Sesab nega aplicação de vacinas com validade vencida e diz que pode ter ocorrido erro de digitação

/ Bahia

A Secretaria da Saúde do Estado esclarece que não houve aplicação de doses de vacina contra Covid-19 com data de validade vencida em Salvador e outros municípios, a exemplo de Juazeiro, como está sendo erroneamente divulgado.

Conforme explica a superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa), Rívia Barros, os imunizantes foram aplicados no prazo de validade, mas a notificação, ou seja, o registro no sistema do Ministério da Saúde ocorreu depois da data de vencimento da vacina.

A Sesab acrescenta que pode também ter acontecido um erro de digitação no sistema do Ministério da Saúde. A Secretaria Municipal da Saúde de Salvador também e afirma que a capital baiana não registra ocorrência de aplicação de doses vencidas.

Lista com vacinas vencidas teria incluído Salvador, Feira, Conquista, Jequié, Jaguaquara, Jiquiriçá

/ Bahia

Lista apresenta oitenta e quatro cidades baianas. Foto: Reprodução

Oitenta e quatro cidades baianas constam na lista dos locais que vacinaram lotes da AstraZeneca, na primeira dose, fora do prazo de validade. No total, 1.217 pessoas no estado vão precisar voltar às unidades de saúde para iniciar a imunização. Em reportagem desta sexta-feira (2), a Folha de São Paulo informou que pelo menos 26 mil doses do imunizante foram aplicadas no país em tempo superior à validade.

Segundo a reportagem, Salvador foi a quinta em número de imunizados com lotes fora do prazo validade, com 824 pessoas na condição. A Secretaria Municipal da Saúde de Salvador no entanto, nega e afirma que a capital baiana não registra ocorrência de aplicação de doses vencidas.

A lista ainda tem Itabuna [78 pessoas], Vitória da Conquista [76], Barreiras [24], Candeias [19], Camaçari [15] e outras 78 cidades. O lote com 70% das doses vencidas foi o 4120Z005 com prazo limite de 14 de abril. Os outros lotes com o problema tem o número e a validade abaixo:

4120Z001 -29.mar
4120Z004 -13.abr
CTMAV501-30.abr
CTMAV505 -31.mai
CTMAV506 -31.mai
CTMAV520 – 31.mai
4120Z025 – 4.jun

A recomendação é que a pessoa que recebeu a vacina com os lotes citados volte de novo ao posto de saúde e peça nova aplicação. Para isso, é preciso esperar até 28 dias da data em que tomou a dose errada. Em 38 cidades do estado, apenas uma pessoa foi vacinada irregularmente. Veja abaixo a lista com as cidades e a quantidade de pessoas que tomou a dose vencida no mesmo município. As informações foram reproduzidas pelo site Bahia Notícias

Salvador     824
Itabuna    78
Vitória da Conquista    76
Barreiras    24
Candeias     19
Camaçari    15
Andorinha    9
Licínio de Almeida    8
Muritiba    8
São Francisco do Conde    8
Feira de Santana    7
Iramaia    6
Itarantim     6
Riachão das Neves    6
Juazeiro    5
São Sebastião do Passé    5
Camacã    4
Capela do Alto Alegre    4
Conceição do Jacuípe    4
Itagi    4
Itaparica    4
Anagé    3
Casa Nova     3
Igrapiúna    3
Lauro de Freitas    3
São Domingos     3
Senhor do Bonfim    3
Banzaê    2
Barra do Rocha    2
Bonito    2
Cândido Sales    2
Glória     2
Ibirataia    2
Irecê    2
Itapebi    2
Itapetinga    2
Jiquiriçá    2
João Dourado    2
Nova Canaã    2
Nova Soure    2
Piraí do Norte    2
Ponto Novo    2
Rui Barbosa    2
Seabra    2
Uauá    2
Aramari    1
Boa Nova     1
Boquira    1
Caém    1
Caetanos    1
Canápolis    1
Capim Grosso    1
Catu    1
Coração de Maria    1
Iaçu     1
Ibicuí    1
Ibirapitanga    1
Ibirapuã    1
Ibititá    1
Ichu    1
Ipecaetá    1
Itatim    1
Itororó    1
Ituaçu    1
Jaguaquara     1
Jequié    1
Jeremoabo    1
Luís Eduardo Magalhães    1
Malhada de Pedras    1
Nova Ibiá    1
Paulo Afonso    1
Pedrão    1
Pedro Alexandre    1
Porto Seguro    1
Santa Cruz Cabrália    1
Santo Antônio de Jesus    1
Santo Estêvão    1
Sento Sé    1
Serra Preta    1
Simões Filho    1
Teixeira de Freitas    1
Terra Nova    1
Valença    1
Wanderley    1

