Vice-presidente da Câmara pede acesso a pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro

/ Brasília

O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), fez um pedido oficial ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), para que ele possa ter acesso ao inteiro teor das dezenas de pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro protocolados no Legislativo. À reportagem, o parlamentar disse que pretende analisar a fundamentação dos pedidos. Ramos, que se posicionava de forma neutra em relação ao governo, transforma-se agora em oposição declarada contra Bolsonaro após ter sido atacado pelo presidente neste domingo e nesta segunda-feira, 19.

”Vou analisar se tem fundamento jurídico e, se um dia eu estiver no exercício da presidência, em existindo fundamento jurídico, eu avaliarei se, politicamente, cabe decidir sobre isso no exercício provisório da presidência”, disse Ramos.

Cabe ao comando da Câmara dar início a um processo que pode levar ao afastamento do presidente da República com base em denúncias encaminhadas à Casa. Até a semana passada, eram 130 pedidos de impeachment recebidos pela Secretaria-Geral da Mesa da Câmara desde o começo do mandato de Bolsonaro, em janeiro de 2019. Alguns foram descartados por problemas técnicos, mas a maioria estava ”em análise”, isto é, aguardando despacho de Arthur Lira. Nem ele e nem seu antecessor no cargo, Rodrigo Maia (DEM-RJ), analisaram o mérito de nenhum dos pedidos até agora.

No fim do mês passado, partidos e representantes da sociedade civil entregaram um ”superpedido de impeachment”, reunindo mais de 100 acusações de crimes de responsabilidade. Apesar da insistência e da pilha de pedidos que acumula na sua frente, Lira tem repetido, em diversas ocasiões, que não enxerga materialidade ou novidade para abrir um processo contra o presidente.

Segundo técnicos ouvidos pela reportagem, Ramos só pode iniciar um processo de impeachment se estiver no comando da Câmara por situações específicas. Um desses casos, por exemplo, pode se configurar caso de Lira esteja em viagem no Exterior ou tenha assumido a Presidência da República temporariamente, na ausência de Bolsonaro. O vice também pode assumir se Lira vier a ser afastado por algum problema de saúde.

Nesta segunda-feira, Bolsonaro atacou Marcelo Ramos e acusou o parlamentar de não ter pautado um pedido específico (destaque) incluído na semana passada na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que acabou por autorizar o uso de R$ 5,7 bilhões de dinheiro público para bancar campanhas eleitorais no ano que vem.

Segundo Bolsonaro, Ramos é ”insignificante” e atropelou o Regimento Interno da Câmara para não permitir que votassem em separado o dispositivo (destaque) sobre aumentar o fundão eleitoral. ”Agora cai para mim, sancionar ou vetar. Tenho 15 dias úteis para decidir”, completou o presidente.

O fato é que Ramos pautou, sim, o destaque apresentado pelo Novo. Este, porém, só teve o apoio de quatro partidos durante a sua votação específica, a qual não foi nominal, diferentemente da votação da LDO, que teve voto aberto por cada parlamentar.

*Estadão Conteúdo

Dados defasados do IBGE limitam envio de vacinas à Maracás, revela secretária de Saúde

/ Entrevista

Secretária Darlene Rosa concede entrevista à TV Sudoeste

Maracás é o município do Vale do Jiquiriçá com o maior número de óbitos provocados pelo Coronavírus no território dividido por 20 cidades e, diariamente, tem registrado números altos de casos ativos da doença em comparação com outros municípios da região.

A Secretaria Municipal de Saúde informa ter adotado medidas de contenção contra Covid, com restrições impostas através de decretos, mas acredita que somente com a imunização da população será possível mudar o quadro. Em entrevista à TV Sudoeste / Globo, a secretária de Saúde Darlene Rosa disse que o aumento de casos se justifica pela população flutuante: ”A gente vem seguindo os decretos do estado e a secretaria juntamente com a vigilância tem realizado campanhas educativas, mas desde quando iniciou-se à pandemia, a gente tem um grande número de ativos e o maior em óbitos no Vale. A gente atribui isso a públicos diferentes na cidade, com três rodovias, aumentando a taxa de contaminação, e isso dificulta”, explicou Darlene, citando como exemplo a movimentação decorrente da instalação da mineradora que explora Vanádio em Maracás, que para ela vem contribuindo de forma significativa para a economia local, mas atraindo pessoas de outras regiões.

A vacinação contra Covid ainda é direcionada a pessoas com 45 anos, diferente de outros municípios do território, que já vacinam moradores de 30 anos. Para a secretária, o desequilíbrio na distribuição do imunizante afeta Maracás, que é prejudicada por dados desatualizados do IBGE.  Um dos critérios utilizados pelo Estado são as projeções realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), que leva em conta levantamentos feitos em 2012.

