Joice Hasselman processa Eduardo Bolsonaro no STF e diz que vai ”acabar com esses caras”

/ Política

Joice stá em pé de guerra com o filho de Jair. Foto: Reprodução

A deputada Joice Hasslemann (PSL-SP) diz que vai entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal contra o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) acusando-o de espalhar fake news contra ela.

”Tem que dar um jeito de parar ele”, afirma a parlamentar, que recentemente foi alvo de uma postagem do deputado no Twitter alegando que o marido de Joice ”vai ganhar R$ 5.754.000 em contrato com governador Wilson Witzel para prestar serviço que já é disponibilizado gratuitamente pelo Min. Saúde”.

Em resposta pela mesma rede social, ela chamou Eduardo de ”vagabundo, criminoso e integrante de uma quadrilha de fake news”

”Ele [Eduardo Bolsonaro] sabe que não é verdade”, diz Joice à reportagem. ”Se fosse, qualquer débil mental poderia encontrar esse contrato no portal da transparência”, emenda ela. ”Espalhar uma fake news sobre corrupção sem qualquer fundo, sem qualquer prova, é a mesma coisa que eu falar que o Eduardo, por exemplo, é pedófilo, sabendo que ele não é. As pessoas não podem falar qualquer coisa, porque isso é crime.”

”Ele pegou uma quadrilhasinha falando barbaridades. Inventando coisas, mas nada plausível -só coisa cabeluda. Ele quer atingir o [governador do Rio, Wilson Witzel, provável candidato à Presidência em 2020]. O que eu tenho a ver com o Witzel? Eu sou eleita por São Paulo. É uma coisa de louco.”

”Chega dessa palhaçada. Ele é da família da rachadinha, que pegou auxilio moradia, que foi funcionário fantasma do Roberto Jefferson. Tem que tratar como ele é”, diz ela.

”Vou processar [Eduardo Bolsonaro] nem que seja para ele pintar muro. Se não tem dinheiro para pagar [o processo], vai pintar muro”, emenda. ”Eu vou acabar com esses caras.”

”Eles estão com medo de mim. Não sei por quê. Não vou ser candidata à Presidência.”
A deputada afirma ainda que vai processar outros deputados e apoiadores de Eduardo Bolsonaro que replicaram tais notícias.

”Todos os que se envolveram nessa farsa, infelizmente até os que entraram de gaiato. Esses idiotas que fazem parte da cachorrada, do gado dele. Porque [errado] não é só você plantar fake news, mas também você replicar uma noticia inverídica para afetar a reputação de alguém.”

Assembleia Legislativa aprova decretos de calamidade pública para mais 41 municípios

/ Bahia

Assembleia segue com sessões virtuais. Foto: Ascom Alba

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em mais uma sessão virtual realizada durante a pandemia do novo coronavírus, aprovou nesta quinta-feira (23) por unanimidade os decretos de calamidade pública de mais 41 municípios. Com isso,  já são 374 das 417 cidades baianas oficialmente em estado de calamidade por causa do Covid-19. Novamente, um grande número de deputados (54 dos 63) marcou presença na sessão conduzida pelo presidente da Assembleia, deputado Nelson Leal (PP), do Salão Nobre da Casa Legislativa.

Nesta sexta-feira (24), a partir das 9h, os parlamentares voltarão a se reunir em nova sessão remota para votar o projeto apresentado pelos deputados Fabrício Falcão (PC do B) e Ivana Bastos (PSD) que torna obrigatório o uso de máscaras em toda a Bahia, como mais uma forma de prevenir o contágio pelo Covid-19. Os líderes das bancadas de governo e oposição, Rosemberg Pinto (PT) e Sandro Régis (DEM), já se manifestaram favoravelmente à proposta, indicando que ela também deve ser aprovada por unanimidade.

Durante a sessão desta quinta-feira, o presidente da ALBA afirmou que os deputados também estão de prontidão para aprovar os decretos de calamidade pública restantes. ”Estamos prontos para votar os 43 pedidos de reconhecimento do estado de calamidade. Só basta que os pedidos dos executivos municipais cheguem à Mesa Diretora”, disse Leal, elogiando mais uma vez o comprometimento dos deputados em apreciar os projetos necessários para que a Bahia enfrente o coronavírus.

