Bahia registra 3.720 casos de Covid-19 e mais 6 óbitos, diz boletim epidemiológico da SESAB

/ Bahia

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.720 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,24%), 2.049 recuperados (+0,13%) e 6 óbitos. Dos 1.576.509 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.536.738 já são considerados recuperados, 9.740 encontram-se ativos e 30.031 tiveram óbito confirmado.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico desta quinta (30) contabiliza ainda 1.909.442 casos descartados e 343.586 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta quinta. Na Bahia, 64.776 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.614.339 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.689.671 com a segunda dose ou dose única, 6.327.179 com a dose de reforço e 705.843 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 970.812 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 555.219 já tomaram também a segunda dose.

Hospital de Jaguaquara volta a exigir uso obrigatório de máscaras após aumento de casos de Covid

/ Jaguaquara

Jaguaquara registra aumento de casos de Covid. Foto: BMFrahm

Após os festejos juninos, o reflexo da aglomeração. Em Jaguaquara, assim como em outros municípios baianos os casos ativos da Covid-19 aumentaram após o São João 2022. No dia (23), o número de infectados era de 17, conforme o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde.

O último boletim, atualizado no dia (29) revela que 61 pessoas estariam com o Coronavírus.  Inclusive, no Hospital Municipal de Jaguaquara a exigência pelo uso de máscara está mais rigorosa. Qualquer pessoas que buscar o acesso ao HMJ, mesma que seja apenas para informações na recepção, o uso de máscaras deve ser mantido.

Secretária de Saúde da Bahia constata aumento da demanda por leitos Covid após São João

/ Bahia

secretária de Saúde da Bahia, Adélia Pinheiro. Foto: Sesab

A secretária Adélia Pinheiro admitiu que há um aumento do número de casos ativos e da demanda por leitos para pacientes com Covid-19 no estado da Bahia, após os festejos de São João.

Cinco dias após a festa, a titular da Saúde comentou, nesta quinta-feira (30), acerca das ações que estão sendo tomadas pela pasta para continuar evitando o contágio pela doença.

”O número de casos ativos é crescente. Há um pequeno aumento da demanda por leitos hospitalares em UTI e leitos clínicos, entretanto, a taxa de ocupação é muito baixa, não nos traz preocupação quanto a capacidade de assistência a baianas e baianos que precisam”, afirmou.

Atualmente, avaliou Pinheiro, 190 leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) exclusivas para tratar pacientes com o vírus estão sendo disponibilizados na rede pública.

A região Oeste do estado foi uma das áreas em que a necessidade por um acréscimo no número de estruturas foi identificada. Segundo a responsável pela Sesab, as equipes estão monitorando a situação, e ”nenhum paciente ficará sem assistência”.

Ela reforçou a necessidade pela ampliação do número de imunizantes aplicados entre os baianos. Atualmente, disse Adélia, mais de 1 milhão de pessoas com idade acima de 12 anos estão sem nenhuma das doses de vacinas contra a doença.

O retorno do uso obrigatório das máscaras, no entanto, foi descartado. A utilização do equipamento permanece restrita às unidades de saúde e farmácias. As informações são do site Bahia Notícias

Rui entrega mais R$ 18 milhões em equipamentos para 24 consórcios, incluindo Vale do Jiquiriçá

Rui Costa e Antonio Danilo, presidente do Convale. Foto: Secom

Mais de 80% dos municípios baianos foram beneficiados com a entrega de R$ 18 milhões em equipamentos para consórcios intermunicipais. Ao todo, foram entregues pelo governador Rui Costa, para 24 consórcios, 34 caminhões, entre cavalos mecânicos, trucados e caçambas, quatro roçadeiras hidráulicas, duas usinas móveis e dois multiprocessadores. Rui entregou ainda 18 ônibus escolares para municípios baianos e assinou convênios com mais quatro consórcios. São eles o do Vale do Rio Gavião (Civalerg), do Oeste da Bahia (Convale), de Desenvolvimento do Vale do Jiquiriçá (Convale) e de Desenvolvimento Sustentável do Território do Pimonte Norte do Itapicuru (CDS Itapicuru).

