Fazia tempo que a população de Jequié não via um prefeito tão carismático ovacionado nas ruas

/ Jequié

Zé Cocá goza de popularidade em Jequié. Foto: Rede social

Fazia tempo que a cidade não via um prefeito com uma força popular tão grande. Por onde anda, Zé Cocá é ovacionado. Nas ruas é carregado nos braços do povo. Lideranças políticas, empresariais e comunitárias reconhecem o seu valor como gestor; afinal, vem trabalhando muito para transformar Jequié em um dos polos de desenvolvimento regional mais pujantes do interior do Estado.

Compreensível essa leitura em torno dessa personalidade. Não existe demonstração maior de amor a nossa cidade do que trabalho e atenção. Ainda são muitos os problemas, mas é inegável que ele tem dado importante contribuição nessa nova fase de Jequié. O ritmo de ações tem sido incrível nos primeiros vinte meses de seu governo.

No entanto, não é somente pelo volume de obras que ele conquistou o coração do povo. O seu carisma peculiar o coloca entre os personagens mais importantes da cidade.

Sorriso largo no rosto, atencioso, prestativo, atento, ele flutua como uma nuvem em popularidade, sem, contudo, tirar os pés do chão, o que o credencia a ser um dos maiores gestores da Cidade Sol. É cauteloso, prudente, diz não quando julga necessário. Sabe o peso de sua responsabilidade de governar um município marcado, especialmente nos últimos anos, pelo retrocesso administrativo. É desafiador administrar uma cidade que vinha acumulando perdas e mais perdas.

Zé é intenso! As circunstâncias exigem que seja intenso. Muito intenso! E que esteja cercado de pessoas igualmente intensas para Jequié aproveitar esse momento ímpar de sua história e prosperar ainda mais. O desejo é que homens e mulheres com espírito público como temos visto nos dias atuais ocupem os espaços devidos e, com sabedoria para entender que juntos, fortalecidos, haveremos de transpor os muitos desafios que nos cercam.

*Por Souza Andrade – jornalista e radialista

Eleitores indecisos se frustram com poucas propostas dos presidenciáveis, mostra Datafolha

/ Política

Os eleitores indecisos, não convictos ou dispostos a votar em branco consideraram o primeiro debate presidencial opaco em propostas e frustrante devido à troca de ataques pessoais entre candidatos e ao machismo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A observação é de uma pesquisa qualitativa do Datafolha realizada durante o evento de domingo (28), que ouviu 64 pessoas indecisas sobre o voto do pleito de outubro. O levantamento não é representativo da população brasileira e visa a mostrar a percepção do grupo.

O debate organizado por Folha de S.Paulo, UOL e TVs Bandeirantes e Cultura reuniu por quase três horas os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Luiz Felipe d’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) na sede da Band, em São Paulo.

O universo de pessoas que pretendem votar em branco ou nulo é de 6%, segundo a última pesquisa Datafolha, realizada de 16 a 18 de agosto. Há, ainda, 2% que não sabem em quem votar. O debate foi considerado importante para a decisão eleitoral por 80% dos entrevistados pelo instituto. Já 67% disseram ter mudado de voto.

Os eleitores foram divididos em três salas virtuais com mediadores do Datafolha durante o debate. A cada bloco, avaliaram por meio de um aplicativo o desempenho de cada candidato e a satisfação em relação às suas respostas. Tebet foi a melhor classificada, seguida de Ciro Gomes.

Bolsonaro, candidato à reeleição, registrou o pior desempenho entre os entrevistados, distante dos demais postulantes no quesito. Parte da insatisfação veio dos ataques que ele dirigiu às mulheres, segmento que ele precisa conquistar na campanha.

No segundo bloco, nervoso com uma pergunta da jornalista da TV Cultura Vera Magalhães, disse que ela era uma “vergonha para o jornalismo brasileiro”. Também atacou Tebet e fez aferições de cunho machista.

”Bolsonaro gosta de reduzir as oportunidades de trabalho das mulheres, sempre cita salão e cozinha”, disse um entrevistado. ”Bolsonaro foi meio grosso com a jornalista” e ”ele gosta de deixar claro que lugar de mulher é em salão, cozinha e em casa”, afirmaram outros.

