Cantor Wesley Safadão é acusado de pagar perfis no Instagram para detonar outros artistas

/ Entretenimento

Safadão se mostrou irritado com os boatos. Foto: Instagram

Dono de hits do forró, Wesley Safadão também coleciona polêmicas. A empresa o cantor está sendo acusada pelo jornalista Erlan Bastos de pagar perfis de fofoca no Instagram para detonar famosos nas redes sociais.

Em um vídeo publicado no canal do jornalista no Youtube, o CNPJ da empresa WS Show LTDA aparece como uma das investidoras no esquema dos perfis de fofoca. Segundo Erlan, o forrozeiro estaria pagando mensalmente os perfis para que eles falassem apenas o que Safadão deseja.

Em entrevista à colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, o cantor se mostrou irritado com os boatos e negou as acusações. ”Mais uma vez vejo meu nome envolvido em redes sociais. A partir de agora, quando eu ver algo desse tipo, irei responder, porque toda hora envolvem meu nome em polêmica, e agora mais uma fake news”, desabafou.

Safadão ainda fez um protesto pedindo para que toda informação fosse checada antes de ser publicada para evitar compartilhar fake news. ”A gente luta tanto para construir uma carreira, aí vem uma pessoa do nada e publica coisas sem nexo algum, sem sequer checar as informações. Isso tem que acabar, galera! Tá chato! Checa a informação, checa a fonte, se certifica. Vamos supor menos e nos certificar mais!”.

Manuela D’Ávila afirma que intermediar contato entre Glenn e o hacker é motivo de honra para ela

/ Política

”A decisão que tomei me honra”, diz Manuela. Foto: Reprodução

A ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo que a decisão de intermediar o contato do hacker Walter Delgatti Neto com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil é motivo de honra para ela.

Há um mês a ex-parlamentar confirmou que foi cantatada por Walter Delgatti Neto e passou o contato do jornalista Glenn Greenwald.

À Folha, Manuela D’Ávila afirmou que sua participação ”não faz uma grande diferença diante dos fatos”. ”A decisão que tomei me honra porque, hoje, o Brasil sabe a partir do trabalho do Glenn, do Intercept e de outros veículos de comunicação, o envolvimento dessas autoridades em crimes horrendos”, afirmou.

A reportagem traz a informação de que antes de fazer a intermediação a ex-parlamentar consultou os advogados José Eduardo Cardozo, que também é ex-ministro, e o criminalista Alberto Toron, para ter segurança jurídica.

Nesta semana, na quarta (28), Manuela D’Ávila esteve na sede da Polícia Federal em Brasília para entregar seu celular e, na condição de vítima e testemunha, prestar depoimento sobre seu contato com Delgatti, preso sob suspeita de hackear autoridades, como procuradores da Lava Jato.

No Senado, Flávio Bolsonaro e mais 11 senadores impõem sigilo a gastos com a cota parlamentar

/ Brasília

Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Foto: Agência Senado

A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de manter em sigilo as notas fiscais que justificam seus gastos com a chamada cota parlamentar passou a ser seguida na Casa por mais parlamentares. Pelo menos 12 senadores, incluindo Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, negaram pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação com a mesma justificativa. A recusa em abrir os detalhes dos gastos tem como base um parecer de 2016, produzido na gestão de Renan Calheiros (MDB-AL) na presidência da Casa.

O documento afirma que qualquer senador pode se negar a apresentar uma nota fiscal, quando julgar necessário, por questões que envolvem a sua própria segurança. O Estado teve acesso a uma lista com 60 pedidos negados com base neste parecer, referentes a pelo menos 12 senadores. Além de Flávio e Alcolumbre, aparecem Telmário Mota (Pros-RR), Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eduardo Braga (MDB-AM).

Os demais nomes não foram identificados na lista que a reportagem obteve. A cota parlamentar é o dinheiro usado para senadores pagarem despesas com passagens, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, hospedagem, combustível, entre outras. O valor que cada um pode utilizar varia de acordo com o Estado de origem do senador – quanto mais longe de Brasília, maior. Como revelou o Estado, Alcolumbre briga na Justiça para que os senadores mantenham em sigilo as notas fiscais usadas para justificar o uso da cota.