeirante. Em sua fala, disse que nunca passou pela cabeça ter um filho gay porque seus filhos tiveram “uma boa educação”. “Não corro esse risco”, afirmou o deputado.

A multa deverá ser paga ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, do Ministério da Justiça, órgão que trabalha em prol de obras sociais.

Durante o impedimento da presidente eleita Dilma Rousseff o parlamentar teve a crueldade de exaltar o nome do mais perverso torturador Carlos brilhante ustra, em sua fala disse o Terror de Dilma Rousseff. Ustra foi o primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador e comandante de uma delegacia de polícia acusada de ser palco de mais de 40 assassinatos e de, pelo menos, 500 casos de torturas.

AS pessoas que defendem o discurso homofobico de Bolsonaro não fazem ideia que, no ano de 2017, a média de assassinatos de LGBTs registrados pela ONG GGB estava em 1,05 por dia. Até então, a maior média tinha sido registrada em 2016, quando aconteceram 343 assassinatos — o equivalente a 0,95 mortes por dia. O levantamento do grupo é feito desde 1980 e é usado como referência sobre crimes relacionados a preconceito à orientação sexual contra a população LGBT no país.

Bolsonaro é uma sátira de si mesmo, ele age no impulso e não parece ter noção de suas ações. Mas embora muitos duvidem, ele tem, sim, um projeto para o Brasil: execução de pessoas (algumas das quais, por alguns desses vários enganos cometidos pelo Estado brasileiro, pode ser um dito “cidadão de bem”), propagação das armas e nióbio, a solução mágica para os problemas nacionais. Convenhamos, o Brasil tem problemas muito mais complexos. Sobre temas importantes, como economia, educação e saúde, ele mostra absoluta ignorância, como pode ser observado em diversas entrevistas à imprensa. Diante de sua ignorância, o pré-candidato argumenta coisas absurdas, como o fato de não ser economista ou médico para ser especialista nos assuntos das respectivas áreas. Ocorre que ele não consegue demonstrar nem mesmo uma vaga noção dos desafios nacionais, mal deve saber o que é SUS e vai precisar de muita aula básica de economia e decoreba com marqueteiro para desenvolver conceitos simples, mas que ele se embanana inteiro diante das câmeras, como tripé econômico.

Em entrevista concedida à jornalista Mariana Godoy, na Redetv, o deputado mostrou toda sua ignorância em questões de economia e plano de governo. A jornalista perguntou se ele já estava montando uma equipe e se já tinha “pensando em alguns nomes”. O deputado respondeu: “O que o pessoal exige de mim de entendimento em economia, então teria que exigir o conhecimento em medicina: eu vou indicar o ministro da Saúde. Tem que ter um entendimento em questão de Forças Armadas: vou indicar o ministro da Defesa. O entendimento na questão da agropecuária: vou indicar o ministro da Agricultura. Então é um exagero nessa parte aí. Você pode ver, dos cinco presidentes militares, qual deles era formado em economia? Nenhum. E trouxeram o Brasil da 49ª para a 8ª economia do mundo”. A apresentadora rebate a resposta de Bolsonaro a respeito dos números que ele dá sobre a economia no período do regime militar: “Oi”? Não, eles deixaram o Brasil com muita inflação, fizeram a dívida externa do tamanho que ficou”. Em seguida ele mudou de assunto. A ditatura que ele defende deixou apenas cicatrizes, onde torturas e assassinatos eram comuns, não existiam direitos humanos, os militares possuíam até um manual de como os torturadores deveriam agir para extrair confissões, com práticas de choque, sufocamento e espancamentos. Cinquenta anos se passaram e infelizmente existem pessoas que apoiam essa página sangrenta do nosso país,

Claro ele não entende de economia, não sabe de saúde, mas sabe de arma. O Brasil já tem armas e mortes demais. Na educação ele defende um general de escolar militar. Em uma entrevista lhe perguntaram por que defendia a ditadura. Ele respondeu que naquela época não se ia de biquíni na praia. O Brasil pegando fogo e ele preocupado com o biquíni.

O deputado aprovou apenas dois projetos de lei em 26 anos de atividades no Congresso Nacional, aponta levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. O parlamentar também conseguiu aprovar uma emenda de R$ 2,5 bi ao país. Desde que chegou ao Parlamento federal, em 1991, ele apresentou 171 projetos de lei, e se diz discriminado dentro do congresso.

O que virou lei? Uma proposta que estendia o benefício de isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para bens de informática e a autorização da chamada “pílula do câncer”, a fosfoetanolamina sintética. Uma emenda de Bolsonaro também foi aprovada, a primeira de autoria dele, em 2015, que determina a impressão de votos das urnas eletrônicas, o que acarretará um custo de R$ 2,5 bilhões.