”Esta é uma tarde muito feliz, porque isso aqui não é a entrega de uma obra, mas de equipamentos importantes para a realização de várias obras. E o ponto principal dessa entrega é esse novo modelo de gestão pública, que abre mão da centralização do poder para compartilhá-lo com prefeitos e prefeitas”, afirmou Rui. Segundo ele, a expectativa é que o próximo governo continue com esta política de fortalecimento dos consórcios de descentralização da ação administrativa.

Rui destacou que os equipamentos, por meio dos consórcios, vão multiplicar as ações de infraestrutura para melhorar a vida das pessoas: ‘a finalidade desta ação é dar emprego para as pessoas, viabilizando estradas vicinais, estaduais, reduzindo o custo da produção, facilitando que as pessoas possam vender, comercializar, produzir e melhorar a renda e a empregabilidade”.

O governador reforçou, ainda, a importância dos ônibus escolares: ” nossa meta, conjuntamente com as prefeituras, é diminuir a evasão escolar tanto na rede estadual como na municipal. Então, nós estamos promovendo a facilidade de ir e vir dos jovens para que eles tenham transporte seguro e confortável. Assim, vamos realizar o sonho de não ver mais nenhuma escola na Bahia com salas multisseriadas, com alunos de diversas séries misturadas. Para isso, a gente precisa de mais ônibus, para levarem alunos de localidades distantes a escolas maiores, que estão sendo construídas”.

Equipamentos foram entregues aos consórcios intermunicipais

O secretário da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, afirmou que o modelo de consórcios transfere o poder do Estado para os municípios. ”O consórcio é um condomínio de prefeituras. Só, neste ano, nós distribuímos quase R$ 38 milhões em máquinas e equipamentos para os consórcios, para que eles possam fazer recuperação de estradas estaduais, vicinais e vias urbanas. Com isso, a gente quer melhorar a eficiência da prestação de serviço público”, assinalou.

O prefeito de Sobradinho, Regis Cleivys, apontou a importância dos equipamentos: ”nós estamos recebendo, hoje, uma caçamba e uma roçadeira, que vão contemplar os dez municípios que fazem parte do nosso consórcio. Esses equipamentos nos dão mais agilidade, somando-se aos que já temos no município, para os serviços essenciais que precisam ser feitos nas áreas rurais”.

Operação da Polícia Federal cumpre 163 mandados em operação contra pornografia infantil

/ Polícia

A Polícia Federal (PF) cumpre 163 mandados de busca e apreensão, nesta quinta-feira (30), contra suspeitos de participar de uma rede de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Destes mandados, 74 são cumpridos no Brasil e os demais em outros seis países: Estados Unidos, Argentina, Equador, Paraguai, Costa Rica e Panamá.

Com apoio de agentes estrangeiros, a Operação Luz na Infância está em sua nona fase e visa combater a pornografia infantil na internet, rastreando os endereços virtuais dos criminosos.

No país, a coordenação da operação é do Ministério da Justiça, com atuação das Polícias Civis de pelo menos 13 estados: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A operação foi iniciada em 2017 e intensificada no ano de 2019. Em fases anteriores, as autoridades cumpriram 1.611 mandados de busca e apreensão e 597 pessoas foram presas.

Câmara de Dias D’Ávila rejeita indicação de título de cidadão a ACM Neto; O que ele faz pela nossa cidade?

/ Política

Câmara rejeita título de cidadão diasdavilense. Foto: União Brasil

A Câmara de Dias D’Ávila rejeitou o projeto de lei que previa a concessão do título de cidadão diasdavilense ao pré-candidato ao governo do Estado ACM Neto. A sessão foi realizada nesta terça-feira (28), e foi reprovada por dois votos.

Segundo o Mais Região, parceiro do Bahia Notícias, o projeto teve duas abstenções, da Professora Rosenir e Thiago Saraiva (PT), três votos contra, de Marrant Azevedo (PSD), Joabe Palmeira (PP) e Cleiton Lima (PSD). Votaram a favor oito dos vereadores da base do governo: Professor Mazinho (PSDB), Josemar da Jolicar (União), Irmão Edvaldo (PSD), Pastor Junior de Araci (PSD), Regiane da Saúde (PTB), Junior do Requeijão, Josias da Feira (PTB) e Tucano (PSD). Para aprovar o projeto, é necessário a maioria dos votos simples, totalizando 10 votos a favor.