Maracás tem uma estimativa da gestão municipal de 28 mil habitantes, enquanto a do IBGE é de 20 mil moradores e esses dados tem sido prejudiciais no envio de vacinas. ”A gente considera que o município tem sido prejudicado com o quantitativo de doses que tem recebido. Sobre a vacinação, a gente não tem rejeição e isso tem sobressaído no internamento. O número de internamento tem caído, mas não estamos como gostaríamos em relação ao percentual de vacinação. O cálculo da vacina que vem é com base em 20 mil habitantes e a nossa realidade é de 27, 28 mil habitantes.” relatou Darlene, que apesar de lamentar o número limitado de imunizantes comemora a boa adesão das pessoas a vacinação.

A Cidade das Flores e do Vanádio atingiu o percentual de 18% de vacinados, com 1ª e 2ª doses e, na noite de sábado (17), recebeu mais 490 doses da AstraZeneca enviadas pela Regional de Saúde, órgão vinculado à Sesab. O boletim epidemiológico desta segunda-feira (19), aponta 62 casos ativos da doença, com 73 mortes e o registro de 3.634 casos desde o início do período pandêmico.

*por Marcos Frahm

Prefeitura de Jequié deverá avaliar autorização para voz e violão nos bares e restaurantes da cidade

/ Jequié

Secretários municipais discutem flexibilização. Foto: Divulgação

Com a flexibilização do horário de funcionamento dos bares e restaurantes, que estão autorizados via Decreto Municipal, a estarem abertos até 23 horas, os músicos da cidade vêm solicitando à Prefeitura de Jequié a autorização para, também, retornarem as suas apresentações, com voz e violão, mantendo os protocolos sanitários. Neste sentido foi realizada, na sexta-feira (16), uma reunião, entre a Secretaria de Cultura e Turismo e a Secretaria de Saúde. Estiveram presentes o secretário de Cultura, Domingos Ailton e a secretária de Saúde, Polliana Leandro.

De acordo com o secretário, Domingos Ailton, mesmo com apoio da Prefeitura de Jequié, através do pagamento de cachês das lives e do São João virtual, e, ainda, com repasse dos recursos da Lei Aldir Blanc, a situação econômica desses artistas é muito difícil, já que estão impossibilitados de se apresentarem publicamente e sem remuneração, há quase dois anos, e o problema engloba, também, os profissionais que realizam oficinas e cursos das mais diversas linguagens artísticas.

Durante a reunião, foi proposto pelo secretário, que a retomada das apresentações de voz e violão, quando permitido, deverão se ater ao estilo musical sem ritmo dançante e com a presença de um músico ou de uma dupla de artistas, sem apresentação, portanto, de grupos ou bandas e, nos intervalos das apresentações, os artistas utilizariam o espaço para transmitir mensagens de cuidados essenciais no combate à Covid-19.

A secretária de Saúde, Poliana Leandro, ressaltou que a situação da Covid-19 é, ainda, bastante preocupante no município de Jequié, com oscilações entre alta e baixa no número de pessoas contraídas, e o número de pessoas internadas nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) continua alto. Por este motivo, a Secretaria de Saúde deverá se reunir com o Núcleo de Ações Estratégicas para o Controle do Coronavírus (NAESC), composto por profissionais da área de saúde e responsável pelas estratégias de enfrentamento da pandemia, no âmbito municipal e, a partir das análises técnicas, definir sobre a possibilidade de retorno da apresentação musical, no modelo voz e violão, nos bares e restaurantes.

Com ensino híbrido, distanciamento e máscara, escola particular retoma aulas em Jaguaquara

/ Jaguaquara

Escolas privadas do Município de Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá, estão iniciando o processo de volta das aulas presenciais.

Um dos estabelecimentos privados de ensino a retomar as aulas foi a Escola Tempo Feliz, que atende alunos da educação infantil, localizada no bairro Muritiba.

Na Escola Tempo Feliz, as aulas foram retomadas num regime híbrido, com parte das aulas presenciais e parte on-line.

Em rede social, imagens mostram as crianças fazendo uso de máscara, sendo recepcionadas com álcool em gel, cumprindo protocolos de higienização. Na rede pública municipal, o retorno ainda não foi anunciado.

O Município vacina pessoas com 30 anos ou mais. No último boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura, Jaguaquara aparece com 44 casos ativos da Covid-19, com o registro de 5.632 casos confirmados e 63 óbitos, desde o início da pandemia.

