ACM se diz contra impeachment de Bolsonaro e opositores dizem que é disfarce por ser aliado

/ Política

ACM não acredita em crime praticado por Jair. Foto: Reprodução

Presidente nacional do Democratas, ACM Neto se disse contra o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em entrevista ao portal Uol, Neto disse não há elementos hoje, no Congresso Nacional, que sustentem o afastamento do mandatário geral do país.

”Sou bem claro: sou contra o impeachment. Da mesma forma que sou contra qualquer ruptura democrática, como o golpe, por exemplo”.

Questionado pelos jornalistas se, para além da conjuntura política, há crime que justifique a abertura do processo na Câmara dos Deputados, o demista tegiversou. “Não sou deputado para dizer se houve ou não crime. O que posso dizer é que sou radicalmente contra ao modelo que o presidente adotou para tratar da pandemia. Como cidadão, posso dizer que as medidas não foram adotadas de forma a minimizar os danos trazidos pelo vírus”, disse.

ACM Neto afirmou ainda que se houvesse algum movimento pró-impeachment isso inflamaria a base do presidente. ”Deixa os jogadores que estão aí jogar. Qualquer interferência numa disputa livre vai contribuir com uma instabilidade no país. Queremos vencer nosso projeto em um processo amplo, aberto e franco dentro das urnas”, afirmou.

‘Neto é contra o impeachment porque apoia o governo’, diz Éden Valadares

Após o ex-prefeito e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, afirmar nesta segunda-feira (4) que votou em Bolsonaro no 2º turno das eleições em 2018 e dizer ser contra impeachment, o presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia (PT-BA), Éden Valadares, criticou a declaração do presidente nacional do Democratas.

Segundo Éden, ”mesmo com todos os crimes cometidos pelo presidente”, Neto é contra o impeachment de Bolsonaro “porque apoia seu governo, tem muitas verbas, emendas e cargos”. ”Negar isso é fazer pouco caso da inteligência da sociedade baiana”, disse.

O presidente do PT baiano apontou o que chamou de ”diversas irregularidades” cometidas por Bolsonaro desde que assumiu a gestão. ”Crime de responsabilidade pela violação de garantias individuais, crime contra a humanidade, prevaricação, charlatanismo, incitação ao crime, crime de infração de medida sanitária preventiva, crime de epidemia. A lista de crimes cometidos por Bolsonaro é enorme, comprovada pela CPI e conhecida no Brasil e no mundo. A posição de ACM Neto não é técnica, é política”, afirmou Éden, argumentando que Neto e seu partido ”dão sustentação presidente da república na Câmara”.

”Além de ter apoiado Bolsonaro na eleição de 2018, ACM Neto e seu partido dão sustentação ao presidente da república na Câmara, sendo o DEM uma das legendas mais fiéis ao governo, com apoio em mais de 90% das pautas. O Partido presidido por Neto conta ainda com dois ministros na Esplanada dos Ministérios – Tereza Cristina e Onyx Lorenzoni, nas pastas da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Trabalho e Previdência”, disse.

Bahia registra 230 novos casos de Covid-19 e mais 8 óbitos pela doença, diz boletim da Sesab

/ Bahia

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 230 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,02%) e 284 recuperados (+0,02%). O boletim epidemiológico desta segunda-feira (4) também registra 8 óbitos. Dos 1.235.369 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.205.883 já são considerados recuperados, 2.605 encontram-se ativos e 26.881 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações devido a instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.547.653 casos descartados e 239.042 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira. Na Bahia, 52.077 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Com 10.150.478 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 79,72% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas.

Empresas têm dia perdido com apagão no WhatsApp, Instagram e Facebook; Zuckerberg perde US$ 6 bi

/ Tecnologia

Mark Zuckerberg sofreu prejuízo com apagão. Foto: Rede social

Com 120 milhões de usuários no Brasil, o WhatsApp é uma ferramenta fundamental de negócios. A queda dos serviços do Facebook nesta segunda (4) incluindo o WhatsApp, o Instagram e a própria rede social, tiveram impacto em muitas empresas, que dependem dos serviços para a comunicação com clientes e fornecedores.