A vereadora Marant Azevedo justificou seu voto. ”Todas as pessoas que receberam o título têm serviço prestado em nosso município, porque eu vou votar em ACM Neto para receber esse título? O que ele faz pela nossa cidade? Eu votarei contra, mas não sou a pessoa do ACM Neto”, afirma.

Gasolina mantém alta de preço e coloca Bahia como um dos estados mais caros do país

/ Economia

A marca dos R$ 8 já foi superada e a Bahia segue amargando o título de uma das gasolinas mais cara do Brasil. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pelo monitoramento dos valores de combustíveis, o estado tem 9 cidades entre as vinte do país na qual o consumidor paga mais caro na hora de abastecer.

Teixeira de Freitas, no extremo-sul, tem a gasolina com o maior preço na Bahia e segunda maior do Brasil, chegando a registar o valor de R$ 8,59.  ”As pessoas acabam tendo que mudar completamente sua rotina. O aumento dos combustíveis acabam refletindo em diversos outros campos. A pessoa acaba tendo que avaliar onde gastar o dinheiro. Muitas vezes tem o carro e precisa deixar em casa, porque vai gastar o dinheiro pra pagar contas de água, luz, comprar comida”, analisa o consultor financeiro Raphael Carneiro.

Carneiro também explica que o combustível faz parte da cadeia de transporte, impactando muitos outros produtos. “Se o custo aumenta para o caminhoneiro ele repassa, o mercado repassa. E atinge o consumidor. Quando a gente fala disso a gente só pensa em empresas, mas reflete inclusive no mercadinho do bairro. Ele também precisa mudar seu preço pra poder vender. E quando atinge o consumidor, a única maneira que tem de amenizar esse impacto é mudar os hábitos de consumo”, pondera.

OUTRO LADO

Na Bahia, desde que a refinaria de Mataripe foi privatizada, o preço dos combustíveis é determinado pela Acelen, empresa que adquiriu e gere o processo de refino. O aumento mais recente imposto pela empresa foi no final de março, e fez subir o preço da gasolina em R$ 0,15.  A política praticada em território baiano é alvo de investigação pelo Conselho Administrativo de Defesa da Economia (Cade).

Quem é Daniella Marques, escolhida por Bolsonaro para presidir a Caixa Econômica Federal

/ Economia

Daniella Marques substitui Pedro Guimarães. Foto: Reprodução

Escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para substituir Pedro Guimarães no comando da Caixa, Daniella Marques é a pessoa de maior confiança do ministro Paulo Guedes (Economia), com quem já trabalhava no mercado financeiro antes de integrar o atual governo. Os dois embarcaram juntos no projeto de Bolsonaro ainda durante a campanha, em 2018, e assumiram cargos já no primeiro dia da atual administração.

Como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia, Marques teve uma atuação intensa nos bastidores das negociações políticas, função que continuou exercendo, ainda que de maneira informal, após assumir em fevereiro deste ano a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade —posto que ocupa até hoje.

Braço direito de Guedes, a secretária passou a representar o ministro da Economia em conversas com as cúpulas da Câmara e do Senado, desde quando as Casas eram presididas por Rodrigo Maia (PSDB-RJ) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), respectivamente.

A proximidade com o círculo político se manteve na gestão de Arthur Lira (PP-AL) na Câmara e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no Senado. Ela atuou na negociação de propostas cruciais para a Economia, como a reforma da Previdência e a PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios, que adiou o pagamento de dívidas judiciais e abriu espaço no Orçamento para ampliação de políticas sociais em ano eleitoral.

Por outro lado, a pasta não conseguiu emplacar outras pautas prioritárias, como as reformas tributária e administrativa. O envolvimento de Marques nas articulações era direto e ativo. Muitas vezes ela era vista no centro do plenário da Câmara ou do Senado, ambiente geralmente restrito a parlamentares e seus assessores, dialogando sobre pontos polêmicos ou tentando desarmar alguma bomba em meio às votações de propostas econômicas.

