Vitória de Emerson em Santa Inês foi acachapante e é apontado como possível candidato a deputado

/ Eleições 2020

Emerson Eloi foi reeleito prefeito de Santa Inês. Foto: Rede social

O prefeito Emerson Eloi, do PT, vai governar Santa Inês por mais quatro anos. Ele foi reeleito com vitória acachapante na eleição municipal de domingo (15), obtendo 83,07% dos votos válidos, ou seja, 4.862, ao derrotar Júnior de Valdélia, do PCdoB, que conquistou 16,93%, 991 votos.

Emerson venceu o pleito 2020 com uma larga vantagem sobre o adversário, 3.871 votos de diferença, resultado que consolida seu projeto político na cidade. Muito elogiado por correligionários, por ter realizado uma gestão que, aparentemente deu cara nova a Santa Inês, sobretudo no aspecto urbanístico, o Professor, como é chamado pelos aliados é apontado como possível candidato a deputado estadual. Para o cargo de vice, foi eleito o também professor, Erivaldo Santana (PT).

No período de pré-campanha, Emerson e o seu opositor, Júnior, travaram uma batalha nas redes sociais. A cada vídeo, o adversário acusava o petista de possíveis irregularidades, e o gestor o rebatia, classificando-o de estagiário de Direito.

Marco conquista vitória maiúscula em Itaquara, a segunda maior da história local, desde 1988

/ Eleições 2020

Marco foi reeleito com 454 votos de diferença. Foto: Rede social

O prefeito Marco Aurélio Costa (PSB), foi reeleito em Itaquara, no Vale do Jiquiriçá, conquistando uma vitória maiúscula. O pleito eleitoral no município que neste ano tinha 6.410 eleitores aptos a votar sempre foi marcado por disputas emblemáticas, com pequena diferença entre o primeiro e segundo colocados. Marco, inclusive, foi eleito em 2016 vencendo a prefeita Iracema Guimarães (MDB) à época com 37 votos de frente.

Contudo, o cenário mudou em 2020 e o gestor de 27 anos venceu a disputa com 2.855 votos, 454 a mais que o segundo colocado, Léo (PP), que obteve 2.401 votos. O candidato Anderson do PTC conquistou 10 votos. Conforme apurou, a última vitória de prefeito eleito com larga vantagem foi em 1988, quando Astor Araújo (in memoriam) derrotou Hidelrando, com 1.017 votos de diferença.

Líder de pesquisas, Soya foi reeleito em Maracás com 1.884 votos a mais que Fábio Pena

/ Eleições 2020

Soya Novaes continuará governando Maracás. Foto: Divulgação

A eleição municipal em Maracás levou às urnas 16.242 eleitores, dos 21.605 aptos a votar e teve como vencedor o atual prefeito, Soya Novaes (PDT), que foi reeleito com 8.106 votos, desbancando Fábio Pena (PSD), que obteve 6.222 votos, Paulo dos Anjos (PSB), 906 votos e Val de Zica (PT), 143 votos.

A diferença de votos entre o primeiro e o segundo colocados, 1.884, confirma o que era apontado em pesquisas de intenção de voto, que mostrava Soya na liderança desde o início da eleição.

Edione vence disputa apertada, com 58 votos de diferença e é eleita prefeita de Jaguaquara

/ Jaguaquara

Edione eleita prefeita e Nei Cabeludo vice. Foto: Divulgação

A eleição 2020 em Jaguaquara foi uma das mais emblemáticas da história política do município e chegou ao fim mostrando a força de dois grupos que polarizaram a disputa pelo poder. A candidata apoiada pelo atual prefeito Giuliano Martinelli (PP), Edione Agostinone (PP), foi eleita prefeita com 58 votos de diferença para o candidato adversário, que ficou em 2º lugar, Raimundo do Caldo (PSD).

Ao fim da apuração, Edione teve 47,14% dos votos. Foram 11.685 votos no total, contra 46,91% – 11.627 votos obtidos por Raimundo.

A eleição em Jaguaquara teve 20,23% de abstenção, 1,45% votos brancos e 4,74% votos nulos.

Edione tem 54 anos, é casada, tem ensino superior completo, está na vida pública desde 2013, ocupando cargo na Prefeitura comandada pelo irmão do seu sogro e declarou ao TSE a ocupação de assistente social. Ela tem um patrimônio declarado de R$ 280.000,00.

O vice é Nei Cabeludo, do PDT, que tem 45 anos, que exerce o 4º mandato de vereador. Os dois fazem parte da coligação Pra Jaguaquara Seguir Avançando, formada pelos partidos PP, PDT e PL.