”Hoje vai ser um dia perdido de vendas. Não fazemos iFood e Rappi e não temos loja física, então usamos o WhatsApp. Paramos de vender, e não estamos nem com o Instagram para poder direcionar os clientes para outro canal”, conta à reportagem Ilana Pelosof, 36, dona da confeitaria Zil Bakery, em São Paulo.

Ela conta que os bolos que já estavam agendados foram entregues, sendo necessárias algumas ligações para clientes para confirmar informações. ”Mas quem precisava pedir um bolo hoje, a pronta entrega, não conseguimos entregar. Isso com certeza vai impactar nossas contas no final do mês”, diz. Às segundas, a loja vende, em média, dez bolos, pelo valor de aproximadamente R$ 150.

Rodrigo Domingues, 41, chefe corporativo da Brasil Gourmet, empresa de alimentos para restaurantes, também sentiu falta do aplicativo de mensagens nesta segunda, data da semana em que costuma agendar e acertar as entregas com clientes. ”Tive de fazer ligações e anotar as informações em um caderno”, conta, dizendo que utilizar e-mail não é tão ágil quanto o WhatsApp ou ligar diretamente.

Nayana Rodrigues Silveira, 23, é eventóloga e atende os clientes diretamente por Facebook e WhatsApp para fechar os contratos de eventos que a empresa realiza. Na tarde desta segunda-feira, porém, a pane chegou no prazo final de uma das produções — cerca de 250 clientes foram afetados pela queda dos sistemas.

“Nós não temos como entrar em contato para avisar e eles também não conseguem falar conosco para finalizar a contratação. O contato com o cliente é diretamente pelo Messenger ou WhatsApp. Um dia de trabalho perdido é sempre prejuízo”, conta Nayana.

A alternativa foi migrar para outros serviços de comunicação para tentar amenizar os prejuízos do evento. ”Alguns contatos que tínhamos no WhatsApp estão indo para o Telegram, mas dos 250 clientes, só conseguimos com dois ou três até agora”.

Pane no pior dia

Segunda-feira costuma ser o melhor dia de vendas da pequena empresária Gabriela Spinardi, dona do Balaio Gastronomia, que produz marmitas congeladas. Normalmente, ela chega a tirar 20 pedidos. Nesta segunda, 4, por causa da paralisação dos serviços do WhatsApp, ela conseguiu vender e entregar apenas quatro encomendas. ”Acho que deixei de faturar cerca de R$ 4 mil”, calcula.

Gabriela explica que na segunda-feira as famílias fazem as compras por uma ou duas semanas, depois do envio do cardápio da semana, também por WhatsApp, no domingo. Foi por volta de meio dia e meia que Gabriela percebeu que o aplicativo tinha parado de funcionar. Ela acredita que, quando a operação for regularizada, os pedidos acumulados entrem e possa recuperar o que deixou de vender no momento

Dos cerca de 350 clientes ativos, isto é, que fazem ao menos uma compra ao mês, pouquíssimos usam o telefone para encomendar: só pessoas idosas que não têm familiaridade com tecnologia. ”O meu principal canal de comunicação profissional e pessoal é o WhatsApp”.

Diante do imprevisto, que já aconteceu em outras ocasiões no passado, Gabriela pretende apressar a criação de um site de e-commerce. “Não dá para ficar dependendo de uma única ferramenta de comunicação”, argumenta.

Adaptação tem sido a palavra chave de Gabriela nos últimos tempos. Antes da pandemia, a empresa era voltada para eventos corporativos e festas. Com o lockdown, passou a produzir marmitas congeladas, produzidas na cozinha industrial que fica na Vila Leopoldina, zona Oeste da capital. Agora terá de ampliar as ferramentas de comunicação para não ficar refém de um único aplicativo.