Com a aprovação pela ALBA, o estado de calamidade pública passam a vigorar, a partir de agora, nos seguintes municípios: Abaré, Adustina, Amargosa, América Dourada, Aramari, Glória, Ibiassucê, Jaborandi, Mairi, Mortugaba, Ourolândia, Paratinga, Pindaí, Rafael Jambeiro, Santa Luz, Santo Antônio de Jesus, Sítio do Mato, Várzea da Roça, Xique-Xique, Aporá, Ichu, Urandi, Itapebi, Barreiras, Cícero Dantas, Cristópolis, Encruzilhada, Esplanada, Heliópolis, Ibicuí, Ibirapitanga, Irajuba, Jeremoabo, Macajuba, Antônio Gonçalves, Eunápolis, Iraquara, Lajedinho, Muquém do São Francisco, Poções e Taperoá.

Militares tentam evitar saída de Sérgio Moro do Governo após novo choque com Bolsonaro

/ Brasília

Sérgio Moro permanece no Governo. Foto: Marcos Corrêa

Os ministros do Palácio do Planalto tentam reverter na tarde desta quinta-feira, 23, uma possível saída do ministro da Justiça, Sergio Moro, após o presidente Jair Bolsonaro comunicar a ele que trocará o comando da Polícia Federal, atualmente ocupada por Maurício Valeixo. De acordo com interlocutores do presidente, Moro não chegou a pedir demissão, mas afirmou que não concordava com a troca e reavaliaria sua permanência no governo.

Ao final de reunião na manhã desta quinta-feira, o ministro da Justiça deixou o Palácio do Planalto sem uma definição do seu futuro. Os militares do primeiro escalão tentam encontrar uma solução para o impasse. Bolsonaro quer indicar o nome do chefe da PF, mas Moro resiste a ficar sem Valeixo, com quem trabalha desde os tempos da Operação Lava Jato, e, principalmente, não ter poder de decisão sobre um dos principais cargos do seu ministério.

Nos bastidores, no entanto, a ameaça de demissão é encarada como uma pressão de Moro, o ministro mais popular do governo. Por outro lado, Bolsonaro, durante a crise com o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que não há ministro ”indemissível”. Em outra ocasião, disse que usaria sua caneta contra pessoas do governo que ”viraram estrelas”. Para interlocutores do presidente, o recado mirava não apenas Mandetta, mas também Moro, que vinha sendo alvo de reclamação de Bolsonaro por não se empenhar na defesa das posições do governo.

É a segunda vez que o presidente ameaça impor um novo nome na cúpula da corporação. Valeixo foi escolhido por Moro para o cargo ainda na transição, em 2018. O delegado comandou a Diretoria de Combate do Crime Organizado (Dicor) da PF e foi Superintendente da corporação no Paraná, responsável pela Lava Jato, até ser convidado pelo ministro, ex-juiz da Operação, para assumir a diretoria-geral.

Embora a indicação para o comando da PF seja uma atribuição do presidente, tradicionalmente é o ministro da Justiça quem escolhe.

Interlocutores de Valeixo dizem que a tentativa de substituí-lo ocorre desde o início do ano, mas que não teria relação com o que aconteceu no ano passado, quando Bolsonaro tentou pela primeira vez trocá-lo por outro nome. Na ocasião, o presidente teve que recuar diante da repercussão negativa que a interferência no órgão de investigação poderia gerar.

No ano passado, após Bolsonaro antecipar a saída do superintendente da corporação no Rio de Janeiro, ministro e presidente travaram uma queda de braço pelo comando da PF.

Em agosto, o presidente antecipou o anúncio da saída de Ricardo Saadi do cargo, justificando que seria uma mudança por ”produtividade” e que haveria ”problemas” na superintendência. A declaração surpreendeu a cúpula da PF que, horas depois, em nota, contradisse o presidente ao afirmar que a substituição já estava planejada e não tinha ”qualquer relação com desempenho”.

Nos dias seguintes, Bolsonaro subiu o tom. Declarou que ”quem manda é ele” e que, se quisesse, poderia trocar o diretor-geral da PF. Com informações do Estadão

Brasil tem mais de 400 mortes por covid-19 em 24 horas, informa Ministério da Saúde

/ Saúde

O Brasil teve 407 novas mortes nas últimas 24 horas em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o maior número neste período desde o início da contagem. No total, o país soma 3.313 óbitos, 49.492 mil casos confirmados da doença e 26.573 pacientes recuperados. Ainda de acordo com os dados divulgados hoje (23) pelo Ministério da Saúde, 19.606 casos estão em acompanhamento.

As novas mortes marcaram um aumento de 14% em relação a ontem quando foram registrados 2.906 falecimentos. O percentual de acréscimo foi mais do que o dobro do divulgado ontem em relação a terça-feira, de 6%.

