Direção do Jequié decide baixar preço do ingresso após reclamações de torcedores

/ Esporte

Leur diz que as entradas custarão R$ 20,00. Foto: Emanuel Jr.

A Associação Desportiva Jequié terá mais duas partidas com seu mando de campo nas próximas rodadas do Campeonato Baiano e havia anunciado, primeiramente, que os ingressos para os confrontos custariam 30 reais, o que assustou a torcida. O time agora comandado pelo técnico Ricardo Silva enfrenta o Fluminense de Feira neste domingo (17) e o outro jogo é contra o Bahia, na última rodada da competição, no dia 17 de março (domingo). Em entrevista ao site ”Solar Esportes”, o presidente Leur Lomanto Jr revelou que as entradas custarão R$ 20 para o duelo contra o Fluminense de Feira. ”Eu tenho  escutado  por  parte de alguns torcedores que o  motivo da gente  não  estar enchendo nosso Waldomirão é o preço dos ingressos. Nós tínhamos  feito um planejamento a trinta reais, que foi o preço da  temporada passada, para ajudar  nos custos com o time, que  são  custos elevados e que a gente tem sofrido  muito para  honrar  nossos compromissos. Mas  diante das reclamações, do apelo que a torcida tem  feito,  nós  resolvemos  baixar  o  preço desse  próximo jogo, domingo que vem – contra o  Fluminense de Feira – para vinte  reais e com  isso a gente  espera fazer  uma  grande  festa, encher o  Waldomirão, colocar  lá  3 mil  pessoas pra gente  empurrar nosso time do coração”, disse o presidente do Jequié.

Grupo Amazonas investirá R$ 150 milhões em Jequié para criação de novos empregos na cidade

/ Jequié

Rui Costa assina protocolo de intenções. Foto: Mateus Pereira

Após audiência na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, proposta na segunda-feira (11) pelo deputado estadual Euclides Fernandes, ocasião em que levou ao encontro do secretário João Leão os representantes do grupo Amazonas [relembre], empresa instalada em Jequié, a notícia divulgada pela assessoria do governador Rui Costa nesta terça-feira (12) é de que mais 150 novos empregos serão gerados no município, com a ampliação da fábrica de adesivos Amazonas. O protocolo de intenções, que prevê um investimento de R$ 150 milhões, foi assinado pelo governador e pelos dirigentes do grupo nesta terça, na Governadoria, em Salvador. O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João, destacou a importância da ampliação. ”A Amazonas é uma empresa que fabrica adesivos para calçados, bancos de carros e caixas para exportação de produtos. Ela compra matéria-prima das indústrias aqui na Bahia, vende para o polo calçadista baiano e para a indústria que exporta frutas da região de Juazeiro. Com a ampliação, vai aumentar o número de empregados de 234 para 385. Então, é um investimento importante para a indústria baiana”, afirmou. Gerente da Amazonas Adesivos em Jequié, Eliseu Simon, informou as condições da ampliação. ”Nós vamos dobrar a capacidade de produção na unidade de Jequié, trazendo outras linhas de produtos inovadores, utilizados na Europa, na China, agregando bastante valor ao produto acabado. Isso representa um passo bastante importante frente às condições operacionais que o mercado tem apresentado para nós”, explicou. A unidade produz adesivos à base de água, à base de solvente e poliamida. Com a ampliação, passará a produzir adesivos para linha de construção civil, hot-melt e PUR, aumentando também a capacidade instalada, que passará de 12 mil toneladas por ano para 20 mil toneladas por ano. Cerca de 15% da produção no estado é exportada, 45% fica na Bahia e o restante é consumido nacionalmente.