Outras observações foram: ”Bolsonaro está dando um tiro no pé. Em vez de mostrar suas propostas, ele só ataca os outros candidatos” e ”Bolsonaro começou a atacar muito, desrespeitou muito, toda hora chamando o Lula de presidiário. Podia ter um pouco mais de respeito, né? Bate, mas tem que ter um pouco de respeito”.

O desempenho do ex-presidente Lula também ficou aquém do esperado. Para os presentes, ele demonstrou preocupação em combater Bolsonaro e não apresentou propostas.

”Lula está muito focado em querer combater o Bolsonaro e está se perdendo em mostrar propostas concretas”, disse um eleitor. “Lula não convence mais, precisamos de sangue novo”, concluiu outro. As trocas de farpas entre os primeiros colocados nas pesquisas e o desvio às questões centrais não foram bem-vindos.

”Bolsonaro, Lula e Ciro estão com sérias dificuldades de responder às perguntas de maneira direta, nunca respondendo às perguntas sem citar o passado ou adversários.” Diante dos ataques, candidatos menos conhecidos nas pesquisas receberam mais atenção. Um dos entrevistados, antes dividido entre Lula e Bolsonaro, disse que o debate lhe permitiu conhecer Tebet.

”Gostei muito dela, achei que ela foi muito certeira no que queria falar… Então abriu um pouco mais a minha mente para os outros candidatos”.

A candidata, quarta nas pesquisas de intenção de voto, com apenas 2% na última pesquisa Datafolha, apresentou propostas como crédito para saúde e uma poupança para jovens estudantes de R$ 5.000 anuais, projeto considerado irreal por muitos dos entrevistados. ”Esse papo de R$ 5.000 para estudante é sem nexo”, disse um deles. Foi elogiada, entretanto, pela sua atuação na CPI da Covid.

De modo geral, os eleitores sentiram falta de planos para segurança pública, saúde, segurança, saúde, saneamento e meio ambiente. Muitos ainda seguem indecisos ou não convictos sobre a escolha em outubro. Entre aqueles que mudaram de opinião sobre os candidatos, as justificativas foram as propostas apresentadas pelos menos conhecidos. Disseram que gostaram de ouvir ‘vamos esquecer do passado e pensar no futuro”.

Os que não mudaram de opinião após o debate justificam que o debate ficou concentrado no passado. Na avaliação por blocos, Tebet ficou na liderança, acompanhada de Ciro, com valores próximos na escala de satisfação dos eleitores.

Bolsonaro apresentou o pior desempenho para o grupo. Foi o único que teve mais avaliações negativas (ruim e péssimo) nas suas respostas do que positivas (ótimo e bom). As respostas de Lula foram mais bem avaliadas no primeiro bloco, com mais da metade de avaliações positivas, e passaram a declinar. No terceiro, o petista teve seu mais baixo percentual de avaliações positivas, atrás apenas do atual presidente.

A metodologia da pesquisa reuniu cerca de 30 eleitores não convictos dos três presidenciáveis mais bem posicionados nas pesquisas, indecisos de outros candidatos e cerca de 20 que pretendem votar branco ou nulo.

A amostra agregou homens e mulheres de 22 a 69 anos de todas as regiões, escolaridade variada e renda familiar mensal entre dois e dez salários mínimos —o salário mínimo no Brasil, em 2022, é de R$ 1.212. Havia eleitores assalariados, autônomos, profissionais liberais, funcionários públicos, desempregados e estudantes.

Paula Soprana/Renata Galf/Folhapress

Senado aprova PL que obriga planos de saúde a cobrirem tratamentos fora do rol da ANS

/ Saúde

Foi aprovada nesta nesta segunda-feira (29) no Senado a proposta que obriga os planos de saúde a cobrirem tratamentos e exames não previstos na lista da Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS), chamada de “rol taxativo”. A informação é do portal G1.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) desobrigou em junho as operadoras de pagarem por procedimentos não listados no rol. Já em agosto, no entanto, a Câmara aprovou um projeto de lei para reverter essa decisão e dizer que a lista da ANS é apenas ”exemplificativa’, e não a cobertura total.