Bahia registra 1.190 novos casos de Covid e 53 mortes pela doença em 24h, diz boletim da Sesab

/ Bahia

A Bahia registrou 1.190 novos casos de Covid-19 e 53 mortes pela doença em 24 horas, segundo dados divulgados nesta segunda (19) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados nesta data.

No total, o estado tem 1.174.613 casos confirmados desde o início da pandemia, com 25.250 óbitos. A taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes adultos com coronavírus é de 60%.

Situação da regulação de Covid-19
Às 12h desta segunda-feira, 8 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 6 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Presidente Bolsonaro sugere que, sem voto impresso, pode não disputar eleições de 2022

/ Brasília

Jair Bolsonaro quer voto impresso nas eleições. Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugeriu nesta segunda-feira (19) que pode não participar das eleições do ano que vem —embora ele próprio já tenha indicado que pretende disputar um segundo mandato. Aliados também dizem que Bolsonaro planeja disputar a reeleição.

“Eu entrego a faixa para qualquer um, se eu disputar a eleição, né? Se eu disputar, eu entrego a faixa para qualquer um. Uma eleição limpa”, disse Bolsonaro a apoiadores, na entrada do Palácio da Alvorada, uma semana após escalada golpista nas declarações do mandatário.

A fala do presidente nesta segunda foi transmitida por um site bolsonarista. ”Agora, participar de uma eleição com essa urna eletrônica… Alguns falam: ‘Ah, o Bolsonaro foi reeleito tantas vezes com o voto eletrônico”. Bolsonaro defende a adoção de um sistema de voto impresso nas eleições de 2022, sob o argumento de que as urnas eletrônicas seriam passíveis de fraude. Ele nunca apresentou provas para embasar a acusação.

A bandeira levantada pelo mandatário é rechaçada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e por diversos líderes partidários. De acordo com críticos, o discurso bolsonarista de que as urnas não seriam seguras pode abrir brecha para que Bolsonaro conteste o resultado das eleições, caso não seja reeleito.

Nesta segunda, o presidente voltou à carga e declarou que a ausência da modalidade do voto impresso na disputa de 2022 —chamado por ele de eleição auditável— configuraria uma fraude. ”As mesmas pessoas que tiraram o [ex-presidente] Lula da cadeia e [o] tornaram elegível vão contar os votos dentro do TSE de forma secreta. As mesmas pessoas”, disse Bolsonaro a apoiadores.

”O pessoal diz que eu estou ofendendo o ministro [e presidente do TSE, Luís Roberto] Barroso. Não estou ofendendo, estou mostrando a realidade.” Pesquisas de opinião indicam favoritismo de Lula nas eleições de 2022. Nas últimas semanas, Bolsonaro disparou ameaças contra o processo eleitoral brasileiro e insultou Barroso, a quem chamou de imbecil e idiota.

Em 8 de julho, o presidente declarou: ”Eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”. No dia seguinte, ele também sugeriu que só passaria a faixa presidencial para um sucessor no sistema do voto impresso.

”Não tenho medo de eleições, entrego a faixa para quem ganhar, no voto auditável e confiável. Dessa forma [atual], corremos o risco de não termos eleição no ano que vem”, disse. Dias depois, após reunião com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, Bolsonaro baixou o tom, contemporizou e tentou justificar sua ameaça.

”O não tem eleição é porque vai ser algo fraudado, eleição existe quando as coisas são sérias”, disse. Apesar de Bolsonaro ter sugerido nesta segunda que pode não disputar o pleito de 2022, ele mesmo já deu declarações indicando que vai se apresentar. Ainda em 2019, ele já dava declarações nesse sentido.

“Meu muito obrigado a quem votou e a quem não votou em mim também. Lá na frente todos votarão, tenho certeza disso”, disse Bolsonaro em 20 de junho de 2019, em Eldorado (SP).

No mesmo dia, ele disse que poderia desistir da reeleição caso fosse aprovada uma reforma política. ”Olha, se tiver uma boa reforma política, eu posso até, nesse caldeirão, jogar fora a possibilidade de reeleição. Posso jogar fora isso aí. Agora, se não tiver uma boa reforma política e se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos.”

Mais recentemente, Bolsonaro também fez falas sobre a intenção de concorrer de novo à Presidência. Em 7 de julho, afirmou que pode não aceitar o resultado. ”Eles vão arranjar problemas para o ano que vem. Se este método continuar aí, sem, inclusive, a contagem pública, eles vão ter problemas. Porque algum lado pode não aceitar o resultado. Este algum lado, obviamente, é o nosso lado, pode não aceitar o resultado”, disse em entrevista à rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul.