Agricultores familiares e produtores de cacau devem voltar a fazer financiamento de crédito

/ Agricultura

Agricultores familiares produtores de cacau da Bahia devem voltar a fazer financiamento de crédito para implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, agroindustrialização do cacau, entre outras ações. A medida foi discutida por dirigentes e técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (SDR) e do Banco do Nordeste, no município de Ilhéus, nesta terça-feira (12). O secretário em exercício da SDR, Jeandro Ribeiro, apresentou as diversas ações que estão sendo realizadas pela secretaria para fortalecer a cacauicultura baiana, como assistência técnica e extensão rural (Ater), apoio à reforma agrária, regularização fundiária, mecanização rural, além dos investimentos realizados por meio de projetos como o Pró-Semiárido e o Bahia Produtiva. Ribeiro enfatizou que é preciso somar esforços para a região cacaueira: ”É um desafio que trazemos, mas essa é uma estratégia de juntar todos os investimentos e potencializá-los como esse acesso ao crédito”, disse. Estiveram presentes técnicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), além de agentes das prestadoras de assistência técnica e extensão rural (Ater) dos Territórios de Identidade Litoral Sul, Baixo Sul, Médio Rio das Contas e Costa do Descobrimento. Segundo o superintendente do Banco do Nordeste, José Gomes, com a SDR, surgiu a possibilidade de voltar a atender os produtores de cacau: ”Estamos aprofundando a discussão para atender os produtores que se encaixarem no perfil para o crédito para que possam retornar as atividades preponderantes na região”, afirmou. Para operacionalizar crédito para a cacauicultura, foram realizados encaminhamentos como visitas às áreas produtivas, capacitação das entidades de Ater e andamento do projeto de conservação produtiva.

Servidores públicos criticam o Governo Bolsonaro por tirar R$ 6 bilhões da Seguridade Social

/ Economia

Paulo Guedes lançou decreto assinado por Jair. Foto: Divulgação

Servidores públicos federais reclamaram nas redes sociais, nesta terça-feira (12), que o ministro da Economia, Paulo Guedes, lançou um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que tira R$ 606.056.926.691,00 da Seguridade Social para outras áreas. Segundo os trabalhadores, a medida é uma prova de que supostamente não há rombo na Previdência. O decreto 9699/19, no Art. 1º, diz o seguinte: ”Ficam transferidas, para diversos órgãos do Poder Executivo federal, para encargos financeiros da União e para transferências a Estados, Distrito Federal e Municípios, dotações orçamentárias constantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União (Lei nº 13.808, de 15 de janeiro de 2019), no valor de R$ 606.056.926.691,00 (seiscentos e seis bilhões, cinquenta e seis milhões, novecentos e vinte e seis mil, seiscentos e noventa e um reais)”. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço público Federal (Condsef), ”a publicação do decreto acontece quase simultaneamente à divulgação de uma minuta que traz a espinha dorsal do que o governo Bolsonaro pretende para a reforma da Previdência. Especialistas afirmam que proposta é pior do que a que Temer tentou aprovar”.

Governo lança WhatsApp para divulgar informações e aperfeiçoar transparência e interação com o cidadão

/ Bahia

Já está em funcionamento a conta que o Governo do Estado da Bahia lançou no aplicativo de mensagens WhatsApp. Pelo novo canal, o Governo enviará mensagens com informações, em primeira mão, sobre as realizações, entregas, obras e investimentos do estado. Nesse primeiro momento, nem todas as mensagens enviadas serão respondidas. Mas o Governo estará atento a cada uma delas.

Veja como participar:

1) Salve agora mesmo, na sua agenda, o número (71) 71 9646-4095.
2) Após salvar o zap do Governo da Bahia na agenda, envie uma mensagem informando o seu nome e cidade.

Ou então clique nesse link. É ainda mais fácil: http://bit.ly/ZapGOV-BA.