Bahia receberá mais 292.890 vacinas da Pfizer/BioNtech contra Covid até sábado

/ Bahia

A Bahia receberá mais duas remessas de vacinas contra Covid-19 até as 23h50 deste sábado (3), segundo informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Uma remessa, com 107.640 doses do imunizante da Pfizer/BioNtech, está prevista para chegar ao aeroporto de Salvador nesta sexta-feira (2), às 20h30. A outra, com 185.250 imunizantes da Oxford/AstraZeneca, tem previsão de chegada ao aeroporto de Salvador em um voo com pouso marcado para 23h50 de amanhã.

No total, serão mais 292.890 vacinas. As doses da Pfizer/BioNtech serão destinadas para a primeira aplicação, enquanto que as da Oxford/AstraZeneca para o complemento do esquema vacinal.

Os imunizantes devem começar a ser enviados para os municípios baianos ainda neste fim de semana, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Eles serão remetidos, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

Com estas duas novas cargas, a Bahia chegará ao total de 8.998.280 doses de vacinas recebidas, sendo 3.360.200 da Coronavac, 4.698.900 da AstraZeneca/Oxford, 847. 080 da Pfizer e 92.100 da Janssen.

Acidente entre carro e veículo funerário deixa um morto na BA-052, em Anguera

/ Trânsito

A rodovia precisou ser interditada após a batida. Foto: A Tarde

Um acidente na manhã desta sexta-feira (2), entre um carro de passeio e um veículo funerário, deixou uma pessoa na BA-052, em trecho que pertence ao município de Anguera, distante cerca de 40 km de Feira de Santana.

Segundo o A Tarde, nformações preliminares apontaram que a vítima teria ficado presa entre as ferragens do carro. No entanto, até o momento, não houve mais informações sobre a identidade da pessoa que morreu e nem qual veículo ela estava.

O Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar (PM-BA) também não soube dar mais detalhes a respeito das circunstâncias da batida ou se houveram outros feridos.

Em decorrência da gravidade do acidente, a rodovia precisou ser interditada para que pudesse ser realizada a remoção dos veículos. Ambos os automóveis ficaram completamente destruídos após a batida.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado para prestar atendimento aos envolvidos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) também foi chamado, para fazer a perícia no local.

Jaguaquara: PRF apreende 225 Kg de cloridrato de cocaína avaliada em 34 milhões de reais

/ Jaguaquara

Apreensão ocorreu no Km 632 da BR-116. Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma grande apreensão de droga na tarde desta sexta-feira (02), em Jaguaquara. Desta vez, foram retirados de circulação 225 Kg de cloridrato de cocaína. Um homem foi preso.

Em nota à imprensa, a PRF informou que a quipe realizava fiscalização de combate a criminalidade, quando abordou um Hyundai HR/HDBo na altura do quilômetro 632 da BR-116, trecho do distrito Stela Dubois.

Ainda de acordo com a PRF, durante a fiscalização, o condutor apresentou respostas vagas aos questionamentos realizados pelos policiais, quando então decidiram fazer uma busca minuciosa na caminhonete.