*por Ricardo Della Coletta/Daniel Carvalho/Folhapress

Quase mil pessoas são infectadas por Covid em festival de música na Holanda, segundo autoridades locais

/ Mundo

Evento ocorreu no início do mês. Foto: Festival Verknipt/Facebook

Cerca de mil pessoas foram infectadas pelo coronavírus em um festival de música na cidade de Utrecht, na Holanda, no início do mês, de acordo com informações de autoridades locais.

Elas acrescentaram que o número pode aumentar, pois 20 mil pessoas assistiram aos dois dias de shows em espaço aberto do Festival Verknipt, em 3 e 4 de julho.

Ao menos 448 pessoas se infectaram no primeiro dia do evento, e outras 516 no segundo dia. Os organizadores se mostraram chocados com o elevado número de infecções e disseram que seguiram todas as regras de higiene:

Os visitantes tiveram de apresentar certificados de vacinação ou testes negativos de coronavírus. O ingresso foi controlado para evitar aglomerações, disseram os organizadores.

Restrições

A Holanda retirou quase todas as medidas de combate à pandemia em 26 de junho, e voltou a permitir grandes eventos – desde que os visitantes apresentassem um teste negativo, ou comprovassem que foram vacinados.

Mas, desde então, o número diário de infecções subiu 500% no país, e está agora em torno de 8 mil por dia. Pesquisas mostram que a maioria dos holandeses considera que o governo agiu de forma irresponsável ao acabar com as restrições.

Governo do Estado publica licitação para construir hospital com 220 leitos no Extremo-Sul

/ Saúde

Foi publicado no Diário Oficial deste sábado (17), a licitação do Hospital Regional Costa das Baleias (HRCB), que será erguido no município de Teixeira de Freitas, com inauguração prevista em 2022. Com o investimento estimado em R$ 180 milhões entre obras e equipamentos, a nova unidade hospitalar terá 220 leitos, incluindo UTIs, e será referência para mais de 840 mil habitantes do extremo-sul da Bahia.

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, detalha que será um hospital estadual de alta complexidade, com destaque para as áreas de oncologia, cardiologia, neurologia e traumato-ortopedia. ”Na área de neurocirurgia, a unidade ofertará um dos mais completos serviços de neurologia do interior da Bahia, realizando cirurgias de aneurismas, tumores e procedimentos intervencionistas, como embolizações e implante de stents. Já procedimentos relacionados à cardiologia intervencionista, a exemplo angioplastia, cateterismo e implante de marca-passo serão realizados sem a necessidade de transferência do paciente para Salvador”, afirma Vilas-Boas.

Um dos diferenciais desse projeto é uma equipe especializada no atendimento a pacientes com casos isquêmicos, hemorrágicos ou acometidos por ataque isquêmico transitório na fase aguda, ofertando tratamento trombolítico venoso, reabilitação precoce e investigação etiológica completa.

A edificação terá mais de 14 mil m² e contará com equipamentos de última geração, como ressonância magnética, tomografia computadorizada, sala de hemodinâmica, mamografia, ultrassonografia, além laboratório para análises clínicas.

De acordo com o secretário, ”quando entrar em funcionamento, o Hospital Regional Costa das Baleias substituirá o atual hospital municipal de Teixeira de Freitas, que já não consegue absorver a demanda da região”, afirma Vilas-Boas.

Operação Feira Livre da PM intensifica abordagens no Centro de Abastecimento de Jequié

/ Jequié

Polícia Militar intensifica focalização na feira. Foto: 19º BPM

O 19°Batalhão de Polícia Militar deflagrou na manhã deste sábado (17), a Operação Feira Livre no Centro de Abastecimento Vicente Grilo (CEAVIG) desenvolvendo ações de presença e abordagens de busca pessoal a pessoas em atitudes suspeitas visando, sobretudo, aumentar a sensação de segurança dos usuários do local.

Foram empregados na operação, guarnições da 1ª Cia, CETO, num total de 20 PMs, tendo ainda o incremento do policiamento com cães, sob a supervisão de um oficial e do coordenador de área.

Como resultado, houve retorno positivo da ação por parte dos feirantes e população que frequenta aquele local: Foram abordadas 48 pessoas; um automóvel; 04 motocicletas; 02  Veículos notificados e 03  Veículos retidos para regularização.

Fonte/Fotos: Ascom 19º BPM

Homem de 49 anos teve vísceras expostas após ser esfaqueado na zona rural de Itaquara e não resistiu

Corpo da vítima foi removido por equipe do IML. Foto: BMFrahm

Um homem de 49 anos foi morto a golpes de faca na zona rural do Município de Itaquara, no Vale do Jiquiriçá, na noite da última sexta-feira (16).