Com a lentidão na atualização dos números oficiais, a constatação do resultado começou a ser comemorada horas antes dos números oficiais, com base na totalização paralela feita a partir da soma dos boletins das 84 urnas distribuídas no município.

Veja o resultado após o fim da apuração:
Edione – PP – 47,14%
Raimundo do Caldo – PSD – 46,91%
Flavinho Souza – PODE – 4,92%
Pedro Bernardino – PSL – 1,03%

Deputado, Zé Cocá foi eleito prefeito de Jequié com 2.894 votos a mais que James Meira

/ Eleições 2020

Zé Cocá obteve 30.301 votos em Jequié. Foto: Divulgação

Em uma das mais acirradas disputas de votos da história política de Jequié, o deputado estadual Zé Cocá (PP) elegeu-se no domingo (15), prefeito do município para o quadriênio 2021-2024, numa disputa polarizada com o servidor público federal James Meira (Patriota), que pela primeira vez participou de uma disputa política-eleitoral.

O resultado oficial do Tribunal Superior Eleitoral-TSE, registrou o candidato vencedor com 30.301 votos e o segundo colocado com 27.407 votos. Com a lentidão na atualização dos números oficiais, a constatação do resultado começou a ser comemorada horas antes dos números oficiais, com base na totalização paralela feita a partir da soma dos boletins das 261 seções. A frente favorável a chapa vencedora Zé Cocá (PP)/Poliana Leandro (PT), foi de 2.894 votos.

A terceira colocação na disputa ficou com o Dr. Fernando (PSD), que obteve 18.128 votos; Pé Roxo (PSOL), na quarta posição com 1.817 votos e na última colocação Rita Rodrigues (PCdoB), com 1.484 votos do eleitorado. *Jequié Repórter

Bruno diz que não vai ampliar estrutura da prefeitura de Salvador para acomodar partidos aliados

/ Eleições 2020

Bruno Reis foi eleito no 1º turno. Foto: Uendel de Souza/bahia.ba

O prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis (DEM), afirmou nesta segunda-feira (16) que não pretende aumentar o número de secretarias e nem de demais órgãos que compõem o governo para acomodar os 15 partidos da coligação que o apoiou no pleito deste ano.

Questionado sobre se já tem ideia de como será o secretariado da nova gestão, Bruno disse que, passada a eleição, vai começar a pensar neste desenho. O novo prefeito terá o desafio de acomodar uma miríade de siglas com cargos na prefeitura: DEM, PDT, REPUBLICANOS, MDB, SOLIDARIEDADE, CIDADANIA, PL, PSL, PSC, PATRIOTA, PSDB, PV, DC, PMN e PTB.

”Ganhando a eleição, vamos pensar na formação do governo. Mas a gente compreende que não é o momento de ampliar a estrutura administrativa. A gente é da visão de que, quanto menor estrutura, mais dinheiro sobra para investimentos. Um outro princípio é colocar [na gestão] pessoas técnicas, qualificadas. Não tenho preconceito de estar nesse ou naquele partido. Tem que ser um nome com qualidade, que tenha o perfil, que possa dar conta do recado. A melhor forma de fazer política é fazendo gestão. Vamos colocar questões técnicas à frente das questões políticas. Acabada a eleição, é hora de governar, de trabalhar”, afirmou em entrevista ao ”Isso é Bahia”, programa do Bahia Notícias e do Grupo A Tarde na rádio A Tarde FM.

Na atual gestão de ACM Neto (DEM) como vice-prefeito, Bruno espera fazer uma transição rápida e fácil de governo, já que argumenta ter ciência dos principais problemas da capital baiana. ”Eu vinha ajudando o prefeito a governar a cidade. Então, estou atualizado de todos os assuntos. Eu conheço profundamente essa cidade”, defendeu. Segundo ele, o processo de transição começa nesta segunda, em reunião à tarde com Neto, seu padrinho político e principal fiador da campanha.

Bruno garantiu que pretende ter relação cordial com o governador da Bahia, Rui Costa (PT), oposição ao seu partido, que vai conversar com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para garantir recursos a Salvador e que não fará um governo de preconceito em relação a partidos oponentes.

”Irei procurar o governador, irei procurar o presidente. Tinham projetos que eu estava elaborando como secretário de Infraestrutura que vou procurar apoio. Não tenha dúvida. Eu não tenho preconceito nenhum”, argumentou.