Na vistoria, os PRFs perceberam indícios de alteração na estrutura da carroceria do veículo, quando encontraram 212 tabletes de cloridrato de cocaína, pesando aproximadamente 225 quilos da droga.

Ao ser questionado, o homem de 34 anos informou que iria visitar parentes no interior da Bahia. Ele não quis dar maiores informações sobre a origem e o destino da droga.

A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil de Jaguaquara. O motorista foi preso e responderá pelo crime de tráfico de drogas, conforme dispõe o art. 33 da Lei 11.343/2006 que tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.

Com a apreensão, a PRF causa um prejuízo ao narcotráfico de quase 34 milhões de reais. Desde o início do ano, a PRF, na Bahia já aprendeu mais de 5 toneladas de drogas, conforme informou a instituição.

Bahia ultrapassa os 5 milhões de vacinados com 1ª dose e dose única contra Covid

/ Bahia

A Bahia ultrapassou nesta sexta-feira (2) a marca de mais de 5 milhões de vacinados com 1ª dose e dose única contra a Covid-19, segundo informações da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). O estado tem mais de 5.009.928 imunizados, o que representa 45% da população com 18 anos ou mais a ser imunizada, estimada em 11.035.540.

O secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, comemorou a marca nas redes sociais e ressaltou a importância da segunda dose da vacina. ”Para a população, fica o meu apelo: Não podemos esquecer de tomar a segunda dose, sendo 28 dias para a Coronavac e 12 semanas para a Astrazeneca/Oxford e Pfizer. A vacina salva vidas!”, escreveu em seu perfil no Twitter.

No mês de junho, a Bahia bateu recorde de vacinação contra a Covid-19. Foram 1.485.438 baianos imunizados com a primeira dose. O mês com mais doses aplicadas, até então, tinha sido março, quando 1.171.096 baianos receberam a primeira injeção.

Após pressão do Supremo, PGR pede inquérito para apurar prevaricação de Bolsonaro no caso Covaxin

/ Justiça

STF abre inquérito para apurar Jair. Fotos: Marcos Corrêa

Após pressão da ministra Rosa Weber, a PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de inquérito para apurar o suposto crime do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por prevaricação no caso da compra das vacinas Covaxin.

A suspeita sobre a compra de vacinas veio à tona em torno da compra da vacina indiana Covaxin, quando a Folha revelou no último dia 18 o teor do depoimento sigiloso do servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda ao Ministério Público Federal, que relatou pressão ”atípica” para liberar a importação da Covaxin.

Com a abertura do inquérito, caso venha a ser autorizado pelo Supremo, Bolsonaro passa a ser investigado oficialmente perante o Supremo pelo caso da Covaxin. Geralmente, nesse tipo de procedimento, a Polícia Federal e a PGR têm de pedir autorização do STF para realizar medidas investigativas.

Depois de finalizar a investigação, a PF produz um relatório, e a Procuradoria decide de denuncia os envolvidos ou se pede o arquivamento do inquérito. Quando é caso de denúncia, o STF precisa definir se aceita a acusação e torna o investigado em réu. Caso siga essa linha, é aberta uma ação penal que, ao final, pode resultar ou não em condenação.

Inicialmente, a Procuradoria havia pedido para aguardar o fim da CPI da Covid para se manifestar sobre a necessidade ou não de investigar a atuação do chefe do Executivo neste caso. Rosa Weber, que é relatora do caso, porém, rejeitou a solicitação e mandou a PGR se manifestar novamente sobre o caso.

Em uma decisão com duras críticas à PGR, a magistrada afirmou que a Constituição não prevê que o Ministério Público deve esperar os trabalhos de comissão parlamentar de inquérito para apurar eventuais delitos.

”Não há no texto constitucional ou na legislação de regência qualquer disposição prevendo a suspensão temporária de procedimentos investigatórios correlatos ao objeto da CPI”, disse.