Conformou informou à Polícia Civil ao Blog Marcos Frahm, o crime ocorreu na localidade de Duas Pontes, por volta das 20h, tendo como vítima Roberto Trapiá Bispo, que ficou com vísceras expostas após o cometimento do crime e foi encontrado às margens de uma estrada vicinal, sem sinais vitais.

De acordo com o delegado Chardison Castro de Oliveira, que esteve no local do crime para realização do levantamento cadavérico o homem era filho de Olga Trapiá e Emerson Bispo, moradores da região.

O fato foi comunicado pelo sobrinho da vítima, que acionou a polícia. Segundo Chardison, uma faca lavada foi encontrada em um imóvel da região e a Delegacia investiga o caso. O autor fugiu do local. Uma equipe da Polícia Técnica providenciou o encaminhamento do corpo ao IML.

Volkswagen paralisa turno no ABC e prorroga férias em Taubaté por falta de peças

/ Economia

A Volkswagen deu início nesta segunda-feira (19) a uma paralisação de 20 dias no turno matutino da produção em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Cerca de 1.500 trabalhadores iniciaram férias coletivas. A parada, segundo a montadora informou ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, foi necessária para ajustar o estoque de peças ao ritmo de produção.

Na unidade de São Bernardo são produzidos os modelos Virtus, Saveiro, Nivus e Polo.

A escassez de componentes eletrônicos, especialmente os chips semicondutores, levou diversas fábricas a paralisar atividades em todo o mundo.

Em Taubaté, no interior de São Paulo, onde a Volkswagen produz os modelos Gol e Voyage, a montadora decidiu prorrogar o período de férias coletivas. Prevista, inicialmente, até sexta (16), a paralisação continuará por mais dez dias para parte dos funcionários.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, cerca de 2.000 trabalhadores ficarão 20 dias em férias. Os dez dias adicionais chegarão a cerca de 800 operários.

No início de junho, a produção em Taubaté já tinha sido interrompida por cerca de dez dias. Na época, a Volkswagen também suspendeu o trabalho na fábrica de São José dos Pinhais (PR), onde são produzidas as linhas Fox e T-Cross.

A falta de peças e as sucessivas paradas nas montadoras levaram a Anfavea (associação das montadoras) a revisar para baixo as previsões de produção e vendas para o mercado nacional em 2021.

A associação prevê que 2,46 milhões de veículos leves e pesados serão fabricados neste ano, uma alta de 22% sobre 2020. Há seis meses, a associação calculava que haveria um crescimento de 25%, com 2,52 milhões de unidades.

Segundo um estudo feito pela consultoria BCG e apresentado pela Anfavea, 3,6 milhões de veículos deixaram de ser produzidos no mundo no primeiro semestre. No Brasil, a entidade calcula que a escassez de componentes já tenha impedido a produção de 100 mil a 120 mil veículos neste ano.

Entre março e abril, General Motors, Volkswagen, Mercedes, Scania, Nissan, Renault, VW Caminhões e Ônibus e Toyota adotaram paralisações nas linhas de montagem por falta de peças.

*por Fernanda Brigatti, Folhapress

Rui descarta deixar governo e diz que não tem ”ansiedade” para ser candidato a senador

/ Bahia

Rui diz que cumprirá o seu mandato. Foto: Mateus Pereira/GOVBA

O governador Rui Costa (PT) afirmou nesta segunda-feira (19) que cumprirá todo seu mandato. Segundo o petista, não há por parte dele, obsessão por ser candidato ao Senado na eleição de 2022.

Em coletiva de imprensa, Rui ressaltou que terá o “maior prazer” de ficar até o último dia do seu mandato. ”Eu não tenho esse desespero, essa ansiedade de ser candidato a senador. Nunca tive na minha vida essa obsessão por cargo público. Eu faço parte de um grupo político e eu estarei sempre à disposição para ajudar esse grupo, que está mudando a Bahia”, destacou.

O PP, partido do vice-governador João Leão, defende que Rui deixe o cargo para que Leão assuma o governo estadual por nove meses.

Bolsonaro vai tentar um golpe em 2022, ganhe ou perca, diz autora de livro sobre extrema-direita

/ Política

A Pesquisadora baiana Michele Prado é de direita. Foto: Divulgação

A pesquisadora baiana de direita Michele Prado lançou recentemente o livro ”Tempestade Ideológica – Bolsonarismo: A Alt-Right e o Populismo I-Liberal No Brasil”, no qual descreve o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como um político de extrema direita, mas com um diferencial em relação a outras análises – Michele explica a origem do pensamento que dá sustentação ao bolsonarismo.