Um integrante do governo afirma que a secretária ”sempre foi a pessoa do ministro Paulo Guedes”. Colegas a descrevem como uma profissional dedicada, esforçada e que trabalha por horas a fio para assegurar o cumprimento das “missões” dadas pelo ministro e pelo presidente Bolsonaro, de quem também se tornou uma interlocutora direta, frequentando o Palácio do Planalto.

O desempenho no papel de articuladora política foi tão bem avaliado por Guedes que o chefe da equipe econômica chegou a trabalhar pela nomeação de sua auxiliar como ministra-chefe da Secretaria de Governo, segundo três fontes relataram à reportagem.

A costura, porém, não foi bem-sucedida e enfrentou resistências das alas política e militar do governo, que tiveram suas rusgas com a ala econômica em diferentes momentos. À época, a pasta era comandada por Luiz Eduardo Ramos, general da reserva do Exército.

No Ministério da Economia, o estilo direto e dinâmico de Marques por vezes causa nos técnicos certa contrariedade pelo que eles descrevem como atropelo nas tratativas. Nem sempre os pontos estavam integralmente alinhados internamente quando a secretária fechava ”como um trator” as negociações em curso. Restava ao corpo técnico depois aparar as arestas.

Parlamentares, por sua vez, viam com reservas a atitude da aliada de Guedes de muitas vezes delegar ao Congresso certas orientações que eram esperadas do governo.

Seu estilo aguerrido lhe rendeu um episódio polêmico em 2019, quando foi conduzida à sede da Polícia Legislativa após ser acusada de agressão pela deputada Maria do Rosário (PT-RS). A reforma da Previdência havia acabado de começar a tramitar no Congresso.

A então assessora foi defender Guedes após o bate-boca do ministro com o deputado Zeca Dirceu (PT-PR), que disse que o chefe da Economia era ”tigrão” com aposentados e ”tchutchuca” com banqueiros. Guedes reagiu dizendo ”tchutchuca é a mãe, é a vó”, e a confusão se disseminou. O episódio foi encerrado sem que houvesse registro de ocorrência.

Por outro lado, mesmo os críticos de Marques ressaltam como qualidade o comprometimento da secretária com as pautas prioritárias do ministro Paulo Guedes.

Uma das fontes ouvidas pela reportagem diz que o estilo de gestão de Marques poderia ser comparado ao de Margaret Thatcher —política britânica que exerceu o cargo de primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990 e que é tida como um ícone para defensores da ideologia liberal, como é o caso da secretária.

A capacidade de formar bons times, com técnicos competentes, também é elencada como uma de suas qualidades. Apesar do status de articuladora dentro do governo e do bom trânsito com ministros e lideranças no Congresso, a presidência da Caixa deve ser, formalmente, o primeiro cargo de Marques no primeiro escalão do governo.

Esse reconhecimento vinha sendo inclusive almejado pela secretária, segundo relatos de diferentes pessoas ouvidas pela reportagem. Além de ter sido defendida por Guedes como pessoa credenciada a assumir a Secretaria de Governo, Marques se colocou à disposição para assumir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no lugar de Joaquim Levy, que pediu demissão em junho de 2019 após ser alvejado por críticas de Bolsonaro. A nomeação, porém, acabou indo para Gustavo Montezano.

Nos últimos meses, o nome da secretária também vinha sendo cotado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, caso o presidente decidisse ir adiante na decisão de recriá-lo. Em março, Marques passou a capitanear o programa ”Brasil Pra Elas”, iniciativa voltada ao empreendedorismo feminino. A ação foi lançada no Dia da Mulher, no momento em que aliados de Bolsonaro identificam a rejeição feminina como um obstáculo à sua reeleição.

Formada em Administração pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro e com MBA em Finanças pelo IBMEC/RJ, ela atuou por 20 anos no mercado financeiro, na área de gestão independente de fundos de investimentos. Foi também sócia-fundadora e diretora de fundos de investimento antes de ingressar no governo.