Educação: Governo Bolsonaro quer que faculdades se autorregulem para autorizar cursos

/ Educação

O governo Jair Bolsonaro quer implementar um sistema de autorregulamentação do ensino superior privado. Hoje, o governo lidera um complexo sistema de avaliação de qualidade, supervisão e autorização do funcionamento de cursos superiores no país. De acordo com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marco Antônio Barroso Faria, a ideia é reduzir a atuação do MEC (Ministério da Educação) nos processos. ”Como liberal que sou, na medida que o setor se autorregular, o estado precisa de intervir menos. Na medida em que os atores participantes desse mercado zelarem pela qualidade do ensino, eu só vou fazer a chancela”, disse Faria. ”O pessoal brinca que a Seres [secretaria de Regulação e Supervisão] é o cartório do MEC. Eu não vejo como problema, desde que o cartório esteja trabalhando bem. Eu quero não aparecer, a ideia é essa. Quero, se possível, no final de quatro anos, aumentar a autorregulamentação para que que possa regular menos”, disse. O secretário falou na manhã desta terça-feira (12) a representantes das instituições de ensino particular durante encontro da Abmes (Associação Brasileira Mantenedoras do Ensino Superior), que representa o setor. O secretário não deu detalhes sobre como seria o processo de autorregulamentação. Adiantou, no entanto, que a ação será discutida a longo prazo e com participação de todos os envolvidos. Por várias vezes ele e outros dois integrantes da subpasta do MEC repetiram que ainda estão em processo de transição, para entender as ações. Faria é um dos três ex-alunos do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que assumiram pastas importantes. Ele não tem experiência em gestão e é da área da filosofia, com mestrado e doutorado em Ciência da Religião – ambas as pesquisas orientadas pelo ministro. Para funcionarem, os cursos de graduação no país passam por avaliações de qualidade, como o Enade (avaliação federal feita por alunos) e análise da oferta escolar, como infraestrutura. Essas informações são a base para o credenciamento e a renovação de credenciamento de cursos e também das instituições de ensino. Assim, um baixo desempenho pode resultar até mesmo no fechamento do curso ou impedir sua participação no Fies, programa para financiamento estudantil. Todo o processo segue a Lei do Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior). De 2.066 faculdades, universidades e centros universitários com indicador de qualidade divulgado em dezembro ano passado (o chamado IGC, Índice Geral de Cursos), apenas 35 tiveram nota máxima (1,6%). Levando em conta, por exemplo, cursos de formação de professores a distância, esse índice é de 0,5%. Os indicadores federais de cursos e instituições, e também dos alunos, são classificados em uma escala de 1 a 5. A maioria das instituições e cursos tem ficado no nível intermediários da avaliação, que é 3. Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União), do ano passado, mostrou que o sistema de avaliação não tem sido capaz de induzir melhorias consistentes da qualidade dos cursos. O setor de ensino superior privado é um defensor histórico da redução de burocracias para a regulação de cursos e instituições. Além disso, há denúncias de fraudes no sistema por parte de algumas instituições de ensino pelo menos desde 2016. No encontro da Abmes, o secretário Barroso Faria ressaltou que o governo permanecer aberto para receber todos os atores do setor, que vai melhorar a transparência das atividades e agilizar os processos de autorização de graduações e funcionamento de instituições.

Senado desarquiva projeto que impede novas possibilidades para realização de aborto

/ Brasília

Senado Federal está renovado. Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Em sua primeira sessão deliberativa, o Senado, renovado pelas eleições de 2018, desarquivou nesta terça-feira (12) uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que proíbe o aborto. Segundo a Folha, defensores da proposta afirmam que os casos em que a interrupção da gestação já está prevista em lei serão preservados, mas as manifestações não convenceram todos os senadores, que acreditam que pode haver retrocesso. O projeto é de 2015, de autoria do ex-senador e pastor Magno Malta (PR-ES), que propõe alterar o artigo 5º da Constituição. Consta no texto atual que ”todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito a vida”. A proposta acrescenta que este direito é garantido ”desde a concepção”. Somente os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Paulo Rocha (PT-PA) manifestaram voto contrário ao desarquivamento. Costa chegou a apresentar um pedido para que o requerimento de desarquivamento fosse retirado de pauta, mas foi derrotado por 61 votos a 8. Durante a sessão, senadores deixaram claro que o desarquivamento é uma medida em resposta ao STF (Supremo Tribunal Federal), que pretende julgar em 22 de maio ação que discute a possibilidade de aborto no caso de gestantes infectadas pelo vírus da zika.