São indícios de que Bolsonaro não é respeitado dentro do congresso. Em 30 anos de mandato nunca fez nada relevante, apenas aumentou seu patrimônio e colocou a família inteira na política. Bolsonaro agora prepara o filho de 19 anos para entrar no meio político.

Uma Reportagem da Folha de S. Paulo revelou que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) usa verba da Câmara dos Deputados para pagar uma suposta funcionária fantasma. Walderice Santos da Conceição, de 49 anos, é funcionária de Bolsonaro desde 2003 apesar de ser nomeada no gabinete do deputado ela mora e trabalha vendendo açaí em Angra dos Reis, A funcionária mora próxima da casa de veraneio do deputado. A Folha também afirma que moradores da região disseram que Walderice é conhecida pelo seu comércio local,o “Wal Açaí”, Segundo informações o marido de Walderice é caseiro de Bolsonaro. O deputado negou que Walderice seja funcionária fantasma: “Ela reporta a mim ou ao meu chefe de gabinete qualquer problema na região”, disse Bolsonaro à Folha de S. Paulo. “Ela lê jornais, acompanha o que acontece.” A servidora mudou de função mais de 30 vezes e chegou a ter cargo de chefia entre 2011 e 2012 atualmente ela recebe um salário de R$ 1.351,46 mas já chegou a receber salários maiores em torno de 14 mil reais. Bolsonaro negou que o marido de sua funcionária seja caseiro de seu imóvel, mas admitiu que recebe seu auxilio em tarefas domésticas.

O clã Bolsonaro junto gastou R$ 700 mil reais de auxílio moradia mesmo possuindo imóvel próprio. Até 2008, a família havia declarado à Justiça Eleitoral bens em torno de um milhão de reais, entre eles apenas três dos 13 imóveis que possuem atualmente. Quando ingressou na política, em 1998, Jair Bolsonaro tinha declarados apenas um Fiat Panorama, uma moto e dois lotes que valiam pouco mais de 10.000 reais. Hoje, segundo a Folha, ele e os três filhos são donos de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos da capital fluminense como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca. De acordo com levantamento do jornal paulista, em cartórios, os principais apartamentos e casas comprados nos últimos dez anos registram preço de compra muito abaixo da avaliação da Prefeitura do Rio. Uma casa num condomínio à beira-mar na Barra foi vendida a Bolsonaro com prejuízo de, diz o papel, R$ 180 mil em relação ao que haviam custado quatro meses antes. Segundo a Folha, as transações para a compra da casa em que Jair Bolsonaro vive na Barra da Tijuca têm indícios de lavagem de dinheiro, segundo critérios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazendo e do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci).

O presidenciável recebe atualmente salário bruto de 33.700 reais como parlamentar, além de soldo do Exército. Bolsonaro já gastou mais de R$26 mil da cota parlamentar em passagens aéreas no ano 2017, sendo que R$4.758,72 foram gastos em janeiro, quando a Câmara não possui expediente, pois está em recesso.

Num certo domingo, estava navegando pelo mundo sem lei chamado Facebook. No feed encontrei uma publicação que um ex-amigo (exclui-o) tinha compartilhado.

Era de um desses grupos “Eu apoio Bolsonaro” e tinha mais de 100 mil pessoas. Resolvi entrar no grupo. Ao solicitar a entrada tive que responder algumas perguntas, qual era minha opinião sobre a figura Bolsonaro, e qual era meu desejo para um Brasil melhor. Respondi (menti) e em alguns minutos minha solicitação de entrada foi aceita. Eu já estava pensando em escrever um artigo sobre os seguidores. Ficava abismado quando me deparava com um bozonaro em alguma notícia. Então eu estava ciente que ali era o ninho deles, minha tarefa era apenas observar. Nos primeiros dias foi difícil. Um dia me deparei com a publicação sobre uma suposta frase dita pelo deputado Federal Jean Wyllys no twitter. A frase em questão era falsa e sorrateiramente tentaram ligar à falsa postagem com o inimigo número um deles. O deputado Jean já teve inúmeros embates com Bolsonaro.

Algo que notei é a organização deles. Muitos administradores do grupo convocam os membros para ir a determinada página do Facebook, Twitter ou Instagram para destilar ódio. Normalmente, os alvos são páginas de esquerda. Agem como moscas um a um tecendo comentários ofensivos. Sempre agem em bando.

Eles organizam vaquinhas virtuais para confeccionar outdoors e para patrocinar páginas de apoio ao presidenciável
Bolsonaro tem cinco milhões de seguidores no Facebook. No Twitter e no Instagram o são menos de 900 mil – conta duvidosa, pois 9 em cada 10 novos seguidores em seu Facebook nunca postaram nada e têm perfis criados há menos de 2 dias. Alguns sem foto de perfil e outros com a foto do próprio deputado. Há quem diga que seguidores reais criam perfis falsos para aumentar o número de pessoas que supostamente concordam com o discurso fascista do parlamentar. Na maioria, são homens velhos e adolescentes que possivelmente nem possuem idade suficiente para votar. Alguns possuem o nome de perfil como João Bolsonaro ou Felipe Bolsonaro Moro. O que mais me chamou atenção foi o João Bolsonaro Brilhante Ustra Moro.