Idiana Tomazelli/Folhapress

Após saída de Guimarães, Caixa Econômica diz que corregedoria apura caso de assédio

/ Economia

Pedro Guimarães deixou a Caixa Econômica Federal. Foto: Reprodução

Sem qualquer menção ao caso Pedro Guimarães, a Caixa Econômica Federal informou nesta quarta-feira (29) que uma investigação interna sobre assédio foi instaurada em maio e está em andamento.

De acordo com o comunicado, a apuração corre em sigilo, no âmbito da corregedoria, e que por tal motivo não era de conhecimento de outras áreas do banco. A nota disse que relatos de caso dessa natureza foram recebidos por meio de seu canal de denúncias.

Nesta quarta, sob a acusação de assédio sexual, Guimarães deixou o comando da instituição financeira. O executivo era um dos aliados mais próximos do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A Caixa afirmou que ”repudia qualquer tipo de assédio”.

Acusação revelada pelo portal Metrópoles nesta terça (28) afirma que ao menos cinco funcionárias da dizem ter sido vítimas de assédio sexual por parte de Guimarães.

Em um dos relatos, uma delas diz que uma pessoa ligada ao presidente do banco perguntou o que fariam ”se o presidente” quisesse ”transar com você?”.

​Uma funcionária da Caixa disse em depoimento à Folha que foi assediada por Guimarães. Ela afirma ter sido puxada pelo pescoço e ter ficado em choque após o episódio.

No âmbito da investigação interna, ainda segundo a nota da Caixa, foram “realizados contatos com o/a denunciante, que permanece anônimo/a. Foram ainda realizadas diligências internas que redundaram em material preliminar, que está em avaliação”.

”A Corregedoria admitiu a denúncia e deu notícia ao/à denunciante, se colocando à inteira disposição para colher o seu depoimento, mantendo seu anonimato”, afirmou o banco.

Marcelo Rocha/Folhapress

Saúde e educação são os temas políticos que mais interessam brasileiros no Twitter, diz pesquisa

/ Brasil

Uma pesquisa realizada a pedido do Twitter sobre o consumo de conteúdos relacionados a política no Brasil mostra que 45% dos entrevistados usam a plataforma intensamente para se inteirar sobre o tema. De acordo com o levantamento, 36% dos usuários acessam a rede social ainda pela manhã para se informar sobre os assuntos do dia.

Saúde e educação são os temas de maior interesse dos internautas no âmbito de discussões políticas, sendo apontados por 69% dos respondentes. Na sequência aparecem economia (64%), segurança (62%) e emprego (62%).

Quando perguntados sobre eleições, os conteúdos de maior interesse na plataforma são as propostas dos candidatos (51%), os debates entre os postulantes (43%) e os resultados do pleito (43%).

Segundo a pesquisa, para 60% das pessoas as informações relacionadas a política publicadas no Twitter têm relevância.

Realizado pela empresa Mindminers a pedido do Twitter Brasil, o levantamento ainda mostra que perfis de jornais e jornalistas são os mais seguidos por pessoas que querem se informar sobre política por meio da rede social, sendo mencionados por 57% dos entrevistados.

Perfis de especialistas em política, por sua vez, são indicados por 47%, candidatos e partidos, por 38%, e influenciadores e criadores de conteúdo, por 33%. As agências de checagem pontuam em 32%.

”Em mais de uma resposta, e em especial nas espontâneas, ou seja, quando não havia opções pré-determinadas para serem escolhidas, vimos entrevistados ressaltando o fato de o Twitter ser um espaço para debate e expressão de diferentes opiniões, assim como para as pessoas se manterem informadas com as últimas notícias”, afirma a líder da área de Pesquisa do Twitter Brasil, Camilla Guimarães.

Segundo o levantamento, 59% das pessoas que usam a plataforma gostam de saber a opinião de terceiros sobre assuntos que envolvem política. E 47% delas consideram que o Twitter deve servir para garantir a liberdade de expressão.

A pesquisa foi realizada a partir entrevistas quantitativas online, feitas entre 3 e 9 de junho deste ano, com pessoas que usam e que não usam o Twitter. Foram ouvidas mulheres e homens maiores de 18 anos de todas as regiões do país e das classes A, B e C.

Mônica Bergamo/Folhapress