Corpo do jornalista Ricardo Boechat é cremado durante cerimônia reservada em São Paulo

/ LUTO

O corpo foi cremado às 16h. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O corpo do jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, que morreu na queda de um helicóptero, foi cremado hoje (12) por volta das 16h. A cerimônia foi reservada para família e amigos, no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. O velório começou ontem (11) à noite e se estendeu até o começo da tarde desta terça-feira, no Museu da Imagem e do Som (MIS), nos Jardins, em São Paulo. O corpo foi seguido por um cortejo de taxistas. Por volta do meio-dia de ontem, o helicóptero em que estavam Boechat e o piloto Ronaldo Quatrucci caiu sobre um caminhão. A suspeita é que ambos tenham morrido carbonizados no momento do acidente. A queda ocorreu no km 22 da Rodovia Anhanguera, sentido interior, com o Rodoanel, e acabou explodindo. O motorista do caminhão foi socorrido pela concessionária. Boechat estava voltando de Campinas, onde tinha ido dar uma palestra.

Texto da reforma da polêmica Previdência está pronto e aguarda o presidente Bolsonaro

/ Brasília

O texto-base da reforma da Previdência foi concluído pela equipe de governo e agora aguarda a análise do presidente Jair Bolsonaro, ainda internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que esteve hoje (12) reunido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília, o presidente dará a palavra final sobre o projeto que será enviado à Câmara dos Deputados. ”Evidente que existem pontos que serão levados à presença do presidente para que ele possa tomar sua posição, possa definir de que forma isso possa chegar à Câmara Federal”, disse Marinho. O secretário informou que o texto foi construído por diversas áreas do governo, além da contribuição de economistas e avaliação do projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso. Ele não antecipou nenhuma regra. Marinho disse que o texto final é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, a minuta de projeto ainda previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%. Perguntado sobre quando o projeto será apresentado à sociedade, Marinho respondeu que isso vai ocorrer o mais rapidamente possível. “Vamos aguardar que o presidente convalesça, que ele esteja em plena condição de exercício do seu mandato, que eu espero que seja amanhã ou quinta-feira, e, apresentado [o texto] ao presidente, ele vai definir o prazo”, disse o secretário.

Militares

Sobre a inclusão de militares na reforma, mais cedo o senador Major Olímpio, líder do PSL, disse, ao deixar o Ministério da Economia, que os próprios militares apresentaram uma proposta para a Previdência. ”Os próprios comandantes militares, o ministro da Defesa [general Fernando Azevedo] têm se debruçado sobre isso. Os militares que estão fazendo propostas. Tudo vai cair aqui dentro da área técnica, da área econômica. Os militares, que são sempre solução para o nosso país, não são problema, também estão fazendo suas propostas. Vamos ver a viabilidade dessas propostas”, disse.  O senador também esteve reunido com Guedes, no ministério.

Euclides e dirigentes do Grupo Amazonas vão em busca da ampliação da empresa em Jequié

/ Jequié

Leão recebe Euclides e dirigentes do Amazonas. Foto: Divulgação

O deputado Euclides Fernandes foi recebido nesta segunda-feira (11), em audiência pelo vice-governador, João Leão, que acumula a função de secretario de Desenvolvimento Econômico do Estado, para tratar sobre a cessão de uma área de 7.500 m² para o Grupo Amazonas, já instalado no Centro Industrial de Jequié, para que sejam viabilizados mais cinco galpões o que permitirá a empresa a possibilidade de transferência de toda a sua estrutura da cidade de Franca, em São Paulo, para Jequié, devendo gerar 150 novos empregos diretos. Na reunião, que contou com a presença de dirigentes da Amazonas, Eliseu Simon Villanova e José Alexandre, o secretário adiantou o processo de cessão do terreno. De imediato, foram iniciados os primeiros contatos com a diretoria do Banco do Nordeste para a liberação de financiamento que possa mais rapidamente promover a ampliação, cujo custo está avaliado em torno de R$ 200 milhões. Os representantes da empresa devem ser recebidos pelo governador Rui Costa nesta terça-feira (12fev19) para assinatura do Protocolo de Intenções que praticamente garantirá a cessão dos 7.500 metros quadrados. O Grupo Amazonas é uma tradicional indústria dedicada a produção de solados para sapatos, cola, placas e artesanato, gerando uma receita de R$ 48 milhões mensais. Com a cessão do terreno a empresa deverá ter sua ampliação concluída dentro de dois anos.