Nesta entrevista ao site Política Livre, ela traça um paralelo entre expressões passadas e a atual da direita brasileira e confirma que bolsonarismo e petismo se retroalimentam. Salienta, no entanto, que, embora o petismo tenha sido populista e também tenha realizado práticas de assédio online, patrulha ideológica e corrupção, os representantes do partido, derrotado nas eleições de 2018, ainda têm traços de respeito às instituições democráticas.

Para a pesquisadora, que se auto-define como de direita, o bolsonarismo é a destruição e o radicalismo; ela também aponta o filósofo Olavo de Carvalho como principal agente de radicalização do movimento que levou Bolsonaro à Presidência da República e que, no limite, serviria para provocar uma ruptura democrática. Para Michele, Bolsonaro deve tentar um golpe em 2022, ganhe ou não as eleições.

Confira os principais trechos da entrevista abaixo:

Michele, você é baiana. Em que medida a história da Bahia influiu na sua decisão de estudar a extrema direita? Em em que a sua experiência aqui te influenciou a estudar esse movimento?

Pergunta fantástica. Muito foi justamente por ser baiana, por ter vivido todo esse tempo em Salvador, e ter vivido no dia a dia algo que a gente não tem em outros locais, a diversidade cultural, étnica, religiosa que a gente encontra em Salvador. Fui criada no Rio de Janeiro, mas sou baiana de nascimento, nasci em Conquista, mas eu fui criada no Rio de Janeiro até os 10, 11 anos mais ou menos. Morei em São Paulo também e me encontrei em Salvador. E com a vivência em Salvador – vinte e três anos – eu observava que a gente tem uma facilidade maior de conviver pacificamente com o diferente e até festejar com os diferentes também. Toda a parte religiosa também, né? Que a gente tem um candomblé e tem a Igreja Católica também conversando com muito respeito um com o outro; nós não vemos ações beligerantes de um lado ou do outro. Isso, conforme fui estudando a extrema direita e analisando melhor os conceitos, isso me chamou bastante atenção, pois nós vivemos num Estado que aceita melhor o heterogêneo. De repente ficar de cara com certos conceitos nos quais a homogeneidade é procurada e o diferente é não somente excluído, mas também aniquilado… Eu comecei as pesquisas não exatamente por que morei em Salvador, mas foi mais por ver o radicalismo na bolha da direita, na qual a gente se conheceu, inclusive.

Sim, verdade. Quando se falava em direita na Bahia, esse conceito era muito associado à figura do ex-senador ACM, ao carlismo. Quais as diferenças e aproximações que você vê entre carlismo e bolsonarismo, essa referência de direita ou de extrema direita que se tem hoje?

Até um determinado tempo a referência que o baiano tinha de direita era relacionada ao carlismo, com críticas, inclusive, dentro da própria direita baiana, pois o carlismo nunca foi uma unanimidade. Mas em relação ao bolsonarismo, há muitas diferenças, pois os conceitos que alimentam o bolsonarismo hoje são diferentes daqueles que animaram o carlismo. O que vivemos hoje é uma quarta onda da extrema-direita que chegou ao Brasil através muito do olavismo [movimento baseado na filosofia de Olavo de Carvalho] – que é o que está explicado no livro -, trazendo também elementos de uma corrente norte-americana denominada alt-rigth [direita alternativa]. O carlismo e o bolsonarismo se encontram, mas é muito pouco. O carlismo era vivido em um contexto [mundial] de guerra-fria, havia a ditadura militar; o ACM conseguiu construir um império de poder como outros “coronéis”, notadamente do Nordeste -, mas hoje temos um mundo globalizado e livre, vivemos em uma democracia liberal. Hoje há uma extrema-direita mais jovem, transnacional e que se conecta no mundo inteiro. Os conceitos passam de forma muito rápida e radicalizam mais rápido as pessoas, e insiste na radicalização como forma de conseguir um colapso e provocar uma ruptura democrática e institucional. A grosso modo, é bem diferente do carlismo. Mas o ex-prefeito ACM Neto, no DEM, tem se radicalizado, já está muito mais parecido com o bolsonarismo, inclusive com muitos quadros radicais e de extrema-direita dentro do DEM, o que é uma pena.

O que se observa é que no bolsonarismo há uma dificuldade para aceitar divergências mínimas de pensamento. Ainda comparando com ACM, ele permitia divergências de pensamento, mas desde que permanecessem perto dele.

