Acordo garante vacina a 20% da população brasileira, mais de 40 milhões de pessoas

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Governo confirmou à OMS que participará da aliança. Foto: Estadão

O governo brasileiro confirmou à Organização Mundial da Saúde (OMS) que participará da aliança mundial de vacinas contra a Covid-19. Mas irá manter flexibilidade para ajustar seu engajamento com os acordos bilaterais que já fechou com multinacionais do setor farmacêutico.

De acordo com o portal UOL, Brasília se compromete a fazer parte do consórcio internacional da agência, solicitando produtos para imunizar 20% da população do país, mais de 40 milhões de pessoas. A OMS havia permitido que governos solicitassem doses para cobrir até 50% de sua população.

Para atingir a proporção solicitada pelo país, o investimento terá de ser de mais de R$ 4 bilhões. Tal percentual cobriria profissionais de saúde, idosos e doentes crônicos.

Por enquanto, o acordo não é vinculante e, se nas próximas semanas não houver um acordo sobre o pagamento e condições, o governo ainda pode desistir do projeto.

Inaugurada primeira etapa da ampliação do sistema de esgotamento Ilhéus-Pontal

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Inauguração contou com a presença do governador. Foto: Mateus Pereira

Com R$53 milhões em investimentos, a primeira etapa da ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Ilhéus-Pontal foi entregue à população, na manhã desta segunda-feira (31). Após inaugurar as novas instalações, o governador Rui Costa assinou a ordem de serviço para início das obras da segunda etapa, que contará com um recurso adicional de aproximadamente R$18 milhões.

Rui lembra que, entre outros benefícios, a ampliação garante uma elevação da coleta e tratamento de esgoto de 57% para 80%. “”É um investimento grande do Governo do Estado para resolver o problema de esgotamento sanitário no município. Além da estação de tratamento, estamos investindo também na rede de esgoto. O objetivo é cuidar da saúde das pessoas e também do meio ambiente. Essa região de Ilhéus é belíssima e esses investimentos abrem um novo vetor de valorização e crescimento do turismo, gerando mais empregos e melhorando a vida de moradores e de quem visita a cidade”, destacou o governador.

A obra é executada pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e, nesta primeira fase, é composta por 55 quilômetros de redes coletoras, 13 novas estações elevatórias e uma moderna estação de tratamento de esgoto (ETE), com capacidade para tratar 148 litros por segundo. Decantadores, tanques de aeração, digestores anaeróbios de fluxo, leito de secagem e depósito de resíduos são algumas das estruturas presentes na ETE.

A primeira etapa vai acarretar na despoluição das praias da região e a segunda, na da baía. A atendente Lis Jesus acredita que a ação só traz benefícios. ”O meio ambiente agradece e os banhistas também agradecem por estarem se banhando em uma água limpa, né?”, avaliou.

A diretora de Empreendimentos da Embasa, Rita Bonfim, explicou que as estações de tratamento antigas já não permitiam condições adequadas de sanitização. ”A vida útil das antigas estações estava chegando ao fim e essas estruturas já não cumpriam eficientemente esse papel. A obra garantiu a instalação de um moderno sistema de lodo ativado e a transferência de 11.500 ligações, melhorando a qualidade do efluente”, destacou.

Bahia registra 665 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, diz boletim da Sesab

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 665 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 1.230 curados (+0,5%). Dos 256.727 casos confirmados desde o início da pandemia, 240.697 já são considerados curados e 10.633 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (30,06%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (5.727,53), Almadina (5.655,20), Itabuna (4.880,34), Dário Meira (4.845,94), Salinas da Margarida (4.685,01).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 477.174 casos descartados e 83.499 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira (31).

Na Bahia, 22.676 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 53 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

Salário mínimo de 2021 tem redução de R$ 1.079 para R$ 1.067, anuncia Governo Federal

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O Governo Federal reduziu sua proposta para o salário mínimo de 2021 para R$ 1.067, de R$ 1.079 previstos em abril, no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, enviado ao Congresso nesta segunda-feira (31), data final do prazo. A justificativa do Planalto é de a queda da inflação motivou a redução do reajuste do valor mínimo referencial a ser pago ao trabalhador, para o próximo ano.

A mudança consta no projeto de Lei Orçamentária Anual, enviado pelo Ministério da Economia aos deputados e senadores, ainda depende de aval dos parlamentares.

O governo Bolsonaro já não vinha dando aumento real (acima da inflação) ao piso. Apesar de não reconhecer que mudou a política do salário mínimo, a equipe econômica adotou a postura diante da necessidade de preservar o reajuste fiscal. Isso foi antes de chegar a pandemia.

Agora, a possibilidade de um aumento acima da inflação não está nem mesmo sendo considerada pela maioria dos parlamentares, que têm assuntos mais urgentes na frente, como os relacionados ao socorro federal a população, estados e empresas.