Como os senadores aprovaram o mesmo texto que passou na Câmara, o projeto seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL). Pela proposta, os planos terão de pagar por tratamentos, mesmo que fora do rol taxativo, desde que sigam um dos seguintes critérios:

Eficácia comprovada;

recomendação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS ou recomendação de, no mínimo, um órgão de avaliação de tecnologias em saúde de renome internacional. Neste último caso, o tratamento precisa ainda ter sido autorizado para os cidadãos do país que sediar esse órgão de renome internacional, quando for o caso.

Em Jequié, Patrick Lopes reúne vice-prefeita, prefeitos e apoiadores durante inauguração de comitê

/ Política

Vice-prefeita Poliana apoia candidatura de Patrick. Foto: Divulgação

Em Jequié, candidato a deputado Patrick Lopes (Avante) inaugurou o seu comitê de campanha na última sexta-feira (26) e o evento político contou com a presença do prefeito de Jitaúna, Marcelo Pecorelli, da prefeita Rosa Baitinga de Teolândia, da vice prefeita de Jequié, Poliana Leandro; Danilo prefeito de Nova Itarana; Sampaio prefeito de Irajuba; João Véi prefeito de Lafaiete Coutinho; Tinho do Vale prefeito de Ubatã; vereadores de Jitaúna e dos municípios da região.

Durante seus discursos, os políticos destacaram a importância do nome de Patrick para a consolidação do Médio Rio das Contas e do Vale de Jiquiriçá, falando em mudanças e transformações estruturais para as cidades que compõem esses territórios.

Patrick Lopes, ao lado de apoiadores, lideranças e familiares agradeceu a presença do público e das autoridades políticas e reafirmou suas propostas políticas, caso seja eleito deputado estadual. ”Em toda minha caminhada Jequié foi a cidade em que mais aprendi sobre perseverança. Este dia, será um dia muito importante para mim, vai muito além da abertura do comitê na cidade sol, é a abertura de uma nova página da minha vida na cidade que tanto me ensina e apoia. Foi incrível sentir o apoio de grandes líderes da região e de tantas pessoas”, disse o candidato.

Mais uma acidente na BR-420, trecho de Santa Inês, deixou uma mulher morta; motorista foi detido

/ Trânsito

Casal vítima do acidente foi socorrido por ambulâncias do SAMU

Horas depois do registro de uma tragédia que vitimou fatalmente três pessoas e deixou outras quatro feridas na BR-420, entre Jaguaquara e Itaquara, no Vale do Jiquiriçá, na noite de domingo (28), outro acidente grave foi registrado, por volta das 02h da madrugada desta segunda-feira (29), num trecho que compreende o Município de Santa Inês, deixando uma mulher morta e um homem ferido.

De acordo com informações apuradas pelo Blog do Marcos Frahm, a mulher, identificada como Cristiane da Conceição dos Santos, 36 anos, moradora da cidade de Itaquara estava na garupa da motocicleta atingida na traseira por um carro que após a colisão precipitou-se numa ribanceira as margens da estrada.

O casal que estava a bordo da moto foi socorrido por ambulâncias do Samu de Jaguaquara e Santa Inês e segundo informações todos os envolvidos, inclusive o motorista do carro, que nada sofreu retornavam da Festa do Vaqueiro na cidade de Cravolândia.

 A mulher, com lesões graves, foi levada inicialmente ao Hospital de Jaguaquara, que acionou uma Unidade de Suporte Avançado de Jequié para a transferência da paciente ao Hospital Geral Prado Valadares, mas Cristiane evoluiu ao óbito antes de ser transferida.

O motorista do automóvel, apresentando sinais de embriaguez foi encaminhado pela polícia para a Delegacia Territorial de Jaguaquara, conforme revelou o delegado Chardison Castro de Oliveira, que apura o caso.