O bolsonarismo é extrema direita. E não é algo surgido espontaneamente, sem muito nexo, como um bando de aloprados. Existem conceitos que regem o imaginário desse pessoal, existem os influenciadores, existem os agentes que trabalham com os conceitos da alt-right, que trabalham pra divulgar esses conceitos e radicalizar as pessoas, e o bolsonarismo, é essencialmente de extrema direita, os métodos utilizados foram da Direita Alternativa: memes, trolls, assédio online. Tudo isso que reúne as diversas correntes radicais extremistas da direita mundial hoje. Por procurarem a ruptura institucional, seus conceitos são calcados em rejeição ao liberalismo, aos princípios liberais. Eles obviamente não aceitam nenhuma opinião divergente. Primeiro porque eles não acreditam em princípios liberais como dignidade humana, divisão de poderes. Como no cerne deles há essa tendência anti-liberal, a tendência é que eles não respeitam nenhum tipo de de pensamento que divirja. Tem também um aspecto de seita que foi muito fomentado pelo Olavo de Carvalho.

Você vê o olavismo como principal influência ou também identifica outras correntes?

A principal influência é do olavismo, sem dúvida, e é isso que está no meu livro. Mas o Olavo de Carvalho não criou esses pensamentos, todas essas ideias vieram da extrema direita internacional. Obviamente que há diferenças em um ou outro momento, por exemplo, entre ele e o Alexander Dugin – ele sempre disse [isso], mas na verdade quando você estuda um e outro, vê que o antagonismo é fictício. Porque Dugin representa Rússia, mas as ideias são basicamente as mesmas coisas e vieram dos mesmos pensadores, das mesmas correntes da extrema direita. Parte considerável da “Nouvelle Droite” (Nova Direita) francesa, de 1968, que é a direita gramcista, do paleo-conservadorismo que depois deu origem à alt-right, dos Estados Unidos. Tem muita coisa do perenialismo, apesar de ele ficar insistindo que não gostava de René Guenon ou Giulis Evola. Ele sempre fez esse jogo: diz que não gosta, mas fica introduzindo o trabalho dessas pessoas. Ele trouxe muito dos conspiracionistas, principalmente dos Estados Unidos. Sem dúvida nenhuma, ele é um dos principais responsáveis pela radicalização do Brasil, da direita, e desse estado lamentável em que a gente se encontra.

Como vencer então esse extremismo?

Essa resposta vale um milhão de dólares. Antes de acabar com isso, a primeira coisa [necessária] é informação. As pessoas precisam saber, por exemplo, que determinadas teorias que elas estão compartilhando, além de não serem verdadeiras, além de serem teorias conspiratórias, são ideias oriundas dessa extrema direita que despreza outros indivíduos, que acredita em superioridade racial. Depois disso, a gente precisa inocular princípios liberais de separação de Poderes, estado democrático de direito, sobre como se forma uma democracia onde as pessoas são respeitadas, onde as minorias são protegidas, onde a imprensa precisa ser livre e isso a gente precisa inocular diariamente, pois falta alfabetização democrática. Se as pessoas no processo de multidão, de radicalização e elas não têm os conceitos corretos do que é uma democracia, a tendência é elas acharem que um autocrata ou um presidente de mão forte é o ideal.

Você enxerga que a experiência dos EUA, com a eleição de Joe Biden depois de Donald Trump, contraria a lógica de que, uma vez lançado ao extremo, é difícil a um país retornar ao centro político?

O Trump saiu, mas o trumpismo não acabou. O trumpismo é alimentado por essa extrema direita nos Estados Unidos e, infelizmente, no Brasil, os influenciadores inclusive da direita moderada têm Trump como um bom exemplo. Graças a Deus, ele perdeu para um democrata. Apesar de ser esquerda – e você sabe que eu não sou de esquerda -, o Joe Biden é um democrata, ele respeita as instituições. Ficou a questão do terrorismo doméstico e o presidente Joe Biden tem trabalhado sobre o tema, em conjunto com parlamentares, pois sabe do perigo da radicalização. Tem o trabalho da doutora Cynthia Miller-Idriss, da American University, que ajuda o Congresso a estruturar formas de prevenção desta radicalização. E no Brasil todo mundo acha que é uma brincadeira [o perigo da radicalização].

Um livro que está sendo lançado nos EUA por dois jornalistas do The Washington Post revela como os militares norte-americanos elaboraram um plano para conter o ex-presidente Donald Trump no caso de que ele tentasse dar um golpe. Você acha que isso ocorreria no Brasil, que as Forças Armadas agiriam da mesma maneira?