Ele já rebaixou as mulheres diversas vezes, sua ignorância provavelmente não saiba que as mulheres representam 53% do total de eleitores do Brasil. Hoje elas vivem em ascensão no mundo corporativo e estão conseguindo ocupar cargos cada vez mais respeitados e de grau superior, postos que no século passado eram apenas para homens. Apesar da luta constante dos movimentos feministas por direitos iguais, há ainda uma desigualdade gritante. Apesar de Bolsonaro odiar gays, parece também não gostar muito das mulheres, a julgar pelas suas declarações. Elas também não gostam muito dele. São as mulheres as que menos votam em Bolsonaro. Contudo, causa espécie saber que exista uma única mulher que tenha coragem de votar num homem machista, misógino e que é contra os direitos do público feminino.

A maioria das publicações são ataques ao partido dos trabalhadores, ao comunismo (que para esses iluminados é configurado por qualquer discurso contra a desigualdade social, por exemplo), LGBTs, feministas, muitos memes, vídeos e fotos em apoio ao “Mito”.

“A cantora Pablo Vittar também é muito citada, Em uma postagem um seguidor postou uma nota de 50 reais com o rosto da cantora, na legenda ‘Por favor, compartilhem, a rede globo e PT querem colocar o rosto desse Veado no nosso dinheiro”. É um estrondoso absurdo, sem qualquer nexo, mas seria melhor a foto do Pablo e qualquer outro artista numa nota de Real do que a de Bolsonaro no quadro presidencial (Deus nos proteja.

A Rede Globo é atacada por suas novelas com temática LGBT, que de certa forma nos últimos tempos vem abordando questões da homossexualidade e questões de gênero. Embora personagens gays já existam há muitos anos na TV brasileira, somente nos últimos cinco anos o LGBT ganhou espaço em produções brasileiras, no exterior sempre existiram personagens gays.

O que sobra de ódio para Bolsonaro e seu séquito, falta de ideias para um Brasil melhor. Eles querem armas para população, o fim do congresso, a volta do regime militar. Eevidente que muitas pessoas apostam em Bolsonaro como um basta à corrupção. No entanto, é um equívoco acreditar que ele seja a solução para o país tão fragilizado com tantos abusos e retrocessos. A questão afinal qual seriam as consequências se este homem fosse eleito? Não sei, só sei que seriam catastróficas. Também é difícil acreditar que Bolsonaro esteja de fato preocupado com a corrupção quando apoia Temer, quando não explica seu enriquecimento pessoal e quando comete práticas vistas como coronelistas, como a de colocar os herdeiros na política, ou quando admite que sonega impostos. Crucificar pessoas ou partidos como culpados pela corrupção é fácil, é midiático, mas não resolve o problema. O sistema político e eleitoral é corrupto e continuará a ser independente do agente enquanto não houver uma reforma política, bem como enquanto o eleitor não tiver educação básica de qualidade para ter um poder crítico maior.

Algumas pessoas que defendem Bolsonaro não apoiam discurso de ódio, apenas veem nele uma saída para o caos político atual. Mas fiquem certos: é uma cilada. Na teoria e no discurso é fácil. Há solução para tudo, algumas bem simples, como empunhar um revolver e sair disparando por aí. Afinal, chega de balas perdidas, esse povo parece querer que elas encontrem um alvo. E a bem da verdade, Bolsonaro não tem proposta para o país. Seu discurso é vazio e repetitivo e não está em sintonia com as necessidades de um Brasil ao mesmo tempo moderno e social, um país que combata a desigualdade social e dê melhores condições para as pessoas empreenderes.

Bolsonaro está fazendo uma personagem? Vendendo o Salvador da pátria, ganhando notoriedade com os absurdos que fala ou é mesmo o ódio em pessoa? Qual seja a resposta, ele é o pior da política. Ele é uma farsa, uma pessoa que se comunica através de ofensas e alimenta, com seu discurso irresponsável, pessoas que odeiam gays, mulheres, negros. Será difícil ele se eleger, pois está sendo devorado diariamente pela própria boca. O que preocupa é que, ainda que Bolsonaro seja derrota, um problema principal continuará: o ódio que é propagado por seus discípulos e que tem tornado o Brasil um país chato e hostil. Que na próxima eleição vença a esperança, e não o ódio.Bolsonaro é um embuste! Um embuste é uma tentativa de enganar um grupo de pessoas, fazendo-as acreditar que algo falso é real.

*Por Eduardo Matysiak

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