Caminhoneiro morre após cair em ribanceira na BR-101, no sul da Bahia, diz PRF

/ Trânsito

Acidente aconteceu em Nova Viçosa. Foto: Reprodução/TV Bahia

Um caminhoneiro morreu após o veículo tombar no km 912 da BR-101, no trecho do povoado de Bela Vista, que fica na cidade de Nova Viçosa, no sul da Bahia. O acidente aconteceu por volta das 4h desta segunda-feira (29) e a rodovia foi parcialmente interditada.

A vítima ainda não foi identificada. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão estava carregado com adubo e virou na ribanceira, em uma curva. O motorista morreu na hora. Ainda não há detalhes sobre o que pode ter provocado o acidente.

Até as 7h20, o corpo ainda não havia sido removido do local, por causa da dificuldade no acesso. O Corpo de Bombeiros foi acionado para tirar o caminhoneiro sem vida das ferragens. Por isso, a pista precisou ser parcialmente interditada.

Bahia Notícias entrevista candidato ao Governo Kleber Rosa, do PSOL, no Projeto Prisma

/ Entrevista

Dando início à série de entrevistas com os candidatos ao governo da Bahia, o Projeto Prisma recebe, nesta segunda-feira (29), Kleber Rosa, do PSOL. Professor e policial civil, o nome do PSOL é fundador do Movimento dos Policiais Antifacismo e ativista do movimento negro. Cientista social, Rosa é especialista em ”Educação Inclusiva e Diversidade” e ”Educação de Jovens e Adultos” (EJA). Pela primeira vez participando de uma eleição, ele é o primeiro entrevistado do Bahia Notícias, em parceria com os integrantes do Rota Bahia, a partir das 16h, no canal do YouTube do site (veja aqui).

Aos 48 anos, Kleber Rosa é diretor da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), Secretário de Comunicação do PSOL na Bahia e dirigente nacional do partido. Acompanhe a entrevista na íntegra:

Mais de 100 mil crianças não receberam o nome do pai este ano, diz Portal da Transparência do Registro Civil

/ Brasil

Os cartórios de Registro Civil do Brasil mostram que nos 7 primeiros meses deste ano, 100.717 crianças foram registradas sem o nome do pai. Este ano, foi registrado o menor número de nascimentos para o período desde 2016, totalizando 1.526.664 recém-nascidos, ou seja, 6,5% do total de recém-nascidos no país têm apenas o nome da mãe na certidão de nascimento.

A porcentagem é maior que os 6% registrados em 2021, quando 96.282 crianças das 1.586.938 nascidas não receberam o nome do pai. Em 2020, foram 1.581.404 nascimentos e 92.092 pais ausentes. O ano de 2019 teve 99.826 crianças apenas com registro do nome materno ante 1.718.800 nascimentos, seguido por 93.006 frente a 1.702.137 nascimentos em 2018.

Os números estão registrados no Portal da Transparência do Registro Civil, na página Pais Ausentes, que integra a plataforma nacional, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que reúne as informações referentes aos nascimentos, casamentos e óbitos registrados nos 7.654 cartórios de Registro Civil do Brasil, presentes em todos os municípios e distritos do país.

Para o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli, os números mostram que há muito a evoluir quando se trata de responsabilidade paterna. “Ambos, pai e mãe, são responsáveis pela criação dos filhos e possuem responsabilidades que precisam ser compartilhadas. Obviamente cada família vive uma realidade diferente, mas são dados substanciais que podem embasar as políticas públicas”, disse.

Fiscarelli ressalta a importância dos registradores. ”Os registradores estimulam o procedimento de reconhecimento de paternidade com divulgação, programas permanentes de incentivo ao ato e ações, como os mutirões de reconhecimento de paternidade, realizados em parceria com as corregedorias gerais da Justiça”.

Reconhecimento

Desde 2012, o procedimento de reconhecimento de paternidade pode ser feito diretamente em qualquer Cartório de Registro Civil. Assim, não é mais necessária decisão judicial nos casos em que todas as partes concordam com a resolução.

Nos casos em que iniciativa seja do próprio pai, basta que ele compareça ao cartório com a cópia da certidão de nascimento do filho, sendo necessária a anuência da mãe ou do próprio filho, caso este seja maior de idade.