Já a quantidade de pessoas infectadas teve uma elevação de 8,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 45.757 pacientes nessa condição.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (1.345). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (530), Pernambuco (312), Ceará (266) e Amazonas (234).

Bahia registra 9 óbitos por Covid-19 em 24 horas, com total 1.845 casos confirmados

/ Bahia

A Bahia registra 1.845 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 16,9% do total de casos notificados no estado. Considerando o número de 428 pacientes recuperados e 62 óbitos, 1.355 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 108 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (61,3%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Ilhéus (782,37), Uruçuca (682,29), Barra do Rocha (525,03), Itapebi (487,38) e Itabuna (464,30).

No momento, 231 pacientes confirmados para Covid-19 em toda a Bahia encontram-se internados, sendo 67 em UTI. O boletim epidemiológico registra 5.360 casos descartados e 10.919 notificações. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.

Óbitos

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contabiliza 62 mortes pelo coronavírus nos seguintes municípios: Adustina (1); Água Fria (1); Araci (1); Belmonte (1); Capim Grosso (1); Feira de Santana (1); Gongogi (2); Ilhéus (3); Ipiaú (1); Itabuna (2); Itagibá (1); Itapé (1); Itapetinga (1); Juazeiro (1); Lauro de Freitas (5), um dos óbitos era residente no Rio de Janeiro; Salvador (34); Uruçuca (3); Utinga (1); Vitória da Conquista (1). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até as 17 horas desta quinta-feira (23).

Em novo recorde, Brasil registra 407 mortes por coronavírus em curto período de 24 horas

/ Brasil

O Brasil registrou nesta quinta-feira, 23, 407 novas mortes provocadas pelo novo coronavírus e 3.753 novos casos da doença nas últimas 24 horas, segundo informações do Ministério da Saúde. Trata-se do maior aumento de mortes por covid-19 registrado de um dia para o outro desde o primeiro registro da doença no país.

Com isso, em todo o País, o número de mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 3.313, com um total de 49.492 casos confirmados. Até quarta-feira, o número total era de 2.906 vítimas fatais e 45.757 casos confirmados.

Conforme mostrou reportagem do Estado, dados da última nota técnica do MonitoraCovid-19, um sistema da Fiocruz que agrupa dados sobre a pandemia do novo coronavírus, indicam que o número de mortes provocadas pela covid-19 no Brasil tem dobrado a cada cinco dias. Nos Estados Unidos, essa duplicação ocorre a cada seis dias, e na Itália e na Espanha, a cada oito.

A nota técnica também alerta para a interiorização da epidemia, que está chegando de forma acelerada aos municípios de menor porte do País. Dentre os municípios com mais de 500 mil habitantes, todos já apresentam casos da doença. Naqueles com população entre 50 mil e 100 mil habitantes, 59,6% têm casos. Já 25,8% dos municípios com população entre 20 mil e 50 mil, 11,1% daqueles com população entre 10 mil e 20 mil habitantes e 4,1% dos municípios com população até 10 mil habitantes apresentam doentes de covid-19.

Ontem, durante sua primeira entrevista coletiva à imprensa desde que assumiu o cargo de ministro da Saúde, Nelson Teich ignorou a larga subnotificação dos casos da doença no país ao afirmar que o Brasil é um dos países com melhor desempenho contra a covid-19.

“O Brasil hoje é um dos países que melhor performa em relação a covid. Se você analisar mortos por milhão de pessoas, o número do Brasil é de 8.17. A Alemanha tem 15. A Itália 135. Espanha 255. Reino unido 90 e EUA 29”, disse Teich na quarta-feira, 22.

A fala desagradou gestores da saúde e técnicos do ministério ouvidos por reportagem do Estado. Reservadamente, eles disseram que a comparação é incorreta, pois a falta de testes não permite afirmar quantos casos e mortes o País tem de fato.

Os dados apresentados por Teich de mortos por milhão foram, ainda, distintos de números usados como base pelo próprio Ministério da Saúde. A Alemanha tem 63 mortos por milhão pela covid. A Itália, 415 e o Brasil, 14. Os dados de Estados brasileiros são discrepantes. Amazonas (45 por milhão), Pernambuco (24), Rio de Janeiro (23), São Paulo (23) e Ceará (22) tem coeficiente de mortalidade muito alta, segundo dados de terça-feira, 21, do Ministério da Saúde. Procurada, a pasta não informou qual foi a fonte usada pelo ministro.

Pela 1ª vez, Itália registra mais curados do que novos casos de coronavírus

/ Mundo

O número de casos confirmados do novo coronavírus na Itália caiu pelo quarto dia seguido. Segundo o balanço divulgado pela Defesa Civil, nesta quinta-feira (23), o país soma atualmente 106.848 pessoas infectadas atualmente.