Segundo a ministra, ”no desenho das atribuições do Ministério Público, não se vislumbra o papel de espectador das ações dos Poderes da República”. A PGR, então, recuou e, nesta sexta-feira (2), pediu a abertura de inquérito contra Bolsonaro.

A Procuradoria solicitou a Rosa Weber que seja autorizada a buscar informações junto à Controladoria-Geral da União, ao Tribunal de Contas da União, à Procuradoria da República no Distrito Federal e à CPI da Covid sobre as negociações relativas às Covaxin. A PGR também pediu o aval para a Polícia Federal ”produzir provas, inclusive através de testemunhas” para identificar se houve de fato prevaricação do chefe do Executivo.

A PGR também requer que a PF seja autorizada a colher o depoimento do chefe do Executivo e dos autores da denúncia de irregularidades, o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) e seu irmão, Luís Ricardo Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde.

A manifestação é assinada pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques. Jacques afirmou que é necessário esclarecer se Bolsonaro se omitiu sobre as denúncias de irregularidades que chegaram até ele e se o presidente agiu de maneira intencional com ”o intuito de satisfazer interesse ou sentimento pessoal”.

”A despeito da dúvida acerca da titularidade do dever descrito pelo tipo penal do crime de prevaricação e da ausência de indícios que possam preencher o respectivo elemento subjetivo específico, isto é, a satisfação de interesses ou sentimentos próprios dos apontados autores do fato, cumpre que se esclareça o que foi feito após o referido encontro em termos de adoção de providências”, disse Jacques.

A Procuradoria pediu que seja estabelecido um prazo de 90 dias para adotar as providências a fim de conclui se houve ou não prevaricação de Bolsonaro. Agora, Rosa Weber deve decidir se atende ao pedido e determina a instauração do inquérito ou não. Além deste caso, a Procuradoria da República do Distrito Federal também investiga as supostas irregularidades na negociações .​

Bolsonaro já é alvo de outro inquérito em curso no Supremo, que apura a veracidade das acusações do ex-ministro Sergio Moro de que o presidente tentou violar a autonomia da Polícia Federal. A investigação, porém, está travada desde setembro do ano passado devido a um impasse em relação ao depoimento a ser prestado pelo chefe do Executivo. O presidente pediu ao STF para que possa prestar o depoimento por escrito, mas o plenário da corte ainda não definiu se ele tem essa prerrogativa ou se deve depor presencialmente.

Desde que a Folha revelou o teor do depoimento do servidor Luís Ricardo Miranda, o caso virou prioridade da CPI no Senado. A comissão suspeita do contrato para a aquisição da imunização, por ter sido fechado em tempo recorde, em um momento em que o imunizante ainda não tinha tido todos os dados divulgados, e prever o maior valor por dose, em torno de R$ 80 (ou US$ 15 a dose).

Meses antes, o ministério já tinha negado propostas de vacinas mais baratas do que a Covaxin e já aprovadas em outros países, como a Pfizer (que custava US$ 10). A crise chegou ao Palácio do Planalto após o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor da Saúde, relatar que o presidente havia sido alertado por eles em março sobre as irregularidades. Bolsonaro teria respondido, segundo o parlamentar, que iria acionar a Polícia Federal para que abrisse uma investigação.

A CPI da Covid, no entanto, averiguou e constatou que não houve solicitações nesse sentido para a PF. Desde a revelação do caso, o governo mudou sua versão mais de uma vez. A última versão é que Bolsonaro teria comunicado as suspeitas ao então ministro Eduardo Pazuello e que ele teria repassado ao então secretário-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco, que não teria encontrado irregularidades.

Entretanto, praticamente três meses depois da data em que os irmãos Miranda teriam alertado o presidente sobre possíveis irregularidades, o Ministério da Saúde decidiu suspender o contrato com a Precisa Medicamentos para obter 20 milhões de doses da Covaxin.