Em caso de filho menor, é necessário a anuência da mãe. Caso o pai não queria reconhecer o filho, a mãe pode fazer a indicação do suposto pai no próprio cartório, que comunicará aos órgãos competentes para que seja iniciado o processo de investigação de paternidade.

Desde 2017 também é possível realizar em cartório o reconhecimento de paternidade socioafetiva, aquele onde os pais criam uma criança mediante uma relação de afeto, sem nenhum vínculo biológico, desde que haja a concordância da mãe e do pai biológico.

Neste procedimento, caberá ao registrador civil atestar a existência do vínculo afetivo da paternidade ou maternidade mediante apuração objetiva por intermédio da verificação de elementos concretos: inscrição do pretenso filho em plano de saúde ou em órgão de previdência; registro oficial de que residem na mesma unidade domiciliar; vínculo de conjugalidade (casamento ou união estável) com o ascendente biológico; entre outros. Da Agência Brasil

Ivete Sangalo interrompe show no ”Festival de Inverno” em Conquista após fã passar mal

/ Entretenimento

A cantora Ivete Sangalo parou o show no Festival de Inverno Bahia, na madrugada deste sábado (27), após uma pessoa passar mal na plateia do evento. ”Eu não vou cantar no show até que chegue alguém [para socorrê-la]. [Ela] não aguentou… Quando me viu, disse ‘que mulher linda”, brincou.

Apesar da cantora ter pedido para os seguranças ajudarem a fã, a Polícia Militar chegou antes e a socorreu. Não há detalhes sobre o que teria ocorrido, nem detalhes do estado de saúde.

Segundo a prefeitura de Vitória da Conquista, a mulher tem 51 anos e foi levada pelo Corpo de Bombeiros para o posto médico da Secretaria de Saúde, dentro do próprio festival, em quadro de convulsão. No local, ela recebeu o atendimento de suporte básico com contenção e controle químico. As informações são do site Bahia Notícias

Em debate, Jair Bolsonaro se irrita com pergunta e ataca jornalista: ”Você é uma vergonha”

/ Política

”Você é uma vergonha para o Jornalismo”, disse. Foto: Reprodução/UOL

No primeiro debate entre os candidatos à presidência nas eleições deste ano, o segundo bloco do encontro foi marcado por ataques do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), à jornalista da TV Cultura, Vera Magalhães. O chefe do executivo do Brasil se irritou com uma pergunta sobre a campanha de vacinação no país e o descrédito sobre os imunizantes.

”Vera, você dorme pensando em mim, você tem uma paixão por mim. Você não pode tomar partido em um debate como esse e fazer acusações mentirosas a meu respeito. Você é uma vergonha para o Jornalismo brasileiro”, afirmou Bolsonaro.

A discussão gerou a solidarização das candidatas Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União). A senadora do União Brasil chegou a afirmar que Bolsonaro é “tchuca tchuca” com outros homens, mas que, normalmente, costuma ir para cima de mulheres.

”Quando homens são ‘tchuca tchuca’ com outros homens, mas vem pra cima da gente como tigrão, eu fico extremamente incomodada. Lá no meu estado tem mulher que vira onça, e eu sou uma delas. Eu não aceito esse tipo de comportamento e de xingamento”, disse Soraya. Com informações do Bahia Notícias

Sobreviventes de tragédia na 420 sofreram fraturas e foram para o HGPV; entre as vítimas, uma gestante

Vítimas foram socorridas por ambulâncias do Samu. Foto: BMFrahm

Os sobreviventes da tragédia na BR-420, entre um carro de passeio e duas motocicletas foram socorridos ao Hospital Prado Valadares – HGPV, em Jequié.

O acidente aconteceu na noite deste domingo (28), por volta das 19h, no trecho entre os municípios de Jaguaquara e Itaquara, no Vale do Jiquiriçá. Três dos ocupantes das motos, dois irmãos e uma mulher, Luis Eduardo de Jesus, Leandro de Jesus Nascimento, e Eliene Pereira dos Santos morreram no local. Outra mulher que estava e uma das motos ficou ferida.