Há três pontos sobre essa questão das Forças Armadas. A primeira leva de generais que assumiu cargos no governo, o que acho um erro, não tem pontos convergentes com o bolsonarismo. Nem do [vice-presidente, general Hamilton] Mourão há convergência. Outro ponto é que a extrema-direita, ela vem cooptando as forças armadas – isso acontece com muita frequência, como na Bélgica, na Alemanha, só que lá eles são muito mais rápidos para identificar e cortar o mal pela raiz. Geralmente expulsam essas pessoas que estão ligadas à extrema direita. No Brasil, tem ocorrido a cooptação dos militares, o Olavo [de Carvalho] fornece cursos gratuitos para as forças militares no Brasil desde 2019, que é um curso que radicaliza as pessoas com conceitos da extrema-direita. Já temos até caso do militar [Wesley Soares Góes, em março], em Salvador, que foi para o Farol da Barra, em um caso de terrorismo doméstico. O bolsonarismo fez a parte dele legitimando a ação. E tem os militares que ajudaram o Bolsonaro a transformar nossa democracia em um democracia militarizada. Chamei a atenção, já em 2019, que o Brasil estava se tornando a democracia mais militarizada do mundo, ganhando até para as Filipinas. Hoje são mais de quatro mil cargos para militares. Isso é um absurdo, portanto ele tem uma força muito grande dentro das Forças Armadas, não no alto generalato, mas do general para baixo, ele tem não só força, como simpatia. Então é muito possível que, numa tentativa de golpe, que eu acho que ele vai tentar, independente do resultado das eleições, ele terá apoio considerável das Forças Armadas. Mas nos Estados Unidos, eles levam isso muito mais a sério, e o Trump era um agente radicalizador.

Você acha que, apesar de não ter sido o único incentivo, a experiência petista no governo nacional está no cerne da gestação de Bolsonaro?

Com certeza são forças que se retroalimentam. Extremos geralmente se retroalimentam – o primeiro capítulo do meu livro é justamente sobre isso. O bolsonarismo não surgiu de forma espontânea. Primeiro as pessoas precisaram entrar dentro de uma bolha e essa bolha foi criada a partir do PT, porque no PT a gente tinha a patrulha – eu não vou nem entrar no caso de corrupção, porque já é caso consumado – mas nós tínhamos a patrulha, os militantes de ambientes virtuais, os MAVs, o assédio online, e isso levou as pessoas a uma bolha, que depois se tornou a bolha da direita. Nessa bolha da direita, as pessoas receberam esses conteúdos da extrema direita e se radicalizaram. Sem dúvida nenhuma, o PT tem muita culpa no cartório. Como nessa semana, tem a questão de Cuba e Lula falando que Cuba é uma democracia, de chegar ao cúmulo de dizer que os policiais não colocaram o joelho no pescoço de ninguém, mas há imagens de policiais batendo, notícia de centenas de pessoas desaparecidas. O mundo inteiro sabe que é uma ditadura, mas o PT continua dizendo que não é uma ditadura. Mas é bom lembrar que a esquerda não é somente o PT, tem partidos democráticos, como a Rede, o Podemos, e até o próprio PDT que em Salvador fez aliança com ACM Neto. Eles tentam achar uma saída e não têm mais um discurso sectário, extremista.

Como você avalia, se as pesquisas estiverem corretas, um cenário de polarização entre Lula e Bolsonaro? Vai ser necessário correr para as montanhas, tentar sumir, mudar de país? O que você acha?

Seria, mais uma vez, como já foi em 2018. Em 2018, eu errei e votei em Bolsonaro. Era pra eu ter ido pra praia comer uma passarinha, mas no segundo turno eu votei no Bolsonaro; no primeiro, votei em João Amoedo. Mas, se nesse ano, nós tivermos Lula e Bolsonaro, eu falo pra você: vai ser a primeira vez que eu vou votar em Lula. Lula é populista, é um péssimo modelo de governo, populista. Seria péssimo. Mas hoje, por exemplo, com o Haddad na Presidência da República, durante a pandemia, não estaríamos vivendo esse inferno. O PT tem ainda um certo respeito às instituições. Já o Bolsonaroismo é destruição. Eu gostaria que surgisse um candidato não populista que conseguisse unir os democratas.

*por Davi Lemos

Hospital Municipal de Paulo Afonso tem 100% de UTIs ocupadas para pacientes com Covid

/ Bahia

A taxa de ocupação de UTI do Hospital Municipal de Paulo Afonso, na divisa da Bahia com Sergipe, segue com 100% para atendimento à Covid-19. A informação é da base de dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) no começo da tarde desta segunda-feira (19). Todos os dez leitos da unidade de saúde estão em atividade. A taxa do hospital difere da média de ocupação de UTI no estado, que está em 58%.

Já no Hospital de Emergência Covid-19, os quatro leitos da unidade estão vagos. Neste caso, a informação é da prefeitura local. No último boletim municipal, houve acréscimo de 19 casos confirmados de Covid-19. Com isso, o município acumula 8.450 confirmações da doença.

Em relação aos casos ativos – os que podem se propagar em outros moradores – ocorreu redução de 12 casos, saindo de 168 registros no sábado (17) para 156 neste domingo (18).