Ex-Vitória, Ricardo Silva é anunciado como novo treinador do Jequié e diz que gosta de desafios

/ Esporte

Presidente Leur Lomanto com Ricardo Silva. Foto: Divulgação

Após perder Carlos Rabello para a Juazeirense, o Jequié agiu rápido e trouxe o técnico Ricardo Silva. O treinador, que chega para comandar o Jipão nas últimas quatro rodadas do Campeonato Baiano 2019, comentou a expectativa de assumir o clube e revelou ter recebido outras propostas. ”É um desafio. A gente gosta de desafios. O time vem de duas derrotas consecutivas, mas temos que esquecer o passado e pensar para frente. Procurar fazer de cada jogo uma decisão. Conheço alguns jogadores, é um elenco de qualidade. Presidente fez maior esforço para que seja um time competitivo. A torcida também é muito empolgante e vai nos ajudar demais. Tive outras propostas de outros clubes, mas escolhi o Jequié e estou indo para lá feliz. Procurar fazer um trabalho legal com a ajuda deles e da torcida. A ADJ representa uma cidade, temos que ter toda a responsabilidade”, destacou o treinador em entrevista ao Bahia Notícias. Ricardo Silva admitiu que o presidente do clube, Leur Lomanto Jr, deu carta branca para contratações, mas salientou que primeiro analisará o elenco, junto a comissão técnica. ”Eu gosto de chegar e ver. Ele me falou para ficar a vontade. Conversamos sobre o jogo de ontem. Vou conversar com a comissão que conhece o elenco para analisarmos juntos se tem a necessidade de trazer novas peças”, afirmou. O primeiro desafio de Ricardo Silva será no domingo (17), diante do Flu de Feira, no Waldomirão, pela 6ª rodada do certame estadual. ”Temos que pensar no Fluminense de Feira para fazermos o melhor possível. Fazer uma estreia boa. Sempre falo que quem entra em campo são os jogadores, mas temos que dar o máximo nos treinamentos”, finalizou. Ricardo Silva tem 59 anos e acumula passagens pelo Atlântico, Jacobina, Asa de Arapiraca e Vitória. Pelo Leão, ele foi campeão baiano, da Copa do Nordeste e vice-campeão da Copa do Brasil, todos na temporada de 2010. O treinador vai assumir o  comando do Jequié nesta terça-feira (12). O Jequié ocupa a sexta colocação na tabela de classificação do Baiano com cinco pontos.

Deputado Isidório Filho propõe suspensão de lei que obriga uso de farol baixo durante o dia