No carro, um pastor evangélico, a esposa e uma filha que inclusive é gestante sofreram lesões e foram socorridos por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Segundo informações apuradas pelo Blog do Marcos Frahm, todos os sobreviventes, oriundos de Jaguaquara apresentavam sinais de fraturas e não há informações sobre o estado de saúde dos mesmos, que seguem no HGPV.

Colisão entre carro e motos na BR-420, entre Jaguaquara e Itaquara deixa três mortos

/ Trânsito

Carro e motos ficaram destruídos após batida. Foto: Marcos Frahm

Três pessoas da mesma família morreram e outras quatro ficaram feridas em um acidente entre um carro modelo Celta e duas motocicletas Honda Titan na noite deste domingo (28) na Rodovia BR-420, no trecho que compreende os municípios de Jaguaquara e Itaquara, no Vale do Jiquiriçá.

Segundo informações apuradas no local pelo Blog do Marcos Frahm, o condutor do carro teria perdido o controle da direção quando trafegava no sentido Jaguaquara e acabou colidindo frontalmente com as duas motos, que trafegavam no sentido contrário. Após o impacto da colisão, o automóvel capotou e parou às margens da estrada, distante poucos metros das motos envolvidas, que ficaram destruídas. A tragédia ocorreu por volta das 19h.

Aos agentes da Polícia Rodoviária Federal acionados pela Polícia Militar o condutor do carro revelou que teria tentado desviar de um caminhão que estava parado na rodovia quando perdeu o controle da direção e se chocou com as motos. O suposto caminhão não foi encontrado.

No local, morrem dois irmãos ocupantes das motos: Luis Eduardo de Jesus e Leandro de Jesus Nascimento, além de uma mulher que estava na garupa de um dos veículos, Eliene Pereira dos Santos, moradores do bairro Lagoa em Jaguaquara e que estavam a caminho da Festa do Vaqueiro na cidade de Cravolândia, onde apreciariam shows musicais em praça pública.

Colisão entre os veículos foi frontal e muito violenta na BR-420

Outra mulher a bordo de uma das motos sofreu fraturas. Os ocupantes do carro, um pastor evangélico que seguia na companhia da esposa e da filha também sofreram ferimentos e foram socorridos por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

O trânsito na BR-420 foi interrompido pelo período de duas horas e liberado após a chegada de peritos do Instituto Médico Legal de Jequié, que realizaram os serviços periciais e providenciaram o encaminhamento dos cadáveres ao IML.

Hassan, Zé Cocá e Leur Lomanto mobilizam apoiadores durante carreata histórica em Jequié

/ Política

Carreta percorreu as principais ruas de Jequié. Foto: Divulgação

O candidato a deputado estadual, Hassan, e o candidato a deputado federal, Leur Lomanto, realizaram na tarde deste domingo (28), uma carreata no município de Jequié. O evento, coordenado pelo presidente da UPB e prefeito de Jequié, Zé Cocá, contou com a presença do prefeito de Aiquara, Delmar Ribeiro, vereadores e de milhares de pessoas que participaram em carros e motos. O percurso, iniciado pelo bairro Cidade Nova, seguiu na pelas ruas e avenidas de vários bairros da cidade. O encerramento ocorreu no comitê de campanha, no Centro, após mais de três horas de carreata.

Zé Cocá reafirmou o propósito da mudança que o projeto liderado por ACM Neto tem, na Bahia, e disse que, tanto Hassan quanto Leur Lomanto farão parte deste momento de reconstrução das políticas públicas no Estado.

”A demonstração do povo confirma o desejo de mudança que o governador ACM Neto trará ao estado e que faremos na nossa região, com ênfase no Médio Rio das Contas e Vale do Jiquiriçá, por intermédio dos mandatos de Leur e Hassan.”, afirmou Zé Cocá.

