Paula Fernandes chora após o cantor Luan Santana cancelar participação em seu DVD

/ Entretenimento

Paula Fernandes e Luan Santana. Foto: Reprodução / Instagram

Juntos e shallow now? Não mais. Luan Santana deixou Paula Fernandes na mão e não irá mais participar da gravação do DVD da sertaneja. De acordo com o jornalista Leo Dias, do site Uol, a desistência do cantor, que está em Buenos Aires, deixou Paula bastante chateada. Nas redes sociais a artista não escondeu a tristeza em não ter Luan no DVD e revelou ter tido dificuldades para conseguir os direitos da canção.

”Eu estou com o coração partido sim. Estava na expectativa e muito feliz com a participação dele. Como a minha missão musical, vocês sabem do meu comprometimento com a minha música, com tudo que eu realizo. Agora, depois do susto, está passando um filme na minha cabeça. Um trâmite todo, uma correria pra gravar, e o Luan topou. Eu na expectativa de registrar nosso encontro. Quem não gostaria de estar no lugar do Luan Santana? Seria uma realização de sonho pra mim também”, disse.

”Não tem orientação nenhuma ali”, diz Sérgio Moro sobre troca de mensagens com Dallagnol

/ Justiça

Moro diz que não orientou Deltan Dallagnol. Foto: Estadão

O Ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou nesta segunda-feira, 10, em Manaus, que não ”há orientação nenhuma” na troca de mensagens com o procurador da República Deltan Dallagnol relevada pelo site The Intercept Brasil na noite de domingo, 9. As conversas mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram.

De acordo com o site, há conversas escritas e gravadas nas quais Moro sugeriu mudança da ordem de fases da Lava Jato, além de dar conselhos, fornecer pistas e antecipar uma decisão a Dallagnol. ”Não tem nenhuma orientação ali naquelas mensagens. E eu nem posso dizer que são autênticas porque, veja, são coisas que aconteceram, e se aconteceram, foram há anos. Eu não tenho mais essas mensagens. Eu não guardo, eu não tenho registro disso. Mas ali não tem orientação nenhuma”, disse Moro.

É a primeira declaração de Moro desde a publicação das conversas pelo The Intercept. Questionado o porquê manteve contato com os procuradores via mensagem de texto de aplicativos, Moro disse que ”é algo normal”. ‘Veja, os juízes conversam com procuradores, conversam com advogados, conversam com policiais. E isso é algo normal”. Moro abandonou a coletiva ao ser questionado se as mensagens sugeriam direcionamento das fases da Operação Lava Jato. ”Se houve alguma coisa nesse sentido são operações que já haviam sido autorizadas e isso é questão de logística de saber como fazer. Senhores eu vim aqui para falar do Amazonas e se não tem pergunta a esse respeito eu encerro.”

Procuradores e juízes pedem apuração rigorosa sobre mensagens vazadas entre Moro e Dallagnol

/ Justiça

Moro e Dallagnol são alvos de denúncia. Foto: Reprodução

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) divulgou nesta segunda-feira, 10, uma nota em que afirma que cobrará das autoridades competentes a ‘apuração rigorosa’ das informações publicadas no site The Intercept Brasil, que divulgou o suposto conteúdo vazado de mensagens trocadas pelo então juiz federal Sérgio Moro e por integrantes do Ministério Público Federal, como o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.

O esclarecimento do episódio também foi defendido em nota pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material. Em nota, a ANPR reiterou a ‘confiança’ no trabalho desenvolvimento pelos integrantes do Ministério Público Federal que atuam nos casos da Lava Jato. “Os dados utilizados pela reportagem, se confirmada a autenticidade, foram obtidos de forma criminosa, por meio da captação ilícita de conversas realizadas, violando os postulados do Estado Democrático de Direito.

Por essa razão, são completamente nulos os efeitos jurídicos deles decorrentes, na forma do art. 5, incisos XII e LVI, da Constituição Federal e do art. 157 do Código de Processo Penal. A ANPR repudia, categoricamente, o vazamento de informações obtidas de maneira ilegal, independentemente da fonte do vazamento, do seu alvo ou do seu objetivo”, informou a entidade. A Ajufe, por sua vez, disse que as informações divulgadas pelo site ‘precisam ser esclarecidas com maior profundidade, razão pela qual a Ajufe aguarda serenamente que o conteúdo do que foi noticiado e os vazamentos que lhe deram origem sejam devida e rigorosamente apurados’.

“A Ajufe confia na honestidade, lisura, seriedade, capacidade técnica e no comprometimento dos Magistrados Federais com a justiça e com a aplicação correta da lei. Seremos incansáveis na defesa da atuação de nossos associados”, completou a entidade. A Ajufe ainda frisou que, desde 2006, já se manifestou por meio de notas públicas 47 vezes, ‘das quais apenas 8 tratam da Operação Lava Jato ou do atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro’.