As perdas de vendas com a interrupção do aplicativo afetou empresas de diferentes segmentos. A clínica estética Chiquetá, de São Caetano do Sul (SP), por exemplo, usa o aplicativo para confirmar as consultas e registrou oito faltas na segunda-feira. Num dia normal, seriam cerca de duas faltas. Além disso, a marcação de novas consultas também foi prejudicada. Até às 12h de segunda-feira tinham sido marcadas 5 consultas. Em dias normais são, em média, de 15 a 20 consultas.

A história se repete na Sodiê, de Ribeirão Pires (SP), que atende, em média, 100 clientes por aplicativo. Nesta segunda-feira foi só presencial. De acordo com a empresa, em média 40 encomendas de bolo por dia são feitas via WhatsApp. O Sterna Café, por sua vez, não conseguiu mandar as promoções do dia para nenhum dos mais de 400 clientes cadastrados.

Impacto é maior no varejo ligado a comportamento e moda

O impacto do apagão deve ser sentido com mais força por varejistas de moda e calçados, bem como setores de turismo, serviços e o varejo especializado. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra, há varejistas de moda que chegam a ter dois dígitos de suas vendas vindas das redes sociais. Ele considera, porém, que no caso do varejo de moda as perdas podem ser mais fáceis de recuperar. ”Nesse caso perde-se a venda por impulso apenas. Já no setor de serviços, a venda não se recupera, não se estoca serviço”, diz.

Ele lista três impactos possíveis devido às falhas de hoje. Além da perdas das vendas que vem diretamente das plataformas do Instagram e Facebook, usadas inclusive por grandes varejistas de capital aberto, há também companhias que têm parcela considerável de suas vendas atreladas ao whatsapp. ”Farmácias, prestadores de serviços e supermercados usam bastante essa solução. Quando uma falha como essas aconteceu em 2019, essa ferramenta não era usada como instrumento de trabalho como é hoje”, diz Terra. Por fim, ele lista a perda de tráfego que os anúncios das redes sociais levam às plataformas de marketplace.

Para o presidente da SBVC, sofreram menos as empresas que vendem produtos ligados a compras mais planejadas, ligadas a necessidades. ”Para essas compras usa-se mais a busca no Google, que continuou funcionando”, explica. Apesar de ser possível mapear os segmentos mais afetados, ainda é difícil mensurar a queda de vendas, pois não se sabe ao todo quanto esses modelos de vendas representam do varejo digital do País.

Zuckerberg perde quase US$ 6 bi com apagão

A pane no Facebook que tirou do ar serviços como WhatsApp, Facebook e Instagram, também trouxe prejuízos financeiros para Mark Zuckerberg, além da turbulência em uma semana onde a identidade da ex-funcionária que vazou documentos da empresa foi revelada. Segundo a revista americana Forbes, o dono do Facebook perdeu cerca de US$ 5,9 bilhões em seis horas de serviços interrompidos, baixando sua fortuna para US$ 117 bilhões.

Registrada em diversos países, a queda dos sistemas do Facebook começou por volta das 12h20 (horário de Brasília) – a volta começou a acontecer lentamente apenas na noite desta segunda. Segundo a empresa, funcionários estavam trabalhando para restabelecer os serviços e uma equipe foi alocada para tentar resetar manualmente os servidores.

Com isso, as mais de seis horas fora do ar trouxeram ao Facebook perdas financeiras por publicidade na plataforma, além de outros serviços que também eram providos a partir das plataformas. No fechamento do mercado, as ações do Facebook também caíram. Embora outras empresas de tecnologia também tenham visto o movimento, a retração do Facebook é maior. A rede social chegou a ter queda de 5,3%, mas fechou o dia com redução de 4,89%, a maior desde novembro do ano passado. A queda ocorreu numa onda de retração das ações de empresas de tecnologia, mas a rede de Zuckerberg ficou abaixo do patamar das concorrentes, que viram reduções no valor dos papéis de 2,8%.