Hassan afirmou que a carreata foi um momento marcante e ressaltou o carinho das pessoas com o seu nome e o de Leur. ”Jequié nos abraçou e provou que está ao lado de quem quer a transformação social e que trará segurança pública de volta às cidades baianas e irá recuperar a nossa Educação. O povo mostrou que confia em nosso projeto, que será responsável por uma intensa fase de desenvolvimento no Estado e trabalhará para que todos tenham acesso à Saúde, além de oportunidades de emprego. Com fé em Deus, remos retribuir a confiança que a população nos demonstrou hoje.”, destacou Hassan.

Cheque em branco para o Legislativo

/ Artigos

As eleições legislativas sempre ficam à margem da discussão mais profunda no nosso processo democrático brasileiro. Existe uma tara pelo regime do Executivo, principalmente o presidencialismo, no âmbito nacional. As escolhas e as disputas para presidente e governador roubam a atenção e o esforço é mais evidente.

O Legislativo é um poder importante que não deve ficar alheio. Como reza nossa Constituição, os poderes devem ser independentes e harmônicos entre si. Mas vamos às seções elegermos os 63 deputados estaduais para comporem o Plenário da Assembleia Legislativa da Bahia e os 39 deputados federais baianos na Câmara Federal.

Alguns políticos, inclusive aqueles na linha de frente da disputa atual, negligenciam essa importância como estratégia comum. Fazem pouco caso com a composição de bancadas, crentes e cientes com a tática do fisiologismo dos cargos. Às vezes, dá certo, às vezes, não. A bancada legislativa é lastro de qualquer campo e/ou grupo. É responsável pelo contato direto junto ao povo e por enviesar o campo da discussão e da opinião pública, por exemplo.

Por essência, na União, a Câmara representa o povo. E, com todas as letras, literalmente, representa. Tem de um tudo. E ninguém está ali só porque quer. Quem está no Plenário do Congresso é porque foi eleito para tal. É chancelado. De igual modo a Assembleia Legislativa da Bahia.

Alguns se alongaram no poder por trabalho prestado junto aos prefeitos e entidades, e outros somente por interesses próprios e nada republicanos. O Orçamento Secreto, no âmbito federal, está aí de prova na manutenção de muitos. Veremos pouca renovação por causa desse mecanismo que rasga a legislação dos direitos administrativo e orçamentário, e ouso dizer ser inconstitucional.

Ainda na esfera proporcional, os partidos, por exemplo, possuem mais interesse nos deputados federais, pois cada cadeira eleita aumenta o quinhão do fundo partidário, tempo de televisão e melhor estrutura para fazer rodar a política. Na Bahia, das 765 candidaturas postas no pleito deste ano, 15 foram indeferidas e sete renunciaram, até então. Isso dá uma média de 19 candidatos a deputado federal para uma vaga. O nível de renovação, por si só, será baixo: dos nomes da bancada apenas um não vai para a reeleição.

Na disputa da Assembleia, os números estão mais vistosos. Das 907 candidaturas, há registro de 10 renúncias e 23 indeferimentos. Com a subtração, sobram 874 postulantes a deputado estadual com uma concorrência de 13 candidatos por vaga. A renovação natural da ALBA será maior: nove, pois quatro desistiram da reeleição e cinco vão tentar ir para Brasília. Isso quer dizer que este será o mínimo possível de novos nomes na composição.

Ou seja: não faltam quadros. Existem muitos. Cada coligação majoritária faz seus cálculos, tenta arregimentar exatamente cada voto que as siglas devem ter para estimar o quociente eleitoral. A cada dia tenho noção, e já escrevi sobre isso, na construção de duas ALBAs e três bancadas federais para a quantidade, nos arrotos dos caciques, da lista dos eleitos (contém ironia). Alguns são especialistas nisso, pois o povo sempre vota seguindo uma mesma lógica quando se trata de eleição proporcional. Se preocupam com o Executivo e negligenciam o Legislativo.

Por esse formato de uma eleição proporcional a la vontê, cuja escolha não obedece critérios plausíveis, vamos conviver com um poder público opaco ou vivo somente para atender vontades pessoais ou dos financiadores.

*Victor Pinto é jornalista formado pela Ufba, especialista em gestão de empresas em radiodifusão e estudante de Direito da Ucsal. Atua na cobertura política em sites e rádios de Salvador. Twitter: @victordojornal