Traficante é flagrado ao tentar fugir de presídio vestido de mulher; ele já havia fugido por esgoto

/ Polícia

Clauvino da Silva, o Ronca, vestido de mulher. Foto: Divulgação

Um detento do presídio Gabriel Ferreira Castilho, o ”Bangu 3”, foi flagrado ao tentar fugir vestido de mulher. O traficante Clauvino da Silva, mais conhecido como Ronca, usou uma máscara, peruca e roupas femininas.

Segundo o portal Extra, a tentativa de fuga ocorreu nesse sábado (3), no fim da visita. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro disse que a filha dele, Ana Gabriele Leandro da Silva, é suspeita de ter ajudado. Outras oito visitantes, uma delas grávida, também são suspeitas.

Clauvino estava preso na galeria B7, que abriga os chefes da maior facção criminosa do Rio. Acusado de tráfico de drogas, o detento de 42 anos foi condenado a 73 anos e 10 meses de prisão. De acordo com a publicação, ele foi um dos 31 presos que fugiu pelo esgoto do Instituto Penal Vicente Piragibe, também no Complexo de Gericinó, em fevereiro de 2013. Logo após a fuga, ele foi capturado em Angra dos Reis.

 

Ex-apresentadora do SBT é criticada por evangélicos por cantar Ivete Sangalo em culto

/ Entretenimento

Cantora Priscilla Alcântara foi alvo de críticas. Foto: Reprodução

Ex-apresentadora do programa infantil, do SBT, ”Bom Dia e Cia” e hoje cantora gospel, Priscilla Alcântara foi alvo de críticas da comunidade evangélica após se apresentar com a canção ”Alegria”, de Ivete Sangalo em um culto. De acordo com a Caras, alguns fiéis questionaram se a canção ”era de Deus”.

Outros internautas também manifestaram as insatisfações relacionadas aos rumos da carreira da jovem. “Há muito tempo que venho alertando nas redes sociais que a Priscila errou o caminho. O sucesso dito gospel subiu a cabeça e ela perdeu todos os parâmetros teológicos e bíblicos em suas apresentações, falas, além de incluir músicas seculares, feitas para o diabo em seus ‘shows’”, disse um deles.

Em meio a falas de reprovação, Alcântara também recebeu apoio de pessoas da comunidade. ”Admiro muito Priscila pois ela está cumprindo o propósito que Deus deu a ela, se percebe de longe que o Espírito Santo habita dentro dela. Já que ela não se deixa ser abalada pelo que os outros dizem sobre ela, pois ela sabe que é em Jesus. Precisamos de mais jovens como ela, fortes, determinados, que não tem medo de ser quem Deus os chamou para ser”, disse outra internauta.

Atraindo cada vez mais os jovens para a igreja, Priscilla também comentou a sua missão como artista, em uma entrevista recente ao portal da Caras. ”Acho que tudo aquilo que faço é para gerar frutos”, declarou.

Com promessa de baixar preço do gás natural, governo avalia reduzir preço do gás de cozinha

/ Economia

Com a promessa de derrubar o preço do gás natural em até 40%, a nova política para o setor precisará de medidas adicionais para que a redução chegue à cozinha do brasileiro. Estudo divulgado nesta semana pelo Ministério da Economia lista três medidas para melhorar a competitividade do preço aos consumidores residenciais.

Produzido pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) da pasta, o documento defende o fim da política que concentrou o mercado de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) nos botijões de até 13 quilogramas (kg). A medida pode ser implementada ainda neste mês.

O documento também pede que o Conselho Nacional de Política Econômica (CNPE) recomende à Agência Nacional do Petróleo (ANP) um posicionamento sobre duas medidas anunciadas pelo governo: a liberação da venda fracionada de gás de cozinha e o enchimento de um mesmo botijão por diferentes marcas.

“Entende-se que essas mediadas constituem o ponto de partida para um processo de abertura efetiva do mercado de GLP à multiplicidade de agentes em todos os elos da cadeia, de modo a proporcionar benefícios aos consumidores em decorrência do aumento da concorrência”, destacou o documento. ”Nesse sentido, a Secap visa contribuir com a discussão, para que os benefícios advindos do choque de energia barata também possam ser auferidos pelos consumidores residenciais do botijão de gás de cozinha”, diz o documento.

Fim de restrições

Prevista para ser decidida na reunião do CNPE no fim deste mês, a primeira medida pretende acabar com a política de preços diferenciados e com as restrições de mercado para botijões de gás de até 13 kg. Presentes em 72% do mercado nacional de gás, esses botijões têm o uso proibido em motores, no aquecimento de saunas e piscinas, em caldeiras industriais e em veículos.

Segundo o estudo, essa política barra a entrada de novos agentes no mercado e desestimula a concorrência. Para o Ministério da Economia, não existem provas de que os preços subsidiados para botijões de até 13 kg favoreçam apenas os mais pobres. Segundo a pasta, a população com renda mais elevada apropria-se do benefício. Na avaliação da secretaria, o fim das restrições não resultaria em aumento de preços, mas em aumento de competitividade.

Fracionamento

Em relação ao enchimento fracionado de recipientes, o documento informou que as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o abastecimento a granel de GLP aplica-se a todos os tipos de recipientes e volumes, sem normas específicas para o enchimento do botijões de 13 kg. Para a secretaria, a venda fracionada pode criar novos modelos de transporte e de compra do gás, resultando em preços mais baixos para o consumidor.

“É possível que, com o fracionamento, venha a existir um modelo de negócios, a exemplo do Uber Eats e iFood que compra alimentos de quaisquer restaurantes e entregam em domicílio, provisionando gás para o consumidor (de qualquer peso) residencial, a partir de qualquer ponto de abastecimento normatizado por meio de regras ABNT”, ressaltou o relatório.

Troca de botijões

Em relação ao fim da proibição de que um botijão de uma distribuidora seja retornado e enchido por outra, o Ministério da Economia alega que a medida permite a entrada de mais agentes no mercado de distribuição. Isso porque a necessidade de destrocar vasilhames de marcas diferentes da distribuidora antes do enchimento aumenta os custos, beneficiando empresas grandes.

Segundo a pasta, os países que derrubaram a restrição à troca de botijões viram a concorrência aumentar. ”Em Portugal, por exemplo, não era permitida a troca de botijões, mas após investigação do órgão de defesa do consumidor, constatou-se que tal prática resultava em falta de competição no mercado, a tal ponto de seus preços serem injustificadamente superiores aos praticados na Espanha”, destacou o estudo.

O Ministério da Economia recomendou mais estudos sobre a prática, com a possibilidade de criação da figura de um Trocador Independente de Botijões, empresa que atuaria com regulação do governo e com remuneração pré-definida (recebendo quantia fixa) para encher botijões de marcas distintas.