Na fortuna pessoal, Zuckerberg perdeu o que representa aproximadamente 5% do total que possui. O empresário ocupa, agora, a sexta posição no ranking da Forbes de pessoas mais ricas do mundo. Na pane, Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook, também viu sua fortuna diminuir — a número 2 da empresa contabiliza, agora, US$ 1,9 bilhão, após perder US$ 22 milhões com o apagão.

 

Agência europeia de medicamentos aprova terceira dose de vacina da Pfizer para todos os adultos

/ Saúde

A Agência de Medicamentos Europeia (EMA) aprovou nesta segunda-feira (4) a terceira dose de vacina anti-Covid fabricada pela Pfizer para todos os adultos saudáveis, a partir de 18 anos de idade. O reforço deve ser tomado seis meses depois da segunda dose.

O órgão também recomenda uma terceira injeção de vacinas da Pfizer ou da Moderna (não usada no Brasil) como parte do programa básico de imunização de pessoas vulneráveis, 28 dias após a segunda dose. A terceira dose da Moderna para pessoas saudáveis ainda está em avaliação.

Segundo o comitê de medicamentos humanos da EMA, a recomendação se baseia em estudo que mostrou aumento no número de anticorpos em pessoas de 18 a 55 anos, após a terceira dose.

A agência ressalva que não há evidências de que níveis mais altos de anticorpos impliquem mais proteção em pessoas com sistema imunológico enfraquecido, mas disse esperar que a dose extra contribua para evitar quadros graves ”pelo menos em alguns pacientes”.

A terceira dose para pacientes vulneráveis, incluindo idosos, já vinha sendo aplicadas em alguns países europeus e nos Estados Unidos. O Brasil também decidiu reforçar a imunização de idosos, o que já começou a ser feito em São Paulo.

O Centro Europeu de Controle de Doenças (ECDC) publicou no mês passado relatório recomendando a dose extra apenas para pacientes com sistema imunológico deprimido.

Recomendação semelhante é adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os órgãos argumentam que não há base científica para avaliar riscos e benefícios da terceira dose em adultos saudáveis.

Doenças cardíacas inflamatórias são um efeito colateral muito raro da vacina da Pfizer, mas a EMA afirmou que não houve casos registrados até agora após uma terceira dose do imunizante. Segundo a agência, efeitos adversos ”estão sendo monitorados cuidadosamente”.

O regulador afirmou que a decisão final sobre aplicar ou não uma dose extra deve ser tomada por cada governo nacional, já que depende de outros fatores, como situação da pandemia, estágio da vacinação e disponibilidade dos fármacos.

Brasil registra 199 mortes por Covid e chega a 598 mil óbitos provocados pela doença

/ Brasil

O Brasil registrou 199 mortes por Covid e 11.149 casos da doença, nesta segunda-feira (4). Com isso, o país chegou a 598.185 vidas perdidas e 21.476.823 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

O Rio Grande do Norte não registrou mortes nesta segunda. Paraíba e Rondônia não atualizaram os seus dados. Aos domingos, segundas e feriados, os números da Covid costumam ser menores, por atrasos de registro nas secretarias de saúde.

A média móvel de mortes agora é de 498 vidas perdidas por dia, queda de 6% em relação ao dado de duas semanas atrás. Já a média de casos é de 16.048 infecções diárias, queda de 51%.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

*Folhapress

Estado abrirá inscrições para 151 mil vagas do Programa Educar Para Trabalhar nesta segunda

/ Educação

Começam na próxima segunda-feira (4) as inscrições para 151.179 vagas de cursos de qualificação profissional do Programa Educar para Trabalhar, conforme edital publicado no Diário Oficial do Estado, neste sábado (2), pela Secretaria da Educação do Estado. O Educar para Trabalhar integra as políticas públicas de assistência estudantil do Governo da Bahia, no âmbito do Programa Estado Solidário. O objetivo é promover a qualificação profissional dos estudantes, oferecendo oportunidades de aprendizagens e maiores condições de inserção no mundo do trabalho, conforme as demandas dos setores produtivos dos Territórios de Identidade da Bahia.