A regra de reajustes reais no salário mínimo, calculados pelo INPC mais a variação do PIB de dois anos antes, foi criada pelo governo Lula, virou lei em 2012 no governo Dilma e expirou em 2019.

Neste período, não houve alta real do mínimo em apenas dois anos: 2017 e 2018, pois foram os anos cujo cálculo tomou como referência os anos de recessão: 2015 e 2016.

Redução nas estimativas de crescimento econômico para 2021

Ainda de acordo com o projeto do Orçamento, as estimativas de crescimento econômico também sofrerão redução para o próximo ano, na comparação com os parâmetros da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias -. A projeção de crescimento do PIB passou de 3,3% para 3,2% em 2021. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, caiu de 3,65% para 3,24%.

Outros parâmetros foram revisados. Por causa da queda da Selic (juros básicos da economia), a proposta do Orçamento prevê que a taxa encerrará 2021 em 2,13% ao ano, contra projeção de 4,33% ao ano que constava na LDO. O dólar médio chegará a R$ 5,11 em 2021, contra estimativa de R$ 4,29 da LDO.

Com informações da Agência Brasil e Exame

Governo recua e mantém verba maior para Educação do que para Defesa em 2021

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O governo federal manteve, no projeto de Lei Orçamentária Anual encaminhado ao Congresso nesta segunda-feira, 31, previsão de gastos maiores com a Educação que com o setor de Defesa em 2021.

Segundo a versão final da proposta, em 2021, serão destinados R$ 144,538 bilhões à Educação, e R$ 116,127 bilhões à Defesa – ambos, valores maiores que os de 2020.

Como revelou o Estadão, durante a elaboração do texto, o governo chegou a estudar um orçamento maior para Defesa que para Educação, o que gerou críticas de especialistas.

A proposta divulgada pelo Ministério da Economia nesta segunda indica aumento de R$ 1,178 bilhão para o setor de defesa e de R$ 1,702 bilhão para a educação pública.

Se forem levadas em consideração apenas as despesas discricionárias, ou não obrigatórias, o Orçamento do Ministério da Defesa terá alta de R$ 928 milhões em 2021, e o do Ministério da Educação, de R$ 276 milhões.

Quando a versão preliminar foi divulgada, com mais dinheiro para a defesa que para a educação, o Ministério da Economia afirmou que as solicitações de expansão de limites demandadas pelos órgãos ainda seriam analisadas e submetidas à decisão da Junta de Execução Orçamentária.

Portanto, conforme a pasta, naquele momento não era possível informar os valores limites finais das despesas dos órgãos que constariam do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2021.

Dados da OMS mostram interrupções em serviços de saúde por causa da covid-19 em 90% dos países

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou através de um levantamento que houve suspensão em serviços de saúde essenciais, entre os meses de março a junho deste ano, por conta da pandemia de covid-19 em 90% de 105 países avaliados. A entidade ainda sinalizou que os países de renda baixa e média foram os mais afetados.

Os dados da OMS mostram que a maior parte desses países reconheceu que atendimentos de rotina foram suspensos, ao tempo que cuidados intensivos, a exemplo de exames de imagem e tratamento para pacientes com câncer e terapia para HIV, registraram interrupções de alto risco em países de renda baixa.

”A pesquisa mostra as rachaduras nos sistemas de saúde, mas também serve para informar estratégias para melhorar a disponibilidade de atendimento médico durante a pandemia e também depois”, disse o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

De acordo reportagem do Estadão, os relatórios da OMS mostra que os países experimentaram, em média, interrupções em metade dos 25 serviços analisados. As áreas mais frequentemente interrompidas incluíram vacinação de rotina – 70% das nações entrevistadas registraram problemas no serviço de aplicação fora de um posto ou instalação – e diagnóstico e tratamento de doenças não transmissíveis (69%).

Nova nota de R$ 200 será lançada oficialmente quarta-feira e coloca em circulação R$ 90 bilhões

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A nova nota de R$ 200 será lançada oficialmente na quarta-feira (2), com transmissão pelo youtube. Na mesma data, a cédula começa a circular. O BC confirmou nesta segunda-feira (31) que foram encomandadas à Casa da Moeda 450 milhões de unidades da nota, totalizando R$ 90 bilhões. As informações são do G1.

Essa será a sétima cédula da família de notas do Real, moeda que entrou em vigor em julho de 1994. A última nota com valor diferente, a de R$ 20, surgiu em 2002. No meio tempo, houve a aposentadoria da nota de R$ 1, em 2005.

Em comum, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo: diminuir as transações feitas com dinheiro vivo, economizando com impressão de papel moeda. O desenho, a cor e as informações de segurança estão mantidos em sigilo. O símbolo será o lobo-guará.

Outro motivo apontado agora pelo Banco Central é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial – estimado em mais de R$ 160 bilhões considerando as cinco parcelas aprovadas. Segundo números da Caixa Econômica Federal, mais de 20 milhões de saques foram feitos pelos beneficiários.