Esse número significa que foram 851 confirmações a menos que as 107.699 contabilizadas na última quarta-feira (22). Dos 106.848 ainda infectados, 2.267 estão em terapia intensiva, 81.710 estão em isolamento domiciliar, e 22.871 estão internados fora de UTIs.

Este número de casos ativos descartam pacientes curados e mortos e são um indicador importante para saber se a pandemia está ganhando ou perdendo força.

O país acumula 20 dias seguidos de queda na quantidade de pacientes em terapia intensiva. Considerando o total de pessoas já infectadas até o momento, a Itália tem 189.973 casos, o que significa crescimento de 2.646 contágios em um dia (+1,4%).

A Defesa Civil confirmou ainda mais 464 mortes por Covid-19, 27 a mais que na quarta-feira, totalizando 25.549 vítimas na pandemia. Já o número de curados chegou a 57.576, após um recorde diário em termos absolutos de 3.033 recuperados nesta quinta.

A quarentena na Itália fica em vigor até 3 de maio, mas algumas atividades comerciais, como livrarias e papelarias, já reabriram as portas, com exceção de determinadas regiões, como Lombardia e Piemonte.

Bolsa de Valores fecha em queda de 1,56% e dólar vai a R$ 5,52 após Moro ameaçar sair

/ Economia

A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou em queda de 1,26%, aos 79.673,30 pontos nesta quinta-feira, 23, após Moro avisar que deixará o governo, caso Bolsonaro troque o diretor-geral da Polícia Federal. Também em consequência desse anúncio, o dólar terminou o dia com alta de 2,2%, a R$ 5,5287 – um novo recorde para a moeda americana.

Logo após a notícia, o Ibovespa, principal índice do mercado de ações do Brasil, chegou a cair mil pontos, mais de 2%, e voltou ao patamar de 78 mil pontos, por volta das 14h30. No início do dia, a Bolsa operava em alta e tinha de ganho de 1,5% – na máxima, antes do anúncio de uma possível saída de Moro, ela subia aos 81.887,56 pontos.

Uma escalada para o ativo já era prevista. Nesta quinta, o dólar começou em alta de quase 1%, a R$ 5,42, e recuou para R$ 5,40 somente após uma ação do Banco Central. No entanto, já no final da manhã, ele tornou a subir e ficou acima de R$ 5,45. O movimento de valorização seguiu na parte da tarde e às 16h, a moeda subia a R$ 5,49 – apenas 17 minutos depois, ela alcançou os R$ 5,50.

Além das incertezas envolvendo o ministro, também influencia a moeda a possibilidade de redução de 0,75 ponto da Selic, a taxa básica de juros da economia. Vale destacar que a diminuição drástica da taxa, hoje em 3,75 ponto percentual, afasta o investidor estrangeiro do País, pois interfere diretamente nos rendimentos.

Vale lembrar que o patamar de R$ 5,40 foi atingido pela primeira vez na última quarta-feira, 22. Nesse cenário, a valorização da moeda dos Estados Unidos é superior a 35% este ano.

O euro também tem se valorizado muito frente ao real. Nesta quinta, a cotação está em R$ 5,93, uma valorização também superior a 30% em relação ao início do ano. Para se ter uma ideia, o valor da moeda oficial da União Europeia era de R$ 4,50 no primeiro dia de 2020. No pregão desta quinta, inclusive, a moeda europeia atingiu seu máximo histórico nominal. Ambas as moedas atingiram R$ 5 de cotação em março deste ano.

Bolsas do exterior

As Bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta. A única exceção foi o mercado chinês, que teve redução de 0,19%. O Japão encabeça os crescimentos, com 1,52% de avanço no índice Nikkei em relação ao fechamento do dia anterior, seguido de Coreia do Sul, com 0,98% no Kospi, e Taiwan, 0,57%. Hong Kong teve desempenho positivo um pouco mais tímido, de 0,35%. A China recuou 0,19%. Na Oceania, o mercado da Austrália, principal da região, fechou de maneira estável, com leve tendência de queda -0,02%.

As Bolsas da Europa também acompanharam o movimento de alta da Ásia. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em alta de 1,01% e o FTSE de Londres fechou com ganho de 0,97%. Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,95% enquanto em Paris, o CAC 40 subiu 0,89%. Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB registrou alta de 1,47%, em Madri, o Ibexx 35 avançou 0,40% e em Lisboa, o PSI 20 teve ganho de 1,18%. Com informações do Estadão