/ Política

deputado estadual Pastor Isidório Filho (Avante). Foto: Divulgação

O deputado estadual Pastor Isidório Filho (Avante) sugeriu a seu pai, o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante), e ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), a suspensão da Lei 13.290/2016, que obriga o uso de farol baixo em todas as estradas federais e estaduais do País durante o dia. Na indicação apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia, Isidório Filho argumenta que ao exigir os faróis acesos durante o dia, ”o dispositivo legal retroalimenta a indústria de multas em todo território nacional”. Conhecida como ”Lei do Farol Baixo”, a Lei 13.290/16 foi assinada pelo então presidente Michel Temer em maio de 2016. Diante das reclamações, a aplicação das multas foi suspensa por força de liminar, pelo juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do DF. Ato contínuo, a liminar foi derrubada pela Advocacia Geral da União (AGU), a pedido da Presidência da República. O parlamentar ilustra sua sugestão relatando que ”em cidades como Brasília, São Paulo, Feira de Santana e Salvador, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam, tornando impossível a identificação do começo de uma via e o término de uma rodovia estadual ou federal, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável”. Citando a Resolução 227 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o deputado alega ainda que o uso dos faróis fora dos padrões se torna uma infração. A resolução prevê o enquadramento no Artigo 223 do CTB. O artigo estabelece ainda como infração grave transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta, de forma a perturbar a visão de outro condutor, o que pode ocasionar na retenção do veículo para regularização e uma multa de R$ 127,69. ”Nosso entendimento, portanto, é que a matéria fere princípios elementares de bom senso e a revogação da Lei 13.290 se faz necessária para se restabeleça o justo e que, em última análise, o cidadão não pense que o Estado esteja extorquindo seus compatriotas, uma sensação real a todos que são multados por este dispositivo”, afirma Isidório Filho.

No Instagram, Esposa de Ricardo Boechat lamenta morte do jornalista: ”Pior dia da minha vida”

/ Imprensa

Veruska e Boechat eram casados desde 2005. Foto: Reprodução

A esposa do jornalista Ricardo Boechat, Veruska Seibel Boechat, usou as redes sociais para lamentar a trágica morte do marido nesta segunda-feira (11) após a queda de um helicóptero em São Paulo. Com uma mensagem simples e uma foto em preto e branco abraçada ao companheiro, a também jornalista escreveu: ”Pior dia da minha vida”.

Velório de Ricardo Boechat começa no MIS em São Paulo e continuará até as 14h desta terça-feira

/ Brasil

Boechat morreu após queda de helicóptero. Foto: Reprodução

O velório do jornalista Ricardo Boechat, morto ontem (11) em um acidente de helicóptero, começou por volta das 23h30 no Museu da Imagem e do Som, nos Jardins, região nobre da capital paulista, mesmo bairro onde o jornalista morava. A esposa de Boechat, Veruska Seibel Boechat, acompanhada de familiares, chegou por volta das 22h25 ao local. Cerca de uma hora depois, o caixão com o corpo do jornalista veio trazido por um carro do Serviço Funerário Municipal. ”Quando nós acabarmos de apurar esse caso, nós vamos encontrar um fio condutor entre essas tragédias que estão acontecendo. São sempre coisas que não estão adequadas. Uma barragem que não estava adequada, um dormitório que não estava adequado e, possivelmente, um helicóptero que não estava adequado”, disse o presidente do Grupo Bandeirantes, em que Boechat trabalhava, João Carlos Saad. Apenas familiares e amigos próximos estão autorizados, até o momento, a entrarem no local onde o corpo está sendo velado. Do lado de fora, aglomeravam-se fãs, ouvintes e telespectadores de Boechat, esperando o velório ser aberto ao público em geral. O jornalista do Grupo Bandeirantes morreu na queda de um helicóptero na Rodovia Anhanguera, quando retornava de uma palestra em Campinas. O velório continuará até as 14h desta terça-feira (12). A Band não divulgou o local do sepultamento, que será em cerimônia reservada para a família. O acidente ocorreu no início da tarde de hoje. O piloto da aeronave, Ronaldo Quatrucci, também morreu. A pedido do presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, irá representá-lo no velório do jornalista. Bolsonaro disse que ele e Boechat eram amigos “há mais de 30 anos” e que ele apelidou o jornalista de ”Jacaré”. Boechat tinha 66 anos, era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ. O jornalista nasceu em Buenos Aires, na Argentina, quando o pai Dalton Boechat, diplomata, estava a serviço do Ministério das Relações Exteriores. Dono de um humor ácido, usava essa característica para noticiar fatos e criticar situações. O tom era frequente nos comentários de rádio, televisão e também na imprensa escrita. Políticos, magistrados e organizações lamentaram a morte do jornalista. Boechat deixou mulher, cinco filhas e um filho. Da Agência Brasil