”Nosso investimento em educação vai muito além dos mais de R$ 2 bilhões assegurados este ano para a modernização da rede escolar. Estamos investindo também no aprendizado e na qualificação dos nossos estudantes, porque acreditamos no potencial de cada um deles. Eles precisam de oportunidade e é isso que o programa Educar para Trabalhar vai oferecer a mais 151 mil jovens”, afirma o governador Rui Costa.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de outubro, pelo portal da Educação. Durante o ano de 2021, o Educar para Trabalhar ofertou 200 mil vagas. Nesta nova etapa, as ofertas são para 43 cursos de 10 Eixos Tecnológicos, na modalidade Educação à Distância (EAD), de Formação Inicial e Continuada (FIC). Os interessados devem estar regularmente matriculados no Ensino Médio ou da Educação Profissional Técnica de Nível Médio da rede pública estadual de ensino no ano letivo de 2020/2021, no período de 2016 a 2020. No dia 20 de outubro será realizado o sorteio eletrônico e as matrículas ocorrerão de 24 de outubro a 7 de novembro. As aulas serão iniciadas no dia 8 de novembro para a primeira entrada e no dia 7 de fevereiro de 2022 para a segunda entrada.

Sobre os cursos

Os cursos terão duração média de três a cinco meses e serão ministrados em parceria com o Sistema S, composto pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). A previsão é que as vagas sejam preenchidas em 2.656 turmas, com diversos cursos, dentre os quais os de: Administrador de Banco de Dados; Agente Cultural; Agente de Gestão de Resíduos Sólidos; Agente de Informações Turísticas; Almoxarife de Obras; Assistente de Logística; Assistente Financeiro; Cerimonialista; Desenvolvedor de Jogos Eletrônicos; Organizador de Eventos e Produtor Cultural.

O superintendente da Educação Profissional e Tecnológica do Estado, Ezequiel Westphal, falou sobre a importância do programa para o futuro dos estudantes. ”A nova edição do Educar para Trabalhar ocorre em um momento muito significativo na rede. Os estudantes estão envolvidos com vários projetos de aprendizagem e os cursos ofertados possibilitam ao estudante e às suas famílias perceberem novas oportunidades de qualificação que estão sendo proporcionadas pela escola”, afirmou.

A estudante Laiane da Silva, 29, que faz o curso técnico de nível em Agropecuária, no Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) do Campo Paulo Freire, em Santa Luz, já percebeu a importância do Educar para Trabalhar para o seu futuro. Ela está fazendo o curso de Auxiliar Administrativo Rural ofertado na primeira fase do programa. ”Quando vi a informação no site, pensei logo em agregar mais conhecimentos na minha área de formação. Diante da crise pandêmica, quis obter novos aprendizados e uma das partes positivas dos cursos é que podemos escolher o melhor horário para estudar e realizar as atividades. Ainda não conclui todos os módulos, mas posso afirmar que sairei com uma ótima bagagem e com muita vontade de colocar em prática todo conhecimento adquirido”.

Medida Provisória que institui Auxílio Brasil é prorrogada por mais 60 dias pelo Congresso

/ Brasília

MP foi publicada no D.O. Foto: Divulgação / Presidência da República

A Medida Provisória 1.061/2021, que institui os programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil, foi prorrogada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (2). De acordo com o Poder 360, o prazo extra foi dado para que o governo consiga arranjar verba para bancar o programa, que é uma das principais plataformas de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O plano é que os pagamentos do novo benefício comecem ainda neste ano. Contudo, ele pode ser travado pela demora na aprovação da reforma Imposto de Renda (IR), que disponibilizaria recursos para as ações.