Além disso, ao se manifestar sobre o assunto, Bolsonaro primeiro disse que a Polícia Federal iria abrir inquérito para apurar as suspeitas e depois afirmou que não tem “como saber o que acontece nos ministérios”. No dia 30 de junho, a Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar a compra da vacina Covaxin pelo governo. No mesmo dia, também o MPF (Ministério Público Federal) instaurou um procedimento investigatório criminal, conhecido internamente pela sigla PIC, para apurar as suspeitas de crime no contrato de compra.

A partir do caso Covaxin, a Folha chegou a outro caso de suspeitas de irregularidades, envolvendo a empresa Davati Medical Supply. A reportagem localizou Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresentou vendedor da empresa. Em entrevista à Folha, ele disse que então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou a propina de US$ 1 por dose de vacina para fechar contrato. As acusações foram repetidas em depoimento à CPI da Covid. Dias foi exonerado.

*por Matheus Teixeira/Folhapress

Cerimônia simbólica do 2 de Julho na capital baiana destaca batalha contra a Covid-19

/ Bahia

Bruno Reis, Rui Costa e Adolfo Menezes. Foto: Betto Jr./Secom

Pelo segundo ano consecutivo devido à Covid-19, a celebração presencial em Salvador ao 2 de Julho, Independência do Brasil na Bahia, foi restrita a um ato simbólico realizado no Largo da Lapinha, na manhã desta sexta-feira (2). Na ocasião, autoridades como o prefeito Bruno Reis e o governador Rui Costa destacaram o esforço realizado por todos os heróis do momento, desde os profissionais de saúde até a população, nesta batalha contra a pandemia. Não à toa, este ano a celebração tem como tema ”A Chama da Esperança”.

”Chegamos a mais um Dois de Julho, dia de muito orgulho para todos nós, baianos, que nossos corações batem mais forte, comemoramos a vitória do nosso povo e prestamos homenagem aos nossos heróis. Infelizmente, devido à pandemia, este é o segundo aos que temos que comemorar a data com as limitações que o momento exige. Já são 16 meses de uma longa batalha que vem se travando contra a pandemia, e neste dia temos que prestar homenagem a todos os heróis dessa batalha”, declarou Bruno Reis.

No discurso, ele completou que Salvador conseguiu chegar até aqui como a capital com um dos menores índices de mortalidade e destacou que está mais perto o retorno às atividades normais. ”Isso se deve ao esforço coletivo de todos: gestores, profissionais envolvidos e população, que muitas vezes, mesmo a contragosto, atendeu à nossa convocação de adotar medidas de isolamento social”.

Vacinação em Jequié é ampliada para pessoas com 40 anos, trabalhadores da indústria e da construção civil

/ Jequié

Ampliando o Calendário Municipal de Vacinação, a Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde, vai começar a vacinar, nesta sexta-feira, no ”drive thru” do Estádio Waldomiro Borges, todas as pessoas com idade a partir de 40 anos e trabalhadores da indústria e da construção civil, com 35 anos ou mais. A volta da imunização de grupos prioritários atende a Resolução Nº114/2021, da Comissão Intergestores Bipartite, que aprovou a inclusão desse novo grupo prioritário, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

A Secretaria de Saúde informa, ainda, que os trabalhadores industriais e da construção civil devem apresentar, no ato da vacina, o documento oficial de identificação com foto, mais CÓPIA IMPRESSA do contracheque ou da carteira de trabalho atualizada ou do contrato de Pessoa Jurídica (PJ), atual.

Além dos novos grupos prioritários inseridos no plano de imunização e autorizados pela CIB, a Secretaria de Saúde ressalta que a vacinação também ocorre para os públicos prioritários que já estavam sendo vacinados, antes. Na reunião da CIB também foi definido que 10% das doses recebidas serão destinadas à continuidade da vacinação de grupos prioritários definidos no Plano Nacional de Imunização. Os demais serão usados para vacinar a população em geral, com idade de a partir de 40 anos, de forma escalonada.