Helicóptero bate em prédio no centro de NY e deixa o piloto morto; edifício estava vazio

/ Mundo

O Departamento de Bombeiros de Nova York informou que um helicóptero colidiu com um prédio na 7ª avenida, em Manhattan, nesta segunda-feira, 10. De acordo com os bombeiros, o piloto do helicóptero morreu no acidente. O edifício foi esvaziado e os bombeiros trabalham no local. Segundo o governador do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, o helicóptero tentou fazer um pouso forçado no teto do edifício. ”Havia sinais de fogo quando ele tentou pousar e as pessoas que estavam no prédio sentiram o edifício tremer”, disse Cuomo à rede de TV CNN.

Ainda de acordo com o governador, as informações sobre o acidente são preliminares. A polícia pediu que curiosos não se aproximem do local. A polícia informou em sua conta de Twitter que o helicóptero fez uma aterrissagem brutal no topo do edifício de 54 andares – onde fica a sede do banco BNP Paribas.

Sob uma chuva torrencial e neblina, ”um helicóptero bateu contra um arranha-céu” situado no número 787 da Sétima Avenida, entre as ruas 51 e 52, disseram os bombeiros. O tráfego da Sétima Avenida foi interrompido na zona do acidente, que ocorreu por volta das 14h00 no horário local (16h00 em Brasília).

Advocacia-Geral da União recorre de decisão que suspendeu bloqueio em universidades

/ Educação

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) para tentar reverter decisão da Justiça Federal da Bahia que suspendeu o bloqueio de verbas de universidades federais e de outras instituições públicas de ensino. Na sexta-feira (7), a juíza Renata Almeida de Moura, da 7ª Vara Federal de Salvador, atendeu a pedido feito em oito ações populares contra o contingenciamento de verbas, que foi anunciado pelo governo federal no fim de abril.

Em todos os casos, há questionamento acerca do volume de bloqueios, bem como em relação aos critérios adotados pelo MEC na distribuição dos limites orçamentários. Na decisão, a magistrada frisa não ter havido “prévio estudo técnico e minucioso, inclusive, com a participação dos representantes destas instituições”, para garantir que a medida não interfira na continuidade das atividades acadêmicas. ”Em resumo, não se está aqui a defender a irresponsabilidade da gestão orçamentária, uma vez que é dever do administrador público dar cumprimento às metas fiscais estabelecidas em lei, mas apenas assegurando que os limites de empenho, especialmente em áreas sensíveis e fundamentais, segundo a própria Constituição Federal, tenham por base critérios amparados em estudos que garantam a efetividade das normas constitucionais”, escreveu a juíza.

Segundo o governo, foram bloqueados cerca de 30% das verbas discricionárias (não obrigatórias e que servem para pagar contas como água, energia, vigilância e limpeza), o que representa 3,4% do orçamento total das universidades. Na decisão, a juíza cita manifestação da União reconhecendo que os bloqueios promovidos este ano são substancialmente superiores aos realizados em anos anteriores. “Estes variaram de 6,4% em 2016 para 16,8% em 2017, 8,5% em 2018 e, finalmente, o percentual bem superior de 31,4% em 2019.” Com informações do Estadão

Conselho do MP recebe pedido para investigar troca de mensagens entre Sérgio Moro e Dallagnol

/ NOTÍCIAS

Os conselheiros Luiz Fernando Bandeira de Mello, Gustavo Rocha, Erick Venâncio Lima do Nascimento e Leonardo Accioly da Silva, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) estão pedindo ao corregedor nacional do órgão a abertura de investigação para apurar os fatos noticiados pelo site The Intercept. Neste domingo, 9, o site The Intercept Brasil divulgou o suposto conteúdo de mensagens trocadas por Moro e integrantes do MPF-PR, como o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba.

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material. O The Intercept tem entre seus fundadores Glenn Greenwald, americano radicado no Brasil que é um dos autores da reportagem. De acordo com o site, há conversas escritas e gravadas nas quais Moro teria sugerido mudança da ordem de fases da Lava Jato, além de dar conselhos, fornecer pistas e antecipar uma decisão a Dallagnol.

No documento em que pedem sindicância para apurar a conduta dos citados pelo site, os conselheiros do CNMP destacam: ”Caso forem verídicas as mensagens e correta a imputação de contexto sugerida na reportagem, independentemente da duvidosa forma como teriam sido obtidas, faz-se imperiosa a atuação do Conselho Nacional do Ministério Público.” Os conselheiros argumentam que não estão formando nenhum juízo prévio de valor, mas ressaltam a necessidade de se apurar se houve eventual falta funcional, ”particularmente no tocante à violação dos princípios do juiz e do promotor natural, da equidistância das partes e da vedação de atuação político-partidária”.