O relator da reforma do IR, o senador baiano Angelo Coronel (PSD), já afirmou que a análise da proposta deve ficar para 2022.

O novo benefício custará R$ 60 bilhões aos cofres públicos em 2022. O valor é R$ 26 bilhões superior ao do Bolsa Família e deve ser financiado por meio da taxação dos lucros e dividendos, prevista na reforma do IR.

Ministério da Saúde planeja abandonar a vacina Coronavac a partir de 2022, diz site

/ Saúde

Com a chegada do fim do contrato da Coronavac, que está previsto para este mês, o Ministério da Saúde não tem mais intenção de adquirir novas remessas do imunizante, segundo informações do site Metrópoles.

”A Coronavac ainda está com o registro emergencial pela Anvisa. Assim, compras futuras (dentro do planejamento do próximo ano) não mais se justificam legalmente por órgão público nessa situação”, disse um integrante do órgão federal ao portal.

De acordo com a publicação, outra justificativa durante as discussões é a inexistência de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação da Coronavac em adolescentes. Ainda segundo a publicação, o fato de que normas técnicas não recomendam a vacina como dose de reforço seria outro argumento.

Na última semana, o Instituto Butantan se adiantou à possibilidade de ficar de fora das novas compras do Ministério da Saúde e anunciou a venda de doses da Coronavac a cinco estado. O governo federal, contudo, reagiu e apontou que o acordo com a farmacêutica prevê exclusividade total até o fim do contrato.

Em nota, o Butantan alegou que o Ministério da Saúde “não tem direito de impedir que estados e municípios ajam com celeridade para proteger suas populações” e afirmou que a entrega de vacinas ao governo federal foi concluída no dia 15 de setembro.

Policial militar à paisana morre após ser baleado em festa em Retirolândia, no interior da Bahia

/ Bahia

Soldado Gilson Rodrigues Pereira morreu

Um soldado da Polícia Militar (PM) foi baleado por dois homens armados, enquanto participava de uma festa motociclística no povoado Bela Vista, que fica na zona rural do município de Retirolândia, a cerca de 236 km de Salvador. O caso aconteceu por volta das 18h30 de domingo (3).

O policial foi identificado como Gilson Rodrigues Pereira e estava de folga quando foi baleado. De acordo com a PM, a vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal de Serrinha, mas não resistiu aos ferimentos.

Gilson morreu dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel, enquanto era transferido para uma unidade de saúde em Feira de Santana. Os suspeitos ainda não foram identificados e o caso será investigado pela delegacia de Retirolândia.

Por meio de nota, o 16º Batalhão da Polícia Militar, do qual Gilson fazia parte, informou que o soldado entrou na corporação em abril de 2008 e tinha 13 anos de serviço. O PM era casado e deixa dois filhos pequenos. Não há detalhes sobre o sepultamento dele.

Quatro novos casos de Covid-19 foram registrados nas últimas 24h em Jequié, diz boletim

/ Jequié

Mais 4 casos positivos da Covid-19, nas últimas 24h em Jequié, foram registrados pelo Boletim Epidemiológico, atualizado neste domingo (3), perfazendo um total de 17.870 pessoas confirmadas com a doença. Até agora 17.449 pacientes encontram-se recuperados e não apresentam mais os sintomas da Covid-19.

Conforme os dados repassados pelo HGPV e pelo Hospital São Vicente, a taxa de ocupação geral dos leitos de UTI/adulto está em 21%.

Destes, não existem leitos ocupados por residentes de Jequié e 4 leitos estão ocupados por pessoa de outro município.Até o presente momento 114.246 pessoas foram vacinadas com primeira dose e com as vacinas em dose única, em Jequié.