A Secretaria de Saúde informa que a partir desta sexta-feira, a vacinação no “drive thru” do Terminal Aeroviário Vicente Grilo está suspensa, devido às obras de reforma do Governo do Estado no local. As pessoas que forem se vacinar podem se deslocar aos demais locais de vacinação, de acordo com o perfil prioritário.

Fiocruz projeta produção de mais 70 milhões de doses da vacina AstraZeneca até fim do ano

/ Saúde

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) projeta a produção de 70 milhões de doses da vacina AstraZeneca até o final do ano. A meta é possível graças aos compromissos assumidos entre a instituição brasileira e o laboratório britânico. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (1º) pela Fiocruz.

Depois de terem assinado em junho um contrato para aquisição de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de 50 milhões de doses, um novo acordo, firmado esta semana, permitirá a fabricação de mais 20 milhões de doses.

O anúncio aconteceu em reunião entre a AstraZeneca e o Ministério da Saúde, com participação da Fiocruz. Estiveram presentes o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade.

“Sabemos o quanto tem sido difícil obter insumo adicional, dado o cenário internacional de escassez de vacinas e insumos. A aquisição do IFA para a produção de mais 70 milhões de doses é resultado do esforço e empenho institucional, bem como da parceria que a AstraZeneca tem tido conosco desde o início”, destacou Nísia.

Outra conquista para o Brasil é o calendário de entrega do insumo. Segundo o compromisso firmado, as novas remessas de IFA para a produção de 20 milhões de doses têm previsão de serem enviadas ao longo dos meses de agosto e setembro, o que garantiria uma produção contínua no segundo semestre, eliminando, dessa forma, o risco de interrupção por falta de insumo. Os demais lotes, necessários para a produção das 50 milhões de doses restantes, serão enviados nos meses seguintes, de outubro a dezembro.

No total, foram entregues 65,9 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), incluindo 4 milhões de doses prontas da vacina do Instituto Serum, da Índia. Com o IFA já disponível na fundação, estão garantidas entregas semanais até 23 de julho.

Operação incinera 3,94 toneladas de drogas na Bahia, entre maconha, cocaína, crack e sintéticas

/ Polícia

Destruições fazem parte da Operação Narco. Foto: Polícia Civil

Cerca de 3,94 toneladas de drogas, entre maconha, cocaína, crack e sintéticas foram incineradas em uma operação da Polícia Civil da Bahia, por meio dos Departamentos de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), de Polícia Metropolitana (Depom) e de Polícia do Interior (Depin). A ação aconteceu no último dia 23 e foi divulgada na quarta-feira (30).

As destruições dos entorpecentes fazem parte da Operação Narco Brasil, realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em todo o território nacional. Segundo a Polícia Civil, as drogas são resultado de apreensões em diversos períodos, com laudos periciais e autorizações judiciais.

Em Salvador, equipes do Draco e do Depom incineraram 1,18 tonelada de substâncias entorpecentes. No interior da Bahia, equipes das Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins), sob a direção do Departamento de Polícia do Interior (Depin), incineraram 2,75 toneladas de drogas.

”Reunimos as substâncias entorpecentes já periciadas e com as devidas autorizações judiciais. Essa ação marcada na Operação Narco Brasil encerra o trâmite de cada inquérito, referente a cada apreensão, além de desobstruir os nossos depósitos”, detalhou a delegada-geral Heloísa Campos de Brito.

As ações foram acompanhadas por equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e representantes do Ministério Público, dos órgãos de Meio Ambiente e de Vigilância Sanitária. Policiais da Coordenação de Operações Especiais (COE) apoiaram as ações. Em Salvador, equipes da Coordenação de Narcóticos e da Delegacia dos Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), do Draco também deram suporte.