”Eu dizia na campanha que eu era o único que não tinha amarras políticas, ideológicas, que me impediam de dialogar. Eu sou um democrata nato. Tenho mais de 20 anos de vida pública. Tenho relações com todos os partidos, tanto que consegui construir a maior aliança do Brasil entre os candidatos nas capitais. Não tenho dificuldade nenhuma de aproveitar uma boa proposta deste ou daquele candidato”, garantiu.

Eleito em primeiro turno com 64,20% dos votos, Bruno assume a prefeitura de Salvador em 1º de janeiro de 2021. Com informações do Bahia Notícias

Presidente do TRE-BA celebra eleições em meio à pandemia: ”Exemplo de competência”

/ Eleições 2020

Desembargador Jatahy Júnior, presidente do TRE. Foto: Divulgação

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Jatahy Júnior, considera que a Justiça Eleitoral brasileira passou exemplo de competência para o mundo com as eleições do domingo (15). Em mensagem divulgada nesta segunda (16), o presidente disse estar com sentimento de ”dever cumprido”.

”A despeito do sucesso recorrente dos trabalhos da Justiça Eleitoral nos vários pleitos anteriores, esse passará para a história em razão de ter sido realizado em plena pandemia, ainda com o novo coronavírus circulando. Tal fato torna ainda mais admirável o trabalho desenvolvido pela Justiça Eleitoral, passando para o mundo um exemplo de competência, seriedade e eficiência”, destacou Jatahy.

No primeiro turno das eleições, a Justiça Eleitoral baiana registrou 78 substituições de urnas eletrônicas em Salvador (20), Feira de Santana (3), Seabra (3), Jequié (4), Chorrochó (1), Santo Estevão (2), Itaberaba (1), Araci (1), Vitória da Conquista (4), Barra do Choça (2), Anguera (1), Formosa do Rio Preto (1), Alagoinhas (2), Santo Estevão (1), Abaré (1), Biritinga (1), Guanambi (1), Serrinha (1), Nova Fátima (1), Barra da Estiva (2), Coronel João Sá (1), Barrocas (1), Mortugaba (1), Teofilândia (1), Cristópolis (1), Barra do Mendes (1), Itororó (1), Itajú do Colônia (1), Jaguaquara (2), Ipirá (1), Itabuna (1), Nova Redenção (1), Cipó (2), Jeremoabo (2), Andaraí (2), Luiz Eduardo Magalhães (3), Retirolândia (2), Araci (1)e Barreiras (1). Ao todo, foram distribuídas 27.090 urnas eletrônicas em todo o estado.

O TRE-BA registrou ainda 79 ocorrências envolvendo não-candidatos, das quais quatro incorreram em prisão por transporte irregular de eleitor e por propaganda irregular. O primeiro caso ocorreu em Porto Seguro e em Pau Brasil, e o último em Ipiaú e em Ibirataia.

Investigação aponta operação coordenada em ataque a TSE e postagens alegando fraude

/ Eleições 2020

Ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. Foto: Reprodução

Investigação da SaferNet, que trabalha em parceria com o Ministério Público Federal no monitoramento de fraudes eleitorais cometidas pela internet, aponta que ataques hacker sofridos pela TSE neste domingo (15) foram uma ”operação coordenada” para ”desacreditar a Justiça Eleitoral”. O Tribunal foi alvo de negação de serviço (DDoS) contra os seus servidores e o vazamento de dados de funcionários.

Thiago Tavares, presidente da SaferNet, que vem fazendo o monitoramento desde o fim de outubro, forneceu ao MPF e ao TSE os dados levantados em tempo real.

”Trata-se de uma operação coordenada e planejada para ser executada no dia das eleições com o objetivo de desacreditar a Justiça Eleitoral e eventualmente alegar fraude no resultado desfavorável a certos candidatos”, diz Tavares.

Às 09h25 deste domingo, houve vazamento de dados antigos obtidos de um banco de dados com informações desatualizadas sobre o sistema de recursos humanos da justiça eleitoral. O ataque que deu acesso aos dados, no entanto, foi feito antes de 23 de outubro, segundo a PF.

”Apesar de o ataque ter sido feito antes de 23 de outubro, deixaram para publicar o vazamento dos dados na manhã de hoje, para causar mais impacto”, diz Tavares. ”Em paralelo, deflagraram um ataque de negação de serviço (às 10h41) para tirar do ar o site e alguns serviços da Justiça Eleitoral.”

Ele explica que os IPs usados em ataques de negação de serviço (DDoS) geralmente integram as chamadas “redes zumbis”, formadas por computadores infectados, que podem estar localizados no exterior e serem coordenados daqui.

O TSE afirmou que os IPs dos hackers que invadiram os sistemas do tribunal seriam de Portugal ou coordenados por um cidadão português.

Os ataques, a princípio, não têm relação com o atraso da apuração dos votos pelo TSE neste domingo, diz Tavares.

Segundo o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, o atraso na apuração foi causado por um problema técnico em um dos processadores do computador responsável pela totalização dos resultados.

O atraso na apuração, além das informações sobre os dois ataques contra o TSE, deram combustível para uma campanha nas redes sociais com questionamentos à integridade do sistema eleitoral e dos resultados da eleição.

Perfis bolsonaristas e de outros políticos passaram o dia divulgando mensagens apontando para supostas fraudes eleitorais e falta de credibilidade do TSE. O Twitter chegou a rotular um tuíte da deputada Joice Hasselman, que afirmou ”Fraude? Será? Tem todo o cheiro” – a postagem recebeu o alerta ”Essa reivindicação de fraude eleitoral é contestada.”

Auxílio emergencial é creditado para 3,6 milhões de beneficiários nascidos em outubro

/ Economia

O crédito do auxílio emergencial será liberado hoje (16) para 3,6 milhões de brasileiros nascidos em outubro. Os beneficiários do ciclo 4 de pagamentos receberão R$ 1,4 bilhão distribuído em suas contas da poupança social digital, informou a Caixa Econômica Federal.

Desse total, 660,1 mil receberão R$ 432,6 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,9 milhões, serão contemplados com a segunda parcela do Auxílio Emergencial Extensão, somando 957,6 milhões.

A partir de hoje, os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

O benefício, criado em abril pelo governo federal, foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000.

O Auxílio Emergencial Extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta segunda-feira serão liberados a partir do dia 1º de dezembro.

Eleições 2020: veja lista com as 57 cidades espalhadas pelo país em que haverá 2ª turno

/ Eleições 2020

Nas eleições municipais deste ano, haverá segundo turno em 57 cidades espalhadas pelo país, das quais 18 são capitais. Nessas localidades, a campanha eleitoral já pode recomeçar a partir de hoje (16).

O segundo turno está marcado para 29 de novembro, 13 dias após a primeira votação. Trata-se do menor intervalo da história. Normalmente, o período é de três a quatro semanas. O calendário apertado foi aprovado pelo Congresso em função do adiamento provocado pela pandemia de covid-19.

A votação no segundo turno será disputada pelos dois melhores colocados e cada uma dessas 57 cidades. Isso porque nenhum deles conseguiu alcançar maioria absoluta (50% mais um) dos votos válidos no primeiro turno – votos brancos, nulos e abstenções não entram na conta.

O segundo turno era possível nas 95 cidades brasileiras que possuem mais de 200 mil habitantes. Dessas, 35 decidiram os ganhadores já na primeira rodada de votação, pois nelas algum candidato recebeu mais de metade dos votos válidos.

Em duas cidades, Duque de Caxias e Volta Redonda, há candidatos com votos suficientes para levar no primeiro turno, mas o resultado ainda está sub judice, isto é, ainda aguardam por uma decisão final da Justiça. Em Macapá a eleição foi adiada em razão do apagão de energia elétrica.

A necessidade de segundo turno na disputa para prefeito em cidades com 200 mil habitantes ou mais consta na Constituição e segue o mesmo modelo adotado nas eleições para presidente e governador.

Confira abaixo a lista das cidades onde haverá segundo turno e os respectivos candidatos:

Anápolis (GO): Roberto Naves (PP) e Antonio Gomide (PT).

Aracaju (SE): Edvaldo Nogueira (PDT – atual prefeito) e Danielle Garcia (Cidadania).

Bauru (SP): Suéllen Rosim (Patriota) e Dr Raul (DEM)

Belém (PA): Edmilson Rodrigues (PSOL) e Delegado Eguchi (Patriota).

Blumenau (SC): Mário Hildebrandt (PODE) e João Paulo Kleinübing (DEM).

Boa Vista (RR): Arthur Henrique (MDB) e Ottaci (Solidariedade).

Campinas (SP): Dário Saadi (Republicanos) e Rafa Zimbaldi (PL).

Campos dos Goytacazes (RJ): Wladimir Garotinho (PSD – sub judice), e Caio Vianna (PDT)

Canoas (RS): Jairo Jorge (PSD) e Luiz Carlos Busato (PTB).

Cariacica (ES): Euclério Sampaio (DEM) e Célia Tavares (PT).

Caucaia (CE): Naumi Amorim (PSD) e Vitor Valim (Pros).

Caxias do Sul (RS): Pepe Vargas (PT) e Adiló (PSDB).

Contagem (MG): Marília (PT) e Felipe Saliba (DEM).

Cuiabá (MT): Emanuel Pinheiro (MDB – atual prefeito) e Abílio Júnior (Podemos).

Diadema (SP): Filippi (PT) e Taka Yamauchi (PSD).

Feira de Santana (BA): Zé Neto (PT) e Colbert Martins (MDB).

Fortaleza (CE): Sarto Nogueira (PDT) e Capitão Wagner (Pros).

Franca (SP): Flávia Lancha (PSD) e Alexandre Ferreira (MDB).

Goiânia (GO): Maguito Vilela (MDB) e Vanderlan Cardoso (PSD).

Governador Valadares (MG): André Merlo (PSDB) e Dr. Luciano (PSC).

Guarulhos (SP): Guti (PSD) e Elói Pietá (PT).

João Pessoa (PB): Cícero Lucena (Progressistas) e Nilvan Ferreira (MDB).

Joinville (SC): Darci de Matos (PSD) e Adriano Silva (NOVO).

Juiz de Fora (MG): Margarida Salomão (PT) e Wilson Rezato (PSB).

Limeira (SP): Mario Botion (PSD) e Murilo Félix (Podemos).

Maceió (AL): Alfredo Gaspar (MDB) e Jhc (PSB).

Manaus (AM): Amazonino Mendes (Podemos) e David Almeida (Avante).

Mauá (SP): Átila Jacomussi (PSB) e Marcelo Oliveira (PT).

Mogi das Cruzes (SP): Marcus Melo (PSDB) e Caio Cunha (PODE).

Paulista (PE): Yves Ribeiro (MDB) e Francisco Padilha (PSB).

Pelotas (RS): Paula Mascarenhas (PSDB) e Ivan Duarte (PT).

Petrópolis (RJ): Rubens Bomtempo (PSB) e Bernardo Rossi (PL).

Piracicaba (SP): Barjas Negri (PSDB) e Luciano Almeida (DEM).

Ponta Grossa (PR): Mabel Canto (PSC) e Professora Elizabeth (PSD).

Porto Alegre (RS): Sebastião Melo (MDB) e Manuela d’Ávila (PCdoB).

Porto Velho (RO): Hildon Chaves (PSDB – atual prefeito) e Cristiane Lopes (PP).

Praia Grande (SP): Raquel Chini (PSDB) e Danilo Morgado (PSL).

Recife (PE): João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT).

Ribeirão Preto (SP): Duarte Nogueira (PSDB) e Suely Vilela (PSB).

Rio Branco (AC): Socorro Neri (PSB – atual prefeita) e Tião Bocalom (PP).

Rio de Janeiro (RJ): Marcelo Crivella (Republicanos – atual prefeito) e Eduardo Paes (DEM).

Santa Maria (RS): Sergio Cecchim (PP) e Pozzobom (PSDB).

Santarém (PA): Nélio Aguiar (DEM – atual prefeito) e Maria do Carmo (PT).

São Gonçalo (RJ): Dimas Gadelha (PT), e Capitão Nelson (Avante).

São João de Meriti (RJ): Dr João (DEM) e Leo Vieira (PSC).

São Luís (MA): Eduardo Braide (Podemos) e Duarte Júnior (Republicanos).

São Paulo (SP): Bruno Covas (PSDB – atual prefeito) e Guilherme Boulos (PSOL).

São Vicente (SP): Solange Freitas (PSDB) e Kayo Amado (PODE).

Serra (ES): Sergio Vidigal (PDT) e Fabio Duarte (Rede).

Sorocaba (SP): Rodrigo Manga (Republicanos) e Jaqueline Coutinho (PSL).

Taboão da Serra (SP): Engenheiro Daniel (PSDB) e Aprigio (PODE).

Taubaté (SP): Saud (MDB) e Loreny (Cidadania).

Teresina (PI): Dr. Pessoa (MDB) e Kleber Montezuma (PSDB).

Uberaba (MG): Elisa Araújo (Solidariedade) e Tony Carlos (PTB).

Vila Velha (ES): Arnadinho Borgo (Podemos) e Max Filho (PSDB).

Vitória (ES): Delegado Pazolini (Republicanos) e João Coser (PT).

Vitória da Conquista (BA): Zé Raimundo (PT) e Herzem